{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 197","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 14/3/2022, Seção 1, p. 141.","Id":51701,"Data":"2022-03-11T10:30:00Z","DataTexto":"11/3/2022 07:30","Numero":197.0,"VersaoNormativo":3.0,"Assunto":"Classifica o conglomerado prudencial integrado por ao menos uma instituição que realize serviço de pagamento e estabelece a segmentação para os conglomerados prudenciais classificados como Tipo 3 para fins de aplicação proporcional da regulação prudencial.","NormasVinculadas":"INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@444;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@421;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@402;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@399;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@396;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@395;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@394;@2023;#INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB;@388;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@436;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@404;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@395;@2024;#RESOLUÇÃO BCB;@356;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@353;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@331;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@330;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@328;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@327;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@326;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@325;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@319;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@313;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@311;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@307;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@306;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@303;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@292;@2023;#RESOLUÇÃO BCB;@266;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@265;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@258;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@229;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@208;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@207;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@201;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@200;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@199;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@198;@2022;#RESOLUÇÃO BCB;@80;@2021;#RESOLUÇÃO;@4282;@2013;#","Referencias":"Lei nº 12.865/2013, arts. 9º, inciso II, e 15.;#Resolução CMN nº 4.282/2013, art. 14.;#Cita Leis ns. 4.595/1964 e 10.194/2001.;#Cita Resolução BCB nº 80/2021, art. 3º.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 258/2022 - Alteração, a partir de 1º/12/2022 - Nova redação: art. 12.;#Resolução BCB nº 436/2024 - Revogação total, a partir de 1º/1/2025.;#","Revogado":true,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass44B434F78D9E4403923452CA66FD595E\"><p class=\"Epgrafe\" style=\"text-align&#58;center;\">​<span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RESOLUÇÃO BCB Nº 197, DE​ 11 DE MARÇO DE 2022</span></p><p class=\"Ementa\" align=\"center\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=436\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Documento\nnormativo revogado, a partir 1º/1/2025, pela Resolução BCB nº 436, de\n28/11/2024.</span></a></p><p class=\"MsoBodyText2\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">Classifica o conglomerado prudencial\nintegrado por ao menos uma instituição que realize serviço de pagamento e\nestabelece a segmentação para os conglomerados prudenciais classificados como\nTipo 3 para fins de aplicação proporcional da regulação prudencial.​</span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;justify;text-indent&#58;70.9pt;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;\">A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizad</span>a em 9 de março de 2022, com base nos arts. 9º, inciso II, e 15 da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, e tendo em conta o disposto no art. 14 da Resolução nº 4.282, de 4 de novembro de 2013,</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">R E S O L V E &#58;</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"color&#58;#444444;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DO OBJETO E DO ESCOPO DE APLICAÇÃO</span></span></p><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">Art. 1º&#160; Esta Resolução classifica o conglomerado prudencial integrado por ao menos uma instituição que realize serviço de pagamento e estabelece a segmentação para os conglomerados prudenciais classificados como Tipo 3 para fins de aplicação proporcional da regulação prudencial, considerando o porte das instituições que compõem cada segmento.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, são considerados serviços de pagamento aqueles previstos no art. 3º da Resolução BCB nº 80, de 25 de março de 2021.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"Default\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;#444444;\">§ 2º&#160; Esta Resolução não se aplica às administradoras de consórcio.</span></p><p class=\"Default\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA CLASSIFICAÇÃO DO CONGLOMERADO PRUDENCIAL E DA REGULAÇÃO PROPORCIONAL A RISCOS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, o conglomerado prudencial integrado por ao menos uma instituição que realize serviço de pagamento deve ser classificado em um dos seguintes tipos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Tipo 1&#58; conglomerado prudencial cuja instituição líder seja instituição financeira ou outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Tipo 2&#58; conglomerado prudencial cuja instituição líder seja instituição de pagamento e que não seja integrado por instituição financeira ou por outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964,&#160;<a name=\"_Hlk87274409\">ou sujeita à Lei nº 10.194, de 14 de fevereiro de 2001</a>; ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - Tipo 3&#58; conglomerado prudencial cuja instituição líder seja instituição de pagamento&#160;<a name=\"_Hlk78551243\">e que seja integrado por instituição financeira ou por outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964, ou sujeita à Lei nº 10.194, de 2001.</a></span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins desta Resolução, a instituição líder de conglomerado prudencial é definida nos termos da regulamentação que trata dos critérios contábeis de elaboração dos documentos contábeis consolidados do conglomerado prudencial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Deve ser também classificada no Tipo 1 a instituição financeira ou outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964, ou à Lei nº 10.194, de 2001, que realize serviço de pagamento e não seja integrante de conglomerado prudencial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; A aplicação proporcional da regulação prudencial definida pelo Banco Central do Brasil&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - para o conglomerado do Tipo 2 e para a instituição de pagamento não integrante de conglomerado prudencial, é definida em regulamentação específica, considerado o respectivo perfil de risco; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - para o conglomerado do Tipo 3, deverá considerar o segmento em que está enquadrado e o seu perfil de risco conforme disposto no art. 5º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; É de responsabilidade da instituição líder o cumprimento das obrigações atribuídas ao respectivo conglomerado previstas nesta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO III<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA TRANSIÇÃO ENTRE TIPOS DE CONGLOMERADO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; Será concedido prazo de 3 (três) meses para adequação ao arcabouço prudencial aplicável ao Tipo 3 nos seguintes casos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a instituição de pagamento adquire controle de instituição financeira ou de outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964, ou sujeita à Lei nº 10.194, de 2001; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o conglomerado do Tipo 2 passa a ser integrado por instituição financeira ou por outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964, ou sujeita à Lei nº 10.194, de 2001.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; O conglomerado do Tipo 3 que deixar de ser integrado por instituição financeira ou por outra instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil sujeita à Lei nº 4.595, de 1964, ou sujeita à Lei nº 10.194, de 2001, terá prazo de 3 (três) meses para se adequar ao arcabouço prudencial aplicável ao conglomerado do Tipo 2.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO IV<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DOS SEGMENTOS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º&#160; O conglomerado prudencial relacionado no art. 2º, inciso III, deve enquadrar-se em um dos seguintes segmentos&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - Segmento 2 (S2);</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - Segmento 3 (S3);</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - Segmento 4 (S4); ou</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - Segmento 5 (S5).</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O enquadramento previsto no&#160;<strong>caput</strong>&#160;deve considerar as informações das entidades participantes do respectivo conglomerado em bases consolidadas, nos termos do Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do Brasil (Cosif).</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O S2 é composto pelos conglomerados prudenciais de porte igual ou superior a 1% (um por cento) do Produto Interno Bruto (PIB).</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º&#160; O S3 é composto pelos conglomerados prudenciais de porte inferior a 1% (um por cento) e igual ou superior a 0,1% (um décimo por cento) do PIB.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º&#160; O S4 é composto pelos conglomerados prudenciais de porte inferior a 0,1% (um décimo por cento) do PIB.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 5º&#160; O S5 é composto pelas instituições de porte inferior a 0,1% (um décimo por cento) do PIB, que não sejam bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio, caixas econômicas ou agências de fomento, e que utilizem metodologia facultativa simplificada para apuração do requerimento mínimo de Patrimônio de Referência Simplificado (PR<sub>S5</sub>).</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 6º&#160; Para conglomerado prudencial do Tipo 3 constituído após a entrada em vigor desta Resolução, o enquadramento inicial deve ser apurado considerando o porte das instituições de pagamento e demais instituições, entidades e fundos integrantes do conglomerado, com base&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - nas informações contábeis consolidadas, no caso de instituições em funcionamento; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - nas informações constantes do plano de negócio submetido ao Banco Central do Brasil, no caso de instituição ainda não autorizada.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO V<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DAS DEFINIÇÕES</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º&#160; Para fins do disposto nesta Resolução, o porte é definido com base na razão entre o valor do Ativo Total do conglomerado prudencial e o valor do PIB do Brasil.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; Para fins do disposto no&#160;<strong>caput</strong>, devem ser considerados&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - o Ativo Total, apurado de acordo com os critérios estabelecidos no Cosif; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - o PIB do Brasil a preços de mercado e valores correntes divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulado para o período de 4 (quatro) trimestres consecutivos com término em cada data-base de apuração mencionada no § 2º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; Para fins do disposto no § 1º, devem ser considerados os respectivos valores relativos às datas-bases de 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano, apurados em até 90 (noventa) dias após a data-base a que se referem, vedada revisão posterior.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VI<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA ALTERAÇÃO DO ENQUADRAMENTO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; A alteração do enquadramento de que trata o art. 5º deve ocorrer&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - para o S2, quando o conglomerado prudencial atender ao disposto no § 2º do art. 5º por 3 (três) semestres consecutivos, se proveniente do S3, do S4 ou do S5;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - para o S3, quando o conglomerado prudencial atender ao disposto no § 3º do art. 5º&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) por 3 (três) semestres consecutivos, se proveniente do S4 ou do S5;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) por 5 (cinco) semestres consecutivos, se proveniente do S2;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - para o S4&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) quando o conglomerado prudencial atender ao disposto no § 4º do art. 5º por 5 (cinco) semestres consecutivos, se proveniente do S2 ou do S3;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) imediatamente, se proveniente do S5, ao deixar de utilizar a metodologia facultativa simplificada para apuração dos requerimentos mínimos de Patrimônio de Referência, de Nível I e de Capital Principal; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - para o S5, imediatamente, quando o conglomerado prudencial atender aos requisitos mencionados no § 5º do art. 5º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; O Banco Central do Brasil pode determinar alteração do enquadramento do conglomerado prudencial&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - antes de decorridos os prazos mencionados no art. 7º, desde que sua avaliação discricionária indique&#58;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) ausência de perspectiva de retorno do atendimento aos requisitos para enquadramento no segmento de origem; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) capacidade de atendimento da regulamentação prudencial aplicável ao segmento de destino;</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - entre S2, S3, S4 e S5, com fundamento em ações de supervisão que evidenciem a melhor adequação das atividades desenvolvidas pelo conglomerado prudencial e a regulação prudencial do segmento de destino; e</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - no caso de mudança de objeto social, criação ou cancelamento de carteira operacional, fusão, cisão, incorporação ou alterações de controle, além de mudança significativa do modelo de negócio a qualquer tempo, considerando as perspectivas para o porte do conglomerado prudencial.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; A data da alteração do enquadramento de que tratam os incisos II e III deve ser fixada pelo Banco Central do Brasil conforme as particularidades de cada caso.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O conglomerado prudencial cujo enquadramento seja alterado do S5 para outros segmentos nos termos do inciso II do&#160;<strong>caput</strong>&#160;somente se enquadrará novamente no S5 por determinação do Banco Central do Brasil.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; As alterações de enquadramento produzem efeitos após o término do semestre subsequente à data da respectiva alteração.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; Excetuam-se do disposto no&#160;<strong>caput&#160;</strong>os casos dispostos no art. 7º, inciso III, alínea “b”, e inciso IV, quando as alterações produzirão efeitos imediatos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VII<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DA TRANSPARÊNCIA</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; O Banco Central do Brasil divulgará no mínimo semestralmente as informações relativas ao enquadramento dos conglomerados prudenciais de que trata esta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO VIII<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11.&#160; Até 31 de dezembro de 2024, o conglomerado prudencial do Tipo 3 será enquadrado no S4, independentemente do seu porte, ou no S5.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O enquadramento no S5 depende de opção pela utilização da metodologia simplificada e está condicionado ao atendimento dos requisitos estabelecidos no art. 5º, § 5º, e ao atendimento da regulamentação específica.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O enquadramento poderá ser alterado pelo Banco Central do Brasil, nos termos do art. 8º.</span></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 12.&#160; Esta Resolução entra em vigor em 1º de janeiro de 2023.</span></s></p><div style=\"text-align&#58;justify;\"></div><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;36pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><a name=\"_Hlk108540494\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12.&#160; Esta Resolução entra em vigor em&#160;</span></a><a name=\"_Hlk108541370\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">1º de&#160;</span></a><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">julho de 2023.</span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">&#160;</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=258\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/12/2022, pela Resolução BCB nº 258, de 18/11/2022.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Otávio Ribeiro Damaso<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Diretor de Regulação</span></p><p><br></p></div>","Voto":"48/2022-BCB","DataAssinatura":null,"DataAssinaturaTexto":""}]}