{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 33","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 3/11/2020, Seção 1, p. 446-449.","Id":51201,"Data":"2020-10-29T21:04:00Z","DataTexto":"29/10/2020 18:04","Numero":33.0,"VersaoNormativo":3.0,"Assunto":"Dispõe sobre os critérios para a mensuração e o reconhecimento contábeis de investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto mantidos pelas administradoras de consórcio, pelas instituições de pagamento, pelas sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, pelas sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e pelas sociedades corretoras de câmbio autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os procedimentos para a divulgação em notas explicativas de informações relacionadas a esses investimentos pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@321;@2022;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@250;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@553;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@367;@2024;#RESOLUÇÃO;@4817;@2020;#CIRCULAR;@3816;@2016;#CIRCULAR;@1963;@1991;#","Referencias":"Lei nº 4.595/1964, art. 9º.;#Lei nº 11.795/2008, arts. 6º e 7º, inciso III.;#Lei nº 12.865/2013, arts 9º, incisos II e IX, \"b\", e 15.;#Resolução CMN nº 4.817/2020, arts. 13, §§ 7º e 8º, e 28.;#Revoga, a partir de 1º/1/2022, as Circulares BCB ns. 1.963/1991 e 3.816/2016.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 367/2024 - Alteração, a partir de 1º/3/2024 - Nova redação: ementa; art. 1º, inciso I; denominação Título II; art. 2º, incisos III, \"a\" e \"b\", IV, V, VII, XI, XVIII, \"a\" e \"b\", e XX, \"b\"; art. 4º, parágrafo único; art. 7º, caput; art. 8º, caput e § 2º; art. 10, caput; art. 11, caput; art. 12, caput; art. 13, §§ 6º, 7º e 8º; art. 14, caput e § 1º, inciso II; art. 17, §§ 1º e 2º; art. 18, caput e parágrafo único; art. 23, caput e § 1º; art. 24, caput e inciso I; e art. 28, parágrafo único, incisos XI, \"a\", e XII, \"a\". Inclusão: art. 1º, inciso I, \"a\" a \"e\".;#Resolução BCB nº 553/2026 - Nova redação: ementa; art. 1º, inciso I; e denominação Título II. Revogação: art. 1º, inciso I, \"a\" a \"e\".;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClassDDED400A9AFF49099A52618494D9A17D\"><div class=\"ExternalClass176174FC434242FBAC2DED045643F9E1\" style=\"text-align&#58;justify;\"><div>\n\n\n<span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">\n</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">\n</span></div><title style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Resolução Nº 33</title><div><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">\n</span></div><style style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">\r\n</style><div><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">\n\n\n\n\n\n</span></div><div class=\"WordSection1\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><div>\n\n</div><p class=\"Epgrafe\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">RESOLUÇÃO BCB\nNº 33, DE 29 DE OUTUBRO DE 2020</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.6pt;\"><a name=\"OLE_LINK45\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Dispõe sobre os critérios </span></s></a><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">para mensuração e reconhecimento contábeis de\ninvestimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto mantidos </span></s><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">pelas administradoras de\nconsórcio e pelas instituições de pagamento e os procedimentos para a divulgação\nem notas explicativas de informações relacionadas a esses investimentos pelas\ninstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.6pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Dispõe sobre os critérios para a mensuração e o reconhecimento\ncontábeis de investimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto\nmantidos pelas administradoras de consórcio, pelas instituições de pagamento,\npelas sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, pelas sociedades\ndistribuidoras de títulos e valores mobiliários e pelas sociedades corretoras\nde câmbio autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os\nprocedimentos para a divulgação em notas explicativas de informações\nrelacionadas a esses investimentos pelas instituições autorizadas a funcionar\npelo Banco Central do Brasil. </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.6pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dispõe\nsobre os critérios para a mensuração e o reconhecimento contábeis de\ninvestimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto mantidos\npelas instituições obrigadas a utilizar o Padrão Contábil das Instituições\nReguladas pelo Banco Central do Brasil – Cosif por força da Resolução BCB nº\n92, de 6 de maio de 2021, e os procedimentos para a divulgação em notas\nexplicativas de informações relacionadas a esses investimentos pelas\ninstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução BCB nº\n553, de 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">A Diretoria Colegiada do\nBanco Central do Brasil, em sessão realizada em 29 de outubro de 2020, com base\nnos arts. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, 6º e 7º, inciso III,\nda Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008, 9º, incisos II e IX, alínea\n&quot;b&quot;, e 15 da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, e tendo em vista\no disposto no art. 28 da Resolução nº 4.817, de 29 de maio de 2020,</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">R E S O L V E &#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><a name=\"OLE_LINK51\"></a><a name=\"OLE_LINK49\"></a><a name=\"OLE_LINK50\"></a><a name=\"OLE_LINK42\"></a><a name=\"OLE_LINK43\"></a><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO\nI<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DISPOSIÇÕES PRELIMINARES</span></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO ÚNICO<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 1º&#160; Esta Resolução estabelece&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - os critérios para mensuração\ne reconhecimento contábeis, pelas administradoras de consórcio e pelas\ninstituições de pagamento, de investimentos em entidades coligadas, controladas\ne controladas em conjunto, no Brasil e no exterior, inclusive operações de\naquisição de participação, incorporação, fusão e cisão de entidades, em que\nsejam parte; e</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - os critérios para a\nmensuração e o reconhecimento contábeis pelas instituições autorizadas a\nfuncionar pelo Banco Central do Brasil listadas a seguir de investimentos em\nentidades coligadas, controladas e controladas em conjunto, no Brasil e no\nexterior, inclusive operações de aquisição de participação, incorporação, fusão\ne cisão de entidades, em que sejam parte&#58; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">I - os critérios para a\nmensuração e o reconhecimento contábeis pelas instituições obrigadas a utilizar\no Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil –\nCosif nos termos do art. 1º, </span><i style=\"\">caput</i><span style=\"\">, inciso I, da Resolução BCB nº 92, de\n6 de maio de 2021, de investimentos em entidades coligadas, controladas e\ncontroladas em conjunto, no Brasil e no exterior, inclusive operações de\naquisição de participação, incorporação, fusão e cisão de entidades, em que\nsejam parte; e</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução BCB nº\n553, de 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) administradoras de\nconsórcio; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada pela Resolução BCB nº 553,\nde 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) instituições de\npagamento; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">b)</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada pela Resolução BCB nº 553,\nde 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">c) sociedades corretoras de\ntítulos e valores mobiliários; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;black;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada pela Resolução BCB nº 553,\nde 3/3/2026.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">d) sociedades distribuidoras\nde títulos e valores mobiliários; e </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">d)</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada pela Resolução BCB nº 553,\nde 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">e) sociedades corretoras de\ncâmbio; e </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">e)</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada pela Resolução BCB nº 553,\nde 3/3/2026.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - os procedimentos para a divulgação em notas explicativas de informações\nrelacionadas com os investimentos de que trata o inciso I pelas\ninstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único.&#160; O disposto nos\nincisos I e II não se aplica aos seguintes investimentos, que devem ser classificados, mensurados, reconhecidos e\nevidenciados de acordo com a regulamentação contábil específica aplicável a\ninstrumentos financeiros&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;72pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - participações em entidades que não\nsejam coligadas, controladas ou controladas em conjunto; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;72pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - participações em fundos de\ninvestimento.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">TÍTULO II<br></span></s><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">DOS CRITÉRIOS APLICÁVEIS ÀS ADMINISTRADORAS DE CONSÓRCIO E ÀS\nINSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO</span></s></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">TÍTULO II<br></span></s><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">DOS CRITÉRIOS APLICÁVEIS ÀS ADMINISTRADORAS DE CONSÓRCIO, ÀS\nINSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO, ÀS SOCIEDADES CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES\nMOBILIÁRIOS, ÀS SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E ÀS\nSOCIEDADES CORRETORAS DE CÂMBIO</span></s></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Denominação alterada, a partir de\n1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO II<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DOS\nCRITÉRIOS APLICÁVEIS ÀS INSTITUIÇÕES OBRIGADAS A UTILIZAR O COSIF POR FORÇA DA\nRESOLUÇÃO BCB Nº 92, DE 6 DE MAIO DE 2021</span></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Denominação alterada pela Resolução\nBCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DEFINIÇ</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">ÕES</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 2º&#160; Para fins do disposto neste\nTítulo, considera-se&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - ágio por expectativa de\nrentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>)&#58; ativo que representa os benefícios\neconômicos futuros resultantes de ativos que não são individualmente\nidentificados nem reconhecidos separadamente, adquiridos em uma transação de aquisição\nde participação em coligada, controlada ou controlada em conjunto;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - aquisição de\nparticipação&#58; aquisição\nde parcela do capital de outra entidade, inclusive na forma de subscrição de novas\nações ou cotas;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - ativo identificável&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) o ativo que pode ser\nseparado e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, individual ou\njuntamente com um contrato, ativo ou passivo relacionado, independentemente da\nintenção de uso pela administradora de consórcio ou pela instituição de\npagamento; ou</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o ativo que pode ser separado e\nvendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, individual ou juntamente\ncom um contrato, ativo ou passivo relacionado, independentemente da intenção de\nuso pela instituição; ou </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) o ativo que resulte de\ndireitos contratuais ou de outros direitos legais, independentemente de tais\ndireitos serem transferíveis ou separáveis da administradora de consórcio, da instituição\nde pagamento ou de outros direitos e obrigações;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">b) o ativo que resulte de\ndireitos contratuais ou de outros direitos legais, independentemente de tais\ndireitos serem transferíveis ou separáveis da instituição, ou de outros\ndireitos e obrigações;</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - coligada&#58; entidade sobre\na qual a administradora de consórcio ou a instituição de pagamento investidora\ntenha influência significativa;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - coligada&#58; entidade sobre a qual a\ninstituição investidora tenha influência significativa; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">V - controlada&#58; entidade sobre\na qual a administradora de consórcio ou a instituição de pagamento investidora\ntenha o controle, direta ou indiretamente;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - controlada&#58; entidade sobre a qual\na instituição investidora tenha o controle, direta ou indiretamente; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VI - controlada em\nconjunto&#58; entidade cujo controle é contratualmente compartilhado por duas ou\nmais entidades, de modo que as decisões sobre as atividades que afetam\nsignificativamente os retornos do negócio exijam o consentimento unânime das\npartes controladoras;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">VII - controle&#58; situação em\nque a administradora de consórcio ou a instituição de pagamento investidora está\nexposta a, ou tem direito sobre, retornos variáveis decorrentes de seu\nenvolvimento com a investida e tem a capacidade de afetar esses retornos por\nmeio de seu poder sobre a investida;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - controle&#58; situação em que a\ninstituição investidora está exposta a, ou tem direito sobre, retornos\nvariáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem a capacidade de\nafetar esses retornos por meio de seu poder sobre a investida; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - data-base da operação&#58; data comum\na todas as entidades envolvidas na operação, definida para levantamento e\navaliação de suas situações patrimoniais nas operações de aquisição de\nparticipação, de incorporação, fusão e cisão, bem como para fins de&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) estabelecimento da relação de\nsubstituição das ações ou quotas das entidades envolvidas na operação; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) aumento de capital e definição de\nsua forma de integralização, quando for o caso;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IX - deságio&#58; valor da\ndiferença negativa entre o custo de aquisição e o valor justo dos ativos\nidentificáveis, deduzido do valor justo dos passivos assumidos da entidade\nadquirida, apurado na data-base da operação de aquisição de participação\nsocietária;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"\">X - g</span>rupo econômico&#58; grupo composto\npela entidade controladora e todas as suas controladas;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XI - incorporação reversa&#58;\noperação de incorporação em que a incorporada detém participação no capital da administradora\nde consórcio ou da instituição de pagamento incorporadora;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - incorporação reversa&#58; operação de\nincorporação em que a incorporada detém participação no capital da instituição\nincorporadora; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - influência significativa&#58; poder\nde participar das decisões sobre políticas financeiras e operacionais de uma\ninvestida, sem o controle individual ou conjunto dessas políticas;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - itens monetários&#58; unidades de\nmoeda mantidas em caixa e ativos e passivos a serem recebidos ou pagos em um\nnúmero fixo ou determinado de unidades de moeda;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - método da equivalência\npatrimonial&#58; método de contabilização por meio do qual o investimento em uma\nentidade é ajustado de forma a refletir a participação do investidor no patrimônio\nlíquido da investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - moeda de registro&#58; moeda na qual\né realizada a escrituração contábil;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - moeda estrangeira&#58; qualquer\nmoeda diferente da moeda funcional da entidade;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - moeda funcional&#58; moeda do\nambiente econômico principal no qual a entidade opera;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVIII - partes independentes&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) entidades que não façam\nparte do mesmo grupo econômico da administradora de consórcio ou da instituição\nde pagamento; e</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) entidades que não façam parte do\nmesmo grupo econômico da instituição; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) pessoas naturais que não\nsão controladoras, direta ou indiretamente, de entidades que façam parte do\nmesmo grupo econômico da administradora de consórcio ou da instituição de\npagamento;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) pessoas naturais que não são\ncontroladoras, direta ou indiretamente, de entidades que façam parte do mesmo\ngrupo econômico da instituição; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIX - passivo assumido&#58; obrigação\npresente, derivada de evento passado, cujo valor justo possa ser mensurado com\nconfiabilidade na data-base da operação;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XX - patrimônio líquido da investida ajustado&#58; valor do patrimônio líquido da investida, depois de\nefetuados os ajustes necessários para eliminar os efeitos decorrentes de&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) integralizações\nparciais de aumentos de capital;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) critérios contábeis\nmateriais diversos dos previstos na regulamentação contábil vigente aplicável\nàs administradoras de consórcio e às instituições de pagamento;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">b) critérios contábeis\nmateriais diversos dos previstos na regulamentação contábil vigente aplicável\nàs instituições mencionadas no inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\"> do art. 1º;</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">c) exclusão do patrimônio\nlíquido da investida de resultados não realizados, decorrentes de negócios\nefetuados com a investidora, e de negócios com outras coligadas, controladas e controladas em conjunto; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">d) exclusão de eventuais\nparticipações recíprocas admitidas pela regulamentação vigente;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XXI - poder&#58; direitos que dão ao\ninvestidor a capacidade atual de dirigir as atividades que afetem\nsignificativamente os retornos da investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XXII - taxa de câmbio&#58; relação de\ntroca entre duas moedas;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XXIII - taxa de câmbio à vista&#58; taxa\nde câmbio normalmente utilizada para liquidação imediata das operações de\ncâmbio; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XXIV - transação em moeda estrangeira&#58;\ntransação denominada ou que requer liquidação em moeda estrangeira.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;São indícios da existência de\ninfluência significativa&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - representação no conselho de\nadministração ou na diretoria da investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - participação nos processos de\nelaboração de políticas, inclusive em decisões sobre dividendos e outras\ndistribuições;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - operações materiais\nentre a investidora e a investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - intercâmbio de\ndiretores ou de outros membros da alta administração; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">V - fornecimento de\ninformação técnica essencial para a atividade da investida.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º&#160; Presume-se a\nexistência de influência significativa quando a investidora for titular de 20%\n(vinte por cento) ou mais do capital votante da investida, sem controlá-la.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS EM\nCOLIGADAS, CONTROLADAS E CONTROLADAS EM CONJUNTO</span></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção I<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Aquisição de\nParticipações</b></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção I<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Operações de Aquisição\nde Participações </b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">entre\nPartes Independentes</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 3º &#160;As aquisições de\nparticipações em coligadas, controladas e controladas em conjunto cujo vendedor\nda participação seja independente da adquirente devem ser reconhecidas,\ninicialmente, pelo valor de aquisição, segregando-se os seguintes itens&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - valor justo dos ativos\nidentificáveis deduzido do valor justo dos passivos assumidos da investida na\ndata-base da operação, calculado com base na proporção da participação\nadquirida no capital da investida sobre o valor do patrimônio líquido da\ninvestida ajustado naquela data; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - ágio por expectativa de rentabilidade\nfutura (<b style=\"\">goodwill</b>), se houver.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;O valor a que se\nrefere o inciso I do<b style=\"\"> caput</b> deve ser segregado e classificado de acordo\ncom os seguintes fundamentos econômicos, comprovados por documentação que sirva\nde base à escrituração&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - valor contábil do\npatrimônio líquido da investida ajustado na data-base da operação;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - diferença entre o\nvalor justo e o valor contábil de ativos e passivos da investida na data-base\nda operação, se houver; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - ativos\nidentificáveis e passivos assumidos mensuráveis com confiabilidade, não\nregistrados na contabilidade da investida na data-base da operação, se houver.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;O valor de eventual\ndiferença positiva entre o valor de aquisição e o valor de que trata o inciso I\ndo <b style=\"\">caput</b> que não tenha fundamento econômico em benefícios futuros deve ser reconhecido imediatamente no resultado do período como\ndespesa não operacional.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º &#160;O valor de aquisição\ndeve considerar, além do valor justo dos ativos transferidos pela adquirente,\ntodas as outras contraprestações, inclusive passivos incorridos pela adquirente\ndevidos aos antigos proprietários da adquirida e participações patrimoniais\nemitidas pela adquirente, assim como eventuais ajustes realizados após a data-base\nda operação de aquisição já previstos na negociação.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 4º &#160;A avaliação a valor\njusto dos ativos identificáveis e dos passivos assumidos da investida deve ser\nobjeto de laudo realizado por empresa independente especializada em avaliação\nde ativos.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art.\n4º &#160;Caso seja apurado deságio na avaliação do valor justo dos ativos\nidentificáveis e dos passivos assumidos da investida de que trata o § 4º do\nart. 3º, deve ser realizada nova avaliação por outra empresa independente\nespecializada na avaliação de ativos.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único. &#160;Caso a\nnova avaliação resulte em deságio, a administradora de consórcio ou a instituição\nde pagamento deve reconhecer como receita não operacional o menor deságio\napurado nas avaliações mencionadas no <b>caput</b>.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">Parágrafo único.&#160; Caso a\nnova avaliação resulte em deságio, a instituição mencionada no inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\">\ndo art. 1º deve reconhecer como receita não operacional o menor deságio apurado\nnas avaliações mencionadas no </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\">.</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 5º &#160;As participações\njá detidas pela adquirente somente devem ser reavaliadas, conforme o disposto\nno art. 3º, no caso de aquisição de controle em etapas, no momento da aquisição\nde controle.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;O ganho ou a perda\ndecorrente da reavaliação de que trata o <b style=\"\">caput</b> deve ser registrado no\nresultado do período ou no patrimônio líquido, de acordo com o critério de\nreconhecimento e mensuração aplicável à parcela já detida.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;O ágio por expectativa de rentabilidade\nfutura (<b style=\"\">goodwill</b>) eventualmente resultante de\naquisição de nova participação em entidade da qual a investidora tenha o\ncontrole deve ser registrado em conta destacada do patrimônio líquido da\ninvestidora pelo valor líquido dos efeitos tributários.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção II<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Operações de Aquisição\nde Participações </b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">entre\nEntidades do Mesmo Grupo Econômico</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 6º &#160;As aquisições de\nparticipações em coligadas, controladas e controladas em conjunto cujo vendedor\nfaça parte do mesmo grupo\neconômico da adquirente devem ser reconhecidas,\ninicialmente, pela aplicação sobre o valor contábil do patrimônio líquido da\ninvestida ajustado na data-base da operação da parcela de participação\nadquirida.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único.&#160; O valor\nde eventual diferença entre o valor de aquisição e o valor contábil do\npatrimônio líquido da investida apurado conforme o disposto no <b style=\"\">caput</b>\ndeve ser reconhecido no patrimônio líquido.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção II<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Investidas no Exterior</b></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção I<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Procedimentos Preliminares</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 7º &#160;Na avaliação das\nparticipações em entidades coligadas, controladas e controladas em conjunto no\nexterior, preliminarmente à aplicação do método de equivalência patrimonial, as\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; Na avaliação das\nparticipações em entidades coligadas, controladas e controladas em conjunto no\nexterior, preliminarmente à aplicação do método de equivalência patrimonial, as\ninstituições mencionadas no inciso I do <b style=\"\">caput</b> do art. 1º devem&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - designar a moeda funcional de cada\ninvestida no exterior;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - converter as transações em moeda\nestrangeira para a moeda funcional da investida; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - converter as demonstrações\nfinanceiras da investida no exterior da moeda funcional para a moeda nacional, caso\na moeda funcional da investida seja diferente da moeda nacional.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único. &#160;O disposto no <b style=\"\">caput</b>\naplica-se também na avaliação de dependências no exterior.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção II<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Moeda Funcional</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 8º&#160; As administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento devem considerar, na designação da\nmoeda funcional de cada investida no exterior, cumulativamente, os seguintes\nfatores&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">Art. 8º&#160; As instituições mencionadas\nno inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\"> do art. 1º devem considerar, na designação da moeda\nfuncional de cada investida no exterior, cumulativamente, os seguintes fatores&#58;</span>\n</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - o ambiente econômico em que a\nentidade gera e despende caixa;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a moeda que mais influencia os\npreços de venda de produtos e serviços, custos de mão de obra e outros custos\npara o fornecimento de produtos e serviços;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - a moeda do país cujos aspectos\ncompetitivos e regulatórios mais influenciam na determinação dos preços de\nvenda para seus produtos e serviços;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - a moeda por meio da qual são\noriginados os recursos das atividades de financiamento da entidade; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">V - a moeda por meio da qual os\nrecursos gerados pelas atividades operacionais da entidade são usualmente\nacumulados.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º&#160; Os seguintes fatores adicionais\npodem ser considerados para definir se a moeda funcional da investida no\nexterior é a mesma da investidora, caso os fatores estabelecidos no <b style=\"\">caput</b>\nsejam insuficientes para essa definição&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - as atividades da investida no\nexterior são executadas como extensão da investidora, de modo que não é\nconferido grau significativo de autonomia à entidade no exterior;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - as transações com a investidora\nrepresentam uma proporção relevante das atividades da investida no exterior; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - os fluxos de caixa advindos das\natividades da investida no exterior&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) afetam diretamente os fluxos de\ncaixa da investidora e estão prontamente disponíveis para lhe serem remetidos;\ne</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) são suficientes para pagamento de\njuros e demais compromissos existentes e esperados em título de dívida,\nindependentemente de aportes da investidora.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º &#160;A moeda funcional das administradoras\nde consórcio e das instituições de pagamento que atuam no País deve ser a moeda\nnacional.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A moeda funcional das\ninstituições mencionadas no inciso I do <b>caput</b> do art. 1º que atuam no\npaís deve ser a moeda nacional. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º&#160; A alteração da moeda funcional\nda investida no exterior é permitida somente se houver mudança significativa no\nambiente econômico principal no qual a entidade opera, considerados os fatores\ndefinidos no <b style=\"\">caput</b> e § 1º.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 4º&#160; No caso de alteração da moeda\nfuncional da investida no exterior, na forma do disposto no § 3º, os\nprocedimentos de conversão para a nova moeda funcional devem ser aplicados\nprospectivamente a partir da data da alteração.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 9º&#160; O Banco Central do Brasil\npoderá determinar a alteração da moeda funcional de investidas no exterior,\ncaso constatada definição inadequada dessa moeda.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção III<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Conversão de Transações em Moeda\nEstrangeira</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 10.&#160; Caso as investidas\nno exterior realizem transações em moeda diferente de suas respectivas moedas\nfuncionais, as administradoras de consórcio e as instituições de pagamento<b> </b>devem\nconverter, no reconhecimento inicial, individualmente, as transações em moeda\nestrangeira para a moeda funcional mediante a aplicação, sobre o montante de\nmoeda estrangeira, da taxa de câmbio à vista na data da transação.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; Caso as investidas no\nexterior realizem transações em moeda diferente de suas respectivas moedas\nfuncionais, as instituições mencionadas no inciso I do <b>caput</b> do art. 1º\ndevem converter, no reconhecimento inicial, individualmente, as transações em\nmoeda estrangeira para a moeda funcional mediante a aplicação, sobre o montante\nde moeda estrangeira, da taxa de câmbio à vista na data da transação. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Caso a moeda de\nregistro da investida no exterior seja diferente da sua moeda funcional, a\nconversão de que trata o <b>caput</b> deve ser feita da moeda estrangeira para\na moeda de registro.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 11. &#160;As administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento devem converter, por ocasião da elaboração\ndo balancete ou balanço, individualmente, as transações em moeda estrangeira\npara a moeda funcional pela taxa de câmbio&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; As instituições mencionadas\nno inciso I do <b>caput</b> do art. 1º devem converter, por ocasião da\nelaboração do balancete ou balanço, individualmente, as transações em moeda\nestrangeira para a moeda funcional pela taxa de câmbio&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - da data-base do respectivo\nbalancete ou balanço, na conversão de&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoListParagraph\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a)\nitens monetários; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) itens não monetários mensurados\npelo valor justo; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - da data da transação, no caso de\nitens não monetários mensurados pelo custo histórico.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;Na avaliação de desvalorização\npor redução no valor recuperável dos ativos não monetários em moeda\nestrangeira, quando exigida pela regulamentação específica, a perda por redução\na valor recuperável deve ser determinada pela comparação entre&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - o valor contábil em moeda\nestrangeira convertido de acordo com o inciso II do <b style=\"\">caput</b>; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - o valor recuperável em moeda\nestrangeira convertido de acordo com a taxa de câmbio vigente na data da sua\napuração.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º&#160; Os ajustes decorrentes da\nconversão de que trata o <b style=\"\">caput </b>devem ser registrados&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - em conta destacada do patrimônio\nlíquido, pelo valor líquido dos efeitos tributários, no caso de itens não\nmonetários cujos ganhos e perdas sejam reconhecidos no patrimônio líquido; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - em contrapartida ao resultado,\nnos demais casos.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º &#160;Caso a moeda de registro da\ninvestida no exterior seja diferente da sua moeda funcional, fica admitida a\nconversão de que trata o <b style=\"\">caput</b> com base nos saldos diários de cada\nsubtítulo ou título contábil relativos às datas em que as transações foram\nrealizadas, considerando a variação diária da taxa de câmbio.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção IV<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Conversão de Demonstrações em Moeda\nEstrangeira</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 12. &#160;Caso a moeda\nfuncional da investida no exterior seja diferente da moeda nacional, as\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem converter os\nsaldos das demonstrações financeiras dessas entidades da moeda funcional para a\nmoeda nacional, observado que&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">Art. 12.&#160; Caso a moeda funcional da\ninvestida no exterior seja diferente da moeda nacional, as instituições\nmencionadas no inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\"> do art. 1º devem converter os saldos\ndas demonstrações financeiras dessas entidades da moeda funcional para a moeda\nnacional, observado que&#58;</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - ativos e passivos devem ser\nconvertidos pela taxa de câmbio da data do respectivo balancete ou balanço da\ninvestidora; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - receitas e despesas devem ser\nconvertidas pelas taxas de câmbio das datas da ocorrência das transações.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;Admite-se a utilização da taxa\nde câmbio média do período, em cada moeda estrangeira, caso a investidora não\ntenha acesso aos dados necessários para realizar a conversão de receitas e\ndespesas pelas taxas de câmbio das datas de ocorrência das transações.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;Caso a investidora utilize a\nfaculdade prevista no § 1º, deve ser aplicada a taxa de câmbio média para\nconversão de todas as receitas e despesas realizadas na mesma moeda.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º &#160;Os ajustes de variação cambial\ndecorrentes do processo de conversão de que trata o <b style=\"\">caput</b> devem ser\nregistrados nas demonstrações financeiras convertidas da investida no exterior\ncomo componente destacado do patrimônio líquido pelo valor líquido dos efeitos\ntributários.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção III<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Da Avaliação pelo Método\nda Equivalência Patrimonial</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 13. &#160;Os investimentos\nem participações em coligadas, controladas e controladas em conjunto devem ser avaliados\nnos períodos subsequentes à aquisição pelo método da equivalência patrimonial e\najustados mensalmente, da seguinte forma&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - o valor contábil do\npatrimônio líquido de que trata o inciso I do § 1º do art. 3º deve ser recalculado\npelo método da equivalência patrimonial, com registro dos respectivos ajustes\nem contrapartida&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) ao resultado do período,\nno caso de alterações no patrimônio da investida decorrentes de valores reconhecidos\nno seu resultado; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) às adequadas contas\ndestacadas do patrimônio líquido, no caso de alterações no patrimônio da\ninvestida decorrentes de valores reconhecidos diretamente no seu patrimônio\nlíquido, sem efeitos sobre o resultado do período;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - o valor da diferença de\nque trata o inciso II do § 1º do art. 3º deve ser apropriado ao resultado\nproporcionalmente à baixa, parcial ou integral, do item correspondente na\ncontabilidade da investida, inclusive por depreciação, amortização ou redução\nao valor recuperável do ativo;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - os valores dos\nativos identificáveis e os passivos assumidos não registrados na contabilidade\nda investida de que trata o inciso III do § 1º do art. 3º devem ser ajustados\nde acordo com a regulamentação específica para mensuração desses itens; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - o ágio por expectativa de rentabilidade\nfutura (<b style=\"\">goodwill</b>) da investida deve ser amortizado,\nem contrapartida ao resultado do período, de acordo com o prazo definido em\nestudo técnico para realização dos benefícios econômicos futuros que\nfundamentaram seu reconhecimento, ou baixado por alienação ou perda do\ninvestimento. </span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;A remuneração do capital auferida nos\ninvestimentos de que trata o <b style=\"\">caput</b> deve ser&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - reconhecida no ativo quando a investidora\nobtiver o direito a recebê-la; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - mensurada conforme valor\ndeclarado pela entidade investida, em contrapartida ao valor contábil da\nparticipação societária.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;A forma de registro contábil\nprevista no § 1º se aplica também à remuneração do capital eventualmente\nrecebida antes de sua declaração.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º &#160;O disposto no inciso\nIII do <b style=\"\">caput</b> não se aplica aos passivos contingentes, conforme definido\nna regulamentação específica, assumidos na aquisição do investimento.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 4º &#160;Os passivos de que\ntrata o § 3º devem ser avaliados, até sua baixa definitiva, pelo maior valor\nentre o valor justo na data-base da operação e o valor apurado segundo a\nregulamentação específica aplicável ao reconhecimento e mensuração de passivos\ncontingentes e provisões.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 5º &#160;A baixa de que trata\no § 4º deve ocorrer quando o passivo contingente for liquidado, cancelado ou\nextinto.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 6º &#160;Caso o valor da\nparticipação da investidora nos prejuízos da investida supere o valor contábil do\ninvestimento, as administradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem\nreconhecer a diferença entre esses valores em contrapartida a qualquer ativo de\nlongo prazo a receber da investida que, em essência, faça parte do investimento\nem uma coligada, controlada ou controlada em conjunto, de acordo com a\nprioridade definida para sua liquidação.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">§ 6º&#160; Caso o valor da\nparticipação da investidora nos prejuízos da investida supere o valor contábil\ndo investimento, as instituições mencionadas no inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\"> do\nart. 1º devem reconhecer a diferença entre esses valores em contrapartida a\nqualquer ativo de longo prazo a receber da investida que, em essência, faça\nparte do investimento em uma coligada, controlada ou controlada em conjunto, de\nacordo com a prioridade definida para sua liquidação.</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 7º &#160;Caso o valor da\ndiferença de que trata o § 6º supere o valor das operações ali mencionadas, as\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem reconhecer um\npassivo, conforme regulamentação específica, exceto se comprovada a ausência de\nobrigações perante terceiros.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"\">§ 7º&#160; Caso o valor da diferença de que\ntrata o § 6º supere o valor das operações ali mencionadas, as instituições\nmencionadas no inciso I do </span><b style=\"\">caput</b><span style=\"\"> do art. 1º devem reconhecer um passivo,\nconforme regulamentação específica, exceto se comprovada a ausência de\nobrigações perante terceiros.</span> </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 8º &#160;As administradoras de\nconsórcio e as instituições de pagamento que não reconhecerem um passivo em\ndecorrência do disposto no § 7º somente podem voltar a reconhecer resultados\npositivos de equivalência patrimonial da investida em montantes que excederem as\nperdas não reconhecidas.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; As instituições\nmencionadas no inciso I do <b style=\"\">caput</b> do art. 1º que não reconhecerem um\npassivo em decorrência do disposto no § 7º somente podem voltar a reconhecer\nresultados positivos de equivalência patrimonial da investida em montantes que\nexcederem as perdas não reconhecidas. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 9º &#160;O patrimônio líquido\nda coligada ou da controlada deve ser determinado com base no balanço\npatrimonial ou balancete mais recente dessas entidades, sendo admitida\ndiferença de, no máximo, dois meses para a data-base do balancete ou balanço\npatrimonial da investidora.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 14. &#160;Depois de\nefetuados os ajustes de que trata o art. 13, as administradoras de consórcio e\nas instituições de pagamento devem avaliar se há evidências objetivas de\nredução do valor recuperável do valor contábil da participação societária, de\nacordo com regulamentação específica.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; Depois de\nefetuados os ajustes de que trata o art. 13, as instituições mencionadas no\ninciso I do <b style=\"\">caput</b> do art. 1º devem avaliar se há evidências objetivas de\nredução do valor recuperável do valor contábil da participação societária, de\nacordo com regulamentação específica. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;Eventual perda por\nredução ao valor recuperável deve ser alocada&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - ao valor do ágio por expectativa de rentabilidade\nfutura (<b style=\"\">goodwill</b>); ou</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - ao valor contábil da\nparticipação societária da administradora de consórcio ou da instituição de\npagamento na investida, se não houver saldo relativo a ágio por expectativa de\nrentabilidade futura (<b>goodwill</b>).</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ao valor contábil da\nparticipação societária da instituição na investida, se não houver saldo\nrelativo a ágio por expectativa de rentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>). </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;É vedada a reversão das perdas\nalocadas na forma do § 1º, inciso I.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 15. &#160;Caso a investidora reduza a\nparticipação no capital da investida, os eventuais valores relativos aos\najustes de que trata a alínea &quot;b&quot; do inciso I do art. 13 devem ser\nreclassificados, na proporção da parcela da participação reduzida, para&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - a conta de lucros ou prejuízos\nacumulados, no caso de itens que, segundo a regulamentação vigente, não devem\nafetar o resultado; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - o resultado do período, nos\ndemais casos.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único. &#160;No caso de redução\nda participação no capital da controlada, sem a perda do controle, os valores\nde que trata o inciso II do <b style=\"\">caput</b> devem permanecer registrados no\npatrimônio líquido enquanto a entidade mantiver o controle.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 16. &#160;Caso a entidade investida deixe\nde se caracterizar como coligada, controlada ou controlada em conjunto, a investidora\ndeve classificar, mensurar, reconhecer e evidenciar os investimentos em\nparticipações nessa entidade de acordo com a regulamentação contábil específica\naplicável a instrumentos financeiros.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;O investimento de\nque trata o <b style=\"\">caput</b> deve ser mensurado, em seu reconhecimento inicial como\ninstrumento financeiro, pelo seu valor justo.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;Eventual diferença no valor do\ninstrumento em decorrência da aplicação do disposto no § 1º deve ser\nreconhecida no resultado do período.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 3º &#160;Os eventuais valores relativos\naos ajustes de que trata a alínea &quot;b&quot; do inciso I do art. 13 referentes\nao investimento mencionado no <b style=\"\">caput</b> devem ser registrados conforme o\nart. 15, <b style=\"\">caput</b>.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção IV<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos\nInvestimentos Mantidos para Venda</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 17. &#160;Os investimentos em\ncoligadas, controladas e controladas em conjunto que a investidora espera\nrealizar pela venda, que estejam disponíveis para venda imediata e cuja alienação\nseja altamente provável devem ser classificados, mensurados, reconhecidos e\nevidenciados de acordo com a regulamentação contábil específica aplicável a\ninstrumentos financeiros.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;As administradoras de\nconsórcio e as instituições de pagamento devem definir em sua política contábil\no prazo esperado para a alienação dos investimentos de que trata o <b>caput</b>.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As instituições mencionadas no\ninciso I do <b>caput</b> do art. 1º devem definir em sua política contábil o\nprazo esperado para a alienação dos investimentos de que trata o <b>caput</b>. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º &#160;Os investimentos de\nque trata o <b>caput</b> que não forem vendidos no período definido pela administradora\nde consórcio ou pela instituição de pagamento, conforme o § 1º, devem ser\nreconhecidos e avaliados conforme as normas constantes das Seções I, II e III\ndeste Capítulo, de forma retrospectiva à data da aquisição do investimento.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os investimentos de que trata o <b>caput</b>\nque não forem vendidos no período definido pela instituição, conforme o § 1º,\ndevem ser reconhecidos e avaliados conforme as normas constantes das Seções I,\nII e III deste Capítulo, de forma retrospectiva à data da aquisição do\ninvestimento. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O Banco Central do Brasil poderá\ndeterminar alteração no prazo de que trata o § 1º, caso identifique inadequação\nem sua definição.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção V<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Operações de Incorporação, Fusão e\nCisão</b></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção I<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Procedimentos Preliminares</b></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 18. &#160;Nas operações de\nincorporação, fusão e cisão em que haja aquisição ou transferência de\nparticipação, preliminarmente ao reconhecimento dessas operações, as administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento devem&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18.&#160; Nas operações de\nincorporação, fusão e cisão em que haja aquisição ou transferência de\nparticipação, preliminarmente ao reconhecimento dessas operações, as\ninstituições mencionadas no inciso I do <b>caput</b> do art. 1º devem&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - definir a entidade adquirente e o\nvendedor da participação transferida; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aplicar os procedimentos\ncontábeis previstos na Seção I deste Capítulo, para mensuração e reconhecimento\nda aquisição das participações transferidas.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único. &#160;Para fins\ndo disposto no <b>caput</b>, considera-se adquirente a administradora de\nconsórcio ou a instituição de pagamento que obtém o controle da entidade\nincorporada ou da entidade resultante da fusão ou da cisão.</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para fins do\ndisposto no <b>caput</b>, considera-se adquirente a instituição que obtém o\ncontrole da entidade incorporada ou da entidade resultante da fusão ou da\ncisão. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção II<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Do Reconhecimento\ndas Operações de Incorporação, Fusão e Cisão</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 19. &#160;Nas operações de\nincorporação, fusão e cisão, após realizados os procedimentos definidos no art.\n18, os ativos e passivos das entidades incorporadas ou fundidas ou das entidades\nresultantes da cisão devem ser reconhecidos pelo seu valor contábil na\ndata-base da operação.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 20.&#160; Eventuais valores registrados na controladora referentes ao investimento nas empresas envolvidas\nna operação, quando não baixados no momento da fusão ou incorporação, devem ser\ncontabilizados&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - nas contas representativas dos ativos\ne passivos que deram origem ao registro na investida, limitado ao seu valor\njusto, no caso da diferença de que trata o inciso II\ndo § 1º do art. 3º;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - nas adequadas contas de ativo ou\npassivo, limitado ao seu valor justo, no caso de que\ntrata o inciso III do § 1º do art. 3º; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - no ativo intangível, no caso de ágio\npor expectativa de rentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>).</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 21.&#160; Deve ser baixado, na data da\noperação, eventual ágio por expectativa de rentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>) existente&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - na entidade incorporada&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) nas operações de incorporação reversa;\ne</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) no caso de participações recíprocas,\nse permitidas por lei e pela regulamentação vigente; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - nas entidades fundidas que tenham\nparticipação no capital de outras entidades envolvidas na fusão.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 22.&#160; No caso de extinção de\nações, a diferença entre o valor contábil das ações extintas e o valor do\nacervo líquido que as substituir deve ser registrada&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - quando positiva, como receita não\noperacional; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - quando negativa, como despesa não\noperacional.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção III<br></b><b style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Demonstrações Financeiras e Demais\nDocumentos Contábeis</b></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 23.&#160; As administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento envolvidas em operações de\nincorporação, fusão e cisão devem observar os seguintes procedimentos para\npublicação e remessa das demonstrações financeiras ao Banco Central do Brasil&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 23.&#160; As instituições mencionadas\nno inciso I do <b>caput</b> do art. 1º envolvidas em operações de incorporação,\nfusão e cisão devem observar os seguintes procedimentos para publicação e\nremessa das demonstrações financeiras ao Banco Central do Brasil&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - elaborar balancete patrimonial\nrelativo à data-base da operação, devidamente transcrito no Livro Diário ou\nBalancetes Diários e Balanços; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - manter, individualmente, a\nremessa e a publicação das demonstrações financeiras durante o período\ncompreendido entre a data-base da operação e a data da publicação no Diário\nOficial da União da autorização pelo Banco Central do Brasil da operação de\nincorporação, fusão ou cisão, excluída essa última data.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;As administradoras de\nconsórcio e as instituições de pagamento incorporadoras e as resultantes de\noperações de fusão ou cisão devem&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As instituições incorporadoras e\nas resultantes de operações de fusão ou cisão devem&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - observar as exigências relativas à\nremessa e publicação das demonstrações financeiras a partir da data da\npublicação no Diário Oficial da União da autorização pelo Banco Central do\nBrasil para realização da respectiva operação; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - evidenciar nas notas explicativas\nrelativas às demonstrações financeiras referentes ao primeiro período de\ndivulgação obrigatória depois da operação, além dos esclarecimentos exigidos\npela legislação em vigor, todas as informações relevantes relacionadas com as\noperações de incorporação, fusão ou cisão.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º &#160;As variações no patrimônio das\nentidades envolvidas na operação ocorridas entre a data-base e o dia anterior à\ndata da publicação no Diário Oficial da União da autorização pelo Banco Central\ndo Brasil para realização da respectiva operação de incorporação, fusão ou\ncisão devem integrar o movimento contábil dessas entidades.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DISPOS</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IÇÕES GERAIS</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 24.&#160; As administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento devem manter pelo prazo mínimo de\ncinco anos, ou por prazo superior em decorrência de determinação expressa do\nBanco Central do Brasil, os seguintes documentos&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 24.&#160; As instituições mencionadas\nno inciso I do <b style=\"\">caput</b> do art. 1º devem manter pelo prazo mínimo de cinco\nanos, ou por prazo superior em decorrência de determinação expressa do Banco\nCentral do Brasil, os seguintes documentos&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - no caso de administradoras\nde consórcio ou instituições de pagamento envolvidas em operações de\nincorporação, fusão e cisão&#58;</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no caso de instituições envolvidas\nem operações de incorporação, fusão e cisão&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) as demonstrações financeiras\nelaboradas e publicadas nos cinco exercícios anteriores ao processo de\nincorporação, fusão ou cisão;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) o Livro Diário ou Balancetes\nDiários e Balanços das entidades incorporadas, fundidas ou cindidas relativos\naos cinco exercícios anteriores ao processo de incorporação, fusão ou cisão;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">c) os inventários gerais e a\nconciliação dos elementos do ativo e do passivo realizados por ocasião dos\ntrabalhos de quantificação e qualificação dos elementos patrimoniais para\nefeito da incorporação, fusão ou cisão;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">d) a documentação contábil relacionada\ncom a escrituração, ajustes e conciliação contábeis dos cinco exercícios\nanteriores ao processo, até a data-base da operação; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">e) os demais documentos que serviram\nde base à avaliação patrimonial contábil e às avaliações a valor justo\ndecorrentes da operação de incorporação, fusão ou cisão; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - no caso de investidas no exterior,\nos papéis de trabalho, memórias de cálculo, taxas de câmbio utilizadas, as\nfontes dessas taxas e os documentos relativos às conversões de que trata o Capítulo\nII, Seção II, deste Título.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO III<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DOS PROCEDIMENTOS APLICÁVEIS ÀS\nINSTITU</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IÇÕES AUTORIZADAS A FUNCIONAR PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL NA DIVULGAÇÃO\nEM NOTAS EXPLICATIVAS</span></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA AQ</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">UISIÇÃO DE PARTICIPAÇÕES EM\nCOLIGADAS, CONTROLADAS E CONTROLADAS EM CONJUNTO</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 25.&#160; As instituições autorizadas\na funcionar pelo Banco Central do Brasil devem evidenciar em notas explicativas\ninformações relativas aos julgamentos e às premissas significativos de que\nfizeram uso ao determinar&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - que detêm o controle, direta ou\nindiretamente, de outra entidade; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - que detêm o controle conjunto de\nnegócio ou influência significativa sobre outra entidade.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 1º &#160;Na evidenciação de que trata o <b style=\"\">caput</b>,\ndevem ser divulgados, no mínimo, os julgamentos e premissas significativos\nadotados pela instituição ao determinar&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - a não existência de controle,\nmesmo que detenha mais de 50% (cinquenta por cento) do capital votante da\ninvestida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a existência de controle, mesmo\nque detenha menos de 50% (cinquenta por cento) do capital votante da investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - a não existência de influência\nsignificativa, mesmo que detenha 20% (vinte por cento) ou mais do capital\nvotante da investida, sem controlá-la; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - a existência de influência\nsignificativa, mesmo que não detenha 20% (vinte por cento) ou mais do capital\nvotante da investida, sem controlá-la.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">§ 2º&#160; Os julgamentos e premissas\nsignificativos que, em decorrência de mudanças nos fatos e circunstâncias,\ntenham sido utilizados pelas instituições para modificar, durante o período de\nreporte, a sua conclusão quanto à existência de controle, de controle conjunto\nou de influência significativa em relação a outra entidade devem ser também\nobjeto de evidenciação.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 26.&#160; As instituições mencionadas\nno art. 25 devem evidenciar em notas explicativas as seguintes informações\nrelacionadas com a aquisição de participações em coligadas, controladas e\ncontroladas em conjunto&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - nome e descrição da participação\nadquirida, informando se a entidade é do mesmo grupo econômico que a adquirente;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - data da aquisição;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - percentual do capital votante\nadquirido;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - percentual da participação total\nadquirida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">V - principais motivos para a\naquisição;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VI - &#160;descrição de como a aquisição\nimplicou a obtenção de controle da adquirida, inclusive no caso de aquisição de\ncontrole em etapas, se aplicável; </span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VII - descrição dos fundamentos\neconômicos que provocaram ajustes no patrimônio líquido da investida em decorrência\ndo processo de aquisição;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VIII - montantes reconhecidos, na data\nda aquisição, para cada uma das principais classes de ativos adquiridos e\npassivos assumidos;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IX - passivos contingentes assumidos\nna aquisição da participação de forma destacada dos demais passivos\ncontingentes;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">X - valor justo, na data da aquisição,\nda contraprestação total transferida, segregada pelos tipos de contraprestação\nmais relevantes;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XI - descrição dos fatores que compõem\no ágio por expectativa de rentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>) reconhecido;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XII - valor de eventual diferença\npositiva entre o valor de aquisição e o valor justo\ndos ativos identificáveis deduzido do valor justo dos passivos assumidos da\ninvestida que não tenha fundamento econômico em benefícios futuros; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XIII - valor de eventual\ndeságio apurado pelas duas empresas independentes especializadas na avaliação\nde ativos.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DAS PA</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TICIPAÇÕES EM COLIGADAS,\nCONTROLADAS E CONTROLADAS EM CONJUNTO</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 27.&#160; As instituições mencionadas\nno art. 25 devem evidenciar em notas explicativas as seguintes informações relativas\nàs investidas no exterior&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - o país de constituição da\ninvestida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a moeda funcional da investida;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - as eventuais alterações\nocorridas na moeda funcional da investida, acompanhadas das justificativas que\nmotivaram essas alterações;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - o montante da variação cambial\nreconhecido&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) no resultado do período; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) em conta destacada do patrimônio\nlíquido; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">V - a conciliação do montante das\nvariações cambiais de que trata a alínea &quot;b&quot; do inciso IV no início e\nno final do período contábil.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único. &#160;Caso a moeda de\nregistro seja diferente da moeda funcional, as instituições mencionadas no <b style=\"\">caput</b>\ndevem divulgar&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - a moeda de registro; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a motivação para uso de moeda de\nregistro diferente da moeda funcional.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 28.&#160; As instituições mencionadas\nno art. 25 devem evidenciar em notas explicativas informações que permitam a\navaliação da natureza, da extensão e dos efeitos financeiros de suas\nparticipações materiais em coligadas, controladas e controladas em conjunto.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único. &#160;Para cada coligada,\ncontrolada ou controlada em conjunto relevante, devem ser evidenciadas, quando\naplicável, as seguintes informações&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - o nome da coligada, controlada ou\ncontrolada em conjunto;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a natureza da relação mantida com\na coligada, controlada ou controlada em conjunto, revelando se o investimento\ntem ou não caráter estratégico;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - a sede da coligada, controlada ou\ncontrolada em conjunto;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IV - a proporção das participações\nacionárias detidas e dos direitos detidos por outros meios que não seja a\naquisição de participação, tais como acordos contratuais;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">V - a proporção de direitos de voto\ndetidos, quando esta for diferente das proporções mencionadas no inciso IV;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VI - o valor justo do investimento\nrealizado na coligada, controlada ou controlada em conjunto, se houver preço de\nmercado cotado para o investimento;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VII - o valor dos dividendos ou dos juros\nsobre o capital próprio recebidos da coligada, controlada ou controlada em\nconjunto;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">VIII - a natureza e a extensão de\nquaisquer restrições significativas sobre a capacidade de a coligada,\ncontrolada ou controlada em conjunto honrarem o pagamento de dividendos ou\njuros sobre capital próprio;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">IX - um resumo das informações\nfinanceiras relevantes sobre a coligada, controlada ou controlada em conjunto,\ncontemplando, no mínimo&#58;</span></p><div>\n\n</div><p style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">a) ativos\ncirculantes e não circulantes;</span></p><div>\n\n</div><p style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) passivos\ncirculantes e não circulantes;</span></p><div>\n\n</div><p style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">c) passivos\ncontingentes;</span></p><div>\n\n</div><p style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">d) outros\nresultados abrangentes; e</span></p><div>\n\n</div><p style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">e) resultado\nabrangente total;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">X - a data do final do período de\nreporte da coligada, da controlada ou da controlada em conjunto e a razão para\nutilizar uma data ou período diferente, quando as demonstrações financeiras da\ncoligada, controlada ou controlada em conjunto tiverem data ou período\ndistintos das demonstrações financeiras da investidora;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XI - o valor da\nparticipação da investidora nos prejuízos da coligada, controlada ou controlada\nem conjunto, relativo ao\nperíodo de reporte e o acumulado de períodos anteriores,\nnão reconhecido de acordo com&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) o art. 13, § 7º, desta\nResolução, para as administradoras de consórcio e instituições de pagamento; e</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o art. 13, § 7º, desta\nResolução, para as instituições mencionadas no inciso I do <b style=\"\">caput</b> do art.\n1º desta Resolução; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) o art. 13, § 7º, da\nResolução nº 4.817, de 29 de maio de 2020, para as demais instituições\nautorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XII - o resultado positivo\nde equivalência patrimonial não reconhecido no período de reporte devido ao não\nreconhecimento de parcelas de perdas de períodos anteriores, de acordo com&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) o art. 13, § 8º, desta\nResolução, para as administradoras de consórcio e instituições de pagamento; e</span></s></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o art. 13, § 8º, desta\nResolução, para as instituições mencionadas no inciso I do <b style=\"\">caput</b> do art.\n1º desta Resolução; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024,\npela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">b) o art. 13, § 8º, da\nResolução nº 4.817, de 2020, para as demais instituições autorizadas a\nfuncionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XIII - as perdas por\nredução ao valor recuperável de participações na coligada, controlada ou\ncontrolada em conjunto reconhecidas no período de reporte, com a descrição da\nsua forma de alocação; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">XIV - as reversões das\nperdas por redução ao valor recuperável de participações na coligada,\ncontrolada ou controlada em conjunto reconhecidas em períodos anteriores ao\nperíodo de reporte.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 29. &#160;As instituições mencionadas\nno art. 25 devem divulgar as seguintes informações relacionadas com os\ninvestimentos em coligadas, controladas e controladas em conjunto classificadas\ncomo mantidas para venda&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - a classificação do investimento e\no efeito de sua mensuração como ativo financeiro;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a definição do prazo esperado\npara alienação do investimento adotada em sua política contábil para fins de\nclassificação do ativo como mantido para venda; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - a parcela dos ativos mantidos\npara venda que foram reclassificados como investimentos em coligadas,\ncontroladas e controladas em conjunto, destacando os efeitos no resultado e no\npatrimônio líquido.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">S\nOPER</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">AÇÕES DE FUSÃO, INCORPORAÇÃO E CISÃO</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 30. &#160;As instituições mencionadas\nno art. 25 identificadas como adquirentes devem evidenciar as seguintes\ninformações relativas às operações de fusão, incorporação e cisão&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - os valores eventualmente\nregistrados referentes ao investimento nas empresas envolvidas na operação, não\nbaixados no momento da fusão ou incorporação;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - o valor do ágio por expectativa\nde rentabilidade futura (<b style=\"\">goodwill</b>) eventualmente existente na entidade\nincorporada e nas entidades fundidas que detenham participação no capital de\noutras entidades envolvidas na fusão; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">III - o valor reconhecido da diferença\nentre o valor contábil das ações extintas e o valor do acervo líquido que as\nsubstituir, no caso de extinção de ações.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO IV<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DISPOSIÇÕES FINAIS</span></span></p><div style=\"text-align&#58;center;\">\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO ÚNICO<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DISPOSIÇ</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">ÕES FINAIS</span></span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 31.&#160; Os procedimentos contábeis estabelecidos\npor esta Resolução devem ser aplicados de forma prospectiva a partir da data de\nsua entrada em vigor.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Parágrafo único.&#160; Os\nefeitos dos ajustes decorrentes da aplicação inicial desta Resolução devem ser\nregistrados em contrapartida a conta destacada do patrimônio líquido, pelo\nvalor líquido dos efeitos tributários.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 32.&#160; Ficam revogadas&#58;</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - a Circular nº 1.963, de 23 de maio\nde 1991; e</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - a Circular nº 3.816, de 14 de\ndezembro de 2016.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;36pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 33.&#160; Esta Resolução entra em\nvigor em 1º de janeiro de 2022.</span></p><div>\n\n</div><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Otávio Ribe​iro Damaso<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Diretor\nde Regulação​</span></span></p></span></div><div>\n\n\n\n\n</div></div></div>","Voto":"303/2020-BCB"}]}