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Condecorações

 
Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul

Insígnia da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul. Graus: cavaleiro, oficial, comendador, grande oficial e grã-cruz.
Insígnia: anverso – Estrela branca de cinco pontas bifurcadas e maçanetadas, assentada sobre guirlanda de ramos de café e fumo, e pendente de outra guirlanda de café e fumo. Ao centro, medalhão redondo azul-celeste, com a constelação Cruzeiro do Sul em branco, circundado por orla azul-ferrete com a legenda "BENEMERENTIUM PRAEMIUM". Reverso – Igual ao anverso, com alteração no medalhão para a efígie da República, e na legenda para "REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL". Fita e banda azul-celeste.
Graus: cavaleiro, oficial, comendador, grande oficial e grã-cruz.

Em 5 de dezembro de 1932, o Presidente Getúlio Vargas assinou o Decreto n° 22.165, que restabeleceu a antiga Ordem Imperial do Cruzeiro, sob nova denominação de Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, para galardoar somente os estrangeiros, civis ou militares, que, por qualquer motivo, tenham se tornado dignos do reconhecimento da Nação Brasileira.

O primeiro regulamento foi de 1933 (Decreto n° 22.610) e estabelecia cinco graus hierárquicos, relacionados com os cargos públicos que os agraciados ocupavam.

Em 1939, o Decreto-Lei n° 1.424 instituiu uma nova classe, o Grande Colar, destinada a galardoar Chefes de Estado que se tenham tornado dignos da gratidão do Governo brasileiro.

Em 1971, pelo Decreto n° 68.055, o Presidente Emílio G. Médice alterou o regulamento da Ordem. Entre outras modificações, a legenda REPÚBLICA FEDERATIVA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL passou para REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, gravada no reverso da insígnia.