{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 229","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 16/5/2022, Seção 1, p. 113-124, retificada no DOU de 2/9/2022, Seção 1, p. 170.","Id":51805,"Data":"2022-05-12T21:00:00Z","DataTexto":"12/5/2022 18:00","Numero":229.0,"VersaoNormativo":13.0,"Assunto":"Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA) referente às exposições ao risco de crédito sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada (RWACPAD), de que tratam a Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, e a Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@586;@2025;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@454;@2024;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@444;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@396;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@395;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@356;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@452;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@447;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@438;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@395;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@384;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@363;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@346;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@324;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@323;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@313;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@303;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@291;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@266;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@258;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@240;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@239;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@200;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@199;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@197;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4995;@2022;#RESOLUÇÃO CMN;@4958;@2021;#RESOLUÇÃO CMN;@4955;@2021;#RESOLUÇÃO;@4615;@2017;#RESOLUÇÃO;@4606;@2017;#RESOLUÇÃO;@4557;@2017;#RESOLUÇÃO;@4553;@2017;#RESOLUÇÃO;@4282;@2013;#RESOLUÇÃO;@4277;@2013;#RESOLUÇÃO;@2921;@2002;#CIRCULAR;@3904;@2018;#CIRCULAR;@3848;@2017;#CIRCULAR;@3809;@2016;#CIRCULAR;@3772;@2015;#CIRCULAR;@3681;@2013;#CIRCULAR;@3644;@2013;#CIRCULAR;@3082;@2002;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@609;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@470;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@478;@2025;#RESOLUÇÃO BCB;@580;@2026;#","Referencias":"Lei nº 4.595/1964, arts. 9º; 10, inciso IX; e 11, inciso VII.;#Lei nº 12.865/2013, art. 9º, inciso II.;#Resolução CMN nº 4.282/2013, arts. 3º, inciso III, e 14.;#Resolução CMN nº 4.958/2021.;#Resolução BCB nº 200/2022.;#Cita Leis ns. 4.591/1964, 10.150/2000, 10.214/2001, 12.838/2013, 14.042/2020, 14.043/2020 e 14.257/2021.;#Cita Lei nº 10.438/2002, art. 13, inciso XV.;#Cita Medidas Provisórias ns. 950/2020 e 992/2020.;#Cita Decreto nº 10.350/2020.;#Cita Resoluções CMN ns. 2.921/2002, 4.277/2013, 4.553/2017, 4.557/2017, 4.606/2017, 4.615/2017 e 4.955/2021.;#Cita Resolução CMN nº 4.995/2022, art. 4º.;#Cita Circulares BCB ns. 3.082/2002, 3.681/2013, 3.772/2015 e 3.809/2016.;#Cita Resoluções BCB ns. 197/2022 e 199/2022.;#Revoga, a partir de 1º/7/2023, Circulares BCB ns. 3.644/2013, 3.848/2017 e 3.904/2018.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 258/2022 - Alteração, a partir de 1º/12/2022 - Nova redação: art. 89.;#Resolução BCB nº 240/2022 - Alteração, a partir de 1º/7/2023 - Nova redação: art. 40, parágrafo único, inciso I, \"c\"; art. 46, § 5º, inciso II; art. 68, caput; art. 81, inciso II, \"b\"; e art. 85, caput. ;#Resolução BCB nº 266/2022 - Alteração, a partir de 1º/7/2023 - Nova redação: art. 4º, § 1º, incisos XIII e XIV. Inclusão: art. 4º, § 1º, inciso XV.;#Resolução BCB nº 323/2023 - Alteração, a partir de 1º/7/2023 - Nova redação: art. 11, incisos I, “b”, e II e § 2º; art. 18, caput e §§ 1º, 2º, 3º, 4º e 6º; art. 21, caput e § 4º, incisos I e II; art. 29, inciso I; art. 30, incisos IV e V e § 1º;  art. 33, caput; art. 35, §§ 1º, incisos I, II, III, IV e V, e 3º; art. 40, parágrafo único, inciso V, “a” e “b”; art. 54, § 1º, inciso II, “a”, item 2; art. 66, incisos I, II, “a”, e III; e Anexo II, art. 3º, § 1º. Inclusão: art. 4º, § 10; art. 21, § 4º, inciso III; art. 30, inciso VI, § 1º, incisos I e II, §§ 4 e 5º; art. 35, §§ 3º, incisos I e II, e 4º; art. 49, §§ 9º e 10; e art. 65, § 3º. Revogação: art. 31, §1º.;#Resolução BCB nº 363/2023 - Alteração, a partir de 1º/1/2024 - Nova redação: art. 4º, § 1º, inciso XV, \"a\" e \"b\".;#Resolução BCB nº 346/2023 - Alteração, a partir de 2/1/2024 - Inclusão: art. 84-A.;#Resolução BCB nº 384/2024 - Nova redação: art. 49, § 1º, inciso III, \"b\", e § 8º. 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Inclusão: art. 6º, § 3º; art. 8º, incisos I e II; art. 49, § 13; e art. 66, parágrafo único, incisos I e II. Revogação: art. 8º, parágrafo único; e art. 9º, §§ 1º e 2º.;#Resolução BCB nº 452/2025 - Alteração, a partir de 31/1/2025 - Nova redação: art. 4º, incisos X e XI. Inclusão: art. 4º, inciso XII; e arts. 21-A e 82-A.;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass01426E8514B5432394996B7E253A08D6\"><div class=\"ExternalClass9A9D9F1D69F44CB9A2019C3D95AC17AE\"><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/faq_resolucao229\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Perguntas Frequentes (FAQ) - Resolução BCB nº 229</span></a><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"text-transform&#58;uppercase;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RESOLUÇÃO&#160;BCB Nº 229, DE 12 DE MAIO DE 2022</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA) referente às exposições ao risco de crédito sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada (RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>), de que tratam a Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, e a Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022.</span></p><p class=\"MsoCommentText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 11 de maio de 2022, com base no disposto nos arts. 9º, 10, inciso IX, e 11, inciso VII, da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e no art. 9º, inciso II, da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, e tendo em vista o art. 3º, § 2º, da Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, os arts. 3º, inciso III, e 14, da Resolução nº 4.282, de 4 de novembro de 2013, e o art. 3º, § 2º da Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022,</span></p><p class=\"MsoCommentText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO I<br>DISPOSIÇÕES PRELIMINARES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO ÚNICO<br>DO OBJETO E DO ESCOPO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução estabelece os procedimentos para o cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco (RWA) referente às exposições ao risco de crédito sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada (RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>), de que tratam a Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, e a Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; A parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;deve ser igual ao somatório dos produtos dos valores das exposições pelos respectivos Fatores de Ponderação de Risco (FPR).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Na apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, admite-se o reconhecimento de instrumentos mitigadores do risco de crédito, nos termos da Circular nº 3.809, de 25 de agosto de 2016.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Sem prejuízo do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, também compõem a parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, o adicional relativo à participação em fundos de garantia mutualizados de contrapartes centrais (ParcDF), na forma estabelecida nesta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO II<br>DA DEFINIÇÃO E DO VALOR DAS EXPOSIÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DA DEFINIÇÃO DE EXPOSIÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk170409873\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 3º&#160; A parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;deve incluir na sua apuração as exposições classificadas na carteira bancária e na carteira de negociação, segundo as definições estabelecidas no art. 26 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017 e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3.</span></s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; A parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;deve incluir na sua apuração&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=395\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 395, de 26/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - todas as exposições classificadas na carteira bancária; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=395\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 395, de 26/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as exposições relativas ao risco de crédito de contraparte de transações classificadas na carteira de negociação.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=395\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 395, de 26/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Não devem ser incluídas na apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;as exposições referentes a aplicações diretas em ações e mercadorias (<strong style=\"\">commodities</strong>) cobertas pela parcela relativa às exposições ao risco de mercado sujeitas ao cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada (RWA<sub style=\"\">MPAD</sub>) ou modelo interno autorizado pelo Banco Central do Brasil (RWA<sub style=\"\">MINT</sub>) do montante RWA, de que tratam a Resolução CMN nº 4.958, de 2021, e a Resolução BCB nº 200, de 2022.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;deve incluir na sua apuração as exposições a instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ou mercadorias (<strong style=\"\">commodities</strong>), ainda que sujeitos à parcela RWA<sub style=\"\">MPAD</sub>&#160;ou RWA<sub style=\"\">MINT</sub>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Para fins do disposto no&#160;<em style=\"\">caput</em>, devem ser consideradas as definições das carteiras bancária e de negociação estabelecidas no art. 26 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e no art. 26 da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=395\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 395, de 26/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º &#160;Para a apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, considera-se exposição&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a aplicação de recursos financeiros em bens e direitos e o gasto ou a despesa registrados no ativo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - qualquer adiantamento concedido;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - qualquer instrumento financeiro derivativo que componha a carteira da própria instituição;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o limite de crédito;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o crédito a liberar em até 360 (trezentos e sessenta) dias corridos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - a prestação de aval, fiança, coobrigação ou qualquer outra modalidade de garantia pessoal do cumprimento de obrigação financeira de terceiros (garantia fidejussória);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - a operação compromissada, de empréstimo de títulos e valores mobiliários ou de operação com instrumento financeiro derivativo, realizada em nome de cliente, com compensação ou liquidação efetuada em câmara ou prestador desses serviços, na qual uma entidade se interponha como contraparte central, nos termos do § 7º;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - bem ou direito entregue ou disponibilizado por cliente em razão das operações elencadas no inciso VII, exceto quando a instituição não assume quaisquer obrigações, incluindo a de reembolsar o cliente em caso de inadimplemento de terceiros;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IX - a exposição associada ao risco de crédito de contraparte, na forma definida pelo § 3º do art. 21 da Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - a exposição associada ao risco de crédito de contraparte, na​ forma definida pelo art. 21, § 3º, da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e pelo art. 19, § 3º, da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">X - bem ou direito\nentregue ou disponibilizado pela instituição a terceiro, quando a sua\nrestituição estiver condicionada à adimplência desse terceiro ou de qualquer\noutra parte, sem prejuízo do disposto no inciso I; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk188456762\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X\n- bem ou direito entregue ou disponibilizado pela instituição a terceiro,\nquando a sua restituição estiver condicionada à adimplência desse terceiro ou\nde qualquer outra parte, sem prejuízo do disposto no inciso I; </span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=452\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de\n31/1/2025, pela Resolução BCB nº 452, de 21/1/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XI - qualquer ativo, inclusive cota de fundo de investimento, que a\ninstituição assumiu o compromisso de adquirir.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI\n- qualquer ativo, inclusive cota de fundo de investimento, que a instituição\nassumiu o compromisso de adquirir; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=452\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de\n31/1/2025, pela Resolução BCB nº 452, de 21/1/2025.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII\n- o valor absoluto do ajuste negativo registrado no patrimônio líquido de que\ntratam o art. 4º, <em style=\"\">caput</em>, inciso I, alínea “i”, da Resolução CMN nº\n4.955, de 21 de outubro de 2021, e o art. 3º, <em style=\"\">caput</em>, inciso I, alínea\n“i”, da Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022, conforme aplicáveis. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=452\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 31/1/2025, pela Resolução BCB nº 452, de\n21/1/2025.)</span></a><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​</span><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Não são consideradas exposições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - coobrigações e demais modalidades de retenção de riscos e benefícios decorrentes de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros que permaneçam registrados no ativo da instituição, nos termos da regulamentação específica;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - cotas de fundos e títulos de securitização associados a operações de venda ou de transferência de ativos financeiros que permaneçam registrados no ativo da instituição, nos termos da regulamentação específica, na proporção entre o montante dos ativos transferidos que permaneçam registrados no ativo da instituição e o valor total dos ativos do respectivo fundo ou processo de securitização;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - operações interdependências e demais operações realizadas com instituições que integrem o conglomerado prudencial, quando eliminadas por critério contábil;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - operações interdependências e demais operações que representem exposição a instituições que integrem o conglomerado prudencial;</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - elementos patrimoniais deduzidos na apuração do Patrimônio de Referência (PR), conforme definido nos arts. 5º a 9º da Resolução CMN nº 4.955, de 21 de outubro de 2021, e nos arts. 4º a 8º da Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022, brutos dos passivos fiscais diferidos a eles associados subtraídos para fins do cálculo do PR;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - operações com instrumentos financeiros derivativos realizadas em mercado de balcão em que a instituição atue exclusivamente como intermediária, não assumindo direitos ou obrigações decorrentes da oscilação do valor de reposição ou do inadimplemento de qualquer das partes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - operações com derivativos de crédito em que a instituição atua como contraparte transferidora do risco e detém o ativo de referência do derivativo, respeitados os seguintes aspectos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o derivativo de crédito atende as condições de reconhecimento como instrumento mitigador de risco de crédito previstas na Circular nº 3.809, de 2016; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) deve ser considerado apenas o valor igual ou inferior ao valor do ativo de crédito detido;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - cheques, boletos, documentos de crédito (DOCs) e outros instrumentos de pagamento a serem creditados em contas de clientes, quando não há a assunção de direitos ou obrigações decorrentes desses instrumentos, inclusive em caso de inadimplemento de qualquer das partes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - operações ativas vinculadas, na forma especificada na Resolução nº 2.921, de 17 de janeiro de 2002, quando não há a assunção de direitos ou obrigações decorrentes dessas operações, inclusive em caso de inadimplemento de qualquer das partes e até o limite dos respectivos passivos vinculados;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - cartas de crédito de importação emitidas pela instituição, vinculadas a contrato de câmbio de importação, desde que ocorrida a entrega total do contravalor em moeda nacional;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - operações de crédito com órgãos e entidades do setor público referentes ao destaque de parcela do PR, nos termos do art. 4º da Resolução CMN nº 4.995, de 24 de março de 2022;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - a parcela das operações de crédito abrangidas pelo Programa Emergencial de Suporte a Empregos, instituído pela Lei nº 14.043, de 19 de agosto de 2020, custeada com recursos da União;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - a parcela das operações de crédito realizadas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia de recebíveis (Peac-Maquininhas), instituído pela Lei nº 14.042, de 19 de agosto de 2020, a ser reembolsada à União;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XIII - operações a liquidar de venda de moeda estrangeira e de ouro com liquidação pronta ou de títulos e valores mobiliários no mercado à vista que permaneçam registradas no ativo; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - operações a liquidar de venda de moeda estrangeira e de ouro com liquidação pronta ou de títulos e valores mobiliários no mercado à vista que permaneçam registradas no ativo;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XIV - operações a liquidar de compra ou venda de moeda estrangeira e de ouro com liquidação pronta ou de títulos e valores mobiliários no mercado à vista realizadas em nome de clientes, que permaneçam registradas no ativo.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - operações a liquidar de compra ou venda de moeda estrangeira e de ouro com liquidação pronta ou de títulos e valores mobiliários no mercado à vista realizadas em nome de clientes, que permaneçam registradas no ativo; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">XV - para conglomerado classificado como do Tipo 3 e enquadrado no Segmento 2 (S2), no Segmento 3 (S3) ou no Segmento 4 (S4), nos termos da Resolução BCB nº 197, de 11 de março de 2022&#58;&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - para instituição ou conglomerado sujeito à apuração da parcela RWA<sub style=\"\">SP</sub>&#160;relativa ao cálculo do capital requerido para os riscos associados a serviços de pagamento, definida na Resolução BCB nº 200, de 2022&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=363\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 363, de 14/12/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) os valores a receber de emissores de instrumento de pagamento relativos à atuação da instituição como credenciadora, conforme definido no art. 3º, inciso III, da Resolução BCB nº 80, de 25 de março de 2021, cobertos pelo componente “ADQ” da fórmula dos ativos ponderados pelo risco relativo ao cálculo do capital requerido para os riscos associados a serviços de pagamento (RWASP), definido na Resolução BCB nº 200, de 2022;&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os valores a receber de emissores de instrumento de pagamento relativos à atuação da instituição como credenciadora, conforme definido no art. 3º, inciso III, da Resolução BCB nº 80, de 25 de março de 2021, cobertos pelo componente “ADQ” da parcela RWA<sub style=\"\">SP</sub>;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=363\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 363, de 14/12/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) os valores a receber de credenciador de instrumento de pagamento relativos à atuação da instituição como subcredenciadora, conforme definido na Resolução BCB nº 150, de 6 de outubro de 2021, cobertos pelo componente “ADQ” da fórmula dos ativos ponderados pelo risco relativa ao cálculo do capital requerido para os riscos associados a serviços de pagamento (RWASP), definido na Resolução BCB nº 200, de 2022; e&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os valores a receber de credenciador de instrumento de pagamento relativos à atuação da instituição como subcredenciadora, conforme definido na Resolução BCB nº 150, de 6 de outubro de 2021, cobertos pelo componente “ADQ” da parcela RWA<sub style=\"\">SP</sub>; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=363\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2024, pela Resolução BCB nº 363, de 14/12/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) os recursos líquidos correspondentes aos saldos de moedas eletrônicas mantidas em contas de pagamento, de que trata o art. 22 da Resolução BCB nº 80, de 2021.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=266\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 266, de 25/11/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; As exposições de entidades consolidadas, inclusive de fundos de investimento consolidados, nos termos da regulamentação específica, devem ser consideradas como se fossem detidas integralmente pela instituição, exceto quando eliminadas por critério contábil.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A exposição relativa ao risco de crédito de contraparte, quando prevista nesta Resolução, é adicional a qualquer outra exposição proveniente do ativo objeto ou da operação realizada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Considera-se limite de crédito, de que trata o inciso IV do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a operação formalizada, inclusive mediante contrato de adesão, com as seguintes características&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a operação consiste em promessa de desembolso de recursos para uma contraparte até um montante específico; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor a ser sacado pela contraparte é incerto.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Considera-se crédito a liberar, de que trata o inciso V do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o desembolso futuro relativo à operação de crédito contratada, independentemente de ser ou não condicionado ao cumprimento pelo devedor de condições previamente especificadas.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; As modalidades de garantias, de que trata o inciso VI do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, incluem aquelas vinculadas a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - limite de crédito;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - crédito a liberar em até 360 (trezentos e sessenta) dias corridos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - operação com instrumento financeiro derivativo, própria ou de terceiro, incluindo aquela realizada em mercado de balcão.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; Para operação mencionada no inciso VII do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, devem ser consideradas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a exposição ao risco de crédito de contraparte em relação ao cliente; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição ao risco de crédito de contraparte em relação a terceiro, inclusive à contraparte central, exceto quando a instituição não assume obrigações de reembolso ao respectivo cliente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; A exposição de que trata o inciso X do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;inclui a constituição de garantia vinculada à operação própria ou de terceiro através de ativo de titularidade própria, exceto se esse ativo&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - está identificado como de titularidade da instituição; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - é prontamente restituído à instituição em caso de liquidação, falência ou providência similar sofrida pela contraparte.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 9º&#160; O ativo entregue ou colocado à disposição de contraparte no âmbito de operações ativas vinculadas, na forma especificada na Resolução nº 2.921, de 2002, está compreendido no inciso X do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 10.&#160; A exposição de que trata o inciso XI do&#160;</span><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">caput</strong><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;não inclui aquelas relativas a operação compromissada, de empréstimo de títulos e valores mobiliários ou de operação com instrumento financeiro derivativo.&#160;</span><a name=\"_Hlk137800146\" style=\"text-indent&#58;70.9pt;\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\" style=\"text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DO VALOR DAS EXPOSIÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-indent&#58;7.1pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Disposições Gerais</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; O valor das exposições de que trata o art. 4º deve ser determinado segundo os critérios estabelecidos no Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif), ressalvada disposição específica nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Na inexistência de critério estabelecido no Cosif e de disposição específica, o valor da exposição deve corresponder ao valor de mercado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A marcação a mercado, quando prevista para fins da apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, deve ser realizada de forma consistente e passível de verificação, ainda que não adotada no Cosif.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 6º&#160; Para a apuração do valor da exposição, devem ser deduzidos os respectivos adiantamentos recebidos, provisões e rendas a apropriar.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; Para a apuração do valor da exposição, devem ser deduzidos os ajustes relativos a provisões.</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor da exposição, após as deduções mencionadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser igual ou superior a zero.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A aplicação do Fator de Conversão em Crédito (FCC), quando necessária para apuração do valor da exposição, deve ocorrer previamente às deduções mencionadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; No caso de exposições registradas no ativo, devem ser considerados no valor da exposição&#58;&#160;</span><a name=\"_Hlk184056411\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - custos de transação e valores recebidos que componham a taxa de juros efetiva do instrumento financeiro;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - prêmio ou desconto auferido na aquisição do instrumento financeiro;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ajuste a valor presente, pela taxa de juros efetiva original, dos fluxos contratados nas operações reestruturadas; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ajuste a valor justo, inclusive o ajuste referente à contabilidade de&#160;<em style=\"\">hedge</em>.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Dos Adiantamentos</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; O valor da exposição relativa à concessão de adiantamento deve corresponder ao valor adiantado, acrescido de juros e outros encargos incorridos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; No caso de bem ou direito entregue antecipadamente em operação a liquidar de compra ou venda de moeda estrangeira, de ouro ou de títulos e valores mobiliários, são consideradas duas exposições à mesma contraparte&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o adiantamento concedido, na forma do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a operação original.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Do Arrendamento Mercantil</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 8º&#160; O valor da exposição relativa à operação de arrendamento mercantil financeiro deve corresponder ao montante do valor presente das contraprestações acrescido do valor residual garantido.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; Para operação de arrendamento mercantil financeiro, conforme critérios estabelecidos no Cosif, devem ser consideradas&#58;&#160;</span><a name=\"_Hlk184056684\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a exposição relativa ao ativo objeto, que deve corresponder ao valor contábil do valor residual não garantido, caso exista; e&#160;</span><a name=\"_Hlk184056749\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição relativa ao risco de crédito do devedor, que deve corresponder ao montante do valor presente das contraprestações a receber vencidas e vincendas acrescido do valor residual garantido, caso exista.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; Aplica-se o disposto no art. 9º à operação de arrendamento mercantil financeiro em que não há previsão contratual de pagamento de valor residual garantido.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160;&#160;</span><a name=\"_Hlk184056788\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 9º&#160; Para operação de arrendamento mercantil operacional, devem ser consideradas&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; Para operação de arrendamento mercantil operacional, conforme critérios estabelecidos no Cosif, devem ser consideradas&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - a exposição relativa ao ativo objeto; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a exposição relativa ao ativo objeto, que deve corresponder ao valor contábil do bem arrendado; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - a exposição relativa ao risco de crédito do devedor.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição relativa ao risco de crédito do devedor, que deve corresponder às contraprestações a receber vencidas.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; O valor da exposição relativa ao ativo objeto deve corresponder ao valor contábil do bem arrendado.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito do devedor deve corresponder às contraprestações a receber vencidas.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Das Operações Compromissadas e de Empréstimo de Títulos e Valores Mobiliários</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; Para operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários, devem ser consideradas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a exposição relativa ao ativo objeto, no caso das seguintes operações realizadas com ativo objeto próprio&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) venda com compromisso de recompra; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) empréstimo de títulos e valores mobiliários; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição relativa ao risco de crédito de contraparte, no caso das seguintes operações&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) compra com compromisso de revenda;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) venda com compromisso de recompra; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) empréstimo de títulos e valores mobiliários.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor da exposição relativa ao ativo objeto deve corresponder ao valor contábil do ativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte deve corresponder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ao valor contábil da revenda, no caso de compra com compromisso de revenda; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ao valor contábil do ativo objeto, no caso de operação de venda com compromisso de recompra e de empréstimo de títulos e valores mobiliários.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O valor da exposição relativa ao ativo objeto e o valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte devem ser marcados a mercado, nos termos do § 2º do art. 5º, quando esse procedimento for exigido para fins de mitigação de risco de crédito, conforme Circular nº 3.809, de 2016.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Para instituição enquadrada no Segmento 2 (S2), no Segmento 3 (S3), ou no Segmento 4 (S4), nos termos da Resolução nº 4.553, de 30 de janeiro de 2017, ou da Resolução BCB nº 197, de 11 de março de 2022, é facultada a apuração do valor da exposição de que trata o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;por meio da multiplicação do valor contábil da operação pelo percentual de 5% (cinco por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; A faculdade prevista no § 4º limita-se a operações&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - cursadas no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) ou em sistema operado por Contraparte Central Qualificada (QCCP), conforme definida no art. 67, § 1º, localizada no Brasil, e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - em que o ativo objeto negociado é Título Público Federal referenciado ou indexado em Reais.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Na hipótese de utilização da faculdade de que tratam os §§ 4º e 5º, é vedado o reconhecimento de mitigação do risco de crédito de que trata a Circular nº 3.809, de 2016, na exposição de que trata o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção V<br></strong><strong style=\"\">Dos Instrumentos Financeiros Derivativos</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; O valor da exposição relativa à transação com instrumento financeiro derivativo deve corresponder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - ao valor apurado&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ao valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte apurado&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) na forma da Abordagem SA-CCR, prevista no Anexo I desta Resolução, ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) na forma da Abordagem CEM, prevista no Anexo II desta Resolução; ou</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) na forma da Abordagem CEM, prevista no Anexo II desta Resolução; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - ao valor nocional do contrato, no caso de derivativo de crédito, classificado na carteira bancária, em que a instituição atua como receptora do risco.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ao valor nocional do contrato, no caso de derivativo de crédito em que a instituição atua como receptora do risco.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; As operações com instrumentos financeiros derivativos incluem as operações de compra ou venda para liquidação futura de moeda estrangeira, de ouro, de títulos e valores mobiliários ou de qualquer ativo passível de classificação nas classes de ativos previstas nas abordagens SA-CCR e CEM.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; No cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte dos instrumentos financeiros derivativos, de que trata o inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser observado que&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte dos instrumentos financeiros derivativos deve ser observado que&#58;&#160;<a name=\"_Hlk137800321\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os instrumentos financeiros derivativos devem ser marcados a mercado diariamente, de forma consistente e passível de verificação, ainda que essa marcação não seja adotada para fins contábeis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor da exposição deve ser apurado considerando o período de tempo expresso em anos, compostos por 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, e truncado em oito casas decimais.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A instituição enquadrada no Segmento 1 (S1), nos termos da Resolução nº 4.553, de 2017, deve adotar a Abordagem SA-CCR, na forma estabelecida no Anexo I desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A instituição enquadrada no S2, S3 ou S4 deve adotar a Abordagem CEM, na forma estabelecida no Anexo II desta Resolução, facultada, mediante opção, a utilização da abordagem SA-CCR.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º Uma vez exercida a opção de que trata o § 4º, a utilização da Abordagem SA-CCR deve ser mantida por, no mínimo, 2 (dois) exercícios sociais consecutivos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º No caso do § 4º, tanto a adoção da Abordagem SA-CCR quanto o retorno ao uso da Abordagem CEM devem&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ser comunicados ao Banco Central do Brasil com antecedência mínima de 3 (três) meses em relação, respectivamente, ao início e ao término de sua utilização; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ser utilizadas no exercício social imediatamente posterior à formalização da comunicação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; O Banco Central do Brasil poderá determinar à instituição enquadrada no S2, S3 ou S4 a utilização da Abordagem SA-CCR ou da Abordagem CEM, considerada&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a adequação da estrutura de gerenciamento de risco da instituição às transações com instrumentos financeiros derivativos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a relevância desses instrumentos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) no seu modelo de negócios;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) na sua receita operacional; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) no montante de derivativos transacionados em mercado de balcão ou em contraparte central.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção VI<br></strong><strong style=\"\">Das Exposições Relativas à Intermediação, Compensação ou Liquidação de Operação Realizada em Nome De Cliente a Ser Liquidada em Contraparte Central</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte, de que trata o art. 4º, § 7º, incisos I e II, em operação compromissada ou de empréstimo de títulos e valores mobiliários, realizada em nome de cliente, com intermediação, compensação ou liquidação efetuada em câmara ou prestador desses serviços, na qual uma entidade se interponha como contraparte central deve corresponder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ao valor de mercado da operação, no caso de compra com compromisso de revenda; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ao valor de mercado do ativo objeto, no caso de venda com compromisso de recompra e de empréstimo de títulos e valores mobiliários.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Observado o disposto na Circular nº 3.809, de 2016, o ativo entregue ou disponibilizado por cliente em garantia de operação mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;é reconhecido como colateral financeiro em ambas as exposições mencionadas no art. 4º, § 7º, incisos I e II.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13.&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte, de que trata o art. 4º, § 7º, incisos I e II, em transação com instrumento financeiro derivativo, realizada em nome de cliente, com intermediação, compensação ou liquidação efetuada em câmara ou prestador desses serviços, na qual uma entidade se interponha como contraparte central, deve corresponder ao valor apurado nos termos do art. 11, como se a operação fosse detida pela própria instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Observado o disposto na Circular nº 3.809, de 2016, o ativo disponibilizado por cliente em garantia de transação mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;é reconhecido como colateral financeiro em ambas as exposições mencionadas no art. 4º, § 7º, incisos I e II.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; Para instituição enquadrada no S2, no S3, ou no S4, é facultado o uso de informação fornecida por QCCP, conforme definida no art. 67, § 1º, quando localizada no Brasil, para apuração do valor da exposição mencionada nos arts. 12 e 13.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, admite-se a apuração de valor único consolidado por cliente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Observado o disposto na Circular nº 3.809, de 2016, o ativo disponibilizado por cliente em garantia de transação mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;é reconhecido como colateral financeiro, desde que esse instrumento esteja incluído na informação fornecida pela QCCP.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15.&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte decorrente de ativo disponibilizado por cliente, de que trata o art. 4º, inciso VIII, deve corresponder ao valor de mercado do ativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção VII<br></strong><strong style=\"\">Dos Fundos de Investimento</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16.&#160; O valor da exposição relativa à aplicação em cota de fundo de investimento deve corresponder ao valor total das exposições do fundo, na proporção da participação da instituição no patrimônio líquido do fundo, devendo as exposições do fundo serem identificadas na forma do art. 17 ou, quando não for possível, inferidas na forma do art. 18.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Caso não seja possível o tratamento previsto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o valor da exposição relativa à aplicação em cota de fundo de investimento deve corresponder ao valor contábil das cotas adquiridas e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 17.&#160; As exposições do fundo de investimento devem ser identificadas e tratadas como se fossem detidas pela instituição, nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Considera-se que a exposição está identificada quando há informações suficientes para a determinação do FPR adequado nos termos do Título III desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para a identificação das exposições do fundo de investimento, devem ser utilizadas as últimas informações disponíveis divulgadas com antecedência de até 30 (trinta) dias corridos da data-base de apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; É permitida a utilização de informações com antecedência de até 90 (noventa) dias corridos da data-base de apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;para identificação das exposições do fundo, caso o fundo de investimento possua posições ou operações que possam ser prejudicadas pela sua divulgação, na forma definida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ou pela autoridade equivalente no exterior.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Caso o fundo realize transações com instrumentos financeiros derivativos, o valor da exposição ao risco de crédito de contraparte associado a esses instrumentos deve ser apurado de acordo com o disposto no art. 11.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Caso seja verificada a impossibilidade de se determinar o valor de reposição em transação com instrumento financeiro derivativo integrante da carteira do fundo, para aplicação do disposto no art. 11, devem ser observadas as seguintes disposições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor de reposição deve corresponder ao somatório dos valores nocionais dos derivativos associados a cada conjunto de compensação, no caso da instituição utilizar a Abordagem SA-CCR, na forma estabelecida no Anexo I desta Resolução; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o valor de reposição deve corresponder ao valor nocional do derivativo, no caso da instituição utilizar a abordagem CEM, na forma estabelecida no Anexo II desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Caso seja verificada a impossibilidade de se determinar o valor correspondente ao ganho potencial futuro em transação com instrumento financeiro derivativo integrante da carteira do fundo, para aplicação do disposto no art. 11, devem ser observadas as seguintes disposições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o valor do ganho potencial futuro deve corresponder ao somatório dos valores nocionais dos derivativos associados a cada conjunto de compensação multiplicado por 15% (quinze por cento), no caso do uso da Abordagem SA-CCR, na forma estabelecida no Anexo I desta Resolução; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o Fator de Exposição Potencial Futura deve corresponder a 15% (quinze por cento), no caso do uso da Abordagem CEM, na forma estabelecida no Anexo II desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; O valor das respectivas exposições deve ser multiplicado por 120% (cento e vinte por cento) se, para identificação ou mensuração das exposições do fundo de investimento, a instituição utiliza informações que não são&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - de domínio público; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - disponibilizadas pelo administrador do fundo e mantidas à disposição do Banco Central do Brasil.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; Caso a instituição não identifique a totalidade das exposições do fundo de investimento, o valor da fração não identificada corresponderá ao valor do ativo do fundo deduzido do montante identificado na forma deste artigo e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 18.&#160; Caso não seja possível a identificação das exposições na forma prevista no art. 17, as exposições do fundo de investimento devem ser inferidas mediante a utilização de informações relativas à carteira de ativos presentes no regulamento vigente do fundo, considerando&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18.&#160; Caso não seja possível a identificação das exposições na forma prevista no art. 17, as exposições do fundo de investimento devem ser inferidas mediante a utilização de informações relativas à carteira de ativos presentes no regulamento vigente do fundo ou na regulação aplicável, considerando&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os limites da sua composição por espécie de ativo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a política de alavancagem.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; O valor da exposição do fundo de investimento em cada espécie de ativo prevista no regulamento (<em style=\"\">E<sub style=\"\">i</sub></em>) deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"top&#58;2.5pt;\"></span><s style=\"\"><span style=\"color&#58;red;\"><s style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);text-indent&#58;94.5333px;background-color&#58;rgb(255, 255, 255);\"><span style=\"color&#58;red;\">E<sub style=\"\">i</sub>&#160;= AF X (1 + alavancagem) X i, em que&#58;</span></s>​​</span></s></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O valor da exposição do fundo de investimento em cada espécie de ativo prevista no regulamento ou na regulação aplicável (<em style=\"\">E<sub style=\"\">i</sub></em>) deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"top&#58;2.5pt;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">E<sub style=\"\">i</sub>&#160;= PL X &#160;alavancagem X i,&#160;em que&#58;</span><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">​</span>​&#160;​​</span><a name=\"_Hlk137800364\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - AF corresponde ao valor total da carteira de ativos do fundo;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<em style=\"\">PL</em>&#160;corresponde ao valor total do patrimônio líquido do fundo;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - “alavancagem” corresponde ao limite máximo de alavancagem da carteira do fundo; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - “<em style=\"\">alavancagem</em>” corresponde ao limite máximo da razão entre ativos totais e patrimônio líquido do fundo, como previsto no regulamento ou na regulação aplicável; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III -&#160;<em style=\"\">i</em>&#160;corresponde ao percentual máximo de investimento em cada espécie de ativo, como previsto no regulamento.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160;<em style=\"\">i</em>&#160;corresponde ao percentual máximo de investimento em cada espécie de ativo, como previsto no regulamento&#160;<a name=\"_Hlk131004760\">ou na regulação aplicável</a>.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; Caso o somatório dos percentuais máximos de que trata o § 1º, inciso III, seja superior a 100% (cem por cento), devem ser desconsideradas, de forma parcial ou integral, as espécies de ativos previstas no regulamento que sejam associadas aos menores FPR, nos termos desta Resolução, sucessivamente, até que o somatório atinja 100% (cem por cento).</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Caso o somatório dos percentuais máximos de que trata o § 1º, inciso III, seja superior a 100% (cem por cento), devem ser desconsideradas, de forma parcial ou integral, as espécies de ativos previstas no regulamento</span><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;<a name=\"_Hlk131004852\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">ou na regulação aplicável<span style=\"background&#58;white;\">&#160;</span></span></a><span style=\"background&#58;white;\">que sejam associadas aos menores FPR, nos termos desta Resolução, sucessivamente, até que o somatório do percentual dos ativos remanescentes atinja 100% (cem por cento).&#160;</span></span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 3º&#160; Caso o regulamento do fundo autorize a realização de transações com instrumentos financeiros derivativos, deve ser observado o disposto nos §§ 4º a 6º do art. 17, considerando que o respectivo valor nocional corresponde ao valor da carteira de ativos do fundo multiplicado pelo limite máximo de alavancagem previsto em regulamento.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Caso o regulamento do fundo ou a regulação aplicável autorize a realização de transações com instrumentos financeiros derivativos, deve ser observado o disposto nos §§ 4º a 6º do art. 17, considerando que o respectivo valor nocional corresponde ao valor da carteira de ativos do fundo multiplicado pelo limite máximo de alavancagem previsto no regulamento ou na regulação aplicável.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 4º&#160; Caso a instituição não consiga inferir parcela das exposições do fundo, inclusive por conta da vedação prevista no § 5º, seu respectivo valor corresponderá ao valor remanescente da carteira de ativos do fundo, multiplicado pelo limite máximo de alavancagem previsto em regulamento, e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Caso a instituição não consiga inferir parcela das exposições do fundo, inclusive por conta da vedação prevista no § 5º, seu respectivo valor corresponderá ao valor remanescente da carteira de ativos do fundo, multiplicado pelo limite máximo de alavancagem previsto no regulamento ou na regulação aplicável, e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; É vedado inferir a exposição de fundo de investimento cuja cota tenha sido adquirida por meio de outro fundo de investimento cuja cota, igualmente, tenha sido adquirida mediante a aplicação pela instituição em cota de fundo de investimento.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 6º&#160; Caso o regulamento vigente do fundo não tenha previsão de limite máximo de alavancagem, o valor da exposição relativa à aplicação em cota de fundo de investimento deve corresponder ao valor contábil das cotas adquiridas e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Caso não haja previsão de limite máximo de alavancagem&#160;</span><a name=\"_Hlk131005083\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">no regulamento ou na regulação aplicável</span></a><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">, o valor da exposição relativa à aplicação em cota de fundo de investimento deve corresponder ao valor contábil das cotas adquiridas e estará sujeito ao tratamento estabelecido no art. 59, inciso II.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção VIII<br></strong><strong style=\"\">Das Exposições a Processos de Securitização</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 19.&#160; Para processos de securitização, devem ser utilizadas, quando aplicáveis, as seguintes definições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - securitização tradicional é o processo em que o fluxo de recebimentos associado a um conjunto de ativos subjacentes é utilizado para a remuneração de títulos de securitização estruturados em, no mínimo, duas classes de priorização de pagamento, no qual há a transferência dos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - securitização sintética é o processo em que o fluxo de recebimentos associado a um conjunto de ativos subjacentes é utilizado para a remuneração de títulos de securitização estruturados em, no mínimo, duas classes de priorização de pagamento, no qual o risco de crédito relativo aos ativos subjacentes é transferido por meio de derivativo de crédito ou qualquer outro instrumento que permita tal transferência;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ativos subjacentes são os direitos creditórios, títulos ou valores mobiliários, inclusive derivativos de crédito, que servem de lastro para processo de securitização;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - ativos subjacentes em descumprimento são aqueles para os quais se verifica ao menos um dos eventos de que trata o art. 24 da Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ativos subjacentes em descumprimento são aqueles para os quais se verifica ao menos um dos eventos de que tratam o art. 24 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e o art. 22​ da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - título de securitização é o título ou valor mobiliário, inclusive derivativo de crédito, cuja remuneração está associada ao fluxo de recebimentos dos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - apoio implícito é a assunção de qualquer obrigação não contratual, com o objetivo de cobrir perdas de investidores em títulos de securitização;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - classe sênior é a classe de títulos de securitização que apresenta a mais alta prioridade de pagamento em uma mesma emissão, comparativamente às demais classes; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - ressecuritização é o processo de securitização cujos ativos subjacentes incluem títulos de securitização.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Exposições a processos estruturados em apenas uma classe de priorização de pagamento devem ser apuradas como exposições a fundo de investimento.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Exposições a títulos de securitização de classe sênior podem ser apuradas como exposições a fundo de investimento.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Nas operações com títulos de securitização emitidos por sociedade de propósito específico (SPE), deve ser considerado entre os ativos subjacentes todo ativo da SPE associado ao processo de securitização, inclusive eventual fundo de reserva.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 20.&#160; Nos processos de securitização em que a instituição presta apoio implícito, as exposições associadas aos títulos de securitização beneficiados por esse apoio devem ser consideradas como se fossem detidas integralmente pela instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IX<br></strong><strong style=\"\">Das Exposições Não Contabilizadas no Balanço Patrimonial</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 21.&#160; O valor de cada exposição mencionada no art. 4º, incisos IV, V, VI e X, deve ser determinado mediante a multiplicação do somatório dos respectivos desembolsos futuros contratualmente estabelecidos, deduzido dos valores que já tenham sido registrados contabilmente no ativo da instituição, pelo FCC correspondente.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 21.&#160; O valor de cada exposição mencionada no art. 4º, incisos IV, V, VI, X e XI, deve ser determinado mediante a multiplicação do somatório dos respectivos desembolsos futuros contratualmente estabelecidos, deduzido dos valores que já tenham sido registrados contabilmente no ativo da instituição, pelo FCC correspondente.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Na hipótese de não ser possível determinar o limite máximo dos desembolsos futuros contratualmente estabelecidos, o valor considerado no somatório de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;deve ser apurado&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - de acordo com o art. 11, no caso de operação vinculada a instrumento financeiro derivativo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - de acordo com os arts. 16, 17 e 18, no caso de operação vinculada a fundo de investimento;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - de acordo com os arts. 19 e 20, no caso de operação vinculada a processos de securitização; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - conforme os preceitos estabelecidos nesta Resolução para uma exposição direta ao objeto vinculado ao contrato, nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Deve ser aplicado FCC de 10% (dez por cento) ao limite de crédito cancelável&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - incondicional e unilateralmente pela instituição, independentemente de comunicação prévia ao interessado; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - unilateralmente pela instituição em função de deterioração do perfil de risco de crédito do tomador, conforme critérios definidos na política de gerenciamento de risco de crédito da instituição, nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - unilateralmente pela instituição em função de deterioração do perfil de risco de crédito do tomador, conforme critérios definidos na política de gerenciamento de risco de crédito da instituição, nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Deve ser aplicado FCC de 20% (vinte por cento) à operação vinculada ao comércio internacional de mercadorias, na qual o embarque de mercadorias&#160; esteja associado à garantia de pagamento da operação, com prazo de vencimento original de até 1 (um) ano.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Deve ser aplicado FCC de 40% (quarenta por cento) ao limite de crédito&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - cancelável em função de qualquer condição não especificada no § 2º, inciso II; ou</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - cancelável em função de</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;qualquer condição não especificada no § 2º, inciso II;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - não cancelável.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - cancelável, quando, por qualquer razão, a instituição não seja efetivamente capaz de realizar o cancelamento; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - não cancelável.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Deve ser aplicado FCC de 50% (cinquenta por cento) à operação relativa a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - garantia de proposta em licitações (<strong style=\"\">bid bonds</strong>) e de participação em leilões;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - garantia de prestação de serviços ou execução de obras (<strong style=\"\">performance bonds</strong>), inclusive cláusulas de perfeito funcionamento e de cumprimento de níveis de serviço;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - garantia de fornecimento de mercadorias;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - garantia de distribuição de títulos e valores mobiliários nos mercados primário e secundário, mediante oferta pública, nos termos da regulamentação específica; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - aval ou fiança prestado em processos de natureza fiscal, em âmbito judicial ou administrativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Deve ser aplicado FCC de 100% (cem por cento) à exposição relativa a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - garantia fidejussória, quando não houver FCC específico estabelecido;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - crédito a liberar em até 360 (trezentos e sessenta) dias corridos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ativo, inclusive cotas de fundo de investimento, que a instituição assumiu o compromisso de adquirir; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - bem ou direito entregue ou disponibilizado pela instituição a terceiro, inclusive em razão da necessidade de constituir garantia, nos termos do art. 4º, inciso X, exceto se&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) relacionado a operação compromissada e empréstimo de título ou valor mobiliário; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) concedido em garantia a transação com instrumento financeiro derivativo integrante da carteira da própria instituição, no caso do uso da abordagem SA-CCR.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; O disposto no inciso IV do § 6º não elimina a exposição relativa ao bem ou direito registrado no ativo da instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-align&#58;justify;text-indent&#58;94.5333px;\">§ 8º&#160; Na apuração do valor da exposição relativa à garantia fidejussória relacionada a operação não contabilizada no Balanço Patrimonial, deve-se aplicar ao valor da garantia o menor FCC entre os aplicáveis à garantia ou à operação garantida.</span><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-align&#58;justify;text-indent&#58;94.5333px;\"><a name=\"_Hlk188457170\" style=\"text-align&#58;justify;text-indent&#58;94.5333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">Art. 21-A.&#160; O valor da exposição mencionada no art. 4º,&#160;</span><em style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">caput</em><span style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">, inciso XII, deve corresponder ao valor estabelecido pelo art. 4º,&#160;</span><em style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">caput</em><span style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">, inciso I, alínea “i”, e §§ 8º e 9º, da Resolução CMN nº 4.955, de 21 de outubro de 2021, e pelo art. 3º,&#160;</span><em style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">caput</em><span style=\"text-decoration-style&#58;solid;text-decoration-color&#58;rgb(68, 68, 68);\">, inciso I, alínea “i”, e §§ 8º e 9º, da Resolução BCB nº 199, de 11 de março de 2022, conforme aplicáveis.</span>&#160;</span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=452\" style=\"text-align&#58;justify;text-indent&#58;94.5333px;\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 31/1/2025, pela Resolução BCB nº 452, de 21/1/2025.)</span></a><br></span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" align=\"center\" style=\"margin-top&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO\nIII<br>DA\nPONDERAÇÃO DE RISCO APLICÁVEL ÀS EXPOSIÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DISPOSIÇÕES GERAIS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 22.&#160; Na aplicação do FPR às exposições\nconsideradas na apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, devem ser atendidas as\nseguintes disposições gerais&#58;​</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - à exposição para a qual não há determinação específica, nos termos desta Resolução, deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - a exposição caracterizada como ativo problemático, nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e da regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, independentemente da contraparte ou tipo de operação, deve ser ponderada conforme o disposto no art. 66;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição caracterizada como ativo problemático, nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, independentemente da contraparte ou tipo de operação, deve ser ponderada conforme o disposto no art. 66 ou conforme a disposição específica desta Resolução, o que for maior;&#160;</span><a name=\"_Hlk184057131\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a exposição a pessoa jurídica de direito privado não financeira, não garantida por imóveis, observado o disposto nos incisos II e V deste artigo, deve ser classificada na seguinte ordem&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) exposição de varejo, se atendidos os requisitos estabelecidos no art. 46; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) exposição a pessoa jurídica não financeira, se atendidos os requisitos estabelecidos nos arts. 35, 36 e 41;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a exposição garantida por imóvel, independentemente da contraparte e observado o disposto no inciso II deste artigo, deve ser ponderada conforme os arts. 49 a 54, ainda que resulte em FPR maior que aquele aplicável sem o reconhecimento da citada garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a exposição relativa a pessoa jurídica de direito privado não financeira deve ser ponderada conforme o disposto nos arts. 37 a 40, quando atendidos os conceitos de financiamentos especializados definidos nos mencionados artigos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - a classificação externa de risco de crédito, quando prevista para determinação do FPR aplicável,&#160;<a name=\"_Hlk87537647\">deve ser</a>&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) conferida por agência de classificação de risco de crédito registrada ou reconhecida no Brasil pela CVM;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a de emissão, atualizada, para títulos e valores mobiliários, se disponível; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) a de maior grau de risco, se houver mais de uma disponível, observada a precedência da alínea “b”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;Caso a estimação das perdas esperadas associadas ao risco de crédito, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 2017, e pela regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, indique que a classificação externa de risco de crédito conferida não é compatível com o risco da exposição, a classificação de que trata o inciso VI deve ter o seu grau de risco majorado, no âmbito da respectiva escala, de modo a refletir a estimação realizada.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Caso a estimação das perdas esperadas associadas ao risco de crédito, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e pela Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, indique que a classificação externa de risco de crédito conferida não é compatível com o risco da exposição, a classificação de que trata o inciso VI do&#160;<em style=\"\">caput</em>&#160;deve ter o seu grau de risco majorado, no âmbito da respectiva escala, de modo a refletir a estimação realizada.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para instituição enquadrada no S2, no S3, ou no S4, é facultada a aplicação do FPR de que trata o inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;à exposição para a qual há FPR específico estabelecido, desde que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - não tenha sido caracterizada como ativo problemático; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não esteja prevista a possibilidade de aplicação de FPR superior ao previsto no inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; São consideradas como única contraparte&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - as entidades integrantes de um mesmo conglomerado prudencial, na forma da regulamentação específica, para fins do disposto nos arts. 29 a 33, com exceção de fundos de investimento e de entidades associadas a processos de securitização;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - as pessoas jurídicas de direito privado não financeiras que sejam contrapartes conectadas por meio de relação de controle, nos termos do art. 22, § 2º, da Resolução nº 4.557, de 2017, e da regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3; e</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as pessoas jurídicas de direito privado não financeiras que sejam contrapartes conectadas por meio de relação de controle, nos termos do art. 22, § 2º, da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e do art. 20, § 2º, da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - as pessoas físicas e jurídicas, enquadradas no critério de exposições de varejo, nos termos do art. 46, consideradas contrapartes conectadas, nos termos do art. 22 da Resolução nº 4.557, de 2017, e da regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - as pessoas físicas e jurídicas, enquadradas no critério de exposições de varejo, nos termos do art. 46, consideradas contrapartes conectadas, nos termos do art. 22 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e do art. 20 da Resolução BCB nº 265, de 2022, conforme aplicáveis.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; Quando prevista a utilização de informações de domínio público, para fins de determinação do FPR nos termos desta Resolução, é permitida a utilização de informações de até 120 (cento e vinte) dias corridos da data a que se refere a informação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A ENTIDADES SOBERANAS E RESPECTIVAS MOEDAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 23.&#160; Deve ser aplicado FPR de 0% (zero por cento) às exposições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - à União e ao Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - aos valores mantidos em espécie, em reais; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - aos créditos presumidos, de que tratam as Leis nº 12.838, de 9 de julho de 2013, e nº 14.257, de 1º de dezembro de 2021, ou a Medida Provisória nº 992, de 16 de julho de 2020.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 24.&#160; Podem receber o FPR aplicado pela autoridade reguladora da jurisdição estrangeira, independentemente de sua classificação externa de risco, as exposições referentes a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - operações com governos centrais de jurisdições estrangeiras e respectivos bancos centrais, bem como títulos e valores mobiliários por eles emitidos, referenciados na moeda local da jurisdição; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - valores mantidos em espécie na moeda local da jurisdição, bem como exposições a ativo objeto representado pela referida moeda.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O tratamento previsto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;apenas pode ser aplicado se cumpridas as seguintes condições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a captação de recursos da instituição seja realizada na moeda local da jurisdição e em montante compatível com as exposições citadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as exposições estejam registradas no balanço da subsidiária sediada na mesma jurisdição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 25.&#160; Devem ser aplicados os seguintes FPR às exposições a governos centrais de jurisdições estrangeiras e respectivos bancos centrais, de acordo com a respectiva classificação externa de risco&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 0% (zero por cento), para classificação igual ou superior a AA- ou classificação equivalente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 20% (vinte por cento), para classificação igual ou superior A- e inferior a AA- ou classificação equivalente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 50% (cinquenta por cento), para classificação igual ou superior a BBB- e inferior a A- ou classificação equivalente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - 100% (cem por cento), para classificação igual ou superior a B- e inferior a BBB- ou classificação equivalente, ou quando não há classificação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - 150% (cento e cinquenta por cento), para classificação inferior a B- ou classificação equivalente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Aplica-se o disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;às exposições relativas a valores mantidos em espécie nas moedas estrangeiras emitidas nas respectivas jurisdições, bem como exposições a ativo objeto representado pelas referidas moedas estrangeiras, conforme a classificação do ente soberano da jurisdição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 26.&#160; O FPR aplicável às exposições relativas a valores mantidos em espécie, nos termos dos arts. 23 a 25, não pode ser inferior a 20% (vinte por cento), se os valores em espécie não se encontraram na posse direta da instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não se aplica às exposições a valores mantidos em espécie sob a custódia de entidade cuja liquidação, falência ou providência similar não imponha restrições à transferência dos valores para a posse direta da instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A ORGANISMOS MULTILATERAIS E A ENTIDADES MULTILATERAIS DE DESENVOLVIMENTO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 27.&#160; Deve ser aplicado FPR de 0% (zero por cento) às exposições aos seguintes organismos multilaterais e Entidades Multilaterais de Desenvolvimento (EMD)&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Grupo Banco Mundial, compreendendo o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), a Corporação Financeira Internacional (CFI), a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA) e a Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - Banco Africano de Desenvolvimento (BAD);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - Banco para o Desenvolvimento Asiático (BDA);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento (BERD);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - Banco Europeu de Investimento (BEI);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - Fundo Europeu de Investimento (FEI);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - Banco Nórdico de Investimento (BNI);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - Banco de Desenvolvimento do Caribe (BDC);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - Banco de Desenvolvimento Islâmico (BDI);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XI - Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (BDCE);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XII - Banco para Compensações Internacionais (BIS);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIII - Fundo Monetário Internacional (FMI);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIV - Mecanismo de Financiamento Internacional para Imunização (IFFIm);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XV - Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVI - Banco Central Europeu (ECB);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVII - União Europeia (EU);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XVIII - Mecanismo de Estabilidade Financeira (ESM); e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">XIX - Mecanismo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 28.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição a EMD não mencionada no art. 27, de acordo com a respectiva classificação externa de risco&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 20% (vinte por cento), para classificação igual ou superior a AA- ou classificação equivalente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 30% (trinta por cento), para classificação igual ou superior a A- e inferior a AA- ou classificação equivalente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 50% (cinquenta por cento), para classificação igual ou superior a BBB- e inferior a A- ou classificação equivalente, ou quando não houver classificação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - 100% (cem por cento), para classificação igual ou superior a B- e inferior a BBB- ou classificação equivalente; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - 150% (cento e cinquenta por cento), para classificação inferior a B- ou classificação equivalente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para os fins do disposto nesta Resolução, considera-se EMD a instituição constituída por grupo de jurisdições ou organismos internacionais, legalmente e operacionalmente independente de seus instituidores e que tenha por objetivo o fornecimento de assessoria financeira ou profissional para o desenvolvimento de projetos econômicos ou sociais.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E OUTRAS INSTITUIÇÕES ESPECIFICADAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Da Classificação em Categorias de Risco</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 29.&#160; Para fins da apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>, devem ser classificadas nas categorias de risco A, B ou C&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeitas aos normativos listados no art. 30;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - instituições financeiras sediadas no exterior com as quais não sejam elaboradas demonstrações contábeis em bases consolidadas, nos termos do Cosif;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - câmaras ou prestadores de serviços de compensação e de liquidação, de que trata a Lei nº 10.214, 27 de março de 2001, considerados sistemicamente importantes nos termos da regulamentação específica; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - entidades que operam infraestruturas do mercado financeiro sediadas no exterior e sujeitas à regulamentação consistente com os princípios estabelecidos pelo Comitê sobre Pagamentos e Infraestruturas do Mercado (CPMI) e pela Organização Internacional de Comissões de Valores Mobiliários (IOSCO).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; A classificação das instituições mencionadas no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, bem como a aplicação dos respectivos FPR, nos termos do art. 33, deve estar alinhada à estrutura de gerenciamento de riscos da instituição, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 2017, e pela regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, inclusive no que se refere aos procedimentos de documentação e de gerenciamento do risco de crédito.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; A classificação das instituições mencionadas no&#160;<em style=\"\">caput</em>, bem como a aplicação dos respectivos FPR, nos termos do art. 33, deve estar alinhada à estrutura de gerenciamento de riscos da instituição, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e pela Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, inclusive no que se refere aos procedimentos de documentação e de gerenciamento do risco de crédito.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 30.&#160; Deve ser classificada na categoria de risco A a instituição mencionada no art. 29 que cumpra os requerimentos mínimos e o Adicional de Capital Principal, quando aplicável, de que tratam os seguintes atos normativos ou, no caso do inciso II do art. 29, seus equivalentes no exterior&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Resolução CMN nº 4.958, de 2021, quando aplicável à contraparte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Resolução nº 4.606, de 19 de outubro de 2017, quando aplicável à contraparte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - Resolução nº 4.615, de 30 de novembro de 2017, quando aplicável à contraparte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><s style=\"\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - Circular nº 3.681, de 4 de novembro de 2013, quando aplicável à contraparte; e</span></s><s></s></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - Resolução BCB nº 198, de 11 de março de 2022;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">V - Resolução BCB nº 200, de 2022.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - Resolução BCB nº 200, de 2022; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - Resolução BCB nº 201, de 11 de março de 2022.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; Na inexistência de informações de domínio público disponíveis, relativas aos requerimentos mínimos e Adicional de Capital Principal previstos no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a contraparte deve ser classificada na categoria de risco C.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">§ 1º&#160; Na inexistência&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\">de informações de domínio público disponíveis no prazo de até sessenta dias após as&#160;<span style=\"background-image&#58;initial;background-position&#58;initial;background-size&#58;initial;background-repeat&#58;initial;background-attachment&#58;initial;background-origin&#58;initial;background-clip&#58;initial;\">datas-base 31 de março, 30 de junho e 30 de setembro&#160;</span>ou&#160;</span><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">de até noventa dias após a data-base 31 de dezembro&#58;&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><a name=\"_Hlk131007200\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - relativas ao cumprimento dos requerimentos mínimos previstos no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição deve ser classificada na categoria de risco C; ou&#160;</span></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - relativas ao cumprimento do Adicional de Capital Principal previsto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição deve ser classificada na categoria de risco B, caso cumpra os requerimentos mínimos.</span><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não compreende eventuais requerimentos adicionais aplicáveis individualmente à contraparte que não sejam de domínio público.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; As entidades mencionadas nos incisos III e IV do art. 29 consideradas como QCCP são classificadas na categoria de risco A.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><a name=\"_Hlk131007250\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; No caso de i<span style=\"background-image&#58;initial;background-position&#58;initial;background-size&#58;initial;background-repeat&#58;initial;background-attachment&#58;initial;background-origin&#58;initial;background-clip&#58;initial;\">nstituições financeiras sediadas no exterior, pode ser considerada a informação disponibilizada pela contraparte, ainda que não seja de domínio público.</span></span></a><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background-image&#58;initial;background-position&#58;initial;background-size&#58;initial;background-repeat&#58;initial;background-attachment&#58;initial;background-origin&#58;initial;background-clip&#58;initial;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><span style=\"color&#58;black;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; A instituição que passar a estar sujeita a normativo listado neste artigo pode ser classificada na categoria de risco A até que transcorra o primeiro prazo referido no § 1º.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 31.&#160; Deve ser classificada na categoria de risco B a instituição mencionada no art. 29 que satisfaça as condições mencionadas no art. 30, porém não cumpra o Adicional de Capital Principal, ou o seu equivalente no exterior.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; Na inexistência de informações de domínio público disponíveis, relativas aos requerimentos mínimos previstos no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;do art. 30, a contraparte deve ser classificada na categoria de risco C.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogado, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não compreende eventuais requerimentos adicionais aplicáveis individualmente à contraparte que não sejam de domínio público.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Caso a contraparte não esteja sujeita à observância do Adicional de Capital Principal, ou o seu equivalente no exterior, na forma da regulamentação em vigor, é vedada a classificação na categoria de risco B.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 32.&#160; Deve ser classificada na categoria de risco C a instituição mencionada no art. 29 que não esteja nas demais categorias de risco ou que apresente elevado risco de crédito.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; Sem prejuízo da adoção dos processos e procedimentos previstos na Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, os seguintes eventos implicam elevado risco de crédito&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Sem prejuízo da adoção dos processos e procedimentos previstos na Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e na Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, os seguintes eventos implicam elevado risco de crédito&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - descumprimento dos requerimentos mínimos elencados no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;do art. 30, observado o disposto nos §§ 1º e 2º daquele artigo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - existência de relatório do auditor independente contido em demonstrações contábeis relativas a período de apuração mais recente disponível em que tenha havido expressão de opinião adversa ou dúvida substancial sobre a continuidade operacional da contraparte.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; As entidades mencionadas nos incisos III e IV do art. 29 não consideradas como QCCP são classificadas na categoria de risco C.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Dos FPR Aplicáveis às Categorias de Risco</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 33.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição à instituição mencionada no art. 29&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 33.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição à instituição mencionada no art. 29, exceto se relativa a participações societárias ou a instrumentos de dívida subordinada&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - se classificada na categoria de risco A&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 20% (vinte por cento), no caso de operação com prazo de vencimento original inferior ou igual a 90 (noventa) dias corridos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 40% (quarenta por cento), nos demais casos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - se classificada na categoria de risco B&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 50% (cinquenta por cento), para operação com prazo de vencimento original inferior ou igual a 90 (noventa) dias corridos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 75% (setenta e cinco por cento), nos demais casos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - se classificada na categoria de risco C, 150% (cento e cinquenta por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O FPR de que trata o inciso I, alínea “b”, do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, pode ser de 30% (trinta por cento), desde que os seguintes indicadores da contraparte sejam concomitantemente iguais ou superiores a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 14% (quatorze por cento), no caso do índice de Capital Principal; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 5% (cinco por cento), no caso da Razão de Alavancagem (RA).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Pode ser aplicado o FPR previsto no § 1º quando a contraparte sediada no exterior, nos termos do inciso II do art. 29, possua indicadores equivalentes que atendam aos requisitos exigidos naquele parágrafo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Deve ser aplicado o FPR de 20% (vinte por cento), para exposição à instituição classificada na categoria de risco A, ou FPR de 50% (cinquenta por cento), para exposição à instituição classificada na categoria de risco B, relativa a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - operação vinculada ao comércio internacional de mercadorias, na qual o embarque de mercadorias esteja associado à garantia de pagamento da operação, com prazo de vencimento original de até 1 (um) ano; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - direito representativo de operação realizada por cooperativa singular, cooperativa central, confederação ou banco cooperativo que tenha como contraparte instituição integrante do mesmo sistema cooperativo, exceto se relativa a investimento em participação societária.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º Para exposição resultante de acordo bilateral para compensação e liquidação de obrigações, nos termos da Circular nº 3.809, de 2016, deve ser aplicado&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 30% (trinta por cento), para contraparte classificada na categoria de risco A, atendidos o disposto nos §§ 1º e 2º;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 40% (quarenta por cento), para contraparte classificada na categoria de risco A; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 75% (setenta e cinco por cento), para contraparte classificada na categoria de risco B.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; O FPR aplicável à exposição mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não deve ser inferior ao FPR aplicável ao governo central da jurisdição em que estiver registrada a obrigação quando esta estiver denominada ou indexada em moeda diferente da moeda local da jurisdição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; O disposto no § 5º não se aplica para exposição relativa a operação vinculada ao comércio internacional de mercadorias, na qual o embarque de mercadorias esteja associado à garantia de pagamento da operação, com prazo de vencimento original de até 1 (um) ano.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO V<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A TÍTULOS COM CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS (<strong style=\"\">COVERED BONDS</strong>)</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 34.&#160; Deve ser aplicado o FPR estabelecido neste artigo à exposição relativa a título que atenda permanentemente aos requisitos abaixo elencados&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - quando no Brasil, ser emitido por banco múltiplo, banco comercial, banco de investimento, sociedade de crédito, financiamento e investimento, caixa econômica, companhia hipotecária ou associação de poupança e empréstimo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - quando no exterior, ser emitido por banco ou entidade que realize crédito imobiliário;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ser legalmente sujeito à regulação específica destinada a proteger seus detentores;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ter como ativos subjacentes somente&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) exposições a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. União, incluindo o Banco Central do Brasil;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. governo central de jurisdição estrangeira, incluindo respectivo banco central;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. ente governamental nacional ou estrangeiro de âmbito não central; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">4. EMDs, de que tratam os arts. 27 e 28;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) exposições garantidas pelas entidades mencionadas nos itens 1 a 4 da alínea “a”;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) exposições relativas a financiamentos imobiliários residenciais em que o saldo devedor de cada financiamento seja menor ou igual a 80% (oitenta por cento) do valor mais recente de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) exposições relativas a financiamentos imobiliários não residenciais em que o saldo devedor de cada financiamento seja menor ou igual a 60% (sessenta por cento) do valor mais recente de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) instrumentos financeiros derivativos, exclusivamente para fins de&#160;<strong style=\"\">hedge</strong>, nos termos da regulamentação específica aplicável a esses títulos; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) disponibilidades financeiras provenientes dos ativos integrantes da carteira de ativos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o valor total dos ativos subjacentes ao respectivo título exceder, comprovadamente, em, no mínimo, 10% (dez por cento) do valor total do título por eles garantido;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - os direitos associados ao título serem integralmente cobertos pelos ativos subjacentes, na forma da regulamentação específica a esses títulos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - na hipótese de descontinuidade da instituição emissora, os ativos subjacentes ao título serem prioritariamente usados para pagamento de seus encargos e amortização.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição mencionada no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no caso de instituição emissora classificada na categoria de risco A, de que trata o art. 30&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 15% (quinze por cento), se os indicadores aplicáveis à emissora atenderem o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 33;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 20% (vinte por cento), se não atendido o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 33;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no caso de instituição emissora classificada na categoria de risco B, de que trata o art. 31, 35% (trinta e cinco por cento); ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - no caso de instituição emissora classificada na categoria de risco C, de que trata o art. 32, 100% (cem por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Aos instrumentos que não atendam o disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;aplica-se o previsto no art. 33.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VI<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A PESSOAS JURÍDICAS NÃO FINANCEIRAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposi​ções a Pessoa Jurídica de Grande Porte que Apresente Baixo Risco de Crédito</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 35.&#160; Deve ser aplicado FPR de 65% (sessenta e cinco por cento), para exposições a pessoa jurídica de direito privado não financeira de grande porte que apresente baixo risco de crédito.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é considerada pessoa jurídica de grande porte que apresente baixo risco de crédito aquela que atenda cumulativamente aos seguintes requisitos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - demonstrações contábeis relativas ao período de apuração mais recente disponível, auditadas por auditor independente registrado na CVM ou em autoridade equivalente no exterior;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - divulgar demonstrações contábeis relativas ao período de apuração mais recente disponível, auditadas por auditor independente registrado na CVM ou em autoridade equivalente no exterior;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - ativo total superior a R$240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$300.000.000,00 (trezentos milhões de reais) no exercício social mais recente disponível;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - deter ativo total superior a R$240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$300.000.000,00 (trezentos milhões de reais) no exercício social mais recente disponível;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - nenhuma exposição caracterizada como ativo problemático na instituição, nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - não ser contraparte em exposição caracterizada como ativo problemático na instituição, nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e na regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3; e&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - não ser contraparte em exposição caracterizada como ativo problemático na instituição, nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">IV - índice de descumprimento (ID) no Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR) inferior ou igual a 0,05% (cinco centésimos por cento), aferido de acordo com a seguinte fórmula&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ter índice de descumprimento (ID) no Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR) inferior ou igual a 0,05% (cinco centésimos por cento), aferido de acordo com a seguinte fórmula&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image001.png\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;409px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) CV<sub style=\"\">&gt;14</sub>&#160;= créditos vencidos na carteira ativa há mais de 14 (quatorze) dias corridos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) CB<sub style=\"\">48</sub>&#160;= créditos baixados como prejuízo há até 48 (quarenta e oito) meses; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) CA = carteira ativa; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">V - ter suas ações ou títulos de emissão própria negociados em bolsa de valores ou em mercado de balcão organizado sujeitos à regulação e supervisão governamental, no Brasil ou no exterior.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - ter suas ações ou títulos de emissão própria listados em bolsa de valores ou registrados em mercado de balcão organizado sujeitos à regulação e supervisão governamental, no Brasil ou no exterior.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Os somatórios mencionados na fórmula do inciso IV do § 1º contemplam as informações disponíveis no SCR relativas aos 180 (cento e oitenta) dias corridos anteriores ao mês de apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 3º&#160; Para fins do atendimento do requisito de que trata o inciso V do § 1º, são reconhecidos as ações ou títulos emitidos por entidade que detenha o controle da contraparte.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">§ 3º&#160; Para fins do atendimento do requisito de que trata o inciso V do § 1º, as ações ou títulos&#58;&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">I - podem ser emitidos por entidade que detenha o controle da contraparte; e&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">II - devem ter sido objeto de oferta pública.&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">§ 4º&#160; No caso de inexistência de informações no SCR para o cálculo dos<span style=\"background-image&#58;initial;background-position&#58;initial;background-size&#58;initial;background-repeat&#58;initial;background-attachment&#58;initial;background-origin&#58;initial;background-clip&#58;initial;\">&#160;somatórios mencionados na fórmula do inciso IV do § 1º, pode ser considerada pessoa jurídica de grande porte que apresente baixo risco de crédito aquela que&#58;&#160;</span></span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background-image&#58;initial;background-position&#58;initial;background-size&#58;initial;background-repeat&#58;initial;background-attachment&#58;initial;background-origin&#58;initial;background-clip&#58;initial;\">I - atenda aos requisitos dos incisos I, II, III e V do § 1º; e&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);background&#58;white;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - apresente</span><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;capacidade adequada de cumprir suas obrigações financeiras em tempo hábil e de forma robusta diante de alterações adversas no ciclo econômico e nas condições de seu ambiente de negócios.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposições a Pessoa Jurídica de Pequeno ou Médio Porte</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 36.&#160; Deve ser aplicado FPR de 85% (oitenta e cinco por cento), para exposições a pessoa jurídica de direito privado não financeira de pequeno ou médio porte.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para fins do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é considerada pessoa jurídica de pequeno ou médio porte a contraparte, não elegível ao disposto no art. 46, cujo ativo total seja inferior a R$240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) e cuja receita bruta anual seja inferior a R$300.000.000,00 (trezentos milhões de reais) no exercício social mais recente disponível.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposições a Financiamentos Especializados</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 37.&#160; Deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento), para as exposições relativas a financiamentos especializados classificados como financiamento de objeto específico e financiamento de&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é financiamento de objeto específico a operação para aquisição de bem com as seguintes características&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a principal fonte de recursos para pagamento das obrigações relativas ao financiamento consiste nas rendas auferidas pelo próprio bem financiado e não pela entidade que o patrocina;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a principal garantia da operação consiste no próprio bem financiado; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o tomador não dispõe de recursos para quitar o financiamento sem as rendas auferidas pelo bem financiado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é financiamento de&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>&#160;a operação para aquisição de&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>&#160;ou de recebíveis vinculados a&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>, com as seguintes características&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a principal fonte de recursos para pagamento das obrigações relativas ao financiamento consiste na receita da venda das&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>&#160;financiadas ou dos recebíveis a elas associados, bem como nos resultados financeiros dos próprios recebíveis, e não nas demais rendas auferidas pela entidade adquirente das&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o tomador não dispõe de recursos para quitar o financiamento sem a receita da venda das&#160;<strong style=\"\">commodities</strong>&#160;ou sem os resultados financeiros dos recebíveis a elas associados.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 38.&#160; Deve ser aplicado FPR de 130% (cento e trinta por cento), para exposições relativas a financiamentos especializados classificados como financiamento de projeto.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, é financiamento de projeto a operação com as seguintes características&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a principal fonte de recursos para pagamento das obrigações relativas ao financiamento consiste nas rendas auferidas pelo próprio projeto financiado e não pela entidade que o patrocina;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a principal garantia da operação consiste nas rendas mencionadas no inciso I; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o tomador não dispõe de recursos para quitar o financiamento sem as rendas auferidas pelo próprio projeto financiado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 39.&#160; Pode ser aplicado FPR de 100% (cem por cento) à exposição relativa a financiamento de projeto, de que trata o art. 38, durante a fase operacional.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o projeto é considerado em fase operacional se&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os fluxos de caixa correntes em até 360 (trezentos e sessenta) dias corridos são positivos e suficientes para o adimplemento de todas as obrigações contratuais a serem quitadas no mesmo intervalo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os fluxos de caixa projetados são suficientes para o adimplemento de todas as obrigações contratuais futuras; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o passivo de longo prazo da contraparte é decrescente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 40.&#160; Pode ser aplicado FPR de 80% (oitenta por cento) à exposição relativa a financiamento de projeto, de que trata o art. 38, de alta qualidade, durante a fase operacional, na forma do parágrafo único do art. 39.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o projeto é de alta qualidade se&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a contraparte&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) possuir adequada capacidade de honrar tempestivamente suas obrigações financeiras nos termos pactuados, conforme avaliação de risco de crédito efetuada pela instituição, durante o curso da operação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) não atuar em prejuízo aos interesses dos credores, inclusive sendo vedada a emissão de novos passivos onerosos sem o consentimento desses; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">c) possuir recursos financeiros, ou limites de crédito contratadas, compatíveis com as demandas financeiras projetadas do projeto objeto de financiamento;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) possuir recursos financeiros, ou limites de crédito contratados, compatíveis com as demandas financeiras projetadas do projeto objeto de financiamento;&#160;<a name=\"_Hlk113000726\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=240\" target=\"_blank\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 240, de 1º/9/2022.)</a></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a rentabilidade do projeto&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) estiver contratualmente estabelecida, independentemente da utilização efetiva do serviço ou do fornecimento do bem resultante do projeto; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) provier preponderantemente de entidade cujo FPR aplicável, nos termos desta Resolução, seja igual ou inferior a 80% (oitenta por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os bens e direitos do projeto constituírem garantia em favor dos credores;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o investidor majoritário, ou controlador, da contraparte tiver concedido proteção contra perdas, para o qual se aplica igualmente o requisito mencionado no inciso II, alínea “b”, em caso de encerramento antecipado do projeto objeto de financiamento; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a instituição, em caso de liquidação, falência, providência similar ou inadimplemento da contraparte&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) estiver em posição privilegiada na lista de credores; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) tiver preferência na lista de credores em relação, no mínimo, aos credores quirografários; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) possuir o direito de assumir o controle do projeto.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) tiver o direito de assumir o controle do projeto, incluindo todos os ativos e contratos necessários para a sua operação.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposições às Demais Pessoas Jurídicas Não Financeiras</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 41.&#160; Deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento) às exposições a pessoas jurídicas de direito privado não financeiras sem FPR específico.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VII<br>DO FPR APLICADO A INVESTIMENTOS EM PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS OU EM INSTRUMENTOS DE DÍVIDA SUBORDINADA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado a Investimentos Significativos em Participações Societárias Não Deduzidos do Cálculo do PR</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 42.&#160; Deve ser aplicado FPR de 250% (duzentos e cinquenta por cento) às exposições relativas a investimentos significativos em participações societárias não deduzidos no cálculo do PR, nos termos do art. 8º, § 8º, da Resolução CMN nº 4.955, de 2021, e do art. 7º, § 7º, da Resolução BCB nº 199, de 2022.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Das Demais Participações Societárias e Dos Instrumentos de Dívida Subordinada</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 43.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição relativa a investimento em participação societária&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 400% (quatrocentos por cento) para participação societária, ou título nela conversível, em entidade&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) não listada em bolsa de valores sujeita à regulação e supervisão governamental, no Brasil ou no exterior; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) não integrada operacionalmente à atividade da instituição investidora;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 100% (cem por cento), para participação societária em entidade integrante do mesmo sistema cooperativo, quando a participação é realizada por cooperativa singular, cooperativa central, confederação ou banco cooperativo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 250% (duzentos e cinquenta por cento), nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk72439492\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, considera-se participação societária, direta ou indireta, o investimento em pessoa jurídica de direito privado, com ou sem direito a voto, inclusive por meio de instrumento financeiro derivativo, que&#58;</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - seja não resgatável, oferecendo retorno somente mediante a participação nos lucros, a sua venda ou a liquidação do emissor;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não represente uma obrigação por parte do emissor; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - represente um direito residual sobre os ativos do emissor.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não se aplica aos investimentos em participações societárias classificados no Ativo Permanente da instituição investidora, nos termos do Cosif.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 44.&#160; Deve ser aplicado FPR de 150% (cento e cinquenta por cento) para exposição relativa a instrumento de dívida subordinada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;igualmente se aplica para exposições relativas a instrumentos não deduzidos do cálculo do PR que atendam o disposto no inciso V do art. 8º da Resolução CMN nº 4.955, de 2021, ou no inciso V do art. 7º da Resolução BCB nº 199, de 2022.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 45.&#160; Deve ser aplicado FPR de 1.250% (mil, duzentos e cinquenta por cento) à parcela de exposição relativa à participação societária significativa em pessoa jurídica de direito privado não financeira que exceder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - individualmente, 15% (quinze por cento) do PR da instituição investidora; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - de forma agregada, 60% (sessenta por cento) do PR da instituição investidora.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, deve ser considerada significativa a participação societária quando a instituição detiver mais de 10% (dez por cento) do capital social da investida.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Deve ser aplicado o tratamento previsto no art. 43 às participações societárias em pessoa jurídica de direito privado não financeira que não excedam os limites estabelecidos no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VIII<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES DE VAREJO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 46.&#160; Deve ser aplicado FPR de 75% (setenta e cinco por cento) à exposição de varejo.<br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, consideram-se de varejo as exposições que tenham as seguintes características, cumulativamente&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - correspondam a produto ou serviço financeiro destinado a pessoa natural ou pessoa jurídica de pequeno porte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - não correspondam a operações&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) garantidas por imóveis;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) compromissadas;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) de empréstimo de títulos e valores mobiliários; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) com instrumentos financeiros derivativos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - não excedam o limite total de R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais) por contraparte; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - apresentem somatório das exposições correntes com uma mesma contraparte inferior a 0,2% (dois décimos por cento) do montante das exposições de varejo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins de verificação dos limites de que trata o § 1º, incisos III e IV&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - devem ser considerados os valores de todas as operações com a mesma contraparte com a aplicação de FCC e sem a dedução das respectivas provisões; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - devem ser desconsiderados&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) os valores de operações garantidas por imóveis residenciais; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os efeitos da mitigação do risco de crédito, de que trata a Circular nº 3.809, de 2016.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Paras fins do disposto nesta Resolução, considera-se pessoa jurídica de pequeno porte a contraparte com receita bruta anual inferior a R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais) no exercício social mais recente disponível.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; No caso de pessoas naturais e jurídicas consideradas como única contraparte, nos termos do art. 22, § 3º, inciso III, os limites previstos para classificação como exposição de varejo devem ser atendidos individual e conjuntamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; O FPR previsto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;igualmente se aplica para a exposição em que a contraparte é pessoa natural ou pessoa jurídica de pequeno porte nas situações previstas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no art. 52, inciso II, para exposição garantida por imóvel concluído;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">II - no art. 54, inciso I, para exposição vinculada a imóvel em que não há dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para o cumprimento da obrigação financeira representada pela exposição.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no art. 54, § 1º, inciso I, para exposição vinculada a imóvel em que não há dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para o cumprimento da obrigação financeira representada pela exposição.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=240\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 240, de 1º/9/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Na hipótese do § 5º, o valor das mencionadas exposições permanecem desconsideradas na verificação dos limites de que trata o § 1º, incisos III e IV.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 47.&#160; Deve ser aplicado FPR de 45% (quarenta e cinco por cento) à exposição de varejo relativa a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - instrumento de pagamento pós-pago em que não tenha ocorrido atraso, parcelamento ou qualquer outra forma de financiamento do saldo devedor da fatura nos últimos 360 (trezentos e sessenta) dias corridos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - limite de crédito em que não tenha ocorrido saque nos últimos 360 (trezentos e sessenta) dias corridos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, não configura atraso, parcelamento ou saque a situação que não acarrete incidência de juros ou outros encargos, exceto os fiscais.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 48.&#160; Deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento) à exposição a pessoa natural que não seja garantida por imóvel e não atenda aos requisitos descritos nos arts. 46 e 47.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IX<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES GARANTIDAS POR IMÓVEIS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 49.&#160; Para a determinação do FPR aplicável às exposições garantidas por imóveis, devem ser consideradas as características da operação, incluindo&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para o cumprimento da obrigação financeira representada pela exposição; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a finalidade do uso do imóvel.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Para fins desta Resolução, a exposição é garantida por imóvel quando&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o imóvel dado em garantia está concluído, comprovadamente por meio de “habite-se” ou documento equivalente para imóveis no exterior, expedido por órgão público competente, exceto no caso de imóveis rurais voltados à agropecuária, ao extrativismo ou à preservação ambiental;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o direito de executar a garantia representada pelo imóvel tem sustentação legal em todos os foros relevantes, inclusive em outros países nos quais deva ou possa produzir efeitos, sendo passível de ser exercido tempestivamente;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a garantia prestada está constituída&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) sob a forma de hipoteca&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. em primeiro grau, ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. em grau subordinado, desde que a instituição seja a credora hipotecária de todos os demais graus preferenciais e quando o contrato faculta, independentemente de aviso ou interpelação judicial, considerar vencida antecipadamente as demais operações, em caso de inadimplemento de quaisquer delas; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) alienação fiduciária da propriedade;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) sob a forma de alienação fiduciária da propriedade, desde que a instituição possa, nos termos da legislação aplicável, iniciar o procedimento de excussão do imóvel independentemente de eventuais outros credores fiduciários, observado o disposto no § 11;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - a política de concessão de crédito da instituição considera a capacidade de pagamento dos devedores de modo consistente ao longo do tempo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o valor de avaliação da garantia na data da concessão do crédito é&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) utilizado para fins de determinação do FPR aplicável; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) obtido de forma prudente, conservadora e de modo independente do processo de concessão de crédito, não devendo superar o seu valor de mercado, quando este puder ser apurado; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">VI - as informações relativas ao processo de concessão de crédito, incluindo aquelas referentes à avaliação da garantia e à capacidade de pagamento do devedor, estão documentadas pela instituição, de modo alinhado ao estabelecido pela Resolução nº 4.557, de 2017, e pela regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - as informações relativas ao processo de concessão de crédito, incluindo aquelas referentes à avaliação da garantia e à capacidade de pagamento do devedor, estão documentadas pela instituição, de modo alinhado ao estabelecido pela Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e pela Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º&#160; Para o cumprimento do requisito estabelecido pelo inciso IV do § 1º, devem ser adotadas métricas objetivas para avaliar a capacidade de pagamento do devedor e especificados os seus limites, de modo alinhado à estrutura de gerenciamento de riscos da instituição, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 2017, e pela regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, inclusive no que se refere ao estabelecimento de documentação e procedimentos para o gerenciamento do risco de crédito.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para o cumprimento do requisito estabelecido pelo inciso IV do § 1º, devem ser adotadas métricas objetivas para avaliar a capacidade de pagamento do devedor e especificados os seus limites, de modo alinhado à estrutura de gerenciamento de riscos da instituição, conforme definida pela Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e pela Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, inclusive no que se refere ao estabelecimento de documentação e procedimentos para o gerenciamento do risco de crédito.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O cumprimento da obrigação financeira representada pela exposição deve ser considerado dependente do fluxo de caixa gerado pelo respectivo imóvel quando&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o fluxo de caixa gerado pelo imóvel corresponde a pelo menos 50% (cinquenta por cento) do fluxo de caixa do devedor;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o devedor não dispõe de outros meios para quitar o financiamento nos termos pactuados sem o fluxo de caixa gerado pelo imóvel; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - a deterioração do fluxo de caixa gerado pelo imóvel é condição suficiente para que a exposição seja caracterizada como ativo problemático, nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e da regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a deterioração do fluxo de caixa gerado pelo imóvel é condição suficiente para que a exposição seja caracterizada como ativo problemático, nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A avaliação da dependência de geração de fluxo de caixa prevista no § 3º deve ser realizada na data de concessão do crédito, facultada a atualização pela instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; Entre as formas de geração de fluxo de caixa pelo imóvel estão&#58;<br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o aluguel, o arrendamento, ou outras operações com o mesmo sentido econômico;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a comercialização da produção que nele ocorra, no caso de imóveis rurais, e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a expectativa de venda da propriedade.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Não deve ser considerada a dependência da geração de fluxo de caixa pelo imóvel quando este servir de residência do devedor pessoa natural.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º&#160; O uso do imóvel para fins residenciais deve ser verificado pela natureza do imóvel e pela aderência a todas as leis e regulações aplicáveis à sua ocupação com esse fim, sendo admitido o uso misto desde que o uso não residencial represente valor igual ou inferior a 20% (vinte por cento) da área construída.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 8º&#160; No caso de múltiplas exposições garantidas pelo mesmo imóvel, inclusive concedidas por outras instituições, o valor do saldo devedor, quando necessário para a determinação do FPR, deve considerar a soma dos respectivos valores devidos.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º&#160; No caso de múltiplas operações de crédito garantidas pelo mesmo imóvel, inclusive concedidas por outras instituições, o valor do saldo devedor, quando necessário para a determinação do FPR, deve ser apurado separadamente para cada exposição e incluir a soma dos valores devidos em todas as operações que tenham garantia com prioridade igual ou superior em relação ao produto da excussão da garantia nos termos da legislação aplicável.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">§ 9º&#160; No caso de exposição garantida por múltiplos imóveis, somente deve ser tratada como exposição garantida por imóvel residencial aquela em que o critério de que trata o § 7º é atendido individualmente por cada imóvel que serve de garantia.&#160;</span><span style=\"color&#58;black;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</a></span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 10.&#160; A exigência de “habite-se” prevista no inciso I do § 1º pode ser considerada atendida mediante a comprovação de averbação de construção na matrícula do imóvel no cartório de registro de imóveis, nos casos em que a lei dispensar o “habite-se”.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 11.&#160; Caso a instituição não possa, nos termos da legislação aplicável, iniciar o procedimento de excussão do imóvel independentemente de eventuais outros credores fiduciários, é facultado como critério alternativo, para fins do inciso III, alínea “b”, do § 1º, considerar como exposição própria a soma das exposições garantidas sob a forma de alienação fiduciária da respectiva propriedade com prioridade em relação à exposição da instituição e incluí-la no cômputo das métricas aplicáveis pela duração do contrato relativo à exposição detida pela instituição.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 12.&#160; No cômputo do saldo devedor mencionado no § 8º e da soma referida no § 11, os valores relativos a operações de crédito concedidas por outras instituições devem ser atualizados, no mínimo, nos meses de junho e dezembro de cada ano-calendário, admitindo-se o uso de informações&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - obtidas em consulta às demais instituições credoras, com autorização do fiduciante; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - registradas no cartório público, cabendo à instituição atualizar os valores supondo o curso normal da operação.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=384\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído pela Resolução BCB nº 384, de 5/6/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 13.&#160; Para fins do inciso V do § 1º, a substituição ou o acréscimo de garantia imobiliária se equipara à concessão de uma nova operação de crédito, vedado aumento no valor do imóvel da garantia original.&#160;</span><a name=\"_Hlk184057248\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 50.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição garantida por imóvel residencial quando não houver dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para cumprimento da obrigação&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 20% (vinte por cento), quando o valor do saldo devedor for menor ou igual a 50% (cinquenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 25% (vinte e cinco por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 50% (cinquenta por cento) e menor ou igual a 60% (sessenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 30% (trinta por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 60% (sessenta por cento) e menor ou igual a 80% (oitenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - 40% (quarenta por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 80% (oitenta por cento) e menor ou igual a 90% (noventa por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - 50% (cinquenta por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 90% (noventa por cento) e menor ou igual a 100% (cem por cento) do valor de avaliação da garantia; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - 70% (setenta por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 100% (cem por cento) do valor de avaliação da garantia.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 51.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição garantida por imóvel residencial quando houver dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para cumprimento da obrigação&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 30% (trinta por cento), quando o valor do saldo devedor for menor ou igual a 50% (cinquenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 35% (trinta e cinco por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 50% (cinquenta por cento) e menor ou igual a 60% (sessenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 45% (quarenta e cinco por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 60% (sessenta por cento) e menor ou igual a 80% (oitenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - 60% (sessenta por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 80% (oitenta por cento) e menor ou igual a 90% (noventa por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - 75% (setenta e cinco por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 90% (noventa por cento) e menor ou igual a 100% (cem por cento) do valor de avaliação da garantia; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - 105% (cento e cinco por cento) quando o valor do saldo devedor for maior do que 100% (cem por cento) do valor de avaliação da garantia.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 52.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição garantida por imóvel não residencial quando não houver dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para cumprimento da obrigação&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o menor valor entre 60% (sessenta por cento) e o FPR aplicável ao devedor, quando o valor do saldo devedor for menor ou igual a 60% (sessenta por cento) do valor de avaliação da garantia; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o FPR aplicável ao devedor, quando o valor do saldo devedor for maior do que 60% (sessenta por cento) do valor de avaliação da garantia.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 53.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição garantida por imóvel não residencial quando houver dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para cumprimento da obrigação&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 70% (setenta por cento), quando o valor do saldo devedor for menor ou igual a 60% (sessenta por cento) do valor de avaliação da garantia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 90% (noventa por cento), quando o valor do saldo devedor for maior do que 60% (sessenta por cento) e menor ou igual a 80% (oitenta por cento) do valor de avaliação da garantia; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 110% (cento e dez por cento), quando o valor do saldo devedor for maior do que 80% (oitenta por cento) do valor de avaliação da garantia.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 54.&#160; Deve ser aplicado o FPR de 150% à exposição vinculada a imóvel que não atenda ao disposto nos arts. 49 a 53.<br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; No caso de exposição relativa à empreendimento imobiliário, pode ser aplicado o seguinte FPR&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o FPR aplicável à contraparte, inclusive pessoa jurídica, quando for adotado o instituto do patrimônio de afetação, de que trata a Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 100% (cem por cento), quando atendidas as seguintes condições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) quanto às características da operação&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. a exposição é relativa a empreendimento imobiliário de natureza residencial;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">2. o valor financiado representa menos de 50% (cinquenta por cento) do valor estimado do empreendimento, quando concluído; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. o valor financiado é menor ou igual à 50% (cinquenta por cento) do valor estimado do empreendimento, quando concluído; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. a constituição da garantia atende ao disposto no inciso III do § 1º do art. 49; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) quanto às políticas da instituição&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. a política de concessão de crédito da instituição deve considerar a capacidade de pagamento da contraparte de modo consistente ao longo do tempo, observado o disposto no § 2º do art. 49; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. o valor de avaliação da garantia na data da concessão do crédito deve ser obtido de forma prudente, conservadora e de modo independente do processo de concessão de crédito, não devendo superar o seu valor de mercado, quando este puder ser apurado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso de exposição relativa à unidade autônoma de empreendimento imobiliário em construção já vendida, pode ser aplicado o inciso I do § 1º, desde que o adquirente assuma as obrigações relativas ao financiamento imobiliário.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; No caso de exposição não relativa à empreendimento imobiliário, é facultada a aplicação do FPR aplicável à contraparte, desde que o cumprimento da obrigação financeira representada pela exposição não seja considerado dependente do fluxo de caixa gerado pelo respectivo imóvel.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO X<br>DO DESCASAMENTO DE MOEDAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 55.&#160; O FPR aplicável às exposições de varejo ou garantidas por imóvel residencial denominadas ou indexadas em moeda diferente da moeda em que é denominada ou indexada a fonte de renda do devedor deve corresponder ao menor entre&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o FPR original multiplicado por 150% (cento e cinquenta por cento); e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 150% (cento e cinquenta por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não se aplica à exposição em que o devedor possui proteção contra variações cambiais que cubra, pelo menos, 90% (noventa por cento) do valor da prestação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XI<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A DERIVATIVOS E À PRESTAÇÃO DE GARANTIAS FIDEJUSSÓRIAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposições a Derivativos</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 56.&#160; À exposição ao risco de crédito de contraparte decorrente das transações com instrumentos financeiros derivativos deve ser aplicado o mesmo FPR aplicável à contraparte, nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 57.&#160; À exposição a derivativo de crédito em que a instituição atue como receptora de risco deve ser aplicado o mesmo FPR aplicável à entidade de referência do derivativo de crédito, nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para derivativo de crédito referenciado a um conjunto de entidades em que a proteção seja integralmente acionada a partir de evento de crédito de qualquer entidade referenciada, deve ser aplicado o FPR correspondente ao somatório dos FPR respectivos à cada entidade do conjunto, nos termos desta Resolução, limitado a 1.250% (mil duzentos e cinquenta por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; No caso de derivativo de crédito referenciado a mais de uma entidade em que a proteção seja integralmente acionada apenas a partir de mais de um evento de crédito, é facultado excluir do somatório estabelecido no § 1º os menores FPR, em número limitado a quantidade inferior ao número de eventos de crédito que aciona a proteção estabelecida no derivativo de crédito.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; É considerado título de securitização o derivativo de crédito referenciado a mais de uma entidade em que a proteção seja limitada a um percentual das primeiras perdas e a instituição atua como receptora do risco.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado à Prestação de Garantias Fidejussórias</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 58.&#160; Deve ser aplicado à exposição relativa à prestação de aval, fiança ou qualquer outra modalidade de garantia pessoal o FPR aplicável à operação de crédito com a mesma contraparte, nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Deve ser equiparada à exposição a derivativo de crédito a exposição em que o objeto da garantia inclui mais de uma entidade ou mais de uma operação, quando não coberta a integralidade das perdas.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XII<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A FUNDOS DE INVESTIMENTOS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 59.&#160; No caso de exposição relativa à aplicação em cota de fundo de investimento, deve ser aplicado&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o FPR aplicável à respectiva contraparte, nos termos desta Resolução, quando a exposição ao fundo for identificada ou inferida mediante os procedimentos previstos no arts. 17 e 18; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o FPR de 1.250% (mil, duzentos e cinquenta por cento), quando&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o valor da exposição corresponder ao valor contábil da cota adquirida, na forma do parágrafo único do art. 16 ou do § 6º do art. 18; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a faculdade estabelecida no § 8º do art. 17 ou no § 4º do art. 18 tiver sido utilizada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º&#160; É facultado à instituição aplicar FPR de 150% (cento e cinquenta por cento) à parcela das exposições do fundo identificadas na forma do art. 17 das quais se desconhece eventual caracterização como ativo problemático, conforme o art. 24 da Resolução nº 4.557, de 2017, e a regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3, quando cumulativamente&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; É facultado à instituição aplicar FPR de 150% (cento e cinquenta por cento) à parcela das exposições do fundo identificadas na forma do art. 17 das quais se desconhece eventual caracterização como ativo problemático, conforme o art. 24 da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e o art. 22 da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis, quando cumulativamente&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160; as exposições tratam-se de operação de crédito; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o somatório dessas exposições é inferior a 5% (cinco por cento) do valor nominal total da carteira do fundo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para instituição enquadrada no S2, no S3, ou no S4, é facultada a aplicação do FPR de 150% (cento e cinquenta por cento) à exposição inferida mediante os procedimentos previstos no art. 18, desde que não esteja prevista a possibilidade de aplicação de FPR superior a 150% (cento e cinquenta por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O valor resultante da ponderação a risco da exposição a fundo de investimento identificada ou inferida mediante os procedimentos previstos nos arts. 17 e 18 está limitado ao valor obtido pela aplicação do FPR de 1.250% (mil, duzentos e cinquenta por cento) ao valor contábil das cotas adquiridas.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 60. &#160;Às exposições a fundo de investimento não enquadradas no art. 59, deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento), ainda que o fundo de investimento seja integrante de conglomerado prudencial, nos termos da regulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XIII<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A PROCESSOS DE SECURITIZAÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 61. Para aplicação do FPR à exposição a título de securitização, devem ser utilizadas as seguintes definições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ponto de encaixe (<em style=\"\">A</em>) é o percentual de perdas acumuladas no valor dos ativos subjacentes a partir do qual há redução da remuneração em determinada classe de priorização de pagamento do título de securitização;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ponto de desencaixe (<em style=\"\">D</em>) é o percentual de perdas acumuladas no valor dos ativos subjacentes a partir do qual há perda total do valor de determinada classe de priorização de pagamento do título de securitização; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - razão de inadimplência (<em style=\"\">W</em>) é o percentual dos ativos subjacentes em descumprimento.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Os parâmetros A e D devem considerar todos os ativos do processo de securitização que absorvam perdas antes da classe de priorização de pagamento do título de securitização, inclusive fundo de reserva.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 62.&#160; O FPR aplicável ao valor da exposição a título de securitização deve corresponder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a 1/<em style=\"\">F</em>, se&#160;<em style=\"\">D</em>&#160;≤&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a)&#160;<em style=\"\">D</em>&#160;= ponto de desencaixe; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b)&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;= capital hipotético ajustado pela inadimplência, de que trata o art. 63;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a 1/<em style=\"\">F</em>&#160;*&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">SSFA</sub></em><sub style=\"\">(<em style=\"\">KA</em>)</sub>, se&#160;<em style=\"\">A</em>&#160;≥&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a)&#160;<em style=\"\">A</em>&#160;= ponto de encaixe;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b)&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;= capital hipotético ajustado pela inadimplência, de que trata o art. 63; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c)&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">SSFA</sub></em><sub style=\"\">(<em style=\"\">KA</em>)</sub>&#160;= capital aplicável à securitização, de que trata o art. 64; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><h2 style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image002.png\" alt=\"\" style=\"margin&#58;5px;width&#58;440px;\" /><br style=\"\"></span></h2><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;\">​</span><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;\">a)&#160;</span><em style=\"\">A</em><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;\">&#160;= ponto de encaixe;</span><br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b)&#160;<em style=\"\">D</em>&#160;= ponto de desencaixe;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c)&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;= capital hipotético ajustado pela inadimplência, de que trata o art. 63; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d)&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">SSFA</sub></em><sub style=\"\">(<em style=\"\">KA</em>)</sub>&#160;= capital aplicável à securitização, de que trata o art. 64.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;<em style=\"\">F</em>&#160;corresponde ao fator definido no art. 4º da Resolução CMN nº 4.958, de 2021, para os conglomerados Tipo 1 e nos arts. 4º e 11 da Resolução BCB nº 200, de 2022, para os conglomerados Tipo 3.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160;&#160;<em style=\"\">F</em>&#160;corresponde ao fator definido no art. 4º da Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro 2021, e no art. 4º da Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022, conforme aplicáveis.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O FPR previsto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;não deve ser inferior a 25% (vinte e cinco por cento).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O FPR de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, inciso I, também deve ser aplicado se&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os ativos subjacentes do título de securitização não puderem ser completamente identificados;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a instituição desconhecer o percentual de ativos subjacentes em descumprimento que correspondam a mais de 5% (cinco por cento) do valor nominal total da carteira do título de securitização; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - o título de securitização estiver associado à ressecuritização.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 63.&#160; O capital hipotético ajustado pela inadimplência (<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>) deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"top&#58;2.5pt;\"></span><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">K</span><sub style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">A</sub><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">&#160;= (1 –&#160;</span><em style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">W</em><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">) * K</span><sub style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">SA</sub><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">&#160;+&#160;</span><em style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">W</em><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">&#160;* 0,5, em que&#58;</span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<em style=\"\">W</em>&#160;= razão de inadimplência; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">SA</sub></em>&#160;= capital hipotético, que deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"text-indent&#58;70.9pt;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image003.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;271px;\" /></span>&#160;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a)&#160;<em style=\"\">RWA<sub style=\"\">HIP</sub></em>&#160;= montante dos ativos ponderados pelo risco calculado para os ativos subjacentes, nos termos desta Resolução;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b)&#160;<em style=\"\">F</em>&#160;= fator definido no art. 4º da Resolução CMN nº 4.958, de 2021, para os conglomerados Tipo 1 e nos arts. 4º e 11 da Resolução BCB nº 200, de 2022, para os conglomerados Tipo 3; e</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b)&#160;<em style=\"\">F</em>&#160;= fator definido no art. 4º da Resolução CMN nº 4.958, de 21 de outubro de 2021, e no art. 4º da Resolução BCB nº 200, de 11 de março de 2022, conforme aplicáveis; e&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c)&#160;<em style=\"\">V</em>&#160;= valor total da exposição correspondente aos ativos subjacentes calculado nos termos desta Resolução, desconsiderada eventual aplicação de instrumentos mitigadores de risco de crédito.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Caso&#160;<em style=\"\">W</em>&#160;não possa ser determinado, observado o disposto no art. 62, § 3º, inciso II,&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"top&#58;2.5pt;\"></span><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image004.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;290px;\" />​</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<em style=\"\"><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">&#120579;</span>​</em>&#160;= razão entre ​o valor nominal dos ativos subjacentes cuja condição de descumprimento é conhecida pela instituição e o valor nominal total dos ativos subjacentes; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<em style=\"\">K'<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;= capital hipotético ajustado pela inadimplência calculado conforme a fórmula estabelecida no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;para os ativos subjacentes cuja condição de descumprimento é conhecida pela instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 64.&#160; O capital aplicável à securitização (<em style=\"\">K<sub style=\"\">SSFA</sub></em><sub style=\"\">(<em style=\"\">KA</em>)</sub>) deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image005.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;405px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<em style=\"\">e</em>&#160;= constante neperiana;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<em style=\"\">K<sub style=\"\">A</sub></em>&#160;= capital hipotético ajustado pela inadimplência, de que trata o art. 63;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III -&#160;<em style=\"\">A</em>&#160;= ponto de encaixe; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV -&#160;<em style=\"\">D</em>&#160;= ponto de desencaixe.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 65.&#160; No caso de processo de securitização sintética no qual a instituição atua como transferidora do risco, retendo risco de crédito equivalente à classe sênior, e a contraparte receptora do risco fez um adiantamento que a exime de qualquer obrigação de desembolso futuro nos termos do instrumento associado ao processo de securitização, o FPR aplicável à exposição relativa aos ativos subjacentes deve corresponder ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"top&#58;2.5pt;\"></span><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">(1 – PP) * FPR</span><sub style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">SEC</sub><span style=\"text-indent&#58;94.5333px;\">, em que&#58;</span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I -&#160;<em style=\"\">PP</em>&#160;= percentual do valor dos ativos subjacentes a que a instituição não está exposta ao risco de crédito; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II -&#160;<em style=\"\">FPR<sub style=\"\">SEC</sub></em>&#160;= FPR relativo a um título de securitização que reproduza o risco de crédito retido pela instituição após o processo de securitização sintética.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para a aplicação do tratamento do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o processo de securitização sintética deve atender aos seguintes requisitos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a instituição deve transferir substancialmente o risco de crédito associado aos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a transferência do risco de crédito dos ativos subjacentes não pode estar sujeita a restrições ou a condições que modifiquem a parcela de risco transferida, a exemplo de&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) fixação de condições nas quais a transferência do risco não é aplicável, mesmo na ocorrência de evento de crédito;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) faculdade de cancelamento do instrumento associado ao processo de securitização sintética em decorrência da deterioração da qualidade do crédito dos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) obrigatoriedade de substituição dos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) previsão de aumento do custo da transferência do risco de crédito em decorrência de deterioração da qualidade do crédito dos ativos subjacentes;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) previsão de aumento da taxa de retorno em decorrência da deterioração da qualidade do crédito dos ativos subjacentes; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) possibilidade de provimento de garantias, reais ou fidejussórias de qualquer natureza, aos ativos subjacentes após a transferência substancial do risco de crédito a eles associado;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - os contratos relativos ao processo de securitização devem ser objeto de parecer jurídico qualificado que sustente a sua exequibilidade em qualquer jurisdição relevante;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - os contratos relativos ao processo de securitização não devem prever direito de recompra dos títulos de securitização antes de seu vencimento;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - o prazo do instrumento associado ao processo de securitização sintética deve ser suficiente para a transferência do risco de crédito dos ativos subjacentes; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - o instrumento associado ao processo de securitização sintética não pode ter por contraparte entidade ligada, com a qual a instituição elabora demonstrações contábeis em bases consolidadas.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; A transferência substancial do risco de crédito dos ativos subjacentes é verificada pelos mesmos critérios aplicáveis à venda ou à cessão de ativos, conforme regulamentação específica.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; No caso de a contraparte receptora do risco ser instituição listada no art. 27, fica dispensada a exigência, referida no&#160;<strong style=\"\">caput,</strong>&#160;de a receptora do risco fazer adiantamento que a exima de qualquer obrigação de desembolso futuro nos termos do instrumento associado ao processo de securitização.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XIV<br>DO FPR APLICADO ÀS EXPOSIÇÕES A ATIVOS PROBLEMÁTICOS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 66.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição caracterizada como ativo problemático nos termos da Resolução nº 4.557, de 2017, e da regulamentação correspondente aplicável ao conglomerado prudencial Tipo 3&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 66.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição caracterizada como ativo problemático nos termos da Resolução nº 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, e da Resolução BCB nº 265, de 25 de novembro de 2022, conforme aplicáveis&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=447\" target=\"_blank\"><span style=\"color&#58;blue;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 447, de 19/12/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - 150% (cento e cinquenta por cento), se a respectiva provisão for inferior a 20% (vinte por cento) do saldo devedor relativo à operação de crédito;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - 150% (cento e cinquenta por cento), se a respectiva provisão for inferior a 20% (vinte por cento) do saldo devedor relativo à exposição caracterizada como ativo problemático;&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 150% (cento e cinquenta por cento), se a respectiva provisão for inferior a 20% (vinte por cento) do saldo devedor ou do valor apurado nos termos do art. 21, conforme o caso, relativo à exposição caracterizada como ativo problemático;&#160;</span><a name=\"_Hlk184057426\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 100% (cem por cento), nos seguintes casos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) se a respectiva provisão for maior ou igual a 20% (vinte por cento) e inferior a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor relativo à operação de crédito; ou</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;background&#58;white;\">a) se a respectiva provisão for maior ou igual a 20% (vinte por cento) e inferior a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor relativo à&#160;</span></s><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">exposição caracterizada como ativo problemático<span style=\"background&#58;white;\">; ou&#160;</span></span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) se a respectiva provisão for maior ou igual a 20% (vinte por cento) e inferior a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor ou do valor apurado nos termos do art. 21, conforme o caso, relativo à exposição caracterizada como ativo problemático; ou&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a exposição possui garantia de imóvel residencial sem dependência do fluxo de caixa gerado pelo imóvel para o cumprimento da obrigação financeira, independentemente do montante da respectiva provisão; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - 50% (cinquenta por cento), se a provisão for maior ou igual a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor relativo à operação de crédito.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - 50% (cinquenta por cento), se a provisão for maior ou igual a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor relativo à exposição caracterizada como ativo problemático.&#160;</span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</s></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 50% (cinquenta por cento), se a provisão for maior ou igual a 50% (cinquenta por cento) do saldo devedor ou do valor apurado nos termos do art. 21, conforme o caso, relativo à exposição caracterizada como ativo problemático.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; O saldo devedor mencionado neste artigo deve considerar o valor líquido de baixas contábeis (<strong style=\"\">impairment</strong>), realizadas conforme os critérios estabelecidos no Cosif.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O saldo devedor ou o valor apurado nos termos do art. 21, conforme o caso, mencionados neste artigo devem&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - considerar o valor líquido de baixas contábeis, realizadas conforme os critérios estabelecidos no Cosif; e&#160;</span><a name=\"_Hlk184057617\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - desconsiderar a multiplicação pelo FCC correspondente, no caso das exposições de que trata o art. 21.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=438\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir 2/1/2025, pela Resolução BCB nº 438, de 28/11/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XV<br>DAS EXPOSIÇÕES A SEREM LIQUIDADAS EM CONTRAPARTES CENTRAIS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Disposições comuns</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 67.&#160; As exposições a contrapartes centrais, qualificadas ou não, devem seguir as disposições deste artigo e dos arts. 68 a 77, quando relativas aos ativos e operações a seguir discriminadas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a participação em fundo de garantia mutualizado de contraparte central;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o aumento de participação em fundo mencionado no inciso I de contraparte central não qualificada, que a instituição assumiu o compromisso de realizá-lo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a operação compromissada, de empréstimo de títulos e valores mobiliários ou com instrumento financeiro derivativo, que componha a carteira da própria instituição, a ser liquidada em contraparte central;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - o ativo de titularidade própria disponibilizado como garantia em favor de contraparte central, exceto se esse ativo&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) está identificado como de titularidade da instituição; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) é prontamente restituído à instituição em caso de liquidação, falência ou providência similar da contraparte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - a operação compromissada, de empréstimo de títulos e valores mobiliários ou com instrumento financeiro derivativo, realizada em nome de cliente, com intermediação, compensação ou liquidação efetuada em câmara ou prestador desses serviços, na qual uma entidade se interponha como contraparte central, de que trata o art. 4º, inciso VII, consideradas, separadamente&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a exposição ao risco de crédito de contraparte em relação ao cliente, consoante art. 4º, § 7º, inciso I; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) a exposição ao risco de crédito de contraparte em relação a terceiro, inclusive à contraparte central, exceto quando a instituição não assume obrigações de reembolso ao respectivo cliente, consoante art. 4º, § 7º, inciso II; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - o bem ou direito entregue ou disponibilizado por cliente em razão das operações elencadas no inciso V, exceto quando a instituição não assume quaisquer obrigações, incluindo a de reembolsar o cliente em caso de inadimplemento de terceiros, consoante art. 4º, inciso VIII.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Considera-se QCCP a entidade que se interponha como contraparte central, em operações a serem liquidadas em câmaras ou prestadores de serviço de compensação e de liquidação, que atenda às seguintes características&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - seus sistemas sejam autorizados pelo Banco Central do Brasil, nos termos da Lei nº 10.214, de 2001, e regulamentação específica;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - esteja sujeita a regulamentação e supervisão consistentes com os princípios estabelecidos pelo CPMI e pela IOSCO; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - seja reconhecida como qualificada pelo Banco Central do Brasil, nos termos da Circular nº 3.772, de 1º de dezembro de 2015.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Cabe à instituição documentar o atendimento do disposto no inciso II do § 1º.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Não é considerada QCCP&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a contraparte central cujo reconhecimento mencionado no inciso III do § 1º já houver sido negado pelo Banco Central do Brasil, nos termos do art. 3º da Circular nº 3.772, de 2015; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as demais contrapartes centrais sediadas na jurisdição em que se encontra autorizada a exercer atividade a entidade de que trata o inciso I deste parágrafo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; A instituição pode limitar o valor da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;referente ao total de exposições a uma QCCP, inclusive proveniente de participação em fundo mutualizado, ao valor apurado caso a contraparte central não atendesse ao estabelecido no § 1º.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; As exposições relativas às operações mencionados nos incisos III, IV, V e VI do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;a uma contraparte central que tenha deixado de ser reconhecida como QCCP podem continuar a receber o tratamento previsto nos arts. 69 a 74 pelo período de 90 (noventa) dias corridos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do FPR Aplicado às Exposições em QCCP</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção I<br></strong><strong style=\"\">Da Participação em Fundo de Garantia Mutualizado</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 68.&#160; Para a participação em fundo de garantia mutualizado de QCCP, o valor da ParcDF, de que trata o art. 2º, § 2º, inciso I, deve ser calculado de acordo com a seguinte fórmula&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 68. &#160;Para a participação em fundo de garantia mutualizado de QCCP, o valor da ParcDF, de que trata o art. 2º, § 2º, deve ser calculado de acordo com a seguinte fórmula&#58;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=240\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 240, de 1º/9/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image006.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;565px;height&#58;45px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - K<sub style=\"\">QCCP</sub>&#160;= capital regulatório hipotético da QCCP, conforme o disposto no parágrafo único;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - DF<sub style=\"\">Próprio</sub>&#160;= valor da participação da instituição no fundo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - DF<sub style=\"\">QCCP</sub>&#160;= valor da participação da QCCP no fundo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - DF<sub style=\"\">CM</sub>&#160;= valor total do fundo, deduzido o valor da participação mencionada no inciso III.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O K<sub style=\"\">QCCP</sub>, informado pela contraparte central, é calculado de acordo com a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk102725966\"><em style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image007.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;299px;height&#58;30px;\" /><br></em></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><em style=\"\">EAD<sub style=\"\">i</sub></em>&#160;refere-se à exposição a que a contraparte central está sujeita em decorrência das operações a serem liquidadas perante o membro de compensação “i”.​</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Subseção II<br></strong><strong style=\"\">Das Operações em QCCP</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Operações de Titularidade Própria</strong></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 69.&#160; Deve ser aplicado FPR de 2% (dois por cento) à exposição relativa à operação de que trata o art. 67, inciso III, realizada diretamente com uma QCCP, a ser liquidada nos sistemas mencionados no art. 67, § 1º.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 70. Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição relativa à operação que componha a carteira da própria instituição, de que trata o art. 67, inciso III, realizada com uma QCCP por meio de instituição financeira não integrante do conglomerado prudencial&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 2% (dois por cento), se atendidos cumulativamente os seguintes requisitos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) a operação está registrada na QCCP&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. em nome do titular da operação; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. em nome do membro de compensação, de forma segregada das operações próprias desse membro, no caso de múltiplos clientes em uma única operação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os termos do contrato firmado entre as partes possibilitam a adoção das medidas e dos procedimentos necessários para a tempestiva liquidação ou transferência dos ativos, incluindo eventuais garantias prestadas, na ocorrência de liquidação, falência, providência similar ou inadimplemento de qualquer entidade integrante da cadeia de responsabilidades entre o titular da operação e a QCCP;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o titular da operação está protegido de quaisquer perdas decorrentes de liquidação, falência, providência similar ou inadimplemento&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. de qualquer entidade integrante da cadeia de responsabilidades entre ele e a QCCP; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. dos demais clientes, no caso de múltiplos clientes em uma única operação; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) o contrato firmado entre as partes tem força jurídica em todos os foros relevantes, inclusive em outras jurisdições nas quais deva ou possa produzir efeitos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 4% (quatro por cento), se atendidos os requisitos de que tratam as alíneas “a”, “b” e “d” do inciso I; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - FPR aplicável à instituição financeira contraparte, consoante o capítulo IV deste Título III, nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Operações Realizadas em Nome de Clientes</strong></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 71.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição de que trata o art. 67, inciso V, alínea “b”&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 2% (dois por cento), caso a instituição atue como membro de compensação; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o estabelecido no art. 70, se atendidos os respectivos requisitos, quando efetuadas por meio de instituição não integrante do conglomerado prudencial.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><a name=\"_Hlk102726518\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. Para fins do disposto no inciso II do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, considera-se como titular da operação o cliente contratante com a instituição.</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 72.&#160; Deve ser aplicado o FPR aplicável à contraparte, nos termos desta Resolução, à exposição de que trata o art. 67, inciso V, alínea “a”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><strong style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Ativos Disponibilizados como Garantia a QCCP</strong></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 73.&#160; Deve ser aplicado FPR de 2% (dois por cento) à exposição relativa ao bem ou direito, de titularidade própria ou de cliente, entregue ou disponibilizado como garantia a QCCP, de que trata o art. 67, incisos IV e VI, respectivamente, caso a instituição atue como membro de compensação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 74.&#160; Deve ser aplicado o seguinte FPR à exposição relativa ao bem ou direito, de titularidade própria ou de cliente, entregue ou disponibilizado como garantia a QCCP, de que trata o art. 67, incisos IV e VI, respectivamente, por meio de instituição não integrante do conglomerado prudencial&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 2% (dois por cento), se atendidos os seguintes requisitos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) o bem ou direito entregue ou disponibilizado como garantia está identificado&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. na QCCP, como disponibilizado pelo titular da operação; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. de forma segregada das operações próprias das entidades integrantes da cadeia de responsabilidades entre os múltiplos clientes e a QCCP, no caso de múltiplos clientes em uma única operação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os termos do contrato firmado entre as partes possibilitam a adoção das medidas e procedimentos necessários para a tempestiva liquidação ou transferência dos ativos transacionados, incluindo eventuais garantias prestadas, na ocorrência de liquidação, falência, providência similar ou inadimplemento de qualquer entidade integrante da cadeia de responsabilidades entre o titular da operação e a QCCP;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) o titular da operação está protegido de quaisquer perdas em decorrência da liquidação, falência, providência similar ou inadimplemento&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. de qualquer entidade integrante da cadeia de responsabilidades entre o titular da operação e a QCCP; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. dos demais clientes, no caso de múltiplos clientes em uma única operação; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) o contrato firmado entre as partes tem força jurídica em todos os foros relevantes, inclusive em outras jurisdições nas quais deva ou possa produzir efeitos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 4% (quatro por cento), se atendidos os requisitos “a”, “b” e “d” mencionados no inciso I; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - FPR aplicável à instituição financeira contraparte, consoante o capítulo IV deste Título III, nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">​Do FPR Aplicado às Exposições em CCP Não Qualificada</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 75.&#160; Deve ser aplicado FPR de 1.250% (mil, duzentos e cinquenta por cento) à exposição relativa à participação em fundo de garantia mutualizado de contraparte central não qualificada, de que trata o art. 67, inciso I.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O tratamento de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;também se aplica ao aumento de participação em fundo de garantia mutualizado de contraparte central não qualificada, contingente e futuro que possa ser exigido pela contraparte central, de que trata o art. 67, inciso II.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 76.&#160; Deve ser aplicado o FPR aplicável à instituição financeira contraparte consoante o capítulo IV deste Título III às exposições a contraparte central não qualificada mencionadas no art. 67, incisos III, IV, V, alínea “b”, e VI.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 77.&#160; Deve ser aplicado o FPR aplicável à contraparte, nos termos desta Resolução, à exposição de que trata o art. 67, inciso V, alínea “a”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO XVI<br>DAS DEMAIS EXPOSIÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 78.&#160; Na apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;relativa a bem ou direito entregue ou disponibilizado pela instituição a terceiros, inclusive em razão da constituição de garantias de que trata o art. 4º, inciso X, devem ser ponderadas a risco, concomitantemente&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a exposição relativa ao elemento patrimonial registrado no ativo da instituição, multiplicada pelo FPR correspondente; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a exposição não contabilizada no balanço patrimonial de que trata o art. 21, § 6º, inciso IV, multiplicada pelo maior FPR, entre os relacionados à sua restituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 79.&#160; Deve ser aplicado FPR de 0% (zero por cento) às seguintes exposições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - aplicação em ouro ativo financeiro ou instrumento cambial, bem como exposição ao ativo objeto representado pelo ouro ativo financeiro ou instrumento cambial; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - adiantamento de contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 80.&#160; Deve ser aplicado FPR de 20% (vinte por cento) às exposições relativas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a direitos resultantes da novação das dívidas do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS), de que trata a Lei nº 10.150, de 21 de dezembro de 2000; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a operações com pessoa jurídica de direito privado não financeira integrante do mesmo sistema cooperativo, quando realizadas por cooperativa singular, cooperativa central, confederação ou banco cooperativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 81.&#160; Deve ser aplicado FPR de 50% (cinquenta por cento)&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - às exposições de crédito ao FGC ou ao FGCoop; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - às exposições relativas às operações de crédito a serem amortizadas com base nos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), conforme previsto no inciso XV do art. 13 da Lei nº 10.438, de 26 de abril de 2002, incluído pela Medida Provisória nº 950, de 8 de abril de 2020, desde que atendidas, cumulativamente, as seguintes condições&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) as operações de crédito devem estar em conformidade com as disposições previstas no Decreto nº 10.350, de 18 de maio de 2020, e na regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) os direitos creditórios devidos pela CDE à Conta-Covid devem ser cedidos fiduciariamente ou empenhados em favor da instituição credora; e</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) os direitos creditórios devidos pela CDE à Conta-Covid ou à Conta Escassez Hídrica devem ser cedidos fiduciariamente ou empenhados em favor da instituição credora; e</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=240\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 240, de 1º/9/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) as quotas da CDE, especificas para a amortização das operações de crédito, devem ser majoradas para a constituição de reserva de liquidez equivalente a no mínimo 10% (dez por cento) da soma do principal, encargos financeiros e demais custos administrativos relacionados à operação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 82.&#160; Deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento) às exposições a créditos tributários de diferenças temporárias que não dependem de lucratividade futura para seu aproveitamento durante o funcionamento da instituição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 82-A.&#160; Deve ser aplicado FPR de 100% (cem por cento) à exposição relativa ao valor absoluto do ajuste negativo registrado no patrimônio líquido, de que trata o art. 4º, <em style=\"\">caput</em>, inciso XII. <a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=452\" target=\"_blank\">(Incluído, a partir de 31/1/2025, pela Resolução BCB nº 452, de 21/1/2025.)</a>​<br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 83.&#160; Deve ser aplicado FPR de 250% (duzentos e cinquenta por cento) às exposições relativas aos créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias que dependem de geração de lucros ou receitas tributárias futuras para sua realização, não deduzidos no cálculo do PR, mencionados no art. 8º, § 8º, da Resolução CMN nº 4.955, de 2021, ou no art. 7º, § 7º, da Resolução BCB 199, de 2022.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 84.&#160; Deve ser aplicado FPR de 300% (trezentos por cento) às exposições relativas aos créditos tributários decorrentes de prejuízo fiscal de imposto de renda e de base negativa de Contribuição Social sobre o Lucro líquido (CSLL), não deduzidos no cálculo do PR, conforme o disposto na Resolução CMN nº 4.955, de 2021, e na Resolução BCB nº 199, de 2022.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 84-A. &#160;Observado o limite de 10% (dez por cento) do Capital Principal, aplica-se&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - FPR de 100% (cem por cento) à parcela de exposição relativa a precatórios expedidos contra a União, que não exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FPR de 150% (cento e cinquenta por cento) à parcela de exposição relativa a precatórios expedidos contra estados, Distrito Federal e municípios, que não exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - FPR de 200% (duzentos por cento) à parcela de exposição relativa a direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença contra a União, que não exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - FPR de 300% (trezentos por cento) à parcela de exposição relativa a direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença contra estados, Distrito Federal e municípios, que não exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - FPR de 600% (seiscentos por cento) à parcela de exposição relativa a precatórios expedidos contra a União, estados, Distrito Federal e municípios, que exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - FPR de 1.250% (mil duzentos e cinquenta por cento) à parcela de exposição relativa a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença contra União, estados, Distrito Federal e municípios, que exceder o limite de que trata o&#160;<strong style=\"\">caput</strong>; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) precatórios ou direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença contra União, estados, Distrito Federal e municípios, oriundos de cessão, que não tenham sido objeto de registro público.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O disposto no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;inclui precatórios expedidos ou direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença contra autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista submetidas a regime de precatórios, observadas as disposições deste artigo quanto ao respectivo ente federado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para fins de atendimento ao limite estabelecido no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, as exposições relativas a precatórios expedidos ou direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença devem ser consideradas de forma agregada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; Nos casos em que o agregado das exposições relativas a precatórios expedidos ou direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença ultrapassar o limite estabelecido no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, para fins de aplicação do FPR, as parcelas mencionadas nos incisos I a IV do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;devem ser consideradas proporcionalmente à participação relativa das respectivas exposições em relação ao agregado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O tratamento previsto neste artigo não se aplica aos precatórios expedidos ou direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença registrados no balanço até a data-base de 30 de junho de 2023&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - decorrentes de ações judiciais próprias; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - adquiridos de terceiros, cuja cessão tenha sido objeto de registro público até 30 de junho de 2023.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;É facultada a aplicação do disposto no § 4º a precatórios expedidos após 30 de junho de 2023, desde que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os direitos creditórios que deram origem a esses precatórios tenham sido registrados no ativo até 30 de junho de 2023; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;background&#58;white;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a cessão dos direitos creditórios que deram origem a esses precatórios tenha sido objeto de registro público até 30 de junho de 2023, na hipótese de ativos adquiridos de terceiros.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;Independentemente da data de aquisição dos precatórios ou dos direitos creditórios em processo de execução ou em fase de cumprimento de sentença por fundo de investimento não consolidado, aplicam-se os FPRs estabelecidos no&#160;<strong style=\"\">caput&#160;</strong>às parcelas das exposições do fundo, devendo-se observar o disposto nos arts. 17, 18 e 59, inciso I.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=346\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Artigo 84-A incluído, a partir de 2/1/2024, pela Resolução BCB nº 346, de 4/10/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">TÍTULO IV<br>DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 85.&#160; Às exposições relativas a participações societárias ou a instrumentos de dívida subordinada, conforme disposto nos arts. 43 e 44, o FPR deve ser aplicado conforme o cronograma a seguir&#58;</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 85. &#160;Às exposições relativas a participações societárias, conforme disposto no art. 43, o FPR deve ser aplicado conforme o cronograma a seguir&#58;&#160;<a name=\"_Hlk113000965\"></a><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=240\" target=\"_blank\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 240, de 1º/9/2022.)</a></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - quanto às participações societárias de que trata o art. 43, inciso I&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) até 31 de dezembro de 2023, 100% (cem por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) até 31 de dezembro de 2024, 160% (cento e sessenta por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) até 31 de dezembro de 2025, 220% (duzentos e vinte por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) até 31 de dezembro de 2026, 280% (duzentos e oitenta por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) até 31 de dezembro de 2027, 340% (trezentos e quarenta por cento); e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) a partir de 1º de janeiro de 2028, o FPR determinado nos termos desta Resolução; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - quanto às participações societá​rias de que trata o art. 43, inciso III&#58;<br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) até 31 de dezembro de 2023, 100% (cem por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) até 31 de dezembro de 2024, 130% (cento e trinta por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) até 31 de dezembro de 2025, 160% (cento e sessenta por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) até 31 de dezembro de 2026, 190% (cento e noventa por cento);</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) até 31 de dezembro de 2027, 220% (duzentos e vinte por cento); e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">f) a partir de 1º de janeiro de 2028, o FPR determinado nos termos desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 86.&#160; Deve permanecer aplicado FPR de 50% (cinquenta por cento) às exposições relativas a financiamentos para a construção de imóveis, desde que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - garantidos por alienação fiduciária ou por hipoteca, em primeiro grau, e adotado o instituto do patrimônio de afetação, de que trata a Lei nº 4.591, de 1964; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;12pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - contratados ou adquiridos até 31 de dezembro de 2023.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 87.&#160; Deve ser encaminhado ao Banco Central do Brasil, na forma por ele estabelecida, relatório detalhando a apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. As informações utilizadas para a apuração da parcela RWA<sub style=\"\">CPAD</sub>&#160;devem ser mantidas à disposição do Banco Central do Brasil pelo prazo de 5 (cinco) anos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art.&#160; 88.&#160; Ficam revogadas&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Circular nº 3.644, 4 de março de 2013;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a Circular nº 3.848, de 18 de setembro de 2017; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a Circular nº 3.904, de 6 de junho de 2018.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; As referências à Circular nº 3.644, de 2013, passam a ter como referência esta Resolução.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 89.&#160; Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2023.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;36pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 89.&#160; Esta Resolução entra em vigor em 1º de julho de 2023.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=258\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/12/2022, pela Resolução BCB nº 258, de 18/11/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Otávio Ribeiro Damaso<br>Diretor de Regulação</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">ANEXO I À RESOLUÇÃO BCB Nº 229, DE 12 DE MAIO DE 2022</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 18pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Estabelece os procedimentos para o cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte decorrente de operações com instrumentos financeiros derivativos por meio da Abordagem SA-CCR.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Este Anexo dispõe sobre os procedimentos para o cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte de operações com instrumentos financeiros derivativos por meio da Abordagem SA-CCR.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O cálculo de que trata este Anexo aplica-se aos instrumentos financeiros derivativos classificados na carteira bancária e aos instrumentos financeiros derivativos classificados na carteira de negociação, conforme definidas na regulamentação em vigor.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=313\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 313, de 26/4/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DAS DEFINIÇÕES E CLASSIFICAÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do Valor da Exposição</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; O valor total da exposição relativa ao risco de crédito de uma determinada contraparte, decorrente de operações com instrumentos financeiros derivativos, deve ser igual ao somatório da exposição apurada para cada conjunto de compensação, calculada de acordo com o disposto no art. 3º deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; O valor da exposição para cada conjunto de compensação deve ser calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">EXP = 1,4 * (RC + GPF), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - RC = valor de reposição; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - GPF = ganho potencial futuro.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Um conjunto de compensação é composto por instrumentos financeiros derivativos transacionados com a mesma contraparte, sujeitos a um mesmo acordo bilateral para compensação e liquidação de obrigações que satisfaça as condições estabelecidas no art. 13 da Circular nº 3.809, de 25 de agosto de 2016.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O instrumento financeiro derivativo não incluído em acordo bilateral para compensação e liquidação de obrigações é tratado como um conjunto de compensação composto por um único instrumento.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Os valores, nocionais e de mercado, denominados ou indexados em moeda estrangeira são convertidos em moeda nacional com base na taxa de câmbio da data da apuração do valor da exposição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; O RC relativo a um conjunto de compensação composto por instrumentos financeiros derivativos transacionados sem margem de variação deve ser calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RC = Max &#123;V - C; 0&#125;, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - V = soma dos valores de mercado dos instrumentos financeiros derivativos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - C = valor líquido dos colaterais financeiros calculado na forma estabelecida no art. 5º, §§ 1º e 3º, deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para efeitos deste Anexo, margem de variação corresponde ao valor dos colaterais financeiros constituídos com a finalidade de proteger a instituição e a contraparte da flutuação do valor de mercado de instrumentos financeiros derivativos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; O RC relativo a um conjunto de compensação composto por instrumentos financeiros derivativos transacionados com margem de variação deve ser calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RC = Max &#123;V - C; THMTA - NICA; 0&#125;, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - V = conforme definido no art. 4º, inciso I, deste Anexo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - C = valor líquido dos colaterais financeiros, incluídos aqueles constituídos como margem de variação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - THMTA = valor máximo dos resultados financeiros acumulados que não provoca a constituição adicional de margem de variação pela contraparte; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - NICA = valor líquido dos colaterais financeiros constituídos, exceto aqueles constituídos como margem de variação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O C é calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">C = ∑ C<sub style=\"\">rec</sub>&#160;(1 - H<sub style=\"\">c</sub>&#160;- H<sub style=\"\">fx</sub>) - ∑ C<sub style=\"\">dep</sub>&#160;(1 + H<sub style=\"\">c</sub>), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - C<sub style=\"\">rec</sub>&#160;= valor de mercado do colateral financeiro constituído pela contraparte em favor da instituição, inclusive quando constituído como margem de variação;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - H<sub style=\"\">c</sub>&#160;= fator de ajuste padronizado, de que trata o art. 9º, inciso V e § 2º, da Circular nº 3.809, de 2016, associado ao colateral financeiro constituído como C<sub style=\"\">rec</sub>&#160;ou C<sub style=\"\">dep</sub>;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - H<sub style=\"\">fx</sub>&#160;= fator de ajuste padronizado, de que trata o art. 9º, inciso VI e § 1º, da Circular nº 3.809, de 2016, associado ao descasamento de moedas em que são denominados ou indexados a exposição e o colateral financeiro; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - C<sub style=\"\">dep</sub>&#160;= valor de mercado do colateral financeiro constituído pela instituição em favor da contraparte, inclusive quando constituído como margem de variação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O NICA é calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">NICA = ∑ ICA<sub style=\"\">rec</sub>&#160;(1 - H<sub style=\"\">c</sub>&#160;- H<sub style=\"\">fx</sub>) - ∑ ICA<sub style=\"\">dep</sub>&#160;(1 + H<sub style=\"\">c</sub>), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ICA<sub style=\"\">rec</sub>&#160;= valor de mercado do colateral financeiro constituído pela contraparte em favor da instituição;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ICA<sub style=\"\">dep</sub>&#160;= valor de mercado do colateral financeiro constituído pela instituição em favor da contraparte;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - H<sub style=\"\">c</sub>&#160;= fator de ajuste padronizado, de que trata o art. 9º, inciso V e § 2º, da Circular nº 3.809, de 2016, associado ao colateral financeiro constituído como ICA<sub style=\"\">rec</sub>&#160;ou ICA<sub style=\"\">dep</sub>; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - H<sub style=\"\">fx</sub>&#160;= conforme definido no § 1º, inciso III.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Na apuração do C<sub style=\"\">dep</sub>&#160;e do ICA<sub style=\"\">dep</sub>&#160;não são considerados os colaterais financeiros que serão prontamente restituídos à instituição em caso de liquidação ou falência da contraparte.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;As transações ocorridas em mercado de balcão, em que apenas a instituição constitui margem de variação, são tratadas como sem margem de variação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; No cálculo do valor total da exposição relativa ao risco de crédito de determinada contraparte, o uso de colaterais financeiros deve atender as disposições contidas na Circular nº 3.809, de 2016.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; A instituição pode limitar o valor da exposição relativo a um conjunto de compensação composto por instrumentos financeiros derivativos transacionados com margem de variação ao valor da exposição apurado como se os instrumentos financeiros derivativos tivessem sido transacionados sem margem.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; A instituição pode igualar a zero o valor da exposição relativa ao lançamento de uma opção transacionada sem margem de variação, em que o respectivo prêmio tenha sido liquidado e a opção forme um conjunto de compensação composto unicamente por ela.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte de um conjunto composto unicamente por um&#160;<strong style=\"\">swap</strong>&#160;de crédito transacionado sem margem de variação pode se limitar, a critério da instituição, ao valor do prêmio a liquidar, no caso da instituição atuar como receptora do risco.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;Para efeitos do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, a instituição pode retirar um derivativo de crédito de um conjunto de compensação e tratá-lo como se transacionado sem margem de variação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Das Classes de Ativos</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; Para o cálculo do valor do GPF, os instrumentos financeiros derivativos devem ser classificados em pelo menos uma das seguintes classes de ativos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - taxa de juros;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - taxa de câmbio;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - crédito;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ações; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - mercadorias (<strong style=\"\">commodities</strong>).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A classificação de instrumentos financeiros derivativos em uma classe de ativos é realizada a partir dos respectivos fatores de risco primários.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para efeito deste Anexo, fator de risco primário corresponde à variável que determina o valor de mercado do ativo subjacente do instrumento financeiro derivativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Na determinação do fator de risco primário do instrumento financeiro derivativo que possua mais de um fator de risco, é considerado aquele ao qual o valor de mercado do instrumento apresenta maior sensibilidade, segundo metodologia consistente e passível de verificação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O Banco Central do Brasil pode requerer que instrumentos financeiros derivativos sejam classificados simultaneamente em mais de uma classe de ativos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Dos Conjuntos de Transações Compensáveis</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10. &#160;Para o cálculo do GPF, os instrumentos financeiros derivativos devem ser alocados em conjuntos de transações compensáveis, classificados nas seguintes categorias, de acordo com as classes de ativos a que pertençam&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - conjuntos de transações compensáveis de base;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - conjuntos de transações compensáveis de volatilidade; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - conjuntos de transações compensáveis regulares.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Um conjunto de transações compensáveis de base é formado por instrumentos financeiros derivativos que possuam&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os respectivos fluxos de caixa dependentes de dois fatores de risco distintos pertencentes à mesma classe de ativos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - as respectivas posições ativas e passivas denominadas na mesma moeda.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Cada conjunto de que trata o § 1º é formado por instrumentos financeiros derivativos que possuam o mesmo par de fatores de risco.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Os conjuntos de transações compensáveis de volatilidade e de transações compensáveis regulares são formados por instrumentos financeiros derivativos de acordo com as seguintes condições para cada classe de ativos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - taxa de juros&#58; um conjunto para cada moeda a que se referenciem os instrumentos financeiros derivativos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - taxa de câmbio&#58; um conjunto para cada par de moedas a que se referenciem os instrumentos financeiros derivativos;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - crédito&#58; um único conjunto;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - ações&#58; um único conjunto; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - mercadorias&#58; um conjunto para cada uma de quatro categorias&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) energia;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) metal;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) agrícola; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) outras mercadorias.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Os conjuntos de transações compensáveis de volatilidade são formados por instrumentos financeiros derivativos que se referenciem à volatilidade de pelo menos um fator de risco.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Os conjuntos de transações compensáveis regulares são formados por instrumentos financeiros derivativos que não sejam classificados nos conjuntos de transações compensáveis de base nem nos conjuntos de transações de volatilidade.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;Cada instrumento financeiro derivativo pode compor apenas um conjunto de transações compensáveis, exceto na situação prevista no art. 9º, § 4º, deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Do Cálculo do GPF</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11. &#160;O GPF deve ser calculado conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">GPF = Multiplicador * VAA, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image008.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;445px;height&#58;45px;\" />&#160;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) V = soma dos valores de mercado dos instrumentos financeiros derivativos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) C = valor líquido dos colaterais financeiros, calculado na forma estabelecida no art. 5º, §§ 1º e 3º, deste Anexo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VAA = valor adicional agregado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O VAA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VAA = ∑VA&#160;<sup style=\"\">(classe do ativo)</sup>, em que VA<sup style=\"\">(classe do ativo)</sup>&#160;corresponde ao valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos de determinada classe de ativos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>​DO CÁLCULO DO VALOR ADICIONAL DAS CLASSES DE ATIVOS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do Valor Adicional da Classe Taxa de Juros</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12. &#160;O valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos da classe taxa de juros (VA<sup style=\"\">juros</sup>) deve ser igual ao somatório do valor adicional relativo (VA) apurado para cada conjunto de transações compensáveis, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sup style=\"\">juros</sup>&#160;= ∑ VA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O VA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA = FS * VN, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - FS = fator de ajuste relativo ao conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VN = valor nocional relativo ao conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O FS corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 0,5% (cinco décimos por cento), para conjuntos de transações compensáveis regulares;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento), para conjuntos de transações compensáveis de base; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento), para conjuntos de transações compensáveis de volatilidade.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O VN é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VN = [(VNE<sub style=\"\">1</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ (VNE<sub style=\"\">2</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ (VNE<sub style=\"\">3</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ 1,4 * VNE<sub style=\"\">1</sub>&#160;* VNE<sub style=\"\">2&#160;</sub>+ 1,4 * VNE<sub style=\"\">2</sub>&#160;* VNE<sub style=\"\">3</sub>&#160;+ 0,6 * VNE<sub style=\"\">1</sub>&#160;* VNE<sub style=\"\">3</sub>]<sup style=\"\">1/2</sup>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE<sub style=\"\">k</sub>&#160;é igual ao valor nocional efetivo referente ao conjunto de transações compensáveis e à categoria de maturidade “k”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;A categoria de maturidade “k” é determinada de acordo com o prazo remanescente do instrumento financeiro derivativo, sendo igual a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 1 (um), se o prazo remanescente for menor que 1 (um) ano;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 2 (dois), se o prazo remanescente for igual ou maior que um ano, e menor que 5 (cinco) anos; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 3 (três), se o prazo remanescente for igual ou maior que 5 (cinco) anos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O VNE<sub style=\"\">k</sub>&#160;é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE<sub style=\"\">k</sub>&#160;= ∑ δ * VNA * MF, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - δ = delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo, definido no art. 19 deste Anexo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VNA = valor nocional ajustado, relativo ao instrumento financeiro derivativo de maturidade “k”; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - MF = fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo, calculado na forma definida no art. 20 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O VNA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA = DS * VN, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - DS = maturidade padronizada relativa ao instrumento financeiro derivativo, calculado na forma definida no art. 21 deste Anexo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VN = valor nocional do instrumento financeiro derivativo, observado o disposto no art. 22 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;O prazo remanescente do instrumento financeiro derivativo de que trata § 4º corresponde ao período compreendido entre a data da apuração e&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a data de vencimento do instrumento;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a data de vencimento do instrumento financeiro derivativo subjacente, caso o instrumento financeiro derivativo transacionado seja uma opção; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a próxima data de pagamento da exposição, se houver previsão de liquidação em datas previamente estabelecidas, desde que o valor de mercado do instrumento financeiro derivativo transacionado se iguale a zero nesta data.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do Valor Adicional da Classe Taxa de Câmbio</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13. &#160;O valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos da classe taxa de câmbio (VA<sup style=\"\">câmbio</sup>) deve ser igual ao somatório do valor adicional relativo (VA) apurado para cada conjunto de transações compensáveis, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sup style=\"\">câmbio</sup>&#160;= ∑ VA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O VA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA = FS * │VNE │, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - │VNE │= valor absoluto do valor nocional efetivo relativo ao conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FS= fator de ajuste relativo ao conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O FS corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 4% (quatro por cento), para conjuntos de transações compensáveis regulares; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 20% (vinte por cento), para conjuntos de transações compensáveis de volatilidade.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O VNE é igual ao somatório do valor apurado para cada instrumento financeiro derivativo, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE = ∑ δ * VNA * MF, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - δ = delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo, definido no art. 19 deste Anexo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VNA = valor nocional ajustado, relativo ao instrumento financeiro derivativo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - MF = fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo “i”, calculado na forma definida no art. 20 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O VNA corresponde ao&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - valor nocional da posição denominada ou indexada em moeda estrangeira convertida para a moeda nacional, conforme disposto no art. 3º, § 3º, deste Anexo, caso o instrumento financeiro derivativo apresente apenas uma posição denominada ou indexada em moeda estrangeira; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - maior valor dos valores nocionais relativos às duas posições, convertidos em moeda nacional, conforme disposto no art. 3º, § 3º, deste Anexo, caso o instrumento financeiro derivativo apresente as duas posições denominadas ou indexadas em moedas estrangeiras.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Na determinação de VNA, deve ser observado o disposto no art. 22 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Do Valor Adicional da Classe Crédito</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14. &#160;O valor adicional para os instrumentos financeiros derivativos da classe crédito (VA<sup style=\"\">crédito</sup>) deve ser igual ao somatório do valor adicional relativo (VA) apurado para cada conjunto de transações compensáveis, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sup style=\"\">crédito</sup>&#160;= ∑ VA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O VA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">VA = [ (∑<sub style=\"\">t</sub>&#160;</span>ρ<sub style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">t</span></sub><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">&#160;* VA<sub style=\"\">t</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ ∑<sub style=\"\">t</sub>&#160;(1-&#160;</span>ρ<sub style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">t</span></sub><sup style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">2</span></sup><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">) * (VA<sub style=\"\">t</sub>)<sup style=\"\">2</sup>]<sup style=\"\">1/2</sup>, em que&#58;</span></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;= valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados à entidade “t” e que componham o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ρ<sub style=\"\">t</sub>&#160;= fator de correlação relativo aos instrumentos financeiros derivativos de crédito relacionados à entidade “t”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O fator ρ<sub style=\"\">t</sub>&#160;corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 50% (cinquenta por cento), caso a entidade “t” seja pessoa jurídica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 80% (oitenta por cento), caso a entidade “t” seja representada por um índice de crédito.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;= VNE * FS, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - VNE = valor nocional efetivo relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados a uma entidade e que componham o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FS = fator de ajuste relativo à entidade e ao conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis regulares e para uma entidade pessoa jurídica, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 0,54% (cinquenta e quatro centésimos por cento), caso a entidade&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) tenha emitido ações que estejam incluídas em índices relevantes de bolsa de valores sujeita a regulação e supervisão governamental; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) esteja associada a um Fator de Ponderação de Risco (FPR) menor ou igual a 85% (oitenta e cinco por cento), de acordo com o disposto nesta Resolução; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 6% (seis por cento), nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis de base e para uma entidade pessoa jurídica, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 0,27% (vinte e sete centésimos por cento), caso a entidade satisfaça pelo menos uma das condições dispostas no § 4º, inciso I; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 3% (três por cento), caso a entidade não satisfaça nenhuma das condições dispostas no § 4º, inciso I.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis de volatilidade e para uma entidade pessoa jurídica, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 2,7% (dois inteiros e sete décimos por cento), caso a entidade satisfaça pelo menos uma das condições dispostas no § 4º, inciso I; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 30% (trinta por cento), caso a entidade não satisfaça nenhuma das condições dispostas no § 4º, inciso I.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis e para uma entidade representada por um índice de crédito, corresponde ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">FS = (∑t α<sub style=\"\">t</sub>&#160;* FS<sub style=\"\">t</sub>) * µ, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - α<sub style=\"\">t</sub>&#160;= participação relativa da entidade “t”, pessoa jurídica, no índice de crédito;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FS<sub style=\"\">t</sub>&#160;= fator de ajuste associado à entidade “t”, pessoa jurídica, apurado de acordo com o disposto no § 4º; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - µ = multiplicador associado ao conjunto de transações compensáveis, correspondente a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 1 (um), para conjuntos de transações compensáveis regulares;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 0,5 (cinco décimos), para os conjuntos de transações compensáveis de base; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) 5 (cinco), para os conjuntos de transações compensáveis de volatilidade.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º &#160;A fórmula disposta no § 7º para apuração de FS pode ser substituída pela seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">FS = 0,0106 * µ</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 9º &#160;O VNE é igual ao somatório do valor apurado para cada instrumento financeiro derivativo, por entidade, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE = ∑ δ * VNA * MF, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - δ = delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo, definido no art. 19;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VNA = valor nocional ajustado do instrumento financeiro derivativo referenciado à entidade; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - MF = fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo, calculado na forma definida no art. 20 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 10. &#160;O VNA<sub style=\"\">t</sub>&#160;é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA<sub style=\"\">t</sub>&#160;= DS * VN<sub style=\"\">t</sub>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - DS = maturidade padronizada relativa ao instrumento financeiro derivativo referenciado à entidade “t”, calculada na forma definida no art. 21 deste Anexo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VN<sub style=\"\">t</sub>&#160;= valor nocional do instrumento financeiro derivativo referenciado à entidade “t”, observando-se o disposto no art. 22 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Do Valor Adicional da Classe Ações</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15. &#160;O valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos da classe ações (VA<sup style=\"\">ações</sup>) deve ser igual ao somatório do valor adicional relativo (VA) apurado para cada conjunto de transações compensáveis, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sup style=\"\">ações</sup>&#160;= ∑ VA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O VA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">VA = [(∑<sub style=\"\">t</sub>&#160;</span>ρ<sub style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">t</span></sub><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">&#160;* VA<sub style=\"\">t</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ ∑<sub style=\"\">t</sub>&#160;(1-&#160;</span>ρ<sub style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">t</span></sub><sup style=\"\"><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">2</span></sup><span lang=\"FR-BE\" style=\"\">) * (VA<sub style=\"\">t</sub>)<sup style=\"\">2</sup>]<sup style=\"\">1/2</sup></span>, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;= valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados à entidade “t” e que componham o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - ρ<sub style=\"\">t</sub>&#160;= fator de correlação para os instrumentos financeiros derivativos relativos à entidade “t”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O fator ρ<sub style=\"\">t</sub>&#160;corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 50% (cinquenta por cento), caso a entidade “t” seja pessoa jurídica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 80% (oitenta por cento), caso a entidade “t” seja representada por um índice de ações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sub style=\"\">t</sub>&#160;= VNE * FS, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - VNE = valor nocional efetivo relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados a uma determinada entidade e que componham o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FS = fator de ajuste relativo à entidade e ao conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis regulares e para uma entidade, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 32% (trinta e dois por cento), caso a entidade seja pessoa jurídica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 20% (vinte por cento), caso a entidade seja representada por um índice de ações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O FS, para um conjunto de transações compensáveis de base e para a entidade, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 16% (dezesseis por cento), caso a entidade seja pessoa jurídica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 10% (dez por cento), caso a entidade seja representada por um índice de ações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O FS, para o conjunto de transações compensáveis de volatilidade e para a entidade, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 160% (cento e sessenta por cento), caso a entidade seja pessoa jurídica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 100% (cem por cento), caso a entidade seja representada por um índice de ações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;O VNE é igual ao somatório do valor apurado para cada instrumento financeiro derivativo, por entidade, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE = ∑ δ * VNA * MF, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - δ = delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo, definido no art. 19 deste Anexo;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VNA = valor nocional ajustado do instrumento financeiro derivativo referenciado à entidade; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - MF = fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo, calculado na forma definida no art. 20 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º &#160;O VNA do instrumento financeiro derivativo é calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - para instrumento que componha um conjunto de transações compensáveis regular ou de base&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA = P * N, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) P = preço de mercado de uma unidade da ação emitida por uma entidade, calculado de acordo com o disposto na Circular nº 3.082, de 30 de janeiro de 2002, e na Resolução nº 4.277, de 31 de outubro de 2013; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) N = número de unidades da ação emitida pela entidade, relativo ao instrumento financeiro derivativo e que compõe o conjunto de compensação; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - para instrumento que componha um conjunto de transações compensáveis de volatilidade&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA = VR * CN, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) VR = indicador de volatilidade da ação ou do índice de ações; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) CN = valor nocional contratado relativo à ação ou ao índice de ações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 9º &#160;Na determinação de VNA, deve ser observado o disposto no art. 22 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção V<br></strong><strong style=\"\">Do Valor Adicional da Classe Mercadorias</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16. &#160;O valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos da classe mercadorias (VA<sup style=\"\">comm</sup>) deve ser igual ao somatório do valor adicional relativo (VA) apurado para cada conjunto de transações compensáveis, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sup style=\"\">comm</sup>&#160;= ∑ VA</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O VA é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA = [(0,4 * ∑<sub style=\"\">v</sub>&#160;VA<sub style=\"\">v</sub>)<sup style=\"\">2</sup>&#160;+ 0,84 * ∑<sub style=\"\">v</sub>&#160;VA<sub style=\"\">v</sub><sup style=\"\">2</sup>]<sup style=\"\">1/2</sup>, em que VA<sub style=\"\">v</sub>&#160;é igual ao valor adicional relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados às mercadorias do tipo “v” e que componham o conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O VAv é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VA<sub style=\"\">v</sub>&#160;= VNE * FS, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - VNE = valor nocional efetivo relativo aos instrumentos financeiros derivativos referenciados às mercadorias do tipo “v” e que componham o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - FS = fator de ajuste relativo ao tipo de mercadorias que componham o conjunto de transações compensáveis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O FS, para conjuntos de transações compensáveis regulares, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 40% (quarenta por cento), para o tipo de mercadoria energia elétrica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 18% (dezoito por cento), para os demais tipos de mercadorias.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O FS, para conjuntos de transações compensáveis de base, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 20% (vinte por cento), para o tipo de mercadoria energia elétrica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 9% (nove por cento), para os demais tipos de mercadorias.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O FS, para conjuntos de transações compensáveis de volatilidade, corresponde a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 200% (duzentos por cento), para o tipo de mercadoria energia elétrica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 90% (noventa por cento), para os demais tipos de mercadorias.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;O VNE é igual ao somatório do valor apurado para cada instrumento financeiro derivativo, por tipo de mercadoria, conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNE = ∑ δ * VNA * MF, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - δ = delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo, definido no art. 19;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - VNA = valor nocional ajustado do instrumento financeiro derivativo, do tipo de mercadoria que compõe o conjunto de transações compensáveis; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - MF = fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo, calculado na forma definida no art. 20.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;O VNA do instrumento financeiro derivativo é calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - para instrumento que componha um conjunto de transações compensáveis regular ou de base&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA = P * N, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) P = preço de mercado de uma unidade da mercadoria, calculado de acordo com o disposto na Circular nº 3.082, de 2002, e na Resolução nº 4.277, de 2013; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) N = número de unidades da mercadoria, relativo ao instrumento financeiro derivativo que compõe o conjunto de compensação; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - para instrumento que componha um conjunto de transações compensáveis de volatilidade&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VNA = VR * CN, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) VR = indicador de volatilidade relativa à mercadoria; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) CN = valor nocional contratado relativo à mercadoria.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º &#160;Na determinação de VNA, deve ser observado o disposto no art. 22 deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DOS MÚLTIPLOS ACORDOS DE MARGENS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 17. &#160;A exposição relativa ao conjunto de compensação associado a múltiplos acordos de margens deve ser calculada conforme a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">EXP = ∑ EXP<sub style=\"\">sub</sub>, em que EXP<sub style=\"\">sub</sub>&#160;é igual à exposição associada a um subconjunto formado por instrumentos financeiros derivativos cobertos por apenas um desses acordos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O valor de EXP<sub style=\"\">sub&#160;</sub>é apurado de acordo com o estabelecido no art. 3º deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 18. &#160;Caso a instituição tenha firmado um acordo de margem que tenha dois ou mais conjuntos de compensação, a exposição associada a esses conjuntos deve ser calculada da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">EXP = 1,4 * (RC<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;+ GPF<sub style=\"\">dcc</sub>), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - RC<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;= valor de reposição relativo aos conjuntos de compensação abrangidos pelo acordo de compensação; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - GPF<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;= ganho potencial futuro relativo aos conjuntos de compensação abrangidos pelo acordo de compensação.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O RC<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;é calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RC<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;= max &#123;Σcc max &#123;V<sub style=\"\">cc</sub>&#160;; 0&#125; - max &#123;C<sub style=\"\">am</sub>; 0&#125;;0&#125; + max &#123;Σcc min &#123; V<sub style=\"\">cc</sub>&#160;; 0&#125; – min</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#123;C<sub style=\"\">am</sub>; 0&#125;; 0&#125;, em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - V<sub style=\"\">cc</sub>&#160;= valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos que compõem um dos conjuntos de compensação cobertos pelo acordo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - C<sub style=\"\">am</sub>&#160;= valor líquido dos colaterais financeiros relativos a todos os conjuntos de compensação cobertos pelo acordo, calculado na forma estabelecida no art. 5º, §§ 1º e 3º, deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O GPF<sub style=\"\">dcc</sub>, é calculado da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">GPF<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;= ∑ GPF<sub style=\"\">cc</sub>, em que GPF<sub style=\"\">cc</sub>&#160;é igual ao ganho potencial futuro relativo a um dos conjuntos de compensação cobertos pelo acordo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Caso o C<sub style=\"\">am</sub>&#160;seja igual ou menor que GPF<sub style=\"\">dcc</sub>, calculado como disposto no § 2º, o GPF<sub style=\"\">cc</sub>&#160;deve ser apurado como se fosse composto por instrumentos financeiros derivativos transacionados sem depósitos de margem, devendo o GPF<sub style=\"\">dcc</sub>&#160;ser recalculado.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO V<br>DOS PARÂMETROS PADRONIZADOS</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção I<br></strong><strong style=\"\">Do Delta Padronizado</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 19. &#160;O delta padronizado relativo ao instrumento financeiro derivativo (δ) deve corresponder&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - no caso de opção de compra, ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image009.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;455px;height&#58;46px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. Φ = função de distribuição normal padrão acumulada;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. P = preço de mercado do ativo subjacente da opção;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">3. K = preço de exercício da opção;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">4. λ<sub style=\"\">j</sub>&#160;= menor valor a ser adicionado no contexto de taxas de juros nulas ou negativas, caso a razão P/K seja não positiva, devendo ser aplicado a todas as opções da classe taxa de juros, denominadas na moeda “j”;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">5. T = período até a última data em que for possível o exercício da opção; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">6. σ = volatilidade padronizada associada à opção, definida no parágrafo único; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image010.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;520px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - no caso de opção de venda, ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image011.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;492px;height&#58;51px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - no caso de instrumento financeiro derivativo referenciado a uma classe de priorização de pagamentos de uma operação de securitização, ao resultado da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image012.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;383px;height&#58;38px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1. A = percentual de perdas acumuladas no valor dos ativos subjacentes a partir do qual há redução da remuneração da classe de priorização de pagamentos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">2. D = percentual de perdas acumuladas no valor dos ativos subjacentes a partir do qual há perda total do valor de determinada classe de priorização de pagamentos; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image013.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;487px;height&#58;23px;\" />​<br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​IV - no caso dos demais instrumentos financeiros derivativos&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) δ = 1, para posição comprada; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) δ = - 1, para posição vendida.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;A volatilidade padronizada (<em style=\"\">σ</em>) assume os seguintes valores&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 50% (cinquenta por cento), para a classe taxa de juros;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 15% (quinze por cento), para a classe taxa de câmbio;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - para a classe crédito&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 100% (cem por cento), para as opções referenciadas a pessoas jurídicas; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 80% (oitenta por cento), para opções de crédito referenciadas a índice de crédito; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - para a classe ações&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 120% (cento e vinte por cento), para opções referenciadas a pessoas jurídicas; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 75% (setenta e cinco por cento), para opções referenciadas a índice de ações; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - para a classe mercadorias&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) 150% (cento e cinquenta por cento), para opções referenciadas a mercadorias que pertençam ao tipo energia elétrica; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) 70% (setenta por cento), para opções referenciadas às demais mercadorias.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Caso a posição do instrumento derivativo transacionado não possa ser prontamente identificada como comprada ou vendida, a instituição deve verificar que fator de risco mais sensibiliza seu valor de mercado, observado o disposto no art. 9º, § 3º, deste Anexo, tratando a posição como comprada, caso o fator de risco preponderante seja da posição ativa, ou como vendida, caso seja da posição passiva.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção II<br></strong><strong style=\"\">Do Fator de Maturidade</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 20. &#160;O fator de maturidade relativo ao instrumento financeiro derivativo (MF) deve ser calculado por meio da seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image014.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;447px;\" /><br></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O M corresponde ao período, em dias úteis, compreendido entre a data da apuração da exposição e&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a data de vencimento do instrumento;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a data de vencimento do instrumento financeiro derivativo subjacente, caso o instrumento financeiro derivativo transacionado seja uma opção; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a próxima data de pagamento da exposição, se houver previsão de liquidação em datas previamente estabelecidas, desde que o valor de mercado do instrumento financeiro derivativo transacionado se iguale a zero nessa data.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para efeito de aplicação da fórmula definida no inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, M corresponde a, no mínimo, 10 (dez) dias úteis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;O MPOR é igual a&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 5 (cinco) dias úteis, caso o instrumento financeiro derivativo seja liquidado em contraparte central e esteja sujeito a acordo de liquidação diária da exposição;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - (5 + RPM - 1), caso o instrumento financeiro derivativo seja liquidado em contraparte central;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - 10 (dez) dias úteis, caso o instrumento financeiro derivativo não seja liquidado em contraparte central e esteja sujeito a acordo de liquidação diária da exposição;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - (10 + RPM - 1), caso o instrumento financeiro derivativo não seja liquidado em contraparte central e componha conjunto de compensação com menos de 5 (cinco) mil instrumentos financeiros derivativos; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - 20 (vinte) dias úteis, no caso de conjuntos de compensação compostos por pelo menos 5 (cinco) mil instrumentos financeiros derivativos não liquidados em contrapartes centrais.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O RPM corresponde ao número de dias úteis previsto para a liquidação da exposição relativa ao instrumento derivativo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;O MPOR estabelecido no § 3º é duplicado para o conjunto de compensação em que tenham ocorrido, no período de 2 (dois) trimestres, pelo menos duas divergências relativas aos valores de exposição entre a instituição e a contraparte, e pelo menos uma das divergências tenha ultrapassado o prazo previsto de liquidação da exposição sem ser encerrada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção III<br></strong><strong style=\"\">Do Cálculo da Maturidade</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 21. &#160;A maturidade padronizada do instrumento financeiro derivativo (DS), deve ser calculada da seguinte forma&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">​​​<img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image015.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;299px;\" />​</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O S é igual&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ao período compreendido entre a data da apuração da exposição e o início da vigência&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) do instrumento financeiro derivativo subjacente ao instrumento transacionado; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) do instrumento financeiro derivativo transacionado, nos demais casos; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a zero, para o instrumento financeiro derivativo em vigor.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O E é igual ao período compreendido entre a data da apuração da exposição e a data de vencimento&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - do instrumento financeiro derivativo subjacente ao instrumento transacionado; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - do instrumento financeiro derivativo transacionado, nos demais casos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para efeito de aplicação da fórmula definida no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>, o valor de E corresponde a, no mínimo, S acrescido de 10 (dez) dias úteis.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><strong style=\"\">Seção IV<br></strong><strong style=\"\">Das Especificidades dos Valores Nocionais</strong></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 22. &#160;O VN, quando não identificado de forma clara ou que não se mantenha constante até a data de vencimento, deve ser determinado considerando-se as condições específicas estabelecidas em contrato.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;Caso a determinação do resultado financeiro dependa de fórmula, o VN é calculado mediante sua aplicação, tendo como referência temporal o momento da apuração, inclusive quanto aos valores de mercado dos ativos e eventuais prazos.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;Para o&#160;<strong style=\"\">swap</strong>&#160;que possua uma trajetória de variação do valor nocional contratual ao longo do tempo, o VN é igual à média ponderada do valor nocional contratual pelo tempo, considerando o prazo remanescente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para o&#160;<strong style=\"\">swap</strong>&#160;alavancado, o VN é igual ao valor nocional contratual multiplicado pelo respectivo fator de alavancagem.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Para o instrumento financeiro derivativo em que há múltiplas trocas de principal, o VN é igual ao valor nocional contratual multiplicado pelo número de pagamentos a efetuar.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Para o instrumento financeiro derivativo em que há liquidações periódicas dos saldos acumulados em datas previamente estabelecidas, o VN é igual a zero na data em que a liquidação for efetuada.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;Caso uma opção, a ser exercida se o ativo subjacente alcançar ou superar o preço de exercício predeterminado (opção digital ou binária), possa ser reproduzida por meio da compra ou venda de duas ou mais opções que somente podem ser exercidas na mesma data de vencimento, o VN é apurado considerando-se as opções utilizadas na sua reprodução, como se transacionadas separadamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;Para uma opção, a ser exercida em datas predeterminadas, que possua como ativo subjacente um&#160;<strong style=\"\">swap</strong>, o VN é calculado considerando que S é igual ao período compreendido entre a data da apuração da exposição e a próxima data em que há a possibilidade de exercício.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º &#160;Caso o preço de exercício de uma opção, desconhecido no momento do pagamento de seu prêmio, seja um múltiplo do preço do ativo subjacente em uma data futura, o VN é calculado considerando&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - S = período compreendido entre a data da apuração da exposição e a data em que se define o preço de exercício; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - T = período compreendido entre a data em que se define o preço de exercício e a data de vencimento da opção.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 9º &#160;Caso uma opção, que estabeleça limites para flutuações de preços de ativos ou de taxa de juros para determinados intervalos de pagamentos, possa ser reproduzida por opções que somente possam ser exercidas nas respectivas datas de vencimento, o VN é apurado a partir do somatório dos valores nocionais dessas opções, sendo que para as opções que limitam as flutuações no intervalo de pagamento&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - S = T = período compreendido entre a data de apuração da exposição e o início do intervalo de pagamento; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - E = período compreendido entre a data de apuração da exposição e o final do intervalo de pagamento, considerando-se o disposto no art. 21, § 3º, deste Anexo.</span></p><span style=\"text-align&#58;justify;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span><span style=\"text-align&#58;justify;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><br clear=\"all\"></span><span style=\"text-align&#58;justify;font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></span><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">ANEXO II À RESOLUÇÃO BCB Nº 229, DE 12 DE MAIO DE 2022</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 18pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Estabelece os procedimentos para o cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte decorrente de operações com instrumentos financeiros derivativos por meio da Abordagem CEM.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br>DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º&#160; Este Anexo dispõe sobre os procedimentos para o cálculo do valor da exposição relativa ao risco de crédito de contraparte de operações com instrumentos financeiros derivativos por meio da Abordagem CEM.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O cálculo de que trata este Anexo aplica-se aos instrumentos financeiros derivativos classificados na carteira bancária e aos instrumentos financeiros derivativos classificados na carteira de negociação, conforme definidas na regulamentação em vigor.&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=313\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluído, a partir de 1º/7/2024, pela Resolução BCB nº 313, de 26/4/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br>DO VALOR DE EXPOSIÇÃO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito da contraparte decorrente de operação com instrumento financeiro derivativo, exceto derivativo de crédito, deve corresponder ao seu valor de reposição, se positivo, acrescido do ganho potencial futuro, de que trata o art. 3º deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; O ganho potencial futuro decorrente de transação com instrumento financeiro derivativo deve ser determinado mediante a multiplicação do valor nocional do instrumento financeiro derivativo pelo respectivo Fator de Exposição Potencial Futura (FEPF).</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><s style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;O valor nocional denominado ou indexado em moeda estrangeira é convertido em moeda nacional conforme o disposto no art. 7º, § 3º, deste Anexo.</span></s></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Os valores, nocionais e de mercado, denominados ou indexados em moeda estrangeira são convertidos em moeda nacional</span><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;com base na taxa de câmbio da data da apuração do valor da exposição<span style=\"color&#58;rgb(33, 37, 41);\">.&#160;</span></span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=323\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/7/2023, pela Resolução BCB nº 323, de 14/6/2023.)</span></a></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O FEPF corresponde ao maior entre os valores relativos às posições ativas e passivas do instrumento financeiro derivativo, conforme o prazo remanescente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;No caso de operações que prevejam liquidações dos valores referentes a ajustes periódicos, com respectiva atualização dos seus termos e conversão do seu valor de mercado a zero, o prazo remanescente deve ser considerado até a data de liquidação seguinte, limitando-se o FEPF ao valor mínimo de 0,5% (cinco décimos por cento) em operações com prazo remanescente maior do que 1 (um) ano.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;Os valores relativos aos referenciais &quot;taxa de juros&quot; e &quot;índice de preços&quot; são de 0% (zero por cento), 0,5% (cinco décimos por cento) e 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), para o prazo remanescente da transação menor do que 1 (um) ano, de 1 (um) a 5 (cinco) anos e maior do que 5 (cinco) anos, respectivamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º &#160;Os valores relativos aos referenciais &quot;taxa de câmbio&quot; e &quot;ouro&quot; são de 1% (um por cento), 5% (cinco por cento) e 7,5% (sete inteiros e cinco décimos por cento), para o prazo remanescente da transação menor do que 1 (um) ano, de 1 (um) a 5 (cinco) anos e maior do que 5 (cinco) anos, respectivamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º &#160;Os valores relativos ao referencial &quot;ações&quot; são de 6% (seis por cento), 8% (oito por cento) e 10% (dez por cento), para o prazo remanescente da transação menor do que 1 (um) ano, de 1 (um) a 5 (cinco) anos e maior do que 5 (cinco) anos, respectivamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 7º &#160;Os valores relativos a outros referenciais que não os mencionados nos §§ 3º a 6º são de 10% (dez por cento), 12% (doze por cento) e 15% (quinze por cento), para o prazo remanescente da transação menor do que 1 (um) ano, de 1 (um) a cinco anos e maior do que 5 (cinco) anos, respectivamente.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 8º &#160;Para efeitos deste artigo, o prazo remanescente corresponde ao período compreendido entre a data da apuração do valor da exposição e&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a data de vencimento do instrumento;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a data de vencimento do instrumento financeiro derivativo subjacente, caso o instrumento financeiro derivativo transacionado seja uma opção; ou</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a próxima data de pagamento da exposição, se houver previsão de liquidação em datas previamente estabelecidas, desde que o valor de mercado do instrumento financeiro derivativo transacionado se iguale a zero nesta data.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br>DOS DERIVATIVOS DE CRÉDITO</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito da contraparte decorrente de transação com instrumento financeiro derivativo de crédito deve corresponder ao seu valor de reposição, se positivo, acrescido do ganho potencial futuro, de que trata o art. 5º deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; O ganho potencial futuro decorrente de transação de derivativo de crédito deve ser determinado mediante a multiplicação do valor nocional do instrumento financeiro derivativo pelo respectivo FEPF.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O valor nocional denominado ou indexado em moeda estrangeira é convertido em moeda nacional com base na taxa de câmbio da data da apuração do valor da exposição.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O FEPF corresponde aos seguintes valores&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - 5% (cinco por cento), para ativos subjacentes que representem exposições a instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - 10% (dez por cento), para os demais ativos subjacentes.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Para a instituição receptora do risco em transação com derivativo de crédito na modalidade&#160;<strong style=\"\">swap</strong>&#160;de crédito, o GPF pode se limitar ao valor do prêmio a liquidar.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br>DOS DERIVATIVOS SUJEITOS A ACORDOS PARA COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE OBRIGAÇÕES</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; O valor da exposição relativa ao risco de crédito da contraparte decorrente de transações com instrumentos financeiros derivativos, inclusive os derivativos de crédito, sujeitas a acordo bilateral para a compensação e liquidação de obrigações que satisfaça as condições estabelecidas no art. 13 da Circular nº 3.809, 25 de agosto de 2016, deve corresponder ao resultado do somatório&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - do valor de reposição líquido, se positivo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - do ganho potencial futuro líquido (GPF<sub style=\"\">Líq</sub>), apurado conforme o art. 7º deste Anexo.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O valor da exposição mencionado no&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;é apurado por contraparte para o conjunto de instrumentos financeiros derivativos sujeitos ao mesmo acordo para a compensação e liquidação de obrigações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O valor de reposição líquido mencionado no inciso I do&#160;<strong style=\"\">caput</strong>&#160;é definido como o somatório dos valores de reposição de operações com instrumentos financeiros derivativos, apurado por contraparte para o conjunto de operações sujeitas ao mesmo acordo para a compensação e liquidação de obrigações.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; O ganho potencial futuro líquido deve ser determinado de acordo com a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">GPF<sub style=\"\">Líq</sub>&#160;= GPF<sub style=\"\">Bruto</sub>&#160;* (0,4 + 0,6 * NGR), em que&#58;</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - GPF<sub style=\"\">Bruto</sub>&#160;= somatório dos ganhos potenciais futuros calculados por transação com uma mesma contraparte de acordo com os arts. 3º e 5º deste Anexo; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - NGR = razão entre o valor de reposição líquido, se positivo, e o somatório dos valores de reposição positivos das operações sujeitas a acordo para a compensação e liquidação de obrigações, calculada de acordo com a seguinte fórmula&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"top&#58;9pt;\"><img src=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_BCB_229/Res_BCB_229_v5/image016.jpg\" alt=\"\" style=\"text-indent&#58;94.5333px;margin&#58;5px;width&#58;185px;height&#58;54px;\" /></span>&#160;​<br style=\"\"></span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) n = número de operações com uma mesma contraparte; e</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) M<sub style=\"\">t</sub>M<sub style=\"\">i</sub>&#160;= valor de reposição do instrumento financeiro derivativo “i”.</span></p><p class=\"MsoPlainText\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O NGR é igual a zero nos casos em que o valor de reposição líquido não for positivo.</span></p><p><br style=\"font-family&#58;Calibri;font-size&#58;17.3333px;\"></p></div></div>","Voto":"114/2022-BCB","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}