{"navegacao":null,"view":"views/exibenormativo.aspx","conteudo":[{"Titulo":"Resolução BCB N° 15","Tipo":"Resolução BCB","Documentos":null,"DOU":"Publicada no DOU de 21/9/2020, Seção 1, p. 115.","Id":51151,"Data":"2020-09-17T21:00:00Z","DataTexto":"17/9/2020 18:00","Numero":15.0,"VersaoNormativo":3.0,"Assunto":"Consolida os critérios gerais para mensuração e reconhecimento de ativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às administradoras de consórcio, às instituições de pagamento, às sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, às sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e às sociedades corretoras de câmbio autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os procedimentos a serem observados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na apresentação de pedido para dispensa de critério para constituição do ativo fiscal diferido ou para sua baixa e na divulgação de informações em notas explicativas.","NormasVinculadas":"RESOLUÇÃO BCB;@553;@2026;#RESOLUÇÃO BCB;@367;@2024;#RESOLUÇÃO CMN;@4842;@2020;#CIRCULAR;@3776;@2015;#CIRCULAR;@3174;@2003;#","Referencias":"Lei nº 4.595/1964, art. 9º.;#Lei nº 11.795/2008, arts. 6º e 7º, inciso III.;#Lei nº 12.865/2013, arts. 9º, inciso II, e 15.;#Resolução CMN nº 4.842/2020, art. 13.;#Revoga, a partir de 1º/1/2021, Circulares BCB ns. 3.174/2003 e 3.776/2015.;#","Atualizacoes":"Resolução BCB nº 367/2024 - Alteração, a partir de 1º/3/2024 - Nova redação: ementa; art. 1º, inciso I; denominação Capítulo II; art. 3º, caput e parágrafo único; art. 4º, caput e §§ 1º e 2º; art. 5º, inciso III; art. 6º, parágrafo único; art. 7º; e art. 9º. Inclusão: art. 1º, inciso I, \"a\" a \"e\". ;#Resolução BCB nº 553/2026 - Nova redação: ementa; art. 1º, inciso I; denominação Capítulo II; e art. 3º, parágrafo único. Revogação: art. 1º, inciso I, \"a\" a \"e\".;#","Revogado":false,"Cancelado":false,"Texto":"<div class=\"ExternalClass0780F1C08B034616980A1B6097B42D58\"><span style=\"color&#58;rgb(68, 68, 68);\"><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">RESOLUÇÃO\nBCB Nº 15, DE 17 DE SETEMBRO DE 2020</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><s><span style=\"color&#58;red;\">Consolida\n</span></s><s><span style=\"color&#58;red;\">os critérios gerais para mensuração e reconhecimento de\nativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às administradoras\nde consórcio e às instituições de pagamento e os procedimentos <span style=\"background&#58;white;\">a </span>serem observados pelas instituições\nautorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na apresentação de pedido\npara dispensa de critério para constituição do ativo fiscal diferido ou para\nsua baixa e na divulgação de informações em notas explicativas.</span></s></span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Consolida os critérios\ngerais para mensuração e reconhecimento de ativos e passivos fiscais, correntes\ne diferidos, aplicáveis às administradoras de consórcio, às instituições de\npagamento, às sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, às sociedades\ndistribuidoras de títulos e valores mobiliários e às sociedades corretoras de\ncâmbio autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e os procedimentos\na serem observados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco\nCentral do Brasil na apresentação de pedido para dispensa de critério para\nconstituição do ativo fiscal diferido ou para sua baixa e na divulgação de\ninformações em notas explicativas. </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Consolida os critérios gerais para mensuração e reconhecimento de\nativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às instituições\nobrigadas a utilizar o Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco\nCentral do Brasil – Cosif por força da Resolução BCB nº 92, de 6 de maio de\n2021, e os procedimentos a serem observados pelas instituições autorizadas a\nfuncionar pelo Banco Central do Brasil na apresentação de pedido para dispensa\nde critério para constituição do ativo fiscal diferido ou para sua baixa e na\ndivulgação de informações em notas explicativas. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada pela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;color&#58;rgb(68, 68, 68);\">A Diretoria Colegiada do Banco Central\ndo Brasil, em sessão realizada em 17 de setembro de 2020, com base nos arts. 9º\nda Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, 6º e 7º, inciso III, da Lei nº\n11.795, de 8 de outubro de 2008, 9º, inciso II, e 15 da Lei nº 12.865, de 9 de\noutubro de 2013, e tendo em vista o disposto\nno art. 13 da Resolução CMN nº 4.842, de 30 de julho de 2020,</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">R E S O L V E &#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO I<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 1º &#160;Esta Resolução consolida&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - os critérios gerais para mensuração e reconhecimento\ndos ativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às administradoras\nde consórcio e às instituições de pagamento; e</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">I - os critérios gerais para mensuração e reconhecimento\ndos ativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às seguintes\ninstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil&#58; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os critérios gerais para mensuração e reconhecimento dos\nativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, aplicáveis às instituições\nobrigadas a utilizar o Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco\nCentral do Brasil – Cosif nos termos do art. 1º, <em>caput</em>, inciso I, da\nResolução BCB nº 92, de 6 de maio de 2021; e </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada pela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">a) administradoras de consórcio; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída,\na partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada\npela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">b) instituições de pagamento; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída,\na partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada\npela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">c) sociedades corretoras de títulos e valores\nmobiliários; </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução\nBCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada\npela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">d) sociedades distribuidoras de títulos e valores\nmobiliários; e </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução\nBCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">d) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada\npela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">e) sociedades corretoras de câmbio; e </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Incluída, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução\nBCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">e) </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Revogada\npela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os procedimentos <span style=\"color&#58;#222222;background&#58;white;\">a </span><span style=\"color&#58;#222222;background&#58;white;\">serem observados </span>pelas\ninstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) apresentação de pedido ao Banco Central do Brasil para dispensa\nde critério para constituição do ativo fiscal diferido ou para sua baixa,\nconforme previsto na regulamentação; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) divulgação de informações em notas explicativas.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">CAPÍTULO II<br></span></s><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">DOS CRITÉRIOS GERAIS APLICÁVEIS ÀS ADMINISTRADORAS DE\nCONSÓRCIO E ÀS INSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">CAPÍTULO II<br></span></s><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">DOS CRITÉRIOS GERAIS APLICÁVEIS ÀS ADMINISTRADORAS DE\nCONSÓRCIO, ÀS INSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO, ÀS SOCIEDADES CORRETORAS DE TÍTULOS E\nVALORES MOBILIÁRIOS, ÀS SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES\nMOBILIÁRIOS E ÀS SOCIEDADES CORRETORAS DE CÂMBIO</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Denominação alterada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO II<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DOS\nCRITÉRIOS GERAIS APLICÁVEIS ÀS INSTITUIÇÕES OBRIGADAS A UTILIZAR O COSIF POR\nFORÇA DA RESOLUÇÃO BCB Nº 92, DE 6 DE MAIO DE 2021</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-align&#58;center;\"><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Denominação\nalterada pela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção\nI<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Das Definições</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 2º&#160; Para fins do\ndisposto nesta Resolução, considera-se&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ativo fiscal diferido&#58; valor do tributo sobre o lucro\nrecuperável em período futuro relacionado com&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">a) diferenças temporárias dedutíveis;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">b) compensação futura de prejuízos fiscais não utilizados; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">c) compensação futura de créditos fiscais não utilizados;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - diferença temporária&#58; despesas ou receitas reconhecidas no\nexercício e variações patrimoniais reconhecidas diretamente no patrimônio\nlíquido ainda não dedutíveis ou tributáveis para fins de Imposto de Renda da\nPessoa Jurídica e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, cujas\nexclusões, adições ou compensações futuras sejam expressamente estabelecidas ou\nautorizadas pela legislação tributária para fins de apuração do lucro\ntributável ou do prejuízo fiscal;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - diferença temporária dedutível&#58; diferença temporária que\nresulta em valores dedutíveis na determinação do lucro tributável ou do prejuízo\nfiscal de períodos futuros;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - diferença temporária tributável&#58; diferença temporária que\nresulta em valores tributáveis em períodos futuros;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - lucro tributável&#58; lucro apurado para um período, de acordo com\nas regras estabelecidas pela legislação tributária, sobre o qual incidem tributos;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - passivo fiscal diferido&#58; valor do tributo sobre o lucro\ndevido em período futuro relativo às diferenças temporárias tributáveis;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - prejuízo fiscal&#58; prejuízo apurado para um período, de acordo\ncom as regras estabelecidas pela legislação tributária, a partir do qual são\ndefinidos tributos passíveis de recuperação;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - resultado contábil&#58; lucro ou prejuízo apurado para um\nperíodo, antes do cômputo dos efeitos dos tributos sobre o lucro; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - tributo corrente&#58; valor do tributo devido ou recuperável no\nperíodo em referência.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção\nII<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Ativos e Passivos Fiscais Correntes</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 3º &#160;As administradoras\nde consórcio e as instituições de pagamento devem reconhecer como&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 3º&#160; As instituições\nmencionadas no inciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º devem reconhecer como&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ativo os valores relativos a tributos correntes recuperáveis\nem períodos futuros e a eventuais tributos pagos que excedam o valor devido no\nperíodo, dos quais tenha o direito legal à compensação ou restituição futura; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - passivo os valores dos tributos devidos relativos ao período corrente\ne a períodos anteriores.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único. &#160;O disposto no <strong>caput</strong> aplica-se,\ninclusive, aos créditos presumidos apurados pelas instituições de pagamento com\nbase em créditos decorrentes de diferenças temporárias, conforme a legislação\nem vigor.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único.&#160; O disposto no <strong>caput</strong> aplica-se,\ninclusive, aos créditos presumidos apurados pelas instituições de pagamento,\npelas sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, pelas sociedades\ndistribuidoras de títulos e valores mobiliários e pelas sociedades corretoras\nde câmbio com base em créditos decorrentes de diferenças temporárias, conforme\na legislação em vigor. </span></s><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</s></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O disposto\nno <em>caput</em> aplica-se, inclusive, aos créditos presumidos apurados pelas\ninstituições mencionadas no art. 1º, <em>caput</em>, inciso I, com base em\ncréditos decorrentes de diferenças temporárias, conforme a legislação em vigor.\n</span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=553\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada pela Resolução BCB nº 553, de 3/3/2026.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção III<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Ativos e\nPassivos Fiscais Diferidos</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção\nI<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Do Ativo Fiscal Diferido</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 4º&#160; As\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem efetuar o\nregistro contábil de ativos fiscais diferidos decorrentes de diferenças\ntemporárias, de prejuízo fiscal de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e de\nbase negativa de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido somente quando\natendidas, cumulativamente, as seguintes condições&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 4º&#160; As instituições\nmencionadas no inciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º devem efetuar o registro\ncontábil de ativos fiscais diferidos decorrentes de diferenças temporárias, de\nprejuízo fiscal de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e de base negativa de\nContribuição Social sobre o Lucro Líquido somente quando atendidas,\ncumulativamente, as seguintes condições&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - haja expectativa de geração de lucros ou de receitas\ntributáveis futuros para fins de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e de Contribuição\nSocial sobre o Lucro Líquido, conforme o caso, em períodos subsequentes,\nbaseada em estudo técnico que demonstre a probabilidade de ocorrência de\nobrigações futuras com impostos e contribuições que permitam a realização do\nativo fiscal diferido no prazo máximo de dez anos; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - apresentem histórico de lucros ou de receitas tributáveis\npara fins de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e de Contribuição Social sobre\no Lucro Líquido, conforme o caso, comprovado pela ocorrência dessas situações\nem, pelo menos, três dos últimos cinco exercícios sociais, incluído o exercício\nem referência.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 1º &#160;O disposto\nneste artigo deve ser observado individualmente pelas administradoras de\nconsórcio e pelas instituições de pagamento.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º&#160; O disposto neste\nartigo deve ser observado individualmente pelas instituições mencionadas no\ninciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">§ 2º &#160;O disposto\nno inciso II do <strong>caput</strong> não se aplica às\nadministradoras de consórcio e às instituições de pagamento que&#58;</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º&#160; O disposto no inciso\nII do <strong>caput</strong> não se aplica às instituições mencionadas no inciso I do <strong>caput</strong>\ndo art. 1º que&#58; </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação\ndada, a partir de 1º/3/2024, pela Resolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - foram constituídas há menos de cinco anos; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - tenham histórico de prejuízos verificado na fase anterior à\nmudança de controle acionário.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;A condição\nestabelecida no inciso II do <strong>caput</strong>\npode ser dispensada, a critério do Banco Central do Brasil, com base em pedido\nque apresente justificativa fundamentada em estudo técnico de expectativa de\ngeração de lucros tributáveis futuros, conforme previsto no inciso I do <strong>caput</strong>.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 4º &#160;O estudo técnico a que\nse refere o inciso I do <strong>caput</strong> deve&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - ser elaborado por cada instituição;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - decorrer de projeções técnicas efetuadas com base em\ncritérios consistentes e verificáveis, amparadas por informações internas e\nexternas, considerando pelo menos o comportamento dos principais condicionantes\ne indicadores econômicos e financeiros;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - ser fundamentado em premissas factíveis e estar coerente com\noutras informações contábeis, financeiras, gerenciais e orçamentárias;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - conter quadro comparativo entre os valores previstos para\nrealização e os efetivamente realizados para cada exercício social, bem como o\nvalor presente dos créditos, calculado com base nas taxas médias de captação\nou, se inexistentes, no custo médio de capital; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - ser examinado pelo conselho fiscal, se existente, aprovado\npelos órgãos da administração e revisado por ocasião dos balanços semestrais e\nanuais.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 5º &#160;A probabilidade de\nrealização dos ativos fiscais diferidos deve ser criteriosamente avaliada, no\nmínimo, por ocasião da elaboração dos balanços semestrais e anuais, procedendo-se\nobrigatoriamente à baixa da correspondente parcela do ativo, na hipótese de\npelo menos uma das seguintes situações&#58; </span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - as condições estabelecidas no art. 4º não forem atendidas;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - os valores efetivamente realizados em dois períodos\nconsecutivos forem inferiores a 50% (cinquenta por cento) dos valores previstos\npara igual período no estudo técnico mencionado no art. 4º, inciso I; ou</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">III - a existência de dúvidas quanto a continuidade\noperacional da administradora de consórcio ou da instituição de pagamento.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - a existência de dúvidas quanto à continuidade operacional da\ninstituição. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;A baixa da\nparcela do ativo mencionada no <strong>caput</strong>,\ndecorrente do não atendimento da condição estabelecida no art. 4º, inciso II,\npode ser dispensada, a critério do Banco Central do Brasil, com base em pedido\nque apresente justificativa fundamentada em estudo técnico de expectativa de\ngeração de lucros ou receitas tributáveis futuros, conforme previsto no art. 4º,\ninciso I.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 6º &#160;É vedado o\nreconhecimento de novo ativo fiscal diferido enquanto não houver decisão do\nBanco Central do Brasil a respeito dos pedidos previstos nos arts. 4º, § 3º, e 5º,\nparágrafo único. </span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Parágrafo único. &#160;As\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento ficam autorizadas a\nmanter os créditos tributários vinculados aos pedidos previstos no<strong> caput</strong>\nenquanto não houver manifestação do Banco Central do Brasil.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; As\ninstituições mencionadas no inciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º ficam\nautorizadas a manter os créditos tributários vinculados aos pedidos previstos\nno <strong>caput</strong> enquanto não houver manifestação do Banco Central do Brasil. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção\nII<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Do Passivo​ Fiscal Diferido</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 7º&#160; As\nadministradoras de consórcio e as instituições de pagamento devem reconhecer as\nobrigações fiscais diferidas decorrentes de diferenças temporárias no período\nem que ocorrer o reconhecimento das receitas ou das variações patrimoniais\ncorrespondentes.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 7º&#160; As instituições\nmencionadas no inciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º devem reconhecer as\nobrigações fiscais diferidas decorrentes de diferenças temporárias no período\nem que ocorrer o reconhecimento das receitas ou das variações patrimoniais\ncorrespondentes. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Subseção\nIII<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Dos Critérios Gerais</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 8º&#160; Os ativos fiscais\ndiferidos e os passivos fiscais diferidos devem ser reconhecidos em\ncontrapartida ao resultado do período.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; O ativo\nfiscal diferido e o passivo fiscal diferido decorrentes de ganhos ou de perdas\nregistrados diretamente no patrimônio líquido devem ser reconhecidos no\npatrimônio líquido.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><s style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\"><span style=\"color&#58;red;\">Art. 9º &#160;Os\nvalores de ativos e passivos fiscais diferidos devem ser compensados somente\nnos casos em que a administradora de consórcio ou a instituição de pagamento\ntenha o direito legal de compensação no momento da liquidação da obrigação\ntributária, desde que haja compatibilidade de prazos na previsão de realização\ne de exigibilidade.</span></s></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 9º&#160; Os valores de\nativos e passivos fiscais diferidos devem ser compensados somente nos casos em\nque a instituição mencionada no inciso I do <strong>caput</strong> do art. 1º tenha o\ndireito legal de compensação no momento da liquidação da obrigação tributária,\ndesde que haja compatibilidade de prazos na previsão de realização e de\nexigibilidade. </span><a href=\"https&#58;//www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o%20BCB&amp;numero=367\" target=\"_blank\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">(Redação dada, a partir de 1º/3/2024, pela\nResolução BCB nº 367, de 25/1/2024.)</span></a></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Seção IV<br></strong><strong style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Disposições Gerais</strong></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 10.&#160; Para fins de\nmensuração e reconhecimento dos ativos e passivos fiscais, correntes e\ndiferidos, devem ser adotados os critérios e alíquotas vigentes na data-base\ndas demonstrações financeiras.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único.&#160; No caso de\nalteração da legislação tributária que modifique critérios e alíquotas a serem\nadotados em períodos futuros, os efeitos no ativo e no passivo fiscal diferido\ndevem ser reconhecidos imediatamente com base nos critérios e nas alíquotas\naplicáveis ao período em que cada parcela do ativo será realizada ou do passivo\nserá liquidada.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 11. &#160;Verificada\nimpropriedade ou inconsistência nos procedimentos de reconhecimento e\nmensuração dos ativos fiscais diferidos, especialmente em relação às premissas\npara sua realização, o Banco Central do Brasil poderá determinar a sua baixa,\ncom o consequente reconhecimento dos efeitos nas demonstrações financeiras.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO\nIII<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DOS PROCEDIMENTOS APLICÁVEIS ÀS INSTITUIÇÕES AUTORIZADAS A\nFUNCIONAR PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 12. &#160;Os pedidos feitos\nao Banco Central pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central\ndo Brasil para dispensa de critério para constituição do ativo fiscal diferido\nou para sua baixa, conforme regulamentação vigente, devem ser fundamentados em\nestudo técnico de <span style=\"color&#58;#222222;background&#58;white;\">expectativa de\ngeração de lucros tributáveis futuros no qual conste</span>, no mínimo, as\nseguintes informações&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - exposição pormenorizada dos fatos relevantes que comprovem a\nexpectativa de geração de lucros ou receitas tributáveis futuros;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - descrição dos motivos que levaram à não ocorrência de histórico\nde lucros ou de receitas tributáveis para fins de Imposto de Renda da Pessoa\nJurídica e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, conforme o caso, em,\npelo menos, três dos últimos cinco exercícios sociais, incluído o exercício em\nreferência.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 1º &#160;O estudo técnico\nmencionado no <strong>caput</strong> deve observar as condições previstas no art. 4º, §\n4º, desta Resolução.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 2º &#160;O pedido mencionado no\n<strong>caput</strong> deve ser assinado pelo Diretor Presidente, ou por detentor de\ncargo equivalente, e pelo Diretor designado para responder perante o Banco\nCentral do Brasil pelo acompanhamento, supervisão e cumprimento das normas e\nprocedimentos de contabilidade previstos na regulamentação em vigor.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">§ 3º &#160;Na hipótese de\nindeferimento do pedido, as instituições mencionadas no <strong>caput </strong>devem\nefetuar os ajustes contábeis necessários até o final do mês subsequente à\ncomunicação do resultado da análise do pedido.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 13. &#160;As instituições mencionadas\nno art. 12 devem divulgar, em notas explicativas às demonstrações financeiras,\ninformações qualitativas e quantitativas sobre os ativos e passivos fiscais diferidos,\ndestacando, no mínimo, os seguintes elementos&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - critérios de constituição, avaliação, utilização e baixa;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - natureza e origem dos ativos fiscais diferidos;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">III - expectativa de realização, discriminada por ano nos\nprimeiros cinco anos e, a partir daí, agrupadas em períodos de cinco anos;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IV - valores constituídos e baixados no período;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">V - valor presente do ativo fiscal diferido;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VI - créditos tributários não ativados;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VII - valores sob decisão judicial;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">VIII - efeitos no ativo, passivo, resultado e patrimônio líquido\ndecorrentes de ajustes por alterações de alíquotas ou por mudança na\nexpectativa de realização;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">IX - conciliação entre o valor debitado ou creditado ao resultado\nde Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido\ne o produto do resultado contábil antes do imposto de renda multiplicado pelas\nalíquotas aplicáveis, divulgando-se também tais alíquotas e suas bases de\ncálculo; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">X - existência do pedido de que trata o art. 12.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;18pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Parágrafo único. &#160;O disposto\nno <strong>caput</strong> aplica-se, inclusive, aos créditos presumidos apurados,\nconforme a legislação em vigor.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">CAPÍTULO\nIV<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 14.&#160; As instituições\nautorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter à disposição\ndo Banco Central do Brasil&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - os estudos técnicos mencionados nos arts. 4º, inciso I, e 12 desta\nResolução, pelo prazo de realização dos respectivos ativos fiscais diferidos,\ncontados a partir da data de referência; e</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin&#58;0cm 0cm 6pt 0.05pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II\n- os relatórios que evidenciem de forma clara e objetiva a observância aos\ncritérios definidos nesta Resolução, pelo prazo mínimo de cinco anos.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 15.&#160; Ficam revogadas&#58;</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">I - a Circular nº 3.174, de 15 de janeiro de 2003; e </span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;6pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">II - a Circular nº 3.776, de 30 de dezembro de 2015.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom&#58;36pt;text-indent&#58;70.9pt;text-align&#58;justify;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Art. 16.&#160; Esta Resolução\nentra em vigor em 1º de janeiro de 2021.</span></p><p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-right&#58;-4.25pt;text-align&#58;center;\"><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Otávio​\nRibeiro Damaso<br></span><span style=\"font-family&#58;calibri;font-size&#58;17.3333px;\">Diretor\nde Regulação</span></p></span></div>","Voto":"256/2020-BCB"}]}