{"conteudo":[{"nroReuniao":281,"dataReferencia":"2026-09-16","dataPublicacao":"2026-09-22","titulo":"281ª Reunião - 15-16 setembro, 2026","urlPdfAta":"https://www.bcb.gov.br/content/copom/atascopom/Copom281-not20260916281.pdf","textoAta":"<div id=\"atacompleta\"><div id=\"ataconteudo\"><h3 class=\"secao\">A) Atualização da conjuntura econômica e do cenário do Copom<sup>1</sup></h3><p class=\"paragrafo\">1. O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e <i>commodities</i>.</p><p class=\"paragrafo\">2. Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião mostra uma moderação gradual da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos, embora ainda em patamar resiliente e mercado de trabalho aquecido. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e a média de medidas subjacentes desaceleraram, situando-se abaixo do limite superior do intervalo de tolerância, porém ainda acima da meta.</p><p class=\"paragrafo\">3. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,9% e 4,3%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2028, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência (Tabela 1).</p><h3 class=\"secao\">B) Cenários e análise de riscos</h3><p class=\"paragrafo\">4. A incerteza com relação ao cenário externo segue em níveis elevados. A continuidade de indefinições em relação aos desdobramentos das tensões geopolíticas e seus efeitos sobre preços de <i>commodities</i> e insumos alteraram expectativas sobre a condução da política monetária nas principais economias avançadas.</p><p class=\"paragrafo\">5. A atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação, tal como antecipado pelo Comitê. A leitura mais recente do PIB, referente ao segundo trimestre de 2026, confirmou a desaceleração apontada por outros indicadores e revelou que o movimento foi mais intenso nas atividades econômicas e nos componentes da demanda mais sensíveis ao ciclo econômico. O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta.</p><p class=\"paragrafo\">6. A evolução do mercado de crédito bancário com recursos livres também é consistente com um quadro de desaceleração do crescimento, em meio a uma política monetária restritiva. Nota-se, em particular, redução nas modalidades de mais longo prazo, mais sensíveis à política monetária que as modalidades de curto prazo ou emergenciais, mais onerosas. Estas continuaram crescendo, porém com desaceleração na margem. Por outro lado, os créditos com recursos direcionados mantiveram trajetória de expansão para pessoas físicas, na linha do crédito imobiliário, e para empresas, sustentados pelas operações com fundos garantidores.</p><p class=\"paragrafo\">7. O Comitê segue acompanhando detidamente o mercado de trabalho. A taxa de desemprego mantém-se em patamares historicamente baixos, enquanto o crescimento da taxa de ocupação vem apresentando desaceleração. Os rendimentos médios desaceleraram na margem, mesmo em termos nominais, mas ainda crescem em termos reais a uma taxa superior à da produtividade do trabalho. O Comitê segue atento ao debate sobre as dimensões corrente e estrutural do mercado de trabalho, enfatizando a necessidade do aprofundamento dessa análise para a avaliação dos padrões de transmissão dos níveis de ocupação para os rendimentos do trabalho e, finalmente, para os preços dos diversos setores da economia.</p><p class=\"paragrafo\">8. A política fiscal tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros. Uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta. O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade. O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.</p><p class=\"paragrafo\">9. As leituras mais recentes apontam para queda da inflação ao consumidor, tanto no índice cheio quanto na média das medidas subjacentes. Pelas duas métricas, o índice acumulado em 12 meses situa-se abaixo do limite superior do intervalo de tolerância, porém ainda acima da meta. Ainda sob a mesma perspectiva das variações acumuladas em 12 meses, nas divulgações mais recentes as variações de preços aos produtores aceleraram, tanto em bens intermediários quanto em bens de consumo.</p><p class=\"paragrafo\">10. As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes permanecem acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas. O Comitê monitora com atenção a desancoragem das expectativas de inflação para prazos mais longos e tem debatido as possíveis causas desse movimento das expectativas. O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária contribuirão para a reancoragem das expectativas, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.</p><p class=\"paragrafo\">11. O Comitê se debruçou então sobre as projeções. No cenário de referência, a trajetória para a taxa de juros é extraída da pesquisa Focus e a taxa de câmbio parte de R$5,15/US$<sup>2</sup>, evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC). O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente, conforme governança usual. Dada a curva de futuros do Brent observada, essa governança se traduziu em trajetória decrescente ao longo da segunda metade do ano. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “amarela” para tarifas de energia elétrica em dezembro de 2026. O Comitê continuará acompanhando os dados para calibrar e refinar os impactos das medidas de estímulo à demanda e dos choques de oferta.</p><p class=\"paragrafo\">12. No cenário de referência, as projeções para a inflação acumulada em quatro trimestres para 2026, 2027, e para o primeiro trimestre de 2028, atual horizonte relevante de política monetária, são, respectivamente, 5,2%, 3,9%, e 3,2%.</p><p class=\"paragrafo\">13. Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de choques de oferta, relacionados ao petróleo e seus derivados, e a efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e custos de energia; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada; e (iv) estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo, que tenham como resultado o crescimento da atividade econômica acima do produto potencial, enfraquecendo parte dos canais usuais de transmissão da política monetária. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das <i>commodities</i> com efeitos desinflacionários.</p><h3 class=\"secao\">C) Discussão sobre a condução da política monetária</h3><p class=\"paragrafo\">14. O Copom passou então à discussão da condução da política monetária, considerando o conjunto de projeções analisado, assim como o balanço de riscos para a inflação prospectiva.</p><p class=\"paragrafo\">15. O Comitê avalia que as evidências de transmissão da política monetária contracionista para a atividade econômica têm se acumulado gradualmente. Embora a política monetária esteja contribuindo de forma determinante para o processo de desinflação, a inflação permanece pressionada pela demanda, exigindo que a política monetária mantenha caráter restritivo.</p><p class=\"paragrafo\">16. Choques de oferta têm exercido influência relevante tanto sobre a trajetória recente da inflação quanto sobre sua trajetória prospectiva. O Copom avalia que que não deve reagir aos efeitos primários de choques dessa natureza, mas que é necessário monitorar com atenção eventuais efeitos de segunda ordem, e reagir com firmeza caso esses efeitos se materializem.</p><p class=\"paragrafo\">17. No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.</p><h3 class=\"secao\">D) Decisão de política monetária</h3><p class=\"paragrafo\">18. O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 13,75% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p><p class=\"paragrafo\">19. O cenário atual, caracterizado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em torno do cenário base, demanda serenidade e cautela na condução da política monetária. O Comitê seguirá incorporando novas informações e acompanhando a evolução do cenário de forma a manter a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.</p><p class=\"paragrafo\">20. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, e Rodrigo Alves Teixeira.</p><p class=\"paragrafo\"><b>Tabela 1</b></p><p class=\"paragrafo\"><b>Projeções de inflação no cenário de referência</b></p><p class=\"paragrafo\">Variação do IPCA acumulada em quatro trimestres (%)</p><div class=\"arealivre\"><table class=\"table table-hover\">  <thead class=\"thead-light\"><tr>   <th>   Índice   de preços   </th>   <th class=\"text-center\">   2026   </th>      <th class=\"text-center\">   2027   </th>   <th class=\"text-center\">   1º tri 2028   </th>     </tr></thead><tbody>  <tr>   <td>   IPCA   </td>   <td class=\"text-center\">   5,2   </td>      <td class=\"text-center\">   3,9   </td>   <td class=\"text-center\">   3,2   </td>     </tr>  <tr>   <td>   IPCA   livres   </td>   <td class=\"text-center\">   5,2   </td>      <td class=\"text-center\">   4,1   </td>   <td class=\"text-center\">   3,2   </td>     </tr>  <tr>   <td>   IPCA   administrados   </td>   <td class=\"text-center\">   5,3   </td>      <td class=\"text-center\">   3,5   </td>   <td class=\"text-center\">   3,2   </td>     </tr> </tbody></table></div><h4>Notas de rodapé </h4><hr><p class=\"notasrodape\"><sup>1</sup> A menos de menção explícita em contrário, esta atualização leva em conta as mudanças ocorridas desde a reunião do Copom em agosto (280ª reunião).</p><p class=\"notasrodape\"><sup>2</sup> Valor foi obtido pelo procedimento, que passou a ser adotado na 258ª reunião, de arredondar a cotação média da taxa de câmbio observada nos dez dias úteis encerrados no último dia da semana anterior à da reunião do Copom.</p></div><div id=\"ata_info\"><h3>Informações da reunião </h3><table class=\"table\"><thead><tr><th scope=\"col\"><strong>Data:</strong> <span class=\"data\">15 e 16/9/2026</span></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Local:</strong> <span class=\"local\">Salas de reuniões do 8º andar (15/9 e 16/9 – manhã) e do 20º andar (16/9 – tarde) do Edifício-sede do Banco Central do Brasil – Brasília – DF</span></td></tr><tr><td><strong>Horário de início e de término das sessões:</strong></td></tr><tr><td>15/9: <span class=\"horariodia1\">10h06 – 11h44; 14h04 – 17h39</span></td></tr><tr><td>16/9: <span class=\"horariodia2\">10h04 – 11h15; 14h31 – 18h30</span></td></tr></tbody></table><h3>Presentes:</h3><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th>Membros do Copom</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"membroscopom\">Gabriel Muricca Galípolo – Presidente</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Ailton de Aquino Santos</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Gilneu Francisco Astolfi Vivan</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Izabela Moreira Correa</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Nilton José Schneider David</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Paulo Picchetti</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Rodrigo Alves Teixeira</td></tr></tbody></table><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th colspan=\"2\">Chefes de Departamento responsáveis por apresentações técnicas (presentes em 15/9 e na manhã de 16/9)</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">André de Oliveira Amante </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Operações do Mercado Aberto</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Euler Pereira Gonçalves de Mello </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Estudos e Pesquisas (também presente na tarde de 16/9)</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Fábio Martins Trajano de Arruda </td><td class=\"cargoschefes\"> Dep. de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Luís Guilherme Siciliano Pontes </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento das Reservas Internacionais</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Marcelo Antonio Thomaz de Aragão </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Assuntos Internacionais (presente em 15/9)</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Ricardo Sabbadini </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento Econômico</td></tr></tbody></table><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th colspan=\"2\">Demais participantes (presentes em 15/9 e na manhã de 16/9)</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Alexandre de Carvalho </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe da Assessoria Econômica do Presidente</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">André Maurício Trindade da Rocha </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ângelo José Mont’Alverne Duarte </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Cristiano de Oliveira Lopes Cozer </td><td class=\"cargosdemais\"> Procurador-Geral</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Fernando Alberto Sampaio Rocha </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Estatísticas</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Gustavo Ênio Falcão Freire </td><td class=\"cargosdemais\"> Assessor de Imprensa</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Isabela Ribeiro Damaso Maia </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Laura Soledad Cutruffo Comparini </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe-Adjunta do Departamento Econômico</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Julio Cesar Costa Pinto </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Presidente</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Leonardo Martins Nogueira </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Política Monetária</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Marcos Ribeiro de Castro </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe Adjunto do Departamento de Estudos e Pesquisas (presente nas manhãs de 15/9 e 16/9)</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Mario Rubem de Coutto Bastos </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe-Adjunto do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Olavo Lins Romano Pereira </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe Adjunto do Departamento de Assuntos Internacionais</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Renato Jansson Rosek </td><td class=\"cargosdemais\"> Consultor do Departamento de Reservas Internacionais</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ricardo Eyer Harris </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Regulação</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ricardo Franco Moura </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial (presente em 15/09)</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Simone Miranda Burello </td><td class=\"cargosdemais\"> Assessora Sênior no Gabinete do Diretor de Política Monetária</td></tr></tbody></table><div class=\"card text-white bg-color-1 mb-4 olho-background\"><div class=\"card-body\"><p class=\"card-text cormorant frasefixa\">Os membros do Copom analisaram a evolução recente e as perspectivas para a economia brasileira e para a economia internacional, no contexto do regime de política monetária, cujo objetivo é atingir as metas fixadas pelo Conselho Monetário Nacional para a inflação.</p></div></div></div></div>"}]}