BCB - Abstracts

 

Working Paper 233

Too Big to Fail Perception by Depositors: an empirical investigation


Raquel de F. Oliveira, Rafael F. Schiozer and Lucas A. B. de C. Barros


Abstract

We examine a run from smaller to the largest banks in Brazil during the international financial turmoil in late 2008. Since Brazilian banks had no exposure to subprime securitized loans, the run is an opportunity to observe depositor reaction to a shock that is exogenous to the domestic banking system. Our empirical strategy allows us to disentangle the too big to fail benefit from the other features continuously related to size. Our unique database allows us to observe the behavior of uninsured deposits and of different types of holders of certificates of deposits, such as individuals, institutional investors and non-financial corporations. Taken together, our results are consistent with the idea that depositors ran from the smaller banks to the largest banks because they believed the largest banks were too big to fail. We also find that institutional investors had an important role in inducing the behavior of other depositors during the crisis: banks that had relatively more deposits of institutional investors ex-ante suffered more deposit outflows throughout the crisis.

Resumo

Examinamos uma corrida dos bancos menores para os maiores bancos no Brasil durante a crise internacional no final de 2008. Como os bancos brasileiros não estavam expostos a empréstimos securitizados de hipotecas de baixa qualidade (subprime), a corrida é uma oportunidade de observar a reação de depositantes a um choque exógeno ao sistema bancário. A estratégia empírica permite distinguir o benefício de ser grande demais para falir (too big to fail) de outras características continuamente ligadas ao tamanho. A base de dados nos permite observar o comportamento de depositantes não segurados bem como de diferentes tipos de detentores de certificados de depósitos, como pessoas físicas, investidores institucionais e empresas não financeiras. Considerados de forma conjunta, nossos resultados são consistentes com a ideia de que os depositantes correram dos bancos menores em direção aos maiores porque eles acreditavam que os bancos maiores eram grande demais para falir. Também encontramos que os investidores institucionais tiveram um importante papel em induzir o comportamento de outros depositantes durante a crise: bancos que tinham relativamente mais investidores institucionais ex-ante sofreram maiores saídas de depósitos durante a crise.