{"conteudo":[{"nroReuniao":276,"dataReferencia":"2026-01-28","dataPublicacao":"2026-02-03","titulo":"276ª Reunião - 27-28 janeiro, 2026","urlPdfAta":"https://www.bcb.gov.br/content/copom/atascopom/Copom276-not20260128276.pdf","textoAta":"<div id=\"atacompleta\"><div id=\"ataconteudo\"><h3 class=\"secao\">A) Atualização da conjuntura econômica e do cenário do Copom<sup>1</sup></h3><p class=\"paragrafo\">1. O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.</p><p class=\"paragrafo\">2. Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência.</p><p class=\"paragrafo\">3. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,0% e 3,8%, respectivamente.</p><h3 class=\"secao\">B) Cenários e análise de riscos</h3><p class=\"paragrafo\">4. O cenário externo ainda segue incerto. Porém, enquanto os riscos de longo prazo se mantêm, as condições recentes sugerem algum arrefecimento na incerteza. Elevações das tensões geopolíticas e seus desdobramentos seguem sendo monitorados, porém no contexto atual os preços das principais <i>commodities </i>permaneceram contidos, e as condições financeiras, favoráveis.</p><p class=\"paragrafo\">5. A atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no crescimento, tal como antecipado pelo Comitê. O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta.</p><p class=\"paragrafo\">6. A moderação e a própria heterogeneidade das trajetórias de crescimento entre diferentes setores e mercados são compatíveis com a política monetária em curso. Mercados mais sensíveis às condições financeiras apresentam maior desaceleração, ao passo que mercados mais sensíveis à renda apresentam maior resiliência. Naturalmente, em momentos de inflexão no ciclo econômico, observam-se sinais mistos advindos de indicadores econômicos ou alguma diferença entre as expectativas e as divulgações. O Comitê segue acompanhando detidamente o mercado de trabalho. No período mais recente, a taxa de desemprego tem se mantido em patamares historicamente baixos enquanto os rendimentos reais médios têm mantido a tendência de elevação acima do crescimento da produtividade do trabalho. O Comitê segue atento ao debate sobre as dimensões corrente e estrutural do mercado de trabalho, enfatizando a necessidade dessa análise para a avaliação dos padrões de transmissão dos níveis de ocupação para os rendimentos do trabalho e, finalmente, para os preços dos diversos setores da economia.</p><p class=\"paragrafo\">7. A política fiscal tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros. Uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta. O Comitê reforçou a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade. O Comitê manteve a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê evidenciou, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.</p><p class=\"paragrafo\">8. As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes seguiram trajetória de declínio, mas permanecem acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas. O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.</p><p class=\"paragrafo\">9. As leituras recentes indicam um arrefecimento da inflação que abrange tanto o índice cheio quanto em aberturas e medidas subjacentes. A combinação de um câmbio mais apreciado e um comportamento mais benigno das <i>commodities</i> contribuiu para redução nas inflações de bens industrializados e alimentos. A inflação de serviços também apresentou algum arrefecimento, ainda que mais resiliente, respondendo a um mercado de trabalho que segue dinâmico e a uma atividade que tem apresentado moderação gradual. Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista por um período bastante prolongado e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada.</p><p class=\"paragrafo\">10. O Comitê se debruçou então sobre as projeções. No cenário de referência, a trajetória para a taxa de juros é extraída da pesquisa Focus e a taxa de câmbio parte de R$5,35/US$<sup>2</sup>, evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC). O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “amarela” em dezembro de 2026. O Comitê continuará acompanhando os dados para calibrar e refinar os impactos da medida de ampliação da isenção do imposto de renda.</p><p class=\"paragrafo\">11. No cenário de referência, as projeções para a inflação acumulada em quatro trimestres para 2026 e para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, são, respectivamente, 3,4% e 3,2%.</p><p class=\"paragrafo\">12. Com relação ao balanço de riscos, avaliou-se que o cenário segue apresentando riscos mais elevados do que o usual tanto de alta quanto de baixa para o cenário de inflação em prazos mais longos, com alguma redução das incertezas concentradas nos horizontes mais próximos. O Comitê avaliou que, entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das <i>commodities</i> com efeitos desinflacionários.</p><h3 class=\"secao\">C) Discussão sobre a condução da política monetária</h3><p class=\"paragrafo\">13. O Copom passou então à discussão da condução da política monetária, considerando o conjunto de projeções analisado, assim como o balanço de riscos para a inflação prospectiva.</p><p class=\"paragrafo\">14. Ao longo de suas últimas reuniões, o Comitê vem alterando sua comunicação para expressar sua percepção sobre o estágio em que a política monetária se encontra, destacando o ganho de confiança que vem se acumulando com o processo de desinflação. Em primeiro lugar, cabe ressaltar a elevação firme da taxa de juros para combater uma deterioração do cenário de inflação. Passado o estágio de elevação, o Comitê interrompeu para avaliar se o nível então corrente da taxa de juros seria suficiente para assegurar a convergência da inflação. Após avaliar que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta, o Comitê se aprofundou na discussão sobre calibração da política monetária, no contexto atual de um ambiente de melhora do cenário inflacionário corrente e expectativas de inflação menos distantes da meta, que proporciona maiores evidências sobre a transmissão da política monetária.</p><p class=\"paragrafo\">15. O Comitê avalia que a condução cautelosa da política monetária tem contribuído para se observar ganhos desinflacionários e, mais uma vez, reafirma o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta. Após a análise de um amplo conjunto de informações, incluindo a dinâmica recente da inflação e os sinais mais claros de transmissão da política monetária, considerando suas defasagens, o Comitê julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de redução da taxa de juros em sua próxima reunião. Ao mesmo tempo, de maneira unânime, o Comitê reafirma a necessidade da manutenção do patamar de juros em níveis restritivos, até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas à meta, dada a resiliência de fatores que pressionam preços tanto correntes quanto esperados, em especial do dinamismo ainda observado no mercado de trabalho.</p><p class=\"paragrafo\">16. Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de distensão monetária serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises, permitindo uma avaliação mais precisa. Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços ainda dificultam a identificação de tendências claras.</p><h3 class=\"secao\">D) Decisão de política monetária</h3><p class=\"paragrafo\">17. O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.</p><p class=\"paragrafo\">18. O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros. O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária.</p><p class=\"paragrafo\">19. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.</p><p class=\"paragrafo\"><b>Tabela 1</b></p><p class=\"paragrafo\"><b>Projeções de inflação no cenário de referência</b></p><p class=\"paragrafo\">Variação do IPCA acumulada em quatro trimestres (%)</p><div class=\"arealivre\"><table class=\"table table-hover\">  <thead class=\"thead-light\"><tr>   <th>   Índice de preços   </th>      <th class=\"text-center\">   2026   </th>      <th class=\"text-center\">   3º tri 2027   </th>           </tr></thead><tbody>  <tr>   <td>   IPCA   </td>      <td class=\"text-center\">   3,4   </td>      <td class=\"text-center\">   3,2   </td>           </tr>  <tr>   <td>   IPCA livres   </td>      <td class=\"text-center\">   3,5   </td>      <td class=\"text-center\">   3,1   </td>           </tr>  <tr>   <td>   IPCA administrados   </td>      <td class=\"text-center\">   3,0   </td>      <td class=\"text-center\">   3,3   </td>           </tr> </tbody></table></div><h4>Notas de rodapé </h4><hr><p class=\"notasrodape\"><sup>1</sup> A menos de menção explícita em contrário, esta atualização leva em conta as mudanças ocorridas desde a reunião do Copom em dezembro (275ª reunião).</p><p class=\"notasrodape\"><sup>2</sup> Valor foi obtido pelo procedimento, que passou a ser adotado na 258ª reunião, de arredondar a cotação média da taxa de câmbio observada nos dez dias úteis encerrados no último dia da semana anterior à da reunião do Copom.</p></div><div id=\"ata_info\"><h3>Informações da reunião </h3><table class=\"table\"><thead><tr><th scope=\"col\"><strong>Data:</strong> <span class=\"data\">27 e 28/1/2026</span></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Local:</strong> <span class=\"local\">Salas de reuniões do 8º andar (27/1 e 28/1 – manhã) e do 20º andar (28/1 – tarde) do Edifício-sede do Banco Central do Brasil – Brasília – DF</span></td></tr><tr><td><strong>Horário de início e de término das sessões:</strong></td></tr><tr><td>27/1: <span class=\"horariodia1\">10h09 – 11h29; 14h11– 17h15</span></td></tr><tr><td>28/1: <span class=\"horariodia2\">10h05– 11h09; 14h30 – 18h30</span></td></tr></tbody></table><h3>Presentes:</h3><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th>Membros do Copom</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"membroscopom\">Gabriel Muricca Galípolo – Presidente</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Ailton de Aquino Santos</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Gilneu Francisco Astolfi Vivan</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Izabela Moreira Correa</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Nilton José Schneider David</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Paulo Picchetti</td></tr><tr><td class=\"membroscopom\">Rodrigo Alves Teixeira</td></tr></tbody></table><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th colspan=\"2\">Chefes de Departamento responsáveis por apresentações técnicas (presentes em 27/1 e na manhã de 28/1)</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">André de Oliveira Amante </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Operações do Mercado Aberto</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Euler Pereira Gonçalves de Mello </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Estudos e Pesquisas (também presente na tarde de 28/1)</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Fábio Martins Trajano de Arruda </td><td class=\"cargoschefes\"> Dep. de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Luís Guilherme Siciliano Pontes </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento das Reservas Internacionais</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Marcelo Antonio Thomaz de Aragão </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento de Assuntos Internacionais</td></tr><tr><td class=\"chefesdepartamento\" width=\"32%\">Ricardo Sabbadini </td><td class=\"cargoschefes\"> Departamento Econômico</td></tr></tbody></table><table class=\"table table-hover\"><thead class=\"thead-light\"><tr><th colspan=\"2\">Demais participantes (presentes em 27/1 e na manhã de 28/1)</th></tr></thead><tbody><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">André Maurício Trindade da Rocha </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Dep. de Monitoramento do Sistema Financeiro</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ângelo José Mont’Alverne Duarte </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução (presente na tarde de 27/1)</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Alexandre de Carvalho </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe da Assessoria Econômica do Presidente</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Arnaldo José Giongo Galvão </td><td class=\"cargosdemais\"> Assessor de Imprensa</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Cristiano de Oliveira Lopes Cozer </td><td class=\"cargosdemais\"> Procurador-Geral</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Edson Broxado de França Teixeira </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Fiscalização</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Enrico Bezerra Ximenes de Vasconcelos </td><td class=\"cargosdemais\"> Secretário Executivo substituto</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Fernando Alberto G Sampaio C Rocha </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Estatísticas</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Leonardo Martins Nogueira </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Política Monetária</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Marcos Ribeiro de Castro </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe Adjunto do Departamento de Estudos e Pesquisas</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Mardilson Fernandes Queiroz </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (presente em 28/1)</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Olavo Lins Romano Pereira </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe Adjunto do Departamento de Assuntos Internacionais</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Renato Jansson Rosek </td><td class=\"cargosdemais\"> Consultor do Departamento das Reservas Internacionais</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ricardo Eyer Harris </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Gabinete do Diretor de Regulação</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Ricardo Franco Moura </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Saulo Benchimol Bastos </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe de Subunidade no Departamento de Operações Bancárias e de Sistemas de Pagamentos</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">Simone Miranda Burello </td><td class=\"cargosdemais\"> Assessora Sênior no Gabinete do Diretor de Política Monetária</td></tr><tr><td class=\"demaisparticipantes\" width=\"32%\">William Tales Leiria Campo </td><td class=\"cargosdemais\"> Chefe Adjunto do Departamento Econômico</td></tr></tbody></table><div class=\"card text-white bg-color-1 mb-4 olho-background\"><div class=\"card-body\"><p class=\"card-text cormorant frasefixa\">Os membros do Copom analisaram a evolução recente e as perspectivas para a economia brasileira e para a economia internacional, no contexto do regime de política monetária, cujo objetivo é atingir as metas fixadas pelo Conselho Monetário Nacional para a inflação.</p></div></div></div></div>"}]}