Working Paper 448

Decomposition of Systemic Risk Drivers in Evolving Financial Networks


João Barata Ribeiro Blanco Barroso, Thiago Christiano Silva and Sergio Rubens Stancato de Souza


Abstract

In this paper, we propose a methodology to decompose drivers of systemic risk that arise due to insolvency contagion in evolving financial networks. There is an ongoing discussion on how network topology and capital buffer influence systemic risk. On the one hand, the network contagion literature tends to emphasize the influence of the network topology. On the other hand, policy works tend to discuss restrictions over the capital buffers of financial institutions. Systemic risk is usually a complex function of both risk drivers and thus isolating the contributive effects of each risk driver to systemic risk is not a trivial task. Our decomposition methodology identifies and isolates these effects. We apply our methodology to the global banking network and find that the network topology effect explains most of the systemic risk measure's volatility. Additionally, we show that the capital buffer effect explains the persistent reduction in systemic risk buildup with effects concentrated around the global financial crisis. Our results confirm the importance of both risk drivers to measuring systemic risk.

Resumo

Neste trabalho, propomos uma metodologia para decompor o risco sistêmico originário do contágio de insolvência em redes financeiras em evolução no tempo. A maneira como a topologia da rede e o buffer de capital influenciam o risco sistêmico tem sido objeto de discussão. Por um lado, a literatura de contágio em redes financeiras tende a enfatizar a influência da topologia de rede. Por outro lado, formuladores de políticas atuam sobre restrições aos buffers de capital das instituições financeiras. O risco sistêmico, usualmente, resulta de uma interação complexa dos dois fatores de risco, portanto, isolar a contribuição de cada um deles para com o risco sistêmico não é uma tarefa trivial. Nossa metodologia de decomposição permite identificar e isolar esses efeitos. Aplicamos essa metodologia à rede de exposições internacionais dos bancos de 26 países, encontrando que o efeito da topologia de rede explica a maior parte da volatilidade da medida de risco sistêmico estudada. Também mostramos que o efeito do buffer de capital explica a redução persistente do risco sistêmico mensurado na rede ao longo do tempo, com efeitos concentrados em torno da crise financeira global. Nossos resultados afirmam a importância dos dois fatores na medição do risco sistêmico.