{"conteudo":[{"titulo":"BC reforça proteção ao consumidor com novas regras para oferta e contratação de crédito","Id":21310,"urlImg":{"Description":"ícone do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2026-11-05T14:51:03Z","ultimaAtualizacao":"2026-11-06T12:43:28Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassC31F89FD94214108909EE408F73273C9\"><div>​O Banco Central (BC) aprovou três novas regras para ampliar a proteção dos consumidores nas relações de crédito. As medidas reforçam as responsabilidades das instituições na oferta e na concessão de empréstimos e financiamentos, aumentam a transparência antes da contratação e criam salvaguardas contra ofertas inadequadas ou abusivas. O objetivo é reduzir situações que possam favorecer o endividamento excessivo e contribuir para o bem-estar financeiro das famílias.<br></div><div><br></div><div>“As medidas ampliam a capacidade de o consumidor tomar decisões informadas sobre o crédito. Com mais transparência sobre suas dívidas, custos e capacidade de pagamento, além de maior controle sobre as ofertas que recebe, o cidadão ganha instrumentos para avaliar melhor suas escolhas e reduzir riscos de endividamento excessivo”, afirmou Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.</div><div><br></div><div>Uma das mudanças está na oferta ativa de crédito. A Resolução BCB 602 determina que as instituições ofereçam mecanismo claro para que o cliente possa bloquear propagandas e ofertas ativas. Para pessoas em situação de maior vulnerabilidade financeira ou risco de endividamento excessivo, a proteção será maior&#58; a oferta dependerá de autorização prévia, específica e inequívoca e deverá ter como finalidade melhorar a situação financeira do cliente, como em renegociações, portabilidade ou migração para produtos mais vantajosos, sem liberação de novos recursos. A regra não impede que o próprio cliente procure e contrate crédito e entra em vigor em 31 de março de 2027.</div><div><br></div><div>“A proteção do consumidor é um pilar do bem-estar financeiro. Este conjunto de medidas representa um avanço importante nessa agenda, ao ampliar a transparência, fortalecer a autonomia do cidadão e promover relações de crédito mais equilibradas, responsáveis e adequadas à realidade financeira de cada pessoa”, destacou Izabela Moreira Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC.</div><div>&#160;</div><div>Outra novidade é o Painel de Dívidas Consolidadas, previsto na Resolução BCB 601. O ambiente eletrônico permitirá ao consumidor visualizar suas obrigações financeiras, a adequação do crédito ao seu perfil e o comprometimento de sua capacidade mensal de pagamento. O painel deverá mostrar, entre outras informações, a consolidação e o detalhamento das dívidas, simulações de custos e alertas de risco.</div><div>&#160;</div><div>Antes da contratação, o consumidor terá acesso a uma simulação que mostrará o valor das parcelas, a parcela da capacidade de pagamento comprometida e a capacidade residual após a nova operação. A regulamentação também prevê alertas automáticos em situações de risco, inclusive quando o comprometimento da capacidade mensal de pagamento atingir 40%. Inicialmente, o painel reunirá operações mantidas na própria instituição. Em etapa posterior, incorporará informações do Sistema de Informações de Créditos (SCR) e do Open Finance, observadas as regras aplicáveis. A maior parte das disposições entra em vigor em 1º de julho de 2027.</div><div>&#160;</div><div>A terceira frente trata da oferta de crédito durante a iniciação de transações Pix. Pela Resolução BCB 603, as instituições deverão disponibilizar informações e ferramentas como simulador de crédito e ambiente de consulta às operações contratadas. A oferta dependerá de consentimento prévio e específico do usuário e deverá respeitar intervalo mínimo de 24 horas entre a habilitação e a primeira oferta.&#160;</div><div><br></div><div>Essas medidas têm por objetivo fornecer informações claras e acessíveis ao usuário pagador sobre a contratação da operação de crédito, acompanhadas de medidas de educação financeira, que serão detalhadas em nova versão do manual de Requisitos Mínimos para a Experiência do Usuário do Pix, que será publicada até o final do ano. Para quem recebe a transferência, nada muda nesse aspecto&#58; o valor do Pix continuará chegando de forma instantânea e integral. Essas regras entram em vigor em 1º de julho de 2027.<br></div></div>","lead":"Novas regras ampliam transparência e controle do cliente sobre ofertas de crédito. Painel permitirá acompanhar dívidas, custos e comprometimento da capacidade de pagamento."},{"titulo":"Consulta propõe mais transparência e priorização do interesse do cliente na distribuição de produtos de captação","Id":21308,"urlImg":{"Description":"ícone da consulta pública","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/consulta_publica.png"},"dataPublicacao":"2026-11-03T18:59:43Z","ultimaAtualizacao":"2026-11-06T12:44:51Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass0463615CB6BC4B6781486ACFEA68EF0A\"><p>​O Banco Central do Brasil (BC) colocou em consulta pública, em 23 de outubro, proposta de resolução conjunta estabelecendo critérios para a distribuição de produtos de captação financeira a serem observados pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo BC. A iniciativa busca mitigar dois riscos&#58; conflitos de interesse entre instituições distribuidoras de produtos de captação financeira e clientes; e assimetria de poder entre instituição distribuidora e instituição emissora. Para alcançar esses objetivos, a proposta determina que as instituições atuem no melhor interesse do cliente e estimula condições mais equilibradas de mercado.<br></p><p>Clique <a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/audpub/HomePage?1\" target=\"_blank\">aqui</a> para participar da Consulta Pública 131/2026.​​<br></p><div><strong>Conflito de interesses</strong></div><div>A distribuição por instituições especializadas traz benefícios ao Sistema Financeiro Nacional&#58; para os clientes, amplia o acesso a produtos de diferentes emissores em um mesmo canal e facilita a comparação entre as várias alternativas; para os emissores, aumenta o alcance comercial sem exigir estrutura própria de distribuição equivalente. O conflito de interesse, porém, pode surgir quando a distribuidora participa da oferta ou recomendação e, ao mesmo tempo, é remunerada conforme o tipo, as características ou o volume dos produtos distribuídos, o que pode incentivar que ela privilegie o produto financeiro que lhe ofereça melhor remuneração em vez daquele que seja do interesse do cliente.</div><div><br></div><div>“Nosso objetivo é preservar os benefícios da distribuição de produtos de captação e assegurar que os incentivos econômicos estejam alinhados ao melhor interesse do cliente. Ao mesmo tempo, queremos fortalecer a transparência e as condições mais equilibradas de acesso ao mercado”, afirmou Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br><br>A proposta se apoia em três eixos para enfrentar o conflito de interesse entre distribuidora e cliente&#58; deveres de conduta voltados ao melhor interesse do cliente; governança e gestão de conflitos de interesse; e maior transparência sobre remuneração e incentivos. Entre as medidas estão a exigência de que os produtos ofertados sejam compatíveis com as necessidades, os objetivos e o perfil de risco do cliente e a implementação de uma Política de Melhor Interesse do Cliente.</div><div><br></div><div>Um dos objetivos dessa política é estabelecer critérios de remuneração para as pessoas diretamente envolvidas na distribuição dos produtos de captação financeira, de forma a reduzir incentivos de curto prazo e aproximar os interesses dos distribuidores dos resultados e riscos dos produtos ao longo do tempo. Entre os exemplos de práticas vedadas estão metas ou quotas mínimas de comercialização de produtos específicos em determinado período. A minuta prevê ainda mecanismos de pagamento diferido e reversão de parcelas ainda não pagas.</div><div><br></div><div><strong>Assimetria de poder</strong></div><div>A minuta também trata da relação entre instituições emissoras e distribuidoras. Os efeitos de rede que reforçam a posição da distribuidora bem como o controle de acesso ao mercado por ela exercido se traduzem na assimetria de poder entre essas instituições. Como consequência, há o risco de exercício de práticas não equitativas ou abusivas por parte do distribuidor.</div><div><br></div><div>Para evitar que isso aconteça e garantir a contestabilidade do mercado, a proposta prevê a implementação de Políticas de Distribuição, com critérios de remuneração e de seleção, classificação, destaque e exclusão de produtos e emissores; e a vedação de práticas discriminatórias, não equitativas ou restritivas da concorrência, como contratos de exclusividade ou limitações injustificadas de acesso a canais de distribuição.</div><div><br></div><div>Ademais, de forma a permitir melhor acompanhamento do mercado, está sendo exigido que as instituições mantenham rol de informações à disposição do BC, a exemplo do volume financeiro efetivamente distribuído, da remuneração efetivamente auferida pela distribuidora, do volume financeiro de cada emissão coberta pelo Fundo Garantidor de Créditos, do volume da participação das instituições distribuidoras no total das captações das instituições emissoras e da remuneração acordada com cada instituição distribuidora.</div><div><br></div><div><strong>Governança</strong></div><div>A proposta também reforça a governança, estabelecendo participação ativa do Conselho de Administração e da Diretoria no funcionamento e monitoramento das políticas. Diretores distintos deverão responder pelas Políticas de Melhor Interesse do Cliente e de Distribuição.</div><div><br></div><div>As sugestões recebidas na consulta pública serão avaliadas para a formulação da proposta final do ato normativo, que será posteriormente apreciada pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho Monetário Nacional.<br></div></div>","lead":"Proposta busca alinhar incentivos da distribuição ao melhor interesse do cliente. Contribuições podem ser feitas até 24/1/2027."},{"titulo":"Inscrições para três vagas do Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP) são prorrogadas até 13 de novembro","Id":21307,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-10-29T19:32:39Z","ultimaAtualizacao":"2026-11-06T12:45:26Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">O Banco Central (BC) ampliou até <strong>13 de novembro</strong> o prazo de inscrições para <strong>três vagas</strong> no Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP), do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep). As vagas contempladas por esta prorrogação serão direcionadas à <strong>Linha 2</strong>, conforme descrição abaixo&#58;<br></p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>Avaliação de políticas públicas (por exemplo, Open Finance, Pix etc.), educação e inclusão financeira, economia bancária e crédito, economia comportamental do consumidor de serviços financeiros.&#160;&#160;</li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\">Nessa linha de pesquisa, há possibilidade de aplicação de métodos de <em>machine learnin</em><em>g</em>, <em>big data</em> e georreferenciamento.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Os candidatos que já se inscreveram no processo do segundo semestre de 2026 continuarão participando da seleção e não devem se inscrever novamente.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Destinado a estudantes de mestrado e doutorado, o PEPP oferece a oportunidade de atuar em pesquisas que contribuem para o aprimoramento das atividades do BC. Com duração inicial de seis meses, prorrogável por até dois anos, o programa busca aproximar a produção acadêmica dos desafios enfrentados pela instituição. Terão prioridade no processo seletivo candidatos(as) cujos projetos de dissertação ou tese estejam alinhados às áreas de atuação e aos temas da <a href=\"/publicacoes/agenda_pesquisa\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">Agenda de Pesquisa do BC</span></a>.&#160;<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Requisitos</strong></p></div><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;text-align&#58;justify;\"><div><span>•&#160;Cursar a partir do 2º semestre de mestrado ou doutorado nas áreas de Economia, Finanças, Administração Pública, Estatística, Ciência da Computação, Ciência de Dados ou Engenharia.&#160;<br></span><span>•&#160; Conhecer substancialmente pelo menos uma das seguintes linguagens de programação e pacotes estatísticos&#58; Julia, Matlab, Python, R, SQL, Stata.&#160;<br></span><span>•&#160; &#160;Ter ótimo nível de leitura e escrita em inglês.&#160;<br></span><span>•&#160; &#160;Excelência acadêmica.&#160;</span></div><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p>•&#160;Interessar-se em participar de atividades tais como programação e otimização de programas; elaboração de base de dados; construção, estimação e análise de modelos; elaboração de revisão de literatura; auxílio na definição da metodologia; colaboração na preparação e nas revisões de artigos em português e em inglês.&#160;&#160;</p></div></blockquote><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\" style=\"text-align&#58;justify;\"><p><strong>Informações práticas</strong></p></div><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;text-align&#58;justify;\"><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p>•&#160;&#160;&#160;Carga horária do estágio&#58; 30 horas semanais (6 horas diárias). <br>•​&#160; Duração&#58; de 6 meses a 24 meses, renovação semestral condicionada ao término do curso de pós-graduação.<br>•&#160; &#160;Valor da bolsa&#58; R$2.231,39.<br>•&#160; &#160;Benefícios&#58; auxílio-transporte.&#160;</p></div></blockquote><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\" style=\"text-align&#58;justify;\"><p><b>Local</b><strong><br></strong>O estágio poderá ser realizado tanto de forma remota como presencial, a depender das necessidades do trabalho. Por exemplo, a manipulação de algumas bases de dados será feita obrigatoriamente no modo presencial no edifício da sede (Brasília), ou de uma das regionais admitidas na linha. Será designado(a) para cada estagiário(a) um(a) orientador(a) de estágio, que definirá os projetos de pesquisas a serem executados e a forma de trabalho.&#160;​</p></div><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;text-align&#58;justify;\"><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p><strong>Linha 2 (prorrogação)</strong><strong>&#58;</strong> praças de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.​</p></div></blockquote><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p style=\"text-align&#58;justify;\"></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><b>​Inscrição</b><strong><br></strong>As inscrições vão até <strong>13 de novembro de 2026</strong>. Para candidatar-se, é preciso&#58;&#160;<br></p></div><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;\"><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p style=\"text-align&#58;left;\">•&#160; &#160;&#160;enviar para o endereço eletrônico <a href=\"mailto&#58;estagios.depep@bcb.gov.br\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">estagios.depep@bcb.gov.br</span></a>&#58;<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; o&#160; &#160;histórico escolar;<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; o&#160; &#160;currículo que demonstre atendimento aos requisitos;<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; o&#160; &#160;carta de recomendação do(a) orientador(a) (opcional); e<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; o&#160; &#160;projeto de pesquisa da tese ou dissertação (opcional).&#160; &#160;</p></div></blockquote><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;\"><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p style=\"text-align&#58;left;\">•&#160;&#160;&#160;&#160;acessar o <em>link&#160;</em> <a href=\"http&#58;//www.superestagios.com.br/\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">www.superestagios.com.br</span></a> e se inscrever utilizando o número da vaga correspondente ao local onde irá realizar as eventuais atividades presenciais&#58;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;o&#160; &#160;315508 – Brasília;<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;o&#160; &#160;315531 – Rio de Janeiro;<br>&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;o&#160; &#160;315532 – São Paulo.</p></div></blockquote><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border-width&#58;medium;border-style&#58;none;border-color&#58;currentcolor;padding&#58;0px;\"><div class=\"ExternalClass3FDA5160B3A842FEBCD3F90E97AD221F\"><p>•&#160; &#160;&#160;preencher e enviar, em até dez dias, o questionário com informações complementares que será encaminhado por <em>e-mail</em>.&#160;​</p></div></blockquote>","lead":"Nesta prorrogação, as vagas serão destinadas à Linha 2 para as praças de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. A carga horária do estágio é de trinta horas semanais, com bolsa no valor de R$2.231,39. O estágio poderá ser realizado de forma remota ou presencial, conforme as necessidades do trabalho. "},{"titulo":"BC passa a divulgar mensalmente indicadores de reajustes salariais negociados","Id":21280,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cedulas.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cedulas.png"},"dataPublicacao":"2026-10-06T10:34:47Z","ultimaAtualizacao":"2026-10-27T19:51:14Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass6C9EE0836DEC49029AB80F56BB1EEED1\"><div>Os reajustes salariais negociados por meio das convenções coletivas de trabalho passaram a contar com um novo conjunto de indicadores divulgados mensalmente pelo Banco Central (BC). Construídas a partir das informações registradas no Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho (Mediador), do Ministério do Trabalho e Emprego, as séries ampliam o monitoramento das condições do mercado de trabalho e de sua relação com a dinâmica inflacionária. As informações estão em um <a href=\"/content/ri/relatorioinflacao/202609/rpm202609b3p.pdf\" target=\"_blank\">boxe</a> do Relatório de Política Monetária de setembro de 2026 e na <a href=\"/publicacoes/notastecnicas/NT_60_202609\" target=\"_blank\">Nota técnica 60​</a>, ambos disponíveis no <em>site</em> do BC.</div><div><br></div><div>​Os indicadores reúnem informações sobre reajustes nominais e reais, participação das convenções com aumentos acima, abaixo ou iguais à inflação e quantidade de instrumentos coletivos utilizados nos cálculos.&#160;<br></div><div><br></div><div>“Os indicadores construídos a partir das convenções coletivas oferecem uma visão abrangente dos reajustes negociados no setor privado formal. Os resultados mostram que a inflação passada continua sendo uma referência importante nas negociações e ajudam a avaliar como as condições do mercado de trabalho influenciam a dinâmica salarial no país”, afirmou Ricardo Sabbadini, Chefe do Departamento Econômico (Depec) do BC.<br><br></div><div>A nova base permite acompanhar com maior precisão o comportamento das negociações salariais no setor privado formal. De acordo com estudo do BC, publicado como boxe do Relatório de Política Monetária de setembro de 2026, os reajustes pactuados apresentam elevada aderência à inflação passada, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Embora não exista obrigação legal de reposição integral da inflação, os dados indicam que a variação dos preços continua sendo uma referência central para empregadores e trabalhadores durante as negociações coletivas.</div><div>&#160;</div><div>A análise também evidencia que os resultados das negociações variam conforme as condições do mercado de trabalho. Entre 2012 e 2014 e novamente após 2023, períodos marcados por taxas de desocupação relativamente baixas, aumentou a participação de convenções com reajustes superiores à inflação. Os dados permitem ainda acompanhar potenciais diferenças entre setores econômicos. De forma geral, agropecuária, indústria, construção, comércio e serviços apresentaram trajetórias semelhantes ao longo do período analisado.</div><div>&#160;</div><div>A divulgação regular dessas estatísticas amplia o conjunto de informações disponíveis para a análise do mercado de trabalho e de seus reflexos sobre a inflação, oferecendo à sociedade uma nova ferramenta para acompanhar a evolução dos salários negociados no país.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/SiteAssets/Lists/NotasNoticiasManchetes/NewForm/v2_box_reajustes_salariais_445222_2026_IMAGEM_NL02.jpg\" alt=\"v2_box_reajustes_salariais_445222_2026_IMAGEM_NL02.jpg\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div></div>","lead":"Dados mostram forte relação entre reajustes pactuados e inflação passada. Estudo mostra que ganhos reais são mais frequentes em períodos de baixa taxa de desocupação.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"BC moderniza apresentação de dados sobre atuação no mercado de câmbio","Id":21279,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/monetaria.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/monetaria.png"},"dataPublicacao":"2026-10-05T11:30:53Z","ultimaAtualizacao":"2026-10-09T14:58:18Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass04E1EB51224041A7BB1A6E7BCA777407\"><div>Com o objetivo de ampliar a transparência na divulgação de dados de atuação no mercado de câmbio​, o Banco Central (BC) passará a apresentar, na página de Política Cambial do seu site, o histórico de estoque e o cronograma de vencimentos das operações de Swap Cambial e de Linha com Recompra, dois dos instrumentos&#160;disponíveis para assegurar o regular funcionamento do mercado de câmbio. A medida não altera o formato de divulgação dos leilões de câmbio, somente reorganiza informações já presentes no Portal de Dados Abertos do BC, oferecendo ao público uma forma direta de visualização.</div><div><br></div><div><a href=\"/estabilidadefinanceira/politicacambial\" target=\"_blank\">Clique para acessar a página de Política Cambial.​</a></div><div><br></div><div>O Swap Cambial funciona como uma proteção financeira no mercado futuro, trocando a rentabilidade em dólar pela taxa Selic, sem alterar as reservas internacionais. Já a Linha com Recompra fornece dólares físicos diretamente no mercado à vista com o compromisso de recomprá-los no futuro, restabelecendo temporariamente a liquidez em moeda estrangeira das reservas do país.<br></div><div><br></div><div>A iniciativa traz avanços no acesso e na visualização dos dados e das informações. Se antes os usuários contavam com a tabela de vencimentos do Swap Cambial, agora, a Linha com Recompra passa a ter um espelho de tabela equivalente. As duas modalidades ganham cronogramas atualizados e uma ferramenta gráfica com histórico de estoques de dez anos, permitindo baixar dados e imagens em diferentes formatos.</div><div><br></div><div><strong>Novas séries</strong><br></div><div>Como suporte a essa modernização, a autoridade monetária incorporou ao Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS) três novas séries de dados diários. Trata-se do acompanhamento de estoque de Linhas com Recompra (código 29722), valor nocional de Swap Cambial (código 29723) e número de contratos de Swap Cambial (código 29724).</div><div><br></div><div>&quot;Ao consolidar e divulgar novas séries temporais relacionadas à Política Cambial, o BC simplifica o acesso à informação e reafirma seu compromisso com a transparência e a estabilidade econômica&quot;, afirmou Nilton David, Diretor de Política Monetária.</div><div><br></div><div>Com a modernização na apresentação de dados sobre atuação no mercado de câmbio​, o BC assegura maior acessibilidade a estas informações, conferindo maior transparência na condução da política cambial.<br></div></div>","lead":"Iniciativa traz histórico de estoque e cronograma de vencimentos de Swap Cambial e Linha com Recompra sem mudar formato de leilões de câmbio.\r\n\r\n"},{"titulo":"Pix amplia funcionalidades e reforça segurança com nova rodada de aperfeiçoamentos regulatórios","Id":21278,"urlImg":{"Description":"ícone do Pix","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix_escuro.png"},"dataPublicacao":"2026-10-05T11:30:44Z","ultimaAtualizacao":"2026-10-09T14:58:46Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass59BD1FCCBB614F3FB906D9E6673A4FF6\"><div>O Banco Central aprovou uma nova rodada de atualizações no Regulamento do Pix com o objetivo de aperfeiçoar funcionalidades, fortalecer mecanismos de segurança e ajustar procedimentos operacionais à evolução do ecossistema de pagamentos instantâneos. As alterações foram consolidadas na Resolução BCB 587, publicada em 18 de setembro, e refletem demandas identificadas ao longo da operação do sistema e nas interações com participantes do mercado.<br></div><div><br></div><div>“As alterações aprovadas atualizam o Regulamento do Pix para acompanhar a evolução dos modelos de negócio e das necessidades dos usuários. As medidas ampliam possibilidades de uso e contribuem para que o arranjo continue oferecendo uma experiência simples, eficiente e confiável para toda a sociedade”, destacou Ricardo Teixeira Leite Mourão, Chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC.​</div><div><br></div><div>Nesse escopo, a ampliação das possibilidades de uso do Pix Automático está entre as principais novidades. A partir de 1º de julho de 2027, a funcionalidade poderá ser utilizada em contas-salário para a realização de pagamentos recorrentes autorizados pelo cliente. A medida alinha o produto às regras recentemente estabelecidas para débitos automáticos interbancários e amplia a conveniência para os usuários desse tipo de conta, preservadas as restrições já existentes para recebimento de recursos, transferências e outras modalidades de pagamento, por meio do Pix.</div><div><br></div><div>A norma também disciplina a chamada cobrança híbrida, modalidade que reúne em um mesmo documento o código de barras do boleto e o <em>QR Code</em> do Pix Cobrança. Embora essa solução já venha sendo utilizada por algumas instituições, o novo regulamento estabelece critérios específicos para garantir a convivência segura entre os dois instrumentos de pagamento e prevenir liquidações indevidas ou em duplicidade. Entre as medidas previstas estão regras para cancelamento automático do Pix Cobrança após o pagamento do boleto e vice-versa. Ou seja, quando o Pix Cobrança for pago, a instituição deve cancelar o boleto. Além disso, houve definição de responsabilidades para os participantes envolvidos na operação em caso de falhas operacionais.</div><div><br></div><div>Outro aperfeiçoamento permite que o BC dispense a participação obrigatória no Pix de determinadas instituições com mais de quinhentas mil contas transacionais ativas, quando características específicas de seus clientes ou modelos de negócio não justificarem o acesso à infraestrutura do arranjo. A medida busca conferir maior proporcionalidade regulatória sem comprometer a eficiência do sistema.</div><div><br></div><div>As mudanças contemplam ainda aprimoramentos nos processos de adesão e permanência de participantes. O regulamento passa a prever, por exemplo, anulação de aprovações obtidas com informações falsas ou omissões relevantes, novos procedimentos para instituições submetidas à liquidação extrajudicial, desligamento imediato de participantes que sofreram a penalidade de exclusão do arranjo e ajustes relacionados à saída ordenada de participantes. Também foram reforçadas exigências voltadas à transparência e à comunicação com os usuários.<br></div><div><br></div><div><strong>Segurança</strong></div><div>No campo da segurança, a atualização incorpora mecanismos destinados a reforçar a confiabilidade do ecossistema. Entre as medidas adotadas destacam-se o aprimoramento dos procedimentos relacionados ao registro de marcações de fundada suspeita de fraude no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), a obrigatoriedade de comunicação ao usuário sobre realização de marcação, informando a data do registro e a possibilidade de revisão da medida, bem como a exigência de cancelamento da marcação quando, após análise, não subsistirem elementos que justifiquem a suspeita.&#160;</div><div><br></div><div>Assim, o participante que aceitar uma notificação de infração ou que registrar uma marcação de fundada suspeita de fraude passa a ser expressamente o responsável pela respectiva marcação, inclusive por seu eventual cancelamento.</div><div><br></div><div>As medidas se somam a outras iniciativas recentes do BC para fortalecer a integridade e a resiliência do Pix, diante do crescimento contínuo de sua utilização pela população e pelas empresas.<br></div></div>","lead":"Pix Automático poderá ser usado em contas-salário a partir de julho de 2027. Cobrança híbrida passa a ter regras específicas para evitar pagamento em duplicidade.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Pix e TIPS: parceria entre Brasil e Europa abre caminho para pagamentos globais instantâneos","Id":21276,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png"},"dataPublicacao":"2026-09-29T11:47:21Z","ultimaAtualizacao":"2026-10-09T14:59:16Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassB7AB9E7C3C2C431F8FD6B5043ACAA362\"><div>O Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Central Europeu (BCE) deram um passo importante na evolução dos pagamentos instantâneos ao iniciar a fase de avaliação da viabilidade de interligação entre o Pix e o TARGET Instant Payment Settlement (TIPS), infraestrutura europeia de liquidação instantânea de pagamentos. A iniciativa foi anunciada em 24 de setembro e marca o início de estudos conjuntos sobre aspectos técnicos, operacionais, jurídicos e de negócio necessários para conectar as duas plataformas de pagamento instantâneo.<br></div><div>&#160;</div><div>A avaliação reflete a crescente relevância dos pagamentos digitais em escala global e o reconhecimento internacional do Pix como uma das mais bem-sucedidas infraestruturas de pagamentos instantâneos do mundo. Operado pelo BC, o sistema processa aproximadamente 250 milhões de transações por dia, com liquidação em tempo real diretamente em moeda de banco central. Já o TIPS foi desenvolvido pelo Eurosistema para permitir a liquidação imediata de pagamentos em moedas europeias, operando atualmente com o euro, a coroa sueca e a coroa dinamarquesa.​</div><div><br></div><div>“A avaliação da interligação entre Pix e TIPS representa uma oportunidade de aproximar duas infraestruturas públicas de referência em pagamentos instantâneos. O objetivo é explorar caminhos para tornar pagamentos transfronteiriços mais rápidos, eficientes, acessíveis e convenientes para cidadãos e empresas dos dois lados do Atlântico”, destacou&#160;Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco&#160;Central.</div><div><br></div><div>Caso a interligação se mostre viável, brasileiros e europeus poderão se beneficiar de transferências internacionais mais rápidas, eficientes e potencialmente menos custosas. A expectativa é que remessas internacionais e pagamentos de compras possam ser realizados com disponibilização dos recursos na moeda local do destinatário em poucos segundos, eliminando parte das barreiras tradicionalmente associadas às operações transfronteiriças.</div><div>&#160;</div><div>A iniciativa integra a agenda evolutiva do Pix e os esforços do BC para ampliar a interoperabilidade do sistema brasileiro com infraestruturas de pagamento de outras jurisdições. Mais do que uma conexão bilateral, o projeto está alinhado com um movimento internacional voltado à construção de uma rede global de pagamentos instantâneos. Segundo o BCE, os trabalhos relacionados ao TIPS incluem iniciativas de conexão com outras infraestruturas, como o Nexus Global Payments; o sistema de pagamentos instantâneos da Índia (UPI); e a infraestrutura instantânea da Suíça.</div><div>&#160;</div><div>A aproximação também responde à intensidade dos fluxos econômicos e financeiros entre o Brasil e os países da área do euro, que devem ganhar novo impulso com o recente Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia. Ao permitir maior integração entre os sistemas, a medida pode contribuir para reduzir custos, aumentar velocidade, ampliar o acesso e melhorar a transparência dos pagamentos internacionais. Esses objetivos estão em linha com o Plano de Ação do G20 para o aprimoramento dos pagamentos transfronteiriços, iniciativa que busca tornar essas operações mais rápidas, baratas, transparentes e acessíveis em todo o mundo.</div><div>&#160;</div><div>A avaliação conjunta representa mais um capítulo da trajetória de inovação do Pix, que, desde seu lançamento, vem ampliando funcionalidades e consolidando sua posição como infraestrutura estratégica para a transformação digital do sistema financeiro brasileiro. Ao mesmo tempo, o projeto reforça o papel do Brasil nas discussões internacionais sobre integração de sistemas de pagamentos e modernização das transferências globais de recursos.</div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//www.ecb.europa.eu/press/intro/news/html/ecb.mipnews260924.en.html\">Clique​</a> para acessar o comunicado do BCE.<br></div></div>","lead":"Projeto pode acelerar remessas e compras entre Brasil e área do euro. Interligação busca reduzir custos e ampliar acesso a pagamentos globais.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Banco Central propõe atualização de regras contábeis para reforçar convergência aos padrões internacionais","Id":21264,"urlImg":{"Description":"ícone da consulta pública","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/MINIATURA_CONSULTA_PÚBLICA__380996_2025.jpg"},"dataPublicacao":"2026-09-22T11:19:52Z","ultimaAtualizacao":"2026-10-09T14:59:52Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass46A90527800C4F37838A42BD3EAB45B2\"><div>O Banco Central (BC) colocou em consulta pública proposta de atualização da regulamentação contábil aplicável às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pela Autarquia. A iniciativa objetiva manter o alinhamento do Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo BC (Cosif) às melhores práticas internacionais e reduzir diferenças em relação aos padrões emitidos pelo International Accounting Standards Board (Iasb).<br></div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/wt9726a8jg21e/track-url/xn8435e83a5c7/bc8973a8d7e9a789be27a2773aaea113c512872a\" target=\"_blank\">Clique​</a> para acessar a consulta pública 130/2026.</div><div><br></div><div>A proposta decorre da publicação do IFRS 18, novo padrão internacional de apresentação e divulgação de demonstrações contábeis, que substituirá, a partir de janeiro de 2027, o IAS 1. O objetivo da mudança é aprimorar a comunicação financeira, aumentar a comparabilidade das informações e oferecer aos usuários uma visão mais clara do desempenho das instituições. Entre as novidades estão orientações mais detalhadas para a agregação e a desagregação de informações, estrutura mais padronizada para a Demonstração do Resultado, com novos subtotais e categorias de classificação de receitas e despesas, e definição de requisitos de divulgação de medidas de desempenho definidas pela administração (MPMs).</div><div><br></div><div>“A proposta reforça o compromisso do Banco Central com a convergência aos padrões internacionais e com a qualidade das informações contábeis divulgadas pelas instituições financeiras. O objetivo é ampliar a transparência, fortalecer a comparabilidade dos demonstrativos e contribuir para decisões mais bem fundamentadas por parte dos usuários dessas informações”, destaca&#160;Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Diretor de Regulação e Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.</div><div><br></div><div><strong>​Convergência</strong><br></div><div>A atualização da regulamentação é necessária para preservar a convergência do Cosif aos padrões internacionais, fortalecer a qualidade das informações divulgadas pelas instituições financeiras e, assim, ampliar a utilidade dos demonstrativos para os usuários.</div><div>As minutas submetidas à consulta pública estabelecem critérios mais claros para a classificação de receitas e despesas, agregação e desagregação de ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas e fluxos de caixa. As instituições deverão observar características compartilhadas entre os itens apresentados e evitar que a estrutura das demonstrações oculte informações relevantes. Também será necessário utilizar descrições que representem de forma fiel o conteúdo das informações divulgadas.</div><div><br></div><div>Outra mudança relevante está relacionada à Demonstração do Resultado. A minuta traz o conceito de atividades de negócio principais e exige que as instituições avaliem e divulguem se sua principal atividade de negócio está associada a investimentos em ativos e/ou à concessão de financiamento a clientes. Com base nessa avaliação, receitas e despesas deverão ser classificadas em cinco categorias&#58; operacional, investimento, financiamento, tributos sobre o lucro e operações descontinuadas.</div><div><br></div><div>A proposta também prevê a apresentação obrigatória de cinco subtotais de resultado, incluindo lucro ou prejuízo operacional e lucro ou prejuízo antes de financiamento e tributos sobre o lucro. A expectativa é facilitar a análise das demonstrações financeiras e aumentar a comparabilidade entre diferentes instituições.</div><div><br></div><div>Além disso, as regras passam a disciplinar a divulgação de medidas de desempenho definidas pela administração, com requisitos mínimos de transparência sobre metodologia de cálculo, utilidade e conciliação com os valores contábeis apresentados.</div><div><br></div><div><strong>Adaptação</strong></div><div>Para permitir a adaptação do setor, a proposta prevê que as novas regras produzam efeitos para demonstrações financeiras relativas a períodos encerrados a partir de 31 de dezembro de 2027, com possibilidade de adoção antecipada nas demonstrações semestrais daquele ano. O prazo para envio de contribuições à consulta pública se encerra em 9 de novembro de 2026.<br></div></div>","lead":"Proposta busca ampliar clareza e padronização das demonstrações financeiras. Consulta pública receberá sugestões até 9 de novembro."},{"titulo":"Novas regras ampliam transparência sobre riscos sociais, ambientais e climáticos no Sistema Financeiro Nacional","Id":21257,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg"},"dataPublicacao":"2026-09-10T21:31:39Z","ultimaAtualizacao":"2026-09-15T19:18:54Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassD8DD7C224DB54F42ACD06EA1E6B1FBFA\"><div>O Banco Central (BC) aprovou um novo padrão para a divulgação de informações pelas instituições reguladas por meio do Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas (Relatório GRSAC). A iniciativa integra a agenda estratégica do BC<a href=\"/acessoinformacao/bchashtag\" target=\"_blank\">​</a> e foi formalizada pela <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=586\" target=\"_blank\">Resolução BCB 586</a>, de 3 de setembro de 2026.<br></div><div>&#160;</div><div>Com as novas regras, o Relatório GRSAC passa a reunir, além do aprimoramento das informações qualitativas já exigidas, um conjunto de métricas e indicadores padronizados. A mudança busca aumentar a comparabilidade entre as instituições e oferecer ao mercado informações mais consistentes sobre a exposição e o gerenciamento dos riscos sociais, ambientais e climáticos. Também foi definida uma forma padronizada de divulgação dos planos de transição, quando existentes, e de metas e compromissos voluntários assumidos pelas instituições nesse tema.</div><div><br></div><div>“O novo padrão de divulgação amplia a qualidade, a consistência e a comparabilidade das informações sobre riscos sociais, ambientais e climáticos. Isso favorece a tomada de decisão por investidores, clientes e demais participantes do mercado, além de reforçar a transparência, promovendo melhor gerenciamento dos riscos e aumentando a estabilidade do sistema financeiro brasileiro.”, afirmou Ricardo Moura, Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (Dereg) do BC.</div><div><br></div><div>A norma alcança as instituições enquadradas nos segmentos de 1 a 4 (S1 a S4) do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e substitui a regulamentação anterior sobre o tema. Entre as novidades estão o requerimento de divulgação de exposições a setores intensivos na emissão de gases de efeito estufa, inclusive com o detalhamento das operações com as contrapartes de atividades agropecuárias por tipo de cultura e rebanho. Também há requerimento de análise de possíveis impactos futuros aos riscos de seca e de chuvas intensas por região geográfica das contrapartes.</div><div>&#160;</div><div>Em relação ao risco social e ambiental, foi desenvolvida tabela com exposições a contrapartes multadas ou embargadas por órgãos ambientais federais, e a contrapartes detentoras de barragens de rejeitos classificadas em um dos níveis de emergência. Outra inovação é a inclusão de divulgação de operações de crédito rural em que haja supressão de vegetação nativa. As informações deverão permanecer disponíveis nos sítios eletrônicos das instituições por cinco anos e ser divulgadas em formato de dados abertos.</div><div>&#160;</div><div>As novas exigências entram em vigor em 1º de janeiro de 2027 e serão implementadas de forma gradual, de acordo com o segmento de enquadramento das instituições. O cronograma busca permitir adaptação adequada aos novos requisitos de divulgação, preservando a qualidade das informações prestadas ao mercado e à sociedade.</div><div>&#160;</div><div>O aprimoramento foi desenvolvido com base em referências internacionais, incluindo recomendações do Comitê de Basileia para Supervisão Bancária, e contou com contribuições recebidas durante dois processos de consulta pública que envolveram instituições reguladas, entidades representativas, pesquisadores, organizações da sociedade civil e cidadãos. O alinhamento às melhores práticas internacionais tende a ampliar a disponibilidade de informações para investidores, clientes, analistas e demais participantes do mercado, favorecendo a atração de investimentos responsáveis e contribuindo para a redução de assimetrias de informação.</div><div>&#160;</div><div>A iniciativa integra a segunda fase do processo de aprimoramento do arcabouço regulatório relacionado ao gerenciamento de riscos sociais, ambientais e climáticos e faz parte da agenda estratégica do BC no objetivo 2, de solidez do SFN, e no objetivo 3, de eficiência. Ao fortalecer a transparência e a comparabilidade das informações divulgadas pelas instituições, o BC busca apoiar um ambiente mais seguro e confiável para a gestão desses riscos, fortalecendo a disciplina de mercado e a estabilidade do SFN diante dos desafios associados à sustentabilidade.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Relatório GRSAC terá métricas padronizadas e maior comparabilidade. Divulgação seguirá cronograma gradual conforme porte das instituições. Medida reforça transparência, disciplina de mercado e estabilidade financeira.\r\n"},{"titulo":"Ajustes pontuais organizam regras operacionais do Pix Automático","Id":21252,"urlImg":{"Description":"ícone do Pix","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix_escuro.png"},"dataPublicacao":"2026-09-08T14:03:02Z","ultimaAtualizacao":"2026-09-17T17:11:17Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassEBB58CA958A04B5085CF9C2012944870\"><div>O Banco Central (BC) publicou, em 19/8, a Instrução Normativa BCB 769, que divulga a versão 2.10.0 do <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/tr680t2c5wab1/track-url/xn8435e83a5c7/1eb3f26db5468d4b161df59b0b32348bfdd4da47\" target=\"_blank\">Manual de Padrões para Iniciação do Pix</a> (MPI). O documento, que integra o Regulamento do Pix, detalha as funcionalidades de iniciação de pagamentos do Pix, incluindo as especificações dos <em>QR Codes</em>. Além disso, apresenta a especificação da <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/tr680t2c5wab1/track-url/xn8435e83a5c7/560a76e3cc9338a91b399420e4cf9da3bbe4908f\" target=\"_blank\">API Pix </a>(<em>Application Programming Interface</em>, ou Interface de Programação de Aplicações), cuja versão 2.10.0 também foi publicada nessa mesma data.&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div>As versões 2.10.0 do MPI e da API Pix incorporam melhorias técnicas de gerenciamento de recorrências do Pix Automático, como pagamentos de mensalidades de academia, escolas e serviços de <em>streamings</em>, assim como alguns ajustes textuais para maior clareza, atendendo a necessidades identificadas pelo BC nas interações com o mercado ao longo do primeiro ano do produto. Os ajustes já entraram em vigor.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>Automatização de processos</strong></div><div>A API é a interface tecnológica que conecta sistemas empresariais e plataformas de vendas diretamente aos participantes do Pix. Ela padroniza a comunicação e automatiza processos operacionais, como&#58; a emissão de <em>QR Codes</em> para cobranças imediatas, com vencimento em data futura ou parceladas; a gestão de cobranças recorrentes no âmbito do Pix Automático; e a conciliação financeira em tempo real.<br></div><div><br></div><div>Segundo o <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/tr680t2c5wab1/track-url/xn8435e83a5c7/68e0845088d550f5fafe55f3d4fbd85e7bd672a6\" target=\"_blank\">Relatório de Gestão do Pix 2023-2025</a>, a especificação padronizada da API Pix foi importante na expansão do Pix no comércio brasileiro. Ao fazer a integração direta e automatizada entre os sistemas dos varejistas e as instituições financeiras, a tecnologia viabilizou o uso em massa do <em>QR Code </em>dinâmico nas vendas, que passou de 5% das transações, em 2021, para 40%, em 2025.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Oferta&#160;</strong></div><div>As Pessoas Jurídicas (PJ), incluindo Microempreendedores Individuais (MEI), interessadas em usar a API Pix podem contratar o serviço junto a uma das instituições financeiras e de pagamento que participam do Pix para conectar seus sistemas de vendas ou de gestão às funcionalidades de cobrança oferecidas pelo Pix. A partir daí, a geração de <em>QR Codes</em> dinâmicos, por exemplo, passa a ser totalmente automatizada no momento do pagamento, com baixa e conferência financeira instantâneas no sistema da empresa assim que o cliente paga.&#160;</div><div><br></div><div>Sem a API Pix, o comerciante, o empresário ou o cidadão continuam recorrendo a <em>QR Codes</em> estáticos ou chaves Pix, dependendo da digitação individual de dados pelo cliente e da validação manual dos comprovantes.</div><div><br></div><div>“Quem utiliza a API opera de forma integrada e com informações em tempo real; quem não utiliza depende de processos mais manuais, que podem demandar mais tempo e esforço operacional”, destacou&#160;Márcia Regina Vicari, Chefe da Divisão de Gestão do Pix.</div><div><br></div><div><strong>Expansão do pagamento instantâneo&#160;</strong></div><div>A integração simplificada às funcionalidades de cobrança do Pix faz da API Pix um relevante instrumento para a expansão do pagamento instantâneo no Brasil. Com a geração automática de <em>QR Codes </em>no caixa de um estabelecimento físico ou em um <em>e-commerce</em>, o comércio elimina a digitação manual de chaves e confirma cobrança em segundos. Essa mudança reduz custos e acelera a presença do Pix na rotina de compras.</div><div><br></div><div>“Para quem empreende, a API Pix simplifica a gestão financeira, automatiza processos e agiliza o recebimento de recursos. Além disso, viabiliza funcionalidades como o Pix Automático, que permite cobranças recorrentes com mais praticidade”, destaca Márcia Regina. “Para o consumidor, proporciona uma experiência de pagamento mais rápida, conveniente e fluida. O resultado é uma jornada mais eficiente para todos os envolvidos”, afirma.</div><div><br></div><div><strong>Estímulo à concorrência&#160;</strong></div><div>A padronização da API Pix impulsiona a competição no setor financeiro ao equilibrar as condições de mercado entre bancos e demais instituições de pagamento. Além disso, ao reduzir as barreiras tecnológicas de entrada e os custos de infraestrutura, ela permite que novas empresas desenvolvam soluções de cobrança eficientes, integradas e econômicas.</div><div><br></div><div>Esse ambiente competitivo acaba incentivando a redução das tarifas operacionais para aceitação do Pix e o desenvolvimento de modelos de negócio inovadores, resultando em serviços mais ágeis e acessíveis para negócios e consumidores.<br></div></div>","lead":"Padronização reduz barreiras tecnológicas e estimula a concorrência no setor financeiro."},{"titulo":"Banco Central recebe inscrições para três vagas no Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP) até 18 de setembro","Id":21237,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2026-08-24T15:19:33Z","ultimaAtualizacao":"2026-09-08T14:24:04Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass9C88622BCE144B2DA4473C422A975195\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​O Banco Central (BC) está oferecendo três vagas no Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP), do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep). Com duração inicial de seis meses e possibilidade de prorrogação por até dois anos, o programa proporciona a estudantes de mestrado e doutorado a oportunidade de participar de pesquisas que apoiam a formulação e o aprimoramento das atividades da instituição.<br><br>Voltado a quem deseja aproximar a produção acadêmica dos desafios enfrentados pelo BC, o PEPP busca candidatos(as) com interesse em desenvolver pesquisas alinhadas aos assuntos da <a href=\"/publicacoes/agenda_pesquisa\" target=\"_blank\">Agenda de Pesquisa do BC</a>. Candidatos(as) cujos temas de dissertação ou tese tenham aderência às áreas de atuação da instituição terão prioridade no processo seletivo.<br><br>As candidaturas devem mencionar sua ordem de preferência entre as linhas de pesquisa descritas a seguir&#58;</p><ul style=\"text-align&#58;justify;\"><li>Linha 1 – Riscos climáticos, atividade econômica e sistema financeiro&#58; mensuração do risco climático físico e avaliação financeira dos impactos de eventos climáticos extremos sobre o desempenho de empresas e produtores rurais (1 vaga);<br></li></ul><ul style=\"text-align&#58;justify;\"><li>Linha 2 – Avaliação de políticas públicas (por exemplo, Open Finance, Pix etc.), educação e inclusão financeira, economia bancária e crédito, economia comportamental do consumidor de serviços financeiros (2 vagas).</li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\">Em ambas as linhas de pesquisa, há possibilidade de aplicação de métodos de <em>machine learning</em>, <em>big data</em> e georreferenciamento.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Requisitos</strong></p><ul style=\"text-align&#58;justify;\"><li>Cursar a partir do 2º semestre de mestrado ou doutorado nas áreas de Economia, Finanças, Administração Pública, Estatística, Ciência da Computação, Ciência de Dados ou Engenharia. Para a Linha 1, há interesse também em candidatos da área de Agronomia. Excepcionalmente serão avaliadas outras áreas. </li><li>Conhecer substancialmente pelo menos uma das seguintes linguagens de programação e pacotes estatísticos&#58; Julia, Matlab, Python, R, SQL, Stata. </li><li>Ter ótimo nível de leitura e escrita em inglês. </li><li>Excelência acadêmica. </li><li>Interessar-se em participar de atividades tais como programação e otimização de programas, elaboração de base de dados, construção, estimação e análise de modelos, elaboração de revisão de literatura, auxílio na definição da metodologia, colaboração na preparação e revisões de artigos em português e em inglês. </li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\">&#160;<strong>Informações práticas</strong></p><ul style=\"text-align&#58;justify;\"><li>Carga horária do estágio&#58; 30 horas semanais (6 horas diárias). </li><li>Duração&#58; de 6 meses a 24 meses, renovação semestral condicionada ao término do curso de pós-graduação. </li><li>Valor da bolsa&#58; R$2.231,39. </li><li>Benefícios&#58; auxílio-transporte.</li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Local&#58; </strong>o estágio poderá ser realizado tanto na forma remota como na presencial, a depender das necessidades do trabalho. Por exemplo, a manipulação de algumas bases de dados será feita obrigatoriamente no modo presencial no edifício da sede (Brasília), ou de uma das regionais admitidas na linha. Será designado(a) para cada estagiário(a) um(a) orientador(a) de estágio que definirá os projetos de pesquisas a serem executados e a forma de trabalho.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>&#160; &#160; &#160;Linha 1</strong>&#58; praças de Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>&#160; &#160; &#160;Linha 2</strong>&#58; praças de Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto&#160;Alegre, Fortaleza, Rio de Janeiro ou São Paulo.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><b>Inscrição<br></b>As inscrições vão até <strong>18 de setembro de 2026</strong>. Para candidatar-se, é preciso&#58;</p><ul><li>enviar para o endereço eletrônico <a href=\"mailto&#58;estagios.depep@bcb.gov.br\" target=\"_blank\">estagios.depep@bcb.gov.br</a>&#58;<br>&#160;<br></li><ul><li>histórico escolar;</li><li>currículo que demonstre atendimento aos requisitos;</li><li>indicação da ordenação de preferências das linhas de pesquisa;</li><li>carta de recomendação do(a) orientador(a) (opcional); e</li><li>projeto de pesquisa da tese ou dissertação (opcional).<br></li></ul></ul><ul><li>acessar o <em>link</em>&#160;&#160;<a href=\"http&#58;//www.superestagios.com.br/\" target=\"_blank\">www.superestagios.com.br</a> e se inscrever utilizando o número da vaga correspondente ao local onde irá realizar as eventuais atividades presenciais&#58;</li></ul><ul><ul><li>315505 Belo Horizonte; <br></li><li>315508 Brasília; </li><li>315504 Curitiba; </li><li>315490 Fortaleza; </li><li>315529 Porto Alegre; </li><li>315531 Rio de Janeiro; </li><li>315532 São Paulo. </li></ul></ul><ul style=\"text-align&#58;justify;\"><li>​preencher e enviar o questionário com informações complementares que será encaminhado por <em>e-mail</em> em até dez dias.<br></li></ul></div>","lead":"Os candidatos devem mencionar a ordem de preferência entre duas linhas de pesquisa. A carga horária do estágio é de trinta horas semanais, com bolsa no valor de R$2.231,39.  O estágio poderá ser realizado de forma remota ou presencial, conforme as necessidades do trabalho. "},{"titulo":"Pix consolida liderança nos pagamentos digitais e projeta novas evoluções até 2030","Id":21227,"urlImg":{"Description":"ícone do Pix","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png"},"dataPublicacao":"2026-08-17T12:46:52Z","ultimaAtualizacao":"2026-08-21T20:52:40Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass0D51C13110D744B3B85C593DA59E8E0E\"><div>​O Banco Central (BC) divulgou, em 10 de agosto, o <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/pix/relatorio_de_gestao_pix/relatorio_gestao_pix_2026.pdf\">Relatório de Gestão do Pix 2023-2025​</a>, documento que apresenta um panorama abrangente da evolução do sistema de pagamentos instantâneos nos últimos três anos e detalha as iniciativas previstas para os próximos ciclos de desenvolvimento. A publicação marca também os cinco anos do Pix, período em que a solução se consolidou como uma das principais infraestruturas digitais do país e referência internacional em inovação em meios de pagamento.</div><div><br></div><div>O relatório evidencia o crescimento contínuo do sistema. Em 2025, o Pix registrou quase 80 bilhões de transações e movimentou mais de R$35 trilhões. Ao final do período analisado, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas haviam realizado ou recebido ao menos uma transação por meio da plataforma. O número de chaves cadastradas ultrapassou 920 milhões, demonstrando a elevada capilaridade do sistema e sua incorporação à rotina financeira de cidadãos, empresas e órgãos públicos.</div><div><br></div><div>“O relatório mostra que o Pix alcançou um elevado grau de maturidade, mantendo, ao mesmo tempo, sua capacidade de inovação. Seguiremos trabalhando para ampliar funcionalidades, fortalecer a segurança e promover uma experiência cada vez melhor para usuários e participantes do ecossistema, sempre com foco na eficiência, na competição e na inclusão financeira”, destaca Gilneu Vivan, Diretor de Regulação e Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.</div><div><br></div><div>Além dos indicadores de uso, o documento destaca a ampliação dos casos de utilização do Pix. O período foi marcado pela implementação de funcionalidades voltadas à conveniência dos usuários e à expansão da concorrência no sistema financeiro. Entre elas, estão o Pix por aproximação, o Pix Automático, o agendamento recorrente e os avanços na integração com o ecossistema do Open Finance. Essas iniciativas ampliam as possibilidades de utilização da ferramenta tanto para pagamentos cotidianos quanto para compromissos financeiros recorrentes.<br></div><div>&#160;</div><div>Destaques do relatório</div><div><ul><li>R$35 trilhões movimentados em 2025&#58; quase 80 bilhões de transações realizadas ao longo do ano.</li><li>148 milhões de pessoas utilizaram o Pix&#58; o sistema alcançou ampla adesão da população brasileira.</li><li>12,8 milhões de empresas usuárias&#58; o Pix se consolidou como instrumento relevante para negócios de todos os portes.</li><li>Mais de 920 milhões de chaves cadastradas&#58; expansão contínua da infraestrutura e da base de usuários.</li><li>Novas funcionalidades e mais segurança&#58; Pix Automático, Pix por aproximação, integração com Open Finance e aprimoramentos do Mecanismo Especial de Devolução (MED).<br></li></ul></div><div>&#160;</div><div><strong>Segurança</strong></div><div>Outro eixo relevante do relatório é a segurança. O BC descreve uma série de aperfeiçoamentos regulatórios, operacionais e tecnológicos implementados para fortalecer a prevenção a fraudes e elevar a proteção dos usuários. Entre as medidas destacadas, estão evolução do MED, novas exigências para participantes do arranjo, aprimoramentos nos processos de monitoramento e ampliação do compartilhamento de informações de segurança entre as instituições.</div><div>&#160;</div><div>A publicação também apresenta a agenda de evolução do Pix para os próximos anos. Entre os temas em estudo, estão novas experiências de pagamento, aperfeiçoamentos no Pix Automático, desenvolvimento da cobrança híbrida, ampliação da integração com outros serviços financeiros e iniciativas voltadas à interoperabilidade internacional. O objetivo é manter o sistema alinhado às necessidades dos usuários e às transformações do mercado, preservando características que contribuíram para seu sucesso, como simplicidade, eficiência, competitividade e segurança.</div><div>&#160;</div><div>Ao consolidar dados, projetos, resultados e perspectivas, o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025 fortalece a transparência sobre a condução da iniciativa e oferece uma visão abrangente da trajetória do arranjo. O documento demonstra como o sistema evoluiu de uma inovação voltada à modernização dos pagamentos para uma infraestrutura essencial da economia brasileira, com potencial para continuar gerando benefícios para cidadãos, empresas e instituições financeiras nos próximos anos.<br></div></div>","lead":"Agenda futura prevê novas funcionalidades, integração e reforço de segurança"},{"titulo":"BC reforça combate a fraudes com novas regras para transferências de ativos virtuais","Id":21224,"urlImg":{"Description":"ícone de inovação","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/monetaria.png"},"dataPublicacao":"2026-08-13T15:42:03Z","ultimaAtualizacao":"2026-08-21T20:53:24Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassCCCC71959A81463E842034EFB9F974A6\"><div>O Banco Central (BC) aprovou um novo conjunto de medidas para fortalecer a prevenção de fraudes em operações com ativos virtuais no Brasil. A <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=584\" target=\"_blank\">Resolução BCB 584</a>, publicada em 7 de agosto, amplia o alcance da <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=142\" target=\"_blank\">Resolução BCB 142/2021​</a> e passa a exigir a adoção de procedimentos e controles específicos pelas prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs), alinhando o segmento às iniciativas mais recentes de proteção dos usuários do sistema financeiro.<br></div><div>&#160;</div><div>A principal inovação da norma é a criação de um mecanismo de retenção preventiva temporária de ativos por até 24 horas. A medida deve ser aplicada em transferências destinadas a prestadores de serviços de ativos virtuais sediados no exterior ou a carteiras autocustodiadas quando o valor da operação superar US$10 mil, individualmente ou considerando o total movimentado pelo cliente no mesmo dia. A retenção também poderá ocorrer em situações classificadas pelas instituições como de maior risco, com base em seus modelos de gerenciamento e monitoramento.</div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">“As novas medidas buscam reduzir oportunidades para que recursos obtidos em fraudes sejam rapidamente convertidos em ativos virtuais e transferidos para ambientes que dificultem sua recuperação. O objetivo é fortalecer a segurança do sistema financeiro, preservar a confiança dos usuários e contribuir para o desenvolvimento sustentável desse mercado”, explica&#160;</span>Gilneu Vivan, Diretor de Regulação e Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.<br></div><div><br></div><div>A medida responde ao crescimento do uso de criptoativos e stablecoins para a rápida movimentação de recursos oriundos de fraudes financeiras. Uma vez transferidos para plataformas estrangeiras ou para carteiras sob controle direto dos usuários, esses recursos tornam-se mais difíceis de rastrear e recuperar, reduzindo a efetividade das ações de prevenção e mitigação de perdas.</div><div>&#160;</div><div>A retenção tem caráter exclusivamente cautelar e não representa bloqueio definitivo dos recursos. Durante esse período, a instituição poderá aprofundar a análise da operação, considerando fatores como perfil do cliente, características da transação, contraparte envolvida e jurisdição de destino. Caso a avaliação conclua que não há indícios de irregularidade, a transferência poderá ser liberada antes mesmo do encerramento das 24 horas, desde que a decisão seja devidamente fundamentada e registrada.</div><div>&#160;</div><div>Além da retenção preventiva, a resolução amplia as obrigações de registro e monitoramento. As instituições deverão manter controles diários sobre ocorrências e tentativas de fraude relacionadas aos serviços de ativos virtuais, documentando também as medidas corretivas adotadas. As novas exigências buscam aumentar a capacidade de supervisão do setor e produzir informações que auxiliem o aperfeiçoamento contínuo dos mecanismos de segurança.</div><div>&#160;</div><div>A iniciativa está alinhada a práticas observadas em outras jurisdições. Estudos considerados pelo BC apontam que países como Singapura e Coreia do Sul vêm adotando mecanismos adicionais de retenção, rastreabilidade e controle de operações de maior risco envolvendo ativos virtuais, especialmente em situações que possam dificultar a recuperação de recursos desviados por fraudes.</div><div>&#160;</div><div>A medida reforça a integridade do mercado de ativos virtuais e amplia a proteção dos usuários, ao mesmo tempo em que preserva a possibilidade de realização das operações legítimas após a conclusão das análises de risco. As novas regras entram em vigor em 1º de janeiro de 2027, período considerado suficiente para adaptação dos sistemas, processos e estruturas de governança das instituições abrangidas.&#160;<br></div></div>","lead":"Retenção cautelar de 24 horas amplia capacidade de análise de risco. Norma alcança operações com destino ao exterior e carteiras autocustodiadas.\r\n\t\r\n\r\n"},{"titulo":"FMI e Banco Mundial reconhecem avanços do sistema financeiro e apontam agenda para fortalecer supervisão","Id":21208,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-07-24T19:10:25Z","ultimaAtualizacao":"2026-07-28T12:42:14Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass5891D3A179954779AE6D52BBDB806D34\"><p></p><div>O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou, nesta semana, o Financial System Stability Assessment (FSSA), relatório elaborado no âmbito do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (Financial Sector Assessment Program – FSAP), que examinou a estrutura, a capacidade de resposta e os mecanismos de supervisão do sistema financeiro brasileiro. O documento conclui que o Sistema Financeiro Nacional (SFN) permanece sólido e resiliente mesmo diante de cenários econômicos e financeiros adversos, ao mesmo tempo em que apresenta recomendações voltadas ao seu aperfeiçoamento contínuo.</div><div>&#160;</div><div>A avaliação evidencia as transformações ocorridas desde o último FSAP, realizado em 2018. Segundo o relatório, a expansão da digitalização, o surgimento de novos participantes financeiros, o fortalecimento dos mercados de capitais e a modernização regulatória contribuíram para aumentar a competição, ampliar a eficiência do sistema e estimular a inclusão financeira. O FMI destaca especialmente o papel desempenhado pelo Pix na transformação dos meios de pagamento brasileiros, apontando a infraestrutura como um dos principais catalisadores da digitalização dos serviços financeiros no país.</div><div>&#160;</div><div>“O FSAP confirma a robustez do sistema financeiro brasileiro e reconhece avanços importantes alcançados desde a última avaliação, especialmente em inovação, inclusão financeira e fortalecimento regulatório. Ao mesmo tempo, apresenta recomendações valiosas para o aperfeiçoamento contínuo da supervisão e da estabilidade financeira, contribuindo para que o país siga preparado para enfrentar os desafios de um sistema em rápida transformação”, afirma Enrico de Bezerra Ximenes de Vasconcelos, Chefe da Secretaria de Governança, Articulação e Monitoramento Estratégico (Segov) do Banco Central (BC).</div><div>&#160;</div><div>Os testes de estresse realizados pelo FSAP indicam que os bancos brasileiros mantêm capacidade de absorver perdas mesmo em cenários severos de deterioração econômica. O relatório conclui que os bancos sistemicamente importantes apresentariam reduções em seus indicadores de capital em situações extremas, mas permaneceriam acima dos requisitos regulatórios mínimos. A análise também aponta que os riscos de liquidez seguem administráveis e que o setor de seguros demonstra, de forma geral, capacidade para enfrentar choques relevantes.</div><div>&#160;</div><div><strong>Desafios institucionais</strong></div><div>Embora reconheça a solidez e a resiliência do SFN, o relatório fez recomendações voltadas ao fortalecimento institucional dos órgãos de supervisão. Entre elas, estão a concessão de maior autonomia orçamentária, financeira e administrativa ao Banco Central (BC), o reforço dos quadros técnicos dos órgãos reguladores e supervisores do SFN e o aprimoramento da proteção jurídica de seus servidores. O FMI também voltou a defender a modernização do arcabouço legal de resolução bancária, tema já abordado em avaliações anteriores e considerado relevante para o fortalecimento da rede de proteção financeira do país.</div><div>&#160;</div><div>Além dos aspectos ligados à supervisão do SFN, o relatório enfatiza a importância de ampliar a capacidade de monitoramento dos riscos emergentes associados à digitalização, ao crescimento dos mercados de capitais, dos criptoativos e das instituições financeiras não bancárias. O documento também destaca a necessidade de evolução permanente dos instrumentos macroprudenciais destinados a preservar a estabilidade financeira diante de um ambiente de crescente complexidade e inovação tecnológica.</div><div>&#160;</div><div>Clique <a href=\"https&#58;//www.imf.org/en/publications/cr/issues/2026/07/22/brazil-financial-system-stability-assessment-577958\">aqui</a> para acessar o relatório.<br></div></div>","lead":"Avaliação conclui que sistema financeiro brasileiro permanece resiliente a choques severos. FMI destaca avanços do Pix, da digitalização e da concorrência no setor financeiro.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Pesquisa da OCDE avalia conhecimentos e hábitos financeiros dos brasileiros","Id":21204,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cedulas.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cedulas.png"},"dataPublicacao":"2026-07-23T11:50:37Z","ultimaAtualizacao":"2026-07-27T11:30:48Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassCF60CCC1A8EB4CB697498C21A42C244D\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">Pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) avalia o letramento, a inclusão e o bem-estar financeiro. Os resultados do levantamento, iniciado em 29 de junho e com término previsto para 7 de agosto, servirão de insumo para aprimorar políticas públicas e iniciativas de educação financeira no país.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A pesquisa é importante porque avalia, de maneira estruturada, diversos temas relacionados à inclusão e ao letramento financeiro da população, como conhecimento, comportamento, atitudes e bem-estar financeiro. Isso permite identificar as reais necessidades e lacunas sobre esses temas na sociedade, além de possibilitar a definição de públicos-alvo prioritários para intervenções de educação financeira mais efetivas.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">​Ressalte-se que o letramento financeiro é o desenvolvimento de consciência, conhecimentos, habilidades, atitudes e comportamentos necessários para a tomada de decisões financeiras conscientes, em prol do bem-estar financeiro de um indivíduo.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Feita sob supervisão técnica do Banco Central (BC) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com o apoio da B3, trata-se de uma nova edição da pesquisa realizada em 2015, 2020 e 2023. O objetivo central da iniciativa é compreender como as pessoas lidam com o dinheiro no cotidiano, como organizam suas finanças e de que forma tomam decisões sobre o uso de produtos e serviços financeiros.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>A pesquisa</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A avaliação será baseada em ferramenta de pesquisa desenvolvida pela Rede Internacional de Educação Financeira (Infe, em inglês), da OCDE. O esforço é coordenado em estreita colaboração com seus países-membros, inclusive do Brasil. O resultado é o <a href=\"https&#58;//www.oecd.org/en/publications/oecd-infe-toolkit-for-measuring-financial-literacy-inclusion-and-well-being-2026_92f2d439-en.html\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">Toolkit OCDE/INFE para medição do letramento, inclusão e bem-estar financeiros</span></a>.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Trata-se de um questionário bastante abrangente, abordando, além dos temas já citados, letramento financeiro digital, resiliência financeira, conhecimento e uso de produtos e serviços financeiros, incidência de golpes e fraudes e finanças sustentáveis. A pesquisa é aplicada com amostras representativas das populações de cada país que voluntariamente tenha aderido à aplicação do Toolkit.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Metodologia</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Nesta edição, o público-alvo compreende respondentes entre 18 e 79 anos de idade, com uma amostra que abrange estados e cidades em todas as regiões do Brasil. A coleta de dados no país será feita com dois mil respondentes.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A participação é totalmente voluntária e as respostas são confidenciais. O questionário é aplicado por um(a) entrevistador(a) da empresa de pesquisa CP2. Para fins exclusivos de controle de qualidade, as entrevistas são gravadas em áudio, sem a identificação do(a) respondente. Importante destacar que não são oferecidos brindes ou incentivos financeiros pela participação.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Segurança</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O BC reforça que, em conformidade com protocolos de segurança, jamais serão solicitadas senhas ou números de conta durante a entrevista, nem serão oferecidos produtos ou serviços financeiros.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Ao final do questionário, são solicitadas as seguintes informações pessoais&#58;<br></p><ol style=\"list-style-type&#58;decimal;\"><li>nome;</li><li>telefone;</li><li><em>e-mail</em>;</li><li>endereço;</li><li>data de nascimento;</li><li>CPF;</li><li>nome completo da mãe.</li></ol><p>Os dados acima serão utilizados em análises estatísticas agregadas, ou seja, as informações serão misturadas com as de outras pessoas para compreender a situação do grupo e produzir informações como médias e porcentagens, e não para analisar pessoas individualmente. Esses dados são protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Confirmação de veracidade</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Cidadãos que desejarem confirmar a autenticidade da pesquisa podem entrar em contato com os canais oficiais&#58;</p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><strong>CP2</strong>, pelo telefone (31) 3071-8400;</li><li><strong>BC</strong>, pelo telefone 145 ou pelo <em>site</em> <a href=\"https&#58;//www.google.com/url?sa=E&amp;q=https&#58;//www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">bcb.gov.br/cidadaniafinanceira</span></a>;</li></ul><p><strong>CVM,</strong> pelo telefone 0800-025-9666 ou pelo <em>site</em> <a href=\"https&#58;//www.google.com/url?sa=E&amp;q=https&#58;//www.gov.br/investidor/pt-br\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">gov.br/investidor</span></a>.<br></p></div>","lead":"A iniciativa, que conta com a supervisão técnica do BC e da CVM, busca compreender como o brasileiro lida com dinheiro no dia a dia. O levantamento teve início em 29 de junho e termina em 7 de agosto de 2026.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Painel Descobrimento é cedido para exposição no Museu Nacional da China","Id":21203,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/MINIATURA_MUSEU_DE_VALORES__380996_2025.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/MINIATURA_MUSEU_DE_VALORES__380996_2025.jpg"},"dataPublicacao":"2026-07-22T20:33:35Z","ultimaAtualizacao":"2026-08-17T11:35:42Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassF5C8AED29FB74394B89A5F069EC8943A\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">O painel \r\n      <em>Descobrimento</em>, de Candido Portinari, pertencente ao acervo artístico do Banco Central do Brasil (BCB), ​foi cedido para integrar a \r\n      <a href=\"https&#58;//www2.chnmuseum.cn/exhibition/exhibition_series/temporary_exhibitions/international_exhibitions/202606/t20260630_280023.html\" target=\"_blank\">exposição \r\n         <em>O Brasil de Portinari</em></a>, que está em cartaz no Museu Nacional da China, em Pequim, até 10 de outubro de 2026. A mostra constitui um dos principais eixos do Ano da Cultura e Turismo Brasil–China 2026, iniciativa voltada ao fortalecimento do intercâmbio cultural entre os dois países.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A exposição é a maior já realizada sobre o artista na Ásia. Trata-se de uma mostra de grande escala — artística, tecnológica e diplomática — reunindo cerca de 60 obras originais provenientes de importantes acervos institucionais, como os do Ministério das Relações Exteriores, do Museu Nacional de Belas Artes e do Museu de Arte de São Paulo (Masp).</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O conjunto apresenta uma ampla visão do Brasil, retratando o povo, o trabalho, as festas populares, a cultura, bem como aspectos sociais e históricos do país. Além do conjunto de obras, a exposição conta com uma experiência digital imersiva, com projeções em grande formato, concebidas por Marcello Dantas, responsável também pela curadoria do novo Museu de Valores.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A mostra \r\n      <em>O Brasil de Portinari</em> reúne, em um único evento de grande relevância internacional, obras emblemáticas do artista que retratam a formação histórica, social e cultural do Brasil. A presença do painel \r\n      <em>Descobrimento</em> na mostra amplia a visibilidade do acervo artístico do Banco Central do Brasil e reafirma o compromisso da instituição com a preservação e a difusão do patrimônio cultural brasileiro, além de contribuir para a projeção internacional da arte brasileira.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"> \r\n      <strong>A obra</strong>&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O painel \r\n      <em>Descobrimento </em>(1956), de Candido Portinari,<em> </em>destaca-se por sua relevância artística e histórica. Na obra, a chegada das embarcações portuguesas é apresentada sob a perspectiva dos povos indígenas, que ocupam o primeiro plano da composição. Ao conferir destaque a esses personagens, o quadro oferece uma abordagem que difere das representações convencionais, geralmente centradas nos portugueses.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A obra integra o conjunto, pertencente ao acervo do Museu de Valores, de 12 painéis da coleção \r\n      <em>Cenas Brasileiras </em>em que Portinari aborda temas relacionados à história e à formação da identidade brasileira.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"> \r\n      <strong>Museu</strong>&#160;<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O Museu Nacional da China, um dos maiores e mais relevantes museus do mundo, recebe anualmente mais de 7 milhões de visitantes. Nesse contexto, a organização estima um público aproximado de 4 milhões de visitantes ao longo dos quatro meses de exibição, o que garante ampla visibilidade internacional ao acervo do Banco Central.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A cessão da obra não implicou ônus para o BC, sendo todas as despesas custeadas pelo projeto da exposição. O Projeto Portinari, patrocinador da mostra, intermediou a cessão do painel. O transporte e o manuseio foram realizados por empresa especializada em logística internacional de obras de arte, com cobertura de seguro do tipo &quot;all risks&quot; durante todo o período da cessão.​ A chefe do Museu de Valores, Karla Valente, viajou para acompanhar a montagem da exposição, a convite do projeto.</p></div>","lead":"A obra integra o conjunto de 12 painéis da coleção Cenas Brasileiras, em que Portinari aborda a formação da identidade brasileira."},{"titulo":"Ecossistema de duplicatas escriturais: títulos de crédito passarão a ser negociados em formato digital ","Id":21194,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/relatorios.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/relatorios.png"},"dataPublicacao":"2026-07-03T13:54:54Z","ultimaAtualizacao":"2026-07-06T11:28:09Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassED8CFAB1C20E4210BD691BC7D5A6B0DD\"><div>O Banco Central (BC) lançou nesta terça-feira (30/6) o ecossistema de duplicatas escriturais, marco relevante para a modernização do mercado de crédito no país. O início da negociação desses ativos em formato digital, representa um novo estágio de maturidade institucional e operacional para o sistema financeiro nacional.&#160;<br></div><div>&#160;</div><div>As duplicatas escriturais consistem na versão eletrônica de títulos de crédito representativos de recebíveis mercantis amplamente utilizados nas relações comerciais, especialmente no financiamento de capital de giro. Ao substituir o formato físico por registros eletrônicos padronizados e rastreáveis, o novo modelo busca conferir maior transparência, eficiência e segurança às operações, contribuindo para o desenvolvimento de um ambiente mais confiável para credores e tomadores de crédito.&#160;</div><div><br></div><div>Saiba mais sobre as duplicatas escriturais <a href=\"/estabilidadefinanceira/duplicatas-escriturais\" target=\"_blank\">aqui​</a><span style=\"color&#58;#606060;font-family&#58;arial, &quot;helvetica neue&quot;, helvetica, sans-serif;font-size&#58;14px;text-align&#58;justify;background-color&#58;#ffffff;\">.</span>​</div><div>&#160;<br></div><div>O evento de lançamento aconteceu no Auditório do Edifício-Sede do Banco Central e contou com discurso do Diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, do Deputado Federal Júlio Lopes, autor da lei da duplicata escritural, além de autoridades do Ministério da Fazenda, do setor produtivo e do sistema financeiro.&#160;</div><div><br></div><div>&quot;O lançamento deste ecossistema representa mais do que a introdução de uma nova infraestrutura&#58; trata-se de um passo concreto na direção de um sistema financeiro mais moderno, seguro e eficiente, capaz de melhor servir às necessidades da economia real. As duplicatas escriturais ilustram, de forma clara, como a combinação entre tecnologia, inovação regulatória e cooperação institucional pode gerar ganhos tangíveis para empresas, instituições financeiras e a sociedade como um todo&quot;, destacou Gilneu Vivan.<br></div><div><br>Segundo o Diretor de Regulação do BC, a implementação do ecossistema de duplicatas escriturais demandou mais tempo do que originalmente previsto. Além da pandemia, a entrada em operação do ecossistema de registro de recebíveis de cartões apontou a necessidade de aperfeiçoamentos operacionais, tecnológicos e de governança no projeto. “A incorporação de tais aprendizados ao desenho das duplicatas escriturais demandou tempo, mas permitiu assegurar um sistema mais robusto, interoperável e confiável desde o início de sua implementação.”&#160;&#160;</div><div>&#160;<br></div><div><strong>Confiança&#160;</strong></div><div>Foram discutidos na ocasião os principais benefícios esperados com a implementação do ecossistema. Entre eles, destacam-se a redução de assimetrias de informação e o fortalecimento da segurança operacional e jurídica nas operações. A digitalização e a centralização dos registros tendem a mitigar riscos como a duplicidade de cessões e a dificuldade de verificação de titularidade, problemas historicamente associados ao mercado de duplicatas.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Também foram tratados no encontro os ganhos concretos a serem proporcionados pelo novo sistema para pequenas e médias empresas, que frequentemente enfrentam maiores dificuldades de acesso ao crédito. Com o registro eletrônico dos recebíveis, essas empresas passam a dispor de ativos mais transparentes e verificáveis, o que eleva a confiança por parte de instituições financeiras e amplia suas possibilidades de financiamento. A melhoria na qualidade da informação permite avaliação de risco mais precisa, criando condições para a oferta de crédito em termos mais favoráveis.&#160;</div><div>&#160;</div><div>A maior segurança jurídica e a redução de potenciais fraudes aumentam a disposição do mercado em financiar empresas de menor porte. A padronização e a rastreabilidade das duplicatas reduzem incertezas tradicionais, favorecendo a concorrência entre financiadores e contribuindo para a diminuição do custo do crédito. Processos mais simples e digitais também tendem a acelerar o acesso a recursos, aspecto fundamental para a gestão de caixa e o capital de giro das pequenas empresas.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Outro efeito diz respeito ao custo do crédito de forma geral. A medida reforça o compromisso do BC, ao promover maior previsibilidade, menor risco operacional e legal, empoderando as empresas nas negociações desses ativos, resultando em um mercado de crédito mais eficiente, competitivo e inclusivo, alinhado às melhores práticas internacionais.&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Debate</strong>&#160;</div><div>Também participaram da abertura do evento de lançamento o deputado federal Julio Lopes, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alvarez Alban, e o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena.&#160;</div><div>&#160;</div><div>O encontro promoveu, ainda, o debate Duplicata Escritural&#58; impactos para o crédito e para a economia real, com moderação do Secretário-Executivo do BC, Rogério Lucca. A mesa contou com o diretor-executivo de Inovação, Produtos e Serviços da Febraban, Ivo Mósca; o CEO da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Leandro Vilain; o coordenador do Comitê Gestor da Estrutura de Governança da Convenção de Duplicatas Escriturais da Associação das Provedoras de Infraestrutura do Mercado Financeiro (APIIMF), Fernando Fontes; e o diretor adjunto de Desenvolvimento Industrial da CNI, Mario Sérgio Telles.&#160;<br></div></div>","lead":"Novo modelo substitui o formato físico por registros eletrônicos padronizados e rastreáveis. Objetivo é reduzir assimetrias de informação e dar maior segurança operacional e jurídica às operações. \r\n\r\n\t\r\n"},{"titulo":"BC amplia acesso a contas em moeda estrangeira e moderniza a regulação cambial no país","Id":21191,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/Forms/Thumbnails.aspx?RootFolder=%2fcontent%2fhome%2fnoticias-img%2fthumbnail&FolderCTID=0x0120006089FBE964B02E47919737803C075051#","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/Forms/Thumbnails.aspx?RootFolder=%2fcontent%2fhome%2fnoticias-img%2fthumbnail&FolderCTID=0x0120006089FBE964B02E47919737803C075051#"},"dataPublicacao":"2026-07-01T12:45:15Z","ultimaAtualizacao":"2026-07-03T17:48:47Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass8232519529224D2F8FFFC7E2B83E1A10\"><div>​O Banco Central (BC) anunciou, em 18 de junho, um novo passo no processo de modernização do mercado de câmbio brasileiro. A Resolução BCB 575 ampliou as possibilidades de abertura e movimentação de contas de depósito em moeda estrangeira no país, permitindo que novos perfis de pessoas jurídicas passem a utilizar esse instrumento em operações ligadas ao comércio exterior, ao crédito externo e ao investimento estrangeiro. A medida tem como objetivo aumentar a eficiência das operações internacionais, reduzir custos para empresas que atuam além das fronteiras e adequar a regulação à crescente integração da economia brasileira ao ambiente internacional.<br></div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span>&quot;Estamos aprimorando a regulação cambial para refletir melhor a inserção internacional da economia brasileira, com mais eficiência operacional e menor custo para as empresas, sem abrir mão da segurança, dos controles prudenciais e das regras que preservam o funcionamento do mercado de câmbio&quot;, destaca&#160;</span>Ricardo Franco Moura, Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (Dereg) do BC.<br></div><div><br></div><div>A regulamentação atual já permite a utilização dessas contas por determinados agentes econômicos, como instituições financeiras, embaixadas, seguradoras e empresas de setores específicos. A medida amplia esse rol, incluindo novas categorias de titulares.</div><div><br></div><div>Com a nova regra, poderão ser titulares dessas contas pessoas jurídicas exportadoras de bens, empresas residentes de direito privado com dívidas contratadas no exterior, sociedades sediadas no país com participação direta de não residentes em seu capital social e pessoas jurídicas não residentes credoras de crédito externo ou com participação direta em empresas brasileiras.&#160;</div><div><br></div><div>Na prática, a norma abre espaço para que empresas com relação recorrente com o exterior administrem melhor seus fluxos financeiros, com menor necessidade de conversões operacionais e mais previsibilidade na gestão de recursos.&#160;</div><div><br></div><div>Ao mesmo tempo, o aperfeiçoamento regulatório veio acompanhado de salvaguardas. A norma mantém as atuais restrições ao uso de moeda estrangeira para pagamentos no território nacional e não interfere na formação da taxa de câmbio. Também foram preservadas as exigências de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, em linha com padrões internacionais. Além disso, as novas contas estarão sujeitas a condições específicas, como a vedação a saques e depósitos em espécie e a necessidade de comprovação da origem dos recursos.&#160;</div><div><br></div><div>A norma entra em vigor em 1º de outubro de 2026, prazo definido para que as instituições autorizadas adaptem seus sistemas e processos.&#160;<br></div></div>","lead":"Medida busca reduzir custos, simplificar operações e dar mais eficiência aos negócios internacionais. Norma preserva restrições ao uso de moeda estrangeira no país e não afeta a taxa de câmbio.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Auditoria Interna do BC obtém certificação internacional de excelência em auditoria","Id":21176,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-06-23T20:12:15Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-26T21:12:35Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassBBB13AE6FAC64B518746B3A0E09F0651\"><span style=\"font-family&#58;&quot;segoe ui&quot;, segoe, tahoma, helvetica, arial, sans-serif;\"><table width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" role=\"none\" style=\"color&#58;#000000;background-color&#58;#ffffff;border-spacing&#58;0px;\"><tbody><tr><td valign=\"top\" align=\"center\" style=\"padding&#58;0px;margin&#58;0px;width&#58;560px;\"><span style=\"font-family&#58;&quot;segoe ui&quot;, segoe, tahoma, helvetica, arial, sans-serif;font-size&#58;17.3333px;\"><table width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" role=\"presentation\" style=\"border-spacing&#58;0px;\"><tbody><tr><td style=\"padding&#58;0px;margin&#58;0px;\"><span style=\"font-family&#58;&quot;segoe ui&quot;, segoe, tahoma, helvetica, arial, sans-serif;font-size&#58;17.3333px;\"><p style=\"margin&#58;0px;line-height&#58;21px;color&#58;#606060;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;&quot;segoe ui&quot;, segoe, tahoma, helvetica, arial, sans-serif;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">A Auditoria Interna (Audit) do Banco Central (BC) recebeu, em 23 de junho, a certificação internacional de qualidade (</span><em style=\"color&#58;#444444;\">Quality Assessment</em><span style=\"color&#58;#444444;\"> – QA), concedida pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil). O reconhecimento atesta a conformidade da atividade com as Normas Globais de Auditoria Interna e com as melhores práticas internacionais.&#160;</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">O BC foi a primeira instituição do setor público brasileiro a obter essa certificação, em 2019. O marco posicionou a Audit em nível comparável ao de instituições internacionais.&#160;</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">Com o vencimento da certificação anterior, em 2024, a Audit optou por postergar a recertificação por um ano – comunicada à Diretoria Colegiada com objetivo de avaliar com maior rigor a aderência ao novo arcabouço internacional de auditoria interna (</span><em style=\"color&#58;#444444;\">International Professional Practices Framework</em><span style=\"color&#58;#444444;\"> – IPPF 2024). A iniciativa reforça o compromisso com padrões cada vez mais elevados e com a melhoria contínua. </span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">O processo de avaliação ocorreu em duas etapas&#58; a fase preliminar, em setembro de 2025, e a avaliação final, entre março e abril de 2026, conduzidas por avaliadores do IIA Brasil. Foram analisados documentos, realizadas entrevistas com a alta administração e com a equipe, aplicados questionários e revisados trabalhos de auditoria, com base nas Normas Globais de Auditoria Interna.&#160;</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">A certificação representa o mais alto nível de reconhecimento internacional em auditoria interna, evidenciando conformidade com padrões globais, excelência técnica e atuação independente orientada a riscos. </span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">No BC, o reconhecimento tem caráter institucional e reforça a solidez da governança, dos controles internos e da gestão de riscos – elementos essenciais para o cumprimento da missão da Instituição e para a manutenção da confiança da sociedade.&#160;</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">Na administração pública, esse tipo de certificação ganha relevância adicional, ao destacar o papel da auditoria interna na promoção da transparência, da </span><em style=\"color&#58;#444444;\">accountability</em><span style=\"color&#58;#444444;\"> e da integridade, especialmente em organizações com elevado impacto sistêmico.</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">A conquista reflete a evolução da Audit, que ao longo do tempo deixou de atuar apenas na verificação de conformidade para assumir uma posição estratégica, com foco em riscos, uso de tecnologia, análise de dados e geração de valor para a organização. </span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">A cerimônia de entrega ocorreu no Auditório Denio Nogueira, com a presença do Presidente do BC, Gabriel Galípolo; do Auditor-Chefe, Carlos Eduardo Gomes; do </span><em style=\"color&#58;#444444;\">Chief Staff Officer</em><span style=\"color&#58;#444444;\"> (CSO) do IIA Brasil, Luís Arthur Martins; e de dirigentes e servidores.&#160;</span><br style=\"color&#58;#444444;\"><br style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"color&#58;#444444;\">&quot;A Auditoria é mais do que parceira da diretoria&#58; contribui para todo o Banco Central, especialmente em um momento desafiador. O reconhecimento recente reforça uma cultura permanente de melhoria contínua, de questionar processos e buscar referências cada vez mais elevadas, sem acomodação. Esse espírito faz parte do DNA do Banco Central, e a Audit tem papel central para mantê-lo vivo”, afirma Gabriel Galípolo, Presidente do BC.</span><br></span></p><p></p></span></td></tr></tbody></table><br></span></td></tr></tbody></table><p><br></p></span></div>","lead":"Certificação é o mais alto reconhecimento internacional da atividade de auditoria interna. Conquista evidencia a atuação estratégica da Auditoria do BC, com foco em riscos, tecnologia, dados e geração de valor. BC foi a primeira instituição do setor público brasileiro a obter a certificação do IIA Brasil em 2019. "},{"titulo":"Mais eficiência nos pagamentos com o uso do Open Finance","Id":21170,"urlImg":{"Description":"Open Finance","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/open_finance.png"},"dataPublicacao":"2026-06-22T11:30:42Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-22T12:27:47Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass950DA9C3D63347F7B461D1B458C13290\"><div>Mais uma novidade para os usuários do <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\">Open Finance</a>. A partir de hoje, o cliente poderá optar pelo compartilhamento dos dados de saldo e limite ao conectar sua conta no Pix por Aproximação em carteiras digitais ou ao autorizar movimentações automáticas dessa conta via Open Finance. Assim, quando for fazer um pagamento utilizando uma carteira digital que ofereça essa funcionalidade, o cliente poderá, por exemplo, visualizar quanto ainda tem de saldo em conta antes da transação.&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div>A opção está sendo chamada de &quot;jornada otimizada&quot; porque evita que o cliente tenha que passar por todo o processo de compartilhamento de dados para autorizar o acesso dessas informações e depois passar por processo semelhante para autorizar a vinculação da conta para pagamentos.&#160;</div><div><br></div><div>Com essa funcionalidade, espera-se aumentar a efetividade dos pagamentos realizados via Open Finance, uma vez que um dos principais motivos de falha é saldo insuficiente.&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div>Segundo o chefe de subunidade no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) Matheus Rauber, bancos e empresas podem criar novos produtos com essa funcionalidade, tanto vinculados a pagamentos com débito em conta, como relacionados a checkout mais fluido, com características de menor abandono de pagamento e de conclusão mais rápida da compra.&#160;</div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\">​</span></span></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span>&quot;Qualquer que seja a solução ofertada, deve estar claro para o cliente a finalidade de uso dessas informações. Como em qualquer compartilhamento de dados, é importante que o cliente sempre verifique de que forma essa informação será utilizada&quot;, disse&#160;</span>Matheus Rauber, Chefe de subunidade no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do BC.<br></div><div><br></div><div>Rauber destaca que o compartilhamento do saldo e limite é opcional e as instituições devem permitir que a vinculação da conta ou a autorização de movimentação automática prossiga normalmente mesmo quando o cliente não selecionar essa opção.&#160;&#160;</div><div>“O Banco Central estabeleceu que o cliente precisa ativamente selecionar a opção. Ela não pode vir pré-preenchida”, esclarece.&#160;</div><div><br></div><div>Além disso, como já é regra no Open Finance, o cancelamento é possível a qualquer tempo.&#160; O cliente poderá cancelar somente o compartilhamento de saldo e limite, mantendo a vinculação de conta ativa. Se o cliente cancelar a vinculação, o compartilhamento de saldo e limite também é cancelado automaticamente.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>É importante destacar que esses consentimentos do cliente poderão ser revogados a qualquer momento.&#160; A possibilidade de visualização de saldos e limites disponíveis serve para melhorar a experiência do pagamento. Assim, se o cliente revogar o consentimento de pagamento, revoga automaticamente a visualização de dados. Por outro lado, se o cliente quiser continuar a fazer pagamentos, mas não quiser mais visualizar estes dados durante sua efetivação pode revogá-lo sem problema.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v1_jornada_dinamica_open_finance_nl_431066_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div>&#160;</div><div><strong>Otimização&#160;</strong>&#160;</div><div>Essa jornada otimizada poderá ser oferecida somente em duas modalidades de pagamento do Open Finance&#58;&#160;&#160;</div><div>- quando o cliente vincula sua conta no banco B a uma instituição iniciadora (banco A); essa funcionalidade inclui o <strong>Pix por aproximação</strong> por meio da carteira digital;&#160;&#160;</div><div><br></div><div>- quando o cliente autoriza transferências automáticas via Open Finance de uma conta sua no banco B para sua conta no banco A (<strong>Transferências Inteligentes</strong>).&#160;</div><div><br></div><div><strong>Quem vai ofertar o serviço&#160;</strong></div><div>A oferta do serviço é opcional. Mas as instituições detentoras das contas do cliente serão obrigadas a cumprir eventual ordem de pagamento ou transferência.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>Segurança&#160;</strong></div><div>A segurança é um dos pilares regulatórios do Open Finance. O ecossistema se baseia em aspectos como consentimento explícito; autenticação forte – com senha e biometria, que são as mesmas usadas pelo cliente para utilizar os serviços financeiros do seu banco; compartilhamento bilateral via APIs padronizadas; e a participação de apenas instituições autorizadas pelo BC. “O consentimento explícito significa que, para o compartilhamento acontecer, é preciso o cliente dar uma autorização específica e autenticada, ele controla de qual banco quer compartilhar, por quanto tempo e outras condições”, lembrou o chefe de subunidade.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Papel do BC&#160;</strong></div><div>O Banco Central define os princípios, objetivos e principais regras do Open Finance, estimulando a concorrência e a criação de novos produtos e serviços financeiros no âmbito do ecossistema, além de estabelecer regras de consentimento e supervisionar os participantes do sistema.&#160;</div><div><br></div><div>Saiba mais sobre o Open Finance <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\">aqui</a>.&#160;<br></div><p><br></p></div>","lead":"Clientes poderão autorizar compartilhamento de saldo e limite de sua conta ao conectá-la no Pix por Aproximação. Jornada otimizada vai possibilitar visualização de saldo e limite da conta no momento da transação, entre outras soluções. Alterações entram em vigor hoje; leia a matéria e saiba mais sobre o assunto."},{"titulo":"Pix por aproximação ganha mais flexibilidade e deixa de ter teto fixo de R$500","Id":21169,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix_escuro.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix_escuro.png"},"dataPublicacao":"2026-06-19T19:01:50Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-22T12:27:08Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassD169F38A793A4D73A3E9E758B20BD704\"><div>​O Banco Central (BC) alterou as regras do Pix por aproximação e retirou o teto fixo de R$500 que vigorava para esse tipo de pagamento. Pela Instrução Normativa BCB 746, publicada em 17 de junho, as transações por aproximação e aquelas iniciadas por meio da Jornada Sem Redirecionamento (JSR), no Open Finance, passam a seguir a lógica dos demais pagamentos via Pix&#58; o usuário poderá solicitar ao seu banco o aumento ou a redução do limite diário e do limite por transação, de acordo com a ferramenta de gestão de limites que deve ser disponibilizada por todos os bancos em seus aplicativos.&#160;</div><div><br></div><div>Na prática, a mudança torna o Pix por aproximação ainda mais parecido com a experiência já conhecida por quem usa chave ou QR Code. Com a retirada do limite específico, os usuários poderão fazer transações de valor mais elevado, respeitados os limites definidos pelo usuário, por meio do Pix por aproximação, que é uma experiência com menos fricção do que as demais formas de iniciação. A norma entra em vigor em 1º de outubro de 2026, prazo dado às instituições financeiras e de pagamento para que realizem as adequações operacionais necessárias.</div><div><br>&quot;Ao permitir que o usuário ajuste o limite do Pix por aproximação dentro dos canais da sua instituição, a nova regra torna a experiência mais aderente às necessidades do dia a dia, sem perder de vista os mecanismos de segurança já incorporados ao ecossistema do Pix&quot;, destaca&#160;Breno Lobo, Chefe Adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC.</div><div><br></div><div><strong>Open Finance</strong></div><div>A atualização também alcança pagamentos iniciados sem redirecionamento no Open Finance, como transações feitas em carteiras digitais compatíveis. O objetivo é unificar as diretrizes e reduzir diferenças regulatórias entre jornadas que, do ponto de vista do usuário, têm a mesma proposta&#58; tornar o pagamento mais simples, rápido e fluido tanto no comércio físico quanto no ambiente digital, permitindo que transações de valor mais elevado também possam ser feitas por meio das carteiras digitais compatíveis. O Pix por aproximação foi concebido justamente para simplificar a jornada de pagamento e ampliar a conveniência no uso do sistema.<br></div></div>","lead":"Nova regra equipara pagamentos por aproximação às demais formas de uso do Pix. Instituições terão até 1º de outubro para adaptar sistemas e implementar a mudança.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Pix recebe registro de marca de alto renome","Id":21161,"urlImg":{"Description":"Logo do Pix","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png"},"dataPublicacao":"2026-06-16T18:30:53Z","ultimaAtualizacao":"2026-07-08T21:07:18Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass39491C3E478D4271AD82F1B9AEFF96FB\"><div>O Pix foi registrado como marca de alto renome&#160;pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Marcas de alto renome são aquelas bem conhecidas pela população em geral que, ao longo dos anos, ganham prestígio e a confiança do público, consolidando a reputação associada à qualidade de produtos e serviços.<br></div><div><br></div><div>Com a decisão do INPI, o Pix se torna a primeira marca de titularidade de órgão público a ganhar a proteção de alto renome e entra no seleto grupo de 202 marcas em um universo de mais de 2 milhões de marcas que possuem tal reconhecimento. O reconhecimento garante mais proteção às pessoas contra eventuais associações indevidas de outros produtos e serviços com marcas construídas a partir de composições com o nome ou componentes do Pix.</div><div><br></div><div>A Lei de Propriedade Industrial, como é conhecida a Lei nº 9.279/1996, prevê em seu artigo 125 que “à marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade”. O INPI adota a Classificação Internacional de Produtos e Serviços de Nice (NCL, na sigla em inglês) feita pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).</div><div><br></div><div>A partir de agora, a proteção da marca Pix antes registrada para o segmento de serviços financeiros (classes 36) passa a valer para todas as 45 classes de segmentos de mercado, incluindo entretenimento, produtos de tecnologia, serviços industriais. Com isso, pedidos de registro de marca requeridos por terceiros com componentes da marca Pix serão automaticamente indeferidos pelo INPI.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_pix_alto_renome_enxoval_nl_430166_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>Processo de reconhecimento</strong></div><div>O processo passou por comprovações da alegada condição de alto renome, conforme os seguintes critérios exigidos na art. 65 da Portaria/INPI/PR nº 8, de 17 de janeiro de 2022&#58;</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span>I – reconhecimento da marca por ampla parcela do público brasileiro em geral;</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span>II – qualidade, reputação e prestígio que o público brasileiro em geral associa à marca e aos produtos ou serviços por ela assinalados; e</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span>III – grau de distintividade e exclusividade do sinal marcário em questão.<br></div><div><br></div><div>Pesquisa de mercado apresentada pelo Banco Central comprova o amplo conhecimento da marca. Conheça os principais resultados no <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/pix/marca/pesquisa_alto_renome-pix.pdf\" target=\"_blank\">link para a pesquisa no nosso site.</a><br></div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">&quot;Os resultados apresentam evidências robustas de que a marca Pix não só é amplamente reconhecida em âmbito nacional como também goza de elevado prestígio entre aqueles que conhecem a marca&quot;, disse&#160;</span>Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC.<br></div><div><br></div><div>A pesquisa mostra que aproximadamente 141,7 milhões de brasileiros reconhecem a marca Pix e esse conhecimento é superior a 70% em todos estratos populacionais. Entre quem conhece o Pix, nove a cada dez entrevistados identificam corretamente a área de atuação do Pix. O acerto é superior a 79% em todos os estratos populacionais.</div><p><br></p></div>","lead":"Pix é a primeira marca de titularidade de órgão público a receber a distinção. O usuário ganha proteção especial contra uso indevido da marca. Conheça pesquisa que subsidiou comprovação do reconhecimento da marca."},{"titulo":"Educação financeira é central para ampliar autonomia da população, diz diretora do BC","Id":21160,"urlImg":{"Description":"Mãos entrelaçadas","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2026-06-12T20:41:09Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-17T20:00:59Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass696F2BB3A5274151A3FF5D13DA92D8E2\"><div>A educação financeira também é elemento central para promover a autonomia da população brasileira. A avaliação foi apresentada pela Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central, Izabela Correa, durante a abertura do 3º Encontro de Educação Financeira, realizado nesta sexta-feira (12), em São Paulo.<br></div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=NGx-X2ZLIxI\">Clique</a> para ver como foi encontro.<br></div><div><br></div><div>Promovido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o evento reuniu representantes de diversas instituições, como B3, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fundo Garantidor de Créditos (FGC), Planejar e Sebrae. O tema desta edição foi “Aprender para viver mais e melhor”.</div><div><br></div><div>Na avaliação da diretora, a educação financeira tem papel estruturante na ampliação de oportunidades e na promoção da inclusão.&#160;</div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><br></span></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">&quot;Em um país que busca ampliar oportunidades e promover inclusão, a educação financeira não é um tema periférico, mas um elemento central para que possamos avançar na cidadania e na autonomia dos brasileiros&quot;, disse&#160;</span>Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC.<br></div><div><br></div><div>Segundo ela, o Banco Central tem ampliado a atuação nessa agenda por meio de diferentes iniciativas voltadas à educação financeira.&quot;</div><div><br></div><div><strong>Humor e linguagem aproximam debate dos adolescentes</strong></div><div>A programação do evento incluiu painéis que combinaram dados e análise para discutir os desafios contemporâneos da educação financeira — especialmente entre adolescentes.&#160;</div><div><br></div><div>Parte da nossa comunicação sobre educação financeira é para os especialistas, aí usamos a linguagem dos especialistas. Parte da nossa comunicação é para a população geral, aí usamos linguagens diversas. Inclusive o humor. E o humor não é usado simplesmente porque a gente gosta do humor. O humor é uma linguagem inclusiva, conversa com um público bastante amplo”, afirmou Izabela.</div><div><br></div><div>Em uma das mesas do evento, Rita Almeida, do Lab Humanidades, e Renato Meireles, do Instituto Locomotiva, abordaram transformações no comportamento das novas gerações, em temas como tecnologia, algoritmos e inteligência artificial.</div><div><br></div><div>Para Meireles, o desafio passa também pela forma de comunicação. “Nós somos os adultos da sala. E, quando falamos de educação financeira, a responsabilidade é nossa — mas talvez não com a mesma régua e o mesmo vocabulário que usamos no passado”, afirmou.</div><div><br></div><div>Rita destacou que os adolescentes associam educação financeira a objetivos concretos, como independência e apoio à família, ao mesmo tempo em que demonstram insegurança em relação ao futuro. “Quase metade deles tem receio de que os pais percam o emprego por causa da inteligência artificial”, observou.</div><div><br></div><div>O debate também avançou sobre a relação entre trabalho, aposentadoria e saúde mental. Segundo o psiquiatra Pedro Shiozawa, da Great People Mental Health, a velocidade de produção de conhecimento redefine desafios para a sociedade. “O volume de informação cresce de forma exponencial, o que aumenta a complexidade das decisões individuais”, disse.</div><div><br></div><div>O cenário, segundo os participantes, reforça a importância de fortalecer a educação financeira como ferramenta para lidar com um ambiente de mudanças rápidas e maior incerteza.</div><div><br></div><div><strong>Aprender Valor</strong></div><div>Entre as iniciativas, Izabela destacou o programa Aprender Valor, principal ação do Banco Central na área de educação financeira. Criado em 2020, o programa apoia a inserção do tema no ensino fundamental, com materiais e formação voltados a professores e redes de ensino.</div><div><br></div><div>De acordo com a diretora, a iniciativa já alcança mais de 150 mil profissionais da educação e está presente em mais de 30 mil escolas em todo o país. A próxima etapa prevê a expansão para o ensino médio.</div><div><br></div><div>O Aprender Valor também integra a estratégia do governo federal para educação financeira na educação básica, ao ser a base da plataforma do programa Na Ponta do Lápis, coordenado pelo Ministério da Educação.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/Izabela_newsletter.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;400px;\" /><br></div><div><strong>&#160;</strong><br></div><div><strong>Premiação</strong></div><div>Durante o encontro, foi realizada ainda a cerimônia de premiação do Aprender Valor 2026, que reconhece boas práticas de implementação do programa nas escolas.</div><div><br></div><div>A programação incluiu painéis dedicados aos desafios contemporâneos da educação financeira, especialmente entre jovens. Em uma das apresentações, especialistas destacaram a necessidade de adaptação da linguagem e das abordagens diante das transformações tecnológicas e do impacto da inteligência artificial.<br></div><div><br></div><div>A agenda do evento também abordou a relação entre finanças pessoais, bem-estar e saúde mental, reforçando a complexidade dos desafios envolvidos na formação financeira da população em um cenário de acelerada produção de conhecimento e mudanças no mundo do trabalho.</div><div><br></div><div><strong>Agenda estratégica</strong></div><div>A participação do Banco Central no encontro reforça a educação financeira como eixo estratégico da agenda de cidadania financeira da instituição. A atuação busca ampliar o acesso da população a informações e ferramentas que favoreçam decisões mais conscientes, contribuindo para maior inclusão e estabilidade no relacionamento com o sistema financeiro.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Diretora Izabela Correa destacou educação financeira como elemento central para ampliar a autonomia da população brasileira. Banco Central tem reforçado a atuação em educação financeira, com avanço do programa Aprender Valor e expansão para o ensino médio.  Encontro de Educação Financeira debateu desafios contemporâneos, com foco em jovens, tecnologia e impactos no comportamento financeiro."},{"titulo":" Banco Central divulga relatório com produção e atividades de pesquisa em 2025","Id":21151,"urlImg":{"Description":"Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-06-01T14:03:13Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-03T16:08:37Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass025217CE451B481699E7C2A6174404EF\"><div><p>O Banco Central (BC) divulgou o <a href=\"/publicacoes/relatorioeconofinancas\">Relatório de Pesquisa em Economia e Finanças</a> (RPEF), publicação anual que reúne as principais atividades de pesquisa desenvolvidas pela instituição. Elaborado pelo Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep), o documento reforça a importância da produção acadêmica para subsidiar a formulação de políticas públicas.</p><p>​As pesquisas realizadas no BC contribuem diretamente para a missão institucional de assegurar a estabilidade da moeda, promover um sistema financeiro sólido e fomentar o bem-estar econômico da sociedade. Nesse contexto, o BC busca consolidar sua posição como referência em estudos nas áreas de economia e finanças.&#160;</p><p>A edição do relatório referente a 2025 destaca, entre outros pontos, a divulgação de pesquisas por meio da série Trabalhos para Discussão, principal canal da instituição. Ao longo do ano, foram publicados 29 artigos abordando temas relevantes para a política econômica e o funcionamento do sistema financeiro.&#160;</p><p>Dos 65 autores desses trabalhos, 29% são do Depep, 14% de outras unidades do BC, 21% de universidades brasileiras, 22% de universidades estrangeiras e 14% de outras instituições. As áreas abordadas com mais frequência foram Finanças e Economia Bancária (19), Macroeconomia e Economia Monetária (13), Microeconomia (11) e Economia do Trabalho (6).</p><p>Outro canal de divulgação de estudos e análises da instituição é o <a href=\"/publicacoes/blog-do-bc\">BC Blog</a>. Em 2025, foram publicadas dezoito postagens, que abordaram temas como modelagem macroeconômica, disparidade de gênero, eventos climáticos extremos, finanças sustentáveis e risco de crédito, entre outros.<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v1_relatorio_rpef_nl_427748_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p>Além dos canais próprios, os trabalhos desenvolvidos pelo BC também ganham projeção internacional, com publicações em periódicos acadêmicos de prestígio, como <em>The Review of Economics and Statistics</em>, <em>Journal of Development Economics, Economic Theory</em> e <em>Journal of Financial Intermediation</em>.<br></p><p>A atuação em pesquisa do BC incluiu ainda a realização de seminários e eventos em parceria com instituições externas. Entre os destaques estão a 3ª Conferência Anual do BC, que reuniu 42 trabalhos selecionados entre 330 submissões, e o IX <em>Workshop </em>da Rede de Pesquisa, com a apresentação de 11 estudos e a participação de 25 servidores.<br></p><p>​Já em dezembro de 2025, foi lançada a <a href=\"/content/publicacoes/agenda_pesquisa/202512/Agenda_de_Pesquisa_2025_2029.pdf\">Agenda de Pesquisa 2026-2029​</a>, que estabelece prioridades nas áreas de Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional, orientando a produção acadêmica e incentivando parcerias com a comunidade externa.<br></p>.</div><div><br></div><br></div>","lead":"RPEF destaca a publicação de 29 artigos na série Trabalhos para Discussão. Documento também apresenta o lançamento da Agenda de Pesquisa 2026-2029. Relatório reforça a importância da produção acadêmica para subsidiar a formulação de políticas públicas."},{"titulo":"Veja como foi: BC promoveu evento sobre o fortalecimento do bem-estar financeiro das mulheres ","Id":21139,"urlImg":{"Description":"ícone do cidadão","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2026-05-22T19:44:28Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-26T18:37:25Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassBCDB02AE303B4DE9B90ADFCB5901F0EF\"><div>O Banco Central (BC) promoveu, nesta sexta-feira (22/5), o evento \r\n      <em> \r\n         <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=FUYfUNaXJyc\" target=\"_blank\">Finanças, cidadania e bem-estar&#58; os desafios das mulheres no Brasil</a>,</em> que apresentou&#160;estudos e pesquisas da instituição e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que trazem evidências sobre gênero, raça e acesso ao crédito no Brasil, além de resultados de pesquisa qualitativa sobre educação financeira voltada às mulheres. O encontro é uma das atividades do BC durante a \r\n      <a href=\"https&#58;//agendasemanaenef.susep.gov.br/\" target=\"_blank\">13ª Semana Nacional de Educação Financeira</a>.</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>A programação contou&#160;com&#160;debates sobre estratégias e iniciativas que contribuem para o fortalecimento do bem-estar financeiro das brasileiras. A abertura ficou por conta da Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Izabela Correa.<br></div><div><br></div><div> &quot;A educação financeira é um dos propulsores do bem-estar financeiro&quot;, Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão do Conduta, no evento Finanças, cidadania e bem-estar&#58; os desafios das mulheres no Brasil, promovido pelo Banco Central.&#160;​</div><div>​</div><div>A primeira parte do evento, \r\n      <em>Gênero e raça em foco&#58; o que dizem os dados do Banco Central e do Sebrae</em>, apresentou&#160;estudos sobre o tema. Participaram Livia Bastos Gratz, Assessora no Departamento de Promoção da Cidadania Financeira (Depef) do BC, apresentando estudo sobre gênero, raça e crédito no Brasil, divulgado no novo \r\n      <a href=\"/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/RCF/relatorio_de_cidadania_financeira_2025.pdf\" target=\"_blank\">Relatório de Cidadania Financeira (RCF)</a>; Giovanni Beviláqua, Coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae Nacional, falando sobre o financiamento ao empreendedorismo feminino no Brasil; e Ana Márcia Fonseca, Chefe da Divisão de Educação Financeira do Depef/BC, apresentando pesquisa qualitativa sobre educação financeira para mulheres.</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>Em seguida, aconteceu&#160;a mesa \r\n      <em>Como promover o bem-estar financeiro das mulheres no Brasil?</em>, moderada pela Diretora Izabela Correa. Entre as convidadas estão&#160;Fernanda Garibaldi, Diretora Executiva da Zetta; Karoline Buss Gesser, Diretora de Risco da Cresol Confederação; além da professora de Economia Heterodoxa&#160;e Feminista da Universidade Federal Fluminense (UFF), Lucilene Morandi, e a educadora financeira Amanda Dias.</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>O encontro foi desenvolvido a partir de estudos do RCF 2025, que, neste ano, trouxe, pela primeira vez, o aprofundamento das análises com recorte por raça, e atualizou análises de edições anteriores sobre gênero, idade e renda. As análises consideraram diferentes dimensões, como acesso ao sistema financeiro, uso do crédito, qualidade dos serviços e letramento financeiro. Essa abordagem permite uma compreensão mais detalhada das experiências de diferentes públicos no sistema financeiro.&#160;&#160;</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>Segundo Livia Gratz, os resultados indicam que as mulheres participam ativamente do sistema financeiro, em níveis semelhantes aos dos homens, mas com padrões distintos&#58; “Observa-se maior uso de instrumentos transacionais, como pagamento de boletos, geralmente de menor valor, e uma composição de crédito mais concentrada em modalidades sem garantia, em detrimento de linhas associadas à formação de patrimônio”.<br></div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>Livia explicou&#160;que os dados mostram, ainda, menor participação das mulheres em investimentos, maior comprometimento de renda com dívidas – especialmente entre as de menor renda –, menor resiliência financeira e maior nível de estresse associado à vida financeira. Além disso, ressaltou&#160;que “para uma mesma raça, as mulheres contrataram créditos mais caros que os homens, e para um mesmo gênero, pessoas da raça negra contrataram créditos mais caros que pessoas da raça branca”. Esses achados reforçam um diagnóstico consistente de desigualdades estruturais, inclusive relacionadas à renda, às responsabilidades de cuidado e à sobrecarga de trabalho. Os resultados do relatório não apenas evidenciam essas diferenças, mas também contribuem para orientar debates e iniciativas que promovam maior equidade no sistema financeiro, ampliando as oportunidades de inclusão e autonomia econômica.<br></div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>Para Ana Márcia Fonseca, o evento é importante, “porque nos faz refletir sobre como podemos melhorar a vida das mulheres no Brasil”. Ela recordou&#160;que desigualdades de gênero e raça ainda existem e afetam as mulheres, em especial as mulheres negras, de várias formas. Nas finanças, segundo ela, não seria diferente&#58; “Com o encontro desta sexta-feira, pretendemos debater não só estudos e pesquisas que evidenciam essas desigualdades, mas caminhos para, de fato, promover mudanças no bem-estar financeiro de todas as mulheres hoje e no futuro”.​<br></div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div> \r\n      <strong>Relatório de Cidadania Financeira (RCF)</strong></div><div>O boxe sobre empreendedorismo feminino do RCF 2025, elaborado pelo Sebrae, traz uma análise com dois pontos relevantes, alinhados com o tema do evento desta sexta-feira&#58; a necessidade de adequar os produtos e a prestação de serviços financeiros para mulheres que estão tentando conciliar seus empreendimentos com o trabalho do cuidado; e a necessidade de desconstruir uma cultura que pressupõe que mulheres empreendedoras sejam menos capazes que homens. Isso tem implicações que vão desde aspectos mais evidentes – como a cobrança de taxas de juros mais elevadas para elas em comparação a eles – até efeitos mais sutis, como impactos na autopercepção e na autoeficácia, que podem gerar insegurança e comprometer a tomada de decisão e a iniciativa empreendedora, apesar da plena capacidade e da competência dessas mulheres.</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>O RCF reúne um esforço amplo do BC, envolvendo várias áreas, contando também com a participação de parceiros externos, e contém análises aprofundadas que utilizam diferentes bases de dados e o cruzamento de informações entre elas. Esse trabalho permite construir um diagnóstico consistente e acompanhar o progresso da cidadania financeira no Brasil.&#160;&#160;</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>As análises vão além dos dados agregados, que, por si só, não seriam capazes de contar uma parte importante da história. Ao incorporar recortes como gênero e raça, idade, renda e região geográfica, o relatório evidencia desigualdades no acesso e no uso de serviços financeiros, dando visibilidade a públicos mais vulneráveis. Com isso, contribui para identificar lacunas, orientar políticas e qualificar o debate – como neste evento, que aprofunda a discussão sobre mulheres –, ajudando a avançar a cidadania financeira de forma mais equitativa.</div><div> \r\n      <br> \r\n   </div><div>Veja o RCF completo \r\n      <a href=\"/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/RCF/relatorio_de_cidadania_financeira_2025.pdf\" target=\"_blank\">aqui</a>. Para conferir o evento na íntegra, clique \r\n      <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=FUYfUNaXJyc\" target=\"_blank\">aqui​</a>.<br></div></div>","lead":"Debate discutiu políticas e iniciativas para maior equidade no sistema financeiro. Não conseguiu assistir ao vivo? Leia a matéria e acesse o link do evento."},{"titulo":"BC divulga IBCR com dados de mais quatro estados","Id":21134,"urlImg":{"Description":"Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-05-20T19:50:22Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-22T17:26:10Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass14BD6FFD154A41C680C8724BEC919216\"><p>Produzido pelo Banco Central (BC), o <strong>Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR)</strong> ganhou maior abrangência. Divulgado nesta quarta-feira (20), o indicador passa a contar com os dados de mais quatro estados&#58; Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte. Acesse as informações <a href=\"/estatisticas/indicadoresselecionados\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;&#160;</p><p>Com a inclusão dessas unidades da federação, o IBCR amplia sua cobertura para um total de dezessete estados. São eles&#58; AM, PA, BA, CE, PE, ES, MG, RJ, SP, PR, RS, SC e GO, além dos 'novatos' MA, MT, MS e RN.&#160;&#160;</p><p>Ricardo Sabbadini, Chefe do Departamento Econômico do BC,&#160;&#160;explica a importância de se ter um maior número de estados abrangidos pelo IBCR. “A ampliação da cobertura regional é um objetivo contínuo, na medida em que aumenta a representatividade e o alcance analítico do índice&quot;, disse.&#160;</p><p>Segundo ele, a inclusão de mais quatro estados no cálculo do IBCR decorreu da ampliação da disponibilidade de dados primários com abertura por unidade da federação, em especial os produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que permitiu reavaliar a viabilidade do cálculo do indicador para esses estados.</p><p><b>Auxílio<br></b>De acordo com Ricardo Sabbadini, o IBCR auxilia o BC na análise da conjuntura econômica brasileira, fornece informações sobre flutuações econômicas das regiões e contribui para o melhor entendimento da evolução da atividade em todo o país.&#160;<br></p><p>“O IBCR é um indicador voltado ao acompanhamento mais frequente e tempestivo do desempenho da economia. Ele funciona como um 'termômetro' da atividade das regiões e dos estados, ao consolidar, com periodicidade mensal, informações dos diferentes setores, como agropecuária, indústria e serviços, característica que permite uma leitura mais ágil das mudanças no ritmo da economia&quot;, disse Ricardo Sabbadini, Chefe do Departamento Econômico do Banco Central.<br></p><p>Sabbadini reforça que, ao mesmo tempo que o IBCR se destaca como instrumento para monitoramento conjuntural – em conjunto com outro índice desenvolvido pelo BC, o <a href=\"/estatisticas/ibc-br\" target=\"_blank\">Índice de Atividade Econômica do Banco Centra</a>l (IBC‑Br) –, ele contribui para a análise integrada da economia nacional e das dinâmicas específicas das diferentes regiões e estados.&#160;<br></p><p><strong>Análise detalhada</strong>&#160;<br>O propósito do IBCR é oferecer uma visão abrangente e tempestiva da atividade econômica com um foco regional.&#160;&#160;</p><p>Mensalmente, o índice sintetiza, para cada região ou unidade da federação analisada, informações de diferentes setores (agropecuária, indústria e serviços), fornecendo uma visão agregada da economia.&#160; &#160;<br></p><p>Os primeiros indicadores regionais começaram a ser publicados em 2009, com séries iniciando em 2003. Atualmente, o IBCR é disponibilizado para as cinco regiões (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste) e, a partir dos dados publicados nesta quarta-feira (20/5), também para dezessete estados do país.<br></p><p><strong>Público-alvo</strong>&#160; <br>A divulgação do IBCR e do IBC-Br atende a diferentes públicos interessados em acompanhar a economia nacional e sua dinâmica regional. Entre eles estão governos e formuladores de políticas públicas, investidores e instituições financeiras, jornalistas e comunicadores, acadêmicos e pesquisadores, professores e educadores, além da sociedade em geral.&#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/v2_IMAGEM_nl_ibcr_426521_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><strong>Mão na massa</strong>&#160;<br>A elaboração do índice é realizada por servidores do Departamento Econômico (Depec) do BC; são profissionais de diferentes formações, como economistas e engenheiros, lotados na Sede e nas representações regionais do banco.&#160;&#160;</p><p>Os dados, provenientes de diversas instituições, especialmente do IBGE, passam por um processo de análise e tratamento. Em seguida, é realizada a etapa de agregação, conforme metodologia desenvolvida pela equipe com base no Sistema de Contas Nacionais do IBGE. Por fim, o IBCR é divulgado no <em>site </em>do BC entre 45 e 60 dias após o fim do mês de referência.&#160;<br></p><p><strong>Boletim Regional</strong>&#160;<br>O IBCR é um dos indicadores mais importantes do <a href=\"/publicacoes/boletimregional\" target=\"_blank\">Boletim Regional</a>, publicação do BC voltada à análise da conjuntura macroeconômica doméstica em nível regional, que traz dados sobre atividade econômica, mercado de trabalho, crédito, balança comercial e inflação.&#160;&#160;</p><p>De periodicidade anual, a publicação com a análise dos dados de 2025 também será disponibilizada agora em maio, e um de seus boxes será &quot;IBCR&#58; inclusão de quatro novas Unidades da Federação e revisão metodológica&quot;. Saiba mais <a href=\"/publicacoes/boletimregional\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;<br></p><p><br></p></div>","lead":"Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte passam a integrar o indicador. Com a inclusão, o Índice de Atividade Econômica Regional passa a abranger dezessete estados.  Indicador mensal contribui para a compreensão da evolução da atividade econômica nacional."},{"titulo":"13ª edição da Semana ENEF acontece entre 18 e 24 de maio","Id":21126,"urlImg":{"Description":"Mãos entrelaçadas","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2026-05-15T19:16:27Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-18T19:23:12Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass49A0105263A741DEB42695AB72399074\"><p>Já tradicional, a <a href=\"https&#58;//www.gov.br/semanaenef/pt-br\" target=\"_blank\">Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF)</a> será realizada, mais uma vez, no mês de maio. A 13ª edição do evento acontece entre os próximos dias 18 e 24 e terá como tema central “<strong>Educação Financeira&#58; construindo um futuro com longevidade e prosperidade</strong>&quot;.</p><p>Organizada pelo <a href=\"https&#58;//www.gov.br/previdencia/pt-br/assuntos/previdencia-complementar/educacao-previdenciaria/forum-brasileiro-de-educacao-financeira-fbef\" target=\"_blank\">Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF)</a>, a Semana ENEF representa um esforço coletivo pela educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal. A iniciativa conta com a participação de instituições públicas e privadas, com o objetivo de compartilhar conhecimentos, estimular atitudes e comportamentos e construir uma base sólida para a tomada de decisões financeiras a longo prazo por parte de todos os brasileiros.&#160;</p><p>O propósito é ampliar o acesso ao conhecimento, incentivar hábitos financeiros mais responsáveis e contribuir para decisões mais informadas e sustentáveis por parte dos brasileiros.&#160;</p><p><strong>Ações</strong><br> A semana contará com uma série de iniciativas — presenciais, <em>on-line</em> e mistas. Organizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), a abertura, com participação dos membros do Fórum Brasileiro de Educação Financeira, acontece entre 14h30 e 17h do dia 18 de maio, no Bloco K, da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em formato misto (presencial e com transmissão <em>on-line</em>).</p><p>​Outra iniciativa de destaque será o evento “<strong>Finanças, cidadania e bem-estar&#58; os desafios das mulheres no Brasil&quot;, </strong>promovido pelo BC, no Edifício-Sede da Instituição, em Brasília, das 14h30 às 18h, no dia 22 de maio. O evento será presencial e terá vagas limitadas. Para garantir a sua, clique <a href=\"/acessoinformacao/eventos/157\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;</p><p>O evento no BC pretende promover a discussão sobre os desafios enfrentados por mulheres para o alcance de sua cidadania e seu bem-estar financeiros. Serão debatidos estudos e pesquisas do BC e do Sebrae sobre o tema, que trarão evidências sobre gênero, raça e acesso ao crédito no Brasil, além de resultados de pesquisa qualitativa sobre educação financeira voltada às mulheres.<br></p><p>“Quando falamos em prosperidade, tema da Semana ENEF, as desigualdades da nossa sociedade impactam as oportunidades e os desafios enfrentados pelos diferentes grupos sociais que formam o Brasil. No evento do dia 22 de maio, queremos colocar o foco em gênero e discutir formas de, como sociedade, trabalhar para que mulheres,&#160;considerando análises interseccionais​, consigam exercer plenamente sua cidadania e alcançar seu bem-estar financeiro&quot;, disse Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC.<br></p><p>Ainda durante a Semana ENEF, o BC deve lançar uma nova versão do <a href=\"/cidadaniafinanceira\" target=\"_blank\">Portal Cidadania Financeira</a>, espaço da página institucional dedicado a conteúdos para educação financeira do cidadão. A nova versão terá linguagem simples, visual moderno e orientações ainda mais práticas para os visitantes.</p><p>A agenda completa dos eventos da 13ª Semana ENEF está disponível <a href=\"https&#58;//agendasemanaenef.susep.gov.br/\" target=\"_blank\">aqui</a>.</p><p><b>​Sobre a Semana ENEF<br></b>Desde 2014, a Semana ENEF tem se consolidado como um evento nacional de referência na promoção da educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal. Reunindo diversas iniciativas gratuitas em todo o Brasil, em 2026 seu foco principal será discutir com os cidadãos as possibilidades de escolhas financeiras que impactarão o futuro e que podem trazer mais prosperidade neste tempo, tanto para prover sustento quanto para realizar sonhos.&#160;<br></p><p>Durante a semana, poderão ser promovidas atividades de variados temas, como planejamento para a longevidade, longevidade com qualidade, prosperidade como construção, autonomia e tomada de decisão, inclusão e acesso ao conhecimento, e segurança financeira.</p><p>O tema e os subtemas da Semana ENEF, contudo, são apenas uma referência para orientar o desenvolvimento de novas ações, o que não impede os participantes de abordarem outros assuntos de seu interesse — criatividade é um componente importante do sucesso dessa iniciativa. O essencial é observar, além da gratuidade das iniciativas, as diretrizes da Estratégia Nacional de Educação Financeira, tais como&#58; prevalência do interesse público; atuação por meio de informação, formação e orientação; e proibição de oferta de produtos e serviços nas ações em questão.<br></p><p><strong>Sobre o Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF)</strong></p><p>Criado em 2020, o FBEF coordena a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) e promove ações colaborativas para elevar o nível de letramento financeiro no Brasil. Sua presidência é rotativa, e, até maio de 2026, está sendo exercida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).&#160;</p><p>A ENEF tem foco em iniciativas, projetos e programas realizados pelos integrantes do Fórum, tanto de forma individual quanto por meio de parcerias com instituições públicas, privadas ou do terceiro setor.</p><p>Além da Susep, compõem o Fórum&#58;<br></p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>o Banco Central do Brasil (BCB);</li></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>a Comissão de Valores Mobiliários (CVM);</li></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda;</li></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>o Ministério da Previdência Social (MPS);</li></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC);</li><li>a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública;</li><li>o Ministério da Educação (MEC).<br></li></ul><p>​Saiba mais sobre a Semana ENEF <a href=\"https&#58;//agendasemanaenef.susep.gov.br/\" target=\"_blank\">aqui​</a>.<br></p><br></div>","lead":"“Educação Financeira: construindo um futuro com longevidade e prosperidade” é o tema da Semana ENEF 2026. O objetivo é ampliar o acesso ao conhecimento e incentivar hábitos financeiros mais responsáveis. Evento no BC tratará de “Finanças, cidadania e bem-estar: os desafios das mulheres no Brasil”."},{"titulo":"Começa a Conferência Anual do Banco Central do Brasil 2026","Id":21123,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-05-13T20:41:16Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-15T20:43:25Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass8B1A153F4D5B4ED6BABA4FC5AAD29EBC\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central (BC), abriu a Conferência Anual do Banco Central do Brasil&#160;2026, nesta manhã. O evento, que começou hoje, terá mais dois dias de realização&#58; 14 e 15 de maio, no Edifício-Sede do BC, em Brasília. Confira a programação na <a href=\"/acessoinformacao/eventos/155\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">página oficial da Conferência</span></a>.<br><br>Clique <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/vh57fbPfr6s\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a> para assistir à abertura do evento, à palestra magna de Christopher Erceg (FMI), à sessão especial e à cerimônia de premiação dos Melhores Trabalhos para Discussão.<br><br>Durante a sua apresentação, Galípolo usou termos náuticos como exemplo de planejamento e condução da política monetária. “Essa metáfora de construir o barco e prepará-lo para o que pode vir, sabendo aonde quer chegar e sem nunca se desviar do seu ponto de chegada se aplica muito bem ao que é a atividade cotidiana quando a gente está fazendo atividade de banco central.&quot;<br><br>Segundo ele, o país atravessa o quarto choque de oferta em menos de seis anos. “Esses episódios colocam o Banco Central diante de um desafio bastante particular. Nosso 'barco' foi desenhado para enfrentar outro tipo de intempérie. No entanto, esse tipo de choque afeta diretamente a percepção sobre o núcleo do nosso mandato — preservar o custo de vida das pessoas, a estabilidade da moeda e o controle da inflação&quot;, explica.<br><br>Para Galípolo, “esse debate chegou ao cotidiano das pessoas e evidencia a dissonância, muitas vezes, entre os números oficiais e a percepção no dia a dia. Como os bancos centrais são estruturados para perseguir uma meta de inflação, sua atuação se orienta por indicadores, enquanto a população, na prática, lida diretamente com o nível de preços&quot;.<br><br>“Após quatro choques, os bancos centrais se encontram em uma situação particularmente desafiadora para endereçar esses problemas. Aqui, temos a oportunidade de dialogar com autoridades e pesquisadores de ponta em política monetária e temos observado uma certa resistência ao uso do termo 'estagflação' neste período&quot;, ressalta o presidente do BC.<br><br>“Curiosamente, há menos resistência à ideia de 'estagnação', mas maior cautela em relação ao termo 'inflação'. É importante destacar que o que estamos vivenciando é entendido como uma inflação tradicional, embora com origens distintas, não necessariamente ligadas a pressões de demanda.&quot;<br><br>Ele continua&#58; “Precisamos ter cuidado no uso da terminologia. Isso, por si só, não resolve o problema central, que é como as pessoas percebem a evolução dos preços. O Banco Central precisa ser capaz de navegar por esse novo desafio.&quot;<br><br>“O Banco Central não vai se desviar do seu objetivo, que é o controle da inflação, e seguirá reforçando seu 'barco' para atravessar períodos de maior adversidade&quot;, declara.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O presidente do BC encerrou sua participação falando sobre política monetária. “No ano de 2026, o <a href=\"/controleinflacao/copom\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">Comitê de Política Monetária</span></a>, o Copom, completa trinta anos. E, na concepção de formulação do Copom, temos a maravilhosa figura do Chico Lopes, que nos deixou recentemente&quot;, afirma.<br><br>Galípolo elogiou a trajetória do economista&#58; “Ele é um clássico e nos deixa com essa certeza de que cada vez mais que o tempo passar, ele só vai ficar maior. O Chico segue sendo esse farol para nós, de perseverança, de dedicação na sua contribuição seja na academia, seja aqui no Banco Central. Aquilo que afeta tanto o nosso destino e a vida das pessoas comuns, que é a atuação da autoridade monetária do Banco Central. Esta Casa e o país são eternamente gratos a ele.&quot;<br><strong><br>Conferência Anual do Banco Central do Brasil</strong><br> Com foco em temas como macroeconomia, estabilidade financeira, intermediação e inovação financeira, regulação macroprudencial, economia internacional e sustentabilidade, a Conferência reunirá pesquisadores, acadêmicos, formuladores de políticas públicas, representantes de bancos centrais e instituições multilaterais.<br><br>Ao longo dos três dias, além das palestras e de uma sessão especial dedicada ao buffer contracíclico, haverá sessões acadêmicas voltadas à discussão de artigos selecionados entre mais de trezentos trabalhos submetidos à chamada pública.<br><br>A realização do evento conta com o apoio institucional do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).<br></p></div>","lead":"Abertura foi feita pelo Presidente Gabriel Galípolo. Evento acontece de 13 a 15 de maio em Brasília. Conferência terá a participação dos palestrantes Gabriel Chodorow-Reich e Christopher Erceg. Nesta edição, haverá sessões acadêmicas voltadas à discussão de artigos selecionados."},{"titulo":"LiveBC: Mercado imobiliário: o que esperar do direcionamento da poupança adotado pelo BC","Id":21118,"urlImg":{"Description":"Thumb da Livebc","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2026-05-08T20:14:34Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-11T12:43:11Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassDD651BBB1B4C45FD834284B34DF9F03D\"><p>​Na LiveBC de segunda-feira (11/5), Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do Banco Central, apresenta as recentes mudanças no modelo de crédito imobiliário, com foco na ampliação do acesso ao financiamento habitacional e na modernização das fontes de recursos do setor. Acompanhe ao vivo e participe enviando as suas perguntas pelo chat. A transmissão acontece às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/@BancoCentralBR\" target=\"_blank\">Canal do BC no YouTube​</a>.<br></p></div>","lead":"Mudanças criaram alternativas para o financiamento e aumentam a liquidez. Novo modelo é flexível e bancos têm acesso a mais recursos para emprestar. A LiveBC acontece na segunda-feira (11/5), às 14h, no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Portal de Dados Abertos do BC ganha quatro tutorais","Id":21116,"urlImg":{"Description":"Imagem de uma lupa","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/transparencia.png"},"dataPublicacao":"2026-05-08T12:16:11Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-11T11:31:49Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassCBCF8DA8186541F1B19811D34E25A62F\"><span style=\"font-size&#58;13px;\"></span><p>Para facilitar o uso e ampliar o aproveitamento dos dados disponíveis, o Banco Central (BC) lançou quatro tutoriais detalhados sobre o Portal de Dados Abertos. Os conteúdos explicam aspectos relativos ao acesso, à navegação e à extração de dados do portal. Clique <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/pages/tutoriais\" target=\"_blank\">aqui </a>para ter acesso aos tutoriais.&#160;</p><p>A seguir, estão detalhados esses tutoriais.</p><p><strong>​1. Conhecendo o Portal de Dados Abertos do Banco Central do Brasil<br></strong>Nele, é possível aprender a navegar pelo Portal de Dados Abertos do BC, conhecer sua estrutura e entender como pesquisar, filtrar e acessar conjuntos de dados públicos. O vídeo apresenta os principais recursos do portal, como a barra de pesquisa, as etiquetas temáticas, os metadados, os formatos de dados disponíveis e os canais de contato e <em>feedback</em>.&#160;</p><p><strong>2. Como utilizar o navegador da plataforma ágil de serviços de dados do Banco Central do Brasil (Olinda)<br></strong>Neste tutorial, é ensinado como usar o Navegador de Dados da plataforma Olinda, uma solução ágil do BC para acesso a dados abertos de forma simples, segura e eficiente, usando as estatísticas do Pix como exemplo. O vídeo demonstra, passo a passo, como realizar uma consulta nas estatísticas do Pix, aplicar filtros, ordenar resultados e exportar os dados em formato CSV para uso em ferramentas como o Excel. A opção é ideal para quem quer explorar e reutilizar dados públicos do BC.&#160;</p><p><b>3. Como acessar conjunto de dados abertos no formato OData (</b><em style=\"font-weight&#58;bold;\">Open Data Protocol</em><b>) com o Excel<br></b>Este tutorial ensina como acessar dados abertos do BC diretamente no Excel, sem precisar baixar arquivos manualmente, usando a base de cotação comercial do dólar como exemplo. O vídeo mostra, na prática, como conectar o Excel à API Data (protocolo padrão ISO/IEC para criar e consumir APIs de forma simples e padronizada) e consultar a cotação do dólar comercial por período, além de editar a consulta para atualizar os dados automaticamente. Trata-se de uma forma simples e eficiente de consumir dados públicos atualizáveis diretamente na planilha.&#160;</p><p><b>4. Como acessar conjunto de dados abertos no formato CSV com o Excel<br></b>Mostra como acessar dados públicos do BC diretamente no Excel utilizando URLs de recursos CSV disponibilizados pelo Portal de Dados Abertos. O vídeo mostra, passo a passo, como identificar o recurso CSV de uma série temporal e importá-la no Excel de forma automática, sem a necessidade de fazer o download do arquivo. Ao final, será possível ver como carregar a série, visualizar os dados na planilha e utilizá-los em gráficos, análises e outras operações.</p><p><strong>​Transparência</strong><br>De acordo com o Chefe Adjunto da Ouvidoria do BC, Aloísio Tupinambá, os tutoriais, ao facilitar o uso dos dados, contribuem para ampliar e aprofundar a transparência do BC. A criação de tais tutoriais objetiva também atender às demandas específicas de usuários com dúvidas de acesso e manuseio do portal.&#160;</p><p>“O público que já consulta o Portal de Dados Abertos poderá melhorar ainda mais sua experiência. Além disso, mais usuários poderão passar a utilizar os dados, ampliando-se a&#160; tempestividade na divulgação de informações e reduzindo-se a assimetria de informações divulgadas pelo BC&quot;, disse Aloísio Tupinambá, Chefe Adjunto da Ouvidoria do Banco Central.&#160;</p><p>Já do ponto de vista organizacional, ele diz que a iniciativa dos tutoriais tende a reduzir demandas específicas que muitas vezes podem ser resolvidas pelo próprio demandante ao acessar o portal.</p><p>​<img src=\"/content/home/noticias-img/NL_V1_tutoriais_portal_dados_abertos_BC.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><strong>​Portal de Dados Abertos do BC&#160;<br></strong>Chefe do Escritório de Governança da Informação (Eginf), subunidade do Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf), Luiz Gustavo Berno explica que o Portal de Dados Abertos do BC constitui um amplo e qualificado catálogo de dados em formato aberto, ou seja, para o livre uso, tratamento, cruzamento com outros dados e reutilização. “É uma ferramenta moderna que potencializa a transparência, e, por conseguinte, o maior controle e participação social&quot;, destacou ele.&#160;&#160;</p><p>No espaço, é possível encontrar informações sobre taxas de juros por instituição financeira, tarifas de serviços financeiros, taxas de câmbio, balanças comercial e de pagamentos, níveis de preços, reclamações contra instituições financeiras, informações sobre transações Pix, sustentabilidade ambiental, inclusão financeira etc.</p><p><strong>​Milhares de acessos<br></strong>Em 2025, o Portal de Dados Abertos do BC contabilizou cerca de 5,6 milhões de visualizações, um crescimento expressivo em relação ao verificado em 2024, quando o portal teve 1,4 milhão de visualizações.&#160;</p><p>“Em geral, o usuário mais frequente é do meio acadêmico, da área de pesquisa. Também temos a visita constante de profissionais da área financeira, funcionários públicos e jornalistas especializados. A ideia dos tutoriais é diversificar e ampliar esse público, tornando o portal mais acessível a todos&quot;, finalizou o Chefe Adjunto da Ouvidoria.&#160;</p><p>A divulgação de bases de dados é regulamentada pelo Decreto 8.777/2016, que instituiu a Política de Dados Abertos do Poder Executivo Federal.&#160;</p><p>Acesse os tutoriais <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/pages/tutoriais\" target=\"_blank\">aqui</a>.</p><p>Acesse o Portal de Dados Abertos do Banco Central <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/\" target=\"_blank\">aqui</a>.​<br></p><span style=\"font-size&#58;13px;\"><br></span></div>","lead":"O propósito é facilitar acesso aos dados disponibilizados pelo Banco Central. Tutoriais em vídeo ensinam como navegar pela plataforma e utilizar os recursos para obter os dados. Leia a matéria para saber como assistir às explicações."},{"titulo":"BC debate segurança cibernética","Id":21106,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-04-29T14:04:40Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-05T19:06:20Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass26379C901D7042C8889E91343DEE4341\"><div>O Banco Central (BC) promoveu o “BC <em>Cyber Resilience Forum</em> 2026 Provedores Críticos”. O evento, realizado no início do mês, reuniu representantes da autoridade monetária, provedores de tecnologia, empresas de segurança e bancos para discutir aspectos técnicos relacionados à segurança cibernética e à resiliência operacional do Sistema Financeiro Nacional (SFN), além de alinhar entendimentos sobre o assunto.<br></div><div><br></div><div>Durante sua participação na abertura do evento, o Diretor de Administração do BC, Rodrigo Teixeira, defendeu que a “pauta de segurança cibernética é fundamental hoje para a ‘saúde’ do SFN” e lembrou que, nos últimos anos, o Sistema avançou de forma notável em digitalização, integração e escala. Segundo ele, “infraestruturas como o Pix e o Sistema de Transferência de Reservas (STR) tornaram-se elementos cotidianos e críticos da vida econômica do país, avanço que criou inclusão, eficiência e competitividade, mas também ampliou nossa exposição a riscos”.</div><div><br></div><div>Ao mesmo tempo, no entanto, Teixeira ressalvou que os acontecimentos dos últimos meses (de crimes cibernéticos no sistema financeiro) evidenciaram uma mudança de patamar na natureza do risco cibernético, hoje um risco estrutural do SFN.&#160;</div><div><br></div><div>“É nesse contexto que esse evento foi concebido. Ao reunir fornecedores de software, provedores de serviço de tecnologia da informação e provedores da rede do SFN, o BC sinaliza uma compreensão clara&#58; a resiliência do sistema não é construída de forma isolada, mas depende do engajamento coordenado de todo o ecossistema de provedores críticos que sustentam as infraestruturas financeiras do país&quot;, disse Rodrigo Teixeira, Diretor de Administração do BC.<br></div><div><br></div><div>Teixeira destaca, ainda, que a segurança de uma infraestrutura crítica depende tanto da robustez interna das instituições quanto do nível de maturidade de seus fornecedores, parceiros e prestadores de serviços.</div><div><br></div><div><strong>Estabilidade</strong></div><div>O Diretor de Fiscalização do BC, Ailton Aquino, também participou da abertura do evento. Segundo ele, risco cibernético é um dos assuntos que mais engajam as equipes da Autarquia, independentemente do dia, da data e do horário. “O risco cibernético é central, é um risco para a estabilidade financeira”, afirmou.</div><div><br></div><div>Na sua visão, para combater o problema, o diálogo sobre o assunto é estratégico e precisa ser feito de forma constante. Ele lembrou que os recentes incidentes de segurança cibernética ocorridos no sistema financeiro exigiram que o BC trabalhasse de forma rápida e ágil em novas regulamentações e enfrentasse os desafios que surgiram.&#160;</div><div><br></div><div>“A agenda normativa de cibersegurança do BC vai continuar. O que nós esperamos é que os riscos sejam muito bem mapeados e os controles implementados e testados de forma periódica.”</div><div><br></div><div>O Diretor enfatizou a importância do monitoramento contínuo, de forma ininterrupta, por parte dos bancos e dos provedores de tecnologia, e ressaltou que “estrutura, resiliência e gestão de riscos têm que estar presentes em cada uma dessas entidades. A qualidade dos controles, da governança e da resposta a incidentes impacta diretamente a estabilidade, a confiança e a continuidade dos serviços financeiros como um todo”.</div><div><br></div><div>Ele ainda abordou a questão da terceirização, comum no mercado, e destacou que ela não transfere integralmente os riscos, seja para o prestador ou para a instituição financeira&#58; “Todo o ecossistema precisa investir em mecanismos de controle e de segurança de forma proporcional aos seus riscos. A Supervisão (do BC) vai avaliar a capacidade efetiva de gestão de riscos e de incidentes (por parte dessas entidades)”.</div><div><br></div><div>“Para a estabilidade do SFN, é preciso garantir que os serviços críticos do SFN e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) sejam suportados por arranjos operacionais e serviços tecnológicos seguros e resilientes”, finalizou.</div><div><br></div><div><strong>Amplitude</strong></div><div>Durante o evento, as discussões trataram de diversos temas relacionados à cibersegurança do SFN.&#160;</div><div><br></div><div>Na ocasião, o Chefe do Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf) do BC, Caio Fernandes, considerou o encontro como sendo “um espaço importante de troca de informações para que possamos sair cada vez mais fortes, com mais capacidade de reação a esses eventos cibernéticos”.</div><div><br></div><div>Por sua vez, Aristides Cavalcante, Chefe do Departamento de Gestão Estratégica e Supervisão Especializada (Degef) do BC, reafirmou o compromisso de que a Instituição continuará evoluindo no combate aos crimes cibernéticos e analisando eventuais novos aprimoramentos regulatórios.</div><div><br></div><div>Ambos comentaram sobre a importante agenda de inovação capitaneada pelo BC e implementada nos últimos anos no SFN (Pix, Open Finance etc.), a qual beneficiou milhares de cidadãos e empresas, mas também aumentou os riscos do sistema&#58; o reporte de incidentes críticos comunicados por ano pelas instituições financeiras ao BC saltou de 20, em 2020, para 76, em 2025; já o número de incidentes com subtração de recursos financeiros das instituições financeiras (fraudes) saltou de 9 para 36 nesse mesmo período.</div><div><br></div><div>Para eles, são fundamentais para a resiliência cibernética do SFN&#58; a correta gestão de acesso, a mitigação dos riscos de terceiros e a proteção de <em>Application Programming Interface</em> (APIs), além do monitoramento das operações em si. ​</div><p><br></p></div>","lead":"Tema foi discutido com infraestruturas financeiras e bancos. BC e demais players alinharam entendimentos sobre o assunto. Leia a matéria e saiba como foi o encontro ocorrido no Edifício-Sede."},{"titulo":"LiveBC: Relatório de Cidadania Financeira 2025 mostra que mais de 96% dos brasileiros têm conta bancária ou de pagamento","Id":21097,"urlImg":{"Description":"Ícone da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/Forms/Thumbnails.aspx?RootFolder=%2fcontent%2fhome%2fnoticias-img%2fthumbnail&FolderCTID=0x0120006089FBE964B02E47919737803C075051#"},"dataPublicacao":"2026-04-22T16:05:23Z","ultimaAtualizacao":"2026-06-09T19:54:06Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass136FCF0D28694C5AABF2692A3F330D71\"><div>Na LiveBC transmitida em 13 de abril, Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central (BC), e Luis Gustavo Mansur Siqueira, Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira, comentaram o recém-lançado <a href=\"/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/RCF/relatorio_de_cidadania_financeira_2025.pdf\">Relatório de Cidadania Financeira 2025</a><a href=\"/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/RIF/relatorio_de_cidadania_financeira_2025.pdf\">​</a>, que mapeia a cidadania financeira no Brasil com foco na baixa renda e traz um recorte de uso do crédito por gênero e raça no Brasil. Confira abaixo os principais pontos do programa e assista à 50ª LiveBC na íntegra <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=9htZJdXesAk\">aqui</a>.&#160;</div><div><br></div><div>Izabela explicou no programa que o RCF se estrutura em quatro pilares fundamentais da cidadania financeira&#58; inclusão, proteção, educação e participação, trazendo nesta edição um debate global sobre o bem-estar financeiro, pauta alinhada a organismos como o G20 e a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">&quot;O relatório de cidadania financeira aborda a relação dos cidadãos e consumidores financeiros com o Sistema Financeiro Nacional. Além dos debates sobre inclusão, educação e proteção, trazemos nesta edição informações inéditas sobre gênero e raça, e um debate global bastante interessante sobre o bem-estar financeiro&quot;, destacou&#160;</span>a&#160;diretora.&#160;</div><div><br></div><div>Segundo Mansur, um dos marcos mostrados no relatório é o fato de o Brasil ter atingido 96% da população adulta com conta bancária, nível comparável ao de países desenvolvidos. Esse avanço, contou, é fruto de políticas públicas de longo prazo e da inovação tecnológica, com destaque para o Pix, que universalizou o uso efetivo das contas e trouxe para o sistema quem antes estava excluído. O desafio agora, completou Izabela, é a &quot;última milha&quot;&#58; os 4% dos brasileiros que ainda não mantêm relacionamentos com instituições financeira e os usuários inativos, majoritariamente homens, idosos e residentes do Norte e Nordeste.</div><div><br></div><div>Ao destacar que o Brasil figura entre os países mais bancarizados do mundo, Luis Mansur comentou que não existe um segredo único para chegar a esse resultado, mas uma combinação de políticas acertadas e inovação. “O Pix foi o divisor de águas no uso do sistema bancário.” Segundo ele, o propósito do Banco Central é olhar a qualidade dessa inclusão. “Vamos focar em educação e proteção para garantir o bem-estar da população&quot;, afirmou o chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira.</div><div><br></div><div>Izabela Correa também disse que o RCF 2025 acende um alerta sobre a qualidade do crédito. Embora o acesso tenha crescido, com 117 milhões de pessoas com operações ativas, cerca de 53 milhões utilizam modalidades de juros altos, como o rotativo do cartão e o parcelado com juros. Alertou, ainda, Mansur&#58; &quot;Muitas vezes, o cidadão só percebe que tem uma dívida quando deixa de pagar. É preciso trabalhar para que essas linhas emergenciais não sejam usadas como parte do salário&quot;.</div><div><br></div><div><strong>Recorte de raça e gênero</strong></div><div>Pela primeira vez, o RCF mapeou o uso do crédito por gênero e raça. O documento mostra que os homens utilizam mais o financiamento de veículos e o cheque especial. Já a mulher utiliza mais o rotativo e o parcelamento com juros do cartão de crédito, que possuem as maiores taxas de juros do mercado.</div><div><br></div><div>“Os achados do RCF levantam novas perguntas para explorarmos e avançarmos no tema. A análise por gênero e raça mostra diferenças na composição das operações de crédito [dos diferentes recortes], o que reflete nas taxas de juros observadas e suscita atenção sob as perspectivas da oferta e da demanda”, aponta a Diretora Izabela.</div><div><br></div><div>Na população de baixa renda, segundo o levantamento, mulheres pagam mais boletos que homens, mas os boletos pagos pelos homens são de valor maior. “Uma hipótese aqui é que os homens pagam o boleto dos financiamentos de veículos por exemplo, o que os coloca em vantagem em termos da qualidade dos gastos com os quais se comprometem. As mulheres, majoritariamente responsáveis pela gestão rotineira da casa, ficam envolvidas com dívidas de consumo que não resultam em construção de patrimônio para elas”, disse Mansur.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>O relatório mostra ainda que as mulheres negras usam o rotativo do cartão ainda mais que a mulheres brancas. Como um efeito combinado de perfil de uso do crédito, as mulheres negras são o grupo da população que paga as mais altas taxas de juros.&#160;</div><div><br></div><div>O Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira afirmou que, em compensação, a mulher negra foi quem mais utilizou as linhas de microcrédito produtivo, que possuem taxas mais baixas, parecidas com as do crédito consignado. “Porém, para as mulheres negras, a participação do rotativo e parcelado ainda é muito maior, 23% do total do crédito contratado, do que a participação de 4% do microcrédito”, enfatizou. “Todas essas informações visibilizam diferenças que orientarão pesquisas futuras e podem subsidiar os formuladores de políticas públicas&quot;, emendou a Diretora Izabela.</div><div><br></div><div>Ao fim do programa, a dupla acrescentou que o relatório também aborda temas como o endividamento excessivo e o crescimento de golpes, reforçando a necessidade de proteção, supervisão e educação financeira contínua, destacando o papel da educação financeira provida pelas próprias instituições financeiras aos seus clientes.</div><div><br></div><div><a href=\"/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/RCF/relatorio_de_cidadania_financeira_2025.pdf\">Clique​</a>&#160;para acessar o Relatório de Cidadania Financeira (RCF) 2025.<br></div></div>","lead":"BC amplia o debate sobre bem estar financeiro, com recortes de gênero e raça e olhar para a população mais vulnerável. Não conseguiu assistir à live deste mês? Leia a matéria e acesse o link do programa.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"BC e CVM formalizam cooperação para ampliar e qualificar as informações de crédito no país","Id":21096,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-04-17T17:59:24Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-29T21:46:06Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassDB17CD463B3846B9AF996AA1E1F1145D\"><p>​O Banco Central do Brasil (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) assinaram Acordo de Cooperação Técnica voltado ao aprimoramento do intercâmbio de informações sobre operações de crédito no país. A iniciativa amplia, de forma estruturada, a base de dados utilizada para o monitoramento do crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN).&#160;</p><p>A cooperação está alinhada ao arcabouço previsto na Resolução CMN 5.037, de 2022, que permite a inclusão, no Sistema de Informações de Créditos (SCR), de dados provenientes de entidades reguladas por outros órgãos, mediante acordo específico. O SCR, administrado pelo BC, é o principal repositório de informações sobre operações de crédito do país e tem papel central tanto na fiscalização prudencial quanto no intercâmbio de dados entre instituições autorizadas.&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;</p><p>“A ampliação e a qualificação das informações compartilhadas reforçam a capacidade de supervisão e aprofundam a compreensão dos riscos de crédito no sistema financeiro. Esse avanço é fundamental para decisões mais consistentes e para o adequado funcionamento do mercado&quot;, disse Aílton de Aquino Santos, Diretor de Fiscalização do BC.&#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v1_acordo_cvm_NL_422432_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p>Desde 2012, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), regulados pela CVM, já remetem informações ao SCR. O novo acordo amplia esse escopo ao incluir companhias securitizadoras e outros veículos que investem em direitos creditórios, segmentos que ganharam relevância nos últimos anos no financiamento da economia, especialmente fora do sistema bancário tradicional.&#160;</p><p>Com dados mais completos e padronizados, as autoridades fortalecem a capacidade de identificar, monitorar e avaliar riscos de crédito, tanto em análises microprudenciais quanto em estudos macroprudenciais, como os que subsidiam o Relatório de Estabilidade Financeira e o Comitê de Estabilidade Financeira.&#160;</p><p>Para securitizadoras e fundos de investimento, o acordo tende a representar um avanço relevante na análise de crédito ao possibilitar acesso a informações mais consistentes sobre os devedores. Para o mercado financeiro como um todo, a iniciativa contribui para reduzir assimetrias de informação e favorecer uma precificação mais adequada do risco, com potenciais efeitos positivos sobre os custos do crédito para os tomadores finais.&#160;</p><p>A formalização do acordo marca um passo adicional na coordenação entre o BC e a CVM, reforçando a atuação conjunta das duas autoridades no contínuo aperfeiçoamento do ambiente de crédito e na promoção da estabilidade do sistema financeiro.<br></p><p><br></p></div>","lead":"Acordo aprofunda integração para troca estruturada de dados de crédito. Cooperação amplia visão sobre crédito fora do sistema bancário tradicional. Medida fortalece supervisão, reduz assimetrias e aprimora políticas macroprudenciais."},{"titulo":"LiveBC: Nova edição de relatório do BC traz a evolução da Cidadania Financeira no Brasil ","Id":21087,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2026-04-10T20:15:58Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-13T13:52:23Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassAE89C56F9C3F404EBDB99199318BE31E\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (13), Izabela Correa, Diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, e Luis Gustavo Mansur Siqueira, Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira, detalham o Relatório de Cidadania Financeira, que será divulgado no mesmo dia,&#160;às 10h. Acompanhe ao vivo e participe enviando as suas perguntas pelo chat. A transmissão acontece às 14h, na segunda-feira (13),&#160;no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=9htZJdXesAk\" target=\"_blank\">Canal do BC no YouTube​</a>.<br></p></div>","lead":"Conheça os dados que constam do Relatório de Cidadania Financeira. Documento traz panorama da inclusão financeira e recorte de acesso a crédito por gênero e raça.  A LiveBC começa às 14h, na próxima segunda-feira (13), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Prêmio Top 5 Focus: edição 2026","Id":21086,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-04-09T16:07:15Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-09T16:24:35Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass70566DFBCB444F34B722EDF4D3EE4E06\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​O Banco Central (BC) premiou, nesta quinta-feira (9/4), as dezesseis instituições que obtiveram o primeiro lugar nos <em>rankings</em> anuais Top 5 de diversos indicadores contidos no <a href=\"/controleinflacao/expectativasmercado\" target=\"_blank\">Sistema Expectativas de Mercado</a> (Relatório Focus).&#160; A entrega dos certificados foi feita no evento de Premiação Anual Rankings Top 5 2025, em São Paulo, e foi seguida de debates sobre cenário internacional, cenário doméstico, inflação e política monetária.<br><br>Clique <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=9cNkQKqx4Lg&amp;t=7s\" target=\"_blank\">aqui</a> e veja como foi a premiação.<br><br>A iniciativa tem como objetivo premiar as instituições participantes cujas expectativas mais se aproximam dos resultados efetivos observados para alguns indicadores econômicos. Foram premiadas as instituições que obtiveram o primeiro lugar nos <em>rankings</em> anuais de 2025 para IPCA e seus componentes, taxa de câmbio, taxa Selic, taxa de desocupação, PIB e seus componentes e variáveis do setor fiscal.<br><br>As projeções que compõem o Relatório Focus são informadas por bancos, gestoras de recursos, empresas do setor real, distribuidoras, corretoras, consultorias etc. Conhecer e acompanhar a evolução das expectativas de mercado em relação à situação da economia brasileira é importante para a formulação da política monetária, subsidiando decisões do <a href=\"/controleinflacao/copom\" target=\"_blank\">Comitê de Política Monetária</a> (Copom), alimentando modelos do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep) do BC, além de servir de referência para estudos na área e para aqueles que buscam alguma informação sobre o futuro de nossa economia.<br><br><strong>Saiba mais</strong><br>Os <em>rankings</em> Top 5 de curto prazo são divulgados mensalmente, enquanto os de médio prazo são divulgados trimestralmente. Nos <em>rankings</em> de curto prazo, a precisão das projeções é avaliada com defasagem de cerca de um mês em relação à publicação do indicador analisado nos últimos três meses. Nos de médio prazo, considera-se a precisão média das projeções para um trimestre nos três meses do trimestre anterior. Os <em>rankings</em> anuais de curto e médio prazos consideram a média da performance das instituições nos respectivos <em>rankings</em> mensais e trimestrais.<br><br>Os <em>rankings</em> de longo prazo (ano corrente e ano seguinte) são divulgados no primeiro trimestre de cada ano e consideram a precisão das projeções informadas em cada um dos doze meses do ano para o indicador anual do mesmo ano (publicado no ano subsequente) ou do ano subsequente (publicado no segundo ano à frente).<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><img src=\"/content/home/SiteAssets/Lists/NotasNoticiasManchetes/EditForm/V4_QUADRO_PT_premiacao_anual_top_5_413825_2026.jpg\" alt=\"V4_QUADRO_PT_premiacao_anual_top_5_413825_2026.jpg\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p></div>","lead":"Foram premiadas instituições em 1º lugar nos rankings anuais de 2025 das expectativas de mercado. Entre os indicadores projetados estão IPCA, taxa de câmbio, taxa Selic e PIB. Conheça as dezesseis instituições premiadas. "},{"titulo":"Relatório da Ouvidoria 2025: BC reforça eficiência e transparência na relação com o cidadão","Id":21081,"urlImg":{"Description":"ícone da transparência","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/transparencia.png"},"dataPublicacao":"2026-04-08T11:21:51Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-15T14:11:08Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass350C4AD2E89440A8BA19597E92C15D53\"><div>​O Banco Central (BC) publicou, em 31/03, o Relatório da Ouvidoria referente ao ano de 2025. O documento, que é divulgado anualmente, apresenta um balanço detalhado das atividades e das interações da Ouvidoria com o público realizadas durante o ano que passou. Instrumento de prestação de contas sobre a governança e a conduta ética da autarquia frente à sociedade, o relatório destaca uma redução no volume total de demandas.</div><div><br></div><div>Clique <a href=\"/content/acessoinformacao/relatoriosouvidoria/Relatorio%20da%20Ouvidoria%202025%20-%20PUBLICADO.pdf\" target=\"_blank\">aqui​</a> para acessar o Relatório da Ouvidoria 2025.</div><div><br></div><div>“Ao longo do ano, a instituição processou 27.099 manifestações pelo canal da Ouvidoria. Desse total, 98,1% das demandas foram recebidas por canais digitais, evidenciando a alta conectividade do cidadão com os serviços da autarquia”, destaca Helio Celidonio, Ouvidor do Banco Central.</div><div><br></div><div>Entre os indicadores de eficiência, também sobressai a agilidade no atendimento, com um tempo médio de resposta de apenas 2,5 dias, ante o prazo legal de 30 dias. Além disso, o relatório enumera melhorias operacionais implementadas que refletem sugestões dos cidadãos, inclusive visando fortalecer a segurança bancária e a inclusão digital.</div><div><br></div><div>A instituição reforça seu compromisso com a transparência e o acesso à informação, liderando rankings federais de menor índice de negativas de pedidos de informação ao amparo da Lei de Acesso à Informação (LAI), segundo resultados disponibilizados por meio do relatório <a href=\"/content/acessoinformacao/informes_lai_docs/informes/Informe%20LAI%20(2025).pdf\" target=\"_blank\">Informe LAI 2025</a>, que compara a atuação dos vinte órgãos do Executivo Federal mais demandados no ano. Ainda em 2025, foi editada a revisão da <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=531\" target=\"_blank\">Política de Transparência do Banco Central</a> e o <a href=\"/content/acessoinformacao/acesso_informacao_docs/Plano_Dados_Abertos_BC.pdf\" target=\"_blank\">Plano de Dados Abertos do Banco Central (PDA/BC) 2025-2027</a>, bem como foi realizada a <a href=\"/content/acessoinformacao/relacionados_trans_docs/Outros/Relatório_da_Pesquisa_de_Transparência_2025.pdf\" target=\"_blank\">Pesquisa de Transparência Ativa do Banco Central 2025</a>.</div><div><br></div><div>Abaixo, destacamos os principais pilares que nortearam a atuação institucional no último ano.<br></div><div><br></div><div><strong>Desempenho e inovação do BC em 2025</strong></div><div><br></div><div><ul><li><strong>Agilidade recorde no atendimento&#58;</strong> o BC demonstrou alta eficiência operacional ao responder às demandas dos cidadãos em um prazo médio de apenas 2,5 dias, um índice significativamente inferior aos 30 dias permitidos pela legislação vigente.<br></li><li><strong>Liderança em transparência pública&#58;</strong> no âmbito da LAI, o BC consolidou-se como o primeiro colocado entre os 20 órgãos mais demandados do Executivo Federal em menor tempo de resposta (4,7 dias) e também o primeiro com o menor índice de negativas de acesso (apenas 3,9%).<br></li><li><strong>Foco em segurança digital e prevenção a fraudes&#58;</strong> alinhado ao interesse dos cidadãos com a segurança bancária, o BC implementou medidas robustas, como o “botão de contestação” no Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix e a criação do sistema de bloqueio BC PROTEGE+ no Registrato.<br></li><li><strong>Protagonismo em dados abertos&#58;</strong> a instituição encerrou o período como referência nacional, disponibilizando 4.107 conjuntos de dados no Portal Brasileiro de Dados Abertos, o que corresponde a 26,6% de todo o acervo de dados públicos do país.<br></li><li><strong>Compromisso com a inclusão&#58;</strong> após sugestões de cidadãos, em 2025, o BC implementou novos padrões de acessibilidade no Registrato, garantindo que pessoas com deficiência visual possam acessar integralmente suas informações financeiras de forma autônoma.<br></li></ul></div><div>Além de cumprir o dever legal de prestação de contas, o Relatório da Ouvidoria atua como um indutor de melhorias contínuas, transformando as sugestões e as reclamações dos brasileiros em avanços reais para o Sistema Financeiro Nacional.</div><div><br></div><div>​​“Cabe destacar que os resultados alcançados são fruto de permanente interação e parceria com as diversas áreas do Banco Central. Especial reconhecimento deve ser dado ao Departamento de Atendimento ao Cidadão (Deati) – <a href=\"/acessoinformacao/sic\" target=\"_blank\">Serviço de Informações ao Cidadão</a> (SIC) –, no tratamento das demandas LAI, e ao Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf) – Escritório de Governança da Informação (Eginf) –, no acompanhamento do cronograma do Plano de Dados Abertos e na publicação de novas bases e manutenção do Portal de Dados Abertos”, afirma Helio Celidonio.​</div></div>","lead":"98,1% das manifestações foram recebidas por canais digitais; destaque no atendimento a pedidos de informação pela LAI. Leia a matéria e acesse o relatório na íntegra."},{"titulo":"Inscrições para a Conferência Anual do Banco Central estão abertas até 5 de maio","Id":21080,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_4.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_4.png"},"dataPublicacao":"2026-04-07T20:44:58Z","ultimaAtualizacao":"2026-05-05T13:59:33Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassA8D79531E9ED4D94A19575FD7C373626\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">Estão abertas as inscrições para a Conferência Anual do Banco Central do Brasil (BC) 2026, que será realizada de 13 a 15 de maio no Edifício-Sede do BC, em Brasília. Os interessados podem se inscrever por meio do <a href=\"https&#58;//pesquisa.bcb.gov.br/conf-anual-bc\" target=\"_blank\">formulário <em>on-line</em></a> até 5 de maio ou enquanto houver vagas disponíveis.<br><br>A edição deste ano terá como palestrantes principais Gabriel Chodorow-Reich, professor da Universidade de Harvard e uma das principais referências internacionais em macroeconomia e finanças; e Christopher Erceg, vice-diretor do Departamento de Mercados Monetários e de Capitais do Fundo Monetário Internacional (FMI), com passagem pelo Federal Reserve Board e reconhecida atuação nas áreas de política monetária e estabilidade financeira.<br><br>A sessão de abertura será conduzida pelo Presidente do BC, Gabriel Galípolo, e pelo Diretor de Política Econômica (Dipec) e de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos (Direx), Paulo Picchetti, reforçando o compromisso institucional com o fortalecimento do diálogo entre a pesquisa acadêmica e a formulação de políticas públicas no país.<br><br>Com foco em temas como macroeconomia, estabilidade financeira, intermediação e inovação financeira, regulação macroprudencial, economia internacional e sustentabilidade, a Conferência reunirá pesquisadores, acadêmicos, formuladores de políticas públicas, representantes de bancos centrais e instituições multilaterais.<br><br>Ao longo dos três dias, além das palestras e de uma sessão especial dedicada ao <em>buffer</em> contracíclico, haverá sessões acadêmicas voltadas à discussão de artigos selecionados entre mais de trezentos trabalhos submetidos à chamada pública.<br><br>A edição de 2026 contará também com uma exposição de pôsteres acadêmicos, iniciativa que busca ampliar o intercâmbio de ideias entre jovens pesquisadores, economistas do BC, universidades e demais instituições de pesquisa, promovendo a disseminação de estudos teóricos e aplicados.<br><br>Confira a programação na <a href=\"/acessoinformacao/eventos/155\" target=\"_blank\">página oficial da Conferência</a>.<br><br>A realização do evento conta com o apoio institucional do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).<br></p></div>","lead":"A Conferência será realizada de 13 a 15 de maio em Brasília. O evento terá a participação dos palestrantes Gabriel Chodorow-Reich e Christopher Erceg. A edição de 2026 contará também com uma exposição de pôsteres acadêmicos."},{"titulo":"Revista da PGBC recebe artigos para edição especial","Id":21077,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-04-06T12:56:21Z","ultimaAtualizacao":"2026-08-26T18:34:37Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass105433465F1A4D5B978696335A4E9802\"><p></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/v3_TEASER_revista_pgbc_edicao_especial_enxoval_nl_415621.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p>A <a href=\"https&#58;//revistapgbc.bcb.gov.br/revista/issue/view/42/252\" target=\"_blank\">Revista da Procuradoria-Geral do Banco Central (PGBC</a>) está com a chamada de artigos aberta para a sua próxima edição, que será um número especial sobre <strong>cidadania financeira</strong>. Interessados em submeter seu trabalho à publicação devem enviá-lo por <a href=\"https&#58;//revistapgbc.bcb.gov.br/index.php/revista/information/authors\" target=\"_blank\">aqui</a> até 30 de agosto. A publicação da revista está prevista ainda para 2026.&#160;</p><p>O propósito desse número é divulgar trabalhos jurídicos relacionados às quatro dimensões da cidadania financeira&#160;(inclusão financeira, educação financeira, proteção do consumidor e&#160;participação)&#160;que, ao mesmo tempo,&#160;dialoguem com&#160;os&#160;recentes avanços tecnológicos e com a agenda evolutiva do Banco Central (BC).&#160;</p><p>A seguir, exemplos de artigos&#160;que podem ser submetidos (e de tópicos relacionados a eles)&#58;&#160;<br></p><p><strong>I – Digitalização do acesso ao crédito&#160;&#160;</strong></p><p>- Inteligência artificial&#58; transparência e vieses algorítmicos.</p><p>- Experiência do usuário e superendividamento&#58; aperfeiçoamentos regulatórios para garantia de acesso à informação adequada.</p><p>- Redução do <em>spread</em> para micro e pequenas empresas&#58; duplicatas estruturais, Pix em Garantia, recebíveis de arranjo de pagamento e microcrédito.</p><p>- Mecanismos de <em>enforcement</em> para regras de transparência e relacionamento com usuários.</p><p><strong>II – Inclusão financeira na era da informação&#160;</strong></p><p>- Papel dos meios de pagamento eletrônicos e do Pix na promoção da inclusão financeira.</p><p>- Desafios e oportunidades para a educação financeira em plataformas digitais.</p><p>- Arranjos de pagamento e plataformas digitais&#58; interoperabilidade e acesso não discriminatório.</p><p>- Open Finance&#58; desafios para a inclusão de micro e pequenas empresas e para na comunicação dos benefícios ao público.</p><p><strong>III – Novas fronteiras de proteção do consumidor&#160;</strong></p><p>- Novos canais de participação, resolução de conflitos e construção de diálogo com o Sistema Financeiro Nacional (SFN).</p><p>- Mecanismos e práticas para prevenção de fraudes e golpes digitais.</p><p>- Segregação patrimonial de ativos virtuais&#58; desafios legais e operacionais.</p><p>- Os direitos do consumidor de serviços financeiros&#58; comentários à Lei 15.252/2025.</p><p>- Regulação administrativa e proteção do consumidor.&#160;</p><p>Além desses tópicos, trabalhos que tratem de outros assuntos, mas que sejam relevantes no âmbito do tema&#160;cidadania financeira, também poderão ser publicados após avaliação e aprovação&#160;do&#160;Conselho Editorial da revista.&#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/v2_IMAGEM_NL_revista_pgbc_edicao_especial_enxoval_nl_415621.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><strong>​Normas técnicas</strong>&#160;</p><p>Os artigos submetidos à&#160;publicação devem estar em Word,&#160;&#160;observando&#160;&#160;as&#160;regras&#160;de publicação&#160;e os parâmetros de editoração detalhados neste <a href=\"https&#58;//revistapgbc.bcb.gov.br/index.php/revista/information/authors\" target=\"_blank\"><em>link</em></a><em>.</em>&#160;&#160;A revista pode contar com mais de um volume caso sejam submetidos e aprovados um número expressivo de trabalhos.&#160;</p><p>Eventuais dúvidas devem ser remetidas ao<em> e-mail</em>&#160;<a href=\"mailto&#58;revista.pgbc@bcb.gov.br\" target=\"_blank\">revista.pgbc@bcb.gov.br</a>.&#160;&#160;</p><p><strong>Conceituada</strong>&#160;<br></p><p>Com periodicidade semestral (junho e dezembro) e classificação B1 no Qualis/Capes, a Revista da <strong>PGBC</strong> consolidou-se&#160;&#160;como referência em estudos jurídicos e regulatórios.&#160;&#160;A publicação&#160;busca promover a disseminação de conhecimento e o diálogo entre a academia e o setor público divulgando trabalhos jurídicos&#160;relacionados com as áreas de atuação do BC.&#160;</p><p>​A última edição da revista (volume 18, número 2),&#160;&#160;relativa ao segundo semestre de 2024,&#160;&#160;foi publicada recentemente e traz artigos sobre regulação financeira no Brasil, sanções econômicas internacionais, direito de pagar do devedor etc. Acesse o conteúdo da publicação <a href=\"https&#58;//revistapgbc.bcb.gov.br/revista/issue/view/42/252\" target=\"_blank\">aqui</a>.<br></p><p><br></p></div>","lead":" Publicação vai tratar de cidadania financeira e aspectos ligados ao tema. Interessados têm até 30 de agosto de 2026 para submeter seus trabalhos. Artigos precisam seguir normas técnicas exigidas. Acesse e leia a matéria para conferi-las."},{"titulo":"Banco Central divulga o Relatório Integrado (RIG) de 2025","Id":21076,"urlImg":{"Description":"Imagem de relatórios","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/relatorios.png"},"dataPublicacao":"2026-04-01T17:58:19Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-01T17:58:20Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass076C4F5411844558B3A27C8D1D8EE793\"><div>O Banco Central (BC) publicou o Relatório Integrado (RIG) referente ao ano de 2025. Divulgado anualmente, o documento presta contas à sociedade sobre o trabalho realizado pela Instituição ao longo do ano anterior, em linguagem simples, objetiva e acessível. O RIG reúne as principais entregas, os resultados e os desafios das diversas áreas do BC, e integra a prestação de contas formal ao Tribunal de Contas da União (disponível no <a href=\"https&#58;//portal.tcu.gov.br/transparencia-e-prestacao-de-contas\">Portal de Transparência e Prestação de Contas</a>).<br></div><div><br></div><div>Clique <a href=\"/publicacoes/relatoriointegrado\">aqui </a>para acessar o RIG 2025.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Institucional</strong></div><div>O RIG 2025 marca o encerramento do ciclo estratégico 2020–2025 do BC e traz um breve balanço das principais entregas realizadas no decorrer desse período. Ao final do ciclo, 78% das ações desdobradas dos Objetivos Estratégicos (OE) foram concluídas&#58; o Plano Estratégico Institucional (PEI-BC) contou com 117 ações planejadas, 91 concluídas e 26 estendidas para o período de 2026-2028.</div><div><br></div><div><strong>Resultados</strong></div><div>Ao longo de 2025, o BC apresentou resultados vinculados a cada um dos seus objetivos estratégicos definidos no PEI-BC.</div><div><br></div><div><strong>1. Política Monetária</strong></div><div>Em 2025, o BC lançou oficialmente a <a href=\"/publicacoes/Firmus?ano=2026\">Pesquisa Firmu</a>s, após a conclusão da fase-piloto. De periodicidade trimestral, a pesquisa capta a percepção das empresas brasileiras não financeiras sobre a conjuntura econômica e suas expectativas em relação a variáveis macroeconômicas, como inflação, PIB e câmbio. Ao reunir dados qualitativos e quantitativos, a Firmus subsidia a formulação da política monetária e amplia a compreensão da dinâmica econômica, ao incorporar fontes mais diversificadas de informação.</div><div><br></div><div><strong>2. Estabilidade Financeira</strong></div><div>Em 2025, diante dos desafios à segurança cibernética decorrentes da digitalização do SFN e do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), o BC adotou medidas estruturantes de proteção, como a obrigatoriedade de rejeição de transações com indícios de fraude, normas para o encerramento de contas-bolsão e a regulamentação do <em>Banking as a Service</em> (BaaS), com definição de responsabilidades e critérios de transparência.</div><div><br></div><div>No âmbito da infraestrutura digital, as políticas de segurança cibernética foram reforçadas com novos requisitos, como gestão de certificados digitais, integração segura de sistemas, testes de intrusão, controles de acesso e proteção de rede. As iniciativas refletem o compromisso do BC em assegurar que a inovação digital avance com segurança e preserve a solidez do sistema financeiro.&#160;</div><div><br></div><div>O BC também implementou um conjunto de medidas para reforçar a segurança do Pix, como o endurecimento dos requisitos para instituições não autorizadas, a contestação de transações fraudulentas nos aplicativos bancários, o bloqueio de chaves envolvidas em fraudes, a exclusão de participantes que não atendam ao patrimônio líquido mínimo exigido e a instituição de multa diária para o descumprimento do regulamento, entre outras iniciativas.</div><div><br></div><div><strong>3. Inclusão</strong></div><div>Foi adotado um novo modelo regulatório para expandir o crédito imobiliário. O sistema de consórcios movimentou R$121,8 bilhões, crescimento de 20,6% em relação a 2024, consolidando-se como alternativa de inclusão, enquanto as cooperativas de crédito ampliaram sua presença em municípios com menor cobertura bancária. Além disso, o BC regulamentou os ativos virtuais e abriu consulta pública para aprimorar o serviço de pagamentos e transferências internacionais (eFX), com ênfase em segurança e transparência.&#160;</div><div><br></div><div><strong>4. Competitividade</strong></div><div>O Pix manteve trajetória de forte expansão em 2025. Em dezembro, foram realizadas 7,934 bilhões de transações – alta de 24% em relação ao mesmo mês de 2024 –, envolvendo 172 milhões de pessoas e 22,2 milhões de empresas, com um total de 920 milhões de chaves registradas. Em 2025, ele ganhou duas novas funcionalidades&#58; o <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix-aproximacao\">Pix por aproximação</a> e o <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix-automatico\">Pix Automático</a>.</div><div><br></div><div><strong>5. Transparência</strong><br></div><div>Em dezembro de 2025, o BC lançou o <a href=\"/meubc/bcprotege\">BC PROTEGE</a>+, um serviço gratuito que permite a pessoas físicas e jurídicas informar ao SFN que não desejam a abertura de contas nem a inclusão como titulares ou representantes em contas de terceiros.&#160; A iniciativa constitui uma camada adicional de proteção contra fraudes envolvendo o uso de identidade falsa.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_rig_2025_419311_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>6. Educação</strong></div><div>O BC apresentou resultados relevantes na agenda de educação financeira em 2025. O <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\">Programa Aprender Valor</a> contabilizou 20,2 mil formações concluídas e 161,6 mil alunos avaliados em letramento financeiro, além de estar presente em mais de 27,6 mil escolas, alcançando 67% dos municípios brasileiros. A plataforma do programa foi modernizada, passando a atender também escolas particulares e o público em geral.&#160;</div><div><br></div><div>No mesmo ano, foi elaborada a nova Matriz de Competências de Letramento Financeiro, que servirá de base para a expansão do programa ao ensino médio em 2026 e como referência para o programa <a href=\"https&#58;//www.gov.br/mec/pt-br/na-ponta-do-lapis\">Na Ponta do Lápis</a>, coordenado pelo Ministério da Educação. No âmbito da supervisão, o BC realizou a primeira inspeção da Política de Educação Financeira em seis conglomerados financeiros – que abrangem os cinco maiores bancos e a maior instituição de pagamento do país –, alcançando um universo de 625 milhões de clientes.</div><div><br></div><div><strong>7. Sustentabilidade</strong></div><div>Foi aberta consulta pública para o aprimoramento do Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos (Relatório GRSAC), que consolida informações sobre a exposição das instituições supervisionadas a riscos e oportunidades no tema.</div><div><br></div><div>Em 2025, o BC participou da elaboração da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), sob liderança do Ministério da Fazenda. A taxonomia classifica atividades, ativos e projetos que contribuem para objetivos sociais, ambientais e climáticos, direcionando fluxos de capital às finanças sustentáveis. Os avanços receberam reconhecimento internacional, com o Brasil alcançando o grau de consolidação no pilar de financiamento sustentável do Relatório 2025 da Sustainable Banking and Finance Network, vinculada ao International Finance Corporation (IFC).</div><div><br></div><div><strong>8. Excelência</strong></div><div>Em 2025, o BC aprovou a Política de Diversidade, Equidade e Inclusão (PDIBC), atendendo às diretrizes de integridade pública organizacional estabelecidas no âmbito da administração pública federal. A política reafirma o compromisso institucional com o respeito à dignidade da pessoa humana, a prevenção e o combate à discriminação, bem como a promoção da diversidade, da equidade e do pluralismo de ideias.&#160;</div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/RIG_modelo_negocio.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;340px;\" /><br></div><div><br><br></div></div>","lead":" Documento resume as entregas e os resultados das diversas áreas\ndo BC.  Objetivo é prestar contas sobre a atuação do BC de forma objetiva, transparente e acessível. Atuação do BC seguiu a Agenda BC#, voltada à modernização do SFN e ao crescimento sustentável.\n\t\n"},{"titulo":"Proposta de nova regulação mira mais segurança, capital robusto e interoperabilidade no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)","Id":21075,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-03-31T18:24:09Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-06T12:52:53Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassD41598D1BA60401BA8F518C807508EB5\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​O Banco Central abriu consulta pública para aprimorar as regras que disciplinam o funcionamento das Operadoras de Sistemas do Mercado Financeiro (IOSMF) — entidades responsáveis por sistemas de liquidação, registro e depósito centralizado no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). As mudanças reforçam estabilidade financeira, elevam padrões regulatórios e alinham o país às melhores práticas internacionais.&#160;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Clique <a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/audpub/HomePage?1\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a> para acessar a Consulta Pública nº 129/2026.&#160;</p><p>A minuta revisa requisitos de <strong>autorização</strong>, exigindo ausência de apontamentos relevantes de supervisão e permitindo solicitação de <strong>relatório de asseguração razoável</strong> elaborado por auditoria independente.<br></p><p>&quot;Nosso objetivo é fortalecer a segurança e a resiliência do Sistema de Pagamentos Brasileiro em um ambiente de constante inovação e dinamismo. As medidas alinham as normas brasileiras aos princípios e melhores práticas internacionais em gerenciamento de risco, governança, capital, tecnologia e cibersegurança das infraestruturas de mercado financeiro, fortalecendo o sistema como um todo e tornando-o mais robusto e confiável&quot;. disse Nilton José Schneider David, Diretor de Política Monetária do Banco Central.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">No eixo de <strong>governança</strong>, são reforçados princípios de integridade, responsabilização e sustentabilidade. A indicação ou alteração de administradores deverá ser comunicada ao BC, acompanhada de comprovação de capacidade técnica.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Em <strong>gestão de riscos e resiliência operacional</strong>, as IOSMF deverão manter um <strong>Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI)</strong> revisado anualmente. Contratações de serviços de TI no exterior deverão prever testes de continuidade, e estruturas de cibersegurança e continuidade passarão por <strong>asseguração razoável bienal</strong>, além de avaliação da auditoria interna.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_CP_iosfm_enxoval_nl_417360_2026.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Na <strong>capacidade financeira</strong>, o cálculo do patrimônio líquido mínimo passa a deduzir ágios e intangíveis, garantindo maior conservadorismo regulatório. A nova regra passa a valer em janeiro de 2027, com possibilidade de ajustes pelo BC conforme o risco da operação.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Para <strong>contrapartes centrais (CPCs)</strong>, são consolidados critérios prudenciais mais rigorosos, incluindo modelos de margem mais robustos, cenários históricos mínimos,&#160; aumento de produtos com cobertura de inadimplência simultânea (Cover 2) e regras para fundos mutualizados com participação no risco, aproximando o país dos padrões da UE e EUA.</p><p>As normas de <strong>interoperabilidade</strong> modernizam regras de interconexão entre sistemas, reforçando aderência aos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro (PFMI) e estabelecendo parâmetros para acordos formais,&#160;<span style=\"font-size&#58;10.5pt;font-family&#58;arial, sans-serif;color&#58;#606060;\">quóruns\r\ndecisórios e mecanismos de desempate.</span><br></p><p><br></p></div>","lead":"BC coloca em consulta pública proposta que revisa regras do SPB, reforçando governança, gestão de riscos e resiliência das infraestruturas de mercado. Contribuições podem ser enviadas até 08/06."},{"titulo":"Fórum Pix debate aperfeiçoamentos no serviço criado pelo BC","Id":21066,"urlImg":{"Description":"Logo do Pix","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png"},"dataPublicacao":"2026-03-26T20:52:29Z","ultimaAtualizacao":"2026-03-27T14:09:19Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassB0F1962777C44F4AA513D3888CFE9C2D\"><p>O Banco Central (BC) realizou nesta quinta-feira (26/3) a <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/pix/Forum_Pix_Plenaria/20260326-Forum_Pix.pdf\">28ª Reunião Plenária do Fórum Pix​</a>, encontro técnico entre o BC e os participantes do arranjo de pagamentos instantâneos em que são discutidos a agenda de trabalho em andamento, o planejamento para os próximos meses e as ações finalizadas. Confira abaixo alguns dos principais assuntos debatidos na reunião de hoje.</p><p><b>Mensagens inapropriadas<br></b>Uma das prioridades para 2026 diz respeito ao campo “descrição&quot; do serviço, onde o usuário do Pix deveria usar o espaço para registrar o que foi pago ou passar alguma informação objetiva para quem recebeu o valor.</p><p>​A equipe técnica do BC tem observado que esse campo, em algumas ocasiões, vem sendo utilizado de maneira indevida pelos usuários. Foram identificadas mensagens ofensivas, intimidatórias e/ou ameaçadoras, em operações quase sempre de valores irrisórios.​<br></p><p>&quot;Para&#160;tratar dessa questão, o Banco Central e os participantes do Fórum Pix irão formar um grupo de trabalho (GT) específico para debater o tema e apresentar uma proposta até 30 de junho. Depois, as sugestões serão avaliadas e, se for o caso, regulamentadas pelo BC&quot;, disse&#160;&#160;Breno Lobo, Chefe Adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC.<br></p><p>Essa ação, lançada no mês da mulher, mostra o compromisso e atenção do BC em também atuar em favor da proteção delas, transformando um canal, hoje, explorado para intimidação.&#160;</p><p><b>Premissas para o campo “descrição&quot; das mensagens<br></b>O Fórum Pix definiu algumas premissas que devem ser seguidas na ação do GT no que diz respeito ao campo “descrição&quot; das mensagens. São elas&#58;</p><p>- comunicação e educação na jornada do usuário pagador (uso de ações educativas e de orientação para a utilização adequada do campo “descrição&quot;);<br></p><p>- preservação da boa experiência do usuário (soluções devem minimizar fricções e manter a fluidez do Pix, reduzindo incentivos a comportamentos desviantes);</p><p>- transparência ao usuário pagador (o usuário deve ser informado de forma clara e prévia sobre eventuais filtros ou restrições aplicáveis ao campo “descrição&quot;);</p><p>- aplicabilidade universal e proporcionalidade de custos (medidas devem ser viáveis para os provedores de serviços de pagamento de todos os portes, sem exigir investimentos elevados ou complexidade excessiva);</p><p>- distinção entre medidas obrigatórias e opcionais (propostas devem indicar explicitamente quais ações são mandatórias e quais são facultativas);</p><p>- valores de referência para transações (eventual definição de valor irrisório a partir do qual o campo “descrição&quot; possa ser preenchido deve ser feita de forma consensual pelo GT).&#160;</p><p><strong>Conta-salário</strong><br> Uma das ações da agenda evolutiva do Pix desenvolvidas neste primeiro semestre de 2026, e cujo objetivo é que esteja em funcionamento a partir de julho próximo, diz respeito à possibilidade de que as contas-salário possam ser usadas para realizar operações de Pix Automático. Atualmente, apenas contas correntes e de pagamentos podem iniciar operações de Pix Automático.</p><p>​Nos casos em que o usuário final recebedor dessas transações for pessoa jurídica ou entidade não autorizada a funcionar pelo BC, por exemplo, deverão ser observadas, exclusivamente, a regulamentação específica que disciplina o Pix Automático.&#160;</p><p>Essa determinação, no entanto, não se aplica aos casos em que a autorização de débito e crédito envolva a mesma instituição, conforme as resoluções <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=505\" target=\"_blank\">BCB 505, de 25/9/2025</a> e <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5251\" target=\"_blank\">CMN 5.251, de 25/9/2025</a>.&#160;<br></p><p>​<img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v1_28_plenaria_forum_pix_nl_419273_2026%20(1).jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><b>Outros pontos na agenda evolutiva<br></b>Além dos pontos tratados, a agenda evolutiva do Pix continua a todo vapor em 2026, com diversos projetos de melhoramento da ferramenta já em andamento ou no radar para serem iniciados.&#160;</p><p>Entre eles, está em debate a <strong>cobrança híbrida</strong> no Pix, que nada mais é do que a junção, em um único documento, do boleto bancário com o QR Code disponibilizado pelo Pix. Ele permitirá o pagamento de determinada conta tanto pelo código de barras quanto pelo QR Code, facilitando a gestão financeira dos credores e melhorando a experiência dos pagadores. Essa solução já está sendo oferecida pelo mercado. O BC irá apenas estabelecer regras para minimizar o risco de pagamentos em duplicidade e melhorar a comunicação que o participante deve ter com o seu cliente em caso de insucesso no pagamento.&#160;</p><p>Aperfeiçoamentos no “botão de contestação&quot;, que aciona o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix, também estão em discussão. O objetivo é permitir a coleta de mais informações pelas instituições no momento do acionamento do botão para que elas tenham condições de identificar pedidos que não estão no escopo do MED, como desacordos comerciais, e facilitar a identificação de usuários que acionam o botão para cometer golpes.&#160;</p><p><b>Espaço de debate e melhorias<br></b>O Fórum Pix é o ambiente de discussões e de coordenação dos diversos atores que compõem o ecossistema do Pix. O objetivo do Fórum é subsidiar o BC no papel de definidor das regras de funcionamento do serviço de pagamento instantâneo. Saiba mais <a href=\"/estabilidadefinanceira/forumpagamentosinstantaneos\" target=\"_blank\">aqui</a>.<br></p></div>","lead":"Iniciativas para prevenir o mau uso de mensagens no envio de Pix estão em estudo. Uso de contas-salário em operações de Pix Automático foi um dos temas debatidos. Leia a matéria e fique por dentro de todas as melhorias que estão sendo propostas para o serviço."},{"titulo":"Servidor do BC é premiado no Central Banking Awards 2026","Id":21046,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-03-12T14:07:10Z","ultimaAtualizacao":"2026-03-12T14:36:31Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass1295A592DDF4442C88883227BCD01917\"><p>Assessor pleno no Dstat, Bruno Tiberto foi um dos vencedores do <a href=\"https&#58;//www.centralbanking.com/awards/7974980/economics-in-central-banking-bruno-tiberto\" target=\"_blank\"><em>Central Banking Awards 2026</em></a>. O servidor do BC venceu a premiação na categoria '<em>Economics</em><em> </em><em>in Central Banking</em>'. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (12).&#160;</p><p>O servidor, que é doutor em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), venceu com o estudo <em>How</em><em> </em><em>does central bank</em><em> </em><em>independence</em><em> </em><em>influence</em><em> </em><em>the</em><em> </em><em>relationship</em><em> </em><em>between</em><em> </em><em>inflation, income</em><em> </em><em>inequality</em><em> </em><em>and</em><em> </em><em>poverty</em>?, publicado na versão completa no&#160;<a href=\"https&#58;//www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0261560625001585?via%3Dihub\" target=\"_blank\"><em>Journal of International Money and Finance.</em></a>&#160;A versão preliminar do artigo está disponível como&#160;<a href=\"/content/publicacoes/WorkingPaperSeries/WP615.pdf\" target=\"_blank\">Trabalho para discussão do Banco Central do Brasil, número 615.</a>&#160;Versão resumida do trabalho pode ser encontrada em <a href=\"/noticiablogbc/42/noticia\">post ​</a>do&#160;BC Blog.<br></p><p>O trabalho demonstra, com base em evidência empírica abrangente para 46 países entre 1980 e 2022, que maior autonomia dos bancos centrais reduz os efeitos regressivos da inflação sobre a desigualdade e a pobreza, inclusive ao longo de toda a distribuição de renda, protegendo de forma mais eficaz os grupos de menor renda. “O artigo mostra que a autonomia não apenas neutraliza o impacto regressivo da inflação, mas também <strong>protege diretamente os 80% mais pobres</strong>, ao mesmo tempo em que reduz os ganhos concentrados no topo da distribuição em períodos inflacionários&quot;, explicou Tiberto. &#160;</p><p>Outro ponto importante, segundo ele, é que o estudo quantifica esses efeitos de forma muito clara. Um choque inflacionário de 10% pode aumentar desigualdade e pobreza quando a autonomia é baixa, mas esses efeitos <strong>são totalmente anulados</strong> quando a autonomia está em níveis moderados e <strong>se transformam em reduções</strong> quando a autonomia é elevada. “Essa mensurabilidade facilita o uso dos resultados por formuladores de política e reforça a relevância institucional do estudo&quot;, defendeu. &#160;</p><p>“As conclusões do estudo oferecem uma contribuição relevante ao debate institucional brasileiro e internacional, ao evidenciar que o fortalecimento da autonomia do banco central pode gerar ganhos sociais, maior estabilidade macroeconômica e um arcabouço de política monetária mais resiliente e eficaz&quot;, explicou. &#160;</p><p><b>​Comemoração&#160;&#160;<br></b>Tiberto celebrou bastante a conquista do prêmio – é a primeira vez que o BC (e um brasileiro) vence essa categoria da premiação. “Recebê-lo significa que o trabalho foi avaliado como inovador, relevante e influente no nível mais elevado de <em>policy-making</em>, após análise rigorosa realizada por especialistas internacionais com profundo conhecimento técnico e institucional. Além de ser um reconhecimento acadêmico, a premiação é considerada um <strong>selo de excelência global</strong> que valida a capacidade do estudo de contribuir para a melhoria das práticas e das políticas conduzidas por bancos centrais em diversas jurisdições&quot;, afirmou. &#160;</p><p>Ele destacou que a pesquisa oferece evidências robustas sobre como a autonomia do banco central pode proteger os mais vulneráveis dos efeitos regressivos da inflação, contribuindo para um debate institucional de grande relevância para o Brasil e para o cenário internacional. &#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/premio_central_banking_awards_417530_2026%20(1).jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;338px;\" /><br></p><p><strong>Importância&#160;&#160;<br></strong>Com ênfase em bancos centrais, a<em> </em><em>Central Banking</em><em> </em><em>é&#160;</em>uma das principais publicações internacionais especializadas em políticas públicas e mercados financeiros.<em> </em><em>O</em><em> </em><em>Central Banking Awards</em><em> </em><em>teve</em><em>&#160;</em>sua primeira edição em 2014 e é amplamente reconhecido como um dos prêmios de maior prestígio global na comunidade de bancos centrais. &#160;</p><p>No caso específico da categoria <em>Economics</em><em> </em><em>in Central Banking</em>, vencida pelo servidor do BC, o prêmio reconhece trabalhos que oferecem avanços significativos para a formulação de políticas, fortalecendo a análise econômica aplicada ao funcionamento de bancos centrais e influenciando decisões concretas em instituições ao redor do mundo. &#160;</p><p>Dentre os <a href=\"https&#58;//www.centralbanking.com/central-banking-awards/winners\" target=\"_blank\">vencedores em anos anteriores</a> nessa categoria estão economistas de destaque internacional, como, por exemplo, Claudio Borio (2015), John Taylor (2016), Alberto Cavallo e Roberto Rigobon (2018), Greg Kaplan (2019), Gita Gopinath (2021) e Tobias Adrian (2025). &#160;</p><p><strong>Incentivo&#160;&#160;<br></strong>O assessor pleno no Dstat lembra que os servidores do Banco Central (ele inclusive) já ganharam diversos prêmios internacionais. Tanto os da <em>Central</em>&#160;<em>Banking</em><em> </em>(como o de <a href=\"https&#58;//bcb.gov.br/detalhenoticia/787/noticia\" target=\"_blank\">Banco Central do Ano</a>, em 2024, e o de <a href=\"/detalhenoticia/669/noticia\" target=\"_blank\">melhor gestor de reservas internacionais</a>, em 2023) como outros reconhecidos, como, por exemplo, os da <a href=\"https&#58;//www.cemla.org/centralbankaward.html\" target=\"_blank\"><em>Center for</em><em> </em><em>Latin</em><em> </em><em>American</em><em> </em><em>Monetary</em><em> </em><em>Studies</em><em> </em>(Cemla)</a>. “O BC e seu corpo funcional têm excelência e qualidade internacional, atestada diversas vezes por prêmios ou pela constante participação em fóruns técnicos no país e no exterior&quot;, lembrou. &#160;</p><p>Segundo ele, toda essa trajetória reflete o prestígio crescente do Banco Central do Brasil na comunidade internacional de bancos centrais e torna ainda mais significativa a conquista inédita na área de pesquisa econômica. &#160;<br></p><p><b>Cerimônia&#160;&#160;<br></b>A entrega física do <em>Central Banking Awards</em>&#160;2026 ocorrerá em 10 de junho deste ano, em um jantar de gala, em Londres. &#160;<br></p><p><br></p></div>","lead":"Bruno Tiberto, do Dstat, foi o grande vencedor na categoria ‘Economics in Central Banking’."},{"titulo":"LIFT Day 2026 acontece em 31 de março. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas","Id":21044,"urlImg":{"Description":"ícone de inovação","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/monetaria.png"},"dataPublicacao":"2026-03-09T11:43:35Z","ultimaAtualizacao":"2026-03-16T11:32:04Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass3B7283068D1A42B48FD0486599619ABE\"><div>Já estão abertas as inscrições para o LIFT Day 2026, que acontece em 31 de março, na sede do Banco Central (BC), em Brasília, de maneira presencial. O evento apresenta as soluções tecnológicas desenvolvidas no <a href=\"/estabilidadefinanceira/lift\" target=\"_blank\">Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (LIFT)</a>, iniciativa coordenada pelo BC, em parceria com a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac). Para participar, acesse <a href=\"https&#58;//luma.com/LIFTDay-2026\" target=\"_blank\">https&#58;//luma.com/LIFTDay-2026</a>. As vagas são limitadas.</div><div><br></div><div>“O ecossistema LIFT é um ambiente colaborativo que transforma inovação financeira em soluções concretas para desafios reais do mercado&quot;, destaca Veruska Rocha de Aragão, Chefe Adjunta responsável pelo Escritório de Inovação do Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf) do BC.</div><div><br></div><div>O encontro é voltado para profissionais que desejam entender como a inovação financeira está sendo construída na prática, em alinhamento com o regulador e com os principais atores do ecossistema. “O evento será um momento histórico de diálogo direto com o regulador, reunindo autoridades, especialistas, pesquisadores e inovadores para apresentar, em primeira mão, os resultados das soluções tecnológicas aceleradas nos laboratórios do LIFT”, comenta Andre Henrique de Siqueira, Chefe de Subunidade do Deinf.</div><div><br></div><div>O LIFT Day deste ano apresentará resultados consolidados em três verticais estratégicas de inovação&#58;<br></div><div><ul><li>LIFT Learning – Foco em <em>Real World Assets</em> (RWA)&#58; um dos grandes destaques do evento será a apresentação do relatório final e dos avanços do LIFT Learning RWAS. A tokenização de Ativos do Mundo Real (<em>Real World Assets</em>) consolidou-se como uma tendência irreversível para aumentar a liquidez, democratizar o acesso a investimentos e reduzir custos de transação no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O evento detalhará como a regulação e a tecnologia estão caminhando juntas para dar escala a esses ativos digitais.</li><li>LIFT Data – na vertical de dados abertos e inovação informacional, os resultados do LIFT Data 2025 trazem como ponto central a interseção entre finanças estruturadas, inteligência de dados e sustentabilidade, com soluções voltadas para o cenário brasileiro frente à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30). Projetos que aliam o Open Finance e dados<em> Environmental, Social and Governance</em> (ESG) serão peças centrais para o alinhamento das instituições às metas climáticas globais e ao fomento de um mercado financeiro mais verde e sustentável.</li><li>LIFT Lab – Soluções tecnológicas e novos modelos de negócios&#58; a nova geração de inovações financeiras será revelada com o anúncio dos projetos acelerados do LIFT Lab 2025. Esses projetos, submetidos a um rigoroso processo de seleção (<em>shortlist </em>e projetos selecionados), miram em infraestruturas como Pix, Drex, <em>embedded finance </em>e inteligência artificial (IA) aplicada. O LIFT Lab comprova mais uma vez sua capacidade de catalisar soluções que resolvem fricções reais do mercado de crédito, pagamentos e inclusão financeira.</li></ul></div><div>&#160;</div><div><strong>LIFT Papers 2025</strong></div><div>Resultado dos programas Lab, Learning, Data e Challenge (quando ocorre), a <a href=\"https&#58;//revista.liftlab.com.br/revistas/8\" target=\"_blank\">Revista LIFT Papers 7ª Edição</a> destaca projetos inovadores que foram acelerados durante o ciclo 23/24. Entre eles, há uma proposta de integração entre compliance e prevenção à lavagem de dinheiro, que une risco e conformidade de forma inovadora; uma solução de <em>Know Your Client</em> (KYC) para avaliação de crédito utilizando <em>blockchain</em>, garantindo transparência e segurança; e um modelo de score baseado em chaves Pix inteligentes.</div><div>&#160;</div><div>Além disso, apresenta uma plataforma de tokenização voltada ao financiamento do agronegócio, que permite a conversão de fluxos financeiros em <em>tokens</em> digitais. Por fim, o desenvolvimento de um ecossistema financeiro descentralizado para ativos verdes tokenizados abre novas possibilidades para investimentos sustentáveis. “Esses projetos demonstram como a inovação pode criar um sistema financeiro mais eficiente, inclusivo e sustentável”, resume Andre Henrique, Editor-Chefe da Revista.</div><div>&#160;</div><div>Segundo ele, a revista é uma “publicação preciosa para os interessados em inovação. Trazendo relatórios técnicos de projetos realizados, a revista também aponta para conceitos importantes, tendências de inovação no SFN e visão do mercado para os problemas existentes e as soluções potenciais que podem ser implementadas pela sociedade”, afirma.<br></div></div>","lead":"O LIFT Day deste ano apresentará resultados do LIFT Learning, do LIFT Data e do LIFT Lab. O encontro, realizado em parceria com a Fenasbac, será no Edifício-Sede do BC, das 9h às 18h.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"Banco Central abre cinco vagas para o Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP)","Id":21040,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-03-05T14:15:03Z","ultimaAtualizacao":"2026-04-13T13:51:59Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><p></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O Banco Central (BC) está oferecendo cinco vagas para o Programa de Estágio de Pós-Graduação em Pesquisa (PEPP), no Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep). O estágio tem duração inicial de seis meses, com possibilidade de renovação por até dois anos.<br><br>O programa busca proporcionar a participação em pesquisas em andamento ou a serem desenvolvidas pelo BC. Podem se candidatar estudantes de mestrado ou doutorado interessados(as) em unir o espírito científico e inovador da academia ao foco nas questões da <a href=\"/publicacoes/agenda_pesquisa\" target=\"_blank\">Agenda de Pesquisa BC</a>. Terão preferência candidatos(as) cujos temas de dissertação ou tese estejam relacionados às áreas de atuação da instituição.<br><br>As candidaturas devem mencionar sua ordem de preferência entre as linhas de pesquisa descritas a seguir&#58;</p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><li>Linha 1 – transmissão de política monetária, incluindo identificação de choques monetários e uso de microdados, tais como de atividade econômica, fluxo financeiro, crédito, entre outros (uma vaga); </li><li>Linha 2 – avaliação de políticas públicas, educação e inclusão financeira, economia bancária e crédito, economia comportamental do consumidor de serviços financeiros (três vagas); </li><li>Linha 3 – modelos HANK. Estimação de distribuições de renda a partir de microdados brasileiros, condicionada a diversas características socioeconômicas e análise de evidências empíricas sobre implicações de choques macroeconômicos para a desigualdade de renda (uma vaga).</li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\">Na Linha 2, há possibilidade de aplicação de métodos de <em>machine learning</em>, <em>big data </em>e georreferenciamento.<b><br></b></p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Requisitos</strong></p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><li>Cursar (a partir do 2º semestre) mestrado ou doutorado nas áreas de Economia, Finanças, Administração Pública, Estatística, Ciência da Computação, Ciência de Dados ou Engenharia. Excepcionalmente, serão avaliadas outras áreas. </li><li>Conhecer substancialmente pelo menos uma das seguintes linguagens de programação e pacotes estatísticos&#58; Julia, Matlab, Python, R, SQL, Stata. </li><li>Ter ótimo nível de leitura e escrita em inglês. </li><li>Excelência acadêmica. </li><li>Interessar-se em participar de atividades tais como programação e otimização de programas, elaboração de base de dados, construção, estimação e análise de modelos, elaboração de revisão de literatura, auxílio na definição da metodologia, colaboração na preparação e revisões de artigos em português e em inglês.<br></li></ul><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Informações práticas</strong></p><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><li>Carga horária do estágio&#58; 30 horas semanais (6 horas diárias).</li><li>Duração&#58; de 6 meses a 24 meses, renovado semestralmente, condicionado ao término do curso de pós-graduação.</li><li>Valor da bolsa&#58; R$1.665,22.</li><li>Benefícios&#58; auxílio-transporte.</li><li>Local&#58; o estágio poderá ser realizado tanto na forma remota como na presencial, a depender das necessidades do trabalho. Por exemplo, a manipulação de algumas bases de dados será feita, obrigatoriamente, no modo presencial no edifício da sede (Brasília) ou de uma das regionais admitidas na linha, conforme indicação abaixo. Será designado(a) para cada estagiário(a) um(a) orientador(a) de estágio, que definirá os projetos de pesquisas a serem executados e a forma de trabalho.</li></ul></div><blockquote style=\"margin&#58;0px 0px 0px 40px;border&#58;none;padding&#58;0px;\"><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><div style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Linha 1</strong> – Praças de Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro. </div></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><div style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Linha 2 </strong>– Praças de Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou São Paulo. </div></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><div style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Linha 3 </strong>–<strong> </strong>Praças de Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro.</div></div></blockquote><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><div style=\"text-align&#58;justify;\"><br></div><div style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Inscrição</strong><br></div><div style=\"text-align&#58;justify;\"><strong><br></strong></div></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\" style=\"text-align&#58;justify;\">As inscrições vão até <strong>15 de abril de 2026</strong>. Para candidatar-se, é preciso&#58;<br></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\" style=\"text-align&#58;justify;\"><br></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\" style=\"text-align&#58;justify;\"><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li>enviar para o endereço eletrônico <a href=\"mailto&#58;estagios.depep@bcb.gov.br\" target=\"_blank\">estagios.depep@bcb.gov.br</a>&#58;</li></ul></div><div class=\"ExternalClass77A135AE3A814D34BCFA3E3A3DB09006\"><ul style=\"list-style-type&#58;disc;\"><ul style=\"list-style-type&#58;circle;\"><li style=\"text-align&#58;justify;\">histórico escolar;</li><li style=\"text-align&#58;justify;\">currículo que demonstre atendimento aos requisitos;</li><li style=\"text-align&#58;justify;\">indicação da ordenação de preferências das linhas de pesquisa;</li><li style=\"text-align&#58;justify;\">carta de recomendação do(a) orientador(a) (opcional); e</li><li><div style=\"text-align&#58;justify;\">projeto de pesquisa da tese ou dissertação (opcional).<br></div></li></ul></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><li>acessar o <em>link</em>&#160;&#160;<a href=\"http&#58;//www.superestagios.com.br/\" target=\"_blank\">www.superestagios.com.br</a> e se inscrever utilizando o número da vaga correspondente ao local onde irá realizar as eventuais atividades presenciais&#58;</li></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><ul style=\"list-style-type&#58;circle;\"><li>285017 Belo Horizonte;</li><li>284990 Brasília;</li><li>285031 Curitiba;</li><li>285020 Porto Alegre;<br></li><li>285015 Recife;</li><li>285010 Rio de Janeiro;</li><li>285004 São Paulo.&#160;</li></ul></ul><ul style=\"list-style-type&#58;disc;text-align&#58;justify;\"><li>preencher e enviar o questionário com informações complementares que será encaminhado por <em>e-mail</em> em até dez dias.<br></li></ul></div>","lead":"Os candidatos devem mencionar a ordem de preferência entre três linhas de pesquisa. A carga horária do estágio é de trinta horas semanais, com bolsa no valor de R$1.665,22. O estágio poderá ser realizado de forma remota ou presencial, conforme as necessidades do trabalho."},{"titulo":"BC publica página sobre o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)","Id":21028,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2026-02-23T12:08:27Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-26T20:30:06Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass4D7D53D1095342338FE9B3483BEF5003\"><p>O Banco Central (BC) publicou, em seu <em>site</em>, uma <a href=\"/estatisticas/ibc-br\" target=\"_blank\">página moderna e atualizada sobre o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)</a>, resultado do trabalho integrado das equipes de comunicação,&#160;economia e tecnologia da informação&#160;do BC. Nela, estão&#160;&#160;organizados os dados do índice de maneira visual, contextualizada, intuitiva e explicativa, com linguagem acessível e navegação simplificada.&#160;</p><p>Assim, a página torna as informações sobre IBC-Br mais acessíveis ao público não especializado, amplia a visibilidade do indicador e facilita o acompanhamento da atividade econômica do Brasil. A página já está no ar com os dados da última divulgação do IBC-Br, referentes a dezembro de 2025.&#160;&#160;</p><p>Antes, o IBC-Br não tinha um espaço dedicado a ele no <em>site</em> do BC. Os dados eram divulgados apenas no <a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/sgspub/localizarseries/localizarSeries.do?method=prepararTelaLocalizarSeries\" target=\"_blank\">Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS)</a> e por meio de planilhas no formato Excel nos <a href=\"/estatisticas/indicadoresselecionados\" target=\"_blank\">Indicadores Econômicos Selecionados</a>, solução eficiente para usuários experientes, mas menos amigável para o público em geral.<br></p><p>​&quot;A criação de uma página do IBC-Br no site do BC reafirma nosso compromisso com a transparência e com a divulgação tempestiva de informações econômicas de alta qualidade. Produzido pelo BC, o IBC-Br é um indicador fundamental para acompanhar a evolução da atividade econômica do país e apoiar análises, estudos e decisões de política econômica. Ao facilitar o acesso a esses dados, ampliamos a capacidade de governos, empresas, pesquisadores e, especialmente, de cidadãos interessados em compreender a dinâmica da economia brasileira&quot;, disse Ricardo Sabbadini, Chefe do Departamento Econômico (Depec) do BC.</p><p><strong>Abrangência</strong>&#160;<br>O IBC-Br é um indicador divulgado pelo BC desde 2010 que tem o objetivo de oferecer uma avaliação tempestiva e abrangente da atividade econômica no Brasil.&#160; &#160;</p><p>Ele sintetiza informações de diferentes setores – indústria, comércio, serviços e agropecuária – e funciona como um termômetro mensal da economia brasileira, permitindo o acompanhamento de sua dinâmica de forma mais próxima e atualizada.&#160;</p><p>​A partir de abril de 2025, o indicador passou por um aprimoramento importante, com a inclusão de aberturas setoriais (agropecuária, indústria e serviços), além de uma versão do índice que exclui a agropecuária, o que amplia as possibilidades de análise e interpretação dos dados.&#160;&#160;</p><p><strong>Agilidade</strong>&#160;<br>Embora utilize um conjunto mais restrito de informações do que as Contas Nacionais Trimestrais (CNT) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que continua sendo a principal referência para a mensuração da economia em base trimestral, o IBC-Br se destaca por sua frequência mensal e divulgação mais ágil, cerca de 45 dias após o mês de referência. Isso permite uma avaliação mais rápida da evolução da atividade econômica.&#160;&#160;</p><p>Essa agilidade torna o indicador especialmente útil para análises conjunturais, ao permitir uma leitura mais tempestiva dos movimentos da economia, antes mesmo da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB), avaliou o chefe do Depec&#58; “O IBC-Br é importante, porque permite que qualquer cidadão acompanhe, de forma simples, como a economia brasileira está evoluindo&quot;.&#160;&#160;</p><p>Além disso, o indicador é uma fonte de informação importante para o Comitê de Política Monetária (Copom) ao auxiliar na calibração das decisões de política monetária, com o propósito de manter a inflação em linha com a meta.&#160;&#160;</p><p><strong>Destaque</strong>&#160;<br>Um dos destaques da página é a seção <em>O que diz a tabela</em> (imagem abaixo). Nela, a equipe responsável pelo índice buscou “traduzir&quot; os principais números do IBC-Br para uma linguagem mais simples e direta, destacando as mensagens centrais de cada divulgação. Essa seção ajuda o usuário a entender rapidamente o que mudou na economia no mês em questão e quais movimentos são mais relevantes. Acesse a página sobre o IBC-Br <a href=\"/estatisticas/ibc-br\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;</p><p>​<img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_ibc_br.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><br></p></div>","lead":"Espaço organiza dados de maneira clara, visual, contextualizada e explicativa. Página já está no ar com as informações da última divulgação, referente aos dados de dezembro de 2025. Indicador tem o objetivo de oferecer uma avaliação tempestiva e abrangente da atividade econômica no Brasil."},{"titulo":"Live detalhou ações do BC no campo dos ativos virtuais","Id":21024,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2026-02-19T13:59:22Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-20T14:53:24Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass5C2F02D5BD44462B89855B5AE779F716\">Na última LiveBC, transmitida em 9/2, Antônio Marcos Guimarães, Chefe Adjunto do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central (BC), explicou como a Instituição tem atuado em relação a um tema que está cada vez mais em evidência no sistema financeiro&#58; os ativos virtuais. Confira abaixo os principais pontos do programa e assista à LiveBC na íntegra <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/hNNa1e-fxU0\">aqui​</a>.&#160;<div><br></div><div><strong>Ativo virtual e criptoativo&#160;&#160;</strong></div><div>Logo no início do programa, Guimarães fez questão de explicar um assunto que ainda confunde muita gente&#58; a diferença entre ativos virtuais e criptoativos.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>“Criptoativo é um token, uma representação sempre digital de algo que tem valor econômico no mercado. Ele é negociado em uma plataforma específica, chamada blockchain, uma das plataformas das chamadas <em>Distributed </em><em>Ledger </em><em>Technology </em>(DLT)&quot;, disse Guimarães.</div><div><br></div><div>Ele explicou que esse token tem características específicas como modelo de investimento e que suas negociações são sempre revestidas do uso intenso de criptografia. Uma das principais características do criptoativo é o uso do “mecanismo de consenso&quot;, que, entre diversas funções, garante que não vai ocorrer o chamado duplo gasto, ou seja,&#160; que o investidor, dentro daquela plataforma descentralizada, não vai fazer uso do mesmo ativo duas vezes, seja numa transação de pagamento ou de investimento.<br></div><div><br></div><div><div>​&quot;Já o ativo virtual, na verdade, nada mais é do que a forma como o direito brasileiro incorporou (positivou) o tema criptoativo dentro da nossa jurisdição. Isso foi feito por meio do art. 3º da Lei&#160; 14.478, de 2022, que conceituou o ativo virtual, que seria nosso criptoativo&quot;, disse Antônio Marcos Guimarães, Chefe Adjunto do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC.<br></div><div><br></div><div><div>Guimarães detalhou ainda que, depois disso, um decreto presidencial delegou a regulação e supervisão desse tema para o BC.</div><div><br></div><div><strong>Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs)&#160;</strong></div><div>PSAVs são entidades que fazem a intermediação e custódia dos ativos virtuais. Além das plataformas <em>blockchain</em>, elas também utilizam os <em>smart </em><em>contracts </em>(contratos inteligentes), os quais, de maneira simplificada, são “cláusulas contratuais programadas”, em que são feitas a intermediação desse ativo por meio de compras e a troca desse ativo virtual por moeda fiduciária, operações em que há aluguel desse ativo para poder operar em plataformas programáveis ou outros tipos de transação.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>“PSAVs são as entidades que fazem a intermediação dos ativos virtuais ou, para quem prefere, dos criptoativos”, explicou o Chefe Adjunto do Denor.</div><div><br></div><div>Para mais informações sobre o tema, consulte as Resoluções BCB 519 e 520.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Ativos virtuais estáveis&#160;&#160;</strong></div><div>Segundo Guimarães, o ativo virtual estável, ou stablecoin, veio como uma solução para o criptoativo tradicional, como o <em>bitcoin</em>, que não tem lastro, para que se possa utilizar esse token com uma função mais próxima do que seria a moeda tradicional.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>“Por isso que ele é sempre referenciado em uma moeda soberana forte, em geral o dólar ou euro. E já existem, hoje, <em>stablecoins </em>referenciadas em reais, sendo negociadas, em menor volume, no mercado brasileiro”, afirmou.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Fiscalização do BC&#160;</strong></div><div>Com o crescimento do mercado de ativos virtuais nos últimos anos, no Brasil e no mundo, houve consenso de que era necessária uma regulação para disciplinar esse mercado, contou Guimarães.&#160;</div><div><br></div><div>“O órgão que estabelece o princípio de prevenção a lavagem de dinheiro em âmbito internacional, que é o Grupo de Ação Financeira (Gafi), soltou duas recomendações sobre esse tema&#58; a 15, que estabelece que todos os países-membros têm que estabelecer uma regulamentação para as PSAVs; e a 16, que determina que é preciso acabar com o ‘pseudoanonimato’ nas transações com criptoativos. A partir daí, o BC fez consultas públicas, até chegar, no passado, à publicação das resoluções (519 e 520) que estabelecem um arcabouço regulatório para esse mercado.”&#160;</div><div><br></div><div><strong>Competência regulatória&#160;</strong></div><div>Ele lembra que, antes da publicação da Lei 14.478/2022, havia dúvidas sobre a quem atribuir competência para regular o mercado de ativos virtuais no Brasil.</div><div><br></div><div>Guimarães explicou que, em junho de 2023, houve a publicação de um decreto presidencial direcionando a competência (de regulação dos ativos virtuais) para o BC.&#160;</div><div><br></div><div>Ele lembra, no entanto, que o fato de se tratar de uma operação com ativos tokenizados não direciona a competência automaticamente para o BC. Se a operação for com base em uma das duas normas que estabelecem o processo de securitização ou contratos de investimento coletivo – a Lei 14.430/2022 e a Lei 6.385/1976 –, por exemplo, a competência é da CVM.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Íntegra&#160;</strong></div><div>Assista à LiveBC #49 na íntegra <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/hNNa1e-fxU0\">aqui</a>.&#160;<br></div></div></div><div><br></div></div>","lead":"BC explicou o que são ativos virtuais e criptoativos. Transmissão detalhou as responsabilidades regulatórias da Instituição sobre o tema. Não conseguiu assistir às explicações? Leia a matéria e acesse o link do programa."},{"titulo":"Banco Central lança projeto Geotec","Id":21018,"urlImg":{"Description":"Logo do Banco Central","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2026-02-11T11:50:09Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-20T17:11:20Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassD734B8BB9AF24DB79DB4FBC7491A969D\"><p>​Com mais de 5,3 mil inscrições, o Banco Central do Brasil (BC) lançou, na última terça-feira (3), o projeto Geotec, ação de capacitação viabilizada com recursos da Cooperação Alemanha-Brasil, por meio da parceria com a&#160;<em>Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit</em>&#160;(GIZ) no âmbito do Projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis (Fibras II). A iniciativa é voltada ao uso de tecnologias avançadas e eficientes para o monitoramento das operações de crédito rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).</p><p>A abertura do programa, realizada no Edifício-Sede do BC, contou com a presença do Diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan.&#160;&#160;<br></p><p>Segundo Vivan, o sensoriamento remoto e as geotecnologias oferecem hoje a possibilidade de ampliar o campo de visão sobre o território, reduzindo a assimetria de informações e fortalecendo a resiliência do crédito rural.&#160;</p><p>&quot;O uso sistemático de imagens de satélite e de dados geoespaciais permite avaliar, de forma contínua, as condições produtivas, o uso do solo e a conformidade territorial, reduzindo a dependência exclusiva de declarações formais e de inspeções pontuais&quot;, disse Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br></p><p><strong>Multiplicidade de dados</strong>&#160;</p><p>O Diretor destacou que o cruzamento entre bases financeiras, cadastrais e territoriais, em conjunto com o sensoriamento remoto, possibilita uma leitura mais fiel dos riscos, alinhando o financiamento rural à realidade produtiva e ambiental, além de reduzir a probabilidade de inadimplência.&#160;&#160;</p><p>“A experiência do BC na área de supervisão demonstra que a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN) depende, fundamentalmente, da capacidade de antecipar riscos. No crédito rural, essa lógica é igualmente válida&quot;, avaliou.&#160;</p><p>​De acordo com Vivan, o sensoriamento remoto e o cruzamento de bases de dados são instrumentos essenciais para alinhar financiamento, produção e sustentabilidade, reduzir incertezas, melhorar a alocação de recursos e fortalecer a confiança no SFN e no desenvolvimento sustentável.&#160;&#160;</p><p>“O grande interesse no projeto Geotec evidencia a relevância da conformidade das operações de crédito rural sob a ótica dos múltiplos olhares da sociedade&quot;, completou.&#160;&#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/gilneu_geotec_nl.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;400px;\" /><br></p><p><strong>Cerimônia oficial de abertura e aula magna</strong>&#160;</p><p>A cerimônia oficial de abertura contou com a presença de 65 autoridades de ministérios e órgãos responsáveis pelas políticas agrícola e ambiental, da Polícia Federal (PF) e de diretores das principais instituições financeiras que operam no crédito rural.&#160;&#160;</p><p>A aula magna de abertura do curso foi proferida pelo Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop) do BC, Cláudio Filgueiras.&#160;&#160;</p><p>“O projeto Geotec visa reduzir riscos no uso do crédito rural. Atuaremos de forma preventiva, sempre orientados pelo interesse público, para ampliar a capacitação de profissionais no uso de tecnologias aplicadas ao monitoramento e à fiscalização das operações de crédito rural e do Proagro&quot;, afirmou.&#160;&#160;</p><p>Segundo Filgueiras, a iniciativa será fundamental para promover melhorias no uso que a sociedade faz da terra.</p><p>“O Geotec contribuirá para a ampliação da capacidade institucional dos órgãos de fiscalização e controle e dos servidores do BC na supervisão do crédito rural, além de aumentar a eficiência das instituições financeiras no monitoramento e fiscalização desse tipo de financiamento&quot;, destacou.&#160;&#160;</p><p>A aula magna completa e a cerimônia de abertura do projeto Geotec podem ser acessadas pelos<em> links</em> disponíveis no <em>site</em> do BC.</p><p>Mais informações sobre o projeto Geotec estão disponíveis na <a href=\"/estabilidadefinanceira/projeto-geotec\" target=\"_blank\">página do projeto</a> e em <a href=\"/detalhenoticia/21007/noticia\" target=\"_blank\">matéria</a> recentemente publicada no <em>site</em> do BC.<br></p><p><br></p></div>","lead":"A iniciativa recebeu mais de 5,3 mil inscrições de interessados. O curso capacitará alunos no uso de geotecnologias e de imagens de satélite. O objetivo é fortalecer a capacidade de monitoramento e fiscalização do uso do crédito rural."},{"titulo":"LiveBC: ativos virtuais e a nova regulamentação do BC para o setor","Id":21016,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2026-02-06T19:35:03Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-09T17:42:06Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass30922454D95047BEB9CDE3B7B2028E61\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (9), Antônio Marcos Guimarães, chefe-adjunto do Departamento de Regulação do BC, explica os conceitos, fala sobre o processo de regulação e sobre as perspectivas para o futuro dos ativos virtuais. Acompanhe ao vivo e participe enviando as suas perguntas pelo chat. A transmissão acontece na próxima segunda-feira (9), às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/hNNa1e-fxU0\" target=\"_blank\">Canal do BC no YouTube​</a>.<br></p></div>","lead":"Saiba o que são ativos virtuais e qual é o papel do Banco Central na regulamentação desses instrumentos financeiros. Descubra a função das sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSVAs) na economia. A LiveBC começa às 14h, na próxima segunda-feira (9), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Banco Central abre inscrições para o projeto Geotec","Id":21007,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2026-01-28T14:46:03Z","ultimaAtualizacao":"2026-01-28T22:31:48Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassB538F5EC0E2842EA8BA59EB88635C1A0\"><p>O Banco Central (BC) está com&#160;inscrições abertas&#160;para&#160;ação de capacitação nas tecnologias mais avançadas e eficientes para o monitoramento&#160;das&#160;operações de crédito rural e do Programa de Garantia&#160;da Atividade Agropecuária (Proagro),&#160;ministrada por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo e por um consultor externo.&#160;&#160;Batizada de <a href=\"/estabilidadefinanceira/projeto-geotec\">projeto&#160;Geotec​</a>,&#160;em razão do forte uso de geotecnologias&#160;e de imagens de satélite,&#160;a iniciativa recebe o registro dos interessados&#160;até 2 de fevereiro. As inscrições podem ser feitas por <a href=\"https&#58;//forms.office.com/r/P1q2YsbzNS\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;&#160;<br></p><p>A iniciativa é resultante da parceria do Banco Central com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH (GIZ), no âmbito do Projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis (FiBraS) da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento, apoiado pelo Ministério Federal Alemão de Cooperação Econômica e de Desenvolvimento.<br></p><p>O público-alvo da capacitação&#160;são ténicos&#160;de instituições financeiras, cooperativas de crédito, universidades, órgãos públicos (como BC,&#160;TCU, Polícia Federal,&#160;Ibama, entre outros),&#160;institutos&#160;públicos&#160;de pesquisa e organizações da sociedade&#160;civil e pessoas interessadas em se aprofundar no tema. Mil e setecentas pessoas já se inscreveram na capacitação.&#160;</p><p><b>Cronograma&#160;<br></b>A aula inaugural do curso (aula magna)&#160;será em 3 de fevereiro. O evento será às 14h30, no Auditório Denio&#160;Nogueira e será transmitido pelo Teams - o link da transmissão estará disponível na véspera, no dia 2 de fevereiro, nos perfis do BC no <a href=\"https&#58;//www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjw3uqty6ySAxXoqpUCHdK8Nh4QFnoECBwQAQ&amp;url=https&#58;//br.linkedin.com/company/banco-central-do-brasil&amp;usg=AOvVaw3qhqW-7xv0TtgRZPvglfW0&amp;opi=89978449\" target=\"_blank\">Linkedin </a>e no <a href=\"https&#58;//www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiJ3Niby6ySAxVnmZUCHbeDGgkQFnoECCcQAQ&amp;url=https&#58;//x.com/BancoCentralBR&amp;usg=AOvVaw3_d9eTloM9v0P8OEiOSKji&amp;opi=89978449\" target=\"_blank\">X</a>. Ele contará com a participação do Diretor de Regulação do Banco Central, Gilneu Vivan, e do Chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro (Derop), Cláudio Filgueiras, que proferirá a aula magna. Também estará presente o Secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Vanderley Ziger.&#160;</p><p>O curso, com carga horária de 160 horas e 79 horas de atividades pedagógicas e mentorias,&#160;começa no mesmo dia. As&#160;aulas&#160;(virtuais e&#160;transmitidas por meio&#160;da plataforma Teams)&#160;acontecerão entre&#160;3 de fevereiro e 29&#160;de maio deste ano.&#160;&#160;<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/Geotec_NL.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;300px;\" /><br></p><p><strong>Temas</strong>&#160; <br>A ação de capacitação&#160;integra conteúdos de sensoriamento remoto e geotecnologias, governança territorial e meteorologia, oferecendo uma base abrangente para análises espaciais e de governança territorial para a tomada de decisão na concessão de crédito.&#160;&#160;</p><p>A disciplina&#160;<strong>Sensoriamento Remoto e Geotecnologias</strong>&#160;aborda temas como bancos de dados espaciais, sistemas de informação geográfica, programação aplicada, uso de dados Sicor, impedimentos socioambientais, séries temporais e classificação de imagens, e análise de uso e cobertura da terra com os sistemas Prodes, Deter,&#160;TerraClass&#160;e MapBiomas.&#160; &#160;</p><p>Em&#160;<strong>Governança </strong><strong>Territorial</strong>, são apresentados os fundamentos fundiários, os sistemas cadastrais brasileiros – Cadastro Ambiental Rural (CAR), Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), Sistema Nacional de Certificação de Imóveis Rurais (SNCI) e os sistemas cadastrais de unidades de conservação, terras indígenas e assentamentos rurais –, suas limitações e desafios, além de métodos para tratar sobreposições e construir indicadores fundiários, cadastrais, ambientais, econômicos e de contexto.&#160;</p><p>Já a disciplina&#160;<strong>Meteorologia&#160;</strong>traz os fundamentos de risco agrícola, fenômenos meteorológicos&#160;críticos, técnicas de interpolação e estatística espacial, análise de sinistros e modelagem de perdas, integrando dados meteorológicos e territoriais para embasar decisões técnicas e operacionais.&#160;&#160;</p><p><strong>Crédito rural</strong> <br>O crédito rural representa&#160;um montante próximo de 13% de todas as operações de crédito do país, impulsionando o&#160;setor agropecuário, que&#160;segue como um dos principais motores da economia brasileira&#160;e vem apresentando&#160;forte contribuição direta e indireta para o PIB.&#160; &#160;</p><p>Segundo dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agropecuária cresceu 12,2% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao trimestre anterior e 10,2% na comparação anual, impulsionando 1/4 de todo o crescimento da economia no período, mesmo representando cerca de 6,5% da estrutura produtiva nacional.&#160; &#160;</p><p>Em 2024, o agronegócio respondeu por 23,2% do PIB brasileiro, com valor total estimado em R$2,72 trilhões, conforme cálculos da CNA/Cepea. Projeções mais recentes indicam que a participação poderá atingir 29,4% em 2025, o maior nível em 22 anos, impulsionada pelo desempenho da produção de grãos, da pecuária e dos segmentos agroindustriais e de agrosserviços. Esses números reforçam o papel estrutural do agro na geração de renda, no equilíbrio da balança comercial e na sustentação do crescimento econômico nacional.&#160;&#160;​<br></p></div>","lead":" Curso vai capacitar nas técnicas mais modernas de fiscalização de operações de crédito rural e do Proagro. Ação é voltada a instituições financeiras, cooperativas de crédito, universidades, órgãos públicos, entre outros. O treinamento é gratuito, online e está com inscrições abertas."},{"titulo":"Declaração do Censo Quinquenal de Capitais Estrangeiros no País pode ser feita até 31 de março","Id":21000,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_4.png"},"dataPublicacao":"2026-01-19T14:03:33Z","ultimaAtualizacao":"2026-03-02T11:35:37Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass4829CB9CC1D2470BAD58879AD3713935\"><p>O prazo para a <strong>Declaração Quinquenal do Censo de Capitais Estrangeiros no País </strong>mudou (anteriormente ela acontecia no segundo semestre) e já está valendo&#58; agora, ele vai de <strong>1º de janeiro até 31 de março</strong>&#160;por meio do Sistema de Prestação de Informações de Capital Estrangeiro de Investimento Estrangeiro Direto (SCE-IED).</p><p>A <strong>declaração quinquenal </strong>é obrigatória para pessoas jurídicas sediadas no Brasil com participação de não residentes e com ativo total igual ou superior a R$100 mil (ano-base 2025).&#160;</p><p>Confira no quadro abaixo como ficou a atual declaração do <strong>Censo de Capitais Estrangeiros </strong>na comparação com a última declaração quinquenal, cujo ano-base foi 2020.<br></p><p><br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/tabela_censo_site_bc.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;992px;\" /><br></p><p><strong>Consequências</strong>&#160;<br>Empresas que devem fazer a declaração e não a fizerem até 31 de março deste ano podem ser suspensas do SCE-IED, ficando impedidas de receber investimentos estrangeiros adicionais.</p><p>Além disso, elas podem ser multadas, com base na Resolução BCB 131/2021, e responder a processo administrativo sancionador, de acordo com a Lei 13.506/2017.<br></p><p><strong>Fundamental</strong>&#160;<br>&quot;O Censo de Capitais Estrangeiros é instrumento essencial na coleta de dados para a elaboração das estatísticas dos ativos e passivos externos do país&quot;, avalia o chefe adjunto do Departamento de Estatísticas (DSTAT) do Banco Central, Fernando Lemos.&#160;</p><p>O Manual do Declarante do SCE-IED pode ser acessado <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/rde/manuais_RDE/Manual-SCE-IED3.pdf\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a>. Mais informações sobre a declaração quinquenal e sobre o Censo de Capitais Estrangeiros podem ser obtidas <a href=\"/estabilidadefinanceira/censocapitaisestrangeiros\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a>.<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/censo_imagem_nl.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></p><p><br></p>​<br></div>","lead":"As exigências e o período declaratório do Censo mudaram. Confira se a sua empresa faz parte dos critérios para declaração obrigatória. As informações devem ser enviadas pelo SCE-IED, o acesso é feito pelo Sisbacen ou pelo gov.br. Leia a matéria e fique por dentro de tudo o que é preciso para fazer a declaração."},{"titulo":"Portabilidade de crédito poderá ser feita pelo Open Finance","Id":20991,"urlImg":{"Description":"Logo do Open Finance","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/open_finance.png"},"dataPublicacao":"2026-01-05T11:55:41Z","ultimaAtualizacao":"2026-01-07T20:54:01Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass9AD8B3B588594425821F018062B54BE4\"><p>Cada vez mais utilizado pela sociedade brasileira, o Open Finance continua em seu processo de evolução contínua. Recentemente, o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicaram a <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20Conjunta&amp;numero=15\" target=\"_blank\">Resolução Conjunta 15</a> e a <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5265\" target=\"_blank\">Resolução CMN 5.265/2025</a>, que tratam da portabilidade de operações de crédito no âmbito desse ecossistema.&#160;</p><p>As normas mantêm o processo atualmente vigente da portabilidade de crédito realizado por meio de sistema eletrônico para a troca de informações – que é regulado pela Resolução CMN 5.057, de 2022. A novidade é que os usuários do sistema financeiro vão contar com uma nova alternativa para a portabilidade de operações de crédito, que, agora, também poderá ser feita por meio do Open Finance.&#160;</p><p>A portabilidade de crédito por meio do Open Finance trará maior eficácia no acesso e na troca das informações, que poderão ser compartilhadas de forma segura, ágil, padronizada e digital, eliminando assimetrias de informação e barreiras operacionais e propiciando um processo automatizado e mais eficiente. Ao mesmo tempo, essa modalidade entregará melhor experiência para o cliente, pois a jornada passa a ser totalmente digital, iniciada pelo cliente a partir do seu <em>smartphone</em> e sem necessidade de juntar documentos ou se deslocar para agências e postos de atendimento. O processo também se torna mais transparente, uma vez que os clientes poderão acompanhar o andamento do pedido pelo aplicativo da sua instituição.&#160;</p><p>&quot;O Open Finance tem crescido de forma relevante e está prestando ótimos serviços para a população, promovendo competitividade no Sistema Financeiro Nacional (SFN) de forma simples e eficaz. Agora, trazemos para dentro do sistema o serviço de portabilidade de crédito, o que aumenta as alternativas para os clientes interessados nessa possibilidade&quot;, disse Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br></p><div><p>​O diretor lembrou que a jornada digital ao longo de todo o ciclo da portabilidade é de suma importância, pois pode mitigar eventuais erros que possam surgir durante o processo, como de preenchimento de informações, por exemplo, e que acabam inviabilizando a portabilidade de uma operação de crédito.&#160;<br></p><p>“Ao mesmo tempo, nós reduzimos o prazo para a portabilidade de operações de crédito via Open Finance para três dias úteis&quot;, completou Vivan.&#160;</p><p><b>Implementação<br></b>No primeiro momento, o serviço de portabilidade de crédito pelo Open Finance que estará disponível para o público será o de crédito pessoal sem garantia e sem consignação. Em testes, ele poderá ser usado a partir de fevereiro de 2026.&#160;</p><p>Na sequência, o BC começará a discutir a portabilidade de crédito consignado, inicialmente ao servidor público federal. A previsão é que ela esteja disponível em novembro de 2026.&#160;</p><p>Na sequência, serão estudadas as disponibilizações, via Open Finance, das demais modalidade de crédito.&#160;</p><p><b>Saiba mais<br></b>Fique por dentro de tudo sobre o Open Finance <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\" target=\"_blank\">aqui</a>. Veja a coletiva de imprensa que detalhou as regras sobre o assunto <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=HjXkBJv1cLA\" target=\"_blank\">aqui</a> e a nota à imprensa sobre o tema <a href=\"/detalhenoticia/20952/nota\" target=\"_blank\">aqui</a>.<br></p></div><p><br></p></div>","lead":"Possibilidade foi regulada pelo BC e pelo CMN. Acesso e troca de informações serão feitos de forma segura, ágil, padronizada e totalmente digital. Leia a matéria e fique por dentro de quando essa possibilidade estará à disposição."},{"titulo":"Prazo final para envio de artigos à Conferência Anual do Banco Central: 27 de fevereiro de 2026","Id":20988,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-12-29T13:29:08Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-12T11:23:52Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass088DAD4689244216B9C8045A86B5CC1F\"><p></p><p></p><div>O prazo para submissão de artigos para a <a href=\"/acessoinformacao/eventos/153\" target=\"_blank\">Conferência Anual do Banco Central​</a> (BC) encerra-se em 27 de fevereiro de 2026. Reforçamos a importância do cumprimento do prazo, uma vez que submissões enviadas após a data limite não serão consideradas.</div><div><br></div><div>O evento, que acontecerá em Brasília de 13 a 15 de maio de 2026, tem como objetivo estimular o debate e a pesquisa nas áreas de macroeconomia, estabilidade financeira, finanças, economia bancária, intermediação e inovação financeira, regulação macroprudencial, economia internacional e sustentabilidade.&#160;</div><div><br></div><div>A Conferência contará com a participação de Gabriel Chodorow-Reich (Universidade de Harvard) entre os palestrantes. Durante os três dias do encontro, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestras e apresentações dos trabalhos acadêmicos selecionados. A organização do evento tem o apoio do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).</div><div><br></div><div>Não há taxa para a submissão dos trabalhos. Os autores devem enviar os artigos em formato PDF, por meio do <em><a href=\"https&#58;//editorialexpress.com/cgi-bin/conference/conference.cgi?action=login&amp;db_name=BCB2026\" target=\"_blank\">Conference Maker</a></em>. Para ser inscrito, o artigo deve atender aos seguintes critérios&#58;</div><div>•&#160; &#160;estar completo;</div><div>•&#160; &#160;ser redigido em inglês;</div><div>•&#160; &#160;conter, na capa, dados do(s) autor(es) e do(s) coautor(es)&#58; filiação institucional, endereço de <em>e-mail</em>, resumo, palavras-chave e códigos de classificação JEL;</div><div>•&#160; &#160;estar apto a ser apresentado em inglês, em caso de seleção.</div><div><br></div><div>Os artigos selecionados serão apresentados nas sessões da Conferência, com debates na sequência. Além disso, cada apresentador será designado para discutir outros&#160; trabalhos.</div><div><br></div><div><strong>Sessão de pôsteres para estudantes e jovens pesquisadores&#160;</strong></div><div>Haverá também sessão de pôsteres para apresentação de trabalhos acadêmicos de estudantes, preferencialmente de mestrado e doutorado, e de jovens pesquisadores em economia e finanças. As informações específicas sobre essa sessão podem ser obtidas <a href=\"/content/agendas/imagensmidia/Conferencia_anual_bc/2025/conf-bc-sessao-posteres.pdf\" target=\"_blank\">aqui</a>.</div><div><br></div><div><strong>Cronograma&#160;</strong></div><div>•&#160; &#160;Prazo final para submissão de artigos&#58; 27 de fevereiro de 2026</div><div>•&#160; &#160;Divulgação do resultado da seleção dos artigos&#58; 27 de março de 2026</div><div>•&#160; &#160;Prazo para confirmação de participação&#58; 3 de abril de 2026</div><div>•&#160; &#160;Realização da Conferência&#58; de 13 a 15 de maio de 2026</div><div><br></div><div>Para mais informações, os interessados podem acessar o <a href=\"/acessoinformacao/eventos/153\" target=\"_blank\">sítio do evento​</a> ou entrar em contato pelo e-mail&#160;<a href=\"mailto&#58;bcbconference@bcb.gov.br\" target=\"_blank\">bcbconference@bcb.gov.br</a>.​<br></div></div>","lead":"O evento será realizado de 13 a 15 de maio de 2026, em Brasília. Gabriel Chodorow-Reich, da Universidade de Harvard, será o principal palestrante. A submissão dos artigos é gratuita, e, caso selecionados, deverão ser apresentados \r\nem inglês.  \r\n"},{"titulo":"Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026–2029","Id":20987,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2025-12-26T21:50:17Z","ultimaAtualizacao":"2026-01-22T20:43:02Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass75B284E51E8046F590342922A2F9AD32\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026–2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da Instituição nos próximos quatro anos. A iniciativa reafirma o compromisso do BC com a excelência técnica, a inovação metodológica e a transparência, consolidando a pesquisa como instrumento essencial para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas sob sua responsabilidade.<br><br>A pesquisa no BC desempenha papel fundamental no suporte técnico às políticas monetária, de estabilidade financeira e de eficiência do sistema bancário. Por meio de evidências empíricas, modelos e ferramentas analíticas, ela aprofunda a compreensão sobre a economia brasileira e internacional, fortalece a credibilidade institucional e amplia o diálogo com a comunidade acadêmica e com a sociedade.<br><br><strong>Aprendizado e evolução</strong><br>A nova Agenda sucede o ciclo 2021–2024, período em que o BC consolidou sua estrutura de pesquisa institucional e registrou resultados expressivos&#58; 217 publicações, sendo 67 <a href=\"/publicacoes/serietrabalhosdiscussao\" target=\"_blank\">Trabalhos para Discussão</a>, 79 artigos científicos, 59 boxes em relatórios e 12 postagens no <a href=\"/publicacoes/blog-do-bc\" target=\"_blank\">BC Blog</a>. Esse balanço evidencia a relevância e o impacto da produção científica do BC em temas centrais da política econômica.<br><br>A partir da experiência da construção da primeira agenda, a Agenda 2026–2029 foi elaborada à luz da missão institucional e dos objetivos estratégicos do BC, incorporando avanços tecnológicos e desafios de um ambiente econômico mais dinâmico, complexo e interconectado. O documento mantém caráter orientativo, estimulando tanto a produção interna quanto a cooperação com universidades e centros de pesquisa no Brasil e no exterior.<br><br><strong>Áreas de pesquisa</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A Agenda está estruturada em duas áreas interdependentes&#58;</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">•&#160;&#160;&#160; Macroeconomia e Finanças – voltada ao aprimoramento dos instrumentos analíticos e modelos que sustentam as decisões de política econômica, incluindo estudos sobre política monetária, modelagem macroeconômica, canais de transmissão, política fiscal e cambial, finanças e mercado de capitais. A Agenda enfatiza o uso de <em>big data</em>, inteligência artificial e <em>machine learning</em> em previsão e comunicação de política monetária.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">•&#160;&#160;&#160; Sistema Financeiro Nacional – dedicada a temas de estabilidade, eficiência e cidadania financeira, abrangendo riscos sistêmicos, sustentabilidade (ESG), inovação tecnológica, tokenização, Open Finance e <em>fintechs</em>. Também prioriza pesquisas sobre inclusão e educação financeira, além da proteção dos clientes de produto financeiros, reforçando a contribuição do BC para o bem-estar da sociedade.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Inovação, evidência e colaboração</strong><br>A Agenda de Pesquisa 2026–2029 reforça a visão de o BC ser referência nacional e internacional em pesquisa econômica aplicada a políticas públicas. Além de orientar a produção científica da Instituição, ela é um convite à colaboração com pesquisadores externos, estimulando projetos conjuntos e o intercâmbio de conhecimento.<br><br>A Agenda de Pesquisa 2026–2029 está disponível na <a href=\"/publicacoes/agenda_pesquisa\" target=\"_blank\">página do BC na internet</a>.<br></p></div>","lead":"Duas áreas estratégicas orientam a Agenda: Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional. A Agenda 2026–2029 incentiva a colaboração externa, fomentando projetos e compartilhamento de conhecimento. A nova Agenda dá continuidade ao ciclo 2021–2024, quando o BC consolidou sua estrutura de pesquisa e obteve resultados relevantes.\r\n"},{"titulo":"Planejamento Estratégico 2026-2029: compromisso com a estabilidade, o fortalecimento institucional e o foco no cidadão","Id":20984,"urlImg":{"Description":"Ícone da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-12-24T11:08:16Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-24T11:12:42Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassC85CA2B5300D46009B7128E11D40BF77\"><div>​Na última LiveBC do ano, realizada em 19 de dezembro, o Secretário-Executivo do Banco Central (BC), Rogério Lucca, apresentou os resultados do processo de planejamento estratégico que norteará as ações da Instituição no ciclo 2026-2029. O slogan escolhido para o período – <strong>Compromisso com a Estabilidade </strong>– sintetiza a missão organizacional do BC, que ganhou nova redação&#58; garantir estabilidade monetária e financeira, promover bem-estar econômico e fortalecer sua legitimidade perante a sociedade.<br></div><div><br></div><div>&quot;O planejamento estratégico é o instrumento que nos permite olhar para além do horizonte imediato. Ele é fundamental para que o Banco Central consiga se antecipar aos desafios tecnológicos e sociais, garantindo que as entregas para a sociedade sejam cada vez mais ágeis e seguras&quot;, destacou Lucca.</div><div><br></div><div>O processo de planejamento foi participativo e, pela primeira vez, envolveu ampla consulta interna, incluindo entrevistas com diretores, oficinas com chefes de unidade e pesquisa com cerca de quinhentos servidores. Outro fator de destaque foi a grande convergência de opiniões entre os servidores de todos os níveis hierárquicos, inclusive nos mais altos, quanto às expectativas para os próximos quatro anos.</div><div><br></div><div>O resultado do planejamento define como prioridade a estabilidade monetária e financeira, essencial para o crescimento econômico; serviços financeiros mais acessíveis, seguros e baratos; maior transparência e comunicação, fortalecendo a confiança da sociedade; e autonomia, inclusão e diversidade, promovendo um ambiente institucional mais sustentável e preparado para enfrentar os desafios decorrentes das transformações sociais e tecnológicas.<br></div><div><br></div><div><strong>Orientações Estratégicas para o Ciclo 2026-2029</strong><br></div><div><br></div><div><strong>Missão</strong><br></div><div>A missão do BC foi simplificada, centrada nas funções básicas de um banco central e convergente com os objetivos de sua lei&#58; garantir a estabilidade de preços, zelar por um sistema financeiro sólido e eficiente, e fomentar o bem-estar econômico da sociedade.​&#160;</div><div><br></div><div><strong>Objetivos Estratégicos</strong></div><div>Para alcançar os objetivos traçados, o BC dividiu sua atuação em cinco frentes principais&#58;<br></div><div><br></div><div><ul><li><strong>Fortalecer a efetividade da transmissão da política monetária</strong> – Tornar os instrumentos mais potentes e eficientes para assegurar a estabilidade de preços e melhorar a comunicação da política monetária. “A nossa prioridade é garantir que as decisões de política monetária sejam transmitidas de forma fluida, mantendo a inflação na meta com o menor custo possível para a sociedade”, destacou Rogério Lucca.<br></li></ul></div><div><ul><li><strong>Garantir a solidez do sistema financeiro</strong> – Priorizar a segurança do sistema financeiro e a resiliência das instituições, especialmente diante do aumento de fraudes, golpes e ataques cibernéticos. “O desafio é criar um ambiente regulatório favorável à inovação, mas que nunca abra mão da segurança e da solidez do nosso sistema financeiro”, enfatizou.<br></li></ul><ul><li><strong>Aumentar a eficiência do sistema financeiro e das infraestruturas digitais públicas</strong> – Expandir e aperfeiçoar plataformas como Pix, Open Finance, desenvolver o Drex e a tokenização de ativos, promovendo inclusão financeira e acesso a serviços adequados. “Queremos serviços de melhor qualidade, mais baratos, mais acessíveis e mais ágeis. A eficiência significa permitir que o cidadão tenha o melhor serviço financeiro na palma da mão”, afirmou Lucca.<br></li></ul></div><div><ul><li><strong>Aprimorar a comunicação institucional </strong>– Melhorar a percepção do BC pela sociedade e aperfeiçoar a comunicação para fortalecer relacionamentos, reconhecimento e inserção internacional. “Faz-se necessário cada vez mais uma comunicação que seja mais ampla e efetiva, que leve em consideração todos os públicos com os quais o BC se comunica”, comentou o Secretário-Executivo.<br></li></ul></div><div><ul><li><strong>Fortalecer a institucionalidade com inovação, excelência, diversidade e sustentabilidade </strong>– Garantir recursos orçamentários, financeiros e administrativos, além de aprimorar o arcabouço institucional para cumprimento de sua missão. Incorporar práticas sustentáveis e promover diversidade. “É dar condições para que o nosso corpo técnico continue entregando produtos e serviços de primeira qualidade aos brasileiros”, explicou Rogério.</li></ul></div><div><br></div><div><strong>Valores Organizacionais</strong><br></div><div>O planejamento reafirma sete valores&#58; Integridade, Excelência, Foco em Resultado, Cooperação, Abertura para Mudanças (mantidos do ciclo anterior), Sustentabilidade e Diversidade (reformulação do valor socioambiental), e Empatia (novo valor, que visa relações respeitosas e diálogo contínuo).​</div><div><br></div><div>Entregas Concretas para o Ciclo Estratégico 2026-2029</div><div><br></div><div><ul><li>Política Monetária&#58; ampliação de instrumentos e integração internacional do sistema Selic.</li><li>Estabilidade Financeira&#58; modernização regulatória, implementação de Basileia III, foco na resiliência cibernética e na prevenção de fraudes.</li><li>Inovação&#58; Pix Parcelado e Pix em garantia; expansão do Open Finance; duplicatas eletrônicas; desenvolvimento do Drex e tokenização de ativos.</li><li>Cidadania Financeira&#58; Aprender Valor, evolução de serviços como o BC PROTEGE+, lançamento do Museu de Valores e criação do Museu Digital.</li><li>Fortalecimento Institucional&#58; plano de diversidade e proposta de emenda constitucional para garantir recursos perenes.</li></ul></div><div><br></div><div><strong>Futuro</strong><br></div><div>O ciclo 2026-2029 reafirma o compromisso do BC com sua missão legal e com a sociedade brasileira. A estratégia combina estabilidade, inovação e fortalecimento institucional, garantindo que o BC continue sendo referência mundial quanto à qualidade dos produtos e serviços que entrega à sociedade.</div><div><br></div><div>A matéria-prima do novo plano é a confiança. Ao finalizar a live, Rogério Lucca destacou que o sucesso do planejamento estratégico será medido pela capacidade da Instituição em manter a inflação sob controle enquanto fomenta uma economia mais moderna e inclusiva, sem comprometer a estabilidade do sistema. De acordo com o Lucca, os próximos quatro anos prometem ser de “colheita” para projetos já iniciados e de “plantio” de uma infraestrutura financeira que os brasileiros ainda estão começando a imaginar.</div><div><br></div><div>Assista à LiveBC #48 na íntegra <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=6JtUXKY-H4E\" target=\"_blank\">aqui</a>. Para saber mais sobre o Plano Estratégico 2026-2029, acesse <a href=\"/acessoinformacao/planejamentoestrategico\" target=\"_blank\">bcb.gov.br/acessoinformacao/planejamentoestrategico</a>.</div></div>","lead":"Na LiveBC de dezembro, Rogério Lucca, Secretário-Executivo BC, destacou as prioridades da autoridade monetária para os próximos quatro anos."},{"titulo":"LiveBC - Planejamento Estratégico do BC: o que vem por aí nos próximos quatro anos","Id":20976,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-12-18T19:52:38Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-18T19:52:39Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass4E4DC70C3A0E47088FD8BCC9986ADCDB\"><p>​Na LiveBC desta sexta-feira (19), Rogério Antônio Lucca, Secretário-Executivo do BC, fala sobre as prioridades da autoridade monetária para os próximos quatro anos. Conheça detalhes do Planejamento Estratégico do BC para o ciclo 2026-2029 e saiba o que vai impactar a sua vida e o sistema financeiro. A transmissão acontece nesta sexta-feira (19), às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=6JtUXKY-H4E\">Canal do BC no YouTube</a>.​<br></p></div>","lead":"Saiba quais são as prioridades do BC para os próximos quatro anos e como isso impacta a sua vida. O Planejamento Estratégico foi revisado para o ciclo 2026-2029 e o BC agora tem nova missão e novos valores. Saiba mais na LiveBC, que começa às 14h, desta sexta-feira (19), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"BC e CMN criam regras para nomenclatura das instituições financeiras","Id":20971,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-12-17T14:13:58Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-17T14:13:59Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassC1255A385E8749329FC69943C5E3BF7D\"><p>Com o desenvolvimento a passos largos da tecnologia no sistema financeiro,&#160;alguns novos modelos de negócios têm utilizado uma nomenclatura inadequada ao tipo de serviço que estão&#160;prestando.&#160;</p><p>Para&#160;dar mais clareza aos consumidores de serviços financeiros,&#160;o&#160;Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicaram,&#160;recentemente,&#160;a&#160;<a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20Conjunta&amp;numero=17\" target=\"_blank\">Resolução Conjunta 17/2025</a>, que regula a nomenclatura e a forma de apresentação ao público das instituições autorizadas a funcionar pelo BC.&#160; &#160;</p><p>A nomenclatura&#160;abrange o nome empresarial, o nome fantasia, a marca e o domínio de internet utilizados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo BC.&#160;&#160;</p><p>A regra também trata da&#160;apresentação&#160;das instituições&#160;ao público, as quais&#160;deverão utilizar termos que deixem clara aos clientes e usuários a modalidade da instituição que presta o serviço.&#160;Esse requerimento se aplica a todas as formas de apresentação e mídias, inclusive quando os serviços são prestados por meio de correspondentes e contratos de BaaS.</p><p>&quot;A norma trata do nosso compromisso de continuar avançando no aumento da segurança e da transparência do Sistema Financeiro Nacional (SFN), mantendo o compromisso com a inovação, com a melhoria dos serviços e com a redução dos custos do sistema financeiro&quot;, disse Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br></p><p>Ele lembrou que, como atualmente algumas instituições&#160;acabam por utilizar um nome que pode não corresponder exatamente ao serviço que&#160;oferece,&#160;não fica claro para o cliente o tipo&#160;e o nível&#160;de&#160;serviço que ele pode receber.&#160;&#160;</p><p>“Isso nos preocupa, pois pode trazer algum&#160;tipo de&#160;risco&#160;tanto para o cliente quanto para o SFN como um todo, por isso essa regulação, determinando&#160;que nomes as instituições financeiras podem usar ou não&quot;, completou.&#160;</p><p>A regra vale para instituições&#160;autorizadas e&#160;para os contratos que elas&#160;venham&#160;a fazer com entidades que prestem serviços bancários.&#160;<br></p><p><strong>Prazo&#160;</strong>&#160;<br> As instituições autorizadas que estiverem em desacordo com as novas regras deverão elaborar plano de adequação à regulação, no prazo de 120 dias, contemplando, no mínimo, os procedimentos que serão adotados e o prazo para a execução desse plano, que deverá ser de, no máximo, um ano.&#160;Já os contratos de correspondentes e de BaaS devem ser ajustados no prazo de um ano da entrada em vigor da norma.&#160;</p><p><strong>Saiba mais</strong>&#160;<br> Leia a nota à imprensa sobre o assunto&#160;<a href=\"/detalhenoticia/20951/nota\" target=\"_blank\">aqui</a>. Veja a coletiva à imprensa que detalhou a norma&#160;<a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=HjXkBJv1cLA\" target=\"_blank\">aqui</a>. ​</p></div>","lead":" Resolução conjunta determina regras para nome empresarial e marca, entre outras questões. Regra também trata de termos que devem ser usados na apresentação das instituições ao público. Eventuais não conformidades à regulação podem requerer a adoção de plano de adequação. "},{"titulo":"Calendário de divulgações do BC pode ser incluído em aplicativos de agenda ","Id":20958,"urlImg":{"Description":"Duas mãos juntas","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2025-12-08T14:56:06Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-08T14:58:51Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass11E11341399E43459E72B70D164EEE0A\"><p>​O Banco Central (BC) facilitou a vida de quem quer acompanhar os eventos, os comunicados e as divulgações de dados relacionados à Autarquia. Basta instalar, diretamente no seu aplicativo de agenda favorito, o Calendário do BC, no formato i.calendar (.ics).&#160;</p><p>A sincronização da ferramenta com a agenda é rápida, simples e gratuita. Confira como fazer nesse passo a passo&#58;</p><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><br></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><img src=\"/content/home/noticias-img/calendario_1.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><img src=\"/content/home/noticias-img/calendario_2.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><br></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><img src=\"/content/home/noticias-img/calendario_3.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></span></div><div><span style=\"font-size&#58;13px;\"><br></span></div><div>Para terminar o passo 3, acesse<a href=\"/acessoinformacao/calendariobc_ics\" target=\"_blank\"> esta página</a> no <em>site </em>do BC e veja a explicação sobre &quot;Onde colar o link .ics no seu app de agenfa&quot; para finalizar a sincronização.</div><div><br></div><div><strong>Diversos assuntos</strong><br>Há uma infinidade de temas que os interessados podem inserir no seu Calendário do BC. Entre eles, eventos, divulgação de estatísticas (macroeconômicas, do mercado aberto, do setor externo, do Valores a Receber, fiscais, monetárias e de crédito), de índices (de atividade econômica, IBC-Br; de atividade econômica regional IBCR, de <em>commodities</em>-Brasil, IC-Br), do <em>ranking </em>de reclamações, de relatórios (de política monetária, de estabilidade financeira, de investimento direto), de atas e comunicados (do Copom e do Comef), de capitais internacionais, do Focus, entre outros. A lista completa está <a href=\"/acessoinformacao/calendariobc_ics\" target=\"_blank\">aqui</a>.</div><div><br><strong>Benefícios</strong><br>O Calendário do BC é conveniente (permite o acesso aos compromissos do banco no calendário pessoal de quem o utiliza, seja por meio do celular, tablet ou computador), conta com atualizações automáticas, é customizado de acordo com o interesse de cada usuário, sem filtros complexos, e possui <em>link </em>com acesso direto às informações detalhadas sobre cada evento.<strong></strong></div><div><br><strong>Transparência</strong><br>O Calendário do BC também se insere na política de transparência do BC. A transparência, inclusive, é um dos <a href=\"/acessoinformacao/planejamentoestrategico\" target=\"_blank\">valores </a>da Instituição. Mais do que cumprir as exigências da lei e dos órgãos de controle, o BC vê a transparência como condição necessária para a prestação de serviço eficiente à sociedade. Ela e a simetria de informações fazem parte da comunicação da política monetária e da manutenção da eficiência do sistema financeiro. Saiba mais <a href=\"/acessoinformacao/planejamentoestrategico\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;&#160;<br></div><p><br></p></div>","lead":" Ferramenta permite acompanhamento de divulgações feitas pelo BC. Sincronização é feita no aplicativo de agenda dos interessados. Saiba como fazer uso desse importante instrumento de transparência."},{"titulo":"BC lança serviço contra fraudes com uso de identidade falsa no Sistema Financeiro Nacional. Saiba como vai funcionar o BC Protege+ ","Id":20953,"urlImg":{"Description":"ícone da transparência","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/transparencia.png"},"dataPublicacao":"2025-12-01T10:00:41Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-11T12:31:16Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass0594A8E90FFD437CA6D7CA7D6BD026B9\"><div>O Banco Central lança em 1º de dezembro de 2025 hoje o BC Protege+, serviço gratuito que permite que pessoas e empresas comuniquem ao sistema financeiro que não desejam a abertura de conta ou sua inclusão como titular ou representante em contas. O evento oficial acontece no auditório do Edifício-Sede do Banco Central em Brasília, com transmissão ao vivo pelo YouTube do BC, às 14h30.<br></div><div><br></div><div>Clique <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/pp6bDjJkUek\" target=\"_blank\">aqui</a> para assistir à transmissão.</div><div>&#160;</div><div>A proteção se aplica a contas de depósitos à vista, contas de depósitos de poupança e contas de pagamento pré-pagas, bem como a inclusão de titular ou representante nessas contas. Ela vale para todas as novas aberturas de contas, inclusive na mesma instituição ou conglomerado que o CPF ou o CNPJ já tenha conta.</div><div>&#160;</div><div>Vale destacar que o BC Protege+ não substitui outras medidas de segurança dado que o sistema é uma camada extra de proteção. As instituições financeiras devem continuar verificando a identidade dos clientes e a autenticidade das informações, inclusive para atender ao disposto na <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20Conjunta&amp;numero=6\" target=\"_blank\">Resolução Conjunta nº 6​</a>, de 23/5/2023.</div><div>&#160;</div><div>A iniciativa faz parte de um conjunto de ações que vêm sendo discutidas entre vários órgãos públicos e participantes do sistema financeiro, sendo que o principal objetivo da ferramenta é reforçar a segurança contra fraudes com uso de identidade falsa no Sistema Financeiro Nacional.<br></div><div><br></div><div><div>&quot;O BC Protege+ vai ao encontro de uma demanda da sociedade e reforça o compromisso do BC em garantir mais segurança e transparência para os cidadãos em suas interações com o sistema financeiro&quot;, destaca&#160;Maria Clara Roriz Haag, do Departamento de Atendimento Institucional (Deati) do BC.</div><div><br></div><div><strong>Acesso pelo cidadão</strong></div><div>Qualquer pessoa, física ou jurídica, pode ativar a proteção. Para acessar o serviço, é preciso ter conta gov.br nível prata ou ouro com a verificação em duas etapas habilitada.</div><div>O BC Protege+ estará disponível no site do BC, dentro da área logada do Meu BC no site do Banco Central (<a href=\"/meubc\" target=\"_blank\">www.bcb.gov.br/meubc</a>), seguindo&#58; “Serviços &gt; Cidadão &gt; <a href=\"/meubc\" target=\"_blank\">Meu BC</a>”. Dentro do sistema, é possível ativar ou desativar a proteção a qualquer momento.</div><div>&#160;</div><div>“É importante destacar que a ativação da proteção não é automática. Os cidadãos, que desejarem ativar o serviço, deverão acessar o BC Protege+ e fazer essa opção. A jornada é simples e intuitiva e o serviço é on-line, portanto, a ativação ou a desativação tem efeito imediato no sistema”, explica Haag.</div><div>&#160;</div><div><strong>Como funciona</strong></div><div>A opção registrada pelo cidadão no BC Protege+ fica marcada no banco de dados e, antes da abertura da conta ou da inclusão de titular ou representante em contas, as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo BC são obrigadas consultar o sistema para saber se a proteção está ativada ou desativada.</div><div>&#160;</div><div>As instituições financeiras devem tratar os dados recebidos exclusivamente para as finalidades previstas, garantindo a segurança, o processamento e a eliminação dos dados pessoais conforme a legislação vigente.</div><div>&#160;</div><div>Se a proteção estiver ativada&#58;</div><div><ul><li>a instituição financeira não pode abrir a conta nem incluir o correntista como titular ou representante numa conta.</li><li>a instituição financeira deve avisar o cidadão que a proteção está ativada.</li><li>O cidadão precisa desativar o serviço, se quiser seguir com a contratação.</li></ul></div><div><br></div><div>Também é importante destacar que o cidadão pode visualizar quais instituições financeiras consultaram seu CPF ou CNPJ e o motivo da consulta (abertura de conta ou inclusão como titular/representante). Dentro do sistema, basta o cidadão acessar a área “Histórico de Consultas”.</div><div>&#160;</div><div><strong>Passo a passo para usar o BC Protege+</strong></div><div>&#160;</div><div><strong>Como ativo a proteção para o meu CPF (pessoa física)?</strong></div><div><ol><li>Acesse a área logada do Meu BC no site do Banco Central em&#58; Serviços &gt; Cidadão &gt; Meu BC &gt; BC Protege+.</li><li>Entre com sua conta gov.br prata ou ouro com verificação em duas etapas.</li><li>Clique em BC Protege+ no menu ou no card inicial.</li><li>Na tela principal, escolha ativar a proteção.<br><br></li></ol></div><div><strong>Como desativo a proteção para o meu CPF (pessoa física)?</strong></div><div><br></div><div><ol><li>Acesse a área logada do Meu BC no site do Banco Central em&#58; Serviços &gt; Cidadão &gt; Meu BC &gt; BC Protege+.</li><li>Entre com sua conta gov.br prata ou ouro com verificação em duas etapas.</li><li>Clique em BC Protege+ no menu ou no card inicial.</li><li>Na tela principal, escolha desativar a proteção.</li><li>Escolha quanto tempo deseja manter a proteção desativada. Você pode desativar por tempo indeterminado ou escolher uma data para a proteção ser reativada automaticamente.&#160;</li></ol></div><div><br></div><div><strong>Como ativo ou desativo a proteção para um CNPJ (pessoa jurídica)?</strong></div><div><br></div><div><ol><li>O sócio ou o representante ou o colaborador devidamente cadastrado no módulo de empresas da plataforma Gov.br deve acessar a área logada do Meu BC no site do Banco Central em&#58; Serviços &gt; Cidadão &gt; Meu BC &gt; BC Protege+.<br></li><li>Entre com sua Conta gov.br prata ou ouro com verificação em duas etapas.</li><li>Clique em BC Protege+ no menu ou no card inicial.</li><li>Escolha a empresa em “Selecionar dados do titular” na tela principal.</li><li>Em seguida, escolha ativar ou desativar a proteção. Se a empresa quiser abrir uma conta, todos os titulares e representantes precisam estar com seus CPFs com a proteção desativada.<br></li></ol><div><br></div></div><div>Para saber mais, acesse a página do <a href=\"/meubc/bcprotege\" target=\"_blank\">BC Protege+</a>.</div><div><br></div></div></div>","lead":"A proteção abrange a abertura de conta corrente, poupança e conta de pagamento pré-paga e a inclusão como titular ou representante nessas contas. Serviço estará disponível a partir desta segunda-feira (1°/12).\r\n"},{"titulo":"LiveBC #47: Pix 5 anos – a Inovação que Redefiniu o Dinheiro no Brasil","Id":20934,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-11-17T13:36:18Z","ultimaAtualizacao":"2025-11-17T17:41:58Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassE5C5F01294404554BCF96ED57E7C1124\">\r\n<div>Novembro de 2020. Há cinco anos, os brasileiros viam nascer o Pix, um instrumento que transformaria a forma como fazemos nossas transações financeiras. De lá para cá, muita coisa mudou, e o serviço, criado pelo Banco Central (BC), se transformou em um dos principais meios de pagamento do país, além de vitrine do Brasil para o mundo.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Na LiveBC da última terça-feira (11/11), o Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Dias de Brito Gomes, comentou diversos aspectos sobre o curto, mas já intenso, período de vida do Pix. Leia abaixo alguns dos pontos principais do programa. Assista à LiveBC na íntegra aqui.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div><strong>Funcionalidades&#160;</strong></div><div>Lançado em novembro de 2020, o Pix tinha duas opções inicialmente&#58; transferências entre pessoas e pagamentos com QR Code. Nos anos seguintes, houve expansão de funcionalidades. Entre elas, chegaram Pix Cobrança, Pix Saque e Pix Troco e Pix Agendado. Mais recentemente, tivemos o Pix por Aproximação e o Pix Automático. Em breve, o BC irá lançar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) 2.0.</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>O diretor do BC explicou em detalhes o funcionamento do Pix por Aproximação e do Pix Automático.&#160;&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>“O Pix por Aproximação já pode ser feito essencialmente por meio de todos os credenciadores [uma instituição regulada que habilita estabelecimentos comerciais a aceitar pagamentos com cartões] de maior volume. Até o momento, ele pode ser utilizado por quem usa um celular Android, seja por meio de uma carteira digital ou do aplicativo do banco do usuário. Ele está funcionando muito bem e tende a continuar crescendo, pois é uma alternativa muito confortável e muito barata para os lojistas&quot;, disse Renato Dias de Brito Gomes, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.&#160;<br></div><div><br></div><div>​O cenário também é positivo para o Pix Automático, disse Renato Gomes&#58; “Ele é a solução do débito automático trazida para o Pix. Qualquer participante do Pix pode oferecer esse produto às pessoas jurídicas, não importa onde esteja a conta do pagador. Não é mais necessário conta em vários bancos, como acontecia no sistema convencional de débito automático”, explicou.&#160;<br></div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Ainda segundo o diretor, o Pix Automático gerou muita competição no sistema bancário, porque o débito automático deixou de ser uma prerrogativa de alguns bancos, e fomentou muita competição na economia real também, porque antigamente apenas empresas grandes [concessionárias de energia elétrica e cadeias de varejo] podiam fazer convênios para receber por débito automático. “Esse é um produto que trouxe muita praticidade para as empresas e gerou concorrência em vários mercados”, afirmou.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Gomes também destacou a parceria do Pix com o Open Finance&#58; “Durante esta trajetória, houve uma grande integração com o Open Finance, materializado, de forma mais explícita, na possibilidade de se iniciar pagamentos do Pix via Open Finance, o que tem dinamizados muito o comércio eletrônico em geral”.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div><strong>Números superlativos&#160;</strong></div><div>Os números relativos ao Pix são impressionantes, como frisou o diretor&#58; “O crescimento é notável. Em 2021, tivemos 9,4 bilhões de transações no Pix com cerca de R$5 trilhões movimentados. Ano passado, foram 63 bilhões de transações e R$26,4 trilhões movimentados. Para se ter uma ideia, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, em 2024, foi de aproximadamente R$11 trilhões. Isso equivale a 2,5 PIBs movimentados via Pix. É um volume fantástico”.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>De acordo com ele, a velocidade da adoção tão massiva do Pix realmente surpreendeu&#58; “Acho que isso aconteceu porque o Pix permitiu novos modelos de negócios, que as pessoas empreendessem de maneiras que antes não estavam no radar. Houve uma dinamização de uma série de atividades, o que fez com que a velocidade de adoção fosse maior do que a esperada”.&#160;&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Hoje, são quase 170 milhões de pessoas usando o Pix no Brasil&#58; “É essencialmente quase todo adulto no país. E já chegamos a mais de 20 milhões de empresas [utilizando o serviço]”, disse do diretor.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div><strong>Troca&#160;</strong></div><div>Para Gomes, o meio de pagamento que mais foi substituído pelo Pix foi o dinheiro em espécie, o que, na sua opinião, foi bom para todos os atores envolvidos no sistema de pagamento no Brasil.&#160;&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>“A logística de distribuição do dinheiro é muito custosa, não apenas para o indivíduo, que tinha que ter sempre dinheiro físico consigo, ir ao caixa automático, mas para os bancos também, que tinham custos com carros-fortes e distribuição”, relembrou.&#160;&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>O número de saques em caixa automático no terceiro trimestre de 2020 foi de R$1 bilhão. No terceiro trimestre de 2024, esse número foi de R$660 milhões, uma redução de 35%&#58; “Isso torna a vida de todo mundo muito mais fácil”.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Inclusão financeira&#160;</div><div>Gomes lembrou que o Pix incluiu milhares de pessoas no sistema financeiro&#58; “Muita gente não usava as contas que tinha. Ou apenas recebia o salário, sacava tudo e só utilizava dinheiro. Depois do Pix, as pessoas perceberam a conveniência de se pagar as contas pelo celular e mudaram esse comportamento, passando, de fato, a usar suas contas”, disse.&#160;&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>De acordo com ele, isso permitiu às instituições oferecer seguros, investimentos, crédito e vários outros serviços a essa parcela da população&#58; “O Pix acabou sendo também uma grande oportunidade para as instituições financeiras”, afirmou.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>O diretor exemplificou a inclusão financeira proporcionada pelo Pix tendo como base o número de usuários ativos, quem realizou um pagamento digital e/ou uma operação de crédito nos últimos três meses, no Sistema Financeiro Nacional (SFN).</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>“Entre junho de 2018 e dezembro de 2023, para pessoas físicas, passamos de 77 milhões de usuários ativos para 152 milhões. Para pessoa jurídica, que inclui microempreendedor individual (MEI), o número passou de 3,5 milhões para quase 12 milhões. Esse é o volume de inclusão financeira que o Pix trouxe” afirmou.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Gomes explicou que esse crescimento do número de usuários ativos no SFN foi bastante concentrado nas fintechs, que viram um aumento de seus usuários ativos de aproximadamente 5.000%. Nos bancos, esse crescimento, segundo ele, também foi grande, da ordem de 80%.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>O diretor lembrou ainda que o Pix contribuiu para a redução de tarifas no sistema financeiro, incentivou a formalização, reduziu a inadimplência, facilitou a emissão de nota fiscal e o recolhimento de tributos e proporcionou custos menores às pessoas jurídicas&#58; “Houve um tremendo estímulo à digitalização do varejo, um estímulo à formalização”.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div><strong>“Cidadania econômica”</strong><br></div><div>“O Pix, por ser essa infraestrutura pública, que dá igualdade de condições a todos os participantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), permite ao país dar um salto de eficiência. A gente passa a se comportar de uma maneira muito menos custosa e muito mais inclusiva no que se refere a pagamentos depois do Pix”, destacou.&#160;</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Para ele, o Pix tornou-se uma ferramenta de “cidadania econômica”, por trazer “todo mundo” para dentro do sistema financeiro&#58; “O Pix tem sido uma trajetória de muito sucesso, de muita entrega para a população”.</div><div>\r\n   <br>\r\n</div><div>Assista à LiveBC # 47 na íntegra aqui. Saiba mais sobre o Pix aqui​.&#160;</div>\r\n</div>","lead":"Serviço criado pelo Banco Central já é usado por quase 170 milhões de pessoas. Números de movimentação financeira demonstram a importância da ferramenta, com R$11 trilhões transacionados em 2024. Não conseguiu assistir ao programa? Leia a matéria e clique no link da live."},{"titulo":"Banco Central detalha regras sobre ativos virtuais","Id":20930,"urlImg":{"Description":"Logo do Banco Central","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-11-14T19:04:36Z","ultimaAtualizacao":"2025-11-14T19:58:05Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassBA578EDC85904021BF89204F11ACD9DF\"><div>Para proporcionar ainda mais segurança e eficiência ao Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Banco Central (BC) regulamentou a autorização e a prestação de serviços de ativos virtuais, e criou as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSVAs). Além disso, normatizou quais atividades ou operações com ativos virtuais se inserem no mercado de câmbio e quais situações estão sujeitas à regulamentação de capitais internacionais.&#160;<br></div><div><br></div><div>Ativos virtuais, como criptomoedas, são representações digitais de valor que podem ser negociadas, transferidas ou utilizadas em transações eletrônicas. Eles existem apenas em formato digital, não têm uma forma física, não são tangíveis (existem apenas em sistemas eletrônicos) e podem ser usados como meio de troca, reserva de valor ou para acessar serviços.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/wAdLuhJF3Qc\" target=\"_blank\">Clique </a>para assistir à entrevista coletiva que detalhou as Resoluções BCB 519, 520 e 521.</div><div><br></div><div>&quot;As normas tratam basicamente da prestação de serviços de ativos virtuais, o processo de autorização para prestar o serviço de ativos virtuais e como que isso será tratado, tanto no mercado de câmbio quanto nas informações relativas a capitais internacionais&quot;,&#160;disse<br></div><div>Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC<br></div><div><br></div><div><strong>Prestação de Serviços&#160;&#160;</strong></div><div>A Resolução BCB 520 disciplina a prestação de serviços de ativos virtuais, quem poderá prestar esse serviço e a constituição e o funcionamento das SPSAVs.&#160;</div><div><br></div><div>A regulação estende às entidades que prestarem serviços de ativos virtuais exigências que já são cobradas de outras instituições integrantes do SFN, tais como&#58; proteção e transparência nas relações com os clientes; prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo; requisitos de governança; segurança; controles internos; prestação de informação; entre outras obrigações e responsabilidades.&#160;</div><div><br></div><div>Esses serviços poderão ser prestados por algumas das instituições autorizadas a funcionar pelo BC e pelas SPSAVs criadas exclusivamente para essa finalidade. As SPSAVs atuarão conforme sua classificação&#58; intermediária, custodiante e corretora de ativos virtuais.&#160;</div><div><br></div><div>“As novas regulamentações vão trazer mais segurança para quem investe em ativos virtuais no Brasil, já que essas empresas passam a estar dentro do perímetro regulatório do BC e sujeitas ao nosso processo de autorização, supervisão e acompanhamento. O objetivo é trazer mais confiança e proteção ao usuário desses ativos”, reforçou o Diretor de Regulação.&#160;</div><div><br></div><div>A <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=520\" target=\"_blank\">Resolução BCB 520</a> entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.</div><div>&#160;&#160;</div><div><strong>Autorização&#160;</strong><br></div><div>A Resolução BCB 519, por sua vez, estabelece as regras para a autorização de funcionamento das SPSAVs. A norma também atualiza os processos de autorização relacionados a alguns segmentos antes regulados pelo CMN, como sociedades corretoras de câmbio, corretoras de títulos e valores mobiliários, e distribuidoras de títulos e valores mobiliários. A norma traz ainda regras gerais comuns a todos esses segmentos e regras específicas para assegurar uma transição segura e organizada para o segmento das SPSAVs.&#160;</div><div><br></div><div>Vivan ressaltou que as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais devem seguir padrões rígidos de proteção de dados e ativos digitais, além de realizar testes de estresse e responder por falhas e perdas causadas por eventuais negligências nessa área&#160;</div><div><br></div><div>Segundo ele, a estrutura que está sendo criada vai permitir a rastreabilidade adequada dos ativos virtuais negociados no país, sendo possível saber quem negociou determinado ativo virtual, por onde ele passou e para onde ele foi.&#160;</div><div><br></div><div>A <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=519\" target=\"_blank\">Resolução BCB 519</a> entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>Câmbio e capitais internacionais&#160;&#160;</strong></div><div>Já a Resolução BCB 521 estabelece regras para algumas atividades das prestadoras de serviço de ativos virtuais (PSAVs), que passam a ser tratadas como operações do mercado de câmbio e capitais internacionais.</div><div><br></div><div>Passam a ser consideradas operações no mercado de câmbio as seguintes atividades realizadas com ativos virtuais&#58;&#160;</div><div><br></div><div>- pagamento ou transferência internacional usando ativos virtuais;&#160;&#160;</div><div><br></div><div>- transferência de ativo virtual para cumprir obrigações decorrente do uso internacional de cartão ou outro meio de pagamento eletrônico;&#160;&#160;</div><div><br></div><div>- transferência de ativo virtual para ou a partir de carteira autocustodiada, que não envolva pagamento ou transferência internacional com ativos virtuais, observando que a PSAV deve identificar o proprietário da carteira autocustodiada e manter processos documentados para verificar a origem e o destino dos ativos virtuais;&#160;</div><div><br></div><div>- compra, venda ou troca de ativos virtuais referenciados em moeda fiduciária.&#160;</div><div><br></div><div>Desde que autorizadas a operar no mercado de câmbio, as PSAVs podem prestar serviços de ativos virtuais nesse mercado.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>Para instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio que possuem limites de valor por operação de câmbio com clientes, tais como corretoras e distribuidoras, os pagamentos e as transferências internacionais com ativos virtuais passam a observar os mesmos limites quando a contraparte não for instituição autorizada a operar nesse mercado.&#160;</div><div><br></div><div>A norma está de acordo com as melhores práticas internacionais sobre o assunto, recomendadas pelo Grupo de Ação Financeira sobre Lavagem de Dinheiro (Gafi) e pelo Financial Stability Board (FSB), e também aborda questões relacionadas a transparência e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT).&#160;</div><div><br></div><div>A <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=521\" target=\"_blank\">Resolução BCB 521</a> entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>Marco&#160;&#160;</strong></div><div>“São regras muito relevantes para a segurança do SFN. Trazemos normas explícitas para que as prestadoras de serviço tenham mecanismos para identificar o mau uso e práticas espúrias desse mercado, evitando prejuízos para os clientes. O grande desafio foi equilibrar o incentivo à inovação com a segurança da negociação de ativos virtuais para o sistema financeiro”, concluiu o Diretor de Regulação.&#160;</div><div><br></div><div>Saiba mais sobre o assunto <a href=\"/detalhenoticia/20918/nota\" target=\"_blank\">aqui</a>. A coletiva de imprensa que detalhou todas essas regras pode ser conferida <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/wAdLuhJF3Qc\" target=\"_blank\">aqui​</a>.&#160;<br></div><p><br></p></div>","lead":"BC criou as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais. O processo de autorização e funcionamento dessas entidades passa a ser supervisionado pela autoridade monetária. Objetivo é dar mais segurança e eficiência ao Sistema Financeiro Nacional."},{"titulo":"Consulta pública sobre novas exigências para Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos vai até 13 de fevereiro","Id":20928,"urlImg":{"Description":"ícone da sustentabilidade","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg"},"dataPublicacao":"2025-11-12T15:52:00Z","ultimaAtualizacao":"2025-12-01T02:45:40Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassE90FEDEB0F3845408F2BB2971D16907E\"><div>​O Banco Central (BC) disponibilizou na terça-feira (4/11) a Consulta Pública 127, que propõe alterações na Resolução BCB 139, de 21 de setembro de 2021, para estabelecer novos requerimentos para o Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos (Relatório GRSAC). A iniciativa visa ao aprimoramento das tabelas qualitativas que atualmente compõem o relatório e a inclusão de novas tabelas, tanto quantitativas como qualitativas. A contribuições podem ser enviadas até 13 de fevereiro de 2026.<br></div><div><br></div><div>A iniciativa ocorre no âmbito da dimensão “Sustentabilidade” da Agenda BC#, lançada em setembro de 2020. Na ocasião, o BC iniciou a incorporação das recomendações da <em>Task Force on Climate-related Financial Disclosures</em> (TCFD) com escopo ampliado, abrangendo, além do risco climático, os riscos social e ambiental. A proposta ora apresentada está alinhada ao documento de Pilar 3 do Comitê da Basileia para Supervisão Bancária (BCBS), publicado em junho de 2025, tratando da divulgação de informações relacionadas aos riscos climáticos e complementando informações requeridas pela International Financial Reporting Standards Foundation (IFRS).</div><div><br></div><div>&quot;O objetivo principal da proposta é promover transparência e reduzir a assimetria de informação por meio das tabelas padronizadas. Desta forma, a medida permite inclusive a comparabilidade internacional, porque se alinha aos padrões globais&quot;, explica&#160;Kathleen Krause, Chefe Adjunta do Departamento de Regulação Prudencial do BC.</div><div><br></div><div>“A ideia é que seja mais fácil perceber, por qualquer parte interessada, quais são as informações dos bancos em relação às suas exposições e em relação às suas iniciativas ligadas ao tema social, ambiental e climático”, destaca Krause. Segundo ela, o objetivo é ter o normativo definitivo até o primeiro semestre de 2026.</div><div><br></div><div>O Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial do BC, Ricardo Moura, ressalta que a proposta de consulta pública amplifica a norma existente sobre divulgação de informações no Relatório do GRASC&#58; “O que a gente está fazendo, neste momento, é ampliar essa norma, aprimorando, enriquecendo, trazendo maior granularidade de informações”.</div><div><br></div><div>A Assessora do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial, Inês Cavalcanti, enfatiza que as informações atualmente requeridas das instituições são somente qualitativas&#58; “Com essas novas tabelas, a gente vai conseguir entender melhor, por exemplo, quanto que a instituição – dentro da sua carteira de crédito – está exposta lá no futuro a perder com uma enchente, a perder com um evento de uma seca, por exemplo”.</div><div><br></div><div>“O Banco Central vai poder pressionar os regulados para que conheçam melhor seus clientes, saibam como estão atuando nesse processo de sustentabilidade. Se estão em setores de alta emissão, se estão envolvidos com algum tipo de transição”, reforça Kathleen Krause. “Muitos bancos desenvolvem consultoria especializada para auxiliar seus clientes a fazer uma transição sustentável”, emenda.</div><div><br></div><div><strong>Entenda a mudança</strong></div><div>Entre as referências internacionais de divulgação de informações sobre risco climático utilizadas para embasar a proposta, destacam-se&#58;<br></div><div><br></div><div><ul><li>os padrões para divulgação de informações de sustentabilidade desenvolvidos pelo International Sustainability Standards Board (ISSB), novo conselho da IFRS; e</li><li>a estrutura voluntária para a divulgação de informações sobre riscos financeiros relacionados ao clima elaborada pelo BCBS, no arcabouço de Pilar 3.</li></ul></div><div><br></div><div>Na proposta de minuta, a tabela facultativa de indicadores quantitativos utilizados no gerenciamento de riscos é substituída por novas tabelas padronizadas obrigatórias em que o BC definirá os requerimentos de divulgação das metas e das métricas relacionadas ao risco climático nas vertentes risco de transição e risco físico, bem como métricas relacionadas aos planos de transição, se adotados, e métricas relativas aos riscos social e ambiental. Vale destacar que a única tabela que seguirá facultativa é a de oportunidades de negócios.</div><div><br></div><div>Entre as informações que as instituições deverão divulgar, está o total de operações com os setores intensivos na emissão de gases de efeito estufa (GEE), e a estimativa do total de emissões de GEE financiadas nessas operações. Ainda referente ao risco climático, as instituições deverão divulgar a sensibilidade de suas operações a eventos climáticos considerando o cenário mais extremo, em 2030, para o risco de chuva intensa e seca.</div><div><br></div><div>No que se refere aos riscos social e ambiental, serão divulgadas informações sobre o total de operações com contrapartes com multas ou embargos aplicados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Também será divulgado o total de operações com contraparte responsável por barragens de rejeitos classificadas em nível de emergência (NE1, NE2 ou NE3) pela Agência Nacional de Mineração (ANM), bem como com contrapartes constantes, direta ou indiretamente, no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</div><div><br></div><div>Também cabe destacar que as instituições que tenham definido plano de transição climática deverão divulgar informações sobre emissões líquidas de GEE, cobertura das emissões financiadas de GEE, ações de adaptação às mudanças climáticas e previsões de redução da emissão de GEE, por exemplo. As instituições que não tenham plano de transição devem deixar explícito, nesta tabela, a inexistência de um plano.</div><div><br></div><div><strong>Prazos</strong></div><div>A proposta prevê que o Relatório GRSAC no novo formato entrará em vigor em janeiro de 2027, com a primeira divulgação apenas em 2028, com data-base referente a dezembro de 2027 para as instituições enquadradas nos Segmentos 1 (S1) e 2 (S2), nos termos da Resolução CMN 4.553, de 30 de janeiro de 2017.&#160;</div><div><br></div><div>As instituições enquadradas no Segmento 3 (S3) estão sujeitas à divulgação de todas as tabelas, mas terão prazo adicional para divulgação dos novos requerimentos, com a obrigatoriedade a partir da data-base de 31 de dezembro de 2028. Esse prazo corresponde ao mesmo previsto para o cumprimento dos relatórios de contabilidade relativos à sustentabilidade e ao clima baseados no padrão ISSB S1 e S2.</div><div><br></div><div>A consulta pública propõe também que as instituições do Segmento 4 (S4), anteriormente sujeitas apenas à tabela qualitativa de governança, passem a divulgar as informações acerca de eventuais compromissos nacionais ou internacionais de natureza social, ambiental ou climática na forma das tabelas padronizadas ora propostas (tabelas COMP1 e COMP2). A data-base de aplicação do requerimento é a mesma concedida ao S3, 31 de dezembro de 2028. O prazo garantirá tempo adequado para a preparação dos regulados para o atendimento dos novos requerimentos.</div><div><br></div><div>As instituições do Segmento 5 (S5) estarão dispensadas dessa divulgação.</div><div><br></div><div>As contribuições à Consulta Pública 127 poderão ser realizadas no <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/gh711cp5de732/track-url/xn8435e83a5c7/1c7592c7476e59aa48047cc3ae4a71d4b5d7227d\" target=\"_blank\">no <em>link</em></a> até 13 de fevereiro de 2026.<br></div></div>","lead":"A iniciativa busca aprimorar as atuais tabelas qualitativas do Relatório GRSAC e incluir novas tabelas, tanto quantitativas como qualitativas. "},{"titulo":"LiveBC: Pix 5 anos, a inovação que redefiniu o dinheiro no País","Id":20923,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-11-10T20:09:31Z","ultimaAtualizacao":"2025-11-10T20:09:32Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass5EE7ABC444894F33A4D75D77AA89899B\"><p>Na LiveBC desta terça-feira (11), Renato Dias de Brito Gomes, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, fala sobre os cinco anos do Pix, contando sua trajetória, mostrando seus principais números e adiantando as inovações que estão chegando. A transmissão acontece nesta terça-feira (11), às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=OeXwMYaZvWM\">Canal do BC no YouTube​</a>.&#160;<br></p></div>","lead":"O Pix, a ferramenta que revolucionou os pagamentos no Brasil, completa cinco anos. Conheça a trajetória de sucesso, entenda os números por trás da revolução e fique sabendo das inovações que vêm por aí. Saiba mais na LiveBC, que começa às 14h, nesta terça-feira (11), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Banco Central publica mais quatro conjuntos de dados no Portal de Dados Abertos","Id":20919,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-11-10T14:59:25Z","ultimaAtualizacao":"2025-11-11T14:02:49Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass25C47D6B059C4318B779085111866CD5\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​O Banco Central (BC) publicou mais quatro conjuntos de dados no Portal de Dados Abertos, todos previstos no cronograma do Plano de Dados Abertos aprovado no início deste ano. Clique <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/\" target=\"_blank\">aqui</a> para acessar o Portal de Dados Abertos do BC.<br><strong><br>Dados sobre instituições financeiras</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O BC ampliou as informações divulgadas na plataforma <a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/ifdata/\" target=\"_blank\">IFData</a> e no conjunto de dados <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/dataset/ifdata---dados-selecionados-de-instituies-financeiras\" target=\"_blank\">IFData - Dados selecionados de instituições financeiras do Portal de Dados Abertos</a>, reforçando seu compromisso com a transparência e o acesso à informação. Os relatórios do IFData trazem dados financeiros e contábeis trimestrais de instituições autorizadas, incluindo balancetes, dados de capital, entre outros. Além disso, novas informações de crédito e contábeis foram recentemente publicadas no Portal de Dados Abertos, também por meio da plataforma IFData, contribuindo para análises mais aprofundadas e decisões mais informadas por parte de pesquisadores e profissionais do mercado financeiro.<br><br>Os relatórios de crédito, que anteriormente apresentavam informações do conglomerado financeiro, passaram a refletir dados do conglomerado prudencial, conforme definido pelas Resoluções <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=4950\" target=\"_blank\">CMN nº 4.950/2021</a> e <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=168\" target=\"_blank\">BCB nº 168/2021</a>. Além disso, foram realizados ajustes para atender às exigências da <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=4966\" target=\"_blank\">Resolução CMN nº 4.966/2021</a>, vigente desde 1º de janeiro de 2025.<br><br>Os relatórios contábeis também foram atualizados em conformidade com a Resolução CMN nº 4.966/2021 e com o novo <a href=\"/estabilidadefinanceira/cosif\" target=\"_blank\">Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central (Cosif)</a>, alinhado às práticas internacionais (IFRS 9). Com isso, houve ampliação significativa das informações divulgadas, especialmente nos relatórios de ativos e resultados.<br><br>As alterações passaram a vigorar a partir da data-base de março de 2025. O IFData apresenta, a cada trimestre, informações de instituições autorizadas a funcionar pelo BC e que estejam em operação normal. Os relatórios são publicados 60 dias após o encerramento das datas-bases de março, junho e setembro, e 90 dias após o fechamento da data-base de dezembro.<br><strong><br>Meio Circulante<br></strong>Em relação ao meio circulante (conjunto de cédulas e moedas em circulação no país), foram disponibilizados dois novos conjuntos de dados&#58; <a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/dataset/emissoes-e-recolhimentos\" target=\"_blank\">Emissões e Recolhimentos e Quantidades Produzidas por Ano e Espécie</a>. As informações refletem como o Banco Central acompanha a disponibilidade de numerário, assegurando que não falte dinheiro físico no país — uma de suas funções essenciais.<br><br>O conjunto <strong>Emissões e Recolhimentos</strong> apresenta diariamente os valores brutos de emissão e recolhimento de papel-moeda, além do valor líquido (diferença entre emissão e recolhimento), com dados extraídos do Sistema de Administração do Meio Circulante (Sismecir), gerenciado pelo Mecir. A série histórica começa em 2009 e permite acompanhar a demanda por numerário, revelando padrões sazonais, atividade econômica e efeitos de políticas monetárias.<br><br>Já o conjunto <strong>Quantidades Produzidas por Ano e Espécie</strong> divulga o volume anual de produção de cédulas e moedas, discriminado por espécie e denominação. Os dados, também provenientes do Sismecir, refletem a atividade da Casa da Moeda do Brasil sob demanda do BC, e estão disponíveis desde 2010. Esta base permite analisar tendências de demanda, apoiar estudos sobre logística de distribuição, custos de produção e políticas monetárias.<br><br>Ambos os conjuntos estão disponíveis para consulta pública e são úteis para pesquisadores, economistas, instituições financeiras, desenvolvedores, jornalistas e cidadãos interessados em compreender melhor a gestão do dinheiro físico no Brasil.<br></p></div>","lead":"Foram disponibilizados dados sobre instituições financeiras e meio circulante. Ação reforça compromisso do BC com a transparência e com o acesso à informação. Disponibilização de dados segue calendário previsto no Plano de Dados Abertos, aprovado no início do ano.\r\n"},{"titulo":"BC divulga resultados da Agenda de Pesquisa do ciclo 2021-2024","Id":20911,"urlImg":{"Description":"prédio do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-11-05T18:31:16Z","ultimaAtualizacao":"2025-11-05T19:48:40Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassA9FD61E352934376A02848E7AADDE4FD\"><div>O Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep) realizou um balanço da <a href=\"/publicacoes/agenda_pesquisa_2021\" target=\"_blank\">Agenda de Pesquisa referente ao ciclo 2021-2024</a>, cujo objetivo foi divulgar os temas que orientaram os estudos desenvolvidos nesse período. O documento contém três grandes áreas de interesse&#58; <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/oc208b9o5ma30/track-url/xn8435e83a5c7/61833725bbc832210bc9a451fe826b12405005ec\" target=\"_blank\">Macroeconomia, finanças e política monetária</a>; <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/oc208b9o5ma30/track-url/xn8435e83a5c7/53d333afdf51a8f36b8e54fc826e7540dec43414\" target=\"_blank\">Sistema Financeiro Nacional&#58; eficiência, estabilidade e seus efeitos na economia real</a>; e <a href=\"/publicacoes/agenda_pesq_inovacao\" target=\"_blank\">Inovação tecnológica</a>.</div><div><span style=\"white-space&#58;pre;\"><br></span></div><div>&quot;A Agenda representou um marco no desenvolvimento de estudos e pesquisas, promovendo maior transparência e ampliando o diálogo com a comunidade acadêmica. O balanço desse ciclo evidenciou a relevância e o impacto da produção científica do BC&quot;, destaca Francisco Figueiredo, Chefe Adjunto do Depep.</div><div><br></div><div>No período de 2021 a 2024, foram realizadas 217 publicações, incluindo 67 <a href=\"/publicacoes/serietrabalhosdiscussao\" target=\"_blank\">Trabalhos para Discussão</a>, 79 artigos científicos, 59 boxes em relatórios institucionais e 12 postagens no <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/oc208b9o5ma30/track-url/xn8435e83a5c7/ed6cee99279304cd283bfea6a4186a8da08e3d40\" target=\"_blank\">BC Blog</a>. “Esses resultados confirmam o papel da pesquisa como instrumento estratégico para o aprimoramento das políticas públicas sob responsabilidade do BC”, afirmou Figueiredo.</div><div><br></div><div>As três grandes áreas de pesquisa e seus respectivos temas para o ciclo 2021-2024 são mostrados no infográfico abaixo&#58;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/SiteAssets/Lists/NotasNoticiasManchetes/NewForm/Imagem1.png\" alt=\"Imagem1.png\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;650px;height&#58;659px;\" /><br></div><div>&#160;<br></div><div>Atualmente, o Depep está preparando uma nova Agenda de Pesquisa para os próximos anos, que será publicada em breve.</div><div>&#160;</div><div><strong>Saiba mais sobre a Pesquisa no BC</strong></div><div>A pesquisa no BC é essencial para subsidiar as políticas monetária, de estabilidade financeira e de eficiência bancária, além de fortalecer a reputação institucional. Atualmente, os três temas de maior relevância são&#58; Macroeconomia, finanças e política monetária; Sistema Financeiro Nacional&#58; eficiência, estabilidade e seus efeitos na economia real; e Inovação tecnológica.</div><div><br></div><div>As pesquisas conduzidas no BC envolvem servidores de diversas áreas, com publicações frequentes em periódicos nacionais e internacionais. Conheça os pesquisadores e suas publicações neste <a href=\"https&#58;//mkt.comunicacao.bcb.gov.br/campaigns/oc208b9o5ma30/track-url/xn8435e83a5c7/a8e7cf1f715aeef6ca7d20dfed339ffd4b2256d9\" target=\"_blank\"><em>link</em></a>.</div><div><br></div><div>Os resultados dos estudos são divulgados no <a href=\"/publicacoes/pesquisa\" target=\"_blank\">Portal da Pesquisa no BC</a>, com destaque para a <a href=\"/publicacoes/serietrabalhosdiscussao\" target=\"_blank\">Série de Trabalhos para Discussão</a>, que já conta com mais de seiscentos estudos publicados. Muitos desses trabalhos foram posteriormente convertidos em <a href=\"/publicacoes/publicacoesexternas\" target=\"_blank\">publicações externas</a>. As pesquisas também são apresentadas em <a href=\"/publicacoes/csw\" target=\"_blank\">conferências, seminários e <em>workshops</em></a> promovidos pelo BC ou por outras instituições, e no <a href=\"/publicacoes/blog-do-bc\" target=\"_blank\">BC Blog</a>.</div><div><br></div><div>O BC também promove <a href=\"/publicacoes/colaboracaoexterna\" target=\"_blank\">colaboração externa</a> por meio de parcerias com outras instituições ou pesquisadores externos para o desenvolvimento conjunto de pesquisas. As atividades e as publicações são consolidadas anualmente no <a href=\"/publicacoes/relatorioeconofinancas\" target=\"_blank\">Relatório de Pesquisa em Economia e Finanças​</a>.<br></div></div>","lead":"No período, foram realizadas 217 publicações, sendo 67 Trabalhos para Discussão e 79 artigos científicos. Há três áreas de pesquisa: Macroeconomia, finanças e política monetária; Sistema Financeiro Nacional; e Inovação tecnológica.\r\n\r\n\r\n"},{"titulo":"LiveBC #46: Setor de cooperativas possui mais de 10 mil postos de atendimento, com mais de 20 milhões de cooperados em todo o Brasil","Id":20896,"urlImg":{"Description":"Logo sustentabilidade","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg"},"dataPublicacao":"2025-10-23T18:28:51Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-31T13:11:09Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass567D6134148341A5AB757C1404860D2B\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​Presente em mais de três mil municípios, a cooperativa de crédito é uma das principais formas de inclusão financeira no Brasil. Na LiveBC desta segunda-feira (20/10), Adalberto Felinto da Cruz Junior,&#160;Chefe do Departamento&#160;de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias (Desuc) do Banco Central (BC), e Ivens Arua Neves de Miranda,&#160;Chefe Adjunto, detalharam o papel da cooperativa no Sistema Financeiro Nacional (SFN), sua evolução e seus desafios para o futuro. A íntegra da entrevista pode ser conferida&#160;<a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=Uoz8o5eafnw\" target=\"_blank\">aqui</a>.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A 46ª edição do programa teve um significado especial, pois, em 2025, se comemora o Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), e coincide com os 20 anos de criação do Desuc.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Adalberto Felinto e Ivens Miranda ressaltaram que o setor de cooperativas integra a “agenda positiva que o Banco Central vem desenvolvendo já há muito tempo&quot;, a&#160;<a href=\"/acessoinformacao/bchashtag\" target=\"_blank\">Agenda BC#</a>. Ivens Miranda, por sua vez, afirmou que o segmento está intrinsecamente ligado à própria missão do BC, que está “muito alinhada com toda a performance que a gente vê do cooperativismo nos últimos anos e nos próprios princípios desse segmento&quot;.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">No programa, a dupla do BC enfatizou, ainda, o crescimento acelerado do cooperativismo em comparação com o sistema financeiro tradicional e seu compromisso com o desenvolvimento regional, especialmente em municípios com pouca presença bancária.&#160;<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">“Enquanto o sistema financeiro tradicional reduz seus postos de atendimentos presencial&#160;no país, com queda no número de agências, o sistema de cooperativas apresenta contrafluxo, crescendo no número de postos de atendimento e de municípios em que atua.&#160;Cerca de quinhentos municípios brasileiros não contam com instituições bancárias tradicionais, somente cooperativas&quot;,&#160;destacou o&#160;Chefe do Departamento, Adalberto Felinto.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Crescimento e atuação anticíclica</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Em julho deste ano, o BC divulgou o&#160;<a href=\"/estabilidadefinanceira/coopcredpanorama\" target=\"_blank\">Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo</a>&#160;referente ao ano de 2024. O levantamento, segundo&#160;Felinto, revelou que o setor tem crescido quase o dobro do sistema financeiro convencional. “No exercício do ano passado, o SNCC em termos de ativo total cresceu 21% enquanto o sistema financeiro nacional, apenas 13%&quot;, complementou&#160;Miranda.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Felinto frisou, ainda,&#160;que o sistema cooperativo vem suprindo uma lacuna, posicionando-se dentro dos aspectos “relacionais de solidariedade de atenção especial à comunidade&quot;. A presença física, segundo ele, é crucial. O setor possui, hoje, mais de dez mil postos de atendimento, com mais de vinte milhões de cooperados em todo o Brasil, “número que tende a crescer diante do papel de inclusão que essas instituições cumprem&quot;.&#160;Miranda pontuou que o modelo de negócio democrático exige que as cooperativas estejam perto dos cooperados para entender suas necessidades.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Eles lembraram, na&#160;<em>live</em>, que o compromisso do cooperativismo também se manifesta em tempos de crise. O setor demonstra uma atividade anticíclica, permanecendo mais ativo na concessão de crédito quando o sistema tradicional se torna mais restritivo. Chefe do Departamento, Felinto explicou a razão central dessa resiliência&#58; “o cooperado não é cliente, ele é dono. Existe uma relação de muita proximidade à instituição financeira, no caso, entre a cooperativa de crédito e o cooperado. E, naquele momento de maior necessidade, as cooperativas redobraram a sua atenção&quot;.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">“Essa proximidade gera confiança e fortalece a governança democrática, permitindo que os ganhos das instituições sejam devolvidos diretamente à comunidade em forma de sobras ou investimentos locais&quot;, acrescentou.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Inclusão e desenvolvimento regional</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Adalberto Felinto e Ivens Miranda também comentaram sobre o papel essencial das cooperativas na inclusão financeira, especialmente em regiões não alcançadas pelo sistema bancário tradicional. Estudos comprovam que a atuação cooperativa gera externalidades positivas, oferecendo crédito mais barato e instrumentos de captação mais atrativos. Além disso, as sobras do exercício são distribuídas entre os cooperados, oferecendo um ganho financeiro adicional.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A atuação se estende para além do financeiro, segundo a dupla, promovendo a inclusão social. Adalberto mencionou que as cooperativas, em muitos casos, são responsáveis por manter escolas, hospitais e postos de saúde. O Chefe do Departamento do BC citou um caso em Minas Gerais em que uma cooperativa transformou os níveis de educação de seu município.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Também citou na&#160;<em>live</em>&#160;que a presença do cooperativismo garante que o recurso gerado permaneça na localidade, promovendo a prosperidade e o crescimento. Segundo ele, dados do Sebrae mostram que “municípios com atuação de cooperativa de crédito são mais ricos&quot; e que “esse município tende a ter desenvolvimento maior, tende a ter menos pobreza&quot;.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O setor também se destaca na concessão de crédito para pessoa física sem consignação, micro e pequenas empresas, e crédito rural, nichos no qual o sistema tradicional é mais conservador, apontou.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Regulação e governança</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Os representantes do BC lembraram que a autarquia supervisiona e regula o setor de forma intensa, garantindo sua solidez. Adalberto e Ivens citaram também que o cooperativismo de crédito é o único segmento com ações explicitamente listadas nos pilares da Agenda BC#, abrangendo inclusão, competitividade, transparência, educação e sustentabilidade.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Eles frisaram que o crescimento do sistema cooperativo está sujeito às mesmas regras prudenciais que o sistema financeiro tradicional, incluindo requisitos de capitalização, índices de liquidez e cumprimento de normas internacionais, como os parâmetros de Basileia. E que o modelo de cooperativas tem ainda camadas adicionais de controle&#58; supervisão feita pelas centrais de crédito, auditorias independentes, bem como a proteção do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que assegura depósitos até R$250 mil.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Desafios da digitalização</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Ao abordar o futuro do cooperativismo, falaram que o desafio central reside na conciliação entre a base local e a necessária digitalização. Adalberto Felinto questionou como manter o senso de pertencimento e propósito no ambiente virtual, já que “o cooperativismo tem base local, no contato, na presença&quot;.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A atuação híbrida (expansão física mais digital) é vista pelo BC como o caminho ideal para conciliar a inclusão financeira em áreas remotas com a eficiência exigida pelo SFN. Ele ressaltou&#160;que essa inclusão deve ser acompanhada por educação financeira para evitar o superendividamento e promover a utilização consciente dos produtos.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Ivens Miranda reforçou que a capacitação e a certificação de conselheiros e dirigentes são incentivadas, embora o BC, por enquanto, não se veja como o órgão adequado para realizar essa certificação diretamente.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>LiveBC #46 e mais sobre cooperativas</strong></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Também foi abordado, durante a&#160;<em>live</em>, a regulação e a supervisão rigorosas do BC para garantir a solidez do sistema e o compromisso com o desenvolvimento regional sustentável.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Assista à íntegra da LiveBC #46&#160;<a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=Uoz8o5eafnw\" target=\"_blank\">aqui</a>. Saiba mais sobre os projetos do BC na área de cooperativas de crédito&#160;<a href=\"/estabilidadefinanceira/cooperativacredito\" target=\"_blank\">aqui</a>.&#160;<br></p></div>","lead":"Evento abordou crescimento do setor, inclusão social e financeira e desafios para o futuro do segmento no Brasil. Não conseguiu assistir ao programa? Leia a matéria e clique no link da live.\r\n\r\n"},{"titulo":"LiveBC: avanços e desafios do cooperativismo de crédito no Brasil","Id":20891,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-10-17T19:14:11Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-17T19:14:12Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass04C73CAC0E7A4A2DB3124662F1323475\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (20),&#160;Adalberto Felinto da Cruz Junior, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central, e Ivens Arua Neves de Miranda, chefe adjunto, falam sobre o papel das cooperativas no Sistema Financeiro Nacional, sua evolução e desafios para o futuro. A transmissão acontece na próxima segunda-feira (20), às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=Uoz8o5eafnw\" target=\"_blank\">Canal do BC no YouTube.​</a><br></p></div>","lead":"A ONU declarou que 2025 é o Ano Internacional das Cooperativas. Sistema é uma das principais formas de inclusão financeira no País, presente em mais de 3 mil municípios. Saiba mais na LiveBC, que começa às 14h, na próxima segunda-feira (20), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Estudo do BC sugere melhorias nos sistemas de amortização do financiamento imobiliário com uso do IPCA","Id":20889,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-10-17T18:50:31Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-17T18:50:31Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass93B945356F4A48378CC759B951F2039C\"><p>​Contratos imobiliários corrigidos pela inflação geram insegurança nos mutuários, uma vez que, de um lado, há o crescimento nominal das prestações, e, de outro, a renda não aumenta necessariamente na mesma magnitude e periodicidade, o que compromete a renda disponível e aumenta o risco de inadimplência. Essa é uma das conclusões da Nota Técnica 56, produzida pelo Diretor de Regulação do Banco Central (BC), Gilneu Vivan, que analisa o atual cenário dos contratos imobiliários no país.&#160;&#160;</p><p>Acesse a Nota Técnica 56 <a href=\"/publicacoes/notastecnicas\">aqui​</a>.&#160;</p><p>De acordo com o estudo, esse efeito é mais grave para os mutuários de baixa renda, que, geralmente, têm menor capacidade de poupança ou espaço no orçamento para absorver grandes flutuações nas prestações. A diferença da dinâmica&#160; e do descompasso, no curto prazo, entre a variação da remuneração e a variação das prestações é mais evidente em períodos de alta inflação, podendo causar impactos significativos de comprometimento de renda desses mutuários.&#160;&#160;</p><p><strong>Proposta&#160;<br></strong>A nota apresenta uma proposta para adaptar as funções dos sistemas de amortização (Price e Sistema de Amortização Constante – SAC), incluindo um componente que aumenta a amortização, o que diminui a sensibilidade das prestações à inflação.&#160; &#160;</p><p>Esse componente, adicionado na prestação, absorve os efeitos da inflação do período. Se ele for maior que a inflação, a prestação tende a reduzir nominalmente, e, se a inflação for maior que ele, a prestação aumenta no máximo pela diferença, diluído pelo prazo restante. </p><p>Assim, a abordagem proposta reduz significativamente a volatilidade da prestação nominal, e aumenta a previsibilidade da prestação e a estabilidade do comprometimento de renda, mesmo em períodos de alta inflação. Ou seja, mesmo em contratos corrigidos pela inflação, as prestações nominais apresentam comportamento esperado de acordo com o sistema de amortização utilizado.&#160; &#160;</p><p><strong>Financiamento</strong><br> A publicação da Nota Técnica 56 ocorre em um contexto de mudanças para o crédito imobiliário no país. Na sexta-feira (10/10), o BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciaram alterações no modelo de direcionamento obrigatório dos recursos dos depósitos de poupança.&#160;&#160;</p><p>Com as medidas, espera-se uma ampliação na concessão de financiamentos imobiliários e do acesso ao crédito para aquisição da casa própria em condições adequadas, em especial para famílias de menor renda não contempladas por programas habitacionais, inclusive com a adoção de outros índices de correção além da Taxa Referencial (TR), mantendo-se preservada a robustez das regras de originação dessas operações de crédito. Saiba mais sobre o novo modelo de financiamento de crédito imobiliário <a href=\"/detalhenoticia/20879/nota\">aqui</a>. Acesse a Nota Técnica 56 <a href=\"/publicacoes/notastecnicas\">aqui</a>.<br></p><p><br></p></div>","lead":"Alterações trazem previsibilidade na prestação e podem beneficiar mutuários e financiadores. Trabalho elenca mudanças nos sistemas de amortização das operações de crédito. Leia a matéria e saiba como acessar a nota técnica na íntegra no site do BC."},{"titulo":"Dia do Professor: Aprender Valor já tem mais de 140 mil profissionais de ensino cadastrados na plataforma","Id":20882,"urlImg":{"Description":"logo Aprender Valor","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/thumbnail_site_aprender_valor.jpg"},"dataPublicacao":"2025-10-15T13:06:54Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-31T13:19:16Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassD41C8AD39A4544C8BDF2B1509A4E4D20\"><div>Neste 15 de outubro, o Banco Central celebra o Dia do Professor agradecendo aos professores de mais de 27 mil escolas em todo o país que integram o programa Aprender Valor. São mais de 140 mil profissionais da educação já cadastrados na plataforma gratuita, empenhados em levar educação financeira a estudantes brasileiros.&#160;<br></div><div><br></div><div>A professora Carina Cavalini de Lima, de Itapuca (RS), defende que a educação financeira transcende as disciplinas. Ela utilizou os materiais do programa Aprender Valor para ajudar seus alunos a escreverem textos para um concurso de oratória. &quot;Educação financeira deveria ser disciplina do currículo escolar, porque ela permeia a nossa vida cotidianamente. Do bom gerenciamento dos nossos ganhos e dos nossos gastos depende a concretização dos nossos sonhos futuros.&quot;</div><div><br></div><div>A educadora Albaniza Carlos Venâncio, que leciona em uma comunidade quilombola em Altaneira (CE), compartilha a felicidade de ver o crescimento de todos os envolvidos na iniciativa do BC. &quot;É um projeto que fez com que a gente crescesse&#58; as famílias dos nossos alunos, nós profissionais e os alunos também&quot;, afirmou.</div><div><br></div><div>Colega de região de Albaniza, Tatiane da Silva Nunes, de Crato (CE), reforça como a experiência de aplicar o Aprender Valor é gratificante ao ver os alunos criarem &quot;hábitos saudáveis de como gerenciar seus recursos, hábitos esses que eles levarão para a vida toda&quot;.</div><div><br></div><div>“Os professores são o coração do Aprender Valor. São eles que dão vida aos recursos didáticos que fornecemos no programa e fazem, de fato, a educação financeira acontecer nas salas de aula de mais de 27 mil escolas de todo o país. Obrigada por nos ajudarem na incrível missão de formar a próxima geração de brasileiros para lidar melhor com o dinheiro e, com isso, viver com mais bem-estar e realizar seus sonhos”, destacou&#160;Ana Márcia Fonseca, chefe da Divisão de Educação Financeira do Banco Central​.</div><div><br></div><div><br></div><div>Principais novidades do Aprender Valor</div><div><ul><li>Assinatura de acordo de cooperação entre BC e MEC&#58; em 1º de outubro, BC e Ministério da Educação (MEC) assinaram um acordo de cooperação técnica, oficializando a parceria entre o <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\" target=\"_blank\">Aprender Valor</a> e o novo programa <a href=\"https&#58;//www.gov.br/mec/pt-br/na-ponta-do-lapis\" target=\"_blank\">Na Ponta do Lápis​</a>, do MEC. Por meio do Na Ponta do Lápis, o MEC pretende estimular a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária em todas as escolas públicas do país. O acordo tem prazo de cinco anos e prevê que, durante esse período, BC e MEC irão colaborar para que a educação financeira chegue a cada vez mais estudantes brasileiros. O Aprender Valor será a plataforma oficial do Na Ponta do Lápis e será indicado pelo MEC a todas as redes de ensino, como fonte de recursos educativos sobre Educação Financeira. Além disso, a <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor/NoticiaAprenderValor/133/noticia\" target=\"_blank\">Matriz de Competências de Letramento Financeiro do Aprender Valor</a> será adotada, pelo MEC, como a matriz de referência para todas as escolas do país. Esse documento indica as habilidades de Educação Financeira que estudantes do ensino fundamental e do ensino médio devem aprender ao longo da vida escolar.</li><li>Novo canal oficial de comunicação do Aprender Valor no WhatsApp&#58; em 7 de outubro, foi lançado o <a href=\"https&#58;//whatsapp.com/channel/0029VbBAW72BPzjgeTfhyv3f\" target=\"_blank\">novo canal oficial do Aprender Valor no WhatsApp</a>. A ideia é oferecer mais uma fonte oficial de informações sobre o programa, em uma das plataformas de mensagens mais populares do país, assegurando aos seguidores a autenticidade e a segurança do conteúdo compartilhado. A nova ferramenta vem para facilitar a comunicação e garantir que as informações essenciais cheguem de forma rápida e direta aos professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares que aplicam a metodologia do programa no dia a dia. Os seguidores receberão&#58;&#160;</li><ul><li>todas as novidades sobre o Aprender Valor, como o lançamento de novos recursos didáticos;</li><li>lembretes de prazos importantes relacionados às etapas do programa;</li><li>suporte prático, com a divulgação de tutoriais de uso da plataforma<em> on-line</em>, que facilitam a navegação e o aproveitamento máximo dos recursos disponíveis;</li><li>convites para eventos virtuais, como<em> webinars</em>, rodas de conversa e premiações;</li><li>depoimentos de outros profissionais da educação que já colhem os frutos do programa;</li><li>dicas de educação financeira pessoal;</li><li>informações sobre novas parcerias firmadas pelo Aprender Valor.</li></ul></ul></div><div><br></div><div>Confira a seguir mais depoimentos de quem dedica a vida a ensinar às crianças que sonhos podem ser realizados, desde que haja planejamento.</div><div><br></div><div>Norete Meireles Ribeiro aplica o programa em sua escola em Tefé (AM). Ao comentar sobre como o programa capacita os alunos a planejarem o futuro, ela diz que a iniciativa vai além do conteúdo curricular. &quot;O Aprender Valor está fazendo a diferença, transformando o Brasil&quot;, destacou.</div><div><br></div><div>Diana D'Ark de Souza Coelho, professora em Governador Valadares (MG), comenta sobre a &quot;mudança de mentalidade&quot; que o programa Aprender Valor provoca, extrapolando os muros da escola. Ela compartilha como o aprendizado se reflete em casa, com filhos incentivando os pais a economizar. E convida&#58; &quot;Levem essa vivência para dentro das escolas, porque vai trazer liberdade aos cidadãos, e essa liberdade pode mudar o nosso país&quot;.</div><div><br></div><div>Tatiane Marina de Castro Knebel, de Butiá (RS), que implementou o projeto em duas escolas, conta que a iniciativa é uma &quot;ferramenta poderosa para construir futuros mais sólidos&quot;.</div><div><br></div><div>Marilda Suíta Batista Barbosa, de Orizona (GO), enfatiza a riqueza do material e o valor de ensinar as crianças a planejarem&#58; “A gente tentou mudar tantas coisas na vivência deles, na vida deles, mostrando&#58; dê valor ao que tem, dê valor ao dinheiro, saiba de onde ele sai, como adquirir o dinheiro e ter o melhor planejamento com esse dinheiro&quot;.</div><div>&#160;</div><div><strong>O que é o Aprender Valor</strong></div><div>O Aprender Valor é um programa gratuito do BC que ajuda professores, escolas e redes de ensino a levarem educação financeira a estudantes do ensino fundamental de todo o país. A partir de 2026, o programa terá recursos didáticos disponíveis também para o ensino médio. Qualquer pessoa pode ter acesso ao programa. Basta acessar a&#160;<a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\" target=\"_blank\">plataforma</a> usando uma conta gov.br nível prata ou ouro.</div><div>&#160;</div><div><strong>Números do programa</strong></div><div><br></div><div><ul><li>Temos mais de 140 mil profissionais cadastrados na plataforma, vinculados a mais de 27 mil escolas, em todas as Unidades da Federação.</li><li>Recursos educacionais disponíveis gratuitamente&#58;&#160;&#160;<br></li><ul><li>68 projetos escolares, com mais de quinhentas aulas prontas integrando a Educação Financeira a conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática, Geografia e História, tal como prevê a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – desses, três são projetos específicos para Educação de Jovens e Adultos (EJA);</li><li>quatro cursos<em> on-line </em>de formação para professores e gestores escolares, incluindo um curso de Educação Financeira Pessoal;</li><li>duas provas por ano para avaliar o Letramento Financeiro de turmas de 3º, 5º, 7º e 9º anos do ensino fundamental.</li></ul></ul></div><div><div></div><br></div><div>Além do <a href=\"https&#58;//whatsapp.com/channel/0029VbBAW72BPzjgeTfhyv3f\" target=\"_blank\">novo canal no WhatsApp</a>, o programa tem um&#160;<a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\" target=\"_blank\"><em>site</em> oficial</a>, uma <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/playlist?list=PLhqfgkxuHXh6vzGUwl0dkr0mjYDc-AuCk\" target=\"_blank\"><em>playlist </em>no YouTube</a>&#160;e um <a href=\"https&#58;//t.me/aprendervaloroficial\" target=\"_blank\">canal no Telegram</a>.<br></div></div>","lead":"O programa está espalhado por mais de 27 mil escolas em todo o país. Confira no texto depoimentos de professores que fazem parte da iniciativa."},{"titulo":"BC inclui títulos sustentáveis na prestação de informações sobre capitais internacionais","Id":20881,"urlImg":{"Description":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg"},"dataPublicacao":"2025-10-14T20:25:55Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-31T13:00:38Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass711FB31FAF144F62B1211D95BF4561BB\"><div>​Em 1º de outubro, entrou em vigor a Resolução BCB 492, de 14 de agosto de 2025, que alterou as resoluções sobre capitais internacionais para incluir os títulos sustentáveis na prestação de informações pelos investidores e tomadores de crédito externo.<br></div><div><br></div><div>O objetivo do Banco Central (BC) é coletar informações específicas sobre o financiamento sustentável para apoiar a transição para uma economia mais resiliente. Os títulos sustentáveis são instrumentos de dívida emitidos para captar recursos destinados ao financiamento de projetos e atividades com impactos positivos nas áreas ambiental, social ou de governança.</div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">“As informações sobre operações de crédito externo para títulos sustentáveis são fundamentais para a base estatística sobre finanças climáticas, contribuem para o monitoramento e gerenciamento de riscos climáticos e socioambientais, e integram a regulação de capitais internacionais à Agenda BC# Sustentabilidade”, destaca&#160;</span>Ricardo Moura, Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial do BC</div><div><br></div><div>Essas informações contribuirão tanto para aprimorar os dados estatísticos quanto para fornecer subsídios relevantes aos formuladores de políticas públicas. A Resolução representa mais um avanço na agenda ambiental, climática, social e de governança do BC e alinha o Brasil às diretrizes internacionais ao cumprir com a recomendação do G20 sobre financiamento climático.</div><div><br></div><div>Dessa forma, a Resolução 492/2025 alterou dispositivos da Resolução BCB 278/2022, para dispor sobre as operações de crédito externo e a identificação dos títulos sustentáveis, e da Resolução BCB 279/2022, quanto à prestação de informações em capitais brasileiros no exterior na forma de títulos sustentáveis.</div><div><br></div><div>Foram incluídos quatro tipos de títulos de dívida sustentáveis&#58;</div><div><br></div><div><ul><li>Títulos verdes&#58; atividades ou projetos que gerem benefícios ao meio ambiente;</li><li>Títulos sociais&#58; atividades ou projetos que gerem benefícios sociais;</li><li>Títulos de sustentabilidade&#58; atividades ou projetos que gerem benefícios sociais e ao meio ambiente; ou</li><li>Títulos vinculados a metas de sustentabilidade&#58; recursos captados com destinação livre, mas com compromissos pré-definidos de sustentabilidade que melhorem as condições do meio ambiente, da sociedade ou de ambos.</li></ul></div><div><br></div><div>A Resolução BCB 492/2025 pode ser acessada <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=492\" target=\"_blank\">aqui.</a><br></div></div>","lead":"Objetivo é coletar informações sobre financiamento sustentável para apoiar transição para uma economia mais resiliente. A Resolução BCB 492/2025 entrou em vigor no início do mês.\r\n\t\r\n"},{"titulo":"Banco Central consulta mercado sobre prazos de ciclos de liquidação ","Id":20876,"urlImg":{"Description":"Imagem sobre consulta pública","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/consulta_publica.png"},"dataPublicacao":"2025-10-08T12:57:59Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-08T13:05:33Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass45672908D4CA4070ACEA4AC2C5254496\"><div>​<br><p>O Banco Central do Brasil abriu consulta pública para avaliar os custos e benefícios da redução dos prazos de ciclos de liquidação das operações financeiras no Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). A iniciativa, formalizada por meio da tomada de subsídios nº 125/2025, busca promover maior solidez e eficiência no SPB, alinhando o país à tendência que vem sendo adotada ou investigada por importantes jurisdições financeiras.&#160;</p><p>Hoje, operações com ações, cotas de fundos e moedas estrangeiras são liquidadas em até dois dias úteis (D+2), enquanto ativos financeiros em geral seguem o prazo de D+1. A proposta considera a migração da liquidação dessas transações para D+1 conforme já adotado por países como Estados Unidos, China, Índia, Canadá e México. Jurisdições como União Europeia, Reino Unido e Austrália também iniciaram o processo de transição.<br></p><p>&quot;Queremos ouvir o mercado para garantir que qualquer mudança nos prazos de liquidação seja segura, eficiente e compatível com a realidade das instituições&quot;, disse Nilton José Schneider David, Diretor de Política Monetária do Banco Central.<br></p><p>Ciclos de liquidação mais curtos reduzem a exposição a riscos de crédito e liquidez e diminuem a necessidade de garantias e margens, sem impactar a segurança das câmaras de compensação e de liquidação dos prestadores de serviços. No entanto, a mudança exige maior eficiência nos processos de pós-negociação, como alocação de operações para investidores não residentes, empréstimo de ativos e câmbio, o que pode gerar custos operacionais e aumentar temporariamente o risco de falhas.<br></p><p>O edital destaca a importância de o Banco Central dialogar com os participantes do mercado para entender o impacto de eventual alteração normativa. A consulta está estruturada em 22 questões, divididas em quatro blocos&#58; pós-negociação, custos operacionais, benefícios esperados e impactos internacionais. As contribuições podem ser enviadas até 30 de dezembro de 2025, pelo <a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/audpub/HomePage?1\" target=\"_blank\">site do Banco Central</a> ou pelo portal <a href=\"https&#58;//www.gov.br/participamaisbrasil/\" target=\"_blank\">Participa + Brasil​</a>.​<br></p></div></div>","lead":"Redução de prazos  possibilita reduzir demanda por garantias sem aumentar riscos. Objetivo da consulta é avaliar o impacto da medida. Contribuições podem ser enviadas até 30 de dezembro."},{"titulo":"BC consulta sobre criação de indicador de liquidez simplificado e ampliação do escopo de aplicação do indicador de Liquidez de Curto Prazo ","Id":20870,"urlImg":{"Description":"Imagem sobre consulta pública","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/consulta_publica.png"},"dataPublicacao":"2025-10-02T13:27:55Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-02T13:27:56Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass036626F3181A472B81D2898239F3EBB7\"><p>O Banco Central (BC) disponibilizou a <a href=\"https&#58;//www.gov.br/participamaisbrasil/edital-de-consulta-publica-n-123-2025\">Consulta Pública nº 123/2025</a> para receber contribuições sobre a criação do <strong>indicador de Liquidez de Curto Prazo Simplificado (LCRS)</strong> e a ampliação do escopo de aplicação do <strong>i</strong><strong>ndicador de Liquidez de Curto Prazo (LCR)</strong>. <br></p><p>A proposta visa a fortalecer a capacidade das instituições financeiras de manter reservas de ativos líquidos para enfrentar períodos de escassez de liquidez, assegurando o cumprimento de obrigações, a continuidade das operações e a estabilidade do sistema financeiro nacional.<br></p><p>Propõe-se que o LCRS seja aplicável a grupos compostos por pelo menos uma instituição financeira, enquadrados nos <strong>Segmentos 3 ou 4</strong>, e que captem recursos do público por meio de depósitos ou emissão de títulos. Já o LCR, passaria a ser requerido também para as instituições do <strong>Segmento 2</strong>, de forma idêntica ao requerido para as do Segmento 1.<br></p><p>O Banco Central avaliará futuramente a viabilidade de um requisito específico de liquidez para instituições do <strong>Segmento 5</strong>, atualmente não abrangidas pela proposta.<br></p><p>&#160;&quot;A proposta de aprimoramento das métricas de liquidez objetiva contribuir para a resiliência do sistema financeiro, especialmente em momentos de estresse. Com essa proposta, buscamos ampliar o universo de instituições que deverão cumprir, de forma proporcional, requisitos de liquidez&quot;, disse Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil.<br></p><p><strong>Cronograma de implementação<br></strong>O novo indicador de liquidez proposto consiste na razão entre o estoque de <strong>Ativos Líquidos de Alta Qualidade (ALAQ)</strong> e as saídas líquidas de caixa previstas para um período de 30 dias.</p><p> A&#160;metodologia do LCRS está baseada nas regras do LCR, porém com simplificações no seu cálculo. A proposta prevê uma <strong>implementação escalonada</strong>&#58; limite mínimo de 80% a partir de <strong>1º de julho de 2026</strong>, 90% em <strong>1º de janeiro de 202</strong>7 e 100% em <strong>1º de julho de 2027</strong>. Essa mesma gradação será aplicada ao LCR para instituições do Segmento 2.</p><p>​A consulta pública estará aberta até <strong>1º de novembro de 202</strong><strong>5</strong>, e as contribuições devem ser enviadas exclusivamente pelo site do Banco Central ou pelo portal Participa + Brasil. Todas as sugestões recebidas serão disponibilizadas ao público.<br></p><p><br></p></div>","lead":"Medida busca fortalecer a liquidez das instituições para momentos de estresse. Proposta amplia o escopo de aplicação de requisitos de liquidez, com proporcionalidade. Nova regra será implementada de forma gradual até julho de 2027."},{"titulo":"Consulta pública propõe novas regras para o eFX","Id":20867,"urlImg":{"Description":"Imagem simbolizando consulta pública","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/consulta_publica.png"},"dataPublicacao":"2025-10-01T17:45:50Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-01T17:45:50Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassB60C5F6498AC4252A6C14FBAF4DCABD9\"><div>O Banco Central (BC) abriu a <a href=\"https&#58;//www.gov.br/participamaisbrasil/edital-de-consulta-publica-n-124-2025\" target=\"_blank\">Consulta Pública nº 124/2025</a> com o objetivo de colher sugestões da sociedade sobre o aprimoramento da regulamentação do serviço de pagamento ou transferência internacional conhecido como <strong>eFX</strong>. A iniciativa faz parte da agenda de modernização do sistema financeiro nacional e busca alinhar a regulação às melhores práticas internacionais.<br></div><div><br></div><div>A proposta estabelece que o serviço de eFX passará a ser prestado exclusivamente por instituições autorizadas a funcionar pelo BC. Prestadores que atualmente operam sem autorização terão prazo para solicitar credenciamento como instituição de pagamento. Além disso, as instituições interessadas em atuar como prestador de eFX deverão comunicar previamente sua intenção ao BC.</div><div><br></div><div>A prestação de informação ao BC sobre tais operações também será aprimorada. As instituições autorizadas passarão a realizar o envio mensal de dados detalhados sobre transações do prestador de eFX.</div><div><br></div><div>&quot;A proposta visa fomentar maior segurança, transparência e eficiência nas operações internacionais, ao mesmo tempo em que abre espaço para inovação e inclusão financeira&quot;, disse Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/NL_Enxoval_Consulta_efx.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>​Maior segurança, transparência e eficiência</strong><br></div><div>Os valores em reais deverão ser recebidos e entregues ao usuário somente por meio de conta de depósito de titularidade do prestador de eFX destinada exclusivamente à prestação do serviço. Essa medida visa reforçar a rastreabilidade das operações.&#160;</div><div><br></div><div>Para garantir maior transparência ao cliente, seria&#160;obrigatória a apresentação do <strong>Valor Efetivo Total (VET)</strong> em todas as transferências realizadas por meio de eFX.&#160;</div><div><br></div><div>Visando facilitar o acesso a investimentos internacionais de pequeno porte, tanto para não residentes que queiram investir no país como para brasileiros que queiram investir no exterior, propõem-se permitir que o eFX seja utilizado para transferências relacionadas a investimentos no mercado financeiro e de valores mobiliários, com limite de <strong>US$ 10 mil por operação</strong>.</div><div><br></div><div>O Banco Central também busca subsídios sobre a prestação do serviço de eFX por meio da sistemática de <strong>Banking as a Service (BaaS)</strong>, mediante parceria com instituições autorizadas.&#160;</div><div><br></div><div>As contribuições à consulta pública podem ser enviadas a<strong>té 2 de novembro de 2025</strong>, exclusivamente pelos canais indicados no s<a href=\"https&#58;//www3.bcb.gov.br/audpub/HomePage?1\" target=\"_blank\">ite do Banco Central</a> e no portal <a href=\"https&#58;//www.gov.br/participamaisbrasil/\" target=\"_blank\">Participa + Brasil</a>. A participação da sociedade é considerada essencial para o aperfeiçoamento da proposta e para a construção de um ambiente regulatório mais inclusivo e inovador.<br></div><div><br></div><p><br></p></div>","lead":"Serviço de eFX passaria a ser prestado  apenas por instituição autorizada a funcionar pelo BC . Transparência ao cliente seria ampliada com VET obrigatório para transferências por meio de eFX. Possibilidade de transferências de até US$ 10 mil por operação para investimentos nos mercados financeiro e de valores mobiliários por meio de serviços de eFX."},{"titulo":"Pix terá botão de contestação","Id":20865,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cmn.png"},"dataPublicacao":"2025-09-30T12:40:25Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-30T12:40:26Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassC1877DF9925D4747895BBCA2B80EE097\"><p></p><p>O Pix continua evoluindo para manter seus processos de segurança em dia. A novidade, agora, é o chamado “botão de contestação&quot;, formalmente chamado de autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que poderá ser acionado – por meio do aplicativo da instituição financeira com a qual o usuário do serviço tenha relacionamento – nos casos de fraude, golpe e coerção. O botão estará à disposição dos usuários do Pix a partir de amanhã (01/10).&#160;<br></p><p>O Chefe Adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do Banco Central (BC), Breno Lobo, explicou que o objetivo é facilitar a contestação de uma transação Pix, que passará a ser feita de forma totalmente digital, sem a necessidade de interação humana, e aumentar a velocidade de bloqueio de recursos na conta do golpista, o que aumenta a chance de devolução dos valores.&#160;<br></p><p>&quot;Ao contestar a transação, a informação é instantaneamente repassada para o banco do golpista, que deverá bloquear os recursos em sua conta, caso existam. Valores parciais podem ser bloqueados também. Depois do bloqueio, ambos os bancos têm até sete dias para analisar a contestação. Caso concordem que se trata realmente de um golpe, a devolução é efetuada diretamente para a conta da vítima. O prazo para essa devolução é de até onze dias após a contestação&quot;, disse Breno Lobo, Chefe Adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC.<br></p><p>Ele ressalta que o “botão de contestação&quot; não se aplica a casos de desacordos comerciais, arrependimento e erros no envio do Pix (como digitação errada de chave) ou que envolvam terceiros de boa-fé, por exemplo. Ele é específico para fraude, golpe e coerção.<br></p><p><strong>Aprimoramento<br></strong>A criação do “botão de contestação&quot; é uma das ações que o Banco Central tem tomado nos últimos meses no que diz respeito ao aprimoramento do MED do Pix, que permite a devolução de recursos para as vítimas de fraudes, golpes ou coerção no âmbito do arranjo de pagamento instantâneo criado pelo BC. Saiba mais&#160;<a href=\"/detalhenoticia/20817/nota\">aqui </a>.&#160;</p><p>&#160;</p><p><br><br></p></div>","lead":"Funcionalidade poderá ser acessada em caso de fraude, golpe e coerção. Propósito é permitir a contestação de uma transação de forma totalmente digital. Opção estará disponível a todos os usuários do Pix a partir de amanhã (01/10)."},{"titulo":"Banco Central lança oficialmente a Pesquisa Firmus após fase-piloto","Id":20863,"urlImg":{"Description":"Fachada do Edifício-Sede do BC em BSB","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2025-09-29T20:10:29Z","ultimaAtualizacao":"2025-10-02T20:16:11Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass78AC6F182DB9496097883A84982C28B9\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​O Banco Central (BC) anunciou hoje, durante o Encontro Firmus 2025, realizado em São Paulo, a conclusão da etapa-piloto e o lançamento oficial da Pesquisa Firmus. A iniciativa busca coletar e divulgar projeções dos participantes para diferentes variáveis macroeconômicas – como inflação, PIB e câmbio – em diversos horizontes. Também levanta expectativas quanto ao reajuste dos preços finais e à evolução das margens de resultado. Além das projeções econômicas, a pesquisa contempla temas conjunturais relevantes, como a percepção das empresas brasileiras sobre os impactos da política comercial dos Estados Unidos.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O questionário, inspirado em experiências de outros bancos centrais, foi projetado para ser conciso, permitindo que as empresas respondam sem grande custo de tempo. O levantamento é realizado trimestralmente, com coletas em fevereiro, maio, agosto e novembro. Os resultados são, geralmente, divulgados até o final do mês subsequente à coleta. As respostas são tratadas de forma agregada, garantindo a confidencialidade das informações individuais.</p><p>Saiba mais sobre a Pesquisa Firmus neste <a href=\"/publicacoes/firmus?ano=2025\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\"><em>link</em></span></a>.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">De acordo com o Presidente do BC, Gabriel Galípolo&#58; “qualitativamente, a Pesquisa Firmus já vem nos oferecendo informações muito valiosas que estão sendo incorporadas na formulação da política monetária. O BC pode contar com esse conjunto de informações mais rico, mais diverso, vindo de quem está com o dedo no pulso da economia e realmente sabendo o que está acontecendo no dia a dia. É muito valioso para a autoridade monetária, e vai sim dar um retorno para a sociedade&quot;.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Na sequência, o Diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, ressaltou a importância da Pesquisa Firmus&#58; &quot;A Pesquisa Firmus representa uma aproximação do Banco Central com o setor não financeiro. Nasce da ideia de se ter uma pesquisa de percepção do setor empresarial e representa subsídio muito valioso para a política econômica. Ao ser comparada com o (boletim) Focus, tendo perguntas semelhantes, a gente tenta entender se os setores financeiro e não financeiro têm expectativas semelhantes&quot;.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">O evento contou com a presença de representantes de empresas do setor não financeiro, fortalecendo a parceria entre o BC e as participantes da pesquisa.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Os resultados da etapa-piloto indicam que as expectativas de inflação das empresas brasileiras apresentam dinâmica semelhante às projeções medianas divulgadas no <a href=\"/publicacoes/focus\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">Relatório Focus</span></a>, sugerindo a influência deste na formação das expectativas. Ao mesmo tempo, a Firmus oferece informações que vão além das projeções numéricas, incluindo percepções sobre a situação econômica, expectativas de custos, preços e margens, além de questões especiais sobre temas conjunturais. Esse conjunto de dados amplia a visão oferecida pelo Focus e enriquece o monitoramento da conjuntura econômica.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Veja <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=QoHRtiDuCkA\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a> como foi o Encontro Firmus 2025 no canal do BC no YouTube.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\"><strong>Divulgação dos resultados da etapa-piloto no </strong><strong><em>site</em></strong><strong> do BC</strong><br>No início desta manhã (29/9), antes da abertura do evento, a instituição disponibilizou os resultados da pesquisa referentes ao terceiro trimestre de 2025, que marcou o encerramento da fase-piloto.&#160;<br><br>Uma análise detalhada dos principais resultados consta no boxe <em>Pesquisa Firmus – expectativas e percepções das empresas brasileiras</em>, publicado no Relatório de Política Monetária de setembro de 2025 (disponível <a href=\"/content/ri/relatorioinflacao/202509/rpm202509b9p.pdf\" target=\"_blank\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">aqui</span></a>).<br></p></div>","lead":"O objetivo é captar a percepção das empresas brasileiras sobre a conjuntura econômica e suas expectativas sobre variáveis econômicas. A pesquisa trimestral complementa o Focus, com dados sobre variáveis relevantes para a formulação e condução da política monetária. Os resultados da etapa-piloto estão disponíveis no site do BC e foram analisados em boxe do Relatório de Política Monetária de setembro de 2025."},{"titulo":"LIFT Learning aposta em tokenização de ativos sustentáveis no mercado global","Id":20858,"urlImg":{"Description":"Logo do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-09-26T18:23:20Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-26T18:23:20Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass66EEBFA194464D0F8359F47472B61ACB\"><div>Oferecer ao mercado global novas alternativas de investimento em projetos sustentáveis brasileiros é o desafio do <a href=\"https&#58;//liftlearning.com.br/\">LIFT Learning</a> deste ano. As empresas Vert Capital e Gnosis, idealizadores e patrocinadores deste projeto, junto com pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), estudam como desenvolver uma infraestrutura regulatória e tecnológica para a emissão e negociação de ativos reais tokenizados (RWAs) sustentáveis, alinhadas às exigências do mercado internacional.<br></div><div><br></div><div>O grupo realiza a pesquisa desde maio e deve apresentar resultados em novembro. A iniciativa é coordenada pelo Banco Central (BC), orientador regulatório e estratégico, e pela Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), coordenadora do projeto e do ecossistema do Laboratório de Inovações Financeiras Tecnológicas (LIFT), tendo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como participante convidada.</div><div><br></div><div>A representante do BC, Viviane Helena Torinelli, diz que o projeto vem sendo acompanhado por várias unidades da autarquia (departamentos de Informática – Deinf; de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos – Deban; de Regulação Prudencial e Cambial – Dereg; de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro – Derop; e a Gerência de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio – Gerip).</div><div><br></div><div>&quot;A iniciativa do RWA Sustentável está alinhada com outros esforços da instituição, em conjunto com o sistema financeiro e a comunidade de inovação, para estimular a inovação financeira e tecnológica para a sustentabilidade&quot;, disse Viviane Helena Torinelli,&#160; da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio (Gerip), do Banco Central (BC).</div><div><br></div><div><strong>​O que é o projeto?</strong><br></div><div>O objetivo é desenvolver uma infraestrutura tecnológica e operacional, com respectivas sugestões de ajustes regulatórios, que viabilize a compra dos instrumentos financeiros Cédula de Produto Rural (CPR) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) verdes tokenizados por investidores estrangeiros, direcionando recursos para projetos rurais sustentáveis.</div><div><br></div><div>A meta é que os ativos possam ser emitidos, liquidados e negociados via <em>blockchain </em>pública, com <em>compliance </em>regulatório, rastreabilidade ambiental e interoperabilidade global.</div><div><br></div><div>A estruturação dos ativos RWA Sustentável prevê incorporação de práticas reconhecidas mundialmente, como sequestro de carbono e emissões evitadas, certificação e validação de práticas agrícolas sustentáveis e relatórios de impacto ambiental em tempo real.</div><div><br></div><div>De acordo com Danielle Teixeira, líder de inovação aberta da Fenasbac&#58; “O projeto foi selecionado por abordar o desafio real de tornar o Brasil mais competitivo no mercado internacional de finanças sustentáveis”.</div><div><br></div><div>Segundo ela, ao incluir critérios ambientais reconhecidos internacionalmente na solução desenvolvida de forma estrutural, a pesquisa aplicada da atual edição do LIFT Learning busca proporcionar mais liquidez ao mercado brasileiro e mais competitividade aos ativos nacionais em mercados globais. Um dos efeitos esperados é fortalecer o acesso de produtores rurais sustentáveis ao crédito.</div><div><br></div><div><strong>Frentes regulatórias e tecnológicas</strong></div><div>O projeto será desenvolvido em dois grupos paralelos&#58; um focado nas discussões tecnológicas e de negócios, e outro nas discussões regulatórias, de governança e sustentabilidade. Nesta frente, os pesquisadores analisam experiências de outros países, como Suíça, Estados Unidos, Singapura, Hong Kong e Emirados Árabes, além das da União Europeia.</div><div><br></div><div>A frente tecnológica, explica a líder da Fenasbac, irá explorar a padronização de <em>tokens </em>com critérios de sustentabilidade e a implementação de contratos inteligentes utilizando a infraestrutura da Gnosis (Ethereum). O foco estará na programabilidade de regras ambientais, auditoria automatizada e integração com os padrões do Drex.</div><div><br></div><div>Para garantir o alinhamento do desenvolvimento e fazer pontes entre as discussões, pessoas-chave da PUC-Rio, VERT, Gnosis, BCB, CVM e Fenasbac farão parte de ambos os grupos.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v2_lift_learning_rwa_enxoval_nl_390291_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;301px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>O que é o LIFT?</strong></div><div>O LIFT é um laboratório virtual que promove protótipos de inovação financeira e tecnológica, coordenado pela Fenasbac e o BC, com o objetivo de fomentar projetos de pesquisa de inovação relacionados à indústria financeira. O laboratório conta com as seguintes parcerias&#58; Microsoft, IBM, AWS, Cielo, R3, Multiledgers e Instituto Fenasbac.</div><div><br></div><div>No LIFT Day 2025, o Presidente do BC, Gabriel Galípolo, lembrou que, em 2019, um ano após a sua criação, o LIFT recebeu o prêmio da Central Bank Banking Publications como a iniciativa de experimentação mais inovadora do mundo. Em 2023, outro reconhecimento&#58; um dos melhores laboratórios de inovação do mundo pela Global Finance Magazine.</div><div><br></div><div>“O LIFT Learning vem atuando na capacitação de profissionais e disseminação do conhecimento sobre temas como <em>blockchain</em>, interoperabilidade, privacidade, finanças descentralizadas, inteligência artificial e sustentabilidade, sempre com aplicação prática e visando as necessidades da sociedade”, destacou Galípolo.</div><div><br></div><div><strong>Saiba mais&#58;</strong></div><div><a href=\"https&#58;//liftlearning.com.br/\">LIFT Learning</a></div><div><a href=\"/acessoinformacao/bchashtag\">Agenda BC#</a></div><div><a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/ChJaxTR_bGQ\">LIFT Day 2025 – Programação da manhã</a><br></div><p><br></p></div>","lead":"Alinhando-se às exigências do mercado internacional, o RWA Sustentável quer garantir a negociação de ativos brasileiros via blockchain. CPR e CRA verdes são usados como instrumentos financeiros a serem adquiridos por investidores estrangeiros, direcionando recursos para projetos rurais sustentáveis. Patrocinado pela Vert Capital e Gnosis, o projeto reúne pesquisadores da PUC-Rio e especialistas do BC e da Fenasbac."},{"titulo":"LiveBC #45 destaca iniciativas de sustentabilidade do Banco Central","Id":20849,"urlImg":{"Description":"Imagem da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-09-24T13:09:09Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-24T13:09:10Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass6AE78ABCDFF448B19A2EA3F925EFC3D8\"><div>A LiveBC do dia 15 de setembro explicou como o clima e os riscos sociais e ambientais têm impactado a economia e o sistema financeiro. A entrevistada foi a Chefe da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio (Gerip) do Banco Central (BC), Isabela Ribeiro Damaso Maia. Confira a íntegra do programa aqui.&#160;<br></div><div><br></div><div>A sustentabilidade é um tema extremamente atual. Analisar e observar qual é o seu impacto na economia é uma das atividades que têm sido desempenhadas pelo BC nos últimos anos.</div><div><br></div><div>Abaixo, alguns dos principais pontos debatidos durante a live.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>RIS&#160;</strong></div><div>Isabela destacou que, recentemente, o BC divulgou a quinta edição do <a href=\"/publicacoes/relatorio-risco-oportunidade\">Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos (RIS)</a>, que trata dessas questões&#58;</div><div><br></div><div>​“O RIS traz reflexões importantes sobre como a sustentabilidade e o sistema financeiro caminham juntos&quot;, disse Isabela Ribeiro Damaso Maia, Chefe da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio (Gerip) do BC.</div><div><br></div><div><strong>Títulos sustentáveis&#160;</strong></div><div>A chefe da Gerip explicou que esses papéis são instrumentos financeiros utilizados por empresas, governos e bancos para captar recursos no mercado. Diferenciam-se dos títulos convencionais por financiarem projetos com benefícios sociais ou ambientais, como energia limpa, saneamento, transporte público eficiente e habitação social.&#160;</div><div><br></div><div>Dentro desses títulos, há algumas categorias&#58; os títulos sustentáveis em si, que podem financiar projetos sociais e ambientais ao mesmo tempo; os green bonds (títulos verdes), que são aqueles destinados a projetos ambientais e climáticos; e os <em>sustentability </em><em>linked </em><em>bonds</em>, que são títulos vinculados a metas de sustentabilidade, porém não estão ligados a projetos específicos.&#160; &#160;</div><div><br></div><div>Eventos climáticos extremos&#160;</div><div>Isabela explicou que eventos climáticos extremos, como enchentes e secas, afetam a inflação e o custo de vida das pessoas&#58; “A frequência e a intensidade desses eventos deixaram de ser uma hipótese e, hoje, são uma realidade no nosso dia a dia. Eles são cada vez mais comuns, mais intensos, com impacto na economia, nas finanças públicas e na vida de milhões de brasileiros”.&#160;</div><div><br></div><div>Ela explicou que, na safra de 2021/2022, o Brasil enfrentou a pior seca em noventa anos, com chuvas 25% abaixo da média histórica, perda nas lavouras, e impacto na geração de energia elétrica, entre outros. De acordo com Isabela&#58; “Tudo isso teve impacto na inflação”.&#160;</div><div><br></div><div>Já em 2023, ela relembrou que a região amazônica passou pela pior seca dos últimos 120 anos&#58; “Isso comprometeu não só o transporte fluvial, mas também o comércio exterior brasileiro”. Sobre 2024, ela citou as enchentes no Rio Grande do Sul&#58; “Foi um dos maiores desastres climáticos da história recente do Brasil, uma tragédia com várias mortes. A inflação e a atividade econômica da região foram impactadas temporariamente”.&#160;</div><div><br></div><div>Isabela enfatizou que esses eventos climáticos extremos geram pressão sobre a atividade e sobre a inflação. E quem mais sente os efeitos desses choques são as famílias de baixa renda, que comprometem a maior parte do seu orçamento com alimentação e energia.&#160;</div><div><br></div><div>Portanto, segundo a chefe do Gerip, os eventos climáticos (extremos ou não) não são apenas uma questão ambiental.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>“Além das variáveis econômicas tradicionais, como juros, câmbio e atividade, o Banco Central também considera fatores ambientais, como secas, enchentes e ondas de calor. Esses eventos afetam diretamente a oferta de alimentos, a geração de energia e, consequentemente, a inflação”, afirmou.&#160;</div><div><br></div><div>O objetivo do BC, segundo ela, é que esses riscos, ambientais e climáticos, sejam gerenciados de forma adequada pelas instituições financeiras, garantindo a resiliência do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Além disso, o BC vem atuando para que haja maior transparência desses riscos, diminuindo assim a assimetria de informações sobre eles no mercado.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/live_bc_45.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>Regulação&#160;</strong></div><div>Ela lembrou que, em 2021, o BC aprimorou o arcabouço regulatório prudencial padronizando informações sobre riscos sociais, ambientais e climáticos com foco em aspectos qualitativos, como gestão de risco e governança. Em 2024, lançou uma consulta pública buscando subsídios para incluir métricas e parâmetros quantitativos.</div><div><br></div><div>Segundo Isabela, uma nova consulta pública, agora já com uma proposta de norma, irá abarcar o que já foi desenvolvido tanto nos aspectos qualitativos quanto nos quantitativos&#58; “A ideia é, até outubro, lançar essa consulta pública. E a norma, de fato, deve ser apresentada em 2026”.&#160;</div><div><br></div><div>De acordo com ela, o BC espera, com isso, aumentar a percepção das instituições financeiras sobre a importância do adequado tratamento desses riscos e que elas incorporem essas variáveis nas suas estratégias de negócios.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><strong>LiveBC #45 e mais sustentabilidade&#160;</strong></div><div>Assista à íntegra da LiveBC # 45 <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=pQnyRzOZPSU\">aqui</a>. Saiba mais sobre os projetos do BC na área de sustentabilidade <a href=\"/acessoinformacao/bchashtag_sustentabilidade\">aqui</a>.&#160;</div><div><br><br></div><p><br></p></div>","lead":"Fique por dentro de como eventos climáticos extremos influenciam a inflação. Regulação e governança de riscos socioambientais pelas instituições financeiras também foram debatidas. Não conseguiu assistir ao programa? Leia a matéria e clique no link da Live."},{"titulo":"Na Ponta do Lápis: conheça programa que tem apoio do Banco Central para educação financeira nas escolas","Id":20847,"urlImg":{"Description":"Mãos entrelaçadas","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2025-09-23T13:56:50Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-23T13:56:51Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass248FADCD8AB443708CADD7B3D6D5C9F7\"><div>Formar adultos conscientes, organizados e preparados para lidar com o dinheiro. Com esse propósito, o Banco Central (BC) integra o programa Na Ponta do Lápis, lançado pelo governo federal com foco nos estudantes dos ensinos fundamental e médio.<br></div><div><br></div><div>A iniciativa tem como objetivo apoiar e fortalecer a implementação dos temas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que integram a macroárea de Economia. Na prática, os estudantes terão a oportunidade de aprimorar suas habilidades de planejamento financeiro, compreender a importância de poupar regularmente e de adotar decisões de consumo e de crédito mais responsáveis no dia a dia.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>Priscila Furtado, gerente do <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\">Programa Aprender Valor</a>, iniciativa do BC voltada a ações de educação financeira, explica que esse programa será a plataforma de referência do Na Ponta do Lápis, oferecendo formação continuada para educadores, projetos pedagógicos com aulas prontas e avaliações de letramento financeiro.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>&quot;Nós colaboramos na revisão do documento de referência que o Ministério da Educação (MEC) elaborou para a criação do programa e temos ajudado, nos últimos meses, a pensar em como o Na Ponta do Lápis pode chegar a todos os estudantes do país. Essa parceria está apenas começando&quot;, disse Priscila Furtado, gerente do Programa Aprender Valor.</div><div><br></div><div>O BC integrará o comitê estratégico que atua na implementação do programa do MEC – resultado da experiência bem-sucedida com o Aprender Valor, que, desde 2020, ajuda professores de todo o país a levar educação financeira para as salas de aula. Atualmente, o Aprender Valor já alcança mais de 25 mil escolas brasileiras, com conteúdos lúdicos, acessíveis e alinhados à BNCC.</div><div><br></div><div>Para monitorar o impacto do programa Na Ponta do Lápis, o MEC utilizará indicadores ligados ao programa do BC&#58; o número de escolas que aderiram ao Aprender Valor e o número de profissionais da educação que participaram dos cursos oferecidos por essa plataforma.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_Na_ponta_do_lapis_enxoval_386055_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>Iniciativa conjunta&#160;</strong></div><div>A adesão ao Na Ponta do Lápis por estados, municípios ou pelo Distrito Federal é voluntária a partir da apresentação de um plano de trabalho voltado à implantação, ao fortalecimento e à consolidação de ações relacionadas ao tema. Gestores locais que quiserem participar deverão assinar um termo de compromisso com o MEC.&#160;</div><div><br></div><div>Além do BC, fazem parte da iniciativa Ministério da Previdência Social; Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda; Caixa Econômica Federal; Superintendência de Seguros Privados; Receita Federal; Comissão de Valores Mobiliários (CVM); União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed).</div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//www.gov.br/mec/pt-br/na-ponta-do-lapis\">Acesse a página do programa</a>.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Iniciativa é voltada a estudantes da rede pública. Foco do programa está no planejamento financeiro dos jovens. Plataforma do BC será referência para implementação."},{"titulo":"LiveBC: como o BC vem investindo em sustentabilidade","Id":20835,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-09-12T19:23:29Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-12T19:26:11Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass46573941DD074FE184AD8B50435F3AEE\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (15), Isabela Ribeiro Damaso Maia, chefe da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio do Banco Central, apresenta o papel da instituição na alocação estratégica de recursos voltados para o desenvolvimento de uma economia mais sustentável, dinâmica e moderna. A transmissão acontece na próxima&#160;segunda-feira (15)&#160;às 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/@BancoCentralBR\" target=\"_blank\">Canal do BC do YouTube​</a>.<br></p></div>","lead":"Eventos extremos, reservas verdes e educação financeira: qual é o papel do BC? Conheça o RIS, Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos. A LiveBC começa às 14h, na próxima segunda-feira (15), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"“O futuro das finanças já começou, e ele é aberto, inteligente, centrado no cidadão”, diz Galípolo","Id":20831,"urlImg":{"Description":"Logo do Open Finance","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/open_finance.png"},"dataPublicacao":"2025-09-10T14:32:09Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-15T00:08:44Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass590EE09116BB43F4AF4AC103FF3960E1\"><div>Servidores do Banco Central (BC), representantes de instituições participantes e de entidades de classe do mercado financeiro lotaram o auditório Octavio Gouvêa Bulhões, no Edifício-Sede da autarquia, na tarde de quinta-feira, 28 de agosto, para celebrar os 5 anos da regulamentação do Open Finance. Na abertura do evento, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacou que a data celebra um marco na transformação da forma como os brasileiros se relacionam com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) e o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).<br></div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>O Open Finance é referência mundial por ser um dos ecossistemas de maior sucesso em abrangência, número de instituições participantes e adesão das pessoas. Hoje, são cerca de setenta milhões de contas compartilhando dados e mais de cem milhões de autorizações ativas, em um ambiente de inovação e tecnologia, com potencial de expansão.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>&quot;O futuro das finanças já começou, e ele é aberto, inteligente, centrado no cidadão. Mais do que uma demanda regulatória, o Open Finance é uma inovação que busca construir um sistema financeiro cada vez mais aberto, justo e conectado às reais necessidades da sociedade. Desse modo, e cada vez mais, o Open Finance mostra ser não apenas tecnologia, mas também inclusão, autonomia e poder de escolha&quot;, disse ​Gabriel Galípolo, Presidente do BC.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>No evento, organizado em parceria com a Associação Open Finance (AOF) e a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), o Presidente do BC afirmou ainda que, como projeto estratégico da autarquia, o Open Finance promove uma transformação profunda no SFN&#58; “Seus pilares – inovação, concorrência, eficiência e cidadania financeira – ampliam o acesso e a qualidade dos serviços”.<br></div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>Criado pelo BC em conjunto com a indústria financeira, o ecossistema chega à maturidade de governança com perspectivas de evolução da agenda de serviços para oferecer aos clientes crédito mais barato, agilidade nas operações, soluções de pagamento mais convenientes, entre outros, e, para as instituições, oportunidades de modernização de uso estratégico de dados e maior eficiência. Representantes da multiplicidade de instituições financeiras participantes do projeto – de bancos tradicionais a \r\n      <em>fintechs </em>e plataformas digitais – relataram, durante o evento, uma série de casos de uso do Open Finance que contribuíram para os resultados nos últimos cinco anos.<br></div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>\r\n      <img src=\"/content/home/noticias-img/Open_Finance_2.JPG\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;400px;\" />\r\n      <br>\r\n   </div><div>\r\n      <em>Evento reuniu representantes do Banco Central e do mercado e especialistas no assunto</em><br></div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>\r\n      <strong>5 anos de Open Finance em números&#58;</strong></div><div>- 103 milhões de autorizações ativas de compartilhamento de dados;</div><div>- 68 milhões de contas conectadas;</div><div>- R$1,16 bilhão em movimentação somente em julho/2025;</div><div>- 4,7 milhões de transações do Pix (julho/2025), alta de quase 8 vezes em um ano;</div><div>- 3,5 bilhões de chamadas de dados por semana;</div><div>- Mais de 700 instituições participantes.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>\r\n      <strong>Maturidade de governança</strong></div><div>Um dos marcos dos 5 anos do Open Finance destacados no evento foi a fundação da AOF. Com papel central na infraestrutura do ecossistema e na evolução técnica do projeto, a associação é responsável por desenvolver os padrões técnicos dos produtos a serem seguidos pelas instituições participantes. A presidente da AOF, Ana Carla Abrão, destacou os muitos benefícios do Open Finance, sendo que o maior deles está vinculado ao empoderamento dos clientes, tanto pessoas naturais quanto pessoas jurídicas.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>A executiva anunciou, ainda durante o evento, o vídeo da campanha do Open Finance, que seguirá o tema “Mais Poder para Você”. Ela explicou que o foco da associação é garantir que as pessoas entendam que, ao conectarem suas contas, ao aderirem ao Open Finance, terão acesso a serviços e funcionalidades melhores e que facilitarão a vida delas&#58; “Os clientes têm o poder de escolher quando, com que instituição e de que forma querem compartilhar suas informações”.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>Melhorar a comunicação, com linguagem mais simples, traduzindo palavras, como “consentimento”, foi um dos pontos levantados por vários participantes do evento. Um deles foi o Diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, que enfatizou a necessidade de ajudar o consumidor a entender o sistema, os consentimentos e as suas consequências, mostrando os benefícios associados aos consentimentos de dados&#58; “Nos dias de hoje, com tudo que se escuta de fraudes e perigos cibernéticos, confiança é fundamental, e essa educação digital permitirá que efetivamente o cliente se beneficie de todos os serviços que a gente está oferecendo”.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>Vivan apontou vários marcos do projeto desde a Resolução Conjunta nº 1, de 4 de maio de 2020 – que instituiu os pilares do ecossistema –, começando pelo compartilhamento de dados bancários tradicionais e, depois, com a inclusão de dados de investimentos e de operações de câmbio; passando pela integração com o Pix e a consequente oferta de possibilidades e funcionalidades diferentes de pagamento, como o Pix por aproximação e as chamadas transferências inteligentes, em que é possível programar transferências entre contas de mesma titularidade a partir de certas definições; até a inclusão da portabilidade de crédito no Open Finance, atualmente em fase de implementação pelas instituições participantes.<br></div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>Para o diretor&#58; “O projeto é uma realidade ousada. A gente conseguiu construir um projeto com números expressivos em curtíssimo espaço de tempo&quot;.</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>\r\n      <strong>Quer saber mais?</strong></div><div>Evento Open Finance 5 anos – Conectando futuros (<a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/Qd_TPceSfvI\">https&#58;//www.youtube.com/live/Qd_TPceSfvI</a>).</div><div>\r\n      <br>\r\n   </div><div>Conheça o \r\n      <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\">Open Finance</a>.<br></div></div>","lead":"Evento no BC celebrou os 5 anos do Open Finance, com cidadão empoderado e crescimento exponencial. Ecossistema transformou a forma como o cidadão acessa e gerencia seus dados financeiros e faz pagamentos. Confiança, transparência, inclusão, e tecnologia integram a história do ecossistema, que é referência mundial.\r\n\r\n"},{"titulo":"Registrato chega a noventa milhões de relatórios emitidos","Id":20829,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-09-09T12:47:51Z","ultimaAtualizacao":"2025-09-11T12:38:56Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass425A429A17E04CD59B3111312ECE2D0E\"><div>O Registrato, serviço gratuito do Banco Central (BC) que permite aos cidadãos consultar informações financeiras, alcançou a marca de noventa milhões de relatórios emitidos. O serviço existe desde 2014 e, atualmente, oferece cinco tipos de relatórios&#58; empréstimos e financiamentos; relacionamentos com bancos; chaves Pix; operações de câmbio; e cheques sem fundos.&#160;<br></div><div><br></div><div><strong>Campeões&#160;</strong></div><div>Segundo o Departamento de Atendimento Institucional (Deati) do BC, o relatório mais acessado no Registrato nos últimos onze anos foi o de Empréstimos e Financiamentos (SCR), com um total de 40.066.791&#160;emissões. Também se destacam o Relatório de Contas e Relacionamentos em Bancos (CCS), com 20.447.672&#160;emissões, e o de Chaves Pix, com 11.740.307.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Acesso seguro&#160;</strong></div><div>O serviço está disponível na área logada do <a href=\"/meubc\" target=\"_blank\">Meu BC</a>, que é acessada com conta gov.br nível prata ou ouro, com verificação em duas etapas ativada.</div><div><br></div><div>Para ativar a verificação em duas etapas&#58;</div><div>- instale o aplicativo gov.br em seu dispositivo móvel;</div><div><span style=\"white-space&#58;pre;\">- </span>faça o <em>login </em>no aplicativo com a sua conta gov.br (nível prata ou ouro);</div><div>-&#160;vá em Segurança da conta e habilite a verificação em duas etapas.<br></div><div><br></div><div>Neste <a href=\"https&#58;//www.instagram.com/reel/DNigwxVylQG/?igsh=MXR6NG56Mml6dHFqNQ==\" target=\"_blank\">post</a>, o Banco Central apresenta um passo a passo de acesso ao Meu BC.<br></div><div><br></div><div>Caso ainda tenha dúvidas ou esteja com problemas em sua conta gov.br, consulte as <a href=\"https&#58;//acesso.gov.br/faq/\" target=\"_blank\">perguntas frequentes</a> ou acesse a sessão <a href=\"https&#58;//www.gov.br/governodigital/pt-br/atendimento-gov.br/duvidas-na-conta-gov.br\" target=\"_blank\">Dúvidas na conta gov.br</a>.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/GRAFICO_Registrato_90_milhoes_relatorios_Enxoval_NL_390035_2025.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>Central de Autorizações do Registrato&#160;</strong></div><div>A Central de Autorizações do Registrato é um novo serviço do Meu BC – confira as novidades no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=jMLzWWiAYH0&amp;list=PLhqfgkxuHXh5tlmhzGpwjnucUPn06XLtk&amp;index=4&amp;t=4s&amp;pp=iAQB\" target=\"_blank\">BC te Explica #148</a>.&#160;</div><div><br></div><div>Na Central de Autorizações, o titular dos dados pode compartilhar, com até cinco pessoas, o acesso aos seus relatórios do Registrato. O objetivo é permitir que uma pessoa de confiança possa ter acesso e ajudar no acompanhamento da vida financeira da outra. Essas autorizações podem ser por prazo definido e podem ser canceladas a qualquer momento pelo titular das informações.</div><div><br></div><div>No <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=qAPCMgE7cMg&amp;list=PLhqfgkxuHXh5tlmhzGpwjnucUPn06XLtk&amp;index=3&amp;pp=iAQB\" target=\"_blank\">BC te Explica #149</a>, você fica por dentro de tudo sobre o Registrato.<br></div><div><br></div><div>Além disso, no <a href=\"/meubc/faqs/c/sua-vida-financeira-registrato\" target=\"_blank\"><em>site </em>do BC</a> há mais informações sobre o assunto.</div><div><br></div><div>Acompanhe os canais de divulgação oficial do Banco Central e saiba como acessar o Registrato de forma rápida e segura.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Serviço existe há onze anos, e marca foi atingida no último dia 4 de setembro. Criado pelo BC, Registrato viabiliza aos cidadãos consulta a diversos relatórios financeiros pessoais. Acesso é por meio da área logada Meu BC, com conta gov.br ouro ou prata, com verificação em duas etapas ativada."},{"titulo":"Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos retrata iniciativas do BC na promoção de sistema financeiro mais inclusivo e sustentável","Id":20819,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-08-29T15:12:01Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-29T15:12:02Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass35E55813EB7B44F8A786218CF4B5CC37\"><div>O Banco Central (BC) lança hoje a quinta edição do <a href=\"/publicacoes/relatorio-risco-oportunidade\">Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos (RIS)</a>, publicação anual da Autarquia. Em capítulos temáticos, o RIS sintetiza o empenho do BC em promover um sistema financeiro mais inclusivo e sustentável, por meio de ações e políticas que buscam estimular as finanças sustentáveis e gerenciar responsabilidades e riscos sociais, ambientais e climáticos. É um esforço de consolidação e de transparência do compromisso do BC com a sustentabilidade, sendo também uma ferramenta de prestação de contas à sociedade.</div><div><br></div><div>Nesta quinta edição, o relatório preservou seu formato, estruturado em quatro pilares, acrescidos do capítulo de Perspectivas. O conteúdo, entretanto, foi atualizado para incluir iniciativas recentes, como o engajamento do BC na COP30 e o avanço dos estudos e das medidas relativas ao inventário das emissões de gases de efeito estufa pela Autarquia, diante do reconhecimento da importância de contribuir para o esforço global e de minimizar o impacto de suas atividades sobre o meio ambiente.</div><div><br></div><div>De forma ampla, o relatório elenca parcerias, ações e estudos adotados pelo BC relacionados à sustentabilidade, ocorridos entre julho de 2024 e junho de 2025, bem como perspectivas de avanço no curto prazo. Além disso, relata o envolvimento da Instituição em iniciativas lideradas pelo governo federal, como a Taxonomia Sustentável Brasileira.<br></div><div><br></div><div>São diversas as iniciativas que merecem destaque&#58; estudos publicados, como a estimação de impactos na economia e eventuais perdas para as instituições financeiras em um cenário de risco climático de transição; análises de exposições de crédito em risco decorrentes de riscos climáticos físicos; e pesquisa de estabilidade financeira sobre riscos climáticos realizada em 2025.&#160;</div><div><br></div><div>Entre os avanços regulatórios estão a obrigatoriedade de as instituições financeiras elaborarem e divulgarem relatório de informações sobre sustentabilidade; a consulta pública sobre ativos e passivos de ações de sustentabilidade; e a ampliação da divulgação de informações por instituições financeiras. No crédito rural, foram aprovadas diversas mudanças no Manual de Crédito Rural, e há em perspectiva o projeto de aprimoramento do Bureau.&#160;</div><div><br></div><div>Na supervisão, há destaque para a realização de análises horizontais para aplicação dos requisitos de gerenciamento dos riscos sociais, ambientais e climáticos e para a iniciativa Axis, aplicação que utiliza inteligência artificial para analisar os relatórios das auditorias independentes sobre as demonstrações financeiras das entidades supervisionadas pelo BC.<br></div><div><br></div><div>Na gestão de reservas internacionais, o BC tem aumentado o percentual de títulos com rótulo sustentável – lembrando que, desde 2021, definiu-se pela alocação estratégica em green bonds na carteira de referência.</div><div><br></div><div>No âmbito social, destacamos os esforços em promover a cidadania financeira, entre eles a gestão de vulnerabilidades, prioridade na agenda da Supervisão de Conduta do BC. A ampliação do Programa Aprender Valor para escolas particulares e para os cidadãos em geral e a participação do BC no fórum brasileiro de educação financeira são outros exemplos.&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_ris_2025_enxoval_nl_389365.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div>No engajamento internacional, na presidência brasileira do G20, foram propostas duas forças-tarefa&#58; uma para a criação de uma “Aliança Global contra a Fome e a Pobreza&quot; e outra voltada à “Mobilização Global contra as Mudanças Climáticas&quot;, além da realização do G20 TechSprint 2024. Durante a presidência brasileira do Brics, foi realizada uma pesquisa com bancos centrais e autoridades supervisoras dos países-membros, com o objetivo de mapear práticas e abordagens de monitoramento e regulação de riscos climáticos, com foco na integração desses riscos aos arcabouços prudenciais e de supervisão. A Autarquia também sediou o workshop temático sobre Finanças Sustentáveis, no âmbito da Data Gaps Initiative (DGI).<br></div><div><br></div><div>Finalmente, ressaltamos que se trata de um documento abrangente, elaborado com o envolvimento de todas as áreas do BC.&#160; Sua publicação reforça a posição da Instituição na vanguarda da agenda sustentável, contribuindo para um sistema financeiro mais seguro e preparado para os desafios climáticos.<br></div><div><br></div><div>Acesse <a href=\"/publicacoes/relatorio-risco-oportunidade\">aqui​</a>&#160;a íntegra do RIS.<br></div><p><br></p></div>","lead":"RIS traz estudo sobre os impactos de riscos climáticos na economia e em instituições financeiras. Ações sobre COP 30, taxonomia sustentável e inventário de emissões do efeito estufa estão no relatório. A gestão de vulnerabilidades, dentro dos esforços em promover a cidadania financeira, é um dos destaques."},{"titulo":"Open Finance comemora 5 anos de regulamentação em evento no próximo dia 28 de agosto","Id":20813,"urlImg":{"Description":"Logo do Open Finance","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/open_finance_escuro.png"},"dataPublicacao":"2025-08-27T18:32:51Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-27T18:35:13Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassEA0C1CAD765C4496A0303E7E1C3A1392\"><div>O Open Finance chega aos seus 5 anos com 103 milhões de autorizações ativas de compartilhamento de dados, envolvendo 68 milhões de contas. Em relação a pagamentos e transferências, registrou movimentação de R$1,16 bilhão somente em julho deste ano. Para celebrar o aniversário de regulamentação, o Banco Central (BC) promove, nesta quinta-feira (28/8), evento para destacar os avanços conquistados, os benefícios para os consumidores e os próximos passos do ecossistema de finanças abertas que virou referência internacional.&#160;<br></div><div>&#160;&#160;</div><div>O evento acontece das 14h às 18h30, no Edifício-Sede do BC, em Brasília, com transmissão ao vivo pelo <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/Qd_TPceSfvI\" target=\"_blank\">canal do BC no YouTube</a>. Para conferir a programação completa do evento, realizado em parceria com a Associação Open Finance (AOF) e a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), clique <a href=\"/acessoinformacao/eventos/151\" target=\"_blank\">aqui</a><br></div><div><br></div><div>A programação inclui mensagem do Presidente do BC, Gabriel Galípolo, e a presença do Diretor de Regulação, Gilneu Vivan; do Diretor de Fiscalização, Ailton Aquino; da Diretora de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, Izabela Moreira Correa; do Diretor de Administração, Rodrigo Alves Teixeira; e do Secretário-Executivo, Rogério Antônio Lucca.&#160;</div><div><br></div><div>A AOF, que é responsável pela governança do ecossistema e conta com presidente, Ana Carla Abrão, diretores e corpo técnico próprio, fará o lançamento do novo hotsite da entidade.&#160;</div><div><br></div><div>&quot;O Open Finance representa uma transformação profunda na forma como os cidadãos acessam e gerenciam seus dados financeiros e fazem pagamentos. Celebrar esses 5 anos é reconhecer o impacto positivo dessa inovação e reforçar nosso compromisso com um sistema financeiro inclusivo, inovador, competitivo e centrado no cliente&quot;, disse Matheus Rauber, do Departamento de Regulação do BC.</div><div><br></div><div>Os 5 anos do ecossistema chegam com novas instituições participantes e com as soluções ofertadas aos clientes se expandindo e se diversificando, tanto as baseadas em dados quanto as baseadas em pagamentos. Um dos destaques da agenda evolutiva puxada pelo BC é a oferta de portabilidade de crédito via Open Finance, com a perspectiva de permitir um processo mais ágil e cômodo para que o cliente possa transferir seus empréstimos para instituições que ofereçam melhores taxas de juros.&#160;&#160;<br></div><div><br></div><div>Como consequência, tanto a quantidade de pagamentos como a de autorizações para compartilhamento de dados apresentam tendência de aceleração, com números que crescem cada vez mais rápido.&#160;&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div>“O Open Finance chega a 5 anos de regulamentação em um cenário de expansão. A primeira resolução sobre o tema – Resolução Conjunta BCB/CMN 1 – foi publicada em 4 de maio de 2020. Hoje, um dos maiores ecossistemas do tipo em todo o mundo registra um crescimento consistente no número de pessoas que estão decidindo levar seus dados cadastrais e financeiros de um banco para outro, com o objetivo de obter maiores vantagens e melhores produtos. Também observamos um rápido crescimento no que se refere a pagamentos e transferências que usam a infraestrutura do Open Finance”, enfatiza Rauber.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/V2_IMAGEM_NL_open_finance_5_anos_enxoval_nl_389885_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div>&#160;&#160;</div><div><strong>Números&#160;</strong></div><div>Para se ter uma ideia do crescimento do ecossistema, entre janeiro e dezembro de 2024, o número de autorizações passou de 42 milhões para 62 milhões, o que representa crescimento de 48% no período. Já nos primeiros meses de 2025 até o início de agosto, o total saltou para 103 milhões, com alta adicional de 66%, evidenciando aceleração significativa na adoção da iniciativa. Esses 103 milhões de autorizações representam 68 milhões de contas. Essa diferença acontece porque o titular da conta pode decidir levar seus dados para mais de uma instituição se quiser.&#160;</div><div><br></div><div>Já o uso do Pix por meio do Open Finance também registrou crescimento exponencial nos últimos doze meses. O volume de transações passou de 546 mil em julho de 2024 para 4,7 milhões em julho de 2025, o que representa alta de quase oito vezes.&#160;&#160;</div><div><br></div><div>“O avanço expressivo tanto nas transações Pix por meio do Open Finance quanto nas autorizações para compartilhamento demonstra o amadurecimento da infraestrutura e a crescente confiança dos usuários”, afirma Rauber.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Instituições&#160;</strong></div><div>Para as instituições, o Open Finance estimula a modernização, a atualização de suas infraestruturas e a incorporação do uso intensivo de dados em seus processos. Isso, hoje, é prioridade do ponto de vista estratégico e de negócios. Para o cliente, traz vários benefícios, como crédito mais barato, investimentos mais rentáveis, melhores soluções de pagamento e de gerenciamento financeiro.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div>Mapeamento semestral de casos de uso realizado pelo BC aponta que, do início da implementação de fato do Open Finance, em 2021, até 30 de junho de 2025, R$31 bilhões em operações de crédito originaram-se da análise dos dados compartilhados pelo Open Finance. Segundo o mapeamento, as fintechs beneficiaram cerca de seis milhões de seus clientes com oferta de crédito a partir da análise dos dados compartilhados por meio do Open Finance, gerando R$5,4 bilhões de novos créditos para a população no período.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div><strong>Pagamentos&#160;</strong></div><div>Na parte de pagamentos, o crescimento expressivo de transações Pix por meio do Open Finance já espelha a conveniência propiciada ao consumidor. São exemplos dessa conveniência&#58; a possibilidade de um cliente fazer um Pix a partir de sua conta em uma instituição usando o saldo da conta em outra instituição, sem mudar de aplicativo; o Pix por aproximação, que permite pagar com Pix somente aproximando o celular da maquininha; bem como modalidades que estão em início de implementação e com grande potencial de crescimento, como Transferências Inteligentes (que permite que um cliente configure gatilhos para transferências entre suas contas, a exemplo de quando o saldo ficar negativo em uma delas, evitando entrar no cheque especial) e Pix Automático via Open Finance.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div><strong>Agenda evolutiva tem portabilidade de crédito como destaque&#160;</strong></div><div>O BC já encaminhou para a AOF as suas principais determinações quanto à agenda evolutiva do Open Finance para os próximos dois anos.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div>No contexto da agenda evolutiva do projeto, destaca-se, como mencionado, a implementação da portabilidade de crédito no Open Finance. Atualmente, um consumidor já pode realizar a portabilidade de seu crédito (desde 2006). A proposta em questão cria um modelo alternativo, estruturado e seguro, com potencial de reduzir prazos para efetivação da portabilidade, custos para as instituições envolvidas e trazer melhores ofertas para os clientes.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div>A implementação será inicialmente focada no produto Crédito Pessoal Clean (CPC). A expectativa é realizar testes a partir de novembro de 2025, com entrada em produção prevista para fevereiro de 2026. A próxima modalidade será o crédito pessoal consignado para servidores públicos federais, com previsão de entrada em operação em novembro de 2026. As discussões sobre especificações técnicas e requisitos operacionais do produto já estão em andamento.&#160;</div><div>&#160;&#160;</div><div>Além da portabilidade de crédito, também fazem parte da agenda futura do Open Finance&#58; portabilidade de salário e, no âmbito dos serviços de pagamentos, consulta de saldo em conta antes de fazer o Pix; contratação de Pix Automático mais rápida quando a conta estiver previamente vinculada a uma instituição; alteração nos limites para Pix por aproximação; entre outras.&#160;</div><div>&#160; &#160;</div><div><strong>Open Finance 5 anos – Conectando o futuro&#160;&#160;</strong>&#160;&#160;</div><div>Quando&#58; 28 de agosto, das 14h às 18h30&#160;</div><div>Onde&#58; Auditório Octavio Gouvêa de Bulhões, Edifício-Sede do BC, em Brasília&#160;</div><div>O evento será transmitido pelo canal do BC no YouTube, disponível em <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/Qd_TPceSfvI\" target=\"_blank\">https&#58;//www.youtube.com/live/Qd_TPceSfvI</a></div><div><br></div><div>Clique <a href=\"/acessoinformacao/eventos/151\" target=\"_blank\">aqui​</a> para conferir a programação completa do evento, realizado em parceria com a AOF e a Fenasbac.&#160;<br></div><p><br></p></div>","lead":"Casos de uso e soluções, próximas implementações e visão de futuro estão na pauta. R$31 bi em operações de crédito originaram-se da análise de dados do Open Finance. O evento começará às 14h e será transmitido pelo canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Segmento de consórcios cresce e movimenta mais de R$120 bi em 2024","Id":20803,"urlImg":{"Description":"Logo do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-08-19T11:44:20Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-19T11:44:21Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassB4382AB7728C48CDA7CEDB69EFA8AC5C\"><div>O ano de 2024 terminou com bons resultados para o segmento de consórcios no Brasil. Houve aumento de cotas e recursos administrados em comparação a 2023, mantendo a tendência de crescimento observada nos últimos ano. É o que indica o Panorama do Sistema de Consórcios, divulgado pelo Banco Central (BC).&#160;<br></div><div>&#160;</div><div>Clique <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/panoramaconsorcio/panorama_de_consorcios_2024.pdf\">aqui </a>para acessar o Panorama do Sistema de Consórcios.&#160;</div><div><br></div><div>Com alta de 20,6%, o segmento chegou a R$121,8 bilhões em recursos coletados ao longo do ano. A carteira totalizou R$125,7 bilhões – alta de 17,6% em relação ao ano anterior.&#160;&#160;</div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span>&quot;O segmento de consórcios tem crescido de forma expressiva, se destacando não só como alternativa para adquirir bens e serviços, mas também como ferramenta de inclusão financeira, alcançando pessoas que, muitas vezes, não têm acesso ao sistema bancário tradicional&quot;, disse&#160;</span>André Mauricio Trindade da Rocha, Chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro (Desig) do BC.<br></div><div><br></div><div>O total de cotas ativas, que é a participação dos consorciados nos grupos, alcançou a marca de 11,4 milhões, das quais 14,8% foram contempladas no período. O crescimento foi consistente em todos os tipos de bens, com destaque para o segmento de imóveis.&#160;<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/v3_IMAGEM_NL_panorama_sistema_consorcios_386349.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div>Destaca-se ainda o montante de valores devolvidos de Recursos Não Procurados (RNP) por meio do Sistema de Valores a Receber (SVR), com pouco mais de R$1,34 bilhão devolvidos em 2024 somente no Sistema de Consórcios. Apesar disso, o saldo de RNP voltou a crescer, com alta de 7,7% no ano.&#160;</div><div><br></div><div>As ações de saneamento promovidas pelo BC ao longo do ano fizeram com que sete administradoras deixassem de operar – sendo cinco por cancelamento de autorização e duas por liquidação –, enquanto duas novas ingressaram no mercado, fechando 2024 com 131 administradoras ativas.&#160;&#160;<br></div><p><br></p></div>","lead":"Com alta de 20,6%, o segmento alcançou R$121,8 bilhões em recursos coletados ao longo do ano. Carteira total do setor chegou a R$125,7 bilhões, crescimento de 17,6%. Dados estão no Panorama do Sistema de Consórcios do Banco Central."},{"titulo":"Aprender Valor: conheça os educadores, as escolas e as redes de ensino que mais se destacaram em 2024","Id":20802,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/thumbnail_site_aprender_valor.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/thumbnail_site_aprender_valor.jpg"},"dataPublicacao":"2025-08-18T14:36:08Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-28T18:06:23Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassFDE9DA522A13439AA7D76579D3885C50\"><div>O Banco Central (BC) anunciou educadores, escolas, redes de ensino e secretarias de educação que se destacaram no ciclo 2024 do <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\" target=\"_blank\">Programa Aprender Valor</a> – iniciativa que promove a educação financeira nas escolas públicas e particulares do ensino fundamental em todo o país e também para a população em geral. O anúncio foi feito no último dia 6 de agosto, durante o 2º Evento de Educação Financeira, que reuniu autoridades, representantes das secretarias de educação, das escolas premiadas e de profissionais da educação.<br></div><div><br></div><div>A transmissão do <a href=\"/detalhenoticia/20777/nota\" target=\"_blank\">2º Evento de Educação Financeira​</a>, incluindo os depoimentos do representante de cada categoria premiada, pode ser assistida neste <em><a href=\"https&#58;//www.youtube.com/live/b1kfles_jx4\" target=\"_blank\">link</a></em>.</div><div><br></div><div>Durante a cerimônia de premiação, o BC também anunciou a expansão do Aprender Valor, que passará a contemplar estudantes do ensino médio das redes pública e privada a partir de 2026. A expansão contará com a parceria da <a href=\"https&#58;//www.anbima.com.br/pt_br/pagina-inicial.htm\" target=\"_blank\">Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais </a>(Anbima), da <a href=\"https&#58;//www.gov.br/cvm/pt-br\" target=\"_blank\">Comissão de Valores Mobiliários</a> (CVM) e do <a href=\"https&#58;//sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/\" target=\"_blank\">Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas</a> (Sebrae). Leia mais <a href=\"/detalhenoticia/20794/noticia\">aqui​</a>.</div><div><br></div><div><strong>Cerimônia</strong><br></div><div>O painel de abertura contou com a presença de representantes da Anbima, da CVM, do Sebrae, da bolsa de valores Brasil, Bolsa, Balcão (B3), da<a href=\"https&#58;//portal.febraban.org.br/\" target=\"_blank\"> Federação Brasileira de Bancos</a> (Febraban) e do <a href=\"https&#58;//www.fgc.org.br/\" target=\"_blank\">Fundo Garantidor de Créditos</a> (FGC). Por parte do BC, Luis Mansur, Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira (Depef), falou sobre quais são os grandes desafios da educação financeira&#58; &quot;Ainda há muito o que avançar para termos um bom letramento financeiro entre os brasileiros. Acreditamos que os caminhos para integrar a educação financeira de forma efetiva no currículo escolar passam por materiais acessíveis, formação docente, avaliação contínua e articulação institucional. O Aprender Valor é um exemplo concreto de como isso pode ser feito com impacto e escala&quot;.</div><div><br></div><div><strong>Premiação</strong></div><div>A abertura da cerimônia de entrega dos prêmios foi conduzida pela Diretora de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta (Direc) do BC, Izabela Correa&#58;&#160;&quot;Estamos aqui para reconhecer, honrar e parabenizar todos os profissionais da educação envolvidos no Aprender Valor, em nome daqueles que mais se engajaram no programa no ano passado. Vocês, premiados de hoje, são um exemplo a ser seguido por todo o país&quot;.&#160;</div><div><br></div><div>Segundo a diretora, iniciativas de educação financeira como o Aprender Valor contribuem diretamente para melhorar o bem-estar financeiro dos brasileiros&#58; &quot;E melhor ainda se conseguimos fazer isso desde a infância e dentro da escola. Se estamos na escola, podemos formar também esse professor, não só para levar esse tema para a sala de aula, mas também para usar esse conhecimento em sua vida&quot;.</div><div><br></div><div>Izabela destacou também a importância dos profissionais de educação no processo&#58; &quot;O BC sozinho não faz o Aprender Valor. A gente só dá o pontapé inicial. Quem realmente faz o Aprender Valor acontecer está aqui, nesta plateia, e está nos assistindo on-line. São professores, diretores escolares, secretários de educação, técnicos das secretarias estaduais e municipais, enfim, são os mais de 130 mil educadores que ouviram nosso chamado e se juntaram a nós. É a vocês que devemos toda a nossa gratidão&quot;.<br></div><div><br></div><div>Ao todo, 29 premiações foram distribuídas a professores, coordenadores e instituições, incluindo unidades de ensino quilombolas e indígenas. Além dos certificados e troféus, os professores, coordenadores estaduais e municipais receberam prêmios individuais em dinheiro no valor de R$4.300,00. Cada uma das escolas e dos municípios premiados receberam, respectivamente, R$16.000,00 e R$26.000,00. Os prêmios em dinheiro serão pagos pelo patrocinador do evento, o FGC.<br></div><div><br></div><div>Confira a seguir a relação dos premiados.</div><div><br></div><div><strong>-&#160; Professoras e professores por região geográfica&#58;&#160;</strong></div><div><br></div><div>Região Norte;<br></div><div><ul><li>Lourivan de Oliveira Miranda, Escola Municipal Professor João Queiroz, Formoso do Araguaia (Tocantins)<br></li><li>Patrícia Karla Cerquinho da Silva Coqueiro, Escola Estadual de Tempo Integral Áurea Pinheiro Braga, Manaus (AM)</li></ul></div><div><br></div><div>Região Nordeste;<br></div><div><ul><li>Vanessa Beserra Melo, Unidade Escolar Raimundo Marcelino de Sousa, São Miguel do Tapuio (PI)</li><li>Sônia Maria Ires Mota, Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Lopes Marçal, Morrinhos (CE)</li></ul></div><div><br></div><div>Região Centro-Oeste;<br></div><div><ul><li>Leidian da Silva Moreira de Souza, Escola Municipal Jardim das Acácias, Padre Bernardo (GO)</li><li>Thiago Pereira de Araújo Bezerra, Escola Municipal de Monte Alto, Padre Bernardo (GO)</li></ul></div><div><br></div><div>Região Sudeste;<br></div><div><ul><li>Aline Ferreira Pereira, Escola Municipal Francisca Jeremias, São João de Meriti (RJ)</li><li>Júnia Alessandra Pereira de Assis, Escola Municipal Araripe Junior, Governador Valadares (MG)</li></ul></div><div><br></div><div>Região Sul.<br></div><div><ul><li>Tânia Regina da Silva Ferreira, Escola Municipal Regente Feijó – Educação Infantil e Ensino Fundamental, São José das Palmeiras (PR)</li><li>Janaína Fernanda Vitaliano Coelho, Escola Municipal de Ensino Fundamental Cleide Borges Reis, Ubiratã (PR)</li></ul></div><div><br></div><div>-&#160;<strong> Escolas de cada região geográfica </strong>com base na participação em todas as etapas do programa Aprender Valor ao longo de 2024&#58;</div><div><br></div><div><ul><li>Região Norte – Escola Estadual Irmã Adonai Politi, de Manaus (AM);</li><li>Região Nordeste – Colégio Municipal de Guadalajara, de Paudalho (PE);</li><li>Região Centro-Oeste – Escola Municipal Luciano da Silva Peixoto, Pirenópolis (GO);</li><li>Região Sudeste – Escola Municipal Araripe Junior, de Governador Valadares (MG);</li><li>Região Sul – Escola Municipal de Ensino Fundamental São José, de São José do Hortêncio (RS).</li></ul></div><div><br></div><div>Também houve premiação das <strong>unidades de ensino quilombolas e indígenas</strong> que apresentaram tanto o maior número de projetos escolares concluídos e registrados por turma quanto o maior percentual de alunos avaliados. As vencedoras foram a Escola Quilombola José Pereira Silva, de Alto Alegre do Maranhão (MA), e a Escola Indígena Tingui Boto, de Feira Grande (AL).​</div><div><br></div><div>-&#160; Secretarias estaduais e Seccionais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime)&#58;<br></div><div><ul><li>Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (AL);</li><li>Secretaria de Estado da Educação de Goiás (GO);</li><li>Seccional da Undime em Roraima (RR);</li><li>Seccional da Undime no Ceará (CE).</li></ul></div><div><br></div><div>-&#160; Coordenadores estaduais&#58;<br></div><div><ul><li>Márcia Cristina Batista da Silva e João Victor da Silva Gabriel, da Secretaria de Estado da Educação de Alagoas (AL);</li><li>Marlene Aparecida da Silva Faria, da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (GO);</li><li>Robeane Lima Rolins, da Seccional da Undime em Roraima (RR);</li><li>Francisco Gustavo Brito Rego, da Seccional da Undime no Ceará (CE).<br></li></ul></div><div>-&#160; Secretarias municipais de educação</div><div><br></div><div>Foram premiadas as cidades que se destacaram pelo número de escolas participantes e pela média obtida no índice geral de participação nas diferentes etapas do programa. As secretarias de São Luís do Piauí (PI) e Jucati (PE) receberam a homenagem. Filomena da Rocha Moura, da Secretaria Municipal de Educação de São Luís do Piauí (PI), foi reconhecida por sua atuação como coordenadora municipal e recebeu o prêmio.<br></div><div><br></div><div><strong>O que é o Programa Aprender Valor?</strong></div><div><br></div><div>O Aprender Valor é um programa gratuito desenvolvido pelo BC para ensinar estudantes e educadores a planejar o futuro, a importância de poupar e a utilizar o crédito de forma consciente. Por meio do tripé <strong>PLA-POU-CRÉ</strong> (<strong>PLA</strong>nejar o uso de recursos, <strong>POU</strong>par ativamente e usar o <strong>CRÉ</strong>dito de forma consciente), o conteúdo é apresentado de forma transversal e integrado às disciplinas curriculares obrigatórias – especialmente Língua Portuguesa, Matemática, Geografia e História –, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).&#160;</div><div><br></div><div>O projeto é estruturado em três etapas&#58; formação on-line dos profissionais da educação; implementação de projetos escolares em sala de aula, nos quais a educação financeira é integrada aos componentes curriculares obrigatórios; e avaliações de aprendizagem em letramento financeiro, realizadas no início e no fim do ano letivo. Além disso, a iniciativa promove o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como a autogestão. Recentemente, o programa Aprender Valor recebeu a chancela do Ministério da Educação (MEC), sendo escolhido como a plataforma de referência do programa <a href=\"https&#58;//www.gov.br/mec/pt-br/na-ponta-do-lapis\" target=\"_blank\">Na Ponta do Lápis</a>.<br></div><div><br></div><div>Atualmente, o Aprender Valor está presente em mais de 24 mil escolas públicas e particulares de ensino fundamental, distribuídas em mais de 3 mil municípios brasileiros – o que representa 58% das cidades do país – abrangendo todas as unidades da federação. Desde o segundo semestre de 2024, a iniciativa passou a ser oferecida também à população em geral, ampliando o acesso à educação financeira e incentivando sua disseminação em todo o Brasil.<br></div><div><br></div><div>Saiba mais sobre o Aprender Valor neste<a href=\"https&#58;//youtu.be/GkkuUSbtokU\" target=\"_blank\">&#160;<em>link</em></a>.&#160;<br></div></div>","lead":"Ao todo, 29 premiações foram distribuídas a professores, coordenadores e instituições, incluindo unidades de ensino quilombolas e indígenas.\r\n\r\n"},{"titulo":"Em 5 anos, Open Finance já conecta 65 milhões de contas e movimenta cerca de R$1,2 bilhão por mês em pagamentos no Brasil","Id":20800,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-08-14T13:49:00Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-18T11:40:54Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass50C58814A2CA4BF097E8EA9E1D272A5C\"><div>​A LiveBC desta segunda-feira (11/8) celebrou os cinco anos de Open Finance, que já soma mais de 100 milhões de autorizações de compartilhamento de dados e de pagamentos e conecta 65 milhões de contas, movimentando cerca de R$1,2 bilhão por mês em pagamentos no Brasil. Durante cerca de uma hora, o Chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central (BC), Mardilson Queiroz, falou sobre a evolução do ecossistema desde seu lançamento em 2020 e dos benefícios que já estão disponíveis.</div><div><br></div><div>Veja como foi a LiveBC #44 <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=wlhByBmrvTs\" target=\"_blank\">aqui</a>.</div><div><br></div><div><strong>O que é Open Finance?</strong></div><div>De forma simples, Mardilson explicou que o Open Finance é um conjunto de padrões técnicos que permite que um banco se comunique com outro. O ecossistema surgiu para viabilizar que o próprio cliente pudesse exercer a autonomia e o controle sobre seus próprios dados, em alinhamento com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).<br><br></div><div>“O Open Finance já é uma realidade e vai continuar crescendo e se expandindo”, destacou.<br></div><div><br></div><div>O chefe do Departamento de Regulação&#160;elencou, durante o programa, o que já está em funcionamento quando falamos de Open Finance&#58; “Existe a possibilidade de levar dados de um banco para outro e também é possível realizar pagamentos ou transferências usando a infraestrutura do Open Finance, por exemplo, ao trazer dinheiro de uma conta em outro banco por meio de transferências inteligentes, como quando falta saldo em uma conta; de agendamentos recorrentes, como transferência recorrente de recursos (mensal), com valor fixo; do Pix por aproximação, que vincula a conta bancária à carteira do Google Pay; e do Pix Automático”.<br></div><div><br></div><div>Em breve, segundo ele, também haverá a possibilidade de fazer uma portabilidade de crédito por meio do Open Finance, de forma mais ágil e eficiente.</div><div><br></div><div><strong>Benefícios</strong></div><div>Mardilson Queiroz listou na<em> live</em> os benefícios do Open Finance até aqui&#58;​</div><div><ul><li>melhor gerenciamento financeiro, com a possibilidade de visualização de todas as contas num único lugar;</li><li>melhor gestão de portifólio (investimentos);</li><li>maior possibilidade de comprovação de renda, inclusive do trabalho informal;</li><li>maior customização e eficiência nos processos de crédito, com análise de crédito mais acurada e processo de portabilidade mais eficiente, o que resulta em produtos e serviços mais adequados ao perfil do cliente e até com a possibilidade de taxas mais baixas; e</li><li>maior conveniência na realização de pagamentos com Pix – pagamentos sem sair do aplicativo; Pix por aproximação em lojas físicas; pagamento com Pix em lojas <em>on-line </em>de forma mais conveniente, sem copia e cola; e Pix Automático para pagar por serviços recorrentes.&#160;<br></li></ul></div><div><br></div><div><strong>Onde encontrar esses benefícios?</strong></div><div>Segundo Mardilson, o BC incentiva a oferta ampla de produtos e serviços baseados no Open Finance, porém a decisão de oferecer esses produtos fica a critério de cada instituição participante, sendo assim o cliente tem que consultar o que o seu banco está oferecendo.</div><div><br></div><div>Contudo, ele ressalta que&#58; “Se eu quero levar meus dados do Banco X para o Banco Y, o Banco Y pode ou não ofertar essa possibilidade de receber dados pelo Open Finance, mas o Banco X é obrigado a permitir que o cliente leve seus dados ou seu dinheiro para outra instituição pelo Open Finance”.</div><div><br></div><div><strong>Números</strong></div><div>Mardilson destacou que o Open Finance é um ecossistema complexo&#58; “Mas estamos mais rápidos que outros países que implementaram modelos similares”.</div><div><br></div><div>Ele afirmou que, em termos de chamadas de API (sigla em inglês para interface de programação de aplicações), os números seguem aumentando de forma acelerada&#58; “Chegamos a ter semanas com mais de quatro bilhões de chamadas mais recentemente”.</div><div>Somente no mês de julho, segundo Mardilson Queiroz, foram feitos 4,5 milhões de pagamentos pelo Open Finance&#58; “É um dos ecossistemas de maior sucesso no mundo em termos de abrangência, número de instituições participantes e adesão das pessoas”.</div><div><br></div><div><strong>Desafios</strong></div><div>Ao elencar os desafios superados nos últimos cinco anos de Open Finance, Mardilson destacou o constante crescimento de adesão das pessoas, a maior eficiência dos serviços dos bancos, o amadurecimento do ecossistema e o fato de ele ter se tornado referência mundial.</div><div><br></div><div><strong>Futuro</strong></div><div>Ao falar do futuro do Open Finance, ele citou a portabilidade de crédito, salário e investimento, bem como o<em> marketplace</em> de crédito, como exemplos da possibilidade do ecossistema dar maior fluidez, eficiência, simplicidade e mobilidade dos serviços e produtos, tendo o cliente no controle.</div><div><br></div><div>“Espera-se também uma melhoria do nível de <em>performance</em> das instituições e, para isso, é importante ressaltar o papel do monitoramento do ecossistema, tanto pela Estrutura de Governança quanto pelo Banco Central”, frisou. “Além de uma integração cada vez maior com outras soluções do BC, assim como já ocorre com o Pix e também com outras tecnologias e tendências, caso de inteligência artificial e tokenização”, emendou.<br></div></div>","lead":"A LiveBC de agosto abordou a evolução do ecossistema e dos benefícios que já estão disponíveis. Não conseguiu assistir ao programa? Leia a matéria e acesse o link.\r\n\r\n"},{"titulo":"LiveBC: em 5 anos, Open Finance chega a 100 milhões de autorizações de compartilhamento de dados e de pagamentos","Id":20795,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-08-08T18:55:01Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-08T18:55:02Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass13D1B85C34484A0382D8E9C5C4B191F4\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (11), Mardilson Queiroz, chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, fala sobre a evolução do Open Finance nos últimos cinco anos e dos benefícios que já estão disponíveis para os usuários do Sistema Financeiro Nacional. A LiveBC será transmitida na próxima segunda-feira (11),&#160;a partir de 14h, no <a href=\"https&#58;//youtu.be/wlhByBmrvTs\">Canal do BC do YouTube​</a>.<br></p></div>","lead":"O cliente bancário é o dono dos seus dados e, no Open Finance, pode usá-los para obter benefícios. A iniciativa foi lançada pelo BC em 2020 e já permite o compartilhamento de serviços. A LiveBC começa às 14h, na próxima segunda-feira (11), no Canal do BC no YouTube."},{"titulo":"Aprender Valor: BC anuncia parceria para levar educação financeira a estudantes do ensino médio de todo o país a partir de 2026","Id":20794,"urlImg":{"Description":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/thumbnail_site_aprender_valor.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/thumbnail_site_aprender_valor.jpg"},"dataPublicacao":"2025-08-06T16:54:28Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-11T11:33:50Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass2C4C620FB0CC4D308B0A82A7E170171A\"><div>O <a href=\"/\">Banco Central (BC)</a> anunciou, hoje, a ampliação do <a href=\"https&#58;//aprendervalor.bcb.gov.br/site/aprendervalor\">Programa Aprender Valor</a> para estudantes do ensino médio de escolas públicas e particulares de todo o país a partir de 2026. A extensão do projeto, que inicialmente oferecia educação financeira para as escolas públicas do ensino fundamental, contará com a parceria da <a href=\"https&#58;//www.anbima.com.br/pt_br/pagina-inicial.htm\">Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)</a>, da <a href=\"https&#58;//www.gov.br/cvm/pt-br\">Comissão de Valores Mobiliários (CVM)</a> e do <a href=\"https&#58;//sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/\">Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)</a>. O anúncio foi feito durante a cerimônia de premiação de profissionais e instituições que se destacaram no ciclo de 2024 do Aprender Valor.<br></div><div><br></div><div>Luis Mansur, Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do BC, destacou a importância de oferecer conhecimentos financeiros para os jovens do ensino médio&#58; “Atualmente, os jovens de 15 a 17 anos já lidam, no dia a dia, com várias decisões sobre o uso do dinheiro. Por exemplo, o que fazer com o Pé-de-Meia que recebem do governo federal, como se preparar financeiramente para o ensino universitário, como não cair em golpes financeiros, como resistir à tentação das apostas on-line. Então, a importância de levar educação financeira para esse público tem crescido a cada dia”.<br></div><div><br></div><div>Mansur explicou que, ao longo do primeiro semestre de 2025, foi construída a Matriz de Competências de Letramento Financeiro para o Ensino Médio, com a relação de habilidades e conhecimentos de educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária que o aluno dessa etapa de ensino deve aprender&#58; “Para construir essa matriz, contamos com o apoio do Ministério da Educação e de todas as demais instituições que compõem o Fórum Brasileiro de Educação Financeira. E ela será a matriz de referência também do <a href=\"https&#58;//www.gov.br/mec/pt-br/na-ponta-do-lapis\">programa Na Ponta do Lápis</a>, do MEC”.</div><div><br></div><div>Ele afirmou que o próximo passo, já iniciado, é o desenvolvimento de um curso específico para professores do ensino médio para prepará-los para integrar a educação financeira às suas disciplinas&#58; “Por fim, o último passo do nosso trabalho conjunto será a elaboração de doze projetos escolares com aulas prontas para o professor do ensino médio usar em sala, integrando a educação financeira aos conteúdos obrigatórios.”</div><div><br></div><div>O Aprender Valor começou a ser oferecido para as escolas públicas do ensino fundamental em 2020 e, desde o segundo semestre de 2024, o Programa abriu as portas para as escolas particulares para incentivar que a educação financeira chegue a todas as salas de aula, de todas as escolas do país, e, também, à população em geral. Atualmente, a iniciativa está presente em mais de 24 mil escolas de ensino fundamental, de mais de 3 mil municípios brasileiros (58% das cidades do país), abrangendo todas as unidades da federação.</div><div><br></div><div>&quot;O próximo passo é o desenvolvimento de um curso específico para professores do ensino médio para prepará-los para integrar a educação financeira às suas disciplinas&quot;, destacou Mansur.<br></div><div><br></div><div><strong>O que é o Programa Aprender Valor?</strong></div><div>O Aprender Valor é um programa gratuito desenvolvido pelo BC para ensinar estudantes e educadores a planejar o futuro, a importância de poupar e a utilizar o crédito de forma consciente. Por meio do tripé <strong>PLA-POU-CRÉ</strong> (<strong>PLA</strong>nejar o uso de recursos, <strong>POU</strong>par ativamente e usar o <strong>CRÉ</strong>dito de forma consciente), o conteúdo é apresentado de forma transversal e integrado às disciplinas curriculares obrigatórias – especialmente Língua Portuguesa, Matemática, Geografia e História –, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</div><div><br></div><div>Saiba mais sobre o Aprender Valor neste <a href=\"https&#58;//youtu.be/GkkuUSbtokU\">link</a>.</div></div>","lead":"Anúncio foi feito hoje durante a cerimônia de premiação do ciclo 2024 do programa.  "},{"titulo":"Banco Central debate sistema financeiro do futuro","Id":20787,"urlImg":{"Description":"Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_2.png"},"dataPublicacao":"2025-08-05T11:22:31Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-14T12:23:35Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass8C0138360E264CA8A70026CB4BC186DA\"><div>O Banco Central (BC) sediou, entre 7 e 11 de julho, o <em>Global Payments Week</em> 2025. Realizado pelo Banco Mundial e pelo Committee on Payments and Market Infrastructures, do Banco de Compensações Internacionais (BIS), o evento reuniu autoridades governamentais e especialistas na área de pagamentos do Brasil e de diversos países.<br></div><div><br></div><div>O encontro foi aberto pelo Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes, que destacou a agenda de inovações desenvolvida e implementada pela autarquia no setor de pagamentos nos últimos anos.</div><div><br></div><div>Gomes salientou a importância do Pix para a sociedade brasileira. O diretor ressaltou que o serviço já possui mais de 160 milhões de usuários e que tem sido responsável pela inclusão financeira de milhões de pessoas Brasil afora.<br></div><div><br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span></span></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span>&quot;O Pix foi desenvolvido pelo Banco Central, com muito orgulho, e transformou o cotidiano dos brasileiros. Hoje, todo mundo usa o Pix no país&quot;, disse&#160;</span>Renato Gomes, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central (BC).</div><div><br></div><div>Segundo ele, um dos fatores que pode explicar o sucesso do meio de pagamento criado pelo BC é a forte colaboração entre a autoridade monetária, os bancos, as <em>fintechs </em>e os demais atores envolvidos no ecossistema do serviço.</div><div><br></div><div>O diretor também ressaltou que a agenda evolutiva do Pix é um diferencial, implementando funcionalidades que suprem lacunas sentidas pelos usuários no uso de instrumentos de pagamentos. Entre elas, Gomes citou melhorias que já estão à disposição dos usuários e outras que ainda vão chegar, como o Pix Automático, o Pix Parcelado, o Mecanismo Especial de Devolução (MED) 2.0.</div><div><br></div><div>Clique <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix\" target=\"_blank\">aqui&#160;</a>para mais informações sobre o Pix.</div><div><br></div><div><strong>Open Finance</strong></div><div>O Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC também destacou o <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\" target=\"_blank\">Open Finance</a>. Gerido por uma organização independente, a iniciativa conta com o suporte da autarquia e a colaboração do mercado. “O Open Finance já possibilitou sessenta milhões de consentimentos para a troca de informações. Ele coordena muitos <em>stakeholders </em>e dá mais poder para os consumidores”, disse.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/NOTICIA_v2_gpw_evento_enxoval_nl_385385_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div><strong>Futuro</strong></div><div>Para Gomes, a agenda inovadora do BC representa uma nova gama de possibilidades para os usuários do sistema financeiro.</div><div><br></div><div>“O Pix transforma os pagamentos, o Open Finance empodera os consumidores e o Drex avança em fronteiras tecnológicas. Assim, um novo cenário emerge&#58; um forte sistema financeiro com base na inovação. Todas essas iniciativas, a seu modo, fortaleceram o sistema de pagamentos e de infraestrutura financeira no Brasil. Em um mundo onde a tecnologia avança rapidamente, é essencial que os legisladores e reguladores fiquem atualizados e troquem experiências. É por isso que eventos como o <em>Global </em><em>Payment </em>2025 são tão importantes”, concluiu o diretor do BC.</div><div><br></div><div><strong>Banco Mundial</strong></div><div>Diretor do Banco Mundial no Brasil, Jorge Coarasa relatou que não poderia haver momento mais apropriado para a realização da edição de 2025 do evento na América Latina do que este&#58; “O Brasil emergiu como um líder global de pagamentos instantâneos. É impressionante como se pode fazer tudo pelo Pix”. O diretor contou ainda que usou tanto o Pix quanto Open Finance nos últimos dias e que tudo correu bem.</div><div><br></div><div>Coarasa defendeu que a eficiência do Pix e seus custos baixos são fundamentais para a inclusão financeira da população, além de facilitar a integração de serviços, tanto públicos quanto privados.</div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/GPW_Newsletter1.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;700px;height&#58;394px;\" /><br><br></div><div><br><br></div><p><br></p></div>","lead":"Autoridades e especialistas discutiram sobre inovações, desafios e possibilidades. Serviços desenvolvidos e apoiados pelo Banco Central foram destaques. Inclusão, segurança e integração de sistemas estiveram no centro dos debates."},{"titulo":"BC consolida normas e amplia escopo regulatório para financeiras","Id":20783,"urlImg":{"Description":"Logo do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_1.png"},"dataPublicacao":"2025-08-04T11:32:33Z","ultimaAtualizacao":"2025-08-04T11:32:34Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass94ED1E7A115B4C27A178391DD5B7014A\"><div>O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (24/7), Resolução que consolida e atualiza o marco regulatório das Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (SCFI), conhecidas como financeiras. A medida entra em vigor em 12 de setembro e representa um avanço na harmonização das normas aplicáveis ao segmento, com impacto direto na competitividade e na segurança jurídica das instituições.</div><div><br></div><div>A nova resolução reúne, em um único ato normativo, regras que estavam dispersas desde 1959, revogando dispositivos considerados obsoletos. Além disso, incorpora práticas de instituições mais recentes, como <em>fintechs </em>de crédito e instituições de pagamento, criando incentivos para que essas empresas migrem para o segmento das SCFIs à medida que expandem suas operações.</div><div><br></div><div>A consolidação busca posicionar adequadamente as financeiras em relação a instituições com escopo mais limitado, promovendo maior alinhamento regulatório entre modelos tradicionais e digitais. A norma também autoriza expressamente a atuação como credenciadoras e a participação no capital social de outras sociedades, ampliando o leque de possibilidades operacionais.</div><div><br></div><div>&quot;Esse aprimoramento representa um passo decisivo para tornar o ambiente regulatório mais claro, competitivo e alinhado à inovação, promovendo segurança jurídica e incentivando o crescimento sustentável do crédito no país&quot;, disse Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_financeiras_enxoval_nl_385899_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;\" /><br></div><div><br></div><div>A resolução é fruto da Consulta Pública 101/2024, que recebeu 33 contribuições de participantes do mercado, incluindo associações, escritórios de advocacia e <em>fintechs</em>. Algumas sugestões foram incorporadas ao texto final, como a inclusão de instrumentos de captação de recursos no exterior e a consolidação do uso de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Certificados de Operações Estruturadas (COEs) como fontes de captação de recursos.</div><div><br></div><div>Com essa iniciativa, o BC reforça seu compromisso com a modernização do Sistema Financeiro Nacional, promovendo um ambiente regulatório mais interoperável, competitivo e preparado para a inovação tecnológica.</div><div><br></div><div>Clique <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5237\" target=\"_blank\">aqui </a>para ler a Resolução CMN nº 5.237, de 24 de julho de 2025.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Medida unifica e atualiza o marco regulatório das Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento (SCFI), revogando dispositivos em vigor há mais de sessenta anos. Modernização dá abertura para inovação e competição, incorporando atividades de fintechs de crédito e instituições de pagamento. Norma foi aprovada pelo CMN após consulta pública. Texto reflete contribuições de 33 participantes do mercado."},{"titulo":"Banco Central coloca em circulação hoje moeda comemorativa em celebração dos seus 60 anos","Id":20774,"urlImg":{"Description":"thumbnail_coringa_3","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2025-07-25T14:17:32Z","ultimaAtualizacao":"2026-02-05T21:34:53Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassBAD61CAEBBD141C0AE150327E78C3607\"><p style=\"text-align&#58;justify;\">​Hoje entra em circulação a moeda comemorativa com valor de face de 1 real alusiva ao sexagésimo aniversário do Banco Central (BC). No anverso (frente), em destaque, a peça apresenta o selo comemorativo dos 60 anos do BC, acompanhado da marca da autoridade monetária e de linhas diagonais. No anel dourado, aparecem as legendas “Banco Central do Brasil” e “1965-2025”. O reverso (parte de trás) é o de uma moeda padrão de 1 real da \r\n      <a href=\"/cedulasemoedas/mdsegundafamilia\" target=\"_blank\">segunda família</a>.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Veja as imagens da moeda no \r\n      <a href=\"https&#58;//www.flickr.com/photos/bancocentralbr/albums/72177720327777297/\" target=\"_blank\">canal do Banco Central no Flickr</a>.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A produção da moeda comemorativa foi aprovada pelo \r\n      <a href=\"/acessoinformacao/cmn\" target=\"_blank\">Conselho Monetário Nacional</a> (CMN) em abril deste ano. Foram cunhadas 23.168.000 unidades, que poderão ser usadas normalmente para fazer compras e realizar transações, assim como as demais moedas em circulação no Brasil.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">A moeda comemorativa é parte das ações promovidas pelo BC com o objetivo de celebrar, documentar, humanizar e compartilhar a sua história.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Conheça \r\n      <a href=\"/cedulasemoedas/moedascomemorativas\" target=\"_blank\">aqui</a> as moedas comemorativas lançadas pelo BC desde 1995.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">\r\n      <strong>Características da moeda</strong><br>Denominação&#58; 1 real<br>Material&#58;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; aço inoxidável (núcleo) e aço carbono revestido em bronze (anel)<br>Diâmetro&#58;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 27mm<br>Peso&#58;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160; 7g<br>Bordo&#58;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160; &#160;&#160;&#160; serrilha intermitente<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">\r\n      <strong>BC 60 anos</strong><br>A Instituição completou 60 anos no início de abril e celebrou a data com uma solenidade que contou com a presença do presidente do BC, Gabriel Galípolo, de nove ex-presidentes, além de servidores e convidados. Também compareceram à cerimônia os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; do Senado, Davi Alcolumbre; e os ministros da Fazenda, Fernando Haddad; do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; entre outras autoridades. A transmissão está disponível neste \r\n      <em>\r\n         <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=oVvJiWQXrlM\" target=\"_blank\">link</a></em>.<br></p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Na esteira das comemorações, o BC produziu a série “Conversas Presidenciais”, com entrevistas realizadas pelo atual presidente, Gabriel Galípolo, com dez ex-presidentes da Instituição, abordando os desafios, as alegrias e a experiência de cada um à frente da autoridade monetária. Todos os episódios podem ser assistidos no \r\n      <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/playlist?list=PLhqfgkxuHXh6S5G9CQNsZepQm1U9_pKfw\" target=\"_blank\">canal do BC no YouTube</a>.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Ainda no início de abril, a Câmara dos Deputados realizou sessão solene em homenagem aos 60 anos do BC. Assista \r\n      <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=N8_B_oAs6gU\" target=\"_blank\">aqui</a>.</p><p style=\"text-align&#58;justify;\">Acesse também o \r\n      <a href=\"https&#58;//60anos.bcb.gov.br/site/partedanossahistoria\" target=\"_blank\">Almanaque BC 60 anos</a>, que possui verbetes que relatam os principais acontecimentos e as realizações da autoridade monetária ao longo de sua trajetória.<br></p></div>","lead":"As moedas, com valor de face de R$1,00, terão tiragem de 23.168.000 unidades e entrarão em circulação no mercado por meio da rede bancária."},{"titulo":" Utilização de imóvel como garantia em mais de uma operação de crédito já está valendo","Id":20768,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2025-07-23T13:15:32Z","ultimaAtualizacao":"2025-07-28T11:46:46Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass7562998D9FB4460E9C76353A112EEFA6\"><div>​Começou a valer em 1º de julho a norma do Conselho Monetário Nacional (CMN) que regulamenta as situações em que um mesmo imóvel é usado como garantia em mais de uma operação de crédito.<br></div><div><br></div><div>Na Lei 14.711, de 30 de outubro de 2023, essas possibilidades de utilização de um mesmo imóvel como garantia em diferentes operações de crédito foram disciplinadas com a criação da extensão da alienação fiduciária e da hipoteca e da alienação fiduciária de propriedade superveniente de coisa imóvel, propiciando-se mais segurança para o compartilhamento de garantias em múltiplas operações de crédito.</div><div>&#160;</div><div>Clique para acessar a <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5197\" target=\"_blank\">Resolução CMN 5.197, de 19 de dezembro de 2024​</a>.&#160;</div><div><br></div><div>O propósito da regulamentação é possibilitar o melhor aproveitamento das garantias imobiliárias por parte de tomadores de crédito e credores, preservando-se ao mesmo tempo a solidez do mercado de crédito imobiliário, contribuindo para a utilização adequada dos institutos criados pela Lei nº 14.711, de 2023.&#160;</div><div><br></div><div><strong>Na prática&#160;</strong></div><div>Caso hipotético&#58; uma família contratou crédito imobiliário para a compra de um imóvel cuja garantia é o próprio bem comprado.</div><div><br></div><div> Agora, esse mesmo imóvel poderá ser dado em garantia na contratação de outra operação de crédito, seja para reforma ou ampliação do próprio imóvel ou como um crédito sem finalidade específica, mesmo que a operação original ainda não tenha sido quitada.&#160;</div><div><br></div><div>“A regra promove o aumento da segurança e consolida a robustez no que diz respeito aos processos de originação de crédito imobiliário”, destaca Felipe Pinheiro, Chefe Adjunto no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central (BC).<br></div><div><br></div><div></div><div><strong>Cobertura securitária&#160;</strong><br></div><div>A norma ainda prevê, em operações de empréstimos a pessoas naturais garantidas por imóveis residenciais, a possibilidade de a instituição financeira requerer a contratação de garantia securitária que preveja a cobertura aos riscos de morte e invalidez permanente do mutuário e de danos físicos ao imóvel.&#160;</div><div><br></div><div>Saiba mais sobre o assunto na <a href=\"/detalhenoticia/20548/noticia\" target=\"_blank\">matéria publicada no site do BC em 17 de fevereiro deste ano</a>. Consulte a íntegra da norma <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5197\" target=\"_blank\">aqui</a>.<br></div></div>","lead":"Aprovada pelo CMN em dezembro passado, norma começou a valer em 1º de julho. Medida contribui para o funcionamento adequado do mercado de crédito imobiliário. \r\n\r\n\r\n"},{"titulo":" Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo: total de ativos chega a R$885 bi em 2024","Id":20766,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/miniatura_noticia_sustentabilidade_353422_2024.jpg"},"dataPublicacao":"2025-07-22T13:31:23Z","ultimaAtualizacao":"2025-07-25T18:30:49Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass934FCF68E62C401891DC0ED5ADA8BAB4\"><div>As cooperativas de crédito mantiveram uma trajetória de crescimento expressiva ao longo de 2024. É o que revela o mais recente <a href=\"/content/estabilidadefinanceira/coopcredpanorama/Panorama_Cooperativas_SNCC_FINAL_dez2024.pdf\">Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC)</a>, publicação anual do Banco Central do Brasil (BC).&#160;<br></div><div>&#160;</div><div>O ano anterior terminou com 58% dos municípios brasileiros contando com pelo menos uma unidade de atendimento de cooperativa de crédito – um ponto percentual a mais do que o registrado em 2023.&#160;&#160;<br></div><div>&#160;</div><div>O número de cooperados chegou a 19,2 milhões, sendo 16,2 milhões de pessoas físicas e 3 milhões de pessoas jurídicas.&#160;</div><div>&#160;</div><div>O setor também avançou em volume financeiro&#58;&#160;</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span><strong>Ativos totais</strong>&#58; R$885 bilhões (crescimento de 21,1%).&#160;</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span><strong>Operações de crédito</strong>&#58; R$529,7 bilhões.</div><div>•<span style=\"white-space&#58;pre;\">\t</span><strong>Captações</strong>&#58; R$708 bilhões (alta de 21,7%).</div><div><br>“Os números demonstram que o cooperativismo de crédito segue expandindo de forma sólida e sustentável, contribuindo para o fortalecimento da concorrência e eficiência do Sistema Financeiro, além de consolidar seu papel como agente de inclusão financeira”, destaca&#160;Andre Maurício Trindade da Rocha, Chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro (Desig)&#160; do BC.</div><div><br></div><div>Os números reforçam a atuação decisiva das cooperativas no financiamento de <strong>micro, pequenas e médias empresas</strong>, e no apoio ao <strong>setor agroindustrial</strong>,&#160;especialmente em regiões com menor presença bancária.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Apesar de um cenário mais desafiador ao longo de 2024, com maior materialização de riscos de crédito e aumento das provisões, o setor manteve í<strong>ndices de capital sólidos</strong> e<strong> níveis adequados de cobertura de perdas</strong>. Os resultados foram positivos, evidenciando a <strong>resiliência do cooperativismo de crédito</strong>.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Com participação crescente no Sistema Financeiro Nacional (SFN), as cooperativas seguem contribuindo para a <strong>concorrência saudável, a eficiência sistêmica e a inclusão financeira</strong>, alinhadas à Agenda BC# do BC.&#160;&#160;<br></div></div>","lead":"Setor segue contribuindo para a concorrência saudável. Somando 19,2 milhões de cooperados, captações tiveram alta de 21,7%. \r\n\r\n\r\n"},{"titulo":" Seminário Sustentabilidade Social discutiu a importância  da responsabilidade social, ambiental e climática no setor financeiro","Id":20758,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_4.png"},"dataPublicacao":"2025-07-09T14:32:00Z","ultimaAtualizacao":"2025-07-09T14:32:01Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass2D5C42A9140C49F0BCD990F27A7DA1FA\"><div>O Banco Central do Brasil (BC) promoveu, nos dias 24 e 25 de junho de 2025, em São Paulo, o seminário “Sustentabilidade Social, Ambiental e Climática no Setor Financeiro Brasileiro&#58; da responsabilidade à gestão dos riscos”, em parceria com a <a href=\"https&#58;//www.giz.de/en/html/index.html\">Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit</a> (GIZ), sociedade federal alemã para cooperação técnica que atua no Brasil na promoção do desenvolvimento sustentável. O seminário compõe o Projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis 2023 a 2026 (<a href=\"https&#58;//www.gov.br/fazenda/pt-br/orgaos/spe/fibras\">FiBraS II</a>), que integra a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. Consulte a programação <a href=\"/acessoinformacao/eventos/149\">aqui</a>.<br></div><div><br></div><div>O objetivo do evento, voltado a profissionais das áreas de sustentabilidade e de gestão de riscos das instituições supervisionadas pelo BC, foi destacar a importância da responsabilidade socioambiental e climática no setor financeiro e a necessidade do adequado gerenciamento dos riscos sociais, ambientais e climáticos (RSAC), além de promover o diálogo com o setor, alinhar expectativas regulatórias, discutir desafios e disseminar boas práticas.<br></div><div><br></div><div>Ao longo dos dois dias do encontro, os painéis foram divididos em duas temáticas&#58; enquanto no primeiro foram realizados debates sobre temas como a implementação da <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=4945\">Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática</a> (PRSAC), incluindo práticas identificadas pela supervisão, <em>greenwashing</em>, taxonomia sustentável e educação financeira, no segundo o foco foi o <a href=\"/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&amp;numero=4557\">gerenciamento dos RSAC</a>. Nessa ocasião, foram partilhadas experiências de instituições financeiras, estudos feitos pelo BC na área e discussões técnicas em itens mapeados como os mais desafiadores para os RSAC, sobretudo dados, métricas e indicadores.</div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span></span></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><span style=\"white-space&#58;pre;\"></span>“A Sustentabilidade é um dos pilares da agenda estratégica da instituição, a Agenda BC#, há vários anos&quot;, disse&#160;</span>Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC.<br><br></div><div><strong>Momento crucial</strong></div><div>Na abertura, o Diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, destacou a importância do momento atual&#58; “Vivemos um momento crucial para o setor financeiro em que eventos climáticos extremos têm sido cada vez mais frequentes. Nesse contexto, a responsabilidade social, ambiental e climática assume papel estratégico na condução dos negócios, das atividades e dos processos institucionais. Esses riscos podem impactar diretamente a alocação de crédito, os investimentos e, sobretudo, a estabilidade financeira. Importante lembrar também que existem vários estudos indicando o potencial impacto sobre a Política Monetária”.<br></div><div><br></div><div>Gilneu destacou as ações da autoridade monetária previstas para 2025, como duas consultas públicas&#58; evidenciação contábil dos ativos vinculados à sustentabilidade, e ampliação das informações quantitativas na divulgação da gestão de riscos sociais, ambientais e climáticos. Ainda neste ano, o BC deve ampliar o Birô Verde, que contém informações importantes para o produtor rural, os bancos e a cadeia do agronegócio.</div><div><br></div><div>O diretor também ressaltou que o BC possui um longo histórico de implementação de medidas relacionadas à agenda ambiental, destacando a edição de normativo, em 2014, para integrar fatores sociais e ambientais na análise de risco das instituições financeiras&#58; “A <a href=\"/estabilidadefinanceira/sustentabilidade\">Sustentabilidade </a>é um dos pilares da agenda estratégica da instituição, a <a href=\"/acessoinformacao/bchashtag\">Agenda BC#</a>, há vários anos”.</div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/seminario_Gilneu.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;338px;\" /><br><br></div><div>Em seguida, o representante do Bundesbank na América do Sul, Alexander Lieber, enfatizou a relevância do Projeto FiBraS, atualmente na Fase 2 (2023 a 2026), no apoio ao sistema financeiro brasileiro no processo de alinhamento à sustentabilidade social, ambiental, climática e econômica. O projeto teve início em 2018, fruto de uma parceria entre o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria de Assuntos Econômicos Internacionais (SAIN) e da Secretaria de Política Econômica (SPE); o BC; e o Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ) da Alemanha, sendo implementado pela GIZ, no âmbito da Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável.<br></div><div><br></div><div>Na opinião de Lieber, a importância da sustentabilidade no setor financeiro não pode ser subestimada&#58; “à medida que navegamos pelas complexidades do século 21, enfrentamos desafios sem precedentes, como as mudanças climáticas, que afetam a produção agrícola e o preço dos alimentos”. Ele afirmou ainda que “as finanças sustentáveis representam oportunidades de investimentos”.<br><br></div><div><strong>Atuação do BC na área de Sustentabilidade</strong></div><div>Assista à <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=FHBrSE7BL-s\">LiveBC #23</a> no canal do BC no YouTube para conhecer mais sobre a <a href=\"/acessoinformacao/bchashtag_sustentabilidade\">Agenda de Sustentabilidade</a> da instituição. Consulte também o Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos do BC <a href=\"/publicacoes/relatorio-risco-oportunidade\">neste <em>link</em>.</a><br></div><p><br></p></div>","lead":"O evento foi realizado em parceria com a GIZ, no âmbito do Projeto FiBraS II, que integra a Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável. Em 2025, o BC pretende ampliar o Birô Verde e realizar duas consultas públicas relacionadas à sustentabilidade. O encontro teve painéis focados no gerenciamento dos riscos social, ambiental e climático (RSAC). "},{"titulo":"BC oferece cinco vagas de estágio de pós-graduação em Pesquisa","Id":20756,"urlImg":{"Description":"Imagem do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/coringa_3.png"},"dataPublicacao":"2025-07-08T17:18:16Z","ultimaAtualizacao":"2025-07-22T17:21:20Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass21B76B3EB4DE48BE8C340E9F08317A6D\"><p>​<span class=\"fontSizeMediumPlus\" style=\"color&#58;#444444;\">O\r\n Banco Central (BC) oferece cinco vagas no Programa de Estágio de \r\nPós-Graduação em Pesquisa (PEPP). As vagas são para o Departamento de \r\nEstudos e Pesquisas (Depep), com duração de 6 a 24 meses, renovada \r\nsemestralmente. O objetivo é proporcionar a participação em pesquisas em\r\n desenvolvimento ou a serem desenvolvidas pelo BC. Os candidatos devem \r\nestar cursando mestrado ou doutorado e ter interesse em combinar o \r\nespírito científico e inovador da academia com o foco da Agenda de \r\nPesquisa do BC. Pessoas com temas de dissertação ou tese relacionados às\r\n áreas de atuação do BC terão preferência.</span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\" style=\"color&#58;#444444;\">As candidaturas devem mencionar sua ordem de preferência entre as linhas de pesquisa descritas a seguir&#58;</span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><span style=\"color&#58;#444444;\"><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\" style=\"color&#58;#444444;\">Linha\r\n 1 (duas vagas)&#58; transmissão de política monetária, incluindo \r\nidentificação de choques monetários e uso de microdados, tais como de \r\natividade econômica, fluxo financeiro, crédito, entre outros; e&#160;</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\" style=\"color&#58;#444444;\">Linha\r\n 2 (três vagas)&#58; avaliação de políticas públicas, educação e inclusão \r\nfinanceira, economia bancária e crédito, economia comportamental do \r\nconsumidor de serviços financeiros.</span></p></li></span></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Na linha de pesquisa 2, há possibilidade de aplicação de métodos de <em>machine learning</em>, <em>big data</em> e georreferenciamento.</span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><strong>Requisitos&#58;</strong></span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">cursar\r\n (a partir do 2º semestre) mestrado ou doutorado nas áreas de Economia, \r\nFinanças, Administração Pública, Estatística, Ciência da Computação, \r\nCiência de Dados ou Engenharia (outras áreas serão avaliadas \r\nexcepcionalmente);</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">conhecer\r\n substancialmente pelo menos uma linguagem de programação e pacotes \r\nestatísticos,&#160;a exemplo de Julia, Matlab, Python, R, SQL, Stata;&#160;</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">ter ótimo nível de leitura e escrita em inglês;</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">ter excelência acadêmica;</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">interessar-se\r\n em participar de atividades como programação e otimização de programas,\r\n elaboração de base de dados, construção, estimação e análise de \r\nmodelos, elaboração de revisão de literatura, auxílio na definição da \r\nmetodologia, colaboração na preparação e revisões de artigos em \r\nportuguês e em inglês.</span></p></li></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><strong>Informações práticas</strong></span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Carga horária do estágio&#58; trinta horas semanais (seis horas diárias).</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Duração&#58; de 6 meses a 24 meses, renovada semestralmente, condicionada ao término do curso de pós-graduação.</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Valor da bolsa&#58; R$1.665,22.</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Benefícios&#58; auxílio-transporte.</span></p></li><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Local&#58;\r\n o estágio poderá ser realizado tanto de forma remota como presencial, a\r\n depender das necessidades do trabalho. Por exemplo, a manipulação de \r\nalgumas bases de dados será feita obrigatoriamente de modo presencial no\r\n Edifício-Sede (Brasília), ou em uma das nove regionais (Belém, Belo \r\nHorizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, \r\nSalvador e São Paulo). Para cada estagiário, será designado um \r\norientador de estágio, que definirá os projetos de pesquisas a serem \r\nexecutados e a forma de trabalho.</span></p></li></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\">&#160;Para se inscrever, é preciso&#58;</span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><span class=\"fontSizeMediumPlus\">Enviar para o endereço eletrônico&#160; </span><a href=\"mailto&#58;estagios.depep@bcb.gov.br\" data-interception=\"off\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span style=\"color&#58;#025c75;\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">estagios.depep@bcb.gov.br</span></span></span></a><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">&#58;</span></span></li></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160;&#160;histórico escolar;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160;&#160;currículo que demonstre atendimento aos requisitos;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160;&#160;ordenação de preferências das linhas de pesquisa;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160;&#160;carta de recomendação do orientador (opcional);</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160;&#160;projeto de pesquisa da tese ou dissertação (opcional).</span></span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">Acessar o </span><em><span class=\"fontColorNeutralDark\">link</span></em><span class=\"fontColorNeutralDark\">   </span></span><a href=\"http&#58;//www.superestagios.com.br/\" data-interception=\"off\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span style=\"color&#58;#025c75;\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\"> superestagios.com.br</span></span></span></a> <span class=\"fontSizeMediumPlus\">e se inscrever utilizando o número da vaga correspondente ao local onde irá realizar as eventuais atividades presenciais&#58;</span></li></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>263904</strong> Belém;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>263907</strong> Belo Horizonte;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>262891 </strong>Brasília</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>262904</strong> Curitiba;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>263910 </strong>Fortaleza;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>262901</strong> Porto Alegre;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>263913 </strong>Recife;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>263911 </strong>Rio de Janeiro;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>264416 </strong>Salvador;</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">o&#160; <strong>262894</strong> São Paulo.</span></span></p><ul class=\"customListStyle\" style=\"list-style-type&#58;disc;\"><li><p style=\"text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">Preencher e enviar um questionário com informações complementares, que será encaminhado por e-mail em até dez dias.</span></span></p></li></ul><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">As inscrições vão até <strong>31/7/2025</strong>. Algumas seleções ocorrerão ao longo desse prazo.</span></span></p><p style=\"margin-left&#58;0cm;text-align&#58;justify;\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span class=\"fontColorNeutralDark\">Saiba mais em</span> &#160;</span><a href=\"/publicacoes/colaboracaoexterna\" data-interception=\"off\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span class=\"fontSizeMediumPlus\"><span style=\"color&#58;#025c75;\"><span style=\"text-decoration&#58;underline;\">  bcb.gov.br/publicacoes/colaboracaoexterna</span></span></span></a>.</p></div>","lead":"Os candidatos devem mencionar a ordem de preferência entre duas linhas de pesquisa. A carga horária do estágio é de 30 horas semanais, e a duração é de 6 a 24 meses, renovada semestralmente. É necessário estar pelo menos no 2º semestre do mestrado ou doutorado em Economia, Finanças, Administração Pública, Estatística, Ciência da Computação, Ciência de Dados ou Engenharia. "},{"titulo":"Meu BC passa a contar com novos serviços para o cidadão","Id":20742,"urlImg":{"Description":"Imagem generica voltada ao cidadao","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cidadao.png"},"dataPublicacao":"2025-06-25T17:42:57Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-25T17:56:37Z","corpo":"<div class=\"ExternalClassBCC0B42B8F7148E78379B3738308097D\"><div>A partir desta quarta-feira (25/6), ficará ainda mais fácil acessar alguns serviços do Banco Central (BC) que ajudam o cidadão no acompanhamento da sua vida financeira. O BC aperfeiçoou o portal <a href=\"/meubc\" target=\"_blank\">Meu BC</a>, que é uma área do site do BC desenvolvida para atender às necessidades do cidadão que busca informações e serviços, como o Sistema de Valores a Receber (SVR); registro de reclamações contra instituições financeiras e de pedidos de informação; Calculadora do Cidadão; consulta de instituições autorizadas a funcionar pelo BC; dados sobre educação financeira e muito mais.<br></div><div><br></div><div>A principal mudança é que, agora, o portal Meu BC conta com uma área logada, passando a centralizar as principais informações pessoais e sigilosas, garantindo uma experiência mais intuitiva para o usuário.</div><div><br></div><div>Por exemplo, para acessar o <strong>Registrato</strong>, que é um dos serviços do BC mais procurados pelo público em geral, era preciso dar mais cliques e navegar por mais tempo pelo portal para encontrar o conteúdo desejado. Agora, ao fazer o <em>login </em>no portal, o acesso a todos os relatórios do Registrato está disponível na primeira tela da interface de interação com o cidadão.</div><div><br></div><div>Ou seja, ficará muito mais simples e rápido ter acesso aos relatórios de Chaves Pix, de Empréstimos e Financiamentos (SCR), de Contas e Relacionamentos em Bancos (CCS), de Câmbio e Transferências Internacionais e de Cheques Sem Fundos, disponibilizados pela ferramenta.</div><div><br></div><div>Para se ter uma ideia da importância desses relatórios, apenas o SCR foi emitido mais de treze milhões de vezes em 2024. Saiba mais no <a href=\"https&#58;//youtu.be/YhkwNTRS1cw\" target=\"_blank\">BC te Explica #99</a>.</div><div><br></div><div><strong>Área logada&#160;</strong></div><div>Além do Registrato, o usuário terá acesso à Central de Autorizações, novo serviço que trata do compartilhamento de acesso aos relatórios do Registrato com terceiros (saiba mais abaixo), ao SVR, ao Cadastro de Operações de Crédito Rural (CACR), e o acompanhamento de demandas registradas no BC.</div><div><br></div><div>É importante destacar que é preciso ter <a href=\"https&#58;//www.gov.br/pt-br\" target=\"_blank\">conta gov.br</a>, nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas habilitada para ter acesso à área logada do Meu BC. Se tiver dúvidas sobre como obter esse nível de acesso, assista ao <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=6BDedJ21Vlc&amp;list=PLhqfgkxuHXh5tlmhzGpwjnucUPn06XLtk&amp;index=10&amp;pp=iAQB\" target=\"_blank\">BC te Explica #138</a>.</div><div><br></div><div>Ao pensar na melhoria da experiência de navegação, o novo Meu BC também trouxe avanços para o atendimento das pessoas com deficiência visual, passando a ser acessível para leitores de tela. &quot;O propósito foi centralizar o acesso às informações sigilosas do cidadão a partir do acesso único via GovBr. Com essas informações em uma área segura, o cidadão pode monitorar de forma simples e rápida o seu relacionamento com o Sistema Financeiro Nacional&quot;, disse&#160;Sirlene Cristina de Freitas, coordenadora no Departamento de Atendimento Institucional (Deati) do BC.</div><div><br></div><div><strong>Central de Autorizações</strong></div><div>Esse é um novo serviço criado pelo BC. Na Central de Autorizações, o titular dos dados pode compartilhar, com até cinco pessoas, o acesso aos seus relatórios do Registrato&#58; “O objetivo é permitir que uma pessoa de confiança possa ter acesso e ajudar outra no acompanhamento da vida financeira. Por exemplo, que um filho possa auxiliar os pais idosos no monitoramento de suas informações, ou que o responsável financeiro do núcleo familiar possa acessar os relatórios dos outros membros, desde que eles o autorizarem”, exemplificou Sirlene. Essas autorizações podem ser por prazo certo e podem ser canceladas a qualquer momento pelo titular das informações.</div><div>&#160;</div><div><strong>Informações detalhadas</strong></div><div>O acompanhamento dos pedidos de informação, reclamações e manifestações de ouvidoria registrados no BC ficou muito mais completo. Antes, a consulta era bem resumida. No caso de uma reclamação, por exemplo, só era possível saber se ela tinha sido encaminhada para o banco e se havia uma resposta enviada para o endereço cadastrado na instituição. Com o novo módulo, é possível ter o detalhamento completo de cada demanda, com descrição, horário e data do protocolo, acesso aos documentos enviados pelo BC e ainda, no caso de reclamações, é possível acessar as respostas enviadas pela instituição financeira.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/IMAGEM_NL_v2_meu_bc_enxoval_nl_380570_2025.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;301px;\" /><br></div><div>&#160;</div><div><strong>O que não muda</strong></div><div>Sirlene explica que nem todos os serviços disponíveis no portal Meu BC precisam de <em>login </em>com a conta gov.br prata ou ouro e a verificação em duas etapas habilitada. Opções que não envolvam dados sigilosos, como o registro de um pedido de informação ao BC, continuarão a ser acessados também por contas de nível bronze.</div><div><br></div><div>Já serviços como a <a href=\"/meubc/calculadoradocidadao\" target=\"_blank\">Calculadora do Cidadão</a> e a consulta se uma <a href=\"/meubc/encontreinstituicao\" target=\"_blank\">instituição é autorizada a funcionar pelo BC</a>, entre outros, não dependem de qualquer <em>login </em>na conta gov.br.</div><div>&#160;</div><div><strong>Dois anos</strong></div><div>O Meu BC está no ar desde 2023. Nestes dois anos de funcionamento, o portal se consolidou como um importante instrumento de acesso da sociedade a serviços disponibilizados ao cidadão pelo BC. Visite o Meu BC <a href=\"/meubc\" target=\"_blank\">aqui</a>.<br></div><div><br></div><p><br></p></div>","lead":"Agora, também é possível acessar os dados completos das demandas registradas no BC. Mudanças entraram em vigor hoje (25/6). Saiba como fazer uso delas da melhor maneira possível!"},{"titulo":"Museu de Valores empresta obras de arte para reabertura do Centro Cultural TCU","Id":20735,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cmn.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cmn.png"},"dataPublicacao":"2025-06-23T10:56:48Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-27T15:03:56Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass99859CB2F1D04FA794CCCB6305B779C8\"><p>​A exposição “Cenas Brasileiras&#58; o modernismo brasileiro em perspectiva&quot; traz quadros de artistas como Candido Portinari e Di Cavalcanti e marca a reabertura do&#160;Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, no CCTCU, proporcionando amplo acesso à arte e à cultura para a sociedade. A abertura da mostra, que vai até agosto deste ano,&#160;aconteceu no dia 27 de maio e contou com a presença do presidente do BC, Gabriel Galípolo,&#160;e do Ministro Vital do Rego, presidente do TCU.<br></p><p>Segundo Karla Sá Valente, chefe do Museu de Valores, a realização de cessões dessa natureza constitui prática consolidada entre museus, trazendo benefícios mútuos para as instituições envolvidas.​<br></p><div>&quot;Para a instituição cedente, representa a oportunidade de ampliar a visibilidade e o alcance de seu acervo. Para a instituição cessionária, configura-se como uma estratégia para atrair novos públicos e enriquecer suas exposições por meio da incorporação de diferentes narrativas artísticas&quot;, destacou Karla Sá Valente, chefe do Museu de Valores do BC.<br></div><div><br></div><div>A curadoria foi desenvolvida pela equipe do CCTCU e explora quatro núcleos principais&#58; o corpo, a paisagem, o urbano e os modernismos, com a finalidade de pesquisar e discutir as diversas perspectivas da arte modernista no Brasil.</div><div><br></div><div><div>Os artistas desse período abordaram temas como o corpo, a natureza e a paisagem urbana, frequentemente inspirando-se nas vanguardas europeias. Serão analisados o contexto histórico e as contribuições de artistas que promoveram uma verdadeira &quot;antropofagia cultural&quot;, conforme defendido por Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral.</div><div><br></div><div>Entre as 55 obras do acervo do Museu de Valores cedidas estão Samba, de Candido Portinari; Blusa estampada, de Di Cavalcanti; Louvor à natureza, de Tarsila do Amaral; Nordeste, de Antonio Bandeira; Santa Teresa, de Maciej Babinski; Figura de moças numa paisagem, de Cícero Dias; e Amanhecer no rio, de Alfredo Volpi.</div><div><br></div><div><div><strong>Origem do acervo do BC</strong></div><div>Galípolo relembrou, no evento de abertura,&#160;a curiosa história que contam da chegada de parte do acervo de arte do Banco Central. “A galeria Collectio surgiu na década de 1970 e agitou o mercado de artes no Brasil. Negociava com diversos bancos para disponibilizar ao público a venda parcelada em 10 meses e assim tornar as transações mais acessíveis”, começou. “O dono, José Paulo Domingues, garantia aos interessados que compraria as obras de volta, pelo mesmo preço com que foram vendidas, caso desistissem da obra no futuro”, emendou o presidente do BC.<br></div><div><br></div><div>“Repentinamente, o galerista morreu e descobriu-se que as mesmas obras de arte foram dadas em garantia em empréstimo para diversos bancos e o próprio galerista usava um nome falso&#58; na verdade, era um italiano, Paolo Businco. O Banco Áurea tomou posse das obras e veio depois a enfrentar dificuldades financeiras. Por fim, algumas dessas obras foram incorporadas pelo Banco Central”, relatou Galípolo.<br></div><div><br></div><div><div><strong>Serviço</strong></div><div>Exposição&#58; Cenas Brasileiras&#58; o modernismo brasileiro em perspectiva<br></div><div>Local&#58; Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Centro Cultural TCU</div><div>Data&#58; Até 30 de agosto de 2025</div><div>Endereço&#58; Instituto Serzedello Corrêa | Escola Superior do TCU – Setor de Clubes Sul, Trecho 3, Polo 8, Lote 3</div><div>Visitação&#58; A visitação ocorre todos os dias,&#160;das 9h às 18h<br></div><div>Entrada franca | Classificação livre</div><div>Informações e agendamento para visitas educativas&#58; (61) 3257-5221<br></div></div></div></div></div>","lead":"As peças incluem trabalhos de Candido Portinari, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Alfredo Volpi, entre outros.\r\n  \r\n\r\n\r\n\r\n\t\r\n"},{"titulo":"LiveBC detalhou o Pix Automático","Id":20729,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-06-18T13:38:11Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-18T13:38:12Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass015D951DE3194B87807E25BDFC92A4B8\"><div>A LiveBC da última segunda-feira (16/6) marcou o lançamento do Pix Automático, que entrou em funcionamento no mesmo dia do programa. Durante pouco mais de uma hora, o Chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do Banco Central (BC), Breno Lobo, tratou do funcionamento da nova ferramenta do Pix, que tem tudo para tornar ainda mais cômodo, fácil e rápido o serviço de pagamento instantâneo criado pelo BC, além de incluir mais brasileiros no uso do serviço e permitir o desenvolvimento de novos modelos de negócios.<br></div><div>&#160;</div><div>Veja como foi a LiveBC #43 <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=Wv45aAQdc6A\">aqui</a>.</div><div>&#160;</div><div><strong>Simplicidade nos pagamentos</strong></div><div>O Pix Automático tem potencial para transformar a forma como os cidadãos pagam contas recorrentes, como as de energia, água, serviços de streamings e mensalidades escolares.<br></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\"><br></span></div><div><span style=\"white-space&#58;normal;\">&quot;Com o Pix Automático, essa autorização precisará ser dada apenas uma vez, e, em todos os meses subsequentes, os recursos serão debitados sem a necessidade de nova autorização, tudo de forma bem fluida e transparente para o consumidor, sem nenhum tipo de ruído&quot;, disse&#160;</span>Breno Lobo, Chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do Banco Central (BC).</div><div><br></div><div>Essas autorizações vão poder ser canceladas a qualquer momento pelo pagador. É possível definir um valor máximo para cada pagamento (para que não aconteçam cobranças com valor diferente do autorizado), escolher receber ou não as notificações de agendamento dos pagamentos, verificar o histórico de autorizações e gerenciar o limite exclusivo para transações via Pix Automático, que não vai afetar o limite do Pix disponível para outras transações.</div><div>&#160;</div><div><strong>Por qual motivo criar o Pix Automático?</strong></div><div>De acordo com Lobo, o Pix Automático vem para suprir uma lacuna importante no mercado de pagamentos de varejo brasileiro.</div><div>&#160;</div><div>Sobre o débito automático, ele disse que não há, no Brasil, o chamado arranjo de débito direto interbancário&#58; “Para uma empresa ofertar o débito automático, ela precisa fazer convênios bilaterais com bancos para que os clientes daqueles bancos consigam pagar as suas contas. Ou seja, o prestador do serviço de energia elétrica de determinado estado apenas vai conseguir colocar em débito automático as faturas das pessoas que possuem conta no mesmo banco em que essa concessionária fez um contrato e possui uma conta. Para alcançar clientes de diferentes bancos, é preciso fazer diferentes contratos. Isso é algo bastante caro para a empresa, que ainda assim não consegue alcançar todos os clientes do sistema financeiro, apenas os dos bancos com os quais foram firmados contratos”.</div><div>&#160;</div><div>“É uma estrutura altamente ineficiente. Só conseguimos colocar no débito automático contas de água, luz e telefone porque são de grandes empresas, que conseguem arcar com os custos desse processo”, explicou Lobo.</div><div>&#160;</div><div>Já sobre o cartão de crédito, ele lembra que, do ponto de vista das pessoas, que colocam seus serviços recorrentes no cartão de crédito, não há muito problema&#58; “Às vezes o cartão perde a validade ou é roubado, são pequenos ruídos. O grande problema aqui é o alcance do cartão de crédito para a população brasileira. São sessenta milhões de brasileiros que não têm acesso ao instrumento. E temos um grande número que tem acesso a ele, mas com limite de crédito baixo, em que as pessoas não gostam de colocar compras recorrentes. Então, quando trazemos isso para o Pix, todas as pessoas que hoje já fazem Pix têm acesso imediato a qualquer um dos serviços recorrentes”.</div><div>&#160;</div><div><strong>Inclusão</strong></div><div>De acordo com Lobo, o Pix Automático vem com um potencial muito grande de inclusão da população brasileira que não consegue contratar um serviço simplesmente porque não tem acesso a um meio de pagamento&#58; “Às vezes a pessoa até tem os recursos, mas, por ter restrição de acesso ao cartão de crédito, não consegue consumir”.</div><div>&#160;</div><div>Ele lembrou ainda que o Pix Automático endereça, de uma vez só, dois problemas observados no setor de pagamentos&#58; a ineficiência do mercado de varejo, por causa dos problemas relacionados ao débito automático, e a inclusão dos brasileiros em alguns tipos de serviço cuja contratação só pode ser feitas por meio do cartão de crédito.</div><div>&#160;</div><div><strong>Acesso fácil</strong></div><div>De acordo com Lobo, o que o BC quis incorporar com o Pix Automático é a capacidade de gestão e gerenciamento de todas as contas recorrentes que forem colocadas na nova ferramenta&#58; “Dentro da área do Pix do aplicativo de todos os bancos, terá uma seção dedicada ao Pix Automático, onde os usuários vão poder ver todas as contas que colocaram na nova opção, data de agendamento, do débito etc. Para o pagador, a grande vantagem é ter esse controle, com mais transparência, mais informação”.</div><div>&#160;</div><div>Ele também lembrou que o usuário receberá notificações todas as vezes que o pagamento de um Pix Automático for agendado, com informações do dia e valor do débito, além de uma nova mensagem quando o pagamento for efetuado.</div><div>&#160;</div><div><strong>Para as empresas</strong></div><div>Breno Lobo salientou que, para as empresas, o Pix Automático será sinônimo de eficiência&#58; “Para ofertar o serviço, será necessário apenas contratar um banco ou alguém que preste o serviço, e a empresa terá acesso aos mais de 160 milhões de brasileiros que já usam o Pix. Ou seja, amplia-se o alcance de clientes dessas empresas e reduz-se o custo de gerenciamento, além de se fazer uso da tecnologia, moderna e pública, do Pix”.<br></div><div><br></div><div><img src=\"/content/home/noticias-img/live_nl.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;300px;\" /><br></div><div>&#160;</div><div><strong>Pequenos negócios</strong></div><div>Para Lobo, o Pix Automático possibilita que pequenas e médias empresas, notadamente as do setor de bens e de serviços, que possuem entregas recorrentes, também coloquem suas cobranças atreladas à nova funcionalidade&#58; “Isso dá uma visibilidade muito maior do fluxo de caixa, dos recursos que vão entrar, além de fomentar novos tipos de negócios”.</div><div>&#160;</div><div>De acordo com ele, alguns dos setores que têm procurado bastante o BC sobre as possibilidades da nova ferramenta são os de salões de beleza, serviços de cosméticos e lojas de <em>pet </em><em>shop</em>&#58; “São serviços que a pessoa consome a cada semana, a cada dois meses, por exemplo, e que, em geral, não são ofertados no cartão de crédito por conta dos custos. O Pix Automático vai abrir a oportunidade de a pessoa pagar um valor todo mês e ir lá e consumir esse tipo de serviço, como se fosse uma ‘assinatura’”.</div><div>&#160;</div><div><strong>Mais informações</strong></div><div>Disponível a partir de 16 de junho, o Pix Automático contou com um grande evento de lançamento duas semanas antes em São Paulo. Veja como foi o Conexão Pix <a href=\"https&#58;//youtu.be/y788fHtSZSA\">aqui</a>. No mesmo evento, houve uma <a href=\"https&#58;//www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiWntSFkPaNAxXFIbkGHQSxOLAQtwJ6BAgNEAI&amp;url=https&#58;//www.youtube.com/watch?v%3D15Tnn-UbQEk&amp;usg=AOvVaw0yRYfhC1COAYe61kgRJYQE&amp;opi=89978449\">coletiva de imprensa</a> que tirou dúvidas sobre o assunto.<br></div><div>&#160;</div><div>O BC também preparou duas edições do BC te Explica específicas sobre o Pix Automático&#58; a <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=9WtjBgXC57A\">#146</a> e a <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=cLb6jn5RrE8\">#147</a>. Para mais informações, acesse o <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix-automatico\"><em>site </em>do BC especial</a> sobre a nova ferramenta. E (re)veja a LiveBC #43 quantas vezes quiser <a href=\"https&#58;//youtu.be/Wv45aAQdc6A\">aqui</a>​.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Nova funcionalidade do Pix passou a funcionar em 16 de junho. Segura e eficiente, opção tem potencial para incluir novos usuários e gerar negócios. Não conseguiu assistir o programa? Leia a matéria e acesse o link."},{"titulo":"LiveBC: como funciona o Pix Automático e o que ele muda no dia a dia das empresas e pessoas","Id":20725,"urlImg":{"Description":"Logo da LiveBC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/liveBC.png"},"dataPublicacao":"2025-06-13T20:05:36Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-13T20:08:23Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass3F2E6C49167E4835B3EC23DBACD900D5\"><p>​Na LiveBC da próxima segunda-feira (16), Breno Lobo, chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, explica o funcionamento do Pix Automático. A LiveBC será transmitida na próxima segunda-feira (16), a partir de 14h, no <a href=\"https&#58;//www.youtube.com/watch?v=Wv45aAQdc6A\" target=\"_blank\">Canal do BC do YouTube</a>.<br></p><p><img src=\"/content/home/noticias-img/live_nl.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;600px;height&#58;300px;\" /><br></p><p><br></p><p><br></p></div>","lead":"O Pix Automático começa a funcionar na próxima segunda-feira (16). Saiba como utilizá-lo. A mais nova evolução do Pix traz benefícios tanto para pagadores quanto para recebedores. A LiveBC começa às 14h da próxima segunda-feira (16), no Canal do BC no YouTube. "},{"titulo":"Pix Automático chega em 16 de junho","Id":20713,"urlImg":{"Description":"https://edicao-www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/pix.png"},"dataPublicacao":"2025-06-04T12:56:42Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-23T14:39:21Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass4AF50FDFE19C42209B1AB443B7304635\"><div>​Um dos meios de pagamento mais usados no país, o Pix segue em processo contínuo de aperfeiçoamento pelo Banco Central (BC) para que seus usuários tenham uma experiência cada vez mais eficiente, cômoda e segura. A próxima grande inovação do Pix já tem nome e data para entrar em funcionamento&#58; trata-se do <strong>Pix Automático</strong>, que estará disponível a partir de <strong>16 de junho</strong>.&#160;&#160;</div><div>&#160;</div><div>O anúncio oficial acontece hoje, 4 de junho, durante o <a href=\"/acessoinformacao/eventos/150\">Conexão Pix</a>, em São Paulo. Estarão presentes o Presidente do BC, Gabriel Galípolo; o Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, Renato Gomes; o Diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan; a Diretora de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Izabela Correa; e o Diretor de Administração do BC, Rodrigo Teixeira. O evento também contará com a presença de representantes de empresas recebedoras, prestadores de serviços de pagamento e de iniciação, e desenvolvedores de soluções para o ecossistema do Pix.&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Facilidade para quem paga&#160;</strong></div><div>O Pix Automático vai facilitar a vida dos usuários quando o assunto for pagamento de contas recorrentes, como as de energia, água, telefone, mensalidades escolares e de academias, serviços de <em>streaming</em>. Para isso, bastará autorizar o pagamento da conta pelo Pix Automático uma única vez, e os débitos serão quitados de forma automática na data programada&#160; – bom para quem paga e para quem recebe.<br></div><div><br></div><div>&quot;O Pix Automático será inovador, prático, fácil de ser usado tanto por quem vai pagar quanto por quem vai receber, barato e inclusivo. No dia combinado, o pagamento acontecerá normalmente pelo Pix, sem que o pagador precise se preocupar. Será bom para todos&quot;, destaca Breno Lobo, Chefe Adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC.</div><div><br></div><div>As autorizações poderão ser canceladas a qualquer momento pelo pagador. Será possível definir um valor máximo para cada cobrança (impedindo débitos de valor superior ao estipulado), escolher receber ou não as notificações de agendamento dos pagamentos, verificar o histórico de autorizações e gerenciar o limite exclusivo para transações via Pix Automático (pagamentos feitos por Pix Automático não afetam o limite Pix disponível para outras transações). Além disso, haverá uma seção dedicada ao Pix Automático na área do Pix no aplicativo de todos os bancos, em que será possível ver todos os agendamentos referentes à modalidade, permitindo melhor controle e melhor gestão do fluxo de caixa pelos cidadãos, inclusive com a possibilidade de cancelar os agendamentos a qualquer momento.&#160;</div><div>&#160;<br></div><div><strong>Benefícios para quem recebe&#160;</strong></div><div>Para quem receberá o Pix, também há uma série de vantagens. Há, por exemplo, a possibilidade de aumento da base de clientes que são usuários do Pix (que hoje já são mais de 160 milhões), diversificação de formas de pagamento (poderá ser usado por clientes que não usam cartão ou boleto) e potencial para redução da inadimplência (uma vez que a cobrança será automática).&#160;</div><div>&#160;</div><div>A ampla oferta do serviço, inclusive por instituições iniciadoras de pagamentos, deve aumentar o poder de negociação de quem recebe. É esperado um menor custo operacional, pois será preciso contratar uma única instituição participante do sistema para oferecer o serviço. Além disso, será utilizada a moderna infraestrutura do Pix, que gera ganhos de eficiência para o processo de cobrança das empresas.&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Segurança&#160;</strong></div><div>A segurança é um dos princípios fundamentais do Pix. O BC trabalha continuamente para garantir que o Pix e suas funcionalidades, incluindo o Pix Automático, mantenham elevado padrão de segurança.&#160;&#160;</div><div>&#160;</div><div>Em casos de cobranças indevidas no Pix Automático, o ressarcimento deverá ser solicitado via Mecanismo Especial de Devolução (MED). Assista a <a href=\"https&#58;//youtu.be/-MCGhhAU0Vs\">esse vídeo</a> do BC te Explica e saiba mais sobre o assunto. No caso do Pix Automático, a devolução será obrigatória para o banco do cidadão nos casos em que houver qualquer erro do banco na gestão da autorização concedida. Nos casos de fraude ou golpe, continuam valendo as regras do MED&#58; os dois bancos envolvidos na transação precisam fazer a avaliação do caso; e a devolução dos recursos só ocorre se houver concordância sobre a fraude e disponibilidade de saldo na conta do recebedor.</div><div>&#160;<br></div><div>Além disso, apenas empresas idôneas e com CNPJ ativo há pelo menos seis meses poderão ofertar o Pix Automático como forma de pagamento.&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Gratuidade&#160;</strong></div><div>O Pix Automático não terá tarifa para os pagadores, mas empresas recebedoras poderão ser tarifadas (para informações sobre valores, o prestador de serviços de pagamento deve ser consultado).&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Na prática&#160;</strong></div><div>O Pix Automático oferece diferentes formas pelas quais o pagador poderá autorizar os pagamentos recorrentes, para que o recebedor escolha aquela mais adequada ao seu modelo de negócio.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Uma delas será via <strong>notificação pelo celular</strong>&#58; o pagador escolhe o Pix Automático como meio de pagamento, e o prestador de serviços de pagamento do recebedor envia uma notificação ao aplicativo do banco do pagador, informando que há uma nova autorização pendente. O pagador confere os dados, como valores, identificação do recebedor, periodicidade e data do débito, e em seguida confirma a autorização do Pix Automático.&#160;&#160;</div><div>&#160;</div><div>Outra opção é por meio do<em><strong> site</strong></em><strong> do recebedor</strong>&#58; nele, o usuário escolhe pagar com o Pix Automático; seleciona o banco; confere os dados do pagamento, e é automaticamente direcionado para o aplicativo da sua conta para confirmar a autorização.&#160;&#160;</div><div>&#160;</div><div>A autorização do Pix Automático também pode ser concedida, combinada ou não a um pagamento, por meio da leitura de um <strong>QR </strong><em><strong>Code</strong></em><strong> ou de um Pix Copia e Cola</strong>.&#160; É o caso das empresas que geram uma fatura para pagamento ou daquelas que exigem um pagamento imediato para a liberação de um serviço, que poderão oferecer o Pix Automático a seus clientes no mesmo QR <em>Code</em> do Pix usado para o pagamento da fatura ou do serviço.&#160; &#160;&#160;</div><div>&#160;</div><div><strong>Open Finance&#160;</strong></div><div>Os recebedores também podem optar por oferecer o Pix Automático por meio da infraestrutura do Open Finance, plataforma que permite a integração de serviços entre diferentes bancos e demais instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Nesse caso, o recebedor deve contratar uma instituição que presta o serviço de iniciação de pagamentos.&#160;</div><div>&#160;</div><div>Para o pagador, tudo acontece de forma automática, bastando seguir a jornada de autorização indicada pela empresa.&#160;</div><div>&#160;<br></div><div>Saiba mais sobre o Open Finance <a href=\"/estabilidadefinanceira/openfinance\">aqui</a>.</div><div>&#160;</div><div><strong>Mais informações&#160;</strong>&#160;<br></div><div>Todos os detalhes sobre o Pix Automático estão <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix-automatico\">aqui</a>; sobre o Pix em geral, <a href=\"/estabilidadefinanceira/pix\">aqui</a>.&#160;<br></div></div>","lead":"Pix Automático permitirá o pagamento automático de contas recorrentes. Opção será cômoda, segura, de fácil uso e benéfica para pagadores e recebedores."},{"titulo":"Plano de abertura de dados prevê a disponibilização de novas bases de dados até 2027","Id":20709,"urlImg":{"Description":"Foto do Edifício-Sede do BC","Url":"https://www.bcb.gov.br/content/home/noticias-img/thumbnail/cmn.png"},"dataPublicacao":"2025-06-03T14:25:23Z","ultimaAtualizacao":"2025-06-25T19:13:27Z","corpo":"<div class=\"ExternalClass1165E4ED24F640F582BDA1950F1BBF12\"><div>Informações sobre produção de cédulas e moedas, dados da carteira de crédito de instituições individuais, dados relacionados a riscos ambiental, social e climático e informações sobre crédito estão entre as bases de dados que serão disponibilizadas, conforme previsto no Plano de Dados Abertos do Banco Central (PDA/BC) 2026-2027.<br></div><div><br></div><div><a href=\"https&#58;//dadosabertos.bcb.gov.br/\" target=\"_blank\">Clique ​</a>para acessar o Portal de Dados Abertos do Banco Central.<br></div><div><br></div><div>&quot;Pesquisadores, estudantes, analistas de mercado, entre outros, têm grande interesse nessas bases de dados. As estatísticas de acesso ao Portal de Dados Abertos registraram quase 1,4 milhão de visitas ao site em 2024&quot;, disse Aloísio Tupinambá, Ouvidor Adjunto do BC.</div><div><br></div><div>​O PDA/BC tem o objetivo de disponibilizar dados na internet, em formato aberto e processável por máquina, como forma de facilitar a sua utilização por parte da sociedade, possibilitando o compartilhamento e o desenvolvimento tecnológico.<br></div><div><br></div><div>O Plano contém o cronograma das ações para a publicação dos dados, as iniciativas de comunicação para divulgação dos conjuntos de dados, os padrões de catalogação e os critérios utilizados para a definição dos conjuntos de dados a serem disponibilizados.</div><div><br></div><div>A divulgação de bases de dados é regulamentada pelo Decreto 8.777/2016, que instituiu a Política de Dados Abertos do Poder Executivo Federal.<br></div><p><br></p></div>","lead":"Está prevista a divulgação de doze bases de dados nos próximos dois anos. A divulgação dos dados tem o potencial de fomentar o engajamento cidadão, racionalizar gastos e estimular a inovação."}]}