{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução CMN N° 4.966","Tipo":"Resolução CMN","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 29/11/2021, Seção 1, p. 393-400.","Id":51596,"Data":"2021-11-25T21:32:00Z","DataTexto":"25/11/2021 18:32","Numero":4966.0,"VersaoNormativo":5.0,"Assunto":"Dispõe sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de hedge) pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@643;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@609;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@607;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@601;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@570;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@563;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@560;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@545;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@544;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@531;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@522;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@503;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@502;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@487;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@474;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@473;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@469;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@464;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@438;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@414;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@236;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@485;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@478;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@397;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@352;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@309;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@219;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@5244;@2025;#RESOLUÇÃO CMN;@5146;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@5137;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@5134;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@5133;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@5100;@2023;#RESOLUÇÃO CMN;@5089;@2023;#RESOLUÇÃO CMN;@5019;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4858;@2020;#RESOLUÇÃO CMN;@4855;@2020;#RESOLUÇÃO CMN;@4846;@2020;#RESOLUÇÃO;@4818;@2020;#RESOLUÇÃO;@4803;@2020;#RESOLUÇÃO;@4524;@2016;#RESOLUÇÃO;@4512;@2016;#RESOLUÇÃO;@4175;@2012;#RESOLUÇÃO;@4036;@2011;#RESOLUÇÃO;@3534;@2008;#RESOLUÇÃO;@3533;@2008;#RESOLUÇÃO;@3181;@2004;#RESOLUÇÃO;@2697;@2000;#RESOLUÇÃO;@2682;@1999;#CIRCULAR;@3150;@2002;#CIRCULAR;@3129;@2002;#CIRCULAR;@3123;@2002;#CIRCULAR;@3082;@2002;#CIRCULAR;@3068;@2001;#CIRCULAR;@2106;@1991;#CIRCULAR;@1273;@1987;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@657;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@543;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@733;@2026;#","Referencias":"Lei nº 4.595/1964, arts. 4º, incisos VIII e XII; e 9º.;#Lei nº 11.941/2009, art. 61.;#Cita Resolução CMN nº 4.818/2020.;#Altera, a partir de 1º/1/2022, Resolução CMN nº 4.858/2020 - Revoga: art. 13.;#Altera, a partir de 1º/1/2025, Resolução CMN nº 4.846/2020 - Revoga: arts. 6º e 7º.;#Altera, a partir de 1º/1/2025, Circular BCB nº 3.082/2002 - Revoga: art. 1º, §§ 2º, 3º, 4º e 5º; e art. 3º, § 4º.;#Revoga, a partir de 1º/1/2025, Resoluções CMN ns. 2.682/1999, 2.697/2000, 3.181/2004, 3.533/2008, 3.534/2008, 4.036/2011, 4.175/2012, 4.512/2016,  4.803/2020, 4.855/2020, 5.133/2024, 5.134/2024 e 5.137/2024.;#Revoga, a partir de 1º/1/2025, Circulares BCB ns. 1.273/1987, 2.106/1991, 3.068/2001, 3.123/2002, 3.129/2002 e 3.150/2002.;#Revoga, a partir de 1º/1/2027, Resolução CMN nº 4.524/2016.;#Revoga, a partir de 1º/1/2027, Circular BCB nº 3.082/2002.;#","Atualizacoes":"Resolução CMN nº 5.019/2022 - Nova redação: art. 76, caput.;#Resolução CMN nº 5.100/2023 - Alteração, a partir de 1º/10/2023 - Nova redação: art. 1º, § 1º, inciso I; art. 2º, incisos XXIV e XXV; art. 23; art. 37, § 5º; art. 74, caput; art. 75, caput; e art. 81, incisos I, \"c\", e II. Inclusão: art. 2º, inciso XXVI e parágrafo único; art. 13, §§ 1º, 2º, 3º e 4º; art. 17, §§ 1º e 2º; art. 20, § 4º; art. 40, § 5º; e art. 81, incisos II, \"a\" e \"b\", e III. Revogação: art. 13, parágrafo único; art. 17, parágrafo único; e art. 23, incisos I e II.;#Resolução CMN nº 5.146/2024 - Alteração, a partir de 1º/8/2024 - Nova redação: art. 3º, caput; art. 12, § 1º, inciso I; art. 51, § 4º; art. 77, caput; art. 80, incisos XVIII e XIX; e art. 81, inciso II, “b”. Inclusão: art. 50, §§ 5º e 6º; arts. 71-A, 72-A e 72-B; e art. 80, incisos XX a XXV.;#Resolução CMN nº 5.244/2025 - Alteração a partir de 1º/9/2025 - Nova redação: art. 49, § 2º. Inclusão: art. 3º, § 6º; e art. 49, § 2º, incisos I e II.;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass7D3792DDA87B4C0BA7A5A39F00210CF7\"><div class=\"ExternalClassA9D98F77C48342EC9A3BC64EB32D71D3\"><p class=\"Epgrafe\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​RESOLUÇÃO CMN Nº 4.966, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2021</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.6pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dispõe sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a&#160;instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>) pelas&#160;instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 25 de novembro de 2021, com base no art. 4º, incisos VIII e XII, da referida Lei, e tendo em vista o disposto no art. 61 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009,</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E U &#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><a name=\"OLE_LINK51\"></a><a name=\"OLE_LINK49\"></a><a name=\"OLE_LINK50\"></a><a name=\"OLE_LINK42\"></a><a name=\"OLE_LINK43\"></a><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br></span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução estabelece os conceitos e os critérios contábeis a serem observados pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil para&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - classificação, mensuração, reconhecimento e baixa de instrumentos financeiros;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - constituição de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito dos seguintes instrumentos financeiros&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ativos financeiros;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) garantias financeiras prestadas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) compromissos de crédito e créditos a liberar que atendam a pelo menos uma das seguintes características&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. o compromisso não é cancelável incondicional e unilateralmente pela instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. a instituição não tem capacidade de cancelar, bloquear ou suspender o contrato ou o desembolso dos recursos ou não executa o cancelamento, bloqueio ou suspensão na gestão cotidiana normal do instrumento financeiro; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. a instituição não tem capacidade de monitorar individualmente o instrumento financeiro ou a situação financeira da contraparte, de modo que permita o imediato cancelamento, bloqueio ou suspensão do compromisso ou do desembolso dos recursos, no caso de redução da capacidade financeira da contraparte;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - designação e reconhecimento contábil de relações de proteção (contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>); e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - evidenciação de informações sobre instrumentos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O disposto nesta Resolução não se aplica&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - às administradoras de consórcio e às instituições de pagamento, que devem observar a regulamentação emanada do Banco Central do Brasil, no exercício de suas atribuições legais; e</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - às administradoras de consórcio, às instituições de pagamento, às sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, às sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e às sociedades corretoras de câmbio, que devem observar a regulamentação emanada do Banco Central do Brasil, no exercício de suas atribuições legais; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aos seguintes instrumentos, para os quais devem ser observados os critérios previstos na regulamentação específica&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto que, na forma da regulamentação vigente, devem ser avaliadas pelo método da equivalência patrimonial, exceto os investimentos mantidos para venda de que trata o art. 24;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) benefícios a empregados;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) pagamentos baseados em ações; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) passivos provenientes de contratos da instituição com clientes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os critérios contábeis e os critérios para evidenciação de informações mencionados nos incisos I e IV do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não se aplicam aos seguintes instrumentos, que devem observar a regulamentação específica&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - valores a receber decorrentes de contratos de arrendamento mercantil; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ativos provenientes de contratos da instituição com clientes, conforme definido na regulamentação vigente.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Os critérios contábeis mencionados no inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não se aplicam aos seguintes instrumentos financeiros&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instrumentos patrimoniais de outra entidade;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ativos financeiros classificados na categoria valor justo no resultado mensurado no nível 1 da hierarquia de valor justo, conforme regulamentação vigente, exceto títulos privados, operações de crédito e outras operações com características de concessão de crédito; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - instrumentos financeiros derivativos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DAS DEFINIÇÕES</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; Para fins de regulação contábil de instrumentos financeiros, considera-se&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ativo financeiro&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) dinheiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) instrumento patrimonial de outra entidade;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) direito contratual de&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. receber dinheiro ou outro ativo financeiro de outra entidade; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. trocar ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade em condições potencialmente favoráveis à instituição detentora desse direito; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) contrato a ser ou que possa ser liquidado com instrumento patrimonial da própria instituição que seja&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. instrumento financeiro não derivativo para o qual a instituição esteja ou possa estar obrigada a receber um número variável de instrumentos patrimoniais da própria instituição; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. instrumento financeiro derivativo que não seja liquidado pela troca de um valor fixo em dinheiro, ou outro ativo financeiro, por um número fixo de instrumentos patrimoniais da própria instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - compromisso de crédito&#58; compromisso de conceder crédito sob termos e condições pré-estabelecidos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - compromisso firme&#58; contrato de compra ou de venda fechado, para a troca de quantidade determinada de recursos, a preço determinado, em uma data ou em datas futuras determinadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58; a representação, nas demonstrações financeiras, da utilização de instrumentos financeiros para gerenciar exposições resultantes de riscos específicos que possam afetar o resultado ou os outros resultados abrangentes das instituições mencionadas no art. 1º;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - contraparte&#58; o tomador de recursos, o beneficiário de garantia ou o emissor de título ou valor mobiliário adquirido;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - contrato híbrido&#58; contrato que possua um componente principal não derivativo e pelo menos um derivativo embutido;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - crédito a liberar&#58; compromisso de liberar crédito já contratado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - custo amortizado de ativo financeiro&#58; valor pelo qual o ativo financeiro foi reconhecido inicialmente, de acordo com os arts. 12 e 13, acrescido do valor das receitas geradas e deduzido do valor das despesas eventualmente incorridas, das parcelas recebidas e do saldo da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - custo amortizado de passivo financeiro&#58; valor pelo qual o passivo financeiro foi reconhecido inicialmente, de acordo com os arts. 12 e 13, acrescido do valor dos encargos incorridos e deduzido do valor das receitas eventualmente geradas e das parcelas pagas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - custos de transação&#58; os custos que, cumulativamente, sejam&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) atribuíveis diretamente à aquisição, à originação ou à emissão do instrumento financeiro específico; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) incrementais, assim considerados os custos nos quais a instituição não incorreria caso não tivesse adquirido, originado ou emitido o instrumento financeiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - derivativo&#58; instrumento financeiro&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) cujo valor varia em decorrência de mudanças em determinada taxa de juros, preço de outro instrumento financeiro, preço de mercadoria, taxa de câmbio, índice de bolsa de valores, índice de preço, índice ou classificação de crédito, ou qualquer outra variável similar, desde que, no caso de variável não financeira, essa variável não seja específica de uma das partes do contrato;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) que não requer investimento líquido inicial ou o investimento líquido inicial é pequeno em relação ao valor do contrato; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) cuja liquidação ocorrerá em data futura;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - derivativo embutido&#58; componente de contrato híbrido cujo efeito consiste em determinar que parte dos fluxos de caixa do instrumento combinado varie de forma similar a instrumento financeiro derivativo individual;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - garantia financeira prestada&#58; operação que requer que o prestador da garantia efetue pagamentos definidos contratualmente, a fim de reembolsar o detentor de um instrumento de dívida, ou outro instrumento de natureza semelhante, por perda decorrente do descumprimento da obrigação pelo devedor na data prevista, a exemplo de prestação de aval, fiança, coobrigação, ou qualquer outra operação que represente garantia do cumprimento de obrigação financeira de terceiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - instrumento financeiro&#58; título ou contrato que dá origem a um ativo financeiro para uma das partes e a um passivo financeiro ou instrumento patrimonial para a outra parte;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - instrumento patrimonial&#58; título ou contrato que evidencie interesse residual nos ativos de uma entidade ou de um fundo de investimento após a dedução de todos os seus passivos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - juros&#58; contraprestação pelo valor do dinheiro no tempo, pelo risco de crédito associado ao saldo do principal em aberto durante período de tempo específico e por outros riscos e custos básicos do instrumento, bem como pela margem de lucro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - método de juros efetivos&#58; aplicação da taxa de juros efetiva ao valor contábil bruto do instrumento;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVIII - passivo financeiro&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) obrigação de&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. entregar dinheiro ou outro ativo financeiro para outra entidade; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. trocar ativos financeiros ou passivos financeiros com outra entidade em condições potencialmente desfavoráveis à própria instituição; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) contrato a ser ou que possa ser liquidado com instrumento patrimonial da própria instituição que seja&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. instrumento financeiro não derivativo para o qual a instituição esteja ou possa estar obrigada a entregar um número variável de instrumentos patrimoniais da própria instituição; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. instrumento financeiro derivativo que não seja liquidado pela troca de um valor fixo em dinheiro, ou outro ativo financeiro, por um número fixo de instrumentos patrimoniais da própria instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIX - principal&#58; valor do instrumento financeiro na data de sua aquisição, originação ou emissão, apurado conforme disposto no art. 12;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XX - renegociação&#58; acordo que implique alteração das condições originalmente pactuadas do instrumento ou a substituição do instrumento financeiro original por outro, com liquidação ou refinanciamento parcial ou integral da respectiva obrigação original;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXI - reestruturação&#58; renegociação que implique concessões significativas à contraparte, em decorrência da deterioração relevante de sua qualidade creditícia, as quais não seriam concedidas caso não ocorresse tal deterioração;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXII - taxa de juros efetiva&#58; taxa que equaliza o valor presente de todos os recebimentos e pagamentos ao longo do prazo contratual do ativo ou do passivo financeiro ao seu valor contábil bruto;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXIII - transação prevista&#58; transação futura prevista que não é objeto de compromisso firme;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XXIV - transferência de controle&#58; ato que torna o comprador ou o cessionário do ativo financeiro detentor, na prática, do direito de vender ou de transferir o ativo financeiro em sua totalidade, de forma autônoma e sem imposição de restrições adicionais em decorrência da operação original de venda ou de transferência; e</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXIV - transferência de controle&#58; ato que torna o comprador ou o cessionário do ativo financeiro detentor, na prática, do direito de vender ou de transferir o ativo financeiro em sua totalidade, de forma autônoma e sem imposição de restrições adicionais em decorrência da operação original de venda ou de transferência;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XXV - valor contábil bruto de instrumento financeiro&#58; custo amortizado do instrumento financeiro antes do ajuste por provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, caso seja aplicável.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXV - valor contábil bruto de instrumento financeiro&#58; custo amortizado do instrumento financeiro antes do ajuste por provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, caso seja aplicável; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><a name=\"_Hlk141347653\"></a><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXVI - operação com característica de concessão de crédito&#58; instrumento de dívida com forma jurídica distinta de operação de crédito que&#58;&#160;</span><a name=\"_Hlk143873513\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) tenha como finalidade a concessão de crédito ou a novação de operação de crédito; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) seja originado em processo equivalente ou similar ao aplicável às operações de crédito típicas da instituição, em uma relação entre essa e seu cliente</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">.</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para fins da avaliação da perda esperada associada ao risco de crédito e da apuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito de que trata o Capítulo IV, a definição de contraparte prevista no inciso V do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;inclui pessoas naturais e jurídicas que compartilhem o risco de crédito perante a instituição, inclusive por meio de relação de controle, conforme definido na regulamentação contábil específica.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 3º&#160; O ativo se caracteriza como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito (ativo problemático) quando ocorrer&#58;</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; O instrumento financeiro se caracteriza como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito (ativo problemático) quando ocorrer&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de principal ou de encargos; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - indicativo de que a respectiva obrigação não será integralmente honrada nas condições pactuadas, sem que seja necessário recorrer a garantias ou a colaterais.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A instituição deve considerar prazo inferior ao estabelecido no inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;diante de evidência de que, nesse prazo, há redução significativa da capacidade financeira da contraparte de honrar suas obrigações nas condições pactuadas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O indicativo de que trata o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;inclui&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - constatação de que a contraparte não tem mais capacidade financeira de honrar a obrigação nas condições pactuadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - reestruturação do ativo financeiro associado à obrigação;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - falência decretada, recuperação judicial ou extrajudicial ou atos similares pedidos em relação à contraparte;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - medida judicial que limite, atrase ou impeça o cumprimento das obrigações nas condições pactuadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - diminuição significativa da liquidez do ativo financeiro associado à obrigação, devido à redução da capacidade financeira da contraparte de honrar suas obrigações nas condições pactuadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - descumprimento de cláusulas contratuais relevantes pela contraparte; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - negociação de instrumentos financeiros de emissão da contraparte com desconto significativo que reflita perdas incorridas associadas ao risco de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Fica admitida a não caracterização como ativo com problema de recuperação de crédito dos créditos emitidos ou originados após o deferimento do processo de recuperação judicial, ou homologação da recuperação extrajudicial, conforme a legislação vigente, desde que fique comprovado, de forma documentada, que, além do disposto no inciso III do § 2º, não há outro indicativo de que a respectiva obrigação não será integralmente honrada nas condições pactuadas, sem que seja necessário recorrer a garantias ou a colaterais.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O ativo somente pode deixar de ser caracterizado como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito no caso de&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - inexistência de parcelas vencidas, inclusive encargos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - manutenção de pagamento tempestivo de principal e de encargos por período suficiente para demonstrar que houve melhora significativa na capacidade financeira da contraparte de honrar suas obrigações;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - cumprimento das demais obrigações contratuais por período suficiente para demonstrar que houve melhora significativa na capacidade financeira da contraparte de honrar suas obrigações; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - evidências de que a obrigação será integralmente honrada nas condições originalmente pactuadas ou modificadas, no caso de renegociação, sem que seja necessário recorrer a garantias ou a colaterais.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;A instituição deve estabelecer critérios consistentes e\npassíveis de verificação, devidamente documentados, para a descaracterização do\ninstrumento como ativo com problema de recuperação de crédito.</span></p>\n\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;Fica dispensada, excepcionalmente, a observância do requisito de que trata o inciso II do § 4º aos instrumentos financeiros que, em razão de sua natureza e estrutura de pagamento, tenham previsão de pagamentos periódicos com intervalos iguais ou superiores a três meses, desde que comprovado que as evidências de que trata o inciso IV do § 4º foram observadas durante, no mínimo, os noventa dias anteriores à data de descaracterização do ativo como com problema de recuperação de crédito.&#160;</span><a name=\"_Hlk207368488\" style=\"text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5244\" style=\"text-indent&#58;70.9pt;\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução CMN nº 5.244, de 28/8/2025.)</span></a><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DA CLASSIFICAÇÃO, DA MENSURAÇÃO, DO&#160;RECONHECIMENTO E DA BAIXA</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação e da Reclassificação</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção I<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação de Ativos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º &#160;As instituições mencionadas no art. 1º devem classificar os ativos financeiros com base no modelo de negócios da instituição para gestão de ativos financeiros e nas características contratuais dos fluxos de caixas desses ativos nas seguintes categorias&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - na categoria custo amortizado, os ativos financeiros que atendam cumulativamente às seguintes condições&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo é gerido dentro de modelo de negócios cujo objetivo é manter ativos financeiros com o fim de receber os respectivos fluxos de caixa contratuais; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os fluxos de caixa futuros contratualmente previstos constituem-se somente em pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal, em datas especificadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - na categoria valor justo em outros resultados abrangentes, os ativos financeiros que atendam cumulativamente às seguintes condições&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo financeiro é gerido dentro de modelo de negócios cujo objetivo é gerar retorno tanto pelo recebimento dos fluxos de caixa contratuais quanto pela venda do ativo financeiro com transferência substancial de riscos e benefícios; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os fluxos de caixa futuros contratualmente previstos constituem-se somente em pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal, em datas especificadas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - na categoria valor justo no resultado, os demais ativos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As operações de crédito e outras operações com característica de concessão de crédito devem ser classificadas na categoria custo amortizado, exceto as seguintes, que devem ser classificadas na categoria valor justo no resultado&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - operações geridas dentro de modelo de negócios cujo objetivo seja gerar retorno somente pela venda do ativo financeiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - operações cujos fluxos de caixa futuros contratualmente previstos não se constituam exclusivamente em pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal, em datas especificadas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - operações para as quais a instituição exerça a opção prevista no art. 7º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A classificação na categoria custo amortizado, conforme o disposto no § 1º, aplica-se também a ativos financeiros adquiridos ou originados para liquidação total ou parcial com o objetivo de reestruturação ou de renegociação de operações de crédito ou outras operações com característica de concessão de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; Os modelos de negócios para a gestão de ativos financeiros mencionados no art. 4º devem&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ser aprovados pelo conselho de administração ou, na sua inexistência, pela diretoria da instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - estabelecer como determinados grupos de ativos financeiros são geridos em conjunto para atingir um objetivo específico, considerando todas as informações relevantes, tais como&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a forma como os resultados do modelo de negócio e os ativos financeiros que pertencem a esse modelo são avaliados e apresentados para a diretoria e para o conselho de administração, se existente;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os riscos que podem afetar o desempenho do modelo de negócio e como esses riscos são administrados; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a base de remuneração dos gestores do negócio;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ser definidos considerando a administração dos grupos de ativos para geração de fluxos de caixa; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - refletir as atividades planejadas e efetivamente praticadas para atingir seu objetivo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º &#160;As instituições mencionadas no art. 1º podem, no reconhecimento inicial, designar, de forma irrevogável, instrumentos patrimoniais de outra entidade para serem classificados na categoria valor justo em outros resultados abrangentes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A instituição deve manter claramente documentadas a política e a estratégia que justifiquem a designação prevista no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;É vedada a designação de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;de ativo cujo objetivo principal para a instituição seja gerar retorno pela venda do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; As instituições mencionadas no art. 1º podem, no reconhecimento inicial, optar, de forma irrevogável, por classificar na categoria valor justo no resultado os ativos financeiros que seriam classificados nas demais categorias, desde que essa classificação tenha a finalidade de eliminar ou reduzir significativamente inconsistência de mensuração ou de reconhecimento contábil que possa ocorrer em virtude da mensuração em bases diferentes de ativos ou passivos cuja avaliação conjunta faça parte de estratégia já existente no reconhecimento inicial, ou do reconhecimento de ganhos e perdas nesses ativos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção II<br></strong><strong style=\"\">Da Reclassificação de Ativos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; Em caso de alteração dos modelos de negócios, os ativos financeiros mantidos na carteira da instituição devem ser reclassificados, de forma prospectiva, no primeiro dia do período subsequente de apuração de resultado contábil.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Na data da reclassificação, devem ser promovidos os seguintes ajustes&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - na transferência do ativo financeiro da categoria custo amortizado para as demais categorias, a diferença entre o custo amortizado do instrumento e o valor justo na data da transferência deve ser reconhecida como&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) receita ou despesa, no resultado do período, caso seja transferido para a categoria valor justo no resultado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) componente destacado no patrimônio líquido, pelo valor líquido dos efeitos tributários, caso seja transferido para a categoria valor justo em outros resultados abrangentes;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - na transferência do ativo financeiro da categoria valor justo em outros resultados abrangentes, os ganhos e perdas não realizados reconhecidos como componente destacado no patrimônio líquido devem ser&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) reconhecidos no resultado do período, no caso de transferência para a categoria valor justo no resultado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) eliminados do patrimônio líquido, em contrapartida ao valor do ativo, de modo que resulte na mensuração do ativo como se tivesse sido classificado nessa categoria desde o reconhecimento inicial, no caso de transferência para a categoria custo amortizado; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - na transferência do ativo financeiro da categoria valor justo no resultado para as demais categorias, o valor justo do instrumento na data da reclassificação deve constituir o novo valor contábil bruto, a partir do qual serão apurados as rendas e os encargos, inclusive a provisão para as perdas esperadas associadas ao risco de crédito, não sendo admitido o estorno dos valores já computados no resultado decorrentes de ganhos ou perdas não realizados.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os ativos financeiros adquiridos ou originados a partir da data da alteração dos modelos de negócios deverão ser classificados de acordo com os novos modelos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção III<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação de Passivos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º &#160;Os passivos financeiros devem ser classificados na categoria custo amortizado, exceto&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - derivativos que sejam passivos, os quais devem ser classificados na categoria valor justo no resultado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - passivos financeiros gerados em operações que envolvam empréstimo ou aluguel de ativos financeiros, os quais devem ser classificados na categoria valor justo no resultado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - passivos financeiros gerados pela transferência de ativo financeiro, que devem ser mensurados e reconhecidos conforme a Seção III deste Capítulo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - compromissos de crédito e créditos a liberar, que devem ser reconhecidos e mensurados conforme o disposto no Capítulo IV;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - garantias financeiras prestadas, que, após o reconhecimento inicial, devem ser mensuradas pelo maior valor entre&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, conforme o disposto no Capítulo IV; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) &#160;o valor justo no reconhecimento inicial menos o valor acumulado da receita reconhecida de acordo com a regulamentação específica.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; É vedada a reclassificação de passivos financeiros.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção IV<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação dos Contratos Híbridos</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; Os contratos híbridos devem ser classificados&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - de forma conjunta, de acordo com o disposto no art. 4º, como se constituíssem um só instrumento financeiro, caso o componente principal seja ativo financeiro; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - de forma segregada, caso o componente principal seja passivo financeiro ou instrumento não financeiro, observado que&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o componente não financeiro deve ser reconhecido, mensurado e evidenciado de acordo com a regulamentação específica; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o passivo financeiro e o derivativo embutido devem ser classificados, reconhecidos e mensurados de acordo com o disposto nesta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do Reconhecimento e da Mensuração</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção I<br></strong><strong style=\"\">Do Reconhecimento e da Mensuração Iniciais</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; Os instrumentos financeiros devem ser reconhecidos inicialmente na data de sua aquisição, originação ou emissão&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pelo preço de transação, apurado conforme regulamentação vigente, no caso de recebíveis de contratos com clientes sem componente de financiamento significativo; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - pelo valor justo, apurado conforme regulamentação vigente, nos demais casos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Caso o valor justo do instrumento mensurado conforme o inciso II do&#160;<strong style=\"\">capu</strong>t seja diferente do valor da contraprestação paga ou recebida na aquisição, originação ou emissão do instrumento financeiro, a instituição deve&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - reconhecer a diferença no resultado do período, para instrumentos financeiros mensurados no nível 1 da hierarquia de valor justo, conforme regulamentação vigente; ou</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - reconhecer a diferença no resultado do período, para instrumentos financeiros mensurados no nível 1 ou no nível 2 da hierarquia de valor justo, conforme regulamentação vigente; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - diferir a diferença de acordo com a realização do ganho ou perda, nos demais casos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O disposto no § 1º, inciso II, não se aplica aos instrumentos classificados na categoria custo amortizado mensurados no nível 3 da hierarquia de valor justo, que devem ser reconhecidos pelo valor da contraprestação paga ou recebida na aquisição, originação ou emissão.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13. &#160;No reconhecimento inicial de instrumentos financeiros classificados nas categorias custo amortizado ou valor justo em outros resultados abrangentes, o valor apurado conforme o art. 12 deve ser ajustado da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no caso de ativos financeiros, devem ser acrescidos os custos de transação atribuíveis individualmente à operação e deduzidos eventuais valores recebidos na aquisição ou originação do instrumento; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no caso de passivos financeiros, devem ser deduzidos os custos de transação atribuíveis individualmente à operação e acrescidos eventuais valores recebidos na emissão do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; Os gastos incorridos na aquisição, originação ou emissão do instrumento que não possam ser apurados e controlados de forma individual, sem uso de rateio, durante todo o prazo do instrumento, devem ser reconhecidos como despesa do período em que ocorrerem.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160;&#160;</span><a name=\"_Hlk143873748\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Os gastos incorridos na aquisição, originação ou emissão do instrumento que não possam ser apurados e controlados de forma individual, sem uso de rateio, durante todo o prazo do instrumento, devem ser reconhecidos como despesa do período em que ocorrerem.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Fica facultado o reconhecimento no resultado do exercício dos custos de transação e dos valores recebidos na aquisição ou originação do instrumento considerados imateriais.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A instituição que utilizar a faculdade de que trata o § 2º deve definir na sua política contábil critérios relativos e absolutos de materialidade que sejam&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - consistentes e passíveis de verificação; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aplicados a todos os instrumentos financeiros, independentemente da natureza do custo ou da receita a ser reconhecida.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Presume-se que é material o custo e a receita que represente mais de 1% (um por cento)&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - da receita total que a instituição obterá com o ativo financeiro; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - dos encargos totais que a instituição incorrerá com o passivo financeiro.</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; É vedado o reconhecimento de ativo e passivo financeiros ou grupo de ativos e passivos financeiros com base em valor líquido, inclusive quando geridos em conjunto.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção II<br></strong><strong style=\"\">Da Apropriação de Receitas e Encargos</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15. &#160;As receitas e os encargos de instrumentos financeiros devem ser reconhecidos no resultado, no mínimo, por ocasião dos balancetes e balanços,&#160;<strong style=\"\">pro rata temporis</strong>, utilizando-se o método de juros efetivos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para os instrumentos financeiros classificados na categoria valor justo no resultado, as receitas e os encargos, se existentes, devem ser apropriados ao resultado de acordo com as taxas de juros e demais formas de remuneração e de encargos definidas em contrato.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16. &#160;Dividendos e outras formas similares de remuneração de instrumentos patrimoniais devem ser reconhecidos pela instituição investidora somente quando esta obtiver o direito de os receber, mensurados conforme valor declarado pela entidade investida.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para os instrumentos patrimoniais que a instituição tenha utilizado a faculdade prevista no art. 6º, os dividendos e as remunerações de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;devem ser&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -<strong style=\"\">&#160;</strong>deduzidos do valor contábil do instrumento, no momento em que a instituição obtém o direito do recebimento, caso se refiram ao ano de aquisição do instrumento e representem recuperação do investimento inicial; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - reconhecidos no resultado do período, nos demais casos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 17. &#160;É vedado o reconhecimento, no resultado do período, de receita de qualquer natureza ainda não recebida relativa a ativo financeiro com problema de recuperação de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único. &#160;As receitas de que tratam o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;somente podem ser apropriadas ao resultado quando do seu efetivo recebimento.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As receitas de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;somente podem ser apropriadas ao resultado quando do seu efetivo recebimento.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput&#160;</strong>e no § 1º não se aplicam às receitas geradas pela recuperação de ativos baixados de que trata o art. 49.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18. &#160;A instituição deve voltar a reconhecer as receitas relativas ao ativo de que trata o art. 17, conforme previsto no art. 15, prospectivamente, a partir do período em que o instrumento deixar de ser caracterizado como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 19.&#160; A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito de ativos financeiros deve ser reconhecida, caso seja aplicável, após o reconhecimento de receitas de que trata o art. 15.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção III<br></strong><strong style=\"\">Das Mensurações Subsequentes</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 20. &#160;Os instrumentos financeiros classificados nas categorias valor justo no resultado ou valor justo em outros resultados abrangentes devem ser avaliados pelo valor justo, conforme definido na regulamentação vigente, no mínimo, por ocasião dos balancetes e balanços, computando-se a valorização ou a desvalorização em contrapartida à adequada conta&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - de receita ou de despesa, no resultado do período, caso seja relativa a instrumentos financeiros classificados na categoria valor justo no resultado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - de outros resultados abrangentes, pelo valor líquido dos efeitos tributários, caso seja relativa a ativos financeiros classificados na categoria valor justo em outros resultados abrangentes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A instituição deve reconhecer os ganhos ou as perdas com a valorização ou a desvalorização mencionadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;de forma segregada da despesa de provisão para perdas associadas ao risco de crédito, caso seja aplicável.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Os ganhos ou perdas não realizados registrados em outros resultados abrangentes, nos termos do inciso II do<strong style=\"\">&#160;caput</strong>, devem ser transferidos, quando da baixa, total ou parcial, na proporção correspondente, para&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a conta representativa de lucros ou prejuízos acumulados, sem efeito sobre o resultado do período, caso seja utilizada a faculdade prevista no art. 6º; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o resultado do período, nos demais casos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A parcela da variação no valor justo de passivo financeiro derivativo mensurado no nível 2 ou 3 de hierarquia de valor justo decorrente de alterações no risco de credito próprio da instituição deve ser reconhecida como componente destacado em outros resultados abrangentes, pelo valor líquido dos efeitos tributários.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; No caso de ativos financeiros classificados na categoria valor justo no resultado, o disposto no § 1º aplica-se somente&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - às operações de crédito e outras operações com característica de concessão de crédito; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aos ativos financeiros com atraso superior a noventa dias no pagamento de principal ou de encargos.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 21. &#160;Os ganhos ou perdas de variação cambial dos instrumentos financeiros devem ser reconhecidos no resultado do período.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para os instrumentos patrimoniais que a instituição tenha utilizado a faculdade prevista no art. 6º, os ganhos ou perdas de variação cambial devem ser reconhecidos em outros resultados abrangentes.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção IV<br></strong><strong style=\"\">Da Mensuração de Instrumentos Renegociados ou Reestruturados</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 22. &#160;No caso de reestruturação de ativos financeiros, o valor contábil bruto do instrumento deve ser reavaliado para representar o valor presente dos fluxos de caixa contratuais reestruturados, descontados pela taxa de juros efetiva originalmente contratada.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Ao valor contábil bruto do ativo financeiro reestruturado devem ser acrescidos os custos de transação e deduzidos eventuais valores recebidos na reestruturação do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A diferença resultante da reavaliação mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser reconhecida no resultado do período em que ocorrer a reestruturação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Na apuração da diferença de que trata o § 2º, não devem ser consideradas eventuais novas concessões de crédito pela instituição na reestruturação do ativo financeiro.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Caso não haja previsão contratual de fluxos de caixa futuros, a instituição deve considerar, na apuração do valor contábil bruto do instrumento reestruturado, o valor presente da melhor estimativa dos montantes a serem recebidos durante o prazo esperado do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Caso a reestruturação envolva mais de um instrumento, a instituição deve apurar o valor presente dos fluxos de caixa contratuais reestruturados, descontados pela média das taxas de juros efetivas originalmente contratadas, ponderadas pelo valor dos instrumentos envolvidos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; O disposto neste artigo aplica-se também a ativos financeiros adquiridos ou originados para liquidação total ou parcial com o objetivo de reestruturação de instrumentos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 23.&#160; No caso de renegociação não caracterizada como reestruturação de instrumentos financeiros, a instituição deve&#58;</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 23.&#160; No caso de renegociação de instrumentos financeiros não caracterizada como reestruturação, a instituição deve reavaliar o instrumento para que passe a representar o valor presente dos fluxos de caixa descontados pela taxa de juros efetiva, conforme as condições contratuais renegociadas.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - baixar o instrumento financeiro original; e</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - reconhecer o novo instrumento conforme o disposto na Subseção I desta Seção.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção V<br></strong><strong style=\"\">Da Mensuração de Investimentos Mantidos para Venda</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 24.&#160; Os investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto avaliados pelo método de equivalência patrimonial que a instituição decide realizá-los pela sua venda, estejam disponíveis para venda imediata e cuja alienação seja altamente provável devem ser mensurados, a partir da data em que a instituição decidir vendê-los, pelo menor valor entre&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor contábil líquido do ativo, deduzidas as provisões para perdas por redução ao valor recuperável; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor justo do ativo, avaliado conforme o disposto na regulamentação específica, líquido de despesas de vendas.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Da Baixa e da Transferência</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção I<br></strong><strong style=\"\">Dos Ativos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 25. &#160;As instituições mencionadas no art. 1º devem baixar um ativo financeiro quando&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os direitos contratuais ao fluxo de caixa do ativo financeiro expirarem; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o ativo financeiro for transferido e a transferência se qualificar para a baixa nos termos desta Resolução.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para fins do disposto no inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o ativo financeiro é transferido quando&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os direitos contratuais ao fluxo de caixa forem transferidos; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os direitos contratuais ao fluxo de caixa forem retidos, mas a instituição assumir a obrigação contratual de pagar os fluxos de caixa a um ou mais recebedores, desde que observadas as seguintes condições&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) inexistência de obrigação da instituição pagar valores a eventuais recebedores, exceto se cobrar valores equivalentes ao do ativo original;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) proibição, pelos termos do contrato de transferência, da instituição vender ou oferecer em garantia o ativo original, exceto como garantia a eventuais recebedores pela obrigação de lhes pagar fluxos de caixa; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) obrigação da instituição de remeter quaisquer fluxos de caixa que cobrar em nome de eventuais recebedores, sem atraso relevante e sem o direito de reinvestir esses fluxos de caixa, exceto investimentos em caixa ou equivalentes de caixa durante o curto período de liquidação, desde que eventuais juros auferidos sejam repassados aos recebedores.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 26. &#160;As instituições referidas no art. 1º devem classificar a transferência de ativos financeiros, para fins de registro contábil, nas seguintes categorias&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - operações com transferência substancial dos riscos e benefícios;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - operações com retenção substancial dos riscos e benefícios; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Na categoria operações com transferência substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente transfere substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação, tais como&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - venda incondicional de ativo financeiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - venda de ativo financeiro em conjunto com opção de recompra pelo valor justo desse ativo no momento da recompra; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - venda de ativo financeiro em conjunto com opção de compra ou de venda cujo exercício seja improvável de ocorrer.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Na categoria operações com retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação, tais como&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - venda de ativo financeiro em conjunto com compromisso de recompra do mesmo ativo a preço fixo ou o preço de venda adicionado de quaisquer rendimentos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - contratos de empréstimo de títulos e valores mobiliários;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - venda de ativo financeiro em conjunto com&#160;<strong style=\"\">swap</strong>&#160;de taxa de retorno total que transfira a exposição ao risco de mercado de volta ao vendedor ou cedente;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - venda de ativo financeiro em conjunto com opção de compra ou de venda cujo exercício seja provável de ocorrer; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - venda de recebíveis para os quais o vendedor ou o cedente garanta por qualquer forma compensar o comprador ou o cessionário pelas perdas de crédito que venham a ocorrer, ou cuja venda tenha ocorrido em conjunto com a aquisição de cotas subordinadas do fundo de investimento comprador, observado o disposto no art. 27.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Na categoria operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente não transfere nem retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 27. &#160;A avaliação quanto à transferência ou retenção dos riscos e benefícios de propriedade dos ativos financeiros é de responsabilidade da instituição e deve ser efetuada com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, utilizando-se como metodologia, preferencialmente, a comparação da exposição da instituição, antes e após a venda ou a transferência, relativamente à variação no valor presente do fluxo de caixa esperado associado ao ativo financeiro descontado pela taxa de juros de mercado apropriada, observado que&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a instituição vendedora ou cedente transfere substancialmente todos os riscos e benefícios quando sua exposição à variação no valor presente do fluxo de caixa futuro esperado é reduzida significativamente; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a instituição vendedora ou cedente retém substancialmente todos os riscos e benefícios quando sua exposição à variação no valor presente do fluxo de caixa futuro esperado não é alterada significativamente.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A avaliação definida no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não é necessária nos casos em que a transferência ou retenção dos riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro seja evidente.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Presume-se que os riscos e benefícios do ativo financeiro foram retidos pelo vendedor ou cedente quando o valor da garantia prestada, por qualquer forma, para compensação de perdas de crédito, for superior à perda esperada ou ainda quando o valor das cotas subordinadas de fundos de investimento adquiridas for superior à perda esperada.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A avaliação definida no&#160;<strong style=\"\">caput&#160;</strong>não pode ser divergente entre as instituições referidas no art. 1º que sejam contraparte em uma mesma operação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 28. &#160;Para o registro contábil da venda ou da transferência de ativos financeiros classificada na categoria operações com transferência substancial dos riscos e benefícios, devem ser observados os seguintes procedimentos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pela instituição vendedora ou cedente&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo financeiro objeto de venda ou de transferência deve ser baixado; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o resultado positivo ou negativo apurado na negociação deve ser apropriado ao resultado do período de forma segregada; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - pela instituição compradora ou cessionária, o ativo financeiro adquirido deve ser registrado de acordo com os arts. 12 e 13, em conformidade com a natureza da operação original, mantidos controles analíticos extracontábeis sobre o valor original contratado da operação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 29. &#160;Para o registro contábil da venda ou da transferência de ativos financeiros classificada na categoria operações com retenção substancial dos riscos e benefícios, devem ser observados os seguintes procedimentos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pela instituição vendedora ou cedente&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo financeiro objeto da venda ou da transferência deve permanecer, na sua totalidade, registrado no ativo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os valores recebidos na operação devem ser registrados no ativo tendo como contrapartida passivo referente à obrigação assumida; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) as receitas e as despesas devem ser apropriadas de forma segregada ao resultado do período pelo prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - pela instituição compradora ou cessionária&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os valores pagos na operação devem ser registrados no ativo como direito a receber da instituição cedente; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as receitas devem ser apropriadas ao resultado do período, pelo prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 30. &#160;Para o registro contábil da venda ou da transferência de ativos financeiros classificada na categoria operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios, com transferência de controle do ativo financeiro objeto da negociação, devem ser&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - observados os procedimentos definidos no art. 28; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - reconhecidos separadamente como ativo ou passivo quaisquer novos direitos ou obrigações advindos da venda ou da transferência.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 31. &#160;Para o registro contábil da venda ou da transferência de ativos financeiros classificada na categoria operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios, com retenção do controle do ativo financeiro objeto da negociação, devem ser observados os seguintes procedimentos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pela instituição vendedora ou cedente&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo permanece registrado na proporção do seu envolvimento continuado, que é o valor pelo qual a instituição continua exposta às variações no valor do ativo transferido;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o passivo referente à obrigação assumida na operação deve ser reconhecido;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o resultado positivo ou negativo apurado na negociação, referente à parcela cujos riscos e benefícios foram transferidos, deve ser apropriado proporcionalmente ao resultado do período de forma segregada; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) as receitas e despesas devem ser apropriadas de forma segregada ao resultado do período, pelo prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - pela instituição compradora ou cessionária&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os valores pagos na operação devem ser registrados no ativo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. em conformidade com a natureza da operação original na proporção correspondente ao ativo financeiro para o qual o comprador ou cessionário adquire os riscos e benefícios; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. como direito a receber da instituição cedente na proporção correspondente ao ativo financeiro para o qual o comprador ou cessionário não adquire os riscos e benefícios; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as receitas devem ser apropriadas ao resultado do período, pelo prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para efeito do disposto no inciso I, alínea &quot;a&quot;, quando o envolvimento continuado adquirir a forma de garantia, de qualquer natureza, esse valor deverá ser o menor entre o valor do próprio ativo financeiro e o valor garantido.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 32. &#160;O ativo financeiro vendido ou transferido e o respectivo passivo gerado na operação, quando houver, bem como a receita e a despesa decorrentes, devem ser registrados de forma segregada, vedada a compensação de ativos e passivos, bem como de receitas e despesas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 33. &#160;A operação de venda ou de transferência de ativos financeiros, cuja cobrança permaneça sob a responsabilidade do vendedor ou cedente, deve ser registrada como cobrança simples por conta de terceiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Eventuais benefícios e obrigações decorrentes do contrato de cobrança devem ser registrados como ativos e passivos pelo valor justo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 34. &#160;Para o registro contábil dos ativos financeiros oferecidos em garantia de operações de venda ou de transferência, devem ser observados os seguintes procedimentos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pela instituição vendedora ou cedente&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) reclassificar o ativo de forma separada de outros ativos financeiros de mesma natureza;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) baixar o ativo financeiro, caso se torne inadimplente na operação para a qual ofereceu o ativo financeiro como garantia e não tenha mais o direito de exigir a sua devolução;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - pela instituição compradora ou cessionária&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) reconhecer o passivo, pelo valor justo, referente à obrigação de devolver o ativo financeiro recebido como garantia à instituição vendedora ou cedente, caso o tenha vendido; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) reconhecer o ativo financeiro pelo valor justo ou baixar a obrigação citada na alínea &quot;a&quot;, conforme o caso, se a instituição vendedora ou cedente se tornar inadimplente na operação para a qual ofereceu o ativo financeiro em garantia e não tenha mais o direito de exigir a sua devolução.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Exceto na situação citada no inciso I, alínea &quot;b&quot;, a instituição vendedora ou cedente deve continuar reconhecendo o ativo financeiro oferecido em garantia e a instituição compradora ou cessionária não deve o reconhecer como seu ativo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 35. &#160;As disposições previstas nesta Subseção&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - aplicam-se também às operações de venda ou de transferência de parcela de ativo financeiro ou de grupo de ativos financeiros similares;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - somente devem ser aplicadas à parcela de ativo financeiro se o objeto da venda ou transferência for parte especificamente identificada do fluxo de caixa do ativo financeiro ou proporção do fluxo de caixa do ativo financeiro; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - devem ser aplicadas sobre o ativo financeiro na sua totalidade, nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção II<br></strong><strong style=\"\">Dos Passivos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 36. &#160;As instituições mencionadas no art. 1º devem baixar um passivo financeiro quando a obrigação especificada no contrato expirar, for liquidada, cancelada ou extinta.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DA PROVISÃO PARA PERDAS ESPERADAS ASSOCIADAS AO RISCO DE CRÉDITO</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Da Alocação dos Instrumentos Financeiros em Estágios</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 37.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem alocar os instrumentos financeiros nos seguintes estágios&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no primeiro estágio&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os instrumentos financeiros que, no reconhecimento inicial, não sejam caracterizados como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os instrumentos financeiros cujo risco de crédito não tenha aumentado significativamente após o reconhecimento inicial;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no segundo estágio&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os instrumentos financeiros cujo risco de crédito tenha aumentado significativamente em relação ao apurado na alocação original no primeiro estágio; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os instrumentos financeiros que deixarem de ser caracterizados como ativo com problema de recuperação de crédito; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - no terceiro estágio, os instrumentos financeiros com problema de recuperação de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para as garantias financeiras prestadas, a alocação de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve considerar a probabilidade de desembolsos futuros pela instituição no caso de a contraparte garantida não honrar a obrigação de acordo com as disposições contratuais vigentes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O instrumento financeiro alocado no terceiro estágio no reconhecimento inicial que, posteriormente, deixar de ser caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito, deve ser realocado para o primeiro estágio.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Fica admitida a realocação para o primeiro estágio do instrumento financeiro que deixar de ser caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito cujo risco de crédito tenha sido reduzido para nível semelhante ao&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - do reconhecimento inicial; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - da alocação original no primeiro estágio, no caso dos instrumentos de que trata o § 2º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Fica admitida a realocação de instrumento financeiro do segundo para o primeiro estágio caso fatos novos relevantes, devidamente comprovados, indiquem a redução do risco de crédito do instrumento para nível semelhante ao da alocação original no primeiro estágio.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 5º&#160; Quando um instrumento financeiro for alocado no terceiro estágio, a instituição deve realocar todos os instrumentos financeiros da mesma contraparte para o terceiro estágio.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Quando um instrumento financeiro for alocado no terceiro estágio, a instituição deve realocar todos os instrumentos financeiros da mesma contraparte para o terceiro estágio na data-base do balancete relativo ao mês em que ocorreu essa alocação.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Fica admitida, em caráter de excepcionalidade, a não realocação estabelecida no § 5º para instrumento financeiro que, em virtude de sua natureza ou de sua finalidade, apresente risco de crédito significativamente inferior ao instrumento da mesma contraparte caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 38.&#160; Para fins de realocação dos instrumentos financeiros em estágios, a avaliação da ocorrência de aumento significativo do risco de crédito deve ser realizada mediante a comparação do risco de crédito existente quando da alocação original do instrumento no primeiro estágio com o risco de crédito existente na data da avaliação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Na renegociação que não se caracterize como uma reestruturação&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - caso essa renegociação envolva somente um instrumento financeiro, deve ser comparado o risco de crédito quando da alocação do instrumento original no primeiro estágio com o risco de crédito do instrumento renegociado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - caso essa renegociação envolva mais de um instrumento financeiro, deve ser comparado o risco de crédito quando da alocação original no primeiro estágio do instrumento mais antigo com o risco de crédito do instrumento renegociado, exceto quando o valor do instrumento mais antigo não for significativo em relação ao montante total renegociado, caso em que deve ser comparado o risco de crédito do instrumento de maior valor com o risco de crédito do instrumento renegociado.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o risco de crédito do instrumento financeiro deve ser determinado pela probabilidade de o instrumento se tornar um ativo com problema de recuperação de crédito durante todo o prazo esperado do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, admite-se que a instituição determine o risco de crédito considerando a probabilidade de o instrumento financeiro se caracterizar como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito nos 12 (doze) meses seguintes à data da avaliação, exceto se&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o instrumento financeiro somente possui obrigações de pagamento significativas após os 12 (doze) meses seguintes à data da avaliação;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as alterações em fatores macroeconômicos relevantes ou em outros fatores relativos a risco de crédito não são adequadamente refletidas na probabilidade de o instrumento financeiro se caracterizar como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito nos 12 (doze) meses seguintes à data da avaliação; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - as alterações em fatores relacionados com o risco de crédito somente têm impacto ou têm efeito mais significativo sobre o risco de crédito do instrumento financeiro após 12 (doze) meses.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; O prazo esperado do instrumento não pode ser superior ao prazo contratual, exceto quando se tratar de&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - compromisso de crédito não utilizado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - instrumentos cujo prazo contratual&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) seja significativamente inferior ao prazo esperado do instrumento; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) não represente com fidedignidade o prazo do instrumento, avaliado segundo a essência econômica da operação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Caso não seja possível mensurar com confiabilidade o prazo esperado do instrumento, a instituição deve considerar o prazo contratual.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Para fins de avaliação da ocorrência de aumento significativo do risco de crédito de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição deve considerar todas as informações razoáveis e sustentáveis que possam afetar o risco de crédito do instrumento, considerando, no mínimo, os seguintes elementos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mudanças significativas, correntes ou esperadas, em indicadores de risco de crédito da contraparte, internos e externos à instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - alterações adversas nas condições de negócios, financeiras ou econômicas, correntes ou esperadas, capazes de alterar significativamente a capacidade da contraparte de cumprir suas obrigações nas condições pactuadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - reestruturação de outras obrigações da contraparte; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - atraso no pagamento de principal ou de encargos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; Para os instrumentos financeiros alocados no primeiro estágio, considera-se que há aumento significativo do risco de crédito, independentemente de outros fatores, quando ocorrer atraso em período superior a 30 (trinta) dias no pagamento do principal ou de encargos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; Diante de evidências consistentes e verificáveis, devidamente comprovadas, de que o aumento significativo do risco de crédito ocorre em período superior ao definido no § 7º, admite-se que a instituição considere atraso de até 60 (sessenta) dias.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 9º &#160;A instituição deve considerar prazo inferior ao estabelecido no § 7º, caso fique caracterizado que, nesse prazo, há aumento significativo do risco de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 39.&#160; A alocação de que trata o art. 37 deve ser revista&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mensalmente, em face de atraso no pagamento de principal ou de encargos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a cada 6 (seis) meses para instrumentos de uma mesma contraparte cujo montante seja superior a 5% (cinco por cento) do patrimônio líquido da instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - uma vez a cada 12 (doze) meses, para os demais instrumentos não abrangidos pelo disposto no inciso II;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - sempre que novos fatos indicarem alteração significativa da qualidade de crédito, inclusive os decorrentes de alteração nas condições de mercado ou no cenário econômico; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - quando o instrumento for renegociado.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Fica dispensada a revisão de que tratam os incisos II e III do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;para instrumentos financeiros que tenham baixo risco de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no § 1º, o risco de crédito é considerado baixo se&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o instrumento, analisado de forma individual, apresentar probabilidade insignificante de ser caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito durante todo o seu prazo esperado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a contraparte tiver capacidade comprovada de honrar suas obrigações nas condições pactuadas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a capacidade financeira da contraparte não for impactada significativamente por alterações adversas nas condições econômicas e do mercado.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Da Avaliação da Perda Esperada Associada ao Risco de Crédito</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 40.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem avaliar a perda esperada associada ao risco de crédito dos instrumentos financeiros considerando, pelo menos, os seguintes parâmetros&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a probabilidade de o instrumento ser caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito, considerando, no mínimo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o prazo esperado do instrumento financeiro; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a situação econômica corrente e previsões razoáveis e justificáveis de eventuais alterações nas condições econômicas e de mercado que afetem o risco de crédito do instrumento, durante o seu prazo esperado, inclusive em virtude da existência de eventuais garantias ou colaterais vinculados ao instrumento; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a expectativa de recuperação do instrumento financeiro, considerando, no mínimo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os custos de recuperação do instrumento;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as características de eventuais garantias ou colaterais, tais como modalidade, liquidez e valor presente provável de realização;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) as taxas históricas de recuperação em instrumentos financeiros com características e risco de crédito similares;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) a concessão de vantagens à contraparte; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) a situação econômica corrente e as previsões razoáveis e justificáveis de eventuais alterações nas condições econômicas e de mercado que possam afetar o valor presente provável de realização de eventuais garantias ou colaterais vinculados ao instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A avaliação da perda esperada é de responsabilidade da instituição detentora do instrumento e deve ser efetuada com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, amparada por informações internas e externas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para estimar a perda esperada, a instituição deve utilizar técnica de mensuração compatível com a natureza e a complexidade dos instrumentos financeiros, o porte, o perfil de risco e o modelo de negócio da instituição.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A probabilidade de o instrumento ser caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito de que trata o inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser consistente para todos os instrumentos financeiros da mesma contraparte.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Na estimativa do valor presente provável de realização mencionado na alínea &quot;b&quot; do inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição deve utilizar&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor justo das garantias ou dos colaterais;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os custos e os prazos estimados para execução, venda e recebimento das garantias ou dos colaterais; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160; a taxa de juros efetiva do instrumento financeiro no reconhecimento inicial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Fica facultada a avaliação da perda esperada associada ao risco de crédito com base no atraso no pagamento de principal ou de encargos, no histórico de perdas e outras informações cadastrais, de adimplemento ou inadimplemento relativas à contraparte às quais a instituição tenha acesso, para os ativos financeiros&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - cujo prazo de liquidação seja de até doze meses;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - que não constituam, em conjunto, uma exposição relevante para a instituição; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - que não sejam&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) operações de crédito;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) instrumentos financeiros com característica de concessão de crédito;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) operações de arrendamento mercantil;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) transações de pagamento; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) títulos e valores mobiliários.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 41.&#160; A perda esperada associada ao risco de crédito deve ser revista, no mínimo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a cada 6 (seis) meses, para instrumentos de uma mesma contraparte cujo montante seja superior a 5% (cinco por cento) do patrimônio líquido da instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a cada 12 (doze) meses, para os demais instrumentos; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - sempre que novos fatos indicarem alteração relevante no risco de crédito do instrumento e no valor provável de realização de garantias ou colaterais, quando existentes.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Do Tratamento dos Instrumentos por Carteiras</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 42.&#160; A apuração do risco de crédito de que trata o art. 38 e da perda esperada associada ao risco de crédito, conforme o art. 40, pode ser realizada de forma coletiva mediante utilização de modelo adequado ao tratamento de risco de crédito por carteira.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Somente podem ser agrupados, conforme o disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, os instrumentos financeiros&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - que pertençam ao mesmo grupo homogêneo de risco;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - que sejam definidos na política de crédito e nos procedimentos de gestão de crédito da instituição como operações de varejo, considerando, no mínimo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o valor do instrumento; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a exposição total da instituição à contraparte; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - cujo gerenciamento seja realizado de forma massificada.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, grupo homogêneo de risco é o conjunto de instrumentos financeiros com características semelhantes que permitam a avaliação e a quantificação do risco de crédito de forma coletiva, considerando&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - as características de risco de crédito da contraparte;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as características de risco de crédito do instrumento, considerando a modalidade do instrumento e o tipo de garantias ou colaterais relacionados com o instrumento, quando existentes;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o estágio em que o instrumento está alocado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o atraso no pagamento de principal ou de encargos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o risco de crédito e a alocação em estágios de outros instrumentos da mesma contraparte; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - os demais aspectos relevantes, a exemplo do segmento econômico e da localização geográfica da contraparte e do período de aquisição ou de originação e do prazo do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A instituição deve estabelecer critérios consistentes e passíveis de verificação, devidamente documentados, para definir grupo homogêneo de risco, valor do instrumento e exposição total a uma contraparte considerados na determinação de operações de varejo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Na definição dos grupos homogêneos de risco, a instituição não deve concentrar significativamente os instrumentos em determinados grupos, salvo se as concentrações forem justificadas por evidências que comprovem razoável homogeneidade dos instrumentos e das respectivas contrapartes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;A quantidade de instrumentos associados a um determinado grupo homogêneo de risco deve ser suficiente para permitir a adequada mensuração e validação dos parâmetros de risco do grupo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoListParagraph\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; A instituição deve revisar&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a definição dos grupos homogêneos de risco, observado o disposto no § 2º, periodicamente e sempre que houver&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) evidências de perda de homogeneidade;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) insuficiência de instrumentos em determinado grupo; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) aumento significativo da concentração de instrumentos em um mesmo grupo; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a alocação dos instrumentos nos grupos homogêneos de risco&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) mensalmente, em face de atraso no pagamento de principal ou de encargos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) sempre que houver evidências de que as características do instrumento deixaram de se assemelhar às do grupo; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) anualmente, nos demais casos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 43.&#160; O disposto no § 5º do art. 37 e no § 3º do art. 40 não se aplica aos instrumentos de que trata esta Seção.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Da Apuração da Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção I<br></strong><strong style=\"\">Da Metodologia para Apuração da Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 44.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem constituir provisão em montante correspondente às perdas esperadas associadas ao risco de crédito de instrumentos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 45.&#160; Para fins de mensuração da provisão, deve-se considerar como base de cálculo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor contábil bruto dos ativos financeiros, exceto operações de arrendamento mercantil;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor presente dos montantes totais a receber em operações de arrendamento mercantil;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o valor presente dos desembolsos futuros estimados de responsabilidade da instituição vinculados a contratos de garantias financeiras prestadas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o valor presente da estimativa de utilização de recursos de compromissos de crédito; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o valor presente do crédito a liberar.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; No cálculo do valor presente de que trata o inciso II, deve ser utilizada taxa equivalente aos encargos financeiros previstos em contrato ou, se não houver essa previsão, a taxa que equaliza o valor do bem arrendado, na data da contratação, ao valor presente de todos os recebimentos e pagamentos previstos ao longo do prazo contratual, incluindo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor residual garantido; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor provável de realização do bem arrendado no final do contrato, deduzidos os custos de venda, no caso de inexistência de valor residual garantido.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para os valores de que tratam os incisos IV e V do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser considerado&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o período de 12 (doze) meses, para os compromissos de crédito e os créditos a liberar alocados no primeiro estágio; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o prazo esperado do instrumento, para os compromissos de crédito e os créditos a liberar alocados nos demais estágios.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 46.&#160; A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito deve ser constituída, no reconhecimento inicial do instrumento financeiro, como despesa do período, em contrapartida à adequada conta&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - do ativo, no caso de perdas relativas a ativos financeiros; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - do passivo, no caso de perdas referentes a&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) garantias financeiras prestadas;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) compromissos de crédito e créditos a liberar de que trata a alínea &quot;c&quot; do inciso II do art. 1º; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) contraprestações vincendas relativas a operações de arrendamento mercantil operacional.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 47.&#160; A instituição deve constituir a provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito de acordo com o estágio no qual o instrumento financeiro está alocado, da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - primeiro estágio&#58; a provisão deve corresponder à perda esperada apurada pela instituição, considerando a probabilidade de o instrumento financeiro se caracterizar como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito nos próximos 12 (doze) meses ou durante o prazo esperado do instrumento, quando este for inferior a 12 (doze) meses;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - segundo estágio&#58; a provisão deve corresponder à perda esperada apurada pela instituição, considerando a probabilidade de o instrumento financeiro se caracterizar como ativo com problema de recuperação de crédito durante todo o prazo esperado do instrumento financeiro; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - terceiro estágio&#58; a provisão deve corresponder à perda esperada apurada pela instituição, considerando que o instrumento se caracteriza como um ativo com problema de recuperação de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Fica facultado à instituição reconhecer a provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito conforme o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;para instrumentos alocados no primeiro estágio.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A instituição que utilizar a faculdade de que trata o § 1º deve reconhecer a provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito conforme o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;para todos os instrumentos com características semelhantes, de forma consistente ao longo do tempo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 48.&#160; A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito deve ser revista, no mínimo, mensalmente, ou sempre que houver alteração na estimativa da perda esperada ou no estágio no qual está alocado o instrumento, em contrapartida ao resultado do período.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 49.&#160; O ativo financeiro deve ser baixado em virtude de perdas esperadas associadas ao risco de crédito caso não seja provável que a instituição recupere o seu valor.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A instituição deve manter controles para identificação dos ativos financeiros baixados nos termos deste artigo enquanto não forem esgotados todos os procedimentos para cobrança, observado prazo mínimo de 5 (cinco) anos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; Os\ninstrumentos baixados nos termos deste artigo que forem renegociados devem ser alocados,\nna data da renegociação, no terceiro estágio, com provisão para perdas\nesperadas associadas ao risco de crédito igual a 100% (cem por cento) do valor\ndo instrumento.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><a name=\"_Hlk207368721\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;Os instrumentos baixados nos termos deste\nartigo que deixem de atender a condição de que trata o </span><em style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\">caput </em><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\">devem ser</span>&#58; </span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5244\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de\n1º/9/2025, pela Resolução CMN nº 5.244, de 28/8/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">I\n- reconhecidos conforme os arts. 22 e 23, no caso de reestruturação ou\nrenegociação, ou pelo valor presente da melhor estimativa dos montantes a serem\nrecebidos, nos demais casos; e</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5244\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/9/2025,\npela Resolução CMN nº 5.244, de 28/8/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">II\n- caracterizados como ativo com problemas de recuperação de crédito, com\nprovisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito igual a 100% (cem\npor cento) do valor do instrumento.</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5244\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/9/2025,\npela Resolução CMN nº 5.244, de 28/8/2025.)</span></a><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O disposto no § 2º também se aplica a instrumentos financeiros utilizados para liquidação ou refinanciamento de instrumentos baixados na forma deste artigo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Fica facultada a constituição de provisão inferior à prevista no § 2º quando houver amortização significativa da operação ou quando fatos novos relevantes, devidamente comprovados, indicarem a melhora significativa na capacidade de a contraparte honrar a obrigação, nas condições pactuadas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;A instituição deve estabelecer critérios consistentes e passíveis de verificação, devidamente documentados, para a baixa de ativos financeiros de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><a name=\"_Hlk76044438\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção II<br></strong></a><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Metodologia Simplificada de Apuração da Provisão para Perdas Esperadas Associadas ao Risco de Crédito</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 50.&#160; As instituições enquadradas no Segmento 4 (S4) ou no Segmento 5 (S5), conforme regulamentação vigente, ou integrantes de conglomerado prudencial enquadrado nesses segmentos, devem utilizar metodologia simplificada de apuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Fica facultado às instituições enquadradas no S4 ou integrantes de conglomerado prudencial enquadrado nesse segmento, mediante prévia autorização do Banco Central do Brasil, a utilização da metodologia para avaliação da perda esperada e apuração e constituição da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito conforme definido nas Seções I a III deste Capítulo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A autorização de que trata o § 1º fica condicionada à comprovação pela instituição de que mantém modelos e sistemas internos de mensuração e de classificação do risco de crédito, controles internos e gestão de riscos compatíveis com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e a exposição ao risco de crédito.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Uma vez concedida a autorização de que trata o § 1º, depende de aprovação do Banco Central do Brasil a utilização da metodologia simplificada.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;A autorização de que trata o § 1º pode ser cancelada, a critério do Banco Central do Brasil, caso os requisitos de que trata o § 2º deixem de ser atendidos ou os valores apurados da provisão não reflitam adequadamente a perda esperada associada ao risco de crédito da instituição.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; O disposto no&#160;<em style=\"\">caput</em><strong style=\"\">&#160;</strong>não se aplica às cooperativas de crédito&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - integrantes de sistemas cooperativos de dois ou de três níveis que contenham instituição enquadrada nos segmentos 1 (S1), 2 (S2) ou 3 (S3), conforme regulamentação vigente; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - integrantes de sistemas cooperativos composto somente por instituições enquadradas nos segmentos 4 (S4) ou 5 (S5), conforme regulamentação vigente, cuja cooperativa central, no caso de dois níveis, ou confederação, no caso de três níveis, seja autorizada pelo Banco Central do Brasil a utilizar a metodologia de que trata o § 1º.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Todas as instituições integrantes dos sistemas cooperativos de que trata o § 5º devem utilizar os mesmos modelos e sistemas internos de mensuração e de classificação do risco de crédito.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 51. &#160;A metodologia simplificada de que trata o art. 50 deve considerar&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - em relação à contraparte pessoa jurídica&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) situação econômico-financeira;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) grau de endividamento;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) histórico de pagamentos;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) limites de crédito na instituição e no sistema financeiro; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) adequação entre os fluxos de caixa do devedor e suas obrigações com instituições financeiras;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - em relação à contraparte pessoa natural&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) renda;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) comprometimento da renda com obrigações contraídas com a instituição e com outras instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) tempestividade no pagamento de obrigações contraídas com a instituição e com outras instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) patrimônio; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - em relação ao instrumento financeiro&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) natureza e finalidade da operação;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) características das garantias ou colaterais, quando existentes, tais como modalidade, liquidez e valor presente provável de realização; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) valor contábil.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A apuração da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito de instrumentos financeiros é de responsabilidade da instituição detentora do instrumento, ou que retenha riscos e benefícios de instrumentos financeiros transferidos na forma desta Resolução, e deve ser efetuada com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, amparada por informações internas e externas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Adicionalmente aos aspectos mencionados no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, devem ser consideradas outras informações cadastrais, de adimplemento e inadimplemento relativas à contraparte às quais a instituição tenha acesso.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Na estimativa do valor presente provável de realização mencionado na alínea &quot;b&quot; do inciso III do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição deve utilizar&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor justo de venda das garantias ou colaterais;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os custos e prazos estimados para execução, venda e recebimento das garantias ou dos colaterais; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a taxa de juros efetiva do instrumento financeiro no reconhecimento inicial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 4º &#160;A provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito relativa a instrumentos financeiros de uma mesma contraparte deve ser definida considerando aquela que apresentar maior perda esperada, admitindo-se excepcionalmente provisão inferior para determinado instrumento, que, em virtude de sua natureza ou de sua finalidade, apresente risco de crédito significativamente inferior.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Quando um instrumento financeiro for caracterizado como ativo com problema de recuperação de crédito, todos os instrumentos financeiros da mesma contraparte devem, na data-base do balancete relativo ao mês em que ocorreu a caracterização, ser caracterizados como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito, admitindo-se excepcionalmente a não caracterização de determinado instrumento que, em virtude de sua natureza ou de sua finalidade, apresente risco de crédito significativamente inferior.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; O disposto nas Seções I a III deste Capítulo e nos arts. 45, § 2º, e 47 não se aplica às instituições que utilizarem a metodologia simplificada de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput.</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO V<br>DA CONTABILIDADE DE&#160;<strong style=\"\">HEDGE</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Dos Instrumentos de Hedge</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 52.&#160; Podem ser designados como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instrumento financeiro derivativo, exceto derivativo embutido em contrato híbrido cujo componente principal seja ativo financeiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ativo financeiro não derivativo classificado na categoria valor justo no resultado; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - componente de variação cambial de passivo financeiro não derivativo ou de ativo financeiro não derivativo, exceto quando esse ativo for instrumento patrimonial de outra entidade classificado na categoria valor justo em outros resultados abrangentes, exclusivamente para proteção do risco cambial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Observado o disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição pode designar como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - um instrumento em sua totalidade; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - uma proporção do valor total do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; É permitida a designação de combinação dos instrumentos de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;elencados no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, incluindo os casos em que os riscos decorrentes de alguns instrumentos de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;compensem aqueles decorrentes de outros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A designação do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ser efetuada considerando as variações de valor justo relativas a todo o seu prazo contratual.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Para fins de contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, são elegíveis à designação como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;somente contratos com contraparte externa à instituição que reporta.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Opções lançadas não se qualificam como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, a menos que sejam designadas como compensação para opções compradas, incluindo aquelas que estiverem embutidas em outro instrumento financeiro.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Dos Itens Objeto de Hedge</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 53.&#160; Podem ser designados como itens objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ativo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - passivo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - compromisso firme ainda não reconhecido como ativo ou passivo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV- transação prevista altamente provável, realizados com contraparte externa à instituição; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - investimento líquido em operação no exterior, exclusivamente para proteção de risco cambial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A instituição pode designar como item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - um item em sua totalidade;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - um componente do item;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - um grupo de itens gerenciados em conjunto, ou componente desse grupo, incluindo um grupo de itens que constituam uma posição líquida; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - uma exposição agregada de itens mencionados no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;e um ou mais instrumentos financeiros derivativos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso da designação de componente do item, conforme o inciso II do § 1º, pode ser designado como item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - uma variação nos fluxos de caixa ou no valor justo de item atribuível a risco ou a riscos específicos, desde que o componente de risco seja separadamente identificável e mensurável de forma confiável;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - um ou mais fluxos de caixa contratuais selecionados; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - uma proporção ou uma parte específica do valor nominal do item ou do grupo de itens.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Para fins de contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, considera-se posição líquida aquela resultante de um grupo de itens cujas posições de risco se compensem.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; No caso de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa, conforme definido no inciso II do art. 55, uma posição líquida somente é elegível como item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;se o risco protegido for de natureza cambial e a designação especificar a natureza, o montante e os períodos específicos em que essas exposições afetam o resultado.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Para fins de contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, são elegíveis à designação como objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;somente contratos com contraparte externa à instituição que reporta, com exceção de transações que não devem ser eliminadas nas demonstrações contábeis consolidadas de entidade de investimento, conforme regulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Dos Critérios de Qualificação para Contabilidade de Hedge</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 54.&#160; Qualificam-se para contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;as relações de proteção que sejam&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - constituídas apenas por instrumentos de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e itens objetos de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;previstos nos arts. 52 e 53;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - designadas e documentadas formalmente desde o início da relação de proteção; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - efetivas.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Consideram-se efetivas as relações de proteção que observem, cumulativamente, os seguintes requisitos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a relação econômica entre o item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e o instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;é passível de comprovação;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o efeito do risco de crédito não é predominante nas variações de valor que resultem dessa relação econômica; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o índice de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, medido pela relação entre a quantidade do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge&#160;</strong>e a quantidade do item protegido em termos de sua ponderação relativa, atende ao nível de proteção definido na estratégia de gerenciamento de riscos da instituição.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para análise dos requisitos de efetividade, é permitida a realização de avaliação qualitativa quando os termos críticos do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, valor nominal, vencimento e risco subjacente, são idênticos ou estão estreitamente alinhados.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A documentação prevista no inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve conter&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o objetivo e a estratégia de gestão de risco da instituição para a contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a identificação do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e da natureza do risco que está sendo protegido;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a análise prospectiva do atendimento aos requisitos de efetividade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e das fontes de inefetividade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o valor do índice de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e o método utilizado para sua determinação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A instituição deve reequilibrar a relação de proteção, ajustando as quantidades designadas do item objeto ou do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, de forma a manter índice de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;que cumpra os requisitos de efetividade se, e somente neste caso, a relação de proteção deixar de atender ao requisito de efetividade relativamente ao índice de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, mas o objetivo do gerenciamento de risco dessa relação continuar o mesmo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; A instituição deve reavaliar a efetividade do&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, no mínimo, mensalmente e sempre que houver indícios de circunstância que afete sua efetividade.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; A substituição ou a renovação do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, se estiver em consonância com o objetivo de gerenciamento de risco previamente documentado, não implica desqualificação da relação de proteção.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação das Operações de Hedge</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 55.&#160; As operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;devem ser classificadas em uma das categorias a seguir&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo&#58; relação que visa a proteger a instituição dos efeitos das alterações no valor justo de ativo, de passivo, de compromisso firme ainda não reconhecido como ativo ou passivo, ou de componente de quaisquer desses itens, que seja atribuível a risco específico e que possa afetar o resultado ou outros resultados abrangentes;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa&#58; relação que visa a proteger a instituição dos efeitos da variabilidade nos fluxos de caixa que seja atribuível a risco específico associado à totalidade ou a componente de ativo ou de passivo ou a transação prevista altamente provável que possa afetar o resultado; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de investimento líquido no exterior&#58; relação que visa a proteger a instituição, no todo ou em parte, dos riscos decorrentes da exposição à variação cambial de investimento líquido no exterior cuja moeda funcional, conforme definido na regulamentação específica, seja diferente da moeda nacional.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;É facultado à instituição classificar um compromisso firme ainda não reconhecido como ativo ou passivo na categoria&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa quando o risco protegido for cambial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção V<br></strong><strong style=\"\">Da Contabilidade de Hedge</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 56.&#160; Atendidos os critérios de qualificação, o&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo deve ser reconhecido, a partir da data da designação, da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o ganho ou a perda no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ser reconhecido no resultado; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o ganho ou a perda no item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ajustar o seu valor contábil em contrapartida ao resultado.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Caso o item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;seja um compromisso firme ainda não reconhecido como ativo ou passivo, o ganho ou a perda nesse item deve ser registrado em contas patrimoniais em contrapartida ao resultado.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Quando o compromisso firme objeto de proteção for reconhecido como ativo ou passivo, o ganho ou a perda mencionado no § 1º deve compor o seu custo de aquisição, emissão ou originação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Caso o item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;seja um instrumento patrimonial de outra entidade designado no reconhecimento inicial na categoria valor justo em outros resultados abrangentes, o ganho ou a perda no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e no item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ser registrado em outros resultados abrangentes, registro que deve ser mantido mesmo em caso de descontinuidade da relação de proteção.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Em caso de descontinuidade da relação de proteção de valor justo cujo item objeto de proteção seja instrumento financeiro mensurado ao custo amortizado, o ganho ou a perda mencionada no inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser amortizado no resultado da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - proporcionalmente, de acordo com o prazo remanescente do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, utilizando a taxa de juros efetiva, que deve ser recalculada na data em que começar a amortização; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - integralmente, quando da baixa do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 57.&#160; Atendidos os critérios de qualificação, as operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa devem ser reconhecidas, a partir da data da designação, da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a parcela de ganho ou de perda no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;correspondente à proteção efetiva deve ser reconhecida em contrapartida à conta destacada no patrimônio líquido pelo valor líquido dos efeitos tributários; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o eventual ganho ou perda remanescente no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>,<strong style=\"\">&#160;</strong>correspondente à inefetividade da proteção, deve ser reconhecido em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor contábil do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;não deve ser alterado em decorrência da contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Considera-se parcela de proteção efetiva o menor valor, em termos absolutos, entre&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o ganho ou a perda acumulado no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;desde a designação da relação de proteção; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a variação acumulada no valor justo do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, determinado pelo valor presente da alteração acumulada nos fluxos de caixa futuros esperados protegidos, desde a designação da relação de proteção.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 58.&#160; O valor acumulado na conta destacada do patrimônio líquido referente às operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa deve&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ser reclassificado para o resultado nos mesmos períodos nos quais os fluxos de caixa futuros esperados do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;afetem o resultado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ajustar o reconhecimento contábil inicial de ativo não financeiro ou passivo não financeiro resultante de transação prevista altamente provável; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ser registrado em contas patrimoniais, caso uma transação prevista altamente provável se torne compromisso firme ainda não reconhecido como ativo ou passivo, ao qual se aplicam os critérios para contabilização de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo nos termos do art. 56.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor mencionado no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser reconhecido imediatamente no resultado do período, caso represente perda cuja recuperação total ou parcial não seja esperada.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Em caso de descontinuidade do&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de fluxo de caixa, o valor acumulado em conta destacada do patrimônio líquido deve&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - permanecer registrado no patrimônio líquido, caso ainda se espere que ocorram os fluxos de caixa futuros protegidos, devendo ser reclassificado para o resultado quando de suas efetivas ocorrências, exceto quando não seja esperada a recuperação total ou parcial da perda mencionada no § 1º; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ser imediatamente reclassificado para o resultado, caso não se espere mais a ocorrência dos fluxos de caixa futuros protegidos.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 59.&#160; Atendidos os critérios de qualificação, as operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de investimento líquido no exterior devem ser reconhecidas, a partir da data da designação, da seguinte forma&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a parcela de ganho ou de perda no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;correspondente à proteção efetiva deve ser reconhecida em contrapartida à conta destacada no patrimônio líquido pelo valor líquido dos efeitos tributários; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o eventual ganho ou perda remanescente no instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, correspondente à inefetividade da proteção, deve ser reconhecido em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor acumulado reconhecido em conta destacada do patrimônio líquido, conforme inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser reclassificado para o resultado, na proporção correspondente, quando da alienação total ou parcial da operação no exterior.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, aplica-se o conceito de parcela de proteção efetiva disposto no § 2º do art. 57.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 60.&#160; A instituição deve descontinuar a contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, de forma prospectiva, somente quando a relação de proteção deixar de atender aos critérios de qualificação previstos no art. 54, sendo vedada a descontinuação voluntária.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A descontinuação da contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;pode ser total ou parcial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção VI<br></strong><strong style=\"\">Do Hedge de Valor Justo da Exposição à Taxa de Juros de Carteira de Ativos ou de Passivos Financeiros</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 61.&#160; Fica facultada às instituições mencionadas no art. 1º o reconhecimento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo da exposição à taxa de juros de carteira de ativos ou de passivos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é permitido designar como item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;parte da carteira de ativos financeiros ou de passivos financeiros que partilham o risco que está sendo protegido.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Fica permitida a designação do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de que trata o § 1º em termos de valor monetário, em vez de ativos ou passivos individuais.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A carteira de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;pode ser composta apenas por ativos financeiros, apenas por passivos financeiros ou por ativos e passivos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 62.&#160; Podem ser designados como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo de exposição à taxa de juros de que trata esta Seção somente instrumentos financeiros derivativos, na sua totalidade ou uma proporção do seu valor, exceto derivativo embutido em contrato híbrido cujo componente principal seja ativo financeiro, observado o disposto nos §§ 4º e 5º do art. 52.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;mencionado no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;pode ser derivativo único ou uma carteira de derivativos, que contenham exposição ao risco de taxa de juros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A designação do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ser efetuada para todo o seu prazo contratual.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 63.&#160; Atendidos aos critérios de qualificação previstos na Seção III deste Capítulo, as operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo de exposição à taxa de juros de carteira de ativos ou de passivos financeiros devem ser reconhecidas, a partir da data da designação, conforme o disposto no art. 56, observado que o ganho ou a perda no item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;deve ser registrado em rubrica destacada do ativo ou do passivo, conforme o caso.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O saldo das rubricas mencionadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser baixado na proporção em que os ativos ou passivos financeiros forem desreconhecidos e deve ser apresentado, para fins de divulgação, junto dos ativos ou passivos financeiros correspondentes.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 64.&#160; A instituição deve descontinuar a contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, de forma prospectiva, quando a relação de proteção deixar de atender aos critérios de qualificação previstos na Seção III deste Capítulo.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Exclusivamente para o&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de valor justo de exposição à taxa de juros de carteira de ativos ou de passivos financeiros de que trata esta Seção, é permitida a revogação voluntária da relação de proteção.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VI<br>DA EVIDENCIAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE INSTRUMENTOS FINANCEIROS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 65.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem divulgar em notas explicativas às demonstrações financeiras as informações necessárias para que os usuários avaliem&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a relevância dos instrumentos financeiros para a posição patrimonial e financeira e para o desempenho da instituição; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a natureza e a relevância dos riscos resultantes de instrumentos financeiros a que a instituição está exposta durante e ao fim do período contábil.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 66.&#160; Para fins do disposto no art. 65, as instituições mencionadas no art. 1º devem evidenciar, no mínimo&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os modelos de negócios definidos para cada classe relevante de instrumentos financeiros e seus efeitos sobre a posição patrimonial e financeira e sobre o desempenho da instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor contábil dos ativos e dos passivos financeiros classificados em cada uma das seguintes categorias&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) custo amortizado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) valor justo no resultado, segregando aqueles designados no reconhecimento inicial para essa categoria; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) valor justo em outros resultados abrangentes, destacando os investimentos em instrumentos patrimoniais designados no reconhecimento inicial para essa categoria;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os efeitos de eventuais reclassificações de instrumentos financeiros entre as categorias mencionadas no inciso II sobre a posição patrimonial e financeira e sobre o desempenho da instituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - os riscos associados a instrumentos financeiros aos quais a instituição está exposta;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o valor contábil e o respectivo montante de provisão para perdas associadas ao risco de crédito constituída para os instrumentos financeiros alocados em cada estágio;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - a política e a estratégia de utilização da contabilidade de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;para o gerenciamento das exposições resultantes dos riscos específicos aos quais a instituição está exposta; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - a descrição, por categoria de ativo financeiro, da natureza dos riscos e dos benefícios aos quais a instituição eventualmente continua exposta pela transferência de ativos financeiros.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Na divulgação por classe de instrumento financeiro, a instituição deve fornecer informação suficiente para permitir a conciliação com os itens apresentados no balanço patrimonial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VII<br>DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Disposições Gerais</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 67.&#160; Fica o Banco Central do Brasil autorizado a baixar as normas e a adotar as medidas julgadas necessárias à execução do disposto nesta Resolução, dispondo, inclusive sobre&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a definição dos componentes do instrumento financeiro que constituem pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal para fins de classificação de ativos financeiros;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a definição da metodologia de apuração da taxa de juros efetiva do instrumento financeiro;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o estabelecimento de parâmetros para&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a descaracterização do instrumento como ativo com problema de recuperação de crédito, inclusive no que se refere ao período de pagamento tempestivo de que trata o art. 3º, § 4º, inciso II.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a determinação da ocorrência de aumento significativo do risco de crédito;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a mensuração da perda esperada associada ao risco de crédito;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a fixação de níveis mínimos de provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito e prazos para baixa de instrumentos financeiros, considerando períodos de atraso no pagamento de principal ou de encargos, a natureza e a finalidade do instrumento, assim como eventuais garantias ou colaterais, quando existentes;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a definição de critérios adicionais e dos procedimentos para concessão da autorização de que trata o § 1º do art. 50;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - a possibilidade de&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoListParagraph\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) designação como instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;de partes de instrumentos financeiros, inclusive de contrato de opção e de contrato a termo;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoListParagraph\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) designação de quantia líquida, incluindo ativos e passivos financeiros, como item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, assim como os procedimentos e condições para o seu reconhecimento contábil; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoListParagraph\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) substituição de ativos e passivos itens objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, designados conforme a alínea “b”, assim como os procedimentos e as condições para essa substituição;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - os procedimentos específicos para escrituração contábil dos instrumentos financeiros;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - o detalhamento das informações a serem divulgadas em notas explicativas; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - as informações e os documentos que as instituições mencionadas no art. 1º devem manter à disposição do Banco Central do Brasil, complementarmente ao estabelecido no art. 68.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 68.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem manter à disposição do Banco Central do Brasil&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos, ou por prazo superior em decorrência de determinação legal ou regulamentar, os documentos que evidenciem de forma clara e objetiva os critérios para&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) definição dos modelos de negócios, da classificação, da eventual reclassificação, da mensuração e do reconhecimento contábeis de instrumentos financeiros; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) classificação e registro contábil das operações de venda ou de transferência de ativos financeiros;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as informações e demais documentos que indiquem&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os critérios utilizados para alocação dos instrumentos financeiros em estágios de que trata o art. 37;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o valor contábil dos ativos financeiros, desdobrados em&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. custo amortizado;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, quando aplicável; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. ajustes a valor justo, se for o caso;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a definição dos grupos homogêneos de risco e suas respectivas composições;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) os critérios adotados para baixa de ativos financeiros de que trata o art. 49;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) os critérios adotados para definir renegociação e reestruturação de instrumentos financeiros; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) a metodologia e os resultados de avaliações internas e dos testes de aderência dos parâmetros dos modelos utilizados para o cálculo da perda esperada; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os dados históricos produzidos a partir da vigência desta Resolução relativos, no mínimo, aos últimos 5 (cinco) anos referentes&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) à avaliação de risco de crédito do instrumento financeiro, abrangendo a avaliação inicial de risco, a data de cada reavaliação, a metodologia e os principais dados utilizados;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) à provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito, abrangendo a provisão inicial e suas alterações, a metodologia e os principais dados utilizados no seu cálculo; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) às recuperações por tipo de ativo financeiro e de garantia, quando for o caso.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 69.&#160; O Banco Central do Brasil poderá determinar&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - caso considere inadequada a classificação pela instituição, a caracterização de instrumentos financeiros como ativo financeiro com problema de recuperação de crédito;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - caso verifique impropriedade ou inconsistência nos processos de classificação e registro contábil das operações de venda ou de transferência de ativos, a reclassificação, o registro ou a baixa dessas operações e o consequente reconhecimento dos efeitos nas demonstrações financeiras;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - caso identifique inadequação ou insuficiência na mensuração da perda esperada ou no reconhecimento da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a realocação do instrumento financeiro em estágios;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a alteração dos critérios de constituição e de registro da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a constituição de provisão complementar, considerando o nível de provisionamento apurado pelo Banco Central do Brasil em suas atividades de monitoramento e supervisão; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) a redefinição dos grupos homogêneos de risco e de suas respectivas composições; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - caso identifique inadequação na designação ou no reconhecimento contábil, a reclassificação ou a descontinuidade de reconhecimento contábil de operações de&#160;<strong style=\"\">hedge.</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Disposições Transitórias</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 70. &#160;Os critérios contábeis estabelecidos por esta Resolução devem ser aplicados prospectivamente a partir da data de sua entrada em vigor.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Os efeitos dos ajustes decorrentes da aplicação dos critérios contábeis estabelecidos por esta Resolução devem ser registrados em contrapartida à conta de lucros ou prejuízos acumulados pelo valor líquido dos efeitos tributários.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 71.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º podem realizar, em janeiro de 2025, para os instrumentos financeiros que compõem sua carteira nessa data&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a designação de que trata o art. 6º; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a opção de que trata o art. 7º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 71-A.&#160; Fica facultado, até 31 de dezembro de 2026, o uso da taxa de juros efetiva repactuada para a apuração do valor presente dos fluxos de caixa contratuais reestruturados de que trata o art. 22.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 72.&#160; Fica facultado às instituições mencionadas no art. 1º alocar os instrumentos financeiros mantidos em suas carteiras na data de entrada em vigor desta Resolução no primeiro estágio, exceto&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instrumentos financeiros com atraso superior a 30 (trinta) dias no pagamento de principal ou de encargos, que devem ser alocados no segundo estágio; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - instrumentos financeiros com problema de recuperação de crédito, que devem ser alocados no terceiro estágio.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins da avaliação da ocorrência de aumento significativo do risco de crédito de que trata o art. 38, caso a instituição utilize a faculdade mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser comparado o risco de crédito na data de entrada em vigor desta Resolução com o risco de crédito na data da reavaliação.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, admite-se a alocação no primeiro estágio de instrumentos com até 60 (sessenta) dias de atraso no pagamento de principal ou de encargos, diante de evidências consistentes e verificáveis, devidamente comprovadas, de que não ocorreu aumento significativo do risco de crédito em relação ao apurado no reconhecimento inicial do instrumento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 72-A.&#160; Para fins de caracterização de instrumento financeiro como ativo com problema de recuperação de crédito de que trata o art. 3º, a reestruturação de operação de crédito realizada no período de 1º de maio a 31 de dezembro de 2024, em virtude das consequências econômicas derivadas de eventos climáticos no estado do Rio Grande do Sul, não é indicativo de que a respectiva obrigação não será integralmente honrada nas condições pactuadas, sem que seja necessário recorrer a garantias ou a colaterais, nos termos do disposto no art. 3º, § 2º, inciso II.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O dis<span style=\"background&#58;white;\">posto no&#160;<em style=\"\">caput&#160;</em>não se aplica às operações&#58;&#160;</span></span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - já caracterizadas como ativos&#160;</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">problemáticos na data da reestruturação; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - com evidências de incapacidade de a contraparte vir a honrar a obrigação nas novas condições pactuadas.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A instituição deve manter à disposição do Banco Central do Brasil, por cinco anos, a documentação de análise de crédito relativa às reestruturações de que trata o&#160;<em style=\"\">caput</em>.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 72-B.&#160; Fica facultada a utilização da metodologia para avaliação da perda esperada e apuração e constituição da provisão para perdas esperadas associadas ao risco de crédito conforme definido nas Seções I a III do Capítulo IV, a partir da data de entrada em vigor desta Resolução&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - às instituições enquadradas no S4 ou integrantes de conglomerado prudencial enquadrado nesse segmento, cujo enquadramento no S3 esteja previsto, conforme a regulamentação específica, para produzir efeitos no ano de 2025; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - às instituições integrantes de sistema cooperativo de dois ou de três níveis formado somente por instituições enquadradas nos S4 e S5, que contenha instituição cujo enquadramento no S3 esteja previsto, conforme a regulamentação específica, para produzir efeitos no ano de 2025, observado o disposto no § 6º do art. 50.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 73.&#160; Fica vedado o registro no ativo de instrumentos baixados a prejuízo, em observância ao disposto na regulamentação vigente antes da data de entrada em vigor desta Resolução, exceto quando houver renegociação do instrumento, observado o disposto nos §§ 2º a 4º do art. 49.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 74.&#160; As operações de&#160;<strong style=\"\">hedge&#160;</strong>reconhecidas contabilmente pelas instituições mencionadas no art. 1º devem ser reclassificadas, em 1º de janeiro de 2025, para as novas categorias.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 74.&#160; As operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;reconhecidas contabilmente pelas instituições mencionadas no art. 1º devem ser reclassificadas, em 1º de janeiro de 2027, para as novas categorias.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A instituição deve descontinuar o reconhecimento contábil das operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;que não atenderem aos critérios estabelecidos nesta Resolução.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 75.&#160; Fica facultada a redefinição das operações de&#160;<strong style=\"\">hedge&#160;</strong>reconhecidas contabilmente pelas instituições mencionadas no art. 1º em 1º de janeiro de 2025, inclusive quanto à&#58;</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 75.&#160; Fica facultada a redefinição das operações de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;reconhecidas contabilmente pelas instituições mencionadas no art. 1º em 1º de janeiro de 2027, inclusive quanto à&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - designação do instrumento de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>&#160;e do item objeto de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, conforme as Seções I e II do Capítulo V, observado o disposto na Seção III do Capítulo V; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - classificação das operações de&#160;<strong style=\"\">hedge,</strong>&#160;conforme a Seção IV do Capítulo V.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 76.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem elaborar e remeter ao Banco Central do Brasil, até 30 de junho de 2022, plano para a implementação da regulamentação contábil estabelecida nesta Resolução.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 76.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem, até 31 de dezembro de 2022, elaborar e manter à disposição do Banco Central do Brasil plano para a implementação da regulamentação contábil estabelecida nesta Resolução.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5019\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução CMN nº 5.019, de 23/6/2022.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O plano mencionado no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - aprovado pelo conselho de administração ou, na sua inexistência, pela diretoria da instituição; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - divulgado, de forma resumida, nas notas explicativas às demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2022.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 77.&#160; Ficam facultadas às instituições mencionadas no art. 1º a elaboração e a divulgação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo o Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif), até o exercício de 2024, adicionalmente às demonstrações no padrão contábil internacional, conforme o disposto na Resolução nº 4.818, de 29 de maio de 2020.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 77.&#160; Ficam facultadas às instituições mencionadas no art. 1º a elaboração e a divulgação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo o Padrão Contábil das&#160;</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif), até o exercício de 2027, adicionalmente às demonstrações no padrão contábil internacional, conforme o disposto na Resolução nº 4.818, de 29 de maio de 2020.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;se aplica também às demonstrações relativas a período inferior a 1 (um) ano.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 78.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º devem divulgar nas notas explicativas às demonstrações financeiras do exercício de 2024 os impactos estimados da implementação da regulação contábil estabelecida por esta Resolução sobre o resultado e a posição financeira da instituição.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 79.&#160; As instituições mencionadas no art. 1º ficam dispensadas da apresentação comparativa nas demonstrações financeiras referentes aos períodos do ano de 2025 relativamente aos períodos anteriores.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VIII<br>DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 80.&#160; Ficam revogadas&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Resolução nº 2.682, de 21 de dezembro de 1999;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a Resolução nº 2.697, de 24 de fevereiro de 2000;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a Resolução nº 3.181, de 29 de março de 2004;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a Resolução nº 3.533, de 31 de janeiro de 2008;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a Resolução nº 3.534, de 31 de janeiro de 2008;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - a Resolução nº 4.036, de 30 de novembro de 2011;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - a Resolução nº 4.175, de 27 de dezembro de 2012;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - a Resolução nº 4.512, de 28 de julho de 2016;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - a Resolução nº 4.524, de 29 de setembro de 2016;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - a Resolução<a name=\"_Hlk85812745\">&#160;</a>nº 4.803, de 9 de abril de 2020;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - a Resolução CMN nº 4.855, de 24 de setembro de 2020;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - a Circular nº 1.273, de 29 de dezembro de 1987;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - a Circular nº 2.106, de 20 de dezembro de 1991;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - a Circular nº 3.068, de 8 de novembro de 2001;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - a Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - a Circular nº 3.123, de 29 de maio de 2002;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - a Circular nº 3.129, de 27 de junho de 2002;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XVIII - a Circular nº 3.150, de 11 de setembro de 2002; e</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVIII - a Circular nº 3.150, de 11 de setembro de 2002;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XIX - o art. 13 da Resolução CMN nº 4.858, de 23 de outubro de 2020.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIX - o art. 13 da Resolução CMN nº 4.858, de 23 de outubro de 2020;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XX - a Resolução CMN nº 5.133, de 13 de maio de 2024;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXI - a Resolução CMN nº 5.134, de 13 de maio de 2024;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXII - a Resolução CMN nº 5.137, de 23 de maio de 2024;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXIII - os arts. 6º e 7º da Resolução CMN nº 4.846, de 24 de agosto de 2020;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXIV - o art. 1º, §§ 2º, 3º, 4º e 5º, da Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXV - o art. 3º, § 4º, da Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 81. &#160;Esta Resolução entra em vigor&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - em 1º de janeiro de 2022, em relação&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ao art. 24;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) aos arts. 76 a 78; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">c) ao inciso XIX do art. 80; e</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) ao inciso XIX do art. 80;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - em 1º de janeiro de 2025, em relação aos demais dispositivos.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - em 1º de janeiro de 2027, em relação&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ao Capítulo V; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) ao inciso XV do art. 80; e&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</s></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) ao art. 80,&#160;<em style=\"\">caput</em>, incisos IX e XV; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5146\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/8/2024, pela Resolução CMN nº 5.146, de 26/6/2024.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;36pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - em 1º de janeiro de 2025, em relação aos demais dispositivos.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5100\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/10/2023, pela Resolução CMN nº 5.100, de 24/8/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Roberto de Oliveira Campos Neto<br>Presidente do Banco Central do Brasil</span></p></div></div>","Voto":"96/2021-CMN","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}