{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução CMN N° 4.950","Tipo":"Resolução CMN","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 4/10/2021, Seção 1, p. 205/206.","Id":51531,"Data":"2021-09-30T21:02:00Z","DataTexto":"30/9/2021 18:02","Numero":4950.0,"VersaoNormativo":3.0,"Assunto":"Dispõe sobre os critérios contábeis aplicáveis às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na elaboração dos documentos contábeis consolidados do conglomerado prudencial.","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@601;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@473;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@444;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@438;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@321;@2022;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@311;@2022;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@236;@2022;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@210;@2021;#RESOLUÇÃO BCB;@577;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@478;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@168;@2021;#RESOLUÇÃO CMN;@5296;@2026;#RESOLUÇÃO CMN;@5221;@2025;#RESOLUÇÃO CMN;@5116;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@5049;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@5007;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4866;@2020;#RESOLUÇÃO;@4818;@2020;#RESOLUÇÃO;@4517;@2016;#RESOLUÇÃO;@4280;@2013;#CIRCULAR;@3082;@2002;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@753;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@755;@2026;#","Referencias":"Lei nº 4.595/1964, arts. 4º, incisos VIII e XII, e 9º.;#Lei nº 11.941/2009, art. 61.;#Cita Resolução CMN nº 4.818/2020, art. 10.;#Altera, a partir de 1º/1/2022, Circular BCB nº 3.082/2002 - Revoga: art. 5º, caput, inciso V.;#Revoga, a partir de 1º/1/2022, Resoluções CMN ns. 4.280/2013, 4.517/2016 e 4.866/2020.;#","Atualizacoes":"Resolução CMN nº 5.116/2024 - Alteração, a partir de 1º/3/2024 - Nova redação: art. 1º, parágrafo único, inciso II.;#Resolução CMN nº 5.221/2025 - Alteração a partir de 1º/7/2026 - Inclusão: Capítulo III-A; arts. 13-A e 13-B.;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass36E33AF06317479A8E39C4B0E4F2DD69\"><p class=\"Epgrafe\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RESOLUÇÃO CMN Nº 4.950, DE 30 DE SE​TEMBRO DE 2021</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dispõe sobre os critérios contábeis\naplicáveis às instituições financeiras e demais instituições autorizadas a\nfuncionar pelo Banco Central do Brasil na elaboração dos documentos contábeis\nconsolidados do conglomerado prudencial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">O Banco\nCentral do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de\n1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 30\nde setembro de 2021, com base no art. 4º, incisos VIII e XII, da referida Lei,\ne tendo em vista o disposto no art. 61 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009,</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6.0pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E U &#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18.0pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DO OBJETO E\nDO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><a name=\"OLE_LINK51\"></a><a name=\"OLE_LINK49\"></a><a name=\"OLE_LINK50\"></a><a name=\"OLE_LINK42\"></a><a name=\"OLE_LINK43\"></a><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução dispõe sobre os critérios\ncontábeis aplicáveis às instituições financeiras e demais instituições\nautorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na elaboração dos documentos contábeis consolidados do\nconglomerado prudencial.</span><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O disposto nesta Resolução não se aplica&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - às cooperativas de crédito; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - às administradoras\nde consórcio e às instituições de pagamento, que devem observar a\nregulamentação emanada do Banco Central do Brasil, no exercício de suas\natribuições legais.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - às\nadministradoras de consórcio, às instituições de pagamento, às sociedades\ncorretoras de títulos e valores mobiliários, às sociedades distribuidoras de\ntítulos e valores mobiliários e às sociedades corretoras de câmbio, que devem\nobservar a regulamentação emanada do Banco Central do Brasil no exercício de\nsuas atribuições legais.</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5116\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução CMN nº 5.116, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO ​II<br>DO CONGLOMERADO PRUDENCIAL</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; O conglomerado prudencial é o grupo integrado\npelas seguintes entidades&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instituição mencionada no art.\n1º que detenha o controle sobre uma ou mais entidades citadas no inciso II; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - entidades controladas, direta\nou indiretamente, no País ou no exterior, pela instituição mencionada no inciso\nI, que sejam&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) instituições financeiras;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) demais instituições autorizadas\na funcionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) instituições de pagamento não autorizadas\na funcionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) entidades que realizem\naquisição de operações de crédito, inclusive imobiliário, ou de direitos\ncreditórios, a exemplo de sociedades de fomento mercantil, sociedades\nsecuritizadoras e sociedades de objeto exclusivo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) outras pessoas jurídicas que\ntenham por objeto social exclusivo a participação societária nas entidades\nmencionadas nas alíneas &quot;a&quot; a &quot;d&quot;; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) fundos de investimento.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto no inciso I do <strong style=\"\">caput</strong>,\na existência de controle fica caracterizada&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no caso de fundos de\ninvestimento, nas situações em que a instituição investidora&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) está exposta a, ou tem direito\nsobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com o fundo investido\ne tem a capacidade de afetar esses retornos por meio de seu poder sobre o\nrespectivo fundo; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) assume ou retém substancialmente,\nsob qualquer forma, riscos e benefícios; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no caso das demais entidades\nmencionadas no <strong style=\"\">caput,</strong> nas situações em que a instituição investidora&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) está exposta a, ou tem direito\nsobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem\na capacidade de afetar esses retornos por meio de seu poder sobre a investida;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) detém, de forma direta ou\nindireta, isoladamente ou em conjunto com outros sócios, inclusive em função da\nexistência de acordos de votos, direitos de sócio que lhe assegurem\npreponderância nas deliberações sociais ou poder de eleger ou destituir a\nmaioria dos administradores; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) controla a entidade investida\npela administração ou gerência comum ou pela atuação no mercado sob a mesma\nmarca ou nome comercial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A instituição de que trata o inciso I do<strong style=\"\">\ncaput</strong> é a instituição líder do conglomerado prudencial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; No caso de que trata o § 1º, inciso II, alínea\n&quot;c&quot; , a definição da controladora deve ser&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - baseada em critérios\nconsistentes; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - informada ao Banco Central do\nBrasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Não integram o conglomerado prudencial&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - as entidades de que trata o\ninciso II do <strong style=\"\">caput</strong>&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) que sejam controladas em\nconjunto, avaliadas conforme regulamentação específica; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) que estejam em regime de\nliquidação judicial ou extrajudicial; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as sociedades empresárias\ncontroladas, direta ou indiretamente, pelas instituições de que trata o <strong style=\"\">caput</strong>,\nconstituídas especificamente para a realização de projetos inovadores no âmbito\ndo Ambiente Controlado de Testes para Inovações Financeiras e de Pagamento (<strong style=\"\">Sandbox</strong>\nRegulatório).</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; O Banco Central do Brasil poderá determinar a\ninclusão ou a exclusão de entidades no conglomerado prudencial, com o objetivo\nde evitar distorções na representação qualitativa e quantitativa do patrimônio\nconsolidado.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18.0pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DOS DOCUMENTOS CONTÁBEIS\nCONSOLIDADOS DO CONGLOMERADO PRUDENCIAL</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção\nI<br></strong><strong style=\"\">Disposições\nGerais</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; As instituições líderes de conglomerado\nprudencial devem elaborar e remeter ao Banco Central do Brasil os documentos\ncontábeis consolidados do conglomerado prudencial, conforme definido na regulamentação\nespecífica que trata da elaboração e\nremessa de documentos contábeis ao Banco Central do Brasil pelas instituições financeiras\ne demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins de consolidação do conglomerado prudencial,\ndevem ser utilizados&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - as demonstrações financeiras das\nentidades controladas relativas à mesma data-base das demonstrações da\ninstituição controladora, no estágio imediatamente anterior ao da distribuição\ndos resultados;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os critérios, procedimentos e\npolíticas contábeis consubstanciados no Padrão Contábil das Instituições\nReguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif); e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - as técnicas\napropriadas que possibili​tem apurar as informações contábeis de duas ou mais\nentidades, conforme procedimentos de consolidação de demonstrações financeiras definidos\npelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Fica permitida a utilização de demonstração financeira\ndas entidades controladas mencionadas nas alíneas &quot;d&quot; a &quot;f&quot;\ndo inciso II do <strong style=\"\">caput </strong>do art. 2º com data-base distinta da controladora,\ndesde que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - seja impraticável a obtenção\ndas informações contábeis da controlada na mesma data-base que as demonstrações\nfinanceiras da controladora;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - seja utilizada a demonstração\nfinanceira mais recente da controlada, admitindo-se a diferença de, no máximo,\ndois meses para a data-base do balancete ou balanço patrimonial da\ncontroladora; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - sejam reconhecidos os\nefeitos de quaisquer transações significativas ou de outros eventos ocorridos\nentre as diferentes datas.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; Os documentos contábeis consolidados devem\nabranger, em cada data-base, a totalidade das entidades controladas nos termos\ndesta Resolução, considerando as incluídas no período e desconsiderando as\nexcluídas.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A entidade controlada deve ser consolidada\ndesde a data em que a controladora adquiriu o controle até a data em que o\ncontrole cessar.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; As demonstrações financeiras das entidades\nintegrantes do conglomerado prudencial devem ser ajustadas, em cada data-base,\npara que, na avaliação e no reconhecimento de ativos, passivos, receitas e\ndespesas dessas entidades, assim como nas informações registradas em contas de\ncompensação, sejam aplicados os mesmos critérios, procedimentos e políticas\ncontábeis utilizados pela instituição controladora consubstanciados no Cosif.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Os ajustes de que trata o <strong style=\"\">caput</strong> devem permitir que a avaliação e\no reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas de entidades não\nreguladas pelo Banco Central do Brasil reflitam o disposto na regulamentação\nconcernente ao Cosif.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O disposto no <strong style=\"\">caput</strong> não se aplica à\nparticipação em coligada, controlada e controlada em conjunto detida pelas entidades\nmencionadas no art. 2º, inciso II, alínea “f”, desde que sejam atendidas as\nseguintes condições&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os recursos da entidade mencionada\nno art. 2º, inciso II, alínea “f”, sejam obtidos de um ou mais investidores com\no intuito de prestar a esses investidores serviços de gestão de investimento;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o propósito comercial da\nentidade mencionada no art. 2º, inciso II, alínea “f”, seja investir recursos\nexclusivamente para retornos de valorização do capital, de receitas de\ninvestimentos ou de ambos;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o investimento na referida\nparticipação em coligada, controlada e controlada em conjunto seja avaliado com\nbase no valor justo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a referida participação não\nseja em coligada, controlada ou controlada em conjunto abrangida pelo inciso II\ndo art. 2º.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; A instituição líder do conglomerado\nprudencial integrado por entidades controladas no exterior, preliminarmente à\nconsolidação, deve, observados os procedimentos contábeis estabelecidos em\nregulamentação específica&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - designar a moeda funcional de\ncada entidade controlada no exterior;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - converter as transações em\nmoeda estrangeira para a moeda funcional designada da controlada; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - converter as demonstrações financeiras\nda controlada no exterior da moeda funcional para a moeda nacional, caso a\nmoeda funcional da controlada seja diferente da moeda nacional.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; O Banco Central do Brasil poderá determinar a\nalteração da moeda funcional de controladas no exterior, caso constatada\ndefinição inadequada dessa moeda.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; A instituição líder de conglomerado\nprudencial deve reclassificar, nos documentos contábeis consolidados do\nconglomerado prudencial, para a adequada conta do ativo intangível, o ágio por\nexpectativa de rentabilidade futura (<strong style=\"\">goodwill</strong>)\nreferente à investida reconhecido no balanço individual da investidora.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Da Participação de Não\nControladores</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10. &#160;A instituição líder de conglomerado prudencial\ndeve mensurar a participação de não controladores, proporcionalmente a essa\nparticipação, na data da obtenção do controle da investida, pelo valor justo\ndos ativos identificáveis líquidos da controlada, conforme definido em\nregulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para fins do disposto no <strong style=\"\">caput</strong>,\nconsidera-se participação de não controladores a parcela do capital da\ncontrolada não atribuível, direta ou indiretamente, à controladora.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; A instituição líder de conglomerado\nprudencial, no caso de alteração na proporção detida por participações de não\ncontroladores, sem que haja perda de controle, deve&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ajustar os valores contábeis da\nsua participação e da participação de não controladores para refletir as\nmudanças em suas participações relativas na controlada; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - reconhecer, no patrimônio\nlíquido atribuível aos proprietários da controladora, as diferenças entre o\nvalor pelo qual são ajustadas as participações de não controladores e o valor\njusto da contrapartida paga ou recebida.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; A instituição líder de conglomerado\nprudencial deve reconhecer, nos documentos contábeis consolidados do\nconglomerado prudencial, a participação de não controladores, de forma\nsegregada no patrimônio líquido.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A instituição de que\ntrata o <strong style=\"\">caput </strong>deve atribuir as parcelas dos lucros, dos prejuízos, de\ncada componente de outros resultados abrangentes e do resultado abrangente\ntotal de forma proporcional aos proprietários da controladora e às\nparticipações de não controladores.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Da Divulgação das Demonstrações\nFinanceiras Consolidadas do Conglomerado Prudencial</strong></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13. &#160;Fica facultado à instituição líder de\nconglomerado prudencial divulgar as Demonstrações Financeiras do Conglomerado\nPrudencial desde que sejam&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - elaboradas e divulgadas as\nseguintes demonstrações, conforme regulamentação específica&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a)\nBalanço Patrimonial;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b)\nDemonstração do Resultado;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">c)\nDemonstração do Resultado Abrangente;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">d)\nDemonstração dos Fluxos de Caixa; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">e)\nDemonstração das Mutações do Patrimônio Líquido;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II\n- identificadas pela nomenclatura definida no <strong style=\"\">caput</strong>, de forma destacada;\ne</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III\n- acompanhadas das respectivas notas explicativas e do relatório do auditor\nindependente, conforme regulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O disposto no art. 10 da Resolução nº 4.818,\nde 29 de maio de 2020, não se aplica às demonstrações financeiras de que trata\no <strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III-A<br>DO SUBCONGLOMERADO PRUDENCIAL</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-bottom&#58;6.0pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Capítulo III-A incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução\nCMN nº 5.221, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13-A.&#160; O subconglomerado prudencial é formado pela\ninstituição líder do conglomerado prudencial e pelas demais entidades\nintegrantes do conglomerado prudencial que&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - sejam constituídas no País; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não tenham impedimento, atual\nou previsto, à transferência tempestiva de recursos às demais entidades do\nsubconglomerado. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para fins do disposto no <em style=\"\">caput</em>, não\ndevem ser incluídas as agências no exterior das entidades integrantes do\nsubconglomerado prudencial. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13-B.&#160; Na elaboração das informações contábeis\nconsolidadas do subconglomerado prudencial, as instituições de que trata o art.\n1º devem, quando aplicável, observar&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os critérios estabelecidos no\nCapítulo III, Seções I e II, desta Resolução; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os procedimentos contábeis de\nconsolidação estabelecidos na regulamentação específica do Banco Central do\nBrasil. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20CMN&amp;numero=5221\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela Resolução CMN nº 5.221, de\n30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; O Banco Central do Brasil fica autorizado a\nalterar a instituição líder do conglomerado prudencial, caso constatada\ndefinição inadequada.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15.&#160; O Banco Central do Brasil disciplinará os\nprocedimentos adicionais necessários ao cumprimento desta Resolução, inclusive sobre\najustes de procedimentos contábeis adicionais aos previstos no art. 6º, a fim\nde promover maior alinhamento das práticas contábeis aplicadas nos documentos\nconsolidados com o gerenciamento de risco da instituição.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16.&#160; Os procedimentos contábeis estabelecidos nesta\nResolução devem ser aplicados de forma prospectiva a partir da data de sua\nentrada em vigor.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 17.&#160; Ficam revogados&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Resolução nº 4.280, de 31 de\noutubro de 2013;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a Resolução nº 4.517, de 24\nde agosto de 2016;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a Resolução CMN nº 4.866, de\n26 de outubro de 2020; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o inciso V do <strong style=\"\">caput</strong> do\nart. 5º da Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18. &#160;Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro\nde 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;36.0pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Roberto\nde Oliveira Campos Neto<br>Presidente do Banco Central do Brasil</span></p></div>","Voto":"75/2021-CMN","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}