{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 478","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 2/6/2025, Seção 1, p. 182-184.","Id":52619,"Data":"2025-05-30T12:04:00Z","DataTexto":"30/5/2025 09:04","Numero":478.0,"VersaoNormativo":2.0,"Assunto":"Dispõe sobre o escopo e a metodologia de apuração da Razão de Alavancagem – RA, introduz requerimento mínimo de RA para instituição do Tipo 3 e implementa condições para a exclusão de exposições entre integrantes de um mesmo sistema cooperativo. ","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@750;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@749;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@573;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@555;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@452;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@436;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@352;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@330;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@265;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@229;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@199;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@168;@2021;#RESOLUÇÃO BCB;@17;@2020;#RESOLUÇÃO CMN;@5223;@2025;#RESOLUÇÃO CMN;@5105;@2023;#RESOLUÇÃO CMN;@5051;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4995;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4966;@2021;#RESOLUÇÃO CMN;@4958;@2021;#RESOLUÇÃO CMN;@4957;@2021;#RESOLUÇÃO CMN;@4950;@2021;#RESOLUÇÃO;@4606;@2017;#RESOLUÇÃO;@4553;@2017;#RESOLUÇÃO;@4282;@2013;#RESOLUÇÃO;@3809;@2009;#RESOLUÇÃO;@2921;@2002;#CIRCULAR;@4006;@2020;#CIRCULAR;@3976;@2020;#CIRCULAR;@3921;@2018;#CIRCULAR;@3849;@2017;#CIRCULAR;@3749;@2015;#CIRCULAR;@3748;@2015;#RESOLUÇÃO BCB;@580;@2026;#","Referencias":"Lei Complementar nº 130/2009.;#Lei nº 4.595/1964, arts. 9º, 10, inciso IX, 11, inciso VII, e 37.;#Lei nº 4.728/1965, art. 9º-A.;#Lei nº 12.865/2013, art. 9º, incisos II e VIII e § 3º.;#Resolução CMN nº 4.282/2013, arts. 3º, inciso III, e 14.;#Resoluções CMN ns. 4.553/2017, 5.051/2022 e 5.223/2025.;#Resolução CMN nº 5.105/2023, arts. 3º, inciso I, e 4º. ;#Cita Resoluções CMN ns. 2.921/2002, 4.606/2017, 4.950/2021, 4.957/2021, 4.958/2021, 4.966/2021 e 4.995/2022.;#Cita Circulares BCB ns. 3.749/2015 e 3.809/2016.;#Cita Resoluções BCB ns. 168/2021,199/2022, 229/2022, 265/2022 e 352/2023.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Circular BCB nº 3.849/2017 - Revoga: art. 3º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Circular BCB nº 3.921/2018 - Revoga: art. 2º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Circular BCB nº 3.976/2020 - Revoga: art. 2º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Circular BCB nº 4.006/2020 - Revoga: art. 2º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Resolução BCB nº 17/2020 - Revoga: art. 2º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Resolução BCB nº 436/2024 - Dá nova redação: art. 6º, caput e § 1º, inciso I. Inclui: art. 6º, § 3º.;#Altera, a partir de 1º/7/2026, Resolução BCB nº 452/2025 - Revoga: art. 3º.;#Revoga, a partir de 1º/7/2026,  Circular BCB nº 3.748/2015.;#Revoga, a partir de 1º/7/2026, Resolução BCB nº 330/2023.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 555/2026 - Alteração a partir de 1º/7/2026 - Inclusão: art. 17, § 2º.;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass3194ABF1517144FC9D369539766798DF\"><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"text-transform&#58;uppercase;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RESOLUÇÃO BCB Nº 478, DE 30 DE MAIO DE 2025</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 18pt 9cm;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dispõe sobre o escopo e a metodologia de apuração da Razão de Alavancagem – RA, introduz requerimento mínimo de RA para instituição do Tipo 3 e implementa condições para a exclusão de exposições entre integrantes de um mesmo sistema cooperativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 29 de maio de 2025, com base no disposto nos arts. 9º, 10, <em style=\"\">caput</em>, inciso IX, 11, <em style=\"\">caput</em>, inciso VII, e 37 da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, no art. 9º-A da Lei nº 4.728, de 14 de julho de 1965, no art. 1º, <em style=\"\">caput </em>e § 1º, da Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, e no art. 9º, <em style=\"\">caput</em>, incisos II e VIII, e § 3º, da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, e tendo em vista o disposto na Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025, nos arts. 3º, <em style=\"\">caput</em>, inciso III, e 14 da Resolução nº 4.282, de 4 de novembro de 2013, no art. 2º, § 6º, da Resolução nº 4.553, de 30 de janeiro de 2017, nos arts. 3º, <em style=\"\">caput</em>, inciso I, e 4º da Resolução CMN nº 5.105, de 28 de setembro de 2023, e no art. 21, § 2º, da Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022,</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E &#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DO OBJETO E DO ESCOPO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução dispõe sobre&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o escopo de apuração da medida de Razão de Alavancagem − RA para encaminhamento ao Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a metodologia de apuração da RA para encaminhamento ao Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os requerimentos mínimos para a RA de instituição do Tipo 3, definida na Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - as condições para a exclusão de exposições entre integrantes de um mesmo sistema cooperativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;As disposições a que se referem os incisos I, II e IV do <em style=\"\">caput</em> aplicam-se também às instituições sujeitas ao disposto na Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DO ESCOPO DE APURAÇÃO DA RAZÃO DE ALAVANCAGEM</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; A RA deve ser apurada por instituição dos Tipos 1 ou 3, definidos na Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para instituição integrante de conglomerado prudencial, a apuração de que trata o <em style=\"\">caput</em> deve ser realizada em base consolidada.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para instituição singular não integrante de conglomerado prudencial, a apuração de que trata o <em style=\"\">caput</em> deve ser realizada em base individual.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O disposto no <em style=\"\">caput</em> não se aplica a&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instituição classificada no Segmento 5 – S5, conforme definido na Resolução nº 4.553, de 30 de janeiro de 2017, ou na Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - administradora de consórcios.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; Sem prejuízo do disposto no art. 2º, a RA deve ser apurada em base individual por instituição dos Tipos 1 ou 3 integrante de conglomerado prudencial, inclusive agência no País de instituição constituída no exterior, quando, cumulativamente&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o conglomerado prudencial estiver classificado no Segmento 1 – S1 ou no Segmento 2 – S2, conforme definidos na Resolução nº 4.553, de 30 de janeiro de 2017, ou na Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk160701922\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o Passivo Exigível da instituição tiver valor superior a 0,1% (um décimo por cento) do Produto Interno Bruto − PIB do Brasil; e</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a instituição não apurar a RA em base subconsolidada, na forma do § 3º.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Na verificação da condição de que trata o inciso II do <em style=\"\">caput</em>,<em style=\"\"> </em>devem ser&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - desconsideradas da métrica de Passivo Exigível&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) as captações por meio de depósitos interfinanceiros;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as captações por meio de instrumentos elegíveis a compor o Patrimônio de Referência − PR; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) os saldos em conta de pagamento pré-paga; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aplicadas as definições e os procedimentos estabelecidos no art. 3º, § 1º, inciso II, da Resolução nº 4.553, de 30 de janeiro de 2017, ou no art. 6º, § 1º, inciso II, da Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024, relativamente ao PIB do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ <a name=\"OLE_LINK1\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2º&#160; Para os fins da apuração individual da RA de que trata o <em style=\"\">caput</em>, devem ser&#58;</span></a></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - consideradas apenas as exposições próprias da instituição ou agência no País, sem efetuar a consolidação de agências no exterior, que devem ser tratadas como instituição financeira distinta; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aplicados de maneira individual a metodologia e os procedimentos utilizados em base consolidada estabelecidos na regulação para o conglomerado prudencial do qual a instituição seja integrante.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk170746742\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; É facultado o cumprimento da exigência de que trata o </span></a><em style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">caput</em><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"> por meio de apuração </span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">em base consolidada para as instituições integrantes de um mesmo subconglomerado prudencial, nos termos da Resolução CMN nº 4.950, de 30 de setembro de 2021, e da Resolução BCB nº 168, de 1º de dezembro de 2021, desde que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a instituição disponha de parecer jurídico que sustente a exequibilidade da transferência tempestiva de recursos prevista na definição de subconglomerado prudencial;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a instituição preveja adequadamente estratégias de recuperação e resolução que garantam, legal e operacionalmente, o trânsito de recursos para o restabelecimento da higidez de entidades subcapitalizadas no subconglomerado prudencial; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk190341223\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a instituição elabore e remeta ao Banco Central do Brasil o Plano de Recuperação e de Saída Organizada </span></a><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">–</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"> PRSO, sem prejuízo da regulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; O exercício da faculdade de que trata o § 3º não depende de autorização pelo Banco Central do Brasil, que poderá cancelar a faculdade caso constatado descumprimento dos seus requisitos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; No caso do cancelamento previsto no § 4º, a instituição deve iniciar a apuração em base individual para encaminhamento ao Banco Central do Brasil no prazo de até noventa dias.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O parecer de que trata o inciso I do § 3º deve ser atualizado&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - com frequência, no mínimo, anual;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - sempre que ocorrer fato que possa dificultar a transferência tempestiva de recursos entre entidades integrantes do subconglomerado prudencial; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - quando exigido, a qualquer tempo, pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DO REQUERIMENTO MÍNIMO DE RA PARA INSTITUIÇÃO DO TIPO 3</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; Deve cumprir permanentemente o requerimento mínimo de 3% (três por cento) para a RA o conglomerado prudencial, em base consolidada, ou a instituição singular não integrante de conglomerado prudencial, em base individual, que, cumulativamente&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - seja do Tipo 3; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - seja classificada no S2.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As instituições do Tipo 1 permanecem sujeitas ao requerimento mínimo de RA em base consolidada e às condições estabelecidas pela Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O requerimento mínimo de RA de que trata o <em style=\"\">caput </em>será escalonado conforme o seguinte cronograma&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 2% (dois por cento), de 1º de julho de 2026 a 31 de dezembro de 2026;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento), de 1º de janeiro de 2027 a 31 de dezembro de 2027; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 3% (três por cento), a partir de 1º de janeiro de 2028.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; Deve cumprir permanentemente o requerimento mínimo de 2,25% (dois inteiros e vinte e cinco centésimos por cento) para a RA em base individual ou em base subconsolidada a instituição integrante de conglomerado prudencial que, cumulativamente&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - seja do Tipo 3;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - seja classificada no S2; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - apure a RA nos termos do art. 3º.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As instituições do Tipo 1 permanecem sujeitas ao requerimento mínimo de RA em base individual ou em base subconsolidada e às condições estabelecidas pela Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O requerimento mínimo de RA de que trata <em style=\"\">caput </em>será escalonado conforme o seguinte cronograma&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 0,75% (setenta e cinco centésimos por cento), de 1º de julho de 2026 a 31 de dezembro de 2026;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), de 1º de janeiro de 2027 a 31 de dezembro de 2027; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 2,25% (dois inteiros e vinte e cinco centésimos por cento), a partir de 1º de janeiro de 2028.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DA METODOLOGIA DE APURAÇÃO DA RAZÃO DE ALAVANCAGEM</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção I<br>Da definição e dos procedimentos de apuração da Razão de Alavancagem</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; A RA deve ser calculada de acordo com as seguintes fórmulas e expressa em percentagem, observado o disposto no art. 17&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image001.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;144px;\" />quando apurada em base consolidada por conglomerado prudencial ou em base individual por instituição singular não integrante de conglomerado prudencial; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image002.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;153px;\" />quando apurada em base individual ou subconsolidada por integrante de subconglomerado prudencial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Nas fórmulas do<em style=\"\"> caput</em>&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Capital Principal é o valor do Capital Principal definido na Resolução CMN nº 4.955, de 21 de outubro de 2021, e na Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022, deduzido do&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) valor do excesso dos recursos aplicados no Ativo Permanente em relação aos estabelecidos na Resolução CMN nº 4.957, de 21 de outubro de 2021, quando aplicável; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) valor destacado do PR nos termos do art. 4º da Resolução CMN nº 4.995, de 24 de março de 2022, ou do art. 4º da Resolução BCB nº 307, de 23 de março de 2023;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Nível I é o valor do Capital Principal apurado no inciso I acrescido do Capital Complementar, definido na Resolução CMN nº 4.955, de 21 de outubro de 2021, e na Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - Exposição Total é o valor apurado mediante a soma do&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) valor das exposições registradas no Ativo do balanço patrimonial, exceto instrumentos financeiros derivativos e operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários, apurado conforme Seção II deste Capítulo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) valor das exposições a operações com instrumentos financeiros derivativos, apurado conforme a Seção III deste Capítulo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) valor das exposições a operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários, apurado conforme a Seção IV deste Capítulo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) valor das exposições não registradas no balanço patrimonial, apurado conforme a Seção V deste Capítulo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O Banco Central do Brasil poderá determinar a inclusão de outros valores na Exposição Total ou a dedução de outros valores do Capital Principal ou do Nível I caso considere haver alavancagem inadequadamente capturada nos termos definidos nesta Resolução, inclusive na apuração individual ou subconsolidada de que trata o art. 3º, <em style=\"\">caput</em> e § 3º.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Não deve ser reconhecido nenhum instrumento mitigador de risco de crédito para fins de redução do valor da Exposição Total, exceto quando expressamente previsto nesta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; Os critérios de mensuração do valor dos elementos previstos na Exposição Total devem ser aqueles utilizados para fins contábeis, ressalvada disposição específica nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;A marcação a mercado, quando prevista para mensuração do valor de elemento previsto na Exposição Total e ainda que não adotada para fins contábeis, deve ser realizada de forma consistente e passível de verificação.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção II<br>Das exposições no balanço patrimonial</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; O valor das exposições no balanço patrimonial, exceto instrumentos financeiros derivativos, operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários, de que trata o art. 6º, § 1º, inciso III, alínea “a”, corresponde ao valor do Ativo da instituição deduzido dos seguintes valores, quando registrados no Ativo&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - valor dos elementos deduzidos do Capital Principal;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - valor dos elementos deduzidos do Capital Complementar, na apuração em base consolidada por conglomerado prudencial ou na apuração individual por instituição singular não integrante de conglomerado prudencial;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - valor das operações com instrumentos financeiros derivativos;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - valor das revendas relativas a operações compromissadas a liquidar;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - valor dos títulos e valores mobiliários vinculados a operações compromissadas de venda com compromisso de recompra;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - valor dos títulos e valores mobiliários recebidos ou a receber associados a obrigações de devolver registradas no passivo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - valor dos direitos por empréstimos de títulos e valores mobiliários;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - valor dos títulos e valores mobiliários dados em garantia de operações de empréstimo de títulos e valores mobiliários;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - valor das cotas de fundos, inclusive Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC, decorrentes de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros que permaneçam registrados no ativo da instituição, nos termos da regulamentação em vigor, na proporção entre o montante dos ativos transferidos que permaneçam registrados no ativo da instituição e o valor total dos ativos do fundo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - valor dos pagamentos por cheques, boletos ou outros instrumentos a serem creditados em contas de clientes, quando a liberação dos respectivos recursos estiver vinculada à efetiva compensação, nos termos da regulamentação em vigor; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - valor das operações ativas vinculadas formalizadas em contrato até 30 de junho de 2025, na forma especificada na Resolução nº 2.921, de 17 de janeiro de 2002, até o limite dos respectivos passivos vinculados.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; É facultado deduzir do valor apurado no <em style=\"\">caput</em> o valor das obrigações a liquidar por compra no mercado à vista de títulos e valores mobiliários para a carteira de negociação, de que tratam a Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e a Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, observado que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a faculdade se aplica exclusivamente ao valor das obrigações por compra de títulos e valores mobiliários classificados na categoria valor justo no resultado de que tratam a Resolução CMN nº 4.966, de 25 de novembro de 2021, e a Resolução BCB nº 352, de 23 de novembro de 2023; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor deduzido é limitado ao valor a receber pela venda de títulos e valores mobiliários da carteira de negociação classificados na categoria valor justo no resultado.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Na apuração de que trata o <em style=\"\">caput</em>, deve ser adicionado o valor dos adiantamentos concedidos a devedores registrado no Passivo da instituição.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção III<br>Das exposições a derivativos</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; Para fins da apuração do valor das exposições relativas a operações com instrumentos financeiros derivativos de que trata o art. 6º, § 1º, inciso III, alínea “b”, devem ser consideradas as operações de titularidade própria e as realizadas em nome de clientes.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As operações com instrumentos financeiros derivativos incluem as operações de compra ou venda para liquidação futura de moeda estrangeira, de ouro, de títulos e valores mobiliários ou de qualquer ativo passível de classificação nas classes de ativos previstas na Abordagem CEM, de que trata o Anexo II da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso de operações realizadas em nome de clientes, não devem ser consideradas as operações em que a instituição atue exclusivamente como intermediadora, não assumindo direitos ou obrigações decorrentes da oscilação do valor de reposição ou do inadimplemento de qualquer participante na operação.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; A prestação de qualquer garantia relativa a obrigação decorrente de operação com instrumento financeiro derivativo deve ser considerada como operação com instrumento financeiro derivativo de titularidade própria, ainda que não registrada no Ativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Nos casos em que a instituição se interponha entre o cliente e uma contraparte central, devem ser consideradas duas exposições referentes às contrapartes envolvidas na transação.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No âmbito do § 1º, é facultado deduzir a exposição perante a contraparte central qualificada – QCCP, definida no art. 67, § 1º, da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022, desde que não haja obrigação contratual de a instituição reembolsar o cliente por quaisquer perdas de valor nas transações em decorrência de falência ou inadimplemento das entidades responsáveis pela liquidação e compensação das transações.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; O valor das exposições a operações com instrumentos financeiros derivativos, de que trata o art. 6º, § 1º, inciso III, alínea “b”, é o somatório dos valores apurados para cada operação com instrumento financeiro derivativo considerada individualmente mediante a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Exposição = 1,4 x (<em style=\"\">RC</em> + <em style=\"\">GPF</em>) + <em style=\"\">DT</em>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - <em style=\"\">RC</em> designa o valor de reposição da operação, quando este for positivo, ou zero, quando o valor de reposição da operação for negativo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - <em style=\"\">GPF </em>designa o ganho potencial futuro da operação; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - <em style=\"\">DT</em> designa&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o valor nocional efetivo do instrumento financeiro derivativo de crédito em que a instituição atue como receptora do risco de crédito;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o valor nocional efetivo do instrumento financeiro derivativo referenciado em título de crédito em que as perdas potenciais sejam preponderantemente absorvidas pela instituição; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) zero, no caso dos demais instrumentos financeiros derivativos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor de reposição referido no inciso I do <em style=\"\">caput</em> corresponde ao valor de mercado do instrumento financeiro derivativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O valor do <em style=\"\">GPF</em> deve ser apurado na forma da Abordagem CEM, prevista no Anexo II da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022, inclusive por instituições não sujeitas àquela abordagem no âmbito da apuração da parcela dos ativos ponderados pelo risco – RWA referente às exposições ao risco de crédito.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;No caso de conjunto de exposições cobertas por acordo bilateral de compensação e liquidação de obrigações <a name=\"_Hlk177739022\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">–</span></a> MNA e atendidos os requisitos da Circular nº 3.809, de 25 de agosto de 2016&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor de <em style=\"\">RC</em> deve ser apurado mediante uso da seguinte fórmula&#58;<br></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image003.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;285px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o indicador&#160;<span style=\"top&#58;2.5pt;\"></span><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image001.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;15px;\" />&#160;designa a operação com instrumento financeiro derivativo coberta pelo MNA; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b)&#160;<img src=\"https&#58;//edicao-www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image005.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;32px;\" />&#160;designa o valor de mercado do instrumento financeiro derivativo&#160;<span style=\"top&#58;2.5pt;\"><img src=\"/Temp/Res_Bcb_0478_v1_O_arquivos/image004.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;5px;\" /></span>, inclusive se negativo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor do <em style=\"\">GPF </em>deve ser apurado como a variável <em style=\"\">GPF<sub style=\"\">Líq</sub></em> do art. 7º do Anexo II da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Para fins da apuração do valor de <em style=\"\">DT</em> nos termos do inciso III, alíneas “a” e “b”, do <em style=\"\">caput</em>, faculta-se a dedução&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - da provisão para risco recebido ou do saldo credor registrados no passivo, relativos à operação; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - do valor nocional do contrato de derivativo referenciado em título e valor mobiliário em que a instituição atue como contraparte transferidora do risco, se atendidos cumulativamente os requisitos a seguir&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os termos da proteção adquirida sejam mais abrangentes que os da proteção vendida;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as operações sejam referenciadas em títulos e valores mobiliários de mesmo emissor;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o derivativo em que a instituição atue como contraparte transferidora do risco de crédito apresente prioridade de pagamento mais alta ou igual ao do derivativo em que a instituição atue como contraparte receptora do risco;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) o derivativo em que a instituição atue como contraparte transferidora do risco de crédito apresente prazo remanescente maior ou igual ao do derivativo cujo risco foi recebido; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) a proteção de crédito não tenha sido provida por entidade cuja qualidade creditícia seja altamente correlacionada com a obrigação de referência.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção IV<br>Das exposições a operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; O valor das exposições a operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários, de que trata o art. 6º, § 1º, inciso III, alínea “c”, de titularidade própria ou realizadas em nome de clientes, deve ser apurado mediante a soma das seguintes parcelas&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - valor registrado no ativo referente a operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários apurado conforme o art. 14; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - valor relativo a exposição a risco de crédito de contraparte em operações compromissadas e em empréstimo de títulos e valores mobiliários apurado conforme o art. 15.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;No caso de operações realizadas em nome de clientes, não devem ser consideradas as operações em que a instituição atue exclusivamente como intermediadora, não assumindo direitos ou obrigações decorrentes da oscilação do valor da posição ou do inadimplemento de qualquer participante na operação.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13.&#160; A prestação de qualquer garantia relativa a obrigação decorrente de operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários deve ser considerada como operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários de titularidade própria, ainda que não registrada no Ativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Para cada operação em que a instituição atue em nome de clientes, garantindo ambas as partes de uma operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários, a instituição deve mensurar as respectivas exposições separadamente em relação a cada parte, nos termos do art. 12, <em style=\"\">caput</em>, incisos I e II.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; É facultado desconsiderar a parcela apurada na forma do art. 12, <em style=\"\">caput</em>, inciso I, nos casos em que a instituição&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - assuma direitos ou obrigações apenas sobre a diferença de valor entre os recursos financeiros e os títulos e valores mobiliários entregues e os recebidos; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não detenha em seu nome, nem possa utilizar, o título ou valor mobiliário em operações próprias.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; A parcela referida no art. 12, <em style=\"\">caput</em>, inciso I, é apurada mediante a soma dos valores&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - das revendas a liquidar relativas a operações compromissadas de que trata o art. 8º, <em style=\"\">caput</em>, inciso IV;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - dos títulos e valores mobiliários vinculados a operações compromissadas de venda com compromisso de recompra de que trata o art. 8º, <em style=\"\">caput</em>, inciso V;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - dos direitos por empréstimos de títulos e valores mobiliários de que trata o art. 8º, <em style=\"\">caput</em>, inciso VII; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - dos títulos e valores mobiliários dados em garantia em operações de empréstimo de títulos e valores mobiliários de que trata o art. 8º, <em style=\"\">caput</em>, inciso VIII.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;É facultado deduzir do valor referido no inciso I do <em style=\"\">caput</em> o valor das recompras a liquidar de títulos e valores mobiliários perante a mesma contraparte, desde que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a recompra a liquidar tenha a mesma data de vencimento da revenda a liquidar;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as operações compromissadas e de empréstimos de títulos e valores mobiliários estejam sujeitas a um mesmo mecanismo de compensação dos valores a pagar e a receber, válido inclusive em caso de inadimplência ou de decretação de recuperação judicial, extrajudicial, falência ou providência similar;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a liquidação se dê pelo montante remanescente da compensação;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - as operações sejam liquidadas na mesma câmara de liquidação; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a eventual falha em transferir um título ou valor mobiliário não reverta a compensação entre valores a pagar e a receber, afetando apenas a liquidação do pagamento associado ao título ou valor mobiliário não transferido.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O valor da exposição associado a cada vencimento, após as deduções mencionadas no § 1º, deve ser igual ou superior a zero.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A dedução de que trata o § 1º é facultada apenas se o título ou valor mobiliário vendido com compromisso de recompra e o comprado com compromisso de revenda&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - estiverem classificados na mesma carteira, de negociação ou bancária, nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - forem reconhecidos como colaterais financeiros nos termos da Circular nº 3.809, de 25 de agosto de 2016.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15.&#160; O valor da exposição a risco de crédito de contraparte deve ser apurado mediante o somatório dos valores apurados para cada operação compromissada e de empréstimo de títulos e valores mobiliários considerada individualmente mediante a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Exposição = max (0, <em style=\"\">E – C</em>), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - <em style=\"\">E </em>corresponde&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ao valor da moeda corrente entregue como garantia; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) ao valor de mercado dos títulos e valores mobiliários&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. vendidos com compromisso de recompra;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. dados em garantia em operações de empréstimo de títulos e valores mobiliários; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. cedidos por empréstimo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - <em style=\"\">C </em>corresponde ao valor contábil de&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) recompras a liquidar;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) títulos e valores mobiliários recebidos por empréstimo; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) moeda corrente recebida como garantia.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Um conjunto de operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários perante a mesma contraparte pode ser considerado uma única operação desde que o conjunto esteja coberto por um MNA e estejam atendidos os requisitos da Circular nº 3.809, de 25 de agosto de 2016.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;No caso do § 1º, o valor da exposição ao risco de crédito de contraparte relativo ao conjunto de operações deve ser apurado mediante uso da seguinte fórmula&#58;<br></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image006.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;374px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image001.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;15px;\" />&#160;é o indicador que designa a operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image007.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;17px;\" />&#160;corresponde&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ao valor da moeda corrente entregue como garantia em operação de empréstimo de títulos e valores mobiliários;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) ao valor de mercado dos títulos e valores mobiliários&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. vendidos com compromisso de recompra;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. dados em garantia em operações de empréstimo de títulos e valores mobiliários; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. cedidos por empréstimo; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) ao valor da revenda a liquidar; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image008.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;19px;\" />&#160;corresponde&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ao valor contábil de&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. recompras a liquidar;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. títulos e valores imobiliários recebidos por empréstimo; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. moeda corrente recebida como garantia; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) ao valor de mercado do título ou valor mobiliário comprado com compromisso de revenda.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção V<br>Das exposições não registradas no balanço patrimonial</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16.&#160; Para as exposições não registradas no balanço patrimonial, de que trata o art. 6º, § 1º, inciso III, alínea “d”, devem ser consideradas as mesmas exposições previstas no âmbito da apuração da parcela RWA referente às exposições ao risco de crédito, de que trata a Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Os valores das exposições devem ser apurados conforme o art. 21 da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para fins do <em style=\"\">caput</em>, não devem ser consideradas as exposições não registradas no balanço patrimonial que já tenham sido incorporadas no valor das exposições a operações com instrumentos financeiros derivativos ou no valor das exposições a operações compromissadas e de empréstimo de títulos e valores mobiliários.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO V<br>DA EXCLUSÃO DE EXPOSIÇÕES INTRASSISTÊMICAS ENTRE COOPERATIVAS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção I<br>Da apuração</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 17.&#160; Quando autorizada a exclusão de que trata o art. 4º da Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025<em style=\"\">, </em>a RA deve ser calculada de acordo com as seguintes fórmulas e expressa em percentagem&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image009.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;346px;height&#58;43px;\" />&#160;quando apurada em base consolidada por conglomerado prudencial ou em base individual por instituição não integrante de conglomerado prudencial; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2025/Res_BCB_478/image010.jpg\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;287px;\" />&#160;quando apurada em base individual ou subconsolidada por integrante de subconglomerado prudencial.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><s style=\"\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; Nas fórmulas do</span></s><em style=\"\"><s style=\"\"><span style=\"color&#58;red;\"> caput</span></s></em><s style=\"\"><span style=\"color&#58;red;\">&#58;</span></s></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º Nas\nfórmulas do</span><em style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"> caput</em><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#58;&#160; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=555\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Transformado em § 1º, a partir de 1º/7/2026,\npela Resolução BCB nº 555, de 24/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Capital Principal, Nível I e\nExposição Total são apurados nos termos desta Resolução; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Exposições Intrassistêmicas\nrepresentam o total das exposições próprias relativas a operações que tenham\ncomo contraparte, inclusive por meio de prestação de garantia, cooperativa de\ncrédito integrante do mesmo sistema cooperativo, exceto as relativas a\ninvestimento em participação societária.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; As institui​ções integrantes do mesmo sistema\ncooperativo de instituição que obteve a autorização de que trata o <em style=\"\">caput</em>\ndevem calcular a RA de acordo com as fórmulas do <em style=\"\">caput</em>, conforme\naplicáveis. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=555\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2026, pela\nResolução BCB nº 555, de 24/3/2026.)</span></a><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção II<br>Do Mecanismo de Compartilhamento de Riscos</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18.&#160; O Mecanismo de Compartilhamento de Riscos – MCR de que trata o art. 4º, § 1º, inciso I, da Resolução CMN nº 5.223, de 30 de maio de 2025, deve&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - dispor de recursos&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) de elevada liquidez, em que pelos menos 90% (noventa por cento) seja elegível à classificação como Ativos de Alta Liquidez – HQLA de Nível 1, de acordo com a definição estabelecida na Circular nº 3.749, de 5 de março de 2015; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) suficientes para cobrir o maior valor entre&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 0.1pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento) do maior valor de Exposições Intrassistêmicas entre todos os valores apurados pelas instituições do respectivo sistema cooperativo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 0.1pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. 0,7% (sete décimos por cento) do total dos depósitos no respectivo sistema cooperativo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ter seus recursos integralizados por meio de aportes por parte das cooperativas singulares de crédito participantes do respectivo sistema cooperativo, em que os valores aportados reflitam o porte e o risco das exposições de cada uma das cooperativas singulares de crédito;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ser mandatório a todas as cooperativas singulares de crédito integrantes do respectivo sistema cooperativo;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - estar constituído de forma a não estar sujeito&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a risco de crédito de instituições envolvidas na gestão ou custódia; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a restrições à transferência de seus recursos em caso de liquidação, falência ou providência similar incidente sobre essas instituições;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - prever a possibilidade de operações sem contrapartida financeira da parte da cooperativa singular de crédito receptora de seus recursos; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - estar amparado em parecer jurídico qualificado que sustente a exequibilidade da transferência tempestiva de seus recursos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; No caso de utilização dos recursos do MCR que leve ao descumprimento do disposto no inciso I do <em style=\"\">caput</em>, deve haver a elaboração de plano de recomposição do MCR em prazo adequado.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso de desligamento ou desfiliação de cooperativa singular de crédito do respectivo sistema cooperativo, sem prejuízo do disposto na Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022, devem estar previstas&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a possibilidade de resgate do saldo dos recursos por ela integralizados, de modo compatível com a estrutura de liquidez dos recursos do MCR, observado o inciso II; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a manutenção das obrigações financeiras por ela contraídas com o MCR.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O Banco Central do Brasil pode determinar o aporte de recursos adicionais ao MCR, caso verifique sua insuficiência para assegurar a liquidez e a solvência das cooperativas singulares de crédito integrantes do respectivo sistema cooperativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 19.&#160; O acesso aos recursos do MCR deve ser prévio ao inadimplemento e ao ponto de não viabilidade das cooperativas singulares de crédito integrantes do respectivo sistema cooperativo.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do <em style=\"\">caput</em>, o ponto de não viabilidade corresponde à incapacidade de a cooperativa singular de crédito satisfazer pelo menos 70% (setenta por cento) de qualquer requerimento regulatório relativo à solvência, a exemplo dos requerimentos mínimos de Patrimônio de Referência – PR, de Nível I e de Capital Principal, de que trata a Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, e do requerimento mínimo de Patrimônio de Referência Simplificado – PR<sub style=\"\">S5</sub>, de que trata a Resolução nº 4.606, de 19 de outubro de 2017.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O acesso aos recursos não deve estar condicionado à adoção de medidas ou a características prévias da cooperativa singular de crédito receptora dos recursos que esteja classificada na categoria de risco C, nos termos do art. 32 da Resolução BCB nº 229, de 12 de maio de 2022, sem prejuízo da adoção de medidas conjuntas que visem à recomposição da sua liquidez, da sua solvência e da sua higidez, observado o disposto no art. 20, §<em style=\"\"> </em>1º, inciso III.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O acesso aos recursos pode ocorrer a critério do Banco Central do Brasil em face de ameaças à continuidade operacional de cooperativa singular de crédito.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 20.&#160; A governança do MCR, observado o disposto na Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, deve estar sob a responsabilidade de cooperativa central, no caso de sistema cooperativo de dois níveis, ou de confederação, no caso de sistema cooperativo de três níveis, observado o disposto na Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Compete à instituição responsável pela governança do MCR&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - possuir sistema de estratificação de risco para as cooperativas singulares de crédito integrantes do respectivo sistema cooperativo que reflita a sua probabilidade de eventos de crédito e de liquidez;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - recomendar medidas para reduzir riscos quando for ultrapassado o limite que a cooperativa singular de crédito integrante do respectivo sistema cooperativo pode suportar sem comprometer as suas funções essenciais ou a sua continuidade; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - associar às operações sem contrapartida financeira da parte da cooperativa de crédito receptora de recursos a adoção de medidas de redução de risco, inclusive prevendo a possibilidade de administração em caráter temporário no caso de não implementação das medidas exigidas, consoante o disposto na Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, e na Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; As recomendações de que trata o inciso II do § 1º<em style=\"\"> </em>devem ser comunicadas tempestivamente ao Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; No caso de ocorrência de operações de que trata o inciso III do § 1º<em style=\"\"> </em>sem que tenha havido previamente a recomendação de medidas, nos termos do inciso II do § 1º, a instituição responsável pela governança do MCR deve informar ao Banco Central do Brasil&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a razão de não ter havido a recomendação de medidas; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a eventual necessidade de ajustes metodológicos na estratificação de risco e o prazo previsto para a sua implementação.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; No caso de não ter havido acesso aos recursos do MCR previamente ao inadimplemento ou ao ponto de não viabilidade de cooperativa singular de crédito, a instituição responsável pela governança do MCR deve elaborar e submeter ao Banco Central do Brasil relatório detalhado apontando as causas para o ocorrido.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;18pt 0px 10px;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VI<br>DAS DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 21.&#160; A Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024, publicada no Diário Oficial da União – DOU de 2 de dezembro de 2024, passa a vigorar com as seguintes alterações&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">“Art. 6º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, o porte é definido com base na razão entre o valor da Exposição Total da instituição singular ou do conglomerado prudencial e o valor do PIB do Brasil.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; .........................................................................................................................................</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Exposição Total, apurada de acordo com a Resolução BCB nº 478, de 30 de maio de 2025; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">.................................................................................................................................................</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A instituição não sujeita à apuração da Exposição Total deve substituir, para fins de definição do seu porte, o valor da Exposição Total pelo valor do Ativo Total apurado de acordo com os critérios estabelecidos no Cosif.” (NR)</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 22.&#160; Ficam revogados&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Circular nº 3.748, de 27 de fevereiro de 2015, publicada no DOU de 3 de março de 2015;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o art. 3º da Circular nº 3.849, de 18 de setembro de 2017, publicada no DOU de 20 de setembro de 2017;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o art. 2º da Circular nº 3.921, de 5 de dezembro de 2018, publicada no DOU de 7 de dezembro de 2018;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o art. 2º da Circular nº 3.976, de 22 de janeiro de 2020, publicada no DOU de 24 de janeiro de 2020;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o art. 2º da Circular nº 4.006, de 22 de abril de 2020, publicada no DOU de 24 de abril de 2020;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - o art. 2º da Resolução BCB nº 17, de 17 de setembro de 2020, publicada no DOU de 21 de setembro de 2020;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - a Resolução BCB nº 330, de 27 de junho de 2023, publicada no DOU de 29 de junho de 2023; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - o art. 3º da Resolução BCB nº 452, de 21 de janeiro de 2025, publicada no DOU de 23 de janeiro de 2025.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; As referências à Circular nº 3.748, de 27 de fevereiro de 2015, passam a se referir a esta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0px 0px 12pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 23.&#160; Esta Resolução entra em vigor em 1º de julho de 2026.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-transform&#58;uppercase;\">GILNEU FRANCISCO ASTOLFI VIVAN<br></span>Diretor de Regulação</span></p></div>","Voto":"67/2025-BCB","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}