{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 265","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 28/11/2022, Seção 1, p. 131-136.","Id":51926,"Data":"2022-11-25T17:14:00Z","DataTexto":"25/11/2022 14:14","Numero":265.0,"VersaoNormativo":10.0,"Assunto":"Dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações de conglomerado prudencial classificado como Tipo 3 enquadrado no Segmento 2 (S2), Segmento 3 (S3) ou Segmento 4 (S4).","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@650;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@639;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@624;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@612;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@609;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@532;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@487;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@444;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@425;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@406;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@394;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@484;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@478;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@477;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@470;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@447;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@445;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@438;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@395;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@378;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@356;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@354;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@353;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@334;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@332;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@331;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@328;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@327;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@326;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@325;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@324;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@319;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@313;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@306;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@303;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@266;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@200;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@199;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@197;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@168;@2021;#RESOLUÇÃO;@4282;@2013;#CIRCULAR;@3809;@2016;#RESOLUÇÃO BCB;@527;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@685;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@686;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@700;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@709;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@555;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@556;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@726;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@560;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@731;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@730;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@577;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@754;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@580;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@586;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@776;@2026;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@772;@2026;#","Referencias":"Lei nº 12.865/2013, arts. 9º, inciso II, e 15.;#Resolução CMN nº 4.282/2013, art. 14.;#Cita Resoluções BCB ns. 168/2021, 197/2022, 199/2022 e 200/2022.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 331/2023 - Nova redação: art. 67, inciso XVI.;#Resolução BCB nº 306/2023 - Alteração, a partir de 1º/7/2023 - Nova redação: arts. 21, inciso III, \"a\" e \"b\"; 39, inciso III; 56, inciso II, \"g\" e \"h\"; e 66, inciso IX. Inclusão: art. 56, inciso II, \"i\".;#Resolução BCB nº 319/2023 - Alteração, a partir de 1º/7/2023 - Nova redação: art. 52, § 1º, inciso IV. Inclusão: art. 52, § 1º, inciso V.;#Resolução BCB nº 332/2023 - Alteração, a partir de 1º/1/2024 - Nova redação: art. 4º, inciso IX. Inclusão: art. 4º, inciso X, Seção IX e arts. 46-A e 46-B. Revogação: arts. 19, § 3º, incisos II e III, e 21, § 3º, I.;#Resolução BCB nº 332/2023 - Alteração, a partir de 1º/1/2025 - Nova redação: arts. 19, § 1º, inciso II, 21, § 1º, inciso IV, 22, caput. Inclusão: art. 21, § 1º, inciso V. Revogação: arts. 19, § 2º, e 22, incisos I e II e §§ 1º, 2º e 3º.;#Resolução BCB nº 447/2024 - Alteração, a partir de 1º/1/2025 - Nova redação: ementa, art. 1º; art. 2º, caput e § 3º; art. 5º, inciso X e § 1º, inciso I; art. 16; art. 48, inciso VII; art. 50; art. 52, caput e §§ 4º, 6º, 7º e 8º; art. 53, caput e § 8º; art. 55, caput e § 2º; art. 56, caput; e arts. 57, 64 e 65. Inclusão: art. 2º, § 5º.;#Resolução BCB nº 470/2025 - Nova redação: art. 58, caput. Inclusão: art. 58, incisos I, II e III.;#Resolução BCB nº 477/2025 - Alteração, a partir de 1º/9/2025 - Nova redação: art. 40, inciso I, \"c\" e \"d\". Inclusão: art. 40, inciso I, \"e\", e §§ 4º e 5º.;#Resolução BCB nº 484/2025 - Alteração, a partir de 1º/12/2025 - Inclusão: art. 17, §§ 1º e 2º.;#Resolução BCB nº 470/2025 - Alteração, a partir de 1º/1/2027 - Nova redação: art. 23, parágrafo único, inciso I.;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass170595D658B74AFAB20D54D8B9300646\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><p class=\"MsoFooter\" align=\"center\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​RESOLUÇÃO BCB Nº 265, DE 25&#160;DE NOVEMBRO DE 2022</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin&#58;18pt 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações de conglomerado prudencial classificado como Tipo 3 enquadrado no Segmento 2 (S2), Segmento 3 (S3) ou Segmento 4 (S4).</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.6pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações​ de instituição classificada como Tipo 3 enquadrada no Segmento 2 – S2, Segmento 3 – S3 ou Segmento 4 – S4.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 16 de novembro de 2022, com base nos arts. 9º, inciso II, e 15 da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, e tendo em conta o disposto no art. 14 da Resolução nº 4.282, de 4 de novembro de 2013,</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E &#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 1º &#160;Esta Resolução dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações de conglomerado prudencial classificado como Tipo 3 enquadrado no Segmento 2 (S2), Segmento 3 (S3) ou Segmento 4 (S4), nos termos da Resolução BCB nº 197, de 11 de março de 2022.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução dispõe sobre a estrutura de gerenciamento de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a política de divulgação de informações de instituição classificada co​mo do Tipo 3 enquadrada no Segmento 2 – S2, Segmento 3 – S3 ou Segmento 4 – S4, nos termos da Resolução BCB nº 436, de 28 de novembro de 2024.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DO ESCOPO</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 2º &#160;A instituição de pagamento líder de conglomerado prudencial classificado como Tipo 3 e enquadrado no S2, no S3 ou no S4 deve implementar&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; A instituição do Tipo 3 enqua​drada no S2, no S3 ou no S4 deve implementar&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - estrutura de gerenciamento contínuo e integrado de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - estrutura de gerenciamento contínuo de capital; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - política de divulgação de informações sobre&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a estrutura de gerenciamento contínuo e integrado de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a estrutura de gerenciamento contínuo de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a apuração do montante de ativos ponderados pelo risco (RWA), conforme Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) a adequação do Patrimônio de Referência (PR), conforme Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As estruturas de gerenciamento de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;devem ser&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - compatíveis com o modelo de negócio, com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos, dos serviços, das atividades e dos processos da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - proporcionais à dimensão e à relevância da exposição aos riscos, segundo critérios definidos pela instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - adequadas ao perfil de riscos e à importância sistêmica da instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - capazes de avaliar os riscos decorrentes das condições macroeconômicas e dos mercados em que a instituição atua.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Cada estrutura de gerenciamento de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ser unificada para as instituições integrantes de um mesmo conglomerado prudencial, conforme definido na Resolução BCB nº 168, de 1º de dezembro de 2021.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 3º &#160;O estabelecimento de requisitos para o gerenciamento de riscos<span style=\"background&#58;white;\">&#160;não constitui permissão para que uma instituição de pagamento realize operações ou serviços vedados por lei, regulamento ou ato administrativo, ou dependente de prévia autorização do Banco Central do Brasil.</span></span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O estabelecimento de requisitos pa​ra o gerenciamento de riscos não constitui permissão para que uma instituição do Tipo 3 realize operações ou serviços vedados por lei, regulamento ou ato administrativo, ou dependentes de prévia autorização do Banco Central do Brasil.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; As instituições de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;devem adotar postura prospectiva quanto ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; É de responsabilidade da instituição líder de conglomerado prudencia​l o cumprimento das obrigações previstas nesta Resolução.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Incluído, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DA DECLARAÇÃO DE APETITE POR RISCOS (RAS)</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; Os níveis de apetite por riscos devem ser documentados na Declaração de Apetite por Riscos (RAS).</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para fins da elaboração da RAS, devem ser considerados&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os níveis de riscos que a instituição está disposta a assumir, nos termos do art. 4º,&#160;<strong>caput</strong>, discriminados por tipo de risco e, quando aplicável, por diferentes horizontes de tempo;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a capacidade de a instituição gerenciar riscos de forma efetiva e prudente;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os objetivos estratégicos da instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - as condições de competitividade e o ambiente regulatório em que a instituição atua.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção I<br></strong><strong>Dos Requisitos da Estrutura de Gerenciamento de Riscos</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; A estrutura de gerenciamento de riscos deve identificar, mensurar, avaliar, monitorar, reportar, controlar e mitigar&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o risco de crédito, conforme definido no art. 19, a que a instituição esteja sujeita de maneira relevante;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o risco de mercado, conforme definido no art. 23, a que a instituição esteja sujeita de maneira relevante;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o risco de variação das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária (IRRBB), conforme definido no art. 30, a que a instituição esteja sujeita de maneira relevante;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o risco operacional, conforme definido no art. 34;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o risco de liquidez, conforme definido no art. 39;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - o risco social, conforme definido no art. 41;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - o risco ambiental, conforme definido no art. 42;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - o risco climático, conforme definido no art. 43;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IX - os demais riscos relevantes, segundo critérios definidos pela instituição, incluindo aqueles não cobertos na apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA).</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - o risco país e o&#160;</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">risco</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;de transferência, conforme definidos no art. 46-A, a que a instituição esteja sujeita de maneira relevante; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - os demais riscos relevantes, segundo critérios definidos pela instituição, incluindo aqueles não cobertos na apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco (RWA).&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O gerenciamento de riscos deve ser integrado, possibilitando a identificação, a mensuração, a avaliação, o monitoramento, o reporte, o controle e a mitigação dos efeitos adversos resultantes das interações entre os riscos mencionados no&#160;<strong>caput</strong>.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no § 1º, devem também ser consideradas as interações entre os riscos mencionados no&#160;<strong>caput</strong>&#160;e o risco de utilização de produtos e serviços da instituição na prática da lavagem de dinheiro ou do financiamento do terrorismo, nos termos da regulamentação emitida pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; A estrutura de gerenciamento de riscos deve prever&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - políticas e estratégias para o gerenciamento de riscos, claramente documentadas, que estabeleçam limites e procedimentos destinados a manter a exposição aos riscos em conformidade com os níveis fixados na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - processos efetivos de rastreamento e reporte tempestivo de exceções às políticas de gerenciamento de riscos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos fixados na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - sistemas, rotinas e procedimentos para o gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - avaliação periódica da adequação dos sistemas, rotinas e procedimentos de que trata o inciso III;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - políticas, processos e controles adequados para assegurar a identificação prévia dos riscos inerentes a&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) novos produtos e serviços;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) modificações relevantes em produtos ou serviços existentes;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) mudanças significativas em processos, sistemas, operações e modelo de negócio da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) estratégias de proteção (<strong>hedge</strong>) e iniciativas de assunção de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) reorganizações societárias significativas; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) alteração nas perspectivas macroeconômicas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - papéis e responsabilidades para fins do gerenciamento de riscos, claramente documentados, que estabeleçam atribuições ao pessoal da instituição em seus diversos níveis, incluindo os prestadores de serviços terceirizados;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - programa de testes de estresse, conforme definido no art. 9º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - avaliação contínua da efetividade das estratégias de mitigação de riscos utilizadas, considerando, entre outros aspectos, os resultados dos testes de estresse;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - políticas e estratégias, claramente documentadas, para a gestão de continuidade de negócios;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">X - relatórios gerenciais tempestivos para a diretoria da instituição líder, o comitê de riscos e o conselho de administração, quando existente, versando sobre&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - relatórios gerenciais tempestivos para a diretoria da in​stituição, o comitê de riscos e o conselho de administração, quando existente, versando sobre&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) valores agregados de exposição aos riscos de que trata o art. 4º e seus principais determinantes;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) aderência do gerenciamento de riscos aos termos da RAS e às políticas e aos limites mencionados no&#160;<strong>caput</strong>, inciso I;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) avaliação dos sistemas, das rotinas e dos procedimentos, de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso IV, incluindo eventuais deficiências da estrutura de gerenciamento de riscos e ações para corrigi-las;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) ações para mitigação dos riscos e avaliação da sua eficácia;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) grau de disseminação da cultura de gerenciamento de riscos no âmbito da instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) premissas e resultados de testes de estresse.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As políticas para gerenciamento de riscos de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso I, devem dispor sobre&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - autorizações necessárias e ações apropriadas e tempestivas da diretoria da instituição líder e, quando cabível, do conselho de administração, em caso de exceções às políticas, aos procedimentos, aos limites e aos termos da RAS;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160; autorizações necessárias e ações apropriadas e tempestivas da diretoria da instituição e, quando cabível, do conselho de administração, em caso de exceções às políticas, aos procedimentos, aos limite​s e aos termos da RAS; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - instrumentos, serviços financeiros e estratégias de proteção (<strong>hedge</strong>) com uso previsto pela instituição, em conformidade com os termos da RAS.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Os sistemas de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso III, incluem sistemas de informação adequados para avaliar, mensurar e reportar, em condições normais ou de estresse, a dimensão, a composição e a qualidade das exposições, considerando os riscos incorridos pela instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O reporte produzido pelos sistemas de informação de que trata o § 2º deve&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - refletir o perfil de riscos e a necessidade de liquidez da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - estar disponível, periodicamente e de forma adequada ao uso, para a diretoria e para o conselho de administração, quando existente;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - explicitar as deficiências ou as limitações das estimativas de risco e das premissas adotadas em modelos quantitativos e em cenários.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; As políticas de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso I devem ser compatíveis com as demais políticas estabelecidas pela instituição, incluindo a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) e a política de conformidade.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º &#160;Devem ser disseminados ao pessoal da instituição, em seus diversos níveis, inclusive aos prestadores de serviços terceirizados relevantes, com linguagem e grau de informação compatíveis com sua área de atuação&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o apetite por riscos documentado na RAS e sua conexão com as atividades e as decisões rotineiras de assunção de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os procedimentos para reporte de ocorrências relacionadas à não observância dos níveis de apetite por riscos fixados na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - as políticas, as estratégias, os processos e os limites previstos na estrutura de gerenciamento de riscos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;A disseminação das informações de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ser efetuada por meio de processo estruturado de comunicação.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º &#160;Os modelos para o gerenciamento de riscos, quando utilizados e relevantes, devem ser submetidos a avaliação periódica quanto&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - à adequação e à robustez das premissas e das metodologias utilizadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ao seu desempenho, incluindo a comparação, quando aplicável, entre as perdas estimadas e as observadas (<strong>backtesting</strong>).</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A avaliação dos modelos de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;não pode ser realizada por unidade responsável pelo seu desenvolvimento nem por unidade que assume riscos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; A instituição deve manter quantidade suficiente de profissionais tecnicamente qualificados nas áreas sujeitas à assunção de riscos.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção II<br></strong><strong>Do Programa de Testes de Estresse</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; Para fins do programa de testes de estresse, consideram-se&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - programa de testes de estresse&#58; conjunto coordenado de processos e rotinas, dotado de metodologias, documentação e governança próprias, com o objetivo principal de identificar potenciais vulnerabilidades da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - teste de estresse&#58; exercício, com finalidade definida, de avaliação prospectiva dos potenciais impactos de eventos e circunstâncias adversos na instituição ou em um portfólio específico;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - análise de sensibilidade&#58; metodologia de teste de estresse que permite avaliar o impacto decorrente de variações em um parâmetro relevante específico no capital da instituição, em sua liquidez ou no valor de um portfólio;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - análise de cenários&#58; metodologia de teste de estresse que permite avaliar, ao longo de um período determinado, o impacto decorrente de variações simultâneas e coerentes em um conjunto de parâmetros relevantes no capital da instituição, em sua liquidez ou no valor de um portfólio; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - efeitos de segunda ordem&#58; consequências adversas decorrentes de respostas da instituição e do mercado ao cenário originalmente definido.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; São requisitos do programa de testes de estresse&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - abranger os riscos relevantes mencionados no art. 4º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - avaliar o impacto de concentrações significativas de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - utilizar, de forma adequada às necessidades do gerenciamento de riscos, as seguintes metodologias de teste de estresse&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) análise de sensibilidade; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) análise de cenários;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - prever a utilização de premissas e parâmetros adversos adequadamente severos; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - ser claramente documentado, com detalhamento dos seguintes aspectos&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) governança e processos do programa;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) finalidade, frequência e metodologia de cada teste de estresse;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) ações elencadas para corrigir fragilidades apontadas pelo programa, incluindo a avaliação de sua factibilidade em situações de estresse;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) metodologias para definição dos cenários relevantes, quando utilizada a metodologia de análise de cenários;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) papel desempenhado pelos especialistas da instituição nas definições relativas aos testes de estresse; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) limitações metodológicas dos testes de estresse, incluindo aquelas relacionadas à seleção de modelos, às suas premissas e às bases de dados utilizadas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Na realização do programa de testes de estresse, deve ser considerada a contribuição de especialistas das áreas relevantes da instituição, incluindo as de assunção de riscos, a de gerenciamento de riscos, a econômica, a de finanças e a de gerenciamento de capital.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; A instituição deve assegurar, relativamente ao programa de testes de estresse&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o uso de seus resultados na identificação, na mensuração, na avaliação, no monitoramento, no controle e na mitigação dos riscos da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - seu uso auxiliar na avaliação da adequação e da robustez das premissas e das metodologias utilizadas nos modelos de que trata o art. 7º, quando utilizados.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; Os testes de estresse devem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ser realizados de forma integrada para os diversos riscos e unidades de negócios da instituição, considerando&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os diferentes níveis de agregação das exposições, conforme a finalidade dos testes; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o conglomerado prudencial como um todo;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - considerar os efeitos adversos resultantes das interações entre os riscos e prever a utilização de cenário comum, quando utilizada a metodologia de análise de cenários.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13.&#160; No processo de elaboração de cenários, quando utilizada a metodologia de análise de cenários, devem ser considerados, quando relevantes&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - elementos históricos e hipotéticos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - riscos de curto e de longo prazo, idiossincráticos e sistêmicos, de origem nacional e externa;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - interação entre riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - riscos associados ao conglomerado prudencial como um todo e a cada instituição que o integra;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - risco de a instituição vir a prestar suporte financeiro a entidade que não integre seu conglomerado;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - assimetrias, não linearidades, efeitos de segunda ordem e quebra de correlações e de outras premissas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Cada cenário elaborado e sua severidade devem ser consistentes com as finalidades do respectivo teste de estresse.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A baixa probabilidade da ocorrência de um cenário não deve necessariamente implicar sua exclusão do programa de testes de estresse.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk118973337\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; Os sistemas mencionados no art. 5º, inciso III, utilizados no âmbito do programa de testes de estresse, devem ser flexíveis para permitir&#58;</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - inclusão e alteração de cenários, quando utilizada a metodologia de análise de cenários;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - incorporação de alterações no modelo de negócio; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - agregação de operações por fatores de risco, contrapartes e linhas de negócio.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15.&#160; Os resultados do programa de testes de estresse devem ser incorporados&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - nas decisões estratégicas da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - na revisão dos níveis de apetite por riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - na revisão das políticas, das estratégias e dos limites estabelecidos para fins do gerenciamento de riscos e do gerenciamento de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - no processo estruturado de comunicação de que trata o art. 6º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - na avaliação dos níveis de capital e de liquidez da instituição e na elaboração dos respectivos planos de contingência; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - na avaliação da adequação de capital, de que trata o art. 48, inciso VI.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 16.&#160; A diretoria da instituição líder e o conselho de administração, quando existente, devem se envolver ativamente no programa de testes de estresse, indicando as diretrizes a serem seguidas e aprovando os cenários, quando utilizada a metodologia de análise de cenários.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16.&#160; A diretoria da instituição e o conselho de administração, quando existente, devem se envolver ativamente no programa de testes de estresse, indicando as diretrizes a serem seguidas e aprovando os cenários, quando utilizada a metodologia de análise de cenários.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 17. &#160;O Banco Central do Brasil poderá determinar&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">I - ajustes no programa de tes​tes de estresse da instituição, incluindo a utilização de cenários diferentes dos originalmente estabelecidos e a realização de testes de estresse adicionais, caso sejam identificadas deficiências nesse programa; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">II - realização de testes de estresse com base em cenários por ele fornecidos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">§ 1º&#160; O disposto no inciso II do <em>caput</em>\naplica-se tanto aos testes de estresse requeridos em caráter eventual quanto\naos testes de estresse requeridos com periodicidade definida pelo Ba​nco Central\ndo Brasil. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=484\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/12/2025, pela Resolução BCB nº 484, de\n26/6/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; As\ninformações relativas aos resultados dos testes de estresse de que trata o\ninciso II do <em>caput</em> deverão ser encaminhadas ao Banco Central do Brasil\nno formato por ele definido. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=484\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/12/2025, pela Resolução BCB nº 484, de\n26/6/2025.)</span></a><br style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção III<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Da Gestão de Continuidade de Negócios</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18.&#160; As políticas para a gestão de continuidade de negócios de que trata o art. 5º, inciso IX, devem estabelecer&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - processo para análise de impacto nos negócios que inclua&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) identificação, classificação e documentação dos processos críticos de negócio;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) avaliação dos potenciais efeitos da interrupção dos processos mencionados na alínea “a”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - estratégias para assegurar a continuidade das atividades da instituição e limitar perdas decorrentes da interrupção dos processos críticos de negócio;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - planos de continuidade de negócios que estabeleçam procedimentos e prazos estimados para reinício e recuperação das atividades em caso de interrupção dos processos críticos de negócio, bem como as ações de comunicação necessárias;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - testes e revisões dos planos de continuidade de negócios com periodicidade adequada.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A política e os planos de continuidade de negócios devem considerar os serviços prestados por terceiros, quando relevantes.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os relatórios gerenciais mencionados no art. 5º, inciso X, devem incluir os resultados dos testes e das revisões de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso IV.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção IV<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Do Gerenciamento do Risco de Crédito</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 19.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas a&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - não cumprimento pela contraparte de suas obrigações nos termos pactuados;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - desvalorização, redução de remunerações e ganhos esperados em instrumento financeiro decorrentes da deterioração da qualidade creditícia da contraparte, do interveniente ou do instrumento mitigador;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - reestruturação de instrumentos financeiros; ou</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - custos de recuperação de exposições caracterizadas como ativos problemáticos, nos termos do art. 22.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do gerenciamento do risco de crédito, consideram-se&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - contraparte&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o tomador de recursos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o garantidor;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o emissor de título ou valor mobiliário adquirido;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) o usuário final perante o emissor de instrumento de pagamento pós-pago;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) o emissor perante o credenciador de instrumento de pagamento; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) a instituição devedora de outra instituição decorrente de acordo de interoperabilidade entre diferentes arranjos de pagamento; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - reestruturação de instrumentos financeiros&#58; renegociação que implique a concessão de vantagens à contraparte em decorrência da deterioração da sua qualidade creditícia ou da qualidade creditícia do interveniente ou do instrumento mitigador.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - reestruturação de instrumentos financeiros&#58; renegociação nos termos do art. 2º, inciso XXI, da Resolução BCB nº 219, de 30 de março de 2022.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º &#160;As vantagens mencionadas no § 1º, inciso II, incluem aquelas adicionadas aos instrumentos financeiros originais ou formalizadas em novos instrumentos utilizados para liquidação ou refinanciamento daqueles.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A definição de risco de crédito inclui&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o risco de crédito da contraparte, entendido como a possibilidade de perdas decorrentes do não cumprimento de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam fluxos bilaterais, incluindo a negociação de ativos financeiros ou de derivativos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - o risco país, entendido como a possibilidade de perdas relativas ao não cumprimento de obrigações associadas a contraparte ou instrumento mitigador localizados fora do País, incluindo o risco soberano, em que a exposição é assumida perante governo central de jurisdição estrangeira;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial de valores recebidos fora do País associados a operação sujeita ao risco de crédito;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar garantias financeiras prestadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações nos termos pactuados por interveniente, provedor do instrumento mitigador ou mandatário de cobrança;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - o risco de concentração, entendido como a possibilidade de perdas associadas a exposições significativas&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a uma mesma contraparte;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a contrapartes com atuação em um mesmo setor econômico, região geográfica ou segmento de produtos ou serviços;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a contrapartes cujas receitas dependam de um mesmo tipo de mercadoria (<strong>commodity</strong>) ou atividade;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) a instrumentos financeiros cujos fatores de risco, incluindo moedas e indexadores, são significativamente relacionados;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) associadas a um mesmo tipo de produto ou serviço financeiro; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) cujo risco é mitigado por um mesmo tipo de instrumento.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 20.&#160; Devem constituir uma única contraparte para fins do gerenciamento do risco de crédito as contrapartes conectadas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; São consideradas conectadas as contrapartes que compartilhem o risco de crédito perante a instituição, inclusive por meio de relação de controle.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins desta Resolução, a relação de controle deve ser verificada na ocorrência de pelo menos um dos seguintes critérios&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - uma das contrapartes detém, direta ou indiretamente, mais de 50% (cinquenta por cento) do capital votante da outra contraparte;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - acordo de voto entre uma contraparte e outros participantes na outra contraparte assegura preponderância nas deliberações sociais da contraparte participada;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - uma contraparte detém o poder de eleger ou de destituir a maioria dos administradores da outra contraparte; ou</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - uma contraparte detém preponderância nas decisões de gestão operacional da outra contraparte.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Os critérios utilizados para a identificação de cada grupo de contrapartes conectadas devem ser documentados.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Excepcionalmente, a instituição poderá não considerar como contraparte única as contrapartes conectadas por relação de controle, desde que demonstrada e documentada a ausência de compartilhamento do risco de crédito.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Para fins do gerenciamento do risco de crédito, o Banco Central do Brasil poderá considerar, a seu critério, duas ou mais contrapartes como conectadas, caso verifique a existência de compartilhamento do risco de crédito entre elas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 21.&#160; A estrutura de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco de crédito&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o gerenciamento de exposições com características semelhantes, tanto em nível individual quanto em nível agregado, abrangendo aspectos como fontes significativas do risco de crédito, identificação da contraparte ou do interveniente, forma de agregação das exposições e uso de instrumento mitigador;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - políticas que estabeleçam critérios para a identificação dos fatores de risco significativos para fins do gerenciamento do risco de concentração;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - mecanismos para o gerenciamento do risco de crédito de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) instrumentos classificados na carteira de negociação mencionada no art. 24;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) instrumentos classificados na carteira de negociação mencionada no art. 26;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) instrumentos classificados na carteira bancária mencionada no art. 24, § 2º;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) instrumentos classificados na carteira bancária mencionada no art. 26, § 2º;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - gerenciamento do risco de crédito das exposições não contabilizadas no balanço patrimonial da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - utilização de informações relevantes e consistentes para avaliação e mensuração do risco de crédito;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - estimação, segundo critérios consistentes e passíveis de verificação, das perdas esperadas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - critérios para reavaliação da qualidade creditícia de contrapartes, intervenientes e instrumentos mitigadores;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - observada a regulamentação contábil em vigor, mecanismos para que os níveis de provisionamento sejam suficientes em face das perdas esperadas de que trata o inciso VI;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - avaliação adequada quanto à retenção de riscos em operações de venda ou de transferência de ativos financeiros;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - estabelecimento de limites para exposição ao risco de concentração de que trata o art. 19, § 3º, inciso VI;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - políticas e procedimentos, claramente documentados, para monitorar o endividamento total da contraparte, considerando todos os fatores de risco, incluindo aquele associado a exposições em moeda estrangeira não protegidas por&#160;<strong>hedge</strong>;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - critérios e procedimentos, claramente definidos e documentados, acessíveis aos envolvidos nos processos de concessão e de acompanhamento de operações sujeitas ao risco de crédito, incluindo&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) análise prévia, realização e repactuação de operações sujeitas ao risco de crédito;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) coleta e documentação das informações necessárias para a completa compreensão do risco de crédito envolvido nas operações;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) avaliação periódica do grau de suficiência dos instrumentos mitigadores;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) detecção de indícios e prevenção da deterioração da qualidade creditícia da contraparte;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) tratamento das exceções aos limites e aos níveis de apetite por risco de crédito fixado na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) cobrança e recebimento de créditos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">g) recuperação de exposições caracterizadas como ativos problemáticos, nos termos do art. 22;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - critérios, claramente definidos e documentados, para que o conselho de administração delibere sobre a assunção de exposição ao risco de crédito&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) que exceda o limite de concentração, em valor absoluto ou proporcional ao PR, estabelecido nas políticas de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) incompatível com o perfil de riscos da instituição ou com os produtos e serviços por ela oferecidos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - sistema de classificação das exposições conforme a natureza da operação e o risco de crédito, mediante critérios consistentes e passíveis de verificação, considerando aspectos como&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) situação econômico-financeira, bem como outras informações cadastrais atualizadas da contraparte e do interveniente, quando existente;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) utilização de instrumentos que proporcionem efetiva mitigação do risco de crédito associado à operação;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) período de atraso no cumprimento das obrigações financeiras nos termos pactuados;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - critérios e procedimentos para identificação, monitoramento e controle de exposição caracterizada como ativo problemático, nos termos do art. 22;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco de crédito, incluindo aquelas relacionadas à reestruturação, nos termos do art. 19, § 1º, inciso II, e à recuperação de crédito;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - sistemas de informação capazes de identificar e agregar, de forma contínua, as exposições sujeitas ao risco de concentração definido no art. 19, § 3º, inciso VI.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A estimativa da perda esperada, de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso VI, deve considerar&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a classificação da exposição segundo o disposto no&#160;<strong>caput</strong>, inciso XIV;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o ambiente macroeconômico corrente e alterações previstas no curto prazo;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a probabilidade de que a exposição seja caraterizada como ativo problemático;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - a expectativa de recuperação do crédito, incluindo concessão de vantagens, custos de execução e prazos.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a expectativa de recuperação do crédito, incluindo concessão de vantagens, custos de execução e prazos; e</span><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - os impactos do risco país e do risco de transferência, de que trata o art. 46-A, na probabilidade mencionada no inciso III e na expectativa de recuperação do crédito mencionada no inciso IV.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A estimativa de perda esperada deve ser revista semestralmente ou&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mensalmente, caso a exposição apresente atraso no pagamento de encargos ou amortizações;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - imediatamente, diante da caracterização da exposição como ativo problemático.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Os relatórios gerenciais de que trata o art. 5º, inciso X, devem abordar os seguintes aspectos adicionais relativamente ao risco de crédito&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - o reporte segregado por jurisdição das exposições sujeitas ao risco país e ao risco de transferência, conforme definidos no art. 19, § 3º, incisos II e III;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a avaliação e a expectativa de desempenho das exposições ao risco de crédito, abordando sua classificação e as respectivas provisões;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - as exposições sujeitas ao risco de concentração definido no art. 19, § 3º, inciso VI;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - informações relativas às exposições significativas caracterizadas como ativos problemáticos, incluindo características, histórico e perspectivas de recuperação;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - informações sobre execução de mitigadores e exposições em reestruturação.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 22.&#160; Para fins do gerenciamento do risco de crédito, a exposição deve ser caracterizada como ativo problemático quando verificado pelo menos um dos seguintes eventos&#58;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 22.&#160; Para fins do gerenciamento do risco de crédito, a caracterização e a descaracterização de exposição como ativo problemático devem ocorrer nos termos do art. 3º da Resolução BCB nº 219, de 2022.</span><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - a respectiva obrigação está em atraso há mais de noventa dias;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - há indicativos de que a respectiva obrigação não será integralmente honrada sem que seja necessário recurso a garantias ou a colaterais.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; Os indicativos de que uma obrigação não será integralmente honrada incluem&#58;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - a instituição considera que a contraparte não tem mais capacidade financeira para honrar a obrigação nas condições pactuadas;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - a instituição, independentemente de exigência regulamentar, reconhece contabilmente deterioração significativa da qualidade do crédito do tomador ou contraparte;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - a operação relativa à exposição é reestruturada, nos termos do art. 19, § 1º, inciso II;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - a instituição pede a falência ou toma providência similar em relação à contraparte; e</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">V - a contraparte solicita ou sofre qualquer tipo de medida judicial que limite, atrase ou impeça o cumprimento de suas obrigações nas condições pactuadas.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; As exposições caracterizadas como ativos problemáticos somente podem ter essa condição alterada diante de evidência de retomada, pela contraparte, da capacidade de honrar suas obrigações nas condições pactuadas.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 3º&#160; Os critérios para a evidenciação de que trata o § 2º devem ser previamente estabelecidos pela instituição e claramente documentados.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção V<br></strong><strong>Do Gerenciamento do Risco de Mercado e do IRRBB</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 23.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco de mercado como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de instrumentos detidos pela instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A definição de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;inclui&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o risco da variação das taxas de juros e dos preços de ações, para os instrumentos classificados na carteira de negociação; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o risco da variação cambial e dos preços de mercadorias (<strong>commodities</strong>), para os instrumentos classificados na carteira de negociação ou na carteira bancária.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 24.&#160; Os instrumentos sujeitos ao risco de mercado, conforme definido no art. 23, devem ser gerenciados por uma estrutura de mesa de operações.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins desta Resolução, definem-se&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mesa de operações como um grupo de operadores ou de livros de negociação com estratégias de negócio e organização claramente definidas e documentadas, sujeita ao processo de gerenciamento do risco de mercado da instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - livro de negociação como a unidade gerencial específica para gerenciamento de uma atividade determinada de negociação de instrumentos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A estrutura de mesas de operações deve ser definida e documentada pela instituição levando-se em consideração a sua estrutura organizacional e os critérios e procedimentos estabelecidos pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A granularidade da estrutura de mesas de operações deve ser adequada ao volume de negociação da instituição e aos tipos de instrumentos negociados.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 25.&#160; Cada mesa de operações de que trata o art. 24 deve gerenciar exclusivamente instrumentos sujeitos ao risco de mercado.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 26.&#160; A carteira de negociação é formada pelos instrumentos, inclusive derivativos, mantidos com finalidade de negociação e que atendam às seguintes condições&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - estejam livres de impedimento legal para venda; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - sejam avaliados diariamente pelo valor de mercado, conforme critérios definidos pela regulamentação em vigor.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Os ajustes ao valor de mercado do instrumento decorrentes da avaliação de que trata o inciso II do&#160;<strong>caput&#160;</strong>devem ser reconhecidos em contrapartida à adequada conta de receita ou de despesa, no resultado do período das instituições.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Os instrumentos não classificados na carteira de negociação devem constituir a carteira bancária.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Os instrumentos sujeitos a impedimentos legais de caráter temporário podem ser classificados na carteira de negociação, desde que documentados com base em critérios consistentes e passíveis de verificação.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 27.&#160; Em situações extraordinárias devidamente fundamentadas, o Banco Central do Brasil poderá autorizar, conforme critérios e procedimentos por ele estabelecidos, a classificação excepcional de instrumentos que atendam ao disposto no art. 26 na carteira bancária ou a reclassificação de instrumentos entre as carteiras de negociação e bancária.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 28. &#160;A instituição deve estabelecer políticas claramente definidas para determinar quais instrumentos serão incluídos na carteira de negociação, bem como procedimentos para garantir que os critérios de classificação nessa carteira sejam observados de maneira consistente.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Na hipótese de a instituição não manter carteira de negociação, a política e os procedimentos de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;devem assegurar a inexistência de instrumentos detidos com intenção de negociação.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Na definição da política e dos procedimentos de que trata o&#160;<strong>caput&#160;</strong>devem ser observados os critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 29.&#160; Para fins desta Resolução, transferência interna de riscos corresponde ao registro interno de operação com instrumentos derivativos que possibilite a transferência de riscos dentro da carteira bancária, entre a carteira bancária e a carteira de negociação ou dentro da carteira de negociação, de um mesmo conglomerado prudencial.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As transferências internas de risco entre a carteira bancária e a carteira de negociação ou dentro da carteira de negociação devem ser registradas em mesas de operações.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para que produzam efeitos no requerimento de capital, as transferências internas de riscos da carteira bancária para a carteira de negociação deverão ser registradas em mesa de operações dedicada previamente autorizada pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Os critérios e os procedimentos relativos às transferências internas de riscos serão estabelecidos pelo Banco Central do Brasil, inclusive no que se refere à produção de efeitos no requerimento de capital.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 30.&#160; Define-se o IRRBB como o risco, atual ou prospectivo, do impacto de movimentos adversos das taxas de juros no capital e nos resultados da instituição financeira, para os instrumentos classificados na carteira bancária.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 31.&#160; A estrutura de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco de mercado e para o IRRBB&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - sistemas que considerem todas as fontes significativas de risco e utilizem dados confiáveis de mercado e de liquidez, tanto internos quanto externos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - documentação adequada das&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) reclassificações de instrumentos entre as carteiras de negociação e bancária; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) transferências internas de riscos, incluindo aquelas que não produzem efeitos para fins de requerimento de capital.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para fins desta Resolução, transferência interna de riscos corresponde ao registro interno de transferência de risco dentro da carteira bancária, entre a carteira bancária e a carteira de negociação ou dentro da carteira de negociação, de uma mesma instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 32.&#160; O gerenciamento do IRRBB deve prever&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - avaliação e controle de seus principais determinantes, incluindo o descasamento entre ativos e passivos, em relação a prazos, taxas, indexadores e moedas; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - identificação, mensuração e controle desse risco com base em metodologias que sejam consistentes com as características da carteira bancária e que considerem a maturidade, a liquidez e a sensibilidade ao risco dos instrumentos classificados nessa carteira.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Para as instituições enquadradas no S2 ou S3, a identificação, a mensuração e o controle do IRRBB de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso II, devem se basear em abordagens de valor econômico e de resultado de intermediação financeira.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Sem prejuízo do disposto no § 1º, o Banco Central do Brasil poderá definir metodologias específicas e requisitos mínimos a serem observados na identificação, na mensuração e no controle do IRRBB, incluindo as baseadas em abordagens de valor econômico e de resultado de intermediação financeira.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para fins desta Resolução, consideram-se&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - abordagens de valor econômico&#58; avaliações do impacto de alterações nas taxas de juros sobre o valor presente dos fluxos de caixa dos instrumentos classificados na carteira bancária da instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - abordagens de resultado de intermediação financeira&#58; avaliações do impacto de alterações nas taxas de juros sobre o resultado de intermediação financeira da carteira bancária da instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Os níveis de apetite por IRRBB devem ser documentados na RAS para cada abordagem de que trata o § 3º.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 33. &#160;Os relatórios gerenciais de que trata o art. 5º, inciso X, devem abordar os seguintes aspectos adicionais relativamente ao IRRBB&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - resultados da mensuração do IRRBB com base em abordagens de valor econômico e de resultado de intermediação financeira;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - premissas utilizadas na modelagem de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) opcionalidades embutidas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) mudanças na estrutura temporal dos fluxos de caixa de depósitos sem vencimento contratual definido; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) agregação de moedas.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção VI<br></strong><strong>Do Gerenciamento do Risco Operacional</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 34.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco operacional como a possibilidade da ocorrência de perdas resultantes de eventos externos ou de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas ou sistemas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A definição de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;inclui o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, às sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e às indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Entre os eventos de risco operacional, incluem-se&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - fraudes internas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - fraudes externas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - demandas trabalhistas e segurança deficiente do local de trabalho;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - práticas inadequadas relativas a usuários finais, clientes, produtos e serviços;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - danos a ativos físicos próprios ou em uso pela instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - situações que acarretem a interrupção das atividades da instituição ou a descontinuidade dos serviços prestados, incluindo o de pagamentos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - falhas em sistemas, processos ou infraestrutura de tecnologia da informação (TI);</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - falhas na execução, no cumprimento de prazos ou no gerenciamento das atividades da instituição, incluindo aquelas relacionadas aos arranjos de pagamento.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para as atividades de pagamento, as falhas mencionadas no § 2º incluem&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - falhas na proteção e na segurança de dados sensíveis relacionados tanto às credenciais dos usuários finais quanto a outras informações trocadas com o objetivo de efetuar transações de pagamento;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - falhas na identificação e autenticação do usuário final em transação de pagamento;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - falhas na autorização das transações de pagamento; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - falhas na iniciação de transação de pagamento.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 35.&#160; A estrutura de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco operacional&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - políticas que estabeleçam critérios de decisão quanto à terceirização de serviços e de seleção de seus prestadores, incluindo as condições contratuais mínimas necessárias para mitigar o risco operacional;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - alocação de recursos adequados para avaliar, gerenciar e monitorar o risco operacional decorrente de serviços terceirizados relevantes para o funcionamento regular da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - implementação de estrutura de governança de TI consistente com os níveis de apetite por riscos estabelecidos na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - sistemas, processos e infraestrutura de TI que&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) assegurem integridade, segurança e disponibilidade dos dados armazenados, processados ou transmitidos e dos sistemas de informação utilizados;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) contenham mecanismos de proteção e segurança de redes, sítios eletrônicos, servidores e canais de comunicação com vistas a reduzir a vulnerabilidade a ataques digitais;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) adotem procedimentos para monitorar, rastrear e restringir acesso a dados sensíveis, redes, sistemas, bases de dados e módulos de segurança;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) monitorem as falhas na segurança dos dados e as reclamações dos usuários finais a esse respeito; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) sejam adequados às necessidades e às mudanças do modelo de negócio, tanto em circunstâncias normais quanto em períodos de estresse;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - processo consistente e abrangente para&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) coletar tempestivamente informações relevantes para a base de dados de risco operacional;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) classificar e agregar as perdas operacionais relevantes identificadas; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) efetuar, tempestivamente, análise da causa raiz de cada perda operacional relevante;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - realização periódica de análises de cenários com o objetivo de estimar a exposição da instituição a eventos de risco operacional raros e de alta severidade;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - revisão das medidas de segurança e de sigilo de dados, especialmente depois da ocorrência de falhas e previamente a alterações na infraestrutura ou nos procedimentos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - elaboração de relatórios que indiquem procedimentos para correção de falhas identificadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - realização de testes que assegurem a robustez e a efetividade das medidas de segurança de dados adotadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - segregação de funções nos ambientes de tecnologia da informação destinados ao desenvolvimento, teste e produção.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para as atividades de pagamentos, a estrutura de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve prever adicionalmente&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - identificação adequada do usuário final;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - processos para assegurar que todas as transações de pagamento possam ser adequadamente rastreadas;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - mecanismos de monitoramento e de autorização das transações de pagamento, com o objetivo de prevenir fraudes, detectar e bloquear transações suspeitas de forma tempestiva;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - avaliações e filtros específicos para identificar transações consideradas de alto risco;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - notificação ao usuário final acerca de eventual não execução de uma transação;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - mecanismos que permitam ao usuário final verificar se a transação foi executada corretamente;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - identificação, avaliação, gerenciamento, monitoramento e mitigação do risco decorrente da participação de subcredenciador no processo de liquidação das transações de pagamento, no caso de instituição credenciadora; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - mecanismos de monitoramento e controle de falhas na iniciação de transações de pagamento, segregando, no mínimo, os seguintes eventos&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) iniciação de transação de pagamento não autorizada;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) não execução de iniciação de transação de pagamento;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) execução incorreta de iniciação de transação de pagamento; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) atraso na iniciação de transação de pagamento.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso de terceirização de serviços de TI, incluindo os relacionados com a segurança dos serviços de pagamento oferecidos, o respectivo contrato de prestação de serviços deve estipular que&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o contratado deverá atender ao disposto nos incisos IV e VII a X do&#160;<strong>caput</strong>&#160;e ao disposto no § 1º;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a contratante terá acesso aos dados e às informações sobre os serviços prestados;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o Banco Central do Brasil terá acesso a&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) termos firmados;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) documentação e informações referentes aos serviços prestados; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) dependências do contratado.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Os resultados das análises de cenários de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso VI, devem ser considerados na revisão da estrutura de gerenciamento de riscos e na alocação de capital.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 36. &#160;A instituição deve constituir base de dados de risco operacional que contenha valores associados a perdas operacionais, incluindo provisões e despesas relacionadas a cada evento de perda, e outros dados de risco operacional.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1º &#160;Para fins do disposto nesta Resolução, define-se perda operacional como o valor quantificável associado aos eventos de risco operacional mencionados no art. 34.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Devem constar da base de dados de risco operacional as perdas operacionais associadas ao risco de crédito, ao risco de mercado, ao risco social, ao risco ambiental e ao risco climático, independentemente de também constarem de outras bases de dados.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A base de dados de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ser considerada no gerenciamento do risco operacional.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 37. &#160;Os relatórios gerenciais de que trata o art. 5º, inciso X, devem incluir informações referentes às perdas operacionais relevantes.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 38. &#160;A instituição deve se assegurar da adequada capacitação sobre risco operacional de todos os empregados e dos prestadores de serviços terceirizados relevantes.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção VII<br></strong><strong>Do Gerenciamento do Risco de Liquidez</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 39. &#160;Para fins desta Resolução, define-se o risco de liquidez como&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, incluindo as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - não ser capaz de converter moeda eletrônica em moeda física ou escritural no momento da solicitação do usuário.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a possibilidade de a instituição emissora de moeda eletrônica não ser capaz de convertê-la em moeda física ou escritural no momento da solicitação do usuário.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 40.&#160; A estrutura de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco de liquidez&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - políticas, estratégias e processos que assegurem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) identificação, mensuração, avaliação, monitoramento, reporte, controle e mitigação do risco de liquidez em diferentes horizontes de tempo, inclusive intradia, em situações normais ou de estresse, contemplando a avaliação diária das operações com prazos de liquidação inferiores a noventa dias;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) manutenção de estoque adequado de ativos líquidos que possam ser prontamente convertidos em caixa em situações de estresse;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">c) manutenção de perfil de captação de recursos adequado ao risco de liquidez dos ativos e das exposições não contabilizadas no balanço patrimonial da instituição; e</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) manutenção de perfil de captação de recursos adequado ao risco de liquidez dos ativos e das exposições não contabilizadas no balanço patrimonial da instituição;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=477\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução BCB nº 477, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">d) diversificação adequada das fontes de captação de recursos; e</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) diversificação adequada das fontes de captação de recursos; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=477\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução BCB nº 477, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) a tempestiva transferência de liquidez entre instituições integrantes do próprio conglomerado prudencial, em situações normais ou de estresse; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=477\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução BCB nº 477, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - plano de contingência de liquidez.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O gerenciamento do risco de liquidez deve considerar todas as operações praticadas no mercado financeiro e de capitais, assim como possíveis exposições contingentes ou inesperadas, incluindo as associadas a serviços de liquidação, a prestação de avais e garantias, e a linhas de crédito e de liquidez contratadas e não utilizadas.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A instituição deve considerar o risco de liquidez individualmente nas jurisdições onde opera e nas moedas às quais está exposta, observando eventuais restrições à transferência de liquidez e à conversibilidade entre moedas, tais como as causadas por problemas operacionais ou por imposições feitas por um país.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O plano de contingência de liquidez de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso II, deve ser regularmente atualizado e estabelecer responsabilidades, estratégias e procedimentos, claramente definidos e documentados, para enfrentar situações de estresse.</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A instituição deve identificar tempestivamente restrições estatutárias ou contratuais e eventuais impedimentos, incluindo legais e regulamentares, que possam dificultar as transferências de liquidez, bem como estabelecer medidas para a mitigação de seus efeitos.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=477\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução BCB nº 477, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, considera-se jurisdição o perímetro que delimita a atuação da autoridade reguladora e supervisora financeira sobre um conjunto de instituições.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=477\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/9/2025, pela Resolução BCB nº 477, de 30/5/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção VIII<br></strong><strong>Do Gerenciamento do Risco Social, do Risco Ambiental e do Risco Climático</strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 41.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco social como a possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à violação de direitos e garantias fundamentais ou a atos lesivos a interesse comum.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins desta Resolução, interesse comum é aquele associado a grupo de pessoas ligadas jurídica ou factualmente pela mesma causa ou circunstância, quando não relacionada à definição de risco ambiental, de risco climático de transição ou de risco climático físico.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; São exemplos de eventos de risco social a ocorrência ou, conforme o caso, os indícios da ocorrência de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ato de assédio, de discriminação ou de preconceito com base em atributos pessoais, tais como etnia, raça, cor, condição socioeconômica, situação familiar, nacionalidade, idade, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, religião, crença, deficiência, condição genética ou de saúde e posicionamento ideológico ou político;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - prática relacionada ao trabalho em condições análogas à escravidão;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - exploração irregular, ilegal ou criminosa do trabalho infantil;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - prática relacionada ao tráfico de pessoas, à exploração sexual ou ao proveito criminoso da prostituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - não observância da legislação previdenciária ou trabalhista, incluindo a legislação referente à saúde e segurança do trabalho, sem prejuízo do disposto no art. 34;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - ato irregular, ilegal ou criminoso que impacte negativamente povos ou comunidades tradicionais, entre eles indígenas e quilombolas, incluindo a invasão ou a exploração irregular, ilegal ou criminosa de suas terras;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - ato lesivo ao patrimônio público, ao patrimônio histórico, ao patrimônio cultural ou à ordem urbanística;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - prática irregular, ilegal ou criminosa associada a alimentos ou a produtos potencialmente danosos à sociedade, sujeitos a legislação ou regulamentação específica, entre eles agrotóxicos, substâncias capazes de causar dependência, materiais nucleares ou radioativos, armas de fogo e munições;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - exploração irregular, ilegal ou criminosa dos recursos naturais, relativamente à violação de direito ou de garantia fundamental ou a ato lesivo a interesse comum, entre eles recursos hídricos, florestais, energéticos e minerais, incluindo, quando aplicável, a implantação e o desmonte das respectivas instalações;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - tratamento irregular, ilegal ou criminoso de dados pessoais, sem prejuízo do disposto no art. 34;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - desastre ambiental resultante de intervenção humana, relativamente à violação de direito ou de garantia fundamental ou a ato lesivo a interesse comum, incluindo rompimento de barragem, acidente nuclear ou derramamento de produtos químicos ou resíduos nas águas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - alteração em legislação, em regulamentação ou na atuação de instâncias governamentais, associada a direito ou garantia fundamental ou a interesse comum, que impacte negativamente a instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - ato ou atividade que, apesar de regular, legal e não criminoso, impacte negativamente a reputação da instituição, por ser considerado lesivo a interesse comum.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 42.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco ambiental como a possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados à degradação do meio ambiente, incluindo o uso excessivo de recursos naturais.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; São exemplos de eventos de risco ambiental a ocorrência ou, conforme o caso, os indícios da ocorrência de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - conduta ou atividade irregular, ilegal ou criminosa contra a fauna ou a flora, incluindo desmatamento, provocação de incêndio em mata ou floresta, degradação de biomas ou da biodiversidade e prática associada a tráfico, crueldade, abuso ou maus-tratos contra animais;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - poluição irregular, ilegal ou criminosa do ar, das águas ou do solo;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - exploração irregular, ilegal ou criminosa dos recursos naturais, relativamente à degradação do meio ambiente, entre eles recursos hídricos, florestais, energéticos e minerais, incluindo, quando aplicável, a implantação e o desmonte das respectivas instalações;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - descumprimento de condicionantes do licenciamento ambiental;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - desastre ambiental resultante de intervenção humana, relativamente à degradação do meio ambiente, incluindo rompimento de barragem, acidente nuclear ou derramamento de produtos químicos ou resíduos no solo ou nas águas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - alteração em legislação, em regulamentação ou na atuação de instâncias governamentais, em decorrência de degradação do meio ambiente, que impacte negativamente a instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - ato ou atividade que, apesar de regular, legal e não criminoso, impacte negativamente a reputação da instituição, em decorrência de degradação do meio ambiente.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 43.&#160; Para fins desta Resolução, define-se o risco climático, em suas vertentes de risco de transição e de risco físico, como&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - risco climático de transição&#58; possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados ao processo de transição para uma economia de baixo carbono, em que a emissão de gases do efeito estufa é reduzida ou compensada e os mecanismos naturais de captura desses gases são preservados; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - risco climático físico&#58; possibilidade de ocorrência de perdas para a instituição ocasionadas por eventos associados a intempéries frequentes e severas ou a alterações ambientais de longo prazo, que possam ser relacionadas a mudanças em padrões climáticos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; São exemplos de eventos de risco climático&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no âmbito do risco climático de transição&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) alteração em legislação, em regulamentação ou em atuação de instâncias governamentais, associada à transição para uma economia de baixo carbono, que impacte negativamente a instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) inovação tecnológica associada à transição para uma economia de baixo carbono que impacte negativamente a instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) alteração na oferta ou na demanda de produtos e serviços, associada à transição para uma economia de baixo carbono, que impacte negativamente a instituição; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) percepção desfavorável dos clientes, do mercado financeiro ou da sociedade em geral que impacte negativamente a reputação da instituição relativamente ao seu grau de contribuição na transição para uma economia de baixo carbono; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no âmbito do risco climático físico&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) condição climática extrema, incluindo seca, inundação, enchente, tempestade, ciclone, geada e incêndio florestal; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) alteração ambiental permanente, incluindo aumento do nível do mar, escassez de recursos naturais, desertificação e mudança em padrão pluvial ou de temperatura.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 44.&#160; A estrutura de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco social, o risco ambiental e o risco climático&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mecanismos para a identificação e o monitoramento do risco social, do risco ambiental e do risco climático incorridos pela instituição em decorrência dos seus produtos, serviços, atividades ou processos e das atividades desempenhadas por&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) contrapartes da instituição, conforme definição estabelecida no art. 19, § 1º, inciso I;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) entidades controladas pela instituição, nos termos dos critérios estabelecidos no § 2º deste artigo; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) fornecedores e prestadores de serviços terceirizados da instituição, quando relevantes, com base em critérios por ela estabelecidos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - identificação, avaliação, classificação e mensuração do risco social, do risco ambiental e do risco climático com base em critérios e informações consistentes e passíveis de verificação, incluindo informações de acesso público;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - registro de dados relevantes para o gerenciamento, incluindo, quando disponíveis, dados referentes às perdas incorridas pela instituição, discriminadas, conforme o caso, em risco social, risco ambiental ou risco climático e com respectivo detalhamento de valores, natureza do evento, região geográfica, definida com base em critérios claros e passíveis de verificação, e setor econômico associado à exposição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - identificação tempestiva de mudanças políticas, legais, regulamentares, tecnológicas ou de mercado, incluindo alterações significativas nas preferências de consumo, que possam impactar de maneira relevante o risco social, o risco ambiental ou o risco climático incorrido pela instituição, bem como procedimentos para a mitigação desses impactos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - monitoramento de concentrações de exposições a setores econômicos ou a regiões geográficas, definidas com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, mais suscetíveis de sofrer ou de causar danos sociais, ambientais ou climáticos, e, quando apropriado, estabelecimento de limites para essas exposições;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - identificação tempestiva de percepção negativa de clientes, do mercado financeiro e da sociedade em geral sobre a reputação da instituição, quando essa percepção possa impactar de maneira relevante o risco social, o risco ambiental e o risco climático por ela incorrido; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - realização de análise de cenários, no âmbito do programa de testes de estresse de que trata o art. 5º, inciso VII, que considerem hipóteses de mudanças em padrões climáticos e de transição para uma economia de baixo carbono.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Quando a hipótese de ocorrência de evento de risco social, de risco ambiental ou de risco climático implicar possibilidade de perda relacionada a outro risco mencionado no art. 4º,&#160;<strong>caput</strong>, o gerenciamento de riscos e o cumprimento dos requerimentos mínimos prudenciais, quando aplicáveis, devem ser observados para cada um dos riscos envolvidos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no<strong>&#160;caput</strong>, inciso I, alínea “b”, a relação de controle da instituição sobre uma entidade ocorre quando atendido pelo menos um dos seguintes critérios&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a instituição detém mais de 50% (cinquenta por cento) do capital votante da entidade;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - acordo de voto assegura preponderância da instituição nas deliberações sociais da entidade;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a instituição detém o poder de eleger ou de destituir a maioria dos administradores da entidade; ou</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a instituição detém preponderância nas decisões de gestão operacional da entidade.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong>caput</strong>, inciso III, não é requerida a constituição de bases de dados exclusivas, desde que seja possível a extração das respectivas informações com vistas ao gerenciamento do risco social, do risco ambiental e do risco climático.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 45.&#160; O tratamento das interações entre o risco social, o risco ambiental e o risco climático, no âmbito do gerenciamento integrado de que trata esta Resolução, e entre esses e os demais riscos incorridos pela instituição deve incluir&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - critérios, claramente documentados e passíveis de verificação, para a identificação do risco social, do risco ambiental e do risco climático como fonte significativa dos riscos mencionados no art. 4º,&#160;<strong>caput</strong>;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - mecanismos para a consideração de aspectos relativos ao risco social, ao risco ambiental e ao risco climático na concessão, na classificação e no monitoramento das operações sujeitas ao risco de crédito, conforme definido no art. 19, incluindo&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) devida diligência na identificação da contraparte;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) definição de indicadores para a qualificação e a classificação periódica da contraparte conforme o risco social, o risco ambiental e o risco climático;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) avaliação e monitoramento de possíveis impactos na qualidade creditícia da contraparte diante da ocorrência de eventos de risco social, de risco ambiental ou de risco climático; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) critérios para a avaliação periódica do grau de suficiência de garantias, colaterais e outros mitigadores do risco de crédito diante da ocorrência de evento de risco social, de risco ambiental ou de risco climático;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - avaliação do impacto do risco social, do risco ambiental e do risco climático nas posições sujeitas ao risco de mercado e ao IRRBB, conforme definidos nos arts. 23 e 30, respectivamente, com base em critérios estabelecidos pela instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - políticas, estratégias e procedimentos para a mitigação do risco operacional, conforme definido no art. 34, que possa ser associado a evento de risco social, de risco ambiental ou de risco climático, incluindo&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) estabelecimento de condições mínimas nos contratos firmados pela instituição para mitigar o risco legal, conforme definido no art. 34, § 1º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) definição de critérios de decisão quanto à terceirização de serviços e de seleção de seus prestadores, nos termos do art. 35, inciso I, que considerem aspectos de risco social, de risco ambiental e de risco climático; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) consideração de aspectos referentes ao risco social, ao risco ambiental e ao risco climático na análise de cenários de que trata o art. 35, inciso VI, com o objetivo de estimar a exposição da instituição a eventos de risco operacional raros e de alta severidade; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - políticas, estratégias e procedimentos para a mitigação do risco de liquidez, conforme definido no art. 39, que possa ser associado a evento de risco social, de risco ambiental ou de risco climático, incluindo&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) avaliação do impacto do risco social, do risco ambiental e do risco climático no estoque de ativos líquidos e nas fontes de captação de recursos, de que trata o art. 40, inciso I, alíneas “b” e “d”; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) no âmbito do plano de contingência de liquidez, de que trata o art. 40, inciso II, estabelecimento de responsabilidades, estratégias e procedimentos para enfrentar situações de estresse associadas à possibilidade de ocorrência de eventos de risco social, de risco ambiental ou de risco climático.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Os indicadores de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso II, alínea “b”, devem considerar, entre outros aspectos&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os setores econômicos mais relevantes de atuação da contraparte;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as regiões geográficas mais relevantes de atuação da contraparte, definidas com base em critérios claros e passíveis de verificação;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os setores econômicos e as regiões geográficas das operações, quando essa identificação for possível; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - quando relevante, com base em critérios estabelecidos pela instituição&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o histórico de cumprimento, pela contraparte, de legislação específica aplicável a suas atividades, produtos e serviços;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a capacidade de gerenciamento, pela contraparte, do risco social, do risco ambiental e do risco climático por ela incorridos, incluindo a existência, na contraparte, de estrutura de governança compatível com esse processo e de monitoramento dos riscos associados a seus fornecedores e prestadores de serviços terceirizados; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a existência de relatório elaborado por empresa de auditoria especializada independente contratada pela contraparte, abordando seus procedimentos e controles relativos a aspectos sociais, ambientais e climáticos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 46.&#160; Os relatórios gerenciais de que trata o art. 5º, inciso X, devem abordar os seguintes aspectos adicionais relativamente ao risco social, o risco ambiental e o risco climático&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - dados sobre as perdas relevantes incorridas, nos termos do art. 44, inciso III; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - informações sobre concentrações de risco social, de risco ambiental e de risco climático, de que trata o art. 44, inciso V.</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" align=\"center\" style=\"margin-right&#58;1cm;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong>Seção IX<br></strong><strong>Do Gerenciamento do Risco País e do Risco de Transferência</strong></span></p><p class=\"MsoBodyText2\" align=\"center\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Seção IX incluída, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 46-A.&#160; Para fins desta Resolução, define-se&#58;</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o risco país como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas a ev​entos relacionados a jurisdição estrangeira, incluindo também&#58;</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o risco soberano, no caso de exposição assumida perante governo central de jurisdição estrangeira; e</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) o risco país indireto, no caso de evento relacionado a jurisdição estrangeira diversa daquela onde está localizada a contraparte ou o emissor de instrumento mitigador de risco associado a exposição assumida pela instituição, quando a contraparte ou o emissor possam ser significativamente impactados pelo respectivo evento; e</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o risco de transferência como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos recursos necessários à liquidação de obrigação perante a instituição, no caso em que esses recursos estejam localizados em jurisdição diversa daquela onde será realizada a respectiva liquidação.</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong>caput</strong>, inciso I, alínea “b”, aplica-se a definição de contraparte estabelecida no art. 19, § 1º, inciso I.</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" align=\"center\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Art. 46-A incluído, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 46-B.&#160; A estrutu​ra de gerenciamento de que trata o art. 5º deve prever, adicionalmente, para o risco país e para o risco de transferência&#58;</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - mecanismos para o gerenciamento do risco país e do risco de transferência por contraparte, por jurisdição e, na existência de fatores relevantes de risco em comum, por conjunto de jurisdições, definido este com base em critérios claros e passíveis de verificação;</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - processos para a identificação tempestiva de mudanças políticas, legais, regulamentares, de mercado, entre outras, que possam impactar de maneira relevante o risco país e o risco de transferência incorrido pela instituição, bem como procedimentos para a mitigação desses impactos;</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - registro de dados relevantes para o gerenciamento do risco país e do risco de transferência, incluindo, quando disponíveis, dados referentes às respectivas perdas incorridas pela instituição; e</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - monitoramento de concentrações significativas de exposição ao risco país e ao risco de transferência.</span></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O gerenciamento de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve também considerar, quando relevantes, as operações interdependências e as operações realizadas entre instituições integrantes de um mesmo conglomerado prudencial.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os relatórios g​erenciais de que trata o art. 5º, inciso X, devem abordar, adicionalmente para o risco país e para o risco de transferência, o reporte de exposições relevantes, agrupadas, conforme o caso, por jurisdição e, na existência de fatores relevantes de risco em comum, por conjunto de jurisdições.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=332\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Art. 46-B incluído, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 332, de 29/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">CAPÍTULO IV<br></span><span style=\"color&#58;windowtext;\">DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL</span></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 47. &#160;Para fins desta Resolução, define-se o gerenciamento de capital como o processo contínuo de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - monitoramento e controle do capital mantido pela instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está exposta; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 48. &#160;A estrutura de gerenciamento de capital deve prever&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - políticas e estratégias para o gerenciamento de capital, claramente documentadas, que estabeleçam procedimentos destinados a manter o PR, o Nível I e o Capital Principal em níveis compatíveis com os riscos incorridos e com o requerimento mínimo regulamentar;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - sistemas, rotinas e procedimentos para o gerenciamento de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - avaliação dos impactos no capital dos resultados do programa de testes de estresse de que trata o art. 5º, inciso VII;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - plano de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - plano de contingência de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - avaliação da adequação do capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">VII - relatórios gerenciais tempestivos para a diretoria da instituição líder, o comitê de riscos e o conselho de administração, quando existentes, versando sobre&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - relatórios gerenciais temp​estivos para a diretoria da instituição, o comitê de riscos e o conselho de administração, quando existentes, versando sobre&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) eventuais deficiências da estrutura de gerenciamento de capital e ações para corrigi-las; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) adequação dos níveis do PR, do Nível I e do Capital Principal aos riscos incorridos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O plano de contingência de capital de que trata o&#160;<strong>caput</strong>, inciso V, deve ser regularmente atualizado e estabelecer responsabilidades, estratégias e procedimentos, claramente definidos e documentados, para enfrentar situações de estresse.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A avaliação da adequação do capital deve ser efetuada conforme a Processo Interno Simplificado de Avaliação da Adequação de Capital (Icaap<sub>Simp</sub>), para as instituições enquadradas no S2.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 49. &#160;O plano de capital, mencionado no art. 48, inciso IV, deve ser consistente com o planejamento estratégico da instituição, abranger o horizonte mínimo de três anos e prever&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - metas e projeções de capital; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - principais fontes de capital da instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Na elaboração do plano de capital devem ser considerados&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ameaças e oportunidades relativas ao ambiente econômico e de negócios;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - projeções dos valores dos ativos e passivos, das operações não contabilizadas no balanço patrimonial, bem como das receitas e despesas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - metas de crescimento ou de participação no mercado;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - política de distribuição de resultados; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - termos da RAS.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 50. &#160;Caso a avaliação da necessidade de capital pela instituição financeira aponte para um valor acima dos requerimentos mínimos de PR, de Nível I e de Capital Principal, a instituição deve manter capital compatível com os resultados das suas avaliações internas.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 50.&#160; Caso a avaliação da necessidade de capital pela​ instituição aponte para um valor acima dos requerimentos mínimos de PR, de Nível I e de Capital Principal, esta deve manter capital compatível com os resultados das suas avaliações internas.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">CAPÍTULO V<br></span><span style=\"color&#58;windowtext;\">DA GOVERNANÇA DAS ESTRUTURAS DE GERENCIAMENTO E DA POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES</span></span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção I<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Do Gerenciamento de Riscos</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 51. &#160;A atividade de gerenciamento de riscos deve ser executada por unidade específica na instituição de que trata o art. 2º.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A unidade a que se refere o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ser segregada das unidades de negócios e da unidade executora da atividade de auditoria interna.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A unidade a que se refere o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ter quantidade suficiente de profissionais experientes e qualificados em gerenciamento de riscos que atendam aos seguintes requisitos&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - possuam conhecimento do mercado e dos produtos e serviços da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - tenham acesso regular a capacitação e treinamento;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - sejam capazes de questionar os riscos assumidos nas operações realizadas pelas unidades de negócios; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - compreendam as limitações e as incertezas relacionadas às metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 52. &#160;A instituição líder deve indicar diretor para gerenciamento de riscos (CRO) responsável pela unidade específica de que trata o art. 51.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 52.&#160; A instituição deve indicar diretor para gerenciame​nto de riscos – CRO responsável pela unidade específica de que trata o art. 51.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As atribuições do CRO abrangem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - supervisão do desenvolvimento, da implementação e do desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos, incluindo seu aperfeiçoamento;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - responsabilidade pela adequação, à RAS e aos objetivos estratégicos da instituição, das políticas, dos processos, dos relatórios, dos sistemas e dos modelos utilizados no gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - responsabilidade pela adequada capacitação dos integrantes da unidade específica de que trata o art. 51 acerca das políticas, dos processos, dos relatórios, dos sistemas e dos modelos da estrutura de gerenciamento de riscos, mesmo que desenvolvidos por terceiros;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - subsídio e participação no processo de tomada de decisões estratégicas relacionadas ao gerenciamento de riscos e, quando aplicável, ao gerenciamento de capital, auxiliando o conselho de administração.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk135334147\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - subsídio e participação no processo de tomada de decisões estratégicas relacionadas ao gerenciamento de riscos e, quando aplicável, ao gerenciamento de capital, auxiliando o conselho de administração; e&#160;</span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=319\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 319, de 18/5/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - responsabilidade pelo cumprimento do disposto na Resolução BCB nº 319, de 18 de maio de 2023, que estabelece limites máximos de exposição por cliente e limite máximo de exposições concentradas.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=319\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 319, de 18/5/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Desde que assegurada a inexistência de conflito de interesses, admite-se que o CRO desempenhe outras funções na instituição, incluindo a avaliação da adequação de capital de que trata o art. 48, inciso VI.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O regimento interno, ou equivalente, da instituição deve dispor, de forma expressa, sobre as atribuições do CRO.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 4º &#160;A instituição líder deve estabelecer condições adequadas para que o CRO exerça suas atribuições de maneira independente e possa se reportar, diretamente e sem a presença dos membros da diretoria, ao comitê de riscos, ao principal executivo da instituição e ao conselho de administração.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A instituição deve estabelecer condições adequadas para que o CRO exerça suas atribuições de maneira independente e possa se reportar, diretamente e sem a presença dos membros da direto​ria, ao comitê de riscos, ao principal executivo da instituição e ao conselho de administração.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Deve ser assegurado ao CRO acesso às informações necessárias ao cumprimento de suas atribuições.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 6º &#160;A nomeação e a destituição do CRO devem ser aprovadas pelo conselho de administração da instituição líder.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; A nomeação e a destituição do CRO devem ser aprovadas pelo conselho de administração​ da instituição.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 7º&#160; A instituição líder deve designar o nome do CRO perante o Banco Central do Brasil.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; A instituição deve designar o nome do CRO perante o Banco C​entral do Brasil.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 8º&#160; A destituição do CRO deve ser tempestivamente divulgada no sítio da instituição líder na internet e as razões desse fato devem ser comunicadas ao Banco Central do Brasil, que poderá requerer informações adicionais.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; A destituição do CRO deve ser tempestivamente divulgada no sítio da instituição na internet e as razões desse fato devem ser comunicadas ao Banco Central do Brasil, que poderá requerer informações ​adicionais.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 53. &#160;A instituição líder deve constituir comitê de riscos.</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 53.&#160; A instituição deve constituir comitê de riscos.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As atribuições do comitê de riscos abrangem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - propor, com periodicidade mínima anual, recomendações ao conselho de administração sobre os assuntos de que trata o art. 56, inciso II;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - avaliar os níveis de apetite por riscos fixados na RAS e as estratégias para o seu gerenciamento, considerando os riscos individualmente e de forma integrada;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - supervisionar a atuação e o desempenho do CRO;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - supervisionar a observância, pela diretoria da instituição, dos termos da RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - avaliar o grau de aderência dos processos da estrutura de gerenciamento de riscos às políticas estabelecidas; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - manter registros de suas deliberações e decisões.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O comitê de riscos deve ser composto por, no mínimo, três integrantes.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O regimento interno, ou equivalente, da instituição deve dispor, de forma expressa, sobre os seguintes aspectos, relativamente ao comitê de riscos&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o número máximo de integrantes;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as regras de funcionamento, incluindo atribuições e periodicidade mínima de reuniões;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a forma de prestação de contas ao conselho de administração;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o prazo de mandato dos membros, quando fixado.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;É condição para o exercício da função de integrante do comitê de riscos não ser e não ter sido, nos últimos seis meses, CRO da instituição ou membro do comitê de auditoria.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O comitê de riscos deve ser composto, em sua maioria, por integrantes que&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - não sejam e não tenham sido empregados da instituição nos últimos seis meses;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não sejam cônjuges, ou parentes em linha reta, em linha colateral ou por afinidade, até o segundo grau, das pessoas referidas no inciso I;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - não recebam da instituição outro tipo de remuneração que não decorra do exercício da função de integrante do comitê de riscos ou do conselho de administração;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - possuam comprovada experiência em gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - não detenham o controle da instituição e não participem das decisões em nível executivo.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O comitê de riscos deve ser presidido por membro que atenda aos requisitos elencados no § 5º e que não seja e não tenha sido, nos últimos seis meses, presidente do conselho de administração ou de qualquer outro comitê da instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;O comitê de riscos deve coordenar suas atividades com o comitê de auditoria, de modo a facilitar a troca de informação, os ajustes necessários à estrutura de governança de riscos e o efetivo tratamento dos riscos a que a instituição está exposta.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 8º &#160;A diretoria de instituição líder não sujeita à constituição de comitê de riscos nos termos do&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve assumir as atribuições mencionadas no § 1º, incisos I, II, III, V e VI.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; A diretoria de instituição não sujeita à constituição ​de comitê de riscos nos termos do&#160;<em>caput</em>&#160;deve assumir as atribuições mencionadas nos incisos I, II, III, V e VI do § 1º.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção II<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Do Gerenciamento de Capital</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 54. &#160;A atividade de gerenciamento de capital deve ser executada por unidade específica na instituição de que trata o art. 2º.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A unidade a que se refere o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ser segregada da unidade executora da atividade de auditoria interna.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;A unidade a que se refere o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve ter quantidade suficiente de profissionais experientes e qualificados que tenham acesso regular a capacitação e treinamento para fins do gerenciamento de capital.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 55. &#160;A instituição líder deve indicar diretor responsável pela estrutura de gerenciamento de capital.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 55.&#160; A instituição deve indicar diretor responsável pela e​strutura de gerenciamento de capital.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Admite-se que o diretor de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;desempenhe outras funções, exceto as que configurem conflito de interesses.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º &#160;A instituição líder deve designar perante o Banco Central do Brasil o nome do diretor de que trata o&#160;<strong>caput</strong>.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A instituição deve designar perante o Banco Central do Brasil ​o nome do diretor de que trata o&#160;<em>caput</em>.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;As atribuições do diretor de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;abrangem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - supervisão do desenvolvimento, da implementação e do desempenho da estrutura de gerenciamento de capital, incluindo seu aperfeiçoamento; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - responsabilidade pelos processos e controles relativos à apuração do montante RWA, pelo cálculo dos requerimentos mínimos de PR, de Nível I e de Capital Principal e pelo cumprimento do Adicional de Capital Principal.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção III<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Das Atribuições do Conselho de Administração e da Diretoria</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 56. &#160;Compete ao conselho de administração da instituição líder, para fins do gerenciamento de riscos e do gerenciamento de capital&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 56.&#160; Compete ao conselho de administração d​a instituição, para fins do gerenciamento de riscos e do gerenciamento de capital&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - fixar os níveis de apetite por riscos da instituição na RAS e revisá-los, com o auxílio do comitê de riscos, da diretoria e do CRO;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aprovar e revisar, com periodicidade mínima anual&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) as políticas, as estratégias e os limites de gerenciamento de riscos de que trata o art. 5º, inciso I;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) as políticas e as estratégias de gerenciamento de capital de que trata o art. 48, inciso I;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o programa de testes de estresse de que trata o art. 5º, inciso VII;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) as políticas para a gestão de continuidade de negócios de que trata o art. 5º, inciso IX;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) o plano de contingência de liquidez, de que trata o art. 40, inciso II;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) o plano de capital de que trata o art. 48, inciso IV;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">g) o plano de contingência de capital de que trata o art. 48, inciso V; e</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">g) o plano de contingência de capital de que trata o art. 48, inciso V;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">h) a política de divulgação de informações de que trata o art. 64;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">h) a política de divulgação de informações de que trata o art. 64; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">i) as políticas de que trata o art. 28;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - assegurar a aderência da instituição às políticas, às estratégias e aos limites de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - assegurar a correção tempestiva das deficiências da estrutura de gerenciamento de riscos e da estrutura de gerenciamento de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - aprovar alterações significativas, em decorrência dos riscos de que trata o art. 5º, inciso V, nas políticas e nas estratégias da instituição, bem como em seus sistemas, rotinas e procedimentos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - autorizar, quando necessário, exceções às políticas, aos procedimentos, aos limites e aos níveis de apetite por riscos fixados na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - promover a disseminação da cultura de gerenciamento de riscos na instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - assegurar recursos adequados e suficientes para o exercício das atividades de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital, de forma independente, objetiva e efetiva;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - estabelecer a organização e as atribuições do comitê de riscos, observado o disposto nesta Resolução;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - garantir que a estrutura remuneratória adotada pela instituição não incentive comportamentos incompatíveis com os níveis de apetite por riscos fixados na RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - assegurar que a instituição mantenha níveis adequados e suficientes de capital e de liquidez.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 57. &#160;Na inexistência do conselho de administração, aplicam-se à diretoria da instituição líder as competências a ele atribuídas por esta Resolução.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 57.&#160; Na inexistência do conselho de administração, aplicam-se à direto​ria da instituição as competências a ele atribuídas por esta Resolução.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 58. &#160;Compete à diretoria da instituição conduzir, em conformidade com as políticas e estratégias de que trata o art. 5º, inciso I, as atividades que impliquem a assunção de riscos.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 58.&#160; Compete à diretoria da instituição&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=470\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">&#160;</span>(Redação dada pela Resolução BCB nº 470, de 30/4/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - conduzir, em conformidade com as políticas e estratégias de que trata o art. 5º, inciso I, as atividades que impliquem a assunção de riscos;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=470\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">&#160;</span>(Incluído pela Resolução BCB nº 470, de 30/4/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aprovar as propostas de reclassificação de instrumentos entre as carteiras de negociação e bancária; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=470\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">&#160;</span>(Incluído pela Resolução BCB nº 470, de 30/4/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - solicitar a autorização para constituição da mesa de operações dedicada, de que trata o art. 29, § 2º, e encaminhá-la para ciência ao conselho de administração, quando existente.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=470\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">&#160;</span>(Incluído pela Resolução BCB nº 470, de 30/4/2025.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Seção IV<br></span></strong><strong><span style=\"color&#58;windowtext;\">Das Atribuições Conjuntas</span></strong></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 59. &#160;O conselho de administração, o comitê de riscos, o CRO e a diretoria da instituição devem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - compreender, de forma abrangente e integrada, os riscos que podem impactar o capital e a liquidez da instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - entender as limitações das informações constantes dos relatórios de que tratam os arts. 5º, inciso X, e 48, inciso VII, e dos reportes relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - garantir que o conteúdo da RAS seja observado pela instituição;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - entender as limitações e as incertezas relacionadas à avaliação dos riscos, aos modelos, mesmo quando desenvolvidos por terceiros, e às metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - assegurar o entendimento e o contínuo monitoramento dos riscos pelos diversos níveis da instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 60. &#160;Os processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital devem ser avaliados periodicamente pela auditoria interna da instituição.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">CAPÍTULO VI<br></span><span style=\"color&#58;windowtext;\">DO GERENCIAMENTO DE RISCOS E DO GERENCIAMENTO DE CAPITAL DE CONGLOMERADO PRUDENCIAL</span></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 61. &#160;A estrutura unificada para gerenciamento de riscos do conglomerado prudencial, de que trata o art. 2º, § 2º, deve considerar os riscos associados ao conglomerado e a cada instituição individualmente, bem como identificar e acompanhar os riscos associados às demais entidades controladas por seus integrantes ou das quais estes participem.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 62. &#160;A estrutura unificada para gerenciamento de capital do conglomerado prudencial, de que trata o art. 2º, § 2º, deve avaliar os possíveis impactos no capital e na liquidez do conglomerado prudencial oriundos dos riscos de que trata o art. 4º.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">CAPÍTULO VII<br></span><span style=\"color&#58;windowtext;\">DA TRANSPARÊNCIA</span></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 63. &#160;Deve ser estabelecida política de divulgação de informações que evidenciem o atendimento de requerimentos prudenciais pela instituição, conforme detalhamento a ser estabelecido pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A política de divulgação de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve incluir&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a especificação das informações a serem divulgadas;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a governança do processo de divulgação de informações, incluindo as respectivas atribuições e cadeia de comando;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o detalhamento dos controles internos aplicados para garantir a fidedignidade das informações divulgadas, bem como a adequação de seu conteúdo; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - os critérios de relevância utilizados para divulgação de informações, com base nas necessidades de usuários externos para fins de decisões de natureza econômica.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;As informações de que trata o&#160;<strong>caput</strong>&#160;deverão constar do Relatório de Pilar 3 que contenha&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - descrição da estrutura de gerenciamento contínuo e integrado de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - descrição da estrutura de gerenciamento contínuo de capital; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - detalhamento da apuração do montante RWA e da adequação do PR.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O relatório de Pilar 3 de instituição emissora de moeda eletrônica deve evidenciar a estrutura de gerenciamento do respectivo risco de liquidez.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 64.&#160; A instituição líder deve indicar diretor responsável pela divulgação de informações nos termos do art. 63.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 64.&#160; A instituição deve indicar diretor responsável pela divulgação de informações nos​ termos do art. 63.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;As atribuições do diretor mencionado no&#160;<strong>caput</strong>&#160;abrangem&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - consolidar as informações a serem divulgadas no Relatório de Pilar 3;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - garantir a conformidade das informações prudenciais divulgadas em relação às informações constantes dos relatórios gerenciais estabelecidos nesta Resolução; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - propor ao conselho de administração atualizações na política de divulgação de informações.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Desde que assegurada a inexistência de conflito de interesses, admite-se que o diretor responsável pela divulgação de informações desempenhe outras funções na instituição.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 65. &#160;A composição e as atribuições do comitê de riscos devem ser evidenciadas no sítio da instituição líder na internet.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 65.&#160; A composição e as atribuições do comitê de riscos devem ser​ evidenciadas no sítio da instituição na internet.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#0072c6;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;windowtext;\">CAPÍTULO VIII<br></span><span style=\"color&#58;windowtext;\">DAS DISPENSAS ESPECÍFICAS POR SEGMENTO</span></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 66. &#160;As instituições enquadradas no S3 ficam dispensadas de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - informar, no relatório gerencial, o grau de disseminação da cultura de gerenciamento de riscos conforme o disposto no art. 5º, inciso X, alínea “e”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - observar a restrição de que trata o art. 7º, parágrafo único, na avaliação periódica dos modelos de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - utilizar, no programa de testes de estresse, a metodologia análise de cenário mencionada no art. 10, inciso III, alínea “b”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - documentar, relativamente ao programa de testes de estresse, o disposto no art. 10, inciso V, alíneas “c” e “d”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - elaborar cenários no âmbito do programa de testes de estresse conforme disposto no art. 13;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - dispor de sistemas flexíveis, no âmbito do programa de testes de estresse, conforme os critérios estabelecidos no art. 14;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - incorporar os resultados dos testes de estresse no processo estruturado de comunicação, conforme disposto no art. 15, inciso IV;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - gerenciar em estrutura de mesa de operações os instrumentos sujeitos a risco de mercado, conforme disposto nos arts. 24 e 25, salvo nos casos em que a instituição solicite autorização para constituição da mesa de operações dedicada, de que trata o art. 29, § 2º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IX - realizar análises de cenários de risco operacional conforme disposto no art. 35, inciso IX e § 2º;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - realizar análises de cenários de risco operacional conforme disposto no art. 35, inciso VI do&#160;<strong>caput</strong>&#160;e § 3º;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=306\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 306, de 23/3/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - atender ao disposto no art. 53, §§ 4º a 6º, na constituição do comitê de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - identificar tempestivamente percepção negativa de clientes, do mercado financeiro e da sociedade em geral sobre a reputação da instituição, quando essa percepção possa impactar de maneira relevante o risco social, o risco ambiental e o risco climático por ela incorridos, conforme o disposto no art. 44, inciso VI; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - realizar análise de cenários, no âmbito do programa de testes de estresse, que considerem hipóteses de mudanças em padrões climáticos e de transição para uma economia de baixo carbono, conforme disposto no art. 44, inciso VII.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 67. &#160;As instituições enquadradas no S4 ficam dispensadas de&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - informar, no relatório gerencial, o grau de disseminação da cultura de gerenciamento de riscos conforme disposto no art. 5º, inciso X, alínea “e”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - efetuar a disseminação de informações por meio de processo estruturado de comunicação, conforme disposto no art. 6º, parágrafo único;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - observar a restrição de que trata o art. 7º, parágrafo único, na avaliação periódica dos modelos de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - utilizar, no programa de testes de estresse, a metodologia análise de cenário mencionada no art. 10, inciso III, alínea “b”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - documentar, relativamente ao programa de testes de estresse, o disposto no art. 10, inciso V, alíneas “c”, “d”, “e” e “f”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - considerar a contribuição de especialistas na realização do programa de testes de estresse, conforme disposto no art. 10, parágrafo único;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - utilizar o programa de testes de estresse na avaliação da adequação e da robustez das premissas e das metodologias empregadas nos modelos de gerenciamento de riscos, conforme o disposto no art. 11, inciso II;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - observar os critérios para a realização dos testes de estresse estabelecidos no art. 12;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - elaborar cenários no âmbito do programa de testes de estresse conforme disposto no art. 13;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - dispor de sistemas flexíveis, no âmbito do programa de testes de estresse, conforme os critérios estabelecidos no art. 14;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - incorporar os resultados dos testes de estresse no processo estruturado de comunicação, conforme o disposto no art. 15, inciso IV;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - gerenciar em estrutura de mesa de operações os instrumentos sujeitos a risco de mercado, conforme disposto nos arts. 24 e 25, bem como documentar as reclassificações de instrumentos entre as carteiras de negociação e bancária conforme o disposto no art. 31, inciso II, alínea “a”, e as transferências internas de riscos conforme o disposto no art. 31, inciso II, alínea “b”;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - documentar na RAS os níveis de apetite por IRRBB para as abordagens de valor econômico de que trata o art. 32, § 3º;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - incluir os aspectos adicionais relativos ao IRRBB nos relatórios gerenciais, conforme o disposto no art. 33;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;windowtext;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - implementar os processos de coleta de informações, classificação, agregação e análise de perdas operacionais de que trata o art. 35, inciso V;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XVI - realizar análises de cenários de risco operacional conforme o disposto no art. 35, inciso IX e § 2º;</span></s></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - realizar análises de cenários de risco operacional conforme disposto no art. 35, inciso VI e § 3º;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=331\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução BCB nº 331, de 27/6/2023.)</span></a></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - constituir base de dados de risco operacional conforme o disposto no art. 36;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVIII - elaborar o plano de contingência de capital mencionado no art. 48, inciso V;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIX - constituir comitê de riscos nos termos do art. 53;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XX - identificar tempestivamente percepção negativa de clientes, do mercado financeiro e da sociedade em geral sobre a reputação da instituição, quando essa percepção possa impactar de maneira relevante o risco social, o risco ambiental e o risco climático por ela incorridos, conforme o disposto no art. 44, inciso VI; e</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XXI - realizar análise de cenários, no âmbito do programa de testes de estresse, que considerem hipóteses de mudanças em padrões climáticos e de transição para uma economia de baixo carbono, conforme disposto no art. 44, inciso VII.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IX<br>DAS DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 68. &#160;Devem ser mantidos à disposição do Banco Central do Brasil por cinco anos&#58;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a RAS;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a documentação relativa à estrutura de gerenciamento de riscos;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a documentação relativa à estrutura de gerenciamento de capital;</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - os relatórios de que trata esta Resolução.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 69. &#160;Caso identifique inadequação ou insuficiência no gerenciamento de riscos ou no gerenciamento de capital, o Banco Central do Brasil poderá determinar seu aperfeiçoamento.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 70.&#160; As estruturas de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital deverão ser implementadas até 31 de dezembro de 2023.</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 71. &#160;Esta Resolução entra em vigor em 1º de julho de 2023.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;36pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;#444444;font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Roberto de Oliveira Campos Neto<br>Presidente do Banco Central do Brasil​​</span></p></span></div>","Voto":"203/2022-BCB","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}